Desclassificado

1º Simpósio Internacional de Ufologia.

1975 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.155
Período
1975
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Fotografia · Recorte de imprensa · Ofício
Páginas
84

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

O dossiê, custodiado pelo Arquivo Nacional, reúne ofícios, recortes de imprensa e fotografias relativos à organização do 1º Simpósio Internacional de Ufologia, realizado no Brasil em setembro de 1975 pela Agência Contact Internacional em parceria com o Instituto Brasileiro de Astronáutica e Ciências Espaciais, sob a presidência de honra do astrônomo norte-americano prof. J. Allen Hynek, da Universidade de Northwestern. Entre os documentos consta correspondência do Estado-Maior da Aeronáutica, datada de junho de 1975, confirmando o envio de um oficial credenciado como observador ao evento, indicando acompanhamento formal das Forças Armadas brasileiras às discussões sobre relatos de objetos voadores não identificados. Há também comunicações envolvendo o deputado Brigido Tinoco, presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia do Congresso Nacional, que demonstrou interesse na realização do simpósio no Auditório Nereu Ramos, em Brasília. O material promocional do evento menciona investigações oficiais conduzidas por Estados Unidos, União Soviética e França sobre o tema como contexto para a iniciativa científica que se pretendia promover no país.

Documento digitalizado

Página 1 de 84 — 1º Simpósio Internacional de Ufologia.

Recorte de imprensa — direitos do veículo original. Reprodução para documentação histórica (uso editorial).

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Pr. 455, Muy | CONTACT, | documento * | a: [SIMPÓSIO CJINTERNACIONAL DE UFOLOGIA “ FIRST INTERNATIONAL SY MP DBSIUM OF UFOLOGY AGENCE CONTACT INTERNACIONAL

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E AR 45S,palh a Lº SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE UFOLOGIA FIRST INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF UFOLOGY As reflexões que se seguem sobre o tema "Obje- tos Voadores Não Identificados" por si sô bastam para nos integrar num argumento/movimento lúcido e límpido que não sô evita, como impede, qualquer tentativa de descaso e de ridículo. São trabalhos — criações — de homens cuja aber * tura ao novo — à informação nova — e espírito cientifi co em estado de plenitude permitiram ousadia de enfo - que científico e militar aos chamados discos voadores. Promovendo no Brasil, juntamente com o INSTITU TO BRASILEIRO DE ASTRONÁUTICA E CIÊNCIAS ESPACIAIS, o I? SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE UFOLOGIA, sob a Presidên- cia de Honra do eminente prof. J. Allen Hynek, da Uni- versidade de Northwestern (EUA) a AGENCIA CONTACT IN- nl TERNACIONAL se permite pretender em unidade com seu ob o jetivo primeiro. í Desde 1948 que o Governo dos Estados Unidos da América do Norte investe cérebros e dólares na investi gação oficial da questão (Projeto Sign, Comissão Grud- ge, Bluebook, etc), desde 18 de outubro de 1967 quesna União Soviética, funciona uma comissão especial para Ê Li tratar do problema ufológico dentro da Comissão de As- tronaútica, oficial. No ano passado, na França, foi o Leisad próprio Ministre des Armées M. Robert Galley, quem não hesitou em publicamente discutir o assunto. Exa Ao nosso ver, portanto, advertências como as do teia prof. James McDonald, em seu famoso pronunciamento pe- rante a Comissão de Assuntos Espaciais, da ONU, não são tão levianas quanto as passivas fidelidades à ciência- oficial. Eos O reconhecimento, entretanto, por parte do MI- NISTÉRIO DA AERONÁUTICA enviando observadores creden — E ciados — e do próprio Congresso Nacional atravês da Co REIS inn re Liss missão de Ciência e Tecnologia — à credibilidade e se- = riedade que o tema merece, evidencia simplicidade e ob vel jetividade. Registro primeiro da verdadeira aberturaci entífica. e qu Ls Comunicações: AGENCIA “CONTACT INTERNATIONAL” IGS N.º 430 — Setor Gráfico — Brasília — D. Federal

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AX 455, p. ud Lº SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE UFOLOGIA FIRST INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF UFOLOGY Evidentemente, ao promover a vinda ao Brasilde personalidade como o prof. JOSEPH ALLEN HYNEK a AGENCE CONTACT INTERNACIONAL pretendeu somente sua contribui- ção mais concreta. CARLOS MARQUES DIDIER RAMBAUD Setembro 1975 AGENCIA CONTACT INTERNACIONAL — BRASIL — FRANCE CO Led Uma (oh bah o já Lad Comunicações: AGENCIA “CONTACT INTERNATIONAL” IGS N.º 430 — Setor Gráfico — Brasília — D. Federal

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mu LTL E Lad Lad LIA 8 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA AERONÂUTICA ESTADO-MAIOR DA AERONÁUTICA Brasília, DF, em 20 de junho ge 1975 Emo $r Ces Rf Alfredo Moacyr de Mendonça ss 104 - Bloco "E" - Apto 304 Brasília - PT Em atenção & sua carta datada de 5 de matço do esrreste ano, tenho o prazer de informar a V Exa que este Esta- doNsior far Interamerica so de Ufologia, enviando um oficial na qualid -á representar no próximo Congre de observador. maiores detalhes confirmando a data aguarda: às realização do referido Congresso. Atenciossmente Sto: Ten Brig do Ar CONÇALVES. or. Ng 159 Senhor General: | que Vossa Exce o Senhor Prof. J. Allen Hynek, Diretor física, da Universidade 0, Sobre o a os. antty con o Senhor Deputado Célio 8 restd ; se mos trou vivamente interessado p a data de 10 de setembro róximo vindouro Aud ório “Nereu Ramos” para a realizaçã a Vossa Exce Tência sobre a viabiiidade Em caso afirmativo, de lego a Vossa Excelência a incumbência de formular, oficialmen te, nosso convite ao Sr. Prof. Allen Hynek. Aproveito a oportunidade para renovar a Vossa Ex celêncta protestos de estima e consideração. Gigi lat, “Deputado BRIGIDO TINOCO Prestdente da Comissão de Ciência .e Tecnologia Excelentíssimo Senhor Gal). Rf. ALFREDO MOACYR UCHOA da 19 Simpósio Internacion IGS nº “30 Set mento de seu off

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Do dS5pp ELES pa I.º SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE UFOLOGIA a FIRST INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF UFOLOGY | | — “Prof. J. ALLEN HYNEK Presidente de Honra. o Honnorary President. Prof. Flávio Pereira Presidente Moderador | Rá Executive President fal Profa. Irene iGranchi Secretária Internacional International Secretary Gal. Rf. Alfredo Moacyr Uchoa Plenipotenciârio junto autori dades federais. Special Delegate for the fede ral authorities. Carlos Marques AD a Coordenador Internacional International Coordinator nas Dia 10/set/75 - Palestra do prof.J.Allen Hynek, no Congresso Nacional (Comissão de Cien cia e Tecnologia. Dia 11/set/75 - Conferencia em Brasília. Dias 12 e 13/set/75 - I9 SIMPOSIO INTERNACIONAL DE ma . EM . UFOLOGIA na cidade de CURITIBA. á , :. local: auditório da Reitoria da UFP. nº cg 14 d Comunicações: AGENCIA “CONTACT INTERNATIONAL” IGS N.º 430 — Setor Gráfico — Brasília — D. Federal

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s raspa

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o RE Pehoa revelou que tod cias estão sendo tomadas no sentido desu internacional “conte, Inclusive: que, de pes ediaçãa ara prmsta tau sua tra essa e do inte Fira come militar — disse” el O General definiu) seu cargo no congresso ágio “plenlontenciário *, servindo de elemento de “Menção tório das Melações Exteriores, Conselho de ' Se- “gurança Nacional e Estado-Maior das Forças Armadas. entista Allen Hynek, por sua' vez, trabalhou durante clentífico da Força Aérea norte-ane-" |

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datée du 1” février 1973, ce era ecrivait:: Jdly a peu, le Dr Condon aurait observê des OVNI non loin du lac Illimanl, au Pérou, en compagnie du chercheur péruvien Carios » Paz Garcia. Les engins vus par le Dr Concon seralent entrés et sortis des eaux du lac. Le Dr Condon avait prévu un périple en Améri- que du Sud en passant par I'Argentine et le Brésil, mals immédiatement aprês son obsar- vation, il serait rentré aux USA... ». Nous avons depuis tentá d'avoir des informa- 1 “ tions complémentaires mais nous n'avons pu A “obtenir ni confirmation, ni démenti. A vral dire, si la nouvells nous était parvenve un | 17 avril, nous aurions longtemps hésitó à vous en falre part. Quoi qu'il en soit, vraie ou ! fausse, information n'est pas impossible en | ; sol, et si elle est authontique, il faut sev'e- « Sclon te professeur F.A. Pereira, ce congrês: ' ment déplorer que le Dr Condon n'ait pas 1 | aussi viser à détruire image de fan- fait son observation cing annéts -plus 15t, Bu | quo qui s'est créde autour de I'ufologie, "avant la publication de son fameux rapport. lies: “plua que jamaisnécessaire de. fai Ê isr or» vece côté fantastique qui contin! éivicner begucoup de scientitiques de !'6t e “bjactive de ces phénomênes. Lors “du - VP Coloque Brésilien qui s'était tenu en nos". * vemurs 1974, une des résolutions avait per- a E: E Abami Je joter tes bases d'une nouvelle société univar Jités brésiliennes et aux sociétés scion- tífic nationaies. Lors des débats du con-: “grês principal, le professeur Hynek abordera los vopects de I'ufologie qui intéressent la/ « — Sécuriiá et jettera los' bases d'une collabori tlor avec les autorités brésiliennes en ce qui corcarne tes études scientifiques menéss sur. la question des OVNI, leurs occupants et les - phéonmênes connexes. es

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na: passada sendo negociado para o : Como, candidatos a : uma, revista e um ca-

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c e te brilhante." “(Comentário do cientista prof. J. h Allen HYNEK, diretor do Departa-i, mento de Astronomia e Astrofísi-. ca da Universidade de Northweste rn, EUA., em entrevista ao jorna lista JEAN CLAUDE BOURRET .) nd

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e À ” 4 Pp e Y A sificou a questão dos OVNIS como "um dos mais sérios proble mas científicos de nosso tempo"? 8 Pelo sim ou pelo não, o Governo da França, pre feriu prevenir à remediar, quando hã alguns meses passados, o seu Hinistro da Defesa, Robert Galley, pela primeira vez, pública e oficialmente, abordando a questão, deu uma esp>- | cie de sinal de alerta: "il est irrêfutable qu'il y a -des choses aujourd'hui qui sont inexpliquêes ou mal expliquêes”. Ao fazer essa declaração, se baseou, sobretudo nos sólidos argumentos, consequência das intermináveis pes- quisas do diretor do Centre National de Recherche Scientifi que, (CNRS), ôrgão oficial do governo frances, cientista Clau de Poher, que, sobre o assunto disco voador, também tem sua opinião formada: seria uma atitude pouco cientifica, ignorá 108":. suas investigações, ele as desenvolveu utilizando Os sofisticados computadores do CNRS e, hoje, se coloca, intran sigentemente, ao lado dos cientistas que defendem a necessi dade de sólidos estudos científicos e, portanto, sérios, so bre o tema.

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? À nad í. Lao a | Lad A moidb End nacionais, resultados de 'suas investigações e alertando para a serie | dade da questão. FE cuia ' Neles, sempre o prof.J.Allen Hynek fez ques=, tão de ressaltar os aspectos científicos nessas contrad'-. tórias histórias de apariçoes de "OVNIs" : "durante essos. vinte últimos anos, venho tentando manter atitude desapii xonada, ou mente aberta, enquanto permitiam as circunstan | cias, não obstante toda questão parecer desagradavelmen'e ridícula. Muitos colegas acreditavam firmemente que q as- sunto acabaria desaparecendo em questão de meses. Contu'o nos áltimos cinco anôs, a “Força Aérea recebeu maior númo= ro de relatos do que nos primeiros cinco anos de su: pe:- quisa. Apesar da aparencia de futilidade do tema, - sen 1 que seria faltar com minha responsabilidade científica ba rante a Força Aérea se eu deixasse de encarar esse fenone no dos discos voadores, em sua totalidade, como tendo pos sivelmente aspectos dignos de atenção cientifica"

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apenas tres anos de idade. Sua mulher, &ê enfermeira é “muitas vezes trabalha àã noite, num hospital da cidade. Sempre, nessas noites, quando a mulher estã fazendo seu plantão no trabalho, a filha de dezesseis anos se encar rega de preparar e servir a mamadeira, à uma hora da | manha para O irmao pequeno. Nessa noite, como de hábi- to, ela vai procurar o leite na geladeira e, olhando pela janela, ve uma luz que se aproxima. Fui lã, pesso almente, e constatei o aspecto da visao que, normalme te, ela deveria ter algumas árvores, o campo, matagal relativamente alto, nada de estrada, enfim, nada que “pudesse vir daquele lado. Pois bem, a luz que ela avis tou era extremamente brilhante e formava um grande an- gulo. Tevé medo e acordou seu pai. Ele vem, dã uma olha dela, fecha” a janela e carrega dois fuzis. Possuia do” is caes de caça na êpoca e de certa forma, agressivos: Esses caes se achavam junto à casa e lã ficaram. Como a luz se aproximava o pai resolve chamar a polícia pe- lo telefone, e esse, de súbito, silencia.

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“Fui designado” para coordenar seus tenoontida com as autoridades brasileiras, seus possíveis contas- tos oficiais com o Ministério da Aeronáutica, Conselho Nacional de Segurança e Ministêrio das Relações xterio res. Juntamente com o prof. Flávio Pereira, autor “do fa moso "Livro Vermelho dos Discos Voadores", obra consul tada e obrigatôriamente citada por especialistas ociiien tais estudiosos do tema, desenvolvemos contactos em al to nível. O Estado Maior da Aeronáutica e a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, entre ou tros. Visamos, evidentemente, ao maior rendimento nes-. sa presença do cientista em nosso país. 8 Ao meu ver, o problema já abandona o terrerio ; da simples especulação e se apresenta como: quest tona- : "ento de Validade científica, Vejamos, portanto, ar& que ponto estamos capacitados' para sair dessa linguagem comum onde os "Objetos Voadores Não Identificados", ma is que qualquer ameaça física, são um quase perigo mên tal. )

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no mesmo nível e, portanto, seriedade. a Sua vinda, entretanto, no mínimo, servirá do mo informação mais precisa possível de que em outrós | centros - evidentemente mais avançados: - o debate do problema não é sômente matéria de sensação para jorna- is ou dosagens paranôicas de vida. Os "Objetos Voadores Não Identificados" tan. to nos Estados Unidos, quanto na Europa e outros cen- tros científicos de credibilidade irrefutável, em pla- no internacional, são objeto de interesse e pesquisa em nível científico e militar.

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z - CORRESPONDÊNCIA Ea INTERNACIONAL Queremos nos colocar a disposição do Iº? Simpósio Internacional de Ufolosi ia que serã realizado no Brasil e, em princípio, lhes enviamos alguns exemplares de nossa edição do livro de Jean Claude Bourret "La Nouvelle Vague des Soucoupes Volantes". Os srs. tem autorização para transcrições. Editions France Empire — Paris/France Faço votos de que o 1º SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE UFOLOGIA sig- nifique um novo passo no enfoque científico que o tema merece. Impossível comparecer data estabelecida. Padre Benyto Reyna — Buenos Ayres/Argentina Dedicamos grandes espaços em nossa revista "Inforespace" aos acontecimentos ufológicos brasilciros, em particular, e da Amé rica Latina, em geral. Estamos pofundamente interessados no Simpósio e gostariamos de contar com relatórios pormenorizados sobre o acontecimento. "L. Clerebaut" secretário geral — Société Belge d'Etude des Phenomenes Spatiaux — Bruxelas/Bélgica Sentimo-nos (Francine e eu) muito honrados com gentil convite para participar do I9? SIMPÓSIO mas as dificuldades para conere tizã-lo nos motivam para saudar o ilustre prof. Hynek e parti- cipantes. Prof. Renê Fouirê — Presidente do GROUPEMENT PRA AS ps dhd

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Lgé Lado Lona aa ria ao Secretanto cent é Ea ONU u. THANT, o catecna- JAMES Me- DONALD, Lhe e A parte do texto por ete eta borado e Lido nedante. os membros do GRUPO DIY ES LCTAI: ORGANIZAÇÃO | AS NAÇÕES UNT- H a E DAS. sobre E aspectos cientigicos" dos chama — TUDOS ES e vs dos "Objetos Voadores Não Identígicados". Toás dias depois a opinião pubtica internacional to- ' e mava conhecimento da mais severa advertência ja feita num organismo ogicial — e, mais que Ásso, por um cientista — sobre os discos voadores. "Durante vinte anos, tem acontecido uma onds, - persistente e intrigantá, vinda de vários países do mundo concernente ao que, finalmente, se resolveu chamar de "Obje tos Vondores Não Identificados'". Em todos esses relatórios, fosse qual fosse 'a origem geográfica, a natureza dos obje — tos assinalados parece ser essencialmente semelhantes. é Nos últimos doze meses desenvolvi um exame in- tensivo sobre os aspectos científicos do problema dos OVNIs, sobretudo partindo dos testemunhos colhidos nos limites dos Estados Unidos. Depois de ter entrevistado as testemunhas — E

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= tificamente adequado desta. questão. Essa, evidentemente, á uma, conclusão contrária âquela tida por várias pessoas, tan | to dentro quanto fora dos Estados Unidos, onde se pensa que um exame científico competente sobre o tema já foi realiza- do. Temo que essa falsa impressão largamente difundida, te- nha desviado a atenção cien 'ica de um problema de tão gran de interesse internacional. So icitei a presente ocasião. 'pa ra comparecer diante do GRUPO DE ESTUDOS ESPACIAIS, da ONU; porque quero: pedir insistentemente” que todas as demarches possiveis sejam inédiatámenter desenvolvidas pela ORGANIZA- ÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU), através de seu Estado-Maior ci entífico e dos estabelecimentos específicos de todas as na” ções a ele ligadas no sentido de que estudo sistemático so- bre os OVNIs em escala mundial seja empreendido, sem demo- ra. Existe atualmente uma clara indicação de que o número de relatórios de observações à curta distância e à baixa altitude de "Objetos Aéreos" absolutamente insólitos, tendo a aparência de máquinas e com performances apresentan do características inexplicáveis, aumentou consideravelmen- te nos últimos anos. E é certamente o que tem acontecido no interior dos Estados Unidos. E tenho a impressão de que à mesma coisa se manifesta em outros numerosos territórios es trangeiros. Meus próprios estudos me conduziram a “rejei = tar a opinião segundo a qual se tradla tão somente de fenôme nos atmosféricos naturais ou de fenômenos astronômicos mal interpretados. Sobre isso, aliás, as numerosas explicações oficiais são absurdamente errôneas.

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grande quantidade de relatô Acredito que ess. de nê milhares “mesmo, de casos. op dos cientistas. mais eminente do-mundo. Entretanto, em ra Rgiisticamente e mesmo cier ão desse descanso oficial 'vastamente di Érica E comente a RSA camera cem E ne porque: é dos mine da perdo, como aliás, o fiz nesses últimos meses ado nos crienta, irresistivelmente, para um certo fenômeno so- bre c qual cada um de nós deveria, rapidamente, adquirir u- ma bem melhor, bem mais profunda, informação. O descaso oii cial d-veria ser substituído por um exame científico minu ciosc « de alta precisão, quanto ao problema OVNIs. Em rx: zão da natureza mundial do fenômeno, ele se encaixa inedia tame;!c em setores onde a Organização das Nações Unida: (ONU) ceve assumir suas responsabilidades e encorajar « ins diato exame científico do problema. Essa é minha atual opi- nião baseado nisso que acredito ser um exame suficiente ,de: sas hipôteses, excluindo-se mutuamente que a hipótese mai: provêvcl para se conhecer o fenômeno do OVNIs, é que le: são um certo tipo de ondas espaciais, de origem extrato vrc tre. ” Assinalo que, presentemente, isso não pode ser considerado como além de uma hipótese, contra qual se diri- gem naturalmente muitas das suas idéias científicas pré-con cebidas, muito evidentes, aliãs. Chamo atenção também para o fato de que existem inumeráveis facetas, nos fenômenos rios que se. classifica, hoje m dia, entre centenas e tal-. egistrados, requer a atenção iê — desde que a gente o exa” ads —

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possíveis, obter atenção mundial com relação a essa questão. E a coisa primeira a ser feita & acabar com es se mesmo desgãso ques E DAR se opãe naturalmenie a Eua) L. E.

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: nº nte no campo cienti- kd E (co. Durante muitos anos e- Le Goá Consetheixo Tecnico IS AI R FORCE Epoca em que sagas do gamoso PROJETO BLUEBOOK ho je inteiramente abandonado.0O prog. HYNEK durante dez anos “ > pôde ter acesso a todos os do É cumentos oficiais nonteamená 4 de canos e conhecer de gato se- bi) O. : gredos que atê hoje não Go- nam nevetados ao grande pu- btico.

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tab Ganento À ever aspendento. sobre RA. houve a menor E de Cnalisar as inform:- ções atravês de computadores e nem mesmo dº ara lisar as verificações e classificar refercncirs, Tudo isso, todo material recolhido, foi sinpls mente classificado por ordem cronológica. im cu tras palavras, não podemos dizer que houve es- forço para efetuar realmente um estudo cieati'i co. Então, o senhor pode argumentar: "mas o sc- nhor era, então, seu Conselheiro Científico ?". Sim, de fato eu era o Conselheiro Científico. Por que não fez nada para' mudar esse tipo portamento?'". Sim, de fato, eu era o Consce!he: - ro Científico mas muito frequentemente meu: c: selhos não eral levados em consideração. Por « rias vezes aconselhei a transcrição em fitos magnêticas e computadores de todos os elementos recolhidos sobre aparições de discos voadores e recomendei que pesquisas estatísticas fossem rea lizadas. O projeto Bluebook foi oficialmente ar quivado em fins de 1969 e logo depois quando o pe a “aviação nica |

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, doe Ra É . dial em 1973 e sobre a qual eu falo longamente- td muito A em meu livro. Particularmente sobre os contatos e encontros que decididamente não se tratavam de. visões de lu e 5 distantes ou objetos este Evidentemente esse considerável número de resih tros em 1973 entrou em contradição com o que pre. g E k via a maioria das pessoas interessadas no assun to e sobretudo os membros do Governo. Foi assim que no fim do ano passado, verifican- do constatei que as coisas estavam indo muito - longe. Tivemos vinte e cinco anos de deformaçõe:; i e mesmo non-sense governamental sobre o tema e já era tempo para que nos cientistas, homens de ciência, fizéssemos qualquer coisa de mais posi tivo. Fiz, portanto, apelos a excelentes personalida- . . gs E o E “ des cientificas originárias de diferentes pon — tos dos Estados Unidos, de universidades como a U.C.L.A., por exemplo, Stanford, Chigago, etc. Existem três razões que nos levaram a criar o | Centro de Estudos de Ufologia: a primeira é pe- lo fato de que não existe nenhum lugar onde efe tivamente se possa aprender e ensinar alguma coi sa sobre os OVNIs nem com ajuda de jornais e re

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a PRÂngãOs. a mais fre quem for nos enamar gratuitamente, de'qualquer ponto” dos Estados U- | (d Demos Press OU hGnaros a' ni lhábes de'“polgi-* baia, delegados, organismos de Defesa Civil & Agência Federal de Aviação e grupos de defesa. Assim, se alguêm acreditar estar vendo ou tendo algum contato seja qual for, com um"Objeto dor Não Identificado" deve, nos Estados Un: contactar tão cedo quanto possível um pol delegado ou funcionário da Aviação que nos nicarã imediatamente o registro de seu tes: nho. Então, como agir num caso deste, concretam: Digamos que aconteça alguma coisa em Kansa” exemplo, e que na região possuímos um dos1 homens. Ele imediatamente serã deslocado pracn de foi anotado o registro observerã in-loc Voe- dos, ciel cont emu - nte? spo” 1883 oa contecido. Possuímos uma espécie de rede com a. qual cooperam diversos organismos tais como O Mutual Ufo, Nicap, Apro, e vários outros que a- través de suas colaborações nos permitem segu — rança quanto a credibilidade das informações que nos chegam.

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“RESPOSTA: omos: E otatmente hostis a odeio e quat, quer negenência aos discos voadores. Para etes,| tratavam-se de historias que não poderiam admi- | tin acreditar por nada deste mundo. Como o 4e- -nhon vê a visão hoje? Absolutamente e mesmo chegavam a rir quando oumitiil viam falar no assunto. Hoje em dia, contudo, são. H eles próprios que vêm e que falam, sem rir escm tremores. Junto ao grande público também se pro duziu um fenômeno interessante. Com efeito, uma recente pesquisa de opinião pública revelou que mais de quinze milhões de norteamericanos já vi ram um disco voedor. Desses, 51% acreditam que os OVNIs são reais e se você compara essa pe'- quisa a uma outra dedicada à política, vai chc- gar a um resultado engraçado e talvez inquieton te: é que ê maior o número de pessoas que acro- ditam em disco voador do que os que acredi tamo Presidente da Republica. As pessoas que transvi tem essas informações são gente de uma certa cn vergadura, pessoas cujos testemunhos seriam «- ceitos por um tribunal não importa em qual civ- cunstância: pilotos de linhas comerciais, cc'- troladores de tráfego aéreo, engenheiros de ra- dar, policiais e professores universitários. U, ao que me parece, cada vez se torna mais difi- cil enquadrar todas essas pessoas na categoria dos mentirosos ou dos loucos.

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tripulação do helicóptero do capitão Cohens Tra ta-se do capitão, de uma equipe de salvamento do Exército destinada a socorro de acidentados e ou tras atividades no gênero. Eles voltavam de Co- lumbus, Ohio, onde haviam justamente acabado de passar pelos exames anuais de aptidão física. ar E Estavam em plena forma no meio do caminho entre Columbus e Cle land, quando um dos homens “da à luz vermelha brilhante que se. proximava muito rapidamente. Tinha um bri- lho realmente intenso. Fui a Cleveland entrevis tei-me com os membros dessa tripulação e sentei nos diversos lugares do helicóptero. O capitão refez para mim os movimentos que fizera naquele dia. Uma história verdadeiramente incrível. Â luz vermelha era tão intensa quanto o farol de aterrizagem de um BOEING. Porém, vermelha «o in vês de branca. A luz estava fixa e vinha de um objeto de forma cilíndrica e quando o objeto po: sou por baixo deles reduziram a velocidade e pa“ saram a segui-lo na velocidade de cento e ses- senta quilômetros por hora. Foi então que uma luz verde invadiu o interior do helicóptero. O capitão me mostrou tudo que se passou, ele ten- tava contato com a Rádio de Mansfield. Conse — guiu o contato por alguns momentos e bruscamen- te os râdios deixaram de funcionar. Ele tentou várias vezes refazer o contato porem algo ainda mais estranho aconteceu. Ele me mostrou como ten tou fazer o helicóptero descer rapidamente.Cons j n é

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e Vocês certamente. já ouviram falar no caso do; dois pescadores do Mississipi: “apareceu nO LI = vro| “de Ralph Brown. "BEYOND EARTH! Fui lã pesqui | sar com o prof. Harper, da Universidade de Cal: fôrnia. Esses dois homens , um de 45 anos e ou tro'de 195% aprox adamente, trabalham num esta- MR leiro naval, “gostam muito de pescar e estavan pescando na beira do cais. quando viram uma Ilus azul! brilhante” aro “aproximava e que julgaren rapidamente ser um OVNI típico. O objeto não a terrisou. Mas, duas criaturas saíram dele, ccn aspectos grotescos e parecendo mesmo que se tr1 tava de robots. Duas pernas, dois braços e dua mãos que se assemelhavam a pinças. Então, a criaturas saindo, conseguem pegá-los pelos bre ços. Não chegaram a exatamente levantá-los (cc fessou mais tarde um dos pescadores). Antes a diz ele — conseguiram fazê-los flutuar. Nãc ha via a bordo nada. Ou melhor: não havia tábuas eles se sentiam estendidos, sem nenhum suporte Sentiam-se como se levitassem, como os astrone:: tas, por exemplo, e uma espécie de instrumento bizarro que descrevem como se fosse um "elho” passa por cima deles em movimentos sistemã! ico Ao serem soltos, um desses homens se sentia tão apavorado que desmaiou. Com o professor Harper que é excelente hipotiza dor, trabalhamos: cerca de quatro horas. Pensáva mos que o espírito consciente estava bloqueado

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legado da RE ea usou um truque muito no - estilo Mar aRR ada o Locando Ro caicones escondi 7 mais se Epa fo ramente. Para ao foi um caso interessante. am da noite para o dia intei 54 Como também ê interessante constatarmos que as aterrisagens no perímetro urbano não bem menos- freqlientes que nas zonas rurais. Foi, aliás, um caso desse gênero, digamos, rural, que se produ ziu numa pequena cidade de Kansas. Uma comunida de agricola aonde nada nunca acontece e onde um rapaz, dezoito anos, desses que guardam as O velhas que, de repente, viu um objeto brilhan- te que descia do ceu. Ele também não aterrisou mas ficou muito perto do solo (dois pés) flutu- ando e depois de alguns minutos partiu. O jo- vem, em pânico, chamou seus pais que chegaram à tempo para ver o objeto desaparecer ao longe. A mãe, enfermeira, notou que o objeto ao se ir dei xou um anel brilhante de cerca de três metros de diametro. Mais tarde o delegado nos contava que a casca das árvores e raízes ficaram igualmente brilhantes e que possuia uma fotografia desse estado. A mãe possuia uma máquina Polaroid e re gistrou aquela luminosidade. Aliãs, é uma das

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PENGUNTA: nhecido como sendo uma técnica medicinal. Eu és tou sempre muito impressionado com isso que cha mo de "provincianismo temporal". Quando a ponte observa ou tenta observar as civilizações mis antigas — como egípcias, babilônicas, etc. — a gente persa que se tratavam de seres bem sipã- ticos mas bobos e pensa "quantas coisas que co- nhecemos e que eles ignoravam".Mas o que acte ce e a gente tem uma grande tendência a esque cer & que dentro de cinco mil anos a ciênci» te rã evoluído bastante e nôs que é seremos consi- derados como consideramos os egípcios. Isto o eles lã, vão dizer: "como eles eram bobos, 1 sabiam siquer que os OVNIs existiam". Os astronautas da NASA, segundo se sabe, Gizo- nam surpreendentes observações quando do prímeá no voo espacial — Mercury ou Gemini — mas hoje, ao que parece, a NASA 048 impede terminantemente de gatar sobre o que viram. O senhor conseguiu R

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a s pe rseguindo-os rante o Ns 8 pabenrad! pelo. Con Po seo | “norteamericano e seria | bem possível vê-las atrapalhadas se incluiíssem || nos seus estudos essa coisa tão controvertid» - quanto os discos voadores. Porisso penso que sº fosse diretor da NASA agiria da mesma maneir:.

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ARX ASS pa aaja OVNI UM SEGREDO DE ESTADO? cantos marques

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gs Re a, PA Crer rn amaro == cemaraaçe e —— Ministros de Estado, civis e mititares, oficiatment: fi dos ao Governo Brasiteiro, principalmente cientistas e estrato atas, tem encontro marcado com o mais famoso cientista non: - | -Micano especialista em "objetos voadores nao identificado”. Ii à noticia fekirmente, dessa vez nao foí publicada com carâter tao sorente sensacionatista, como atias, de costume, e, de centa sor “ma, se dituiu mesmo entre outras tantas publicadas pelos jornais L T sobretudo do Rto e Sao Paulo, nas ultimas semanas: a vinda ao uhy Brasil, para presidir o 19 Simposio Intermmacionat de Ufotogia. do conceituad cientista nonteamenicano, prog. J.ALten Hynek, cus ir samente, tambem, Diretor do Departamento de Astrunomia e Asth: e stca, da Universidade de NonthwesternlEUA). Especialistas em "Objetos Voadores Nao Identigicados” , Aem a favor, digamos, de sua credibitidade, o gato de, durante / vinte e dois anos, ter sido ogicatmente o Consultor Cientig'co dt US Air Torce especiatmente encarregado das pesquisas e Anve:- tigaçoes sobre esse tema tao controvertido: esses bizarros obj: 404 voadores de quatquer maneira, praticamente, todos os dias, com espaço ussegurado nos jornais de todo ocidente. Sobretudo , eie, um dos raros civis a ter acesso à documentaçao opicial, ta t» da CIA quanto do Serviço Secreto nonteamenicano, sobre o te Chegando ao ponto de, em 1966, no mes de abrit, ter sido osí ciafmente convocado peta Camara Federal para depor na Comissa: de Segurança, sobre o assunto, tendo sido bastante expticito: -Apesar da aparencia de gutitidade do tema sent” que seria futtas com minha responsabilidade ctentigica penanie A a Força Acnea se eu deixasse de encarar o fenomeno UFO em sua " totatidade como tendo aspectos dignos de atençao cientigica.Fi: 4 ásso a fim de demonstrar que nem eu, nem a Força Acrea esconde mos o gato de que existem mesmo retatos inexpticaveis sobre dis cos voadores. Mas tambem existem ainda, evidentemente, os que detes duvidam! E o professor J. AtLen Hynel, que dentro de algu ma: semanas estanã no Brasí£, autor da mais importante obra cier tísica, publicada nos Estados Unidos e na Europa, sobre o tema: e t (The Ugo Experience-A scientific inquiny), garante: "os cientis 2 À tas e mititares que assim agem, o fazem puramente por medo do dt ig ridicuto.” . th rui

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E ousa ix mais atêem em suas conclusões, coro essas. agora divulgadas, em París, num Livro ("La Nou — vette Vague de Seoucoupe Votante") que nene depoimei- tes exclusivamente de oficiais superiores e cientistas — 04 astronautas noxteamericanos que goram À tua, por exemplo, principalmente Aldrin e Collins, txi putantes da. Apollo XI, tiveram experiências concetas, - gcram perseguidos mesmo pos um OVNI e, quando retorna - nam, goram proibidos terminantemente, pela NASA, de gx tar, pubticamente, no assunto. Posso provar o que e4- tou dizendo pois, trabalhamos juntos, antes e depoás de suas viagens. Sua afirmação é uma resposta à cientistas militares que, de uma forma ou de cutra, insistem eum não somente contradizê-to mas atacar frontalmente ps A? suítados de suas investigações. Pal, a veemência e dá», posição: — O nidicuto não gaz parte do metodo cientiq; co e, como tal não deve ser ensinado. De qualquer g0n- ma, acho que jã estamos começando a transpor certas barreiras. A importância de sua posição, cada vez mais dirme e radical em torno da necessidade de se ter uma visão cientigica sobre a questão, ganhou especie de a- val em nível ogicial e internacional, inctusáve, quan- do um cientista como Ctaude Pohea, diretor do Centro Ma cional de Recherche Sctentifique (França) pesquisou 04 OVNis atraves dos computadores do organismo que dinige e, chegando à conctusões positivas motivou o primeá- Ao vronunciamento de um Ministro de Estado, abordando, publicamente, o tema. O caso se passou hã' poucos me- ses. em Paris, e o Ministro foi M. Robenat Galtey, gran cês, tendo sido sua entrevista divulgada para quase to do mundo. No Brasit, transmitida num programa de audi- ência recorde, como Fantástico, da TV Gtobo. Por detras dessa ousadia oficial, o cientista Claude Poher, atias, tambem diretor do programa qran- cês embarcado no projeto norteamericano SKILAB, de e- AR. ASS BM em

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xistência não contestada. Objetivo em suas anatíises e documentado, em suas obspavações não hesitou pedir aos- s *» seus cotegas, cientistas que se nendessem diante da evá H dência e Anatassem, endim, de maneira cientigica e se- na, À o. enoame conjunto, de observações inrefutaveis: — Dispomos de mais de dez mit testemunhas va- tidos, cuidadosamente recolhidos no decorrer dos utti- mos vinte e cinco anos. Desses, três mit são grancesca Todos es4e4 depoimentos se comptetam e, duzentos e cin quenta detes, nos dão conta de aternisagens. Enquanto 4440, mais ou menos uma centena descreve desembarque de ocupantes desses misteriosos "objetos voadores" que,an tigamente, a gente conhecia simplesmente como dísco voa dor. Em face dessa coerência de Gatos e testemunhos, é uma atitude pouco cientifica essa que consiste em ne- gar total e sistematicamente a possibilidade de uma vá da extraterrestre (sic). ... Particularmente não posso negar que, antes, era totalmente contrario a essa ide ia que hoje defendo. E se evolui em minha decisão Goí graças a influência do professor Altten Hynek, cêtebre- fisico norteamericano. Suas afirmações, tanto à imprensa diaria, de Paris, publicadas à primeiro de fevereiro, quanto a conceituada revista Science et Vie, (mês de março), em circunstâncias: normais, digamos, tendo em vista a po- sição ofáícial de seu autor, jamais deixaria de sen pu- bticamente contestada. Quem conhece a imprensa france- sa sabe muito bem disso... Mas, o que se viu, dessa vez, contudo, Goi um netraimento espontâneo (ou estrategá - cof?) da propria Academia de Ciências que, se não igno- xou, peto menos sitenciou, sobre a questão. À entrevis ta do Ministro da Defesa, por sua vez, goá uma especie de tino de misenricondia nos possíveis mais ousddos con testadores. Tudo isso da bem uma ideia da importância des sa visita ao Brasil do prog. J. Altten ilynek que, du- nante atguns anos trabalhou tambem como o cientista Ja mes McDonald, autor da audaciosa façanha de, por duas- vezes, reunir o Conselho de Assuntos Especiais, da ONU, para discutir a questão dos discos voadores.

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ni ge Confirmando o convite dos brasileiros para que, equi, cevelasse alguns dcs pontos mais importantes s0 Lre as investigações OVNIs, certamente não resistiu a um cutro tipo de evidência nascida nesses vinte e dois enc: de acesso as ingormações mais secretas e mais pre cisas, hoje, em poder do Governo norteamericano: o Bra sit ea Argentina se apresentam como os dois paises on de mais ocorxem incidências de aparições de discos voa “dores e, sobretudo, com seus historicos mais ricos em detithes do que qualquer outro pais. $a Conctusão, atias, muito a proposito, se par- “* finos, por exempto, do gato de que muito recentemente a imprensa ocidental teve acesso a mais uma Aentavetin formação ufotôgica: o cetebne documento ogicial da Ma- ainta do Brasit, confidencial, timbrado com as inscri- ções "do Ministêrio da Marinha/Comando de Operações Na veis /RÃo de Janeiro, 6.11.1958/Comunicação Interna/Sen viço de Inteligência" e abordando a questão discos voa deacs. Foi publicado por revista especializada da arma dr ergentina e curiosos não faltaram para gazê-to cie- ger aos Esiados Unidos e & Europa. Totvez dai o interesse, hoje, que desperta o - 1º Simpostc Internacional e conseqgliente vinda do phrf. Atten Hynet:, ao Brasit, não somente entre jornalist:s- esprcíiatistas norieamericanos e franceses que procuam 4€e informar ogicialmente sobre o encontro. Bem como as consnttas vgiciais e ogiciosas que, nas ultimas sem: - nas "começaram a cruzar gabinetes ministeriais de Brrsã tia :ndagando sobre brasiteiros, civis e militares, de dícaios às investigações sobre o tema. Se, no Minisiz- nio ia Aerondutica, oficialmente, 4e mantem sigito +0- bre consuttas como a da Belgica, por exempto, indagcn- do "cuem e?" e o "que gazf" o general Moacyr Uchoa, a Embaixada Americana não nega, por sua vez, que ha pru- co tcve que informar oficialmente uma consutta de Hocus tor (EUA) sobre a mesma questão. Sinceridade e natura- tidade no manejo com informações dessa natureza que, à tias, não resultou em nenhuma posição de ridicuto ao | io ARA SS pe Sofa

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; seu, ese ss de Imprensa, nesponsâvet peta, divulgação da — carta, resposta. Ao contrânio, na semana passada, em Bra sitia, g0% o proprio genenat Moacyr Uchoa, ex-proges - ok catedrático e Diretor de, (Ensino, da Academia Miti- tax de Agulhas Negras, 4 em exibiu ã “imprensa a canta- convite, vinda de Texas, da CBS, querendo entrevista: = Lo num programa de grande, “importância e ceonhecido pe- Lo atto nivel de entrevistados que apresentaí - Esse convite para ser entrevistado num phro- grama que. ja teve, tambêm, personatidades como DA. kart Segan e Ted Phíltips ê mais que uma honha, o reco nhecimento ao empenho brasileiro no sentido de que os "Objetos Voadores Não Identigicados", como pesquisa, - deixem de sen vistos de gonma tão primaria e antá-cien tIgica. Estou certo de que as coisas começam a mudar, e, ao invês de patavras como rídicuto e pânico tere - mos a expressão csopinito cientigico para exprimir nos- sa preocupação com o problema. Designado para funcionar como secretario pte- nipotencíanto, durante o Simposio Internacional de Ufo togia, com a exata função de servir como Ligação entre cientistas, Estado Maior das Forças Armadas, ConseLho- Nacional de Segurança e Ministerio das Retações Exte - - Aiores, ete desenvolve contatos junto as autoridades mi titanes, em Brasitia, e não esconde o teor de sua car- ta ao Tte. Brigadêtro Pauto Sobra? Ribeiro Gonçalves , Chefe do Estado Maior da Aeronautica, onde anatisa e informa sobre as atuaís atividades do cientista Ji Alten Hynek: "Ete, o prof. J. Atten Hynek, — diz o generat em sua carta — goi um dos mais importantes membros, ao tado do Generat-de-Brigada F. Gantand, Chege do Air Techinicat Intettigence Comand, e Frank G. Puxant, da famosa Comissão Robertson que marcou epoca na historia oficial nonteamenicana das investigações OVNIs; em ju- nho de 1966, entre ogiciais superiores designados pef£o Ministro da Defesa, dos EUA, era a Unica autoridade e- minentemente cientifica a fazer parte da comissão diná gente do famoso Projeto Btuebook; em 17.12.1966 supre- endeu a opinião pubtica norteamenicana ao editar pelo

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“ o: catraday Evening Post seu famoso trabalho entitulado "Are" Flying' Saúucens Real?" : Sem dúvida, informações preciosas que ajuda - 1ão no julgamento de exedibitidade a que sexã submeti- “ao em' suas: conferências ho' Brasil. Sobretudo se Levar- mos em consideração que não somente o Ministerio da Ae | hondutica mas a propria Comissão Ciência e Tecnotogia, hi "da Câmara dos Deputados, conhecerão suas opiniões e pes ' quisas sobre o assunto. Finalmente, goram vinte e dois anos de trabalhos ininterruptos para o Governo nontea- pos mericano. Argumentação, atias, suficiente para deixar o Dos general Moacyr Uchoa absolutamente confiante quanto aos : avsuttados do 19 Simposio Internacional de UgoLogia. — Peto menos a tranqllitidade da constatação de : E que, finalmente, no Brasil, o assunto disco voador não esta definitivamente condenado a ser tratado como his- tonta fantastica ou gantasmagôrica. A abertura ao p'e- no exercicio do espixito cientifico, ginalmente, não k chesa a ser uma coisa tão ridicuta! Se pudermos ultra hd persar determinados problemas, de cadem econômica, “o- dt brctudo, tambêm traremos ao Brasit uma das maiores ;'en ti | sonatidades europeias dedicada às investigações ugo'o- | giras: o prog. Rene Fouere, dirigente do Groupement .!'E | tude de Phenomenes Acniens (GEPA), ongantsmo também cá | - tado peto Ministro da Guerra frances em sua entrevi: ta | sobre OVNIS. | Ão seu ver, essas são providências que garen- | tinão completo êxito do 19 Simposio de Ufotogia que, | segundo a imprensa noxteamericana, tançana as bases fa- | tinoamericanas para o desenvolvimento cientigico de “io | . controvertido tema "como esse dos discos voadores".h:s | sa semana, em Brasilia, em reuniões juntamente com o | Prog. Feavio Pereiaq e autoridades do Ministerio da Ae nonãutica, o roteiro Gina? do prog: J. Atten Hynek, se | — nã estabetecido. Em principio, jã se sabe que eLe pao- nunciara uma conferência no Congresso Nacional, na Uná versidade do Parana e sexã recebido peta Comissão de Ciência e Tecnotogia, da Câmara Federal, onde contara-

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que existe « ERC ad esse. conturbado. dt "objetos odds E - q mento, no pais.

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ANDA iAiO foi a constituição da COMISSÃO BRASILEIRA DE PES QUISA CONFIDENCIAL DOS OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS , ôrgão adhoc da Diretoria da SIB, e que desde a sua funda- ção contou com a vice-Presidência do Dr. Olavo Fontes, no Rio, encarregado da ligação com as Forças Armadas e o Ex- terior, e tendo como Presidente, em São Paulo, o Prof.Fla vio Pereira. A Comissão passou a centralizar a análise dos dados captados nas mais diversas fontes informativas, não extluindo a apreciação crítica da atitude das Forças Arma das ou dos investigadores nao-alinhados. Em 1961, funda- do o IBACE, a Comissão desligou-se da SIB, passando“a fi- gurar no quadro jurídico do IBACE. Entre 1961 e 1966, a Comissão teve destacada atuação dentro e fora do País,par ticipando o vice-Presidente, Dr. Olavo Fontes, de decisi- vas copferencias sigilosas na França, Espanha e EUA, com pesquisadores ligados ou não a Orgãos governamentais, me- recendo destaque seus encontros com o Prof. ALLAN HYNEK, consultor direto da Força Agrea dos EUA. Entre 1960 e 1972 realizaram-se mais quatro Coloquios Brasileiros, agluti — nando número crescente de investigadores. Em 1967, proce- deu-se à edição de "O LIVRO VERMELHO DOS DISCOS VOADORES; visando a correta doutrinação da opinião publica a respei to do dificil problema. Provocou, de fato, significativo- impacto nos altos círculos militares de São Paulo, Rio e Brasília. Entrementes, a convite expresso do Sr. Comandan te da IV Zona Acrea, o Prof. Flavio Pereira, o Dr. Max Berezovsky e o Prof. Guilherme Wirtz, participaram de va- rias reuniões da Comissão Militar então constituída naque

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Pr. 455, Muy | CONTACT, | documento * | a: [SIMPÓSIO CJINTERNACIONAL DE UFOLOGIA “ FIRST INTERNATIONAL SY MP DBSIUM OF UFOLOGY AGENCE CONTACT INTERNACIONAL

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E AR 45S,palh a Lº SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE UFOLOGIA FIRST INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF UFOLOGY As reflexões que se seguem sobre o tema "Obje- tos Voadores Não Identificados" por si sô bastam para nos integrar num argumento/movimento lúcido e límpido que não sô evita, como impede, qualquer tentativa de descaso e de ridículo. São trabalhos — criações — de homens cuja aber * tura ao novo — à informação nova — e espírito cientifi co em estado de plenitude permitiram ousadia de enfo - que científico e militar aos chamados discos voadores. Promovendo no Brasil, juntamente com o INSTITU TO BRASILEIRO DE ASTRONÁUTICA E CIÊNCIAS ESPACIAIS, o I? SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE UFOLOGIA, sob a Presidên- cia de Honra do eminente prof. J. Allen Hynek, da Uni- versidade de Northwestern (EUA) a AGENCIA CONTACT IN- nl TERNACIONAL se permite pretender em unidade com seu ob o jetivo primeiro. í Desde 1948 que o Governo dos Estados Unidos da América do Norte investe cérebros e dólares na investi gação oficial da questão (Projeto Sign, Comissão Grud- ge, Bluebook, etc), desde 18 de outubro de 1967 quesna União Soviética, funciona uma comissão especial para Ê Li tratar do problema ufológico dentro da Comissão de As- tronaútica, oficial. No ano passado, na França, foi o Leisad próprio Ministre des Armées M. Robert Galley, quem não hesitou em publicamente discutir o assunto. Exa Ao nosso ver, portanto, advertências como as do teia prof. James McDonald, em seu famoso pronunciamento pe- rante a Comissão de Assuntos Espaciais, da ONU, não são tão levianas quanto as passivas fidelidades à ciência- oficial. Eos O reconhecimento, entretanto, por parte do MI- NISTÉRIO DA AERONÁUTICA enviando observadores creden — E ciados — e do próprio Congresso Nacional atravês da Co REIS inn re Liss missão de Ciência e Tecnologia — à credibilidade e se- = riedade que o tema merece, evidencia simplicidade e ob vel jetividade. Registro primeiro da verdadeira aberturaci entífica. e qu Ls Comunicações: AGENCIA “CONTACT INTERNATIONAL” IGS N.º 430 — Setor Gráfico — Brasília — D. Federal

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AX 455, p. ud Lº SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE UFOLOGIA FIRST INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF UFOLOGY Evidentemente, ao promover a vinda ao Brasilde personalidade como o prof. JOSEPH ALLEN HYNEK a AGENCE CONTACT INTERNACIONAL pretendeu somente sua contribui- ção mais concreta. CARLOS MARQUES DIDIER RAMBAUD Setembro 1975 AGENCIA CONTACT INTERNACIONAL — BRASIL — FRANCE CO Led Uma (oh bah o já Lad Comunicações: AGENCIA “CONTACT INTERNATIONAL” IGS N.º 430 — Setor Gráfico — Brasília — D. Federal

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mu LTL E Lad Lad LIA 8 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA AERONÂUTICA ESTADO-MAIOR DA AERONÁUTICA Brasília, DF, em 20 de junho ge 1975 Emo $r Ces Rf Alfredo Moacyr de Mendonça ss 104 - Bloco "E" - Apto 304 Brasília - PT Em atenção & sua carta datada de 5 de matço do esrreste ano, tenho o prazer de informar a V Exa que este Esta- doNsior far Interamerica so de Ufologia, enviando um oficial na qualid -á representar no próximo Congre de observador. maiores detalhes confirmando a data aguarda: às realização do referido Congresso. Atenciossmente Sto: Ten Brig do Ar CONÇALVES. or. Ng 159 Senhor General: | que Vossa Exce o Senhor Prof. J. Allen Hynek, Diretor física, da Universidade 0, Sobre o a os. antty con o Senhor Deputado Célio 8 restd ; se mos trou vivamente interessado p a data de 10 de setembro róximo vindouro Aud ório “Nereu Ramos” para a realizaçã a Vossa Exce Tência sobre a viabiiidade Em caso afirmativo, de lego a Vossa Excelência a incumbência de formular, oficialmen te, nosso convite ao Sr. Prof. Allen Hynek. Aproveito a oportunidade para renovar a Vossa Ex celêncta protestos de estima e consideração. Gigi lat, “Deputado BRIGIDO TINOCO Prestdente da Comissão de Ciência .e Tecnologia Excelentíssimo Senhor Gal). Rf. ALFREDO MOACYR UCHOA da 19 Simpósio Internacion IGS nº “30 Set mento de seu off

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Do dS5pp ELES pa I.º SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE UFOLOGIA a FIRST INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF UFOLOGY | | — “Prof. J. ALLEN HYNEK Presidente de Honra. o Honnorary President. Prof. Flávio Pereira Presidente Moderador | Rá Executive President fal Profa. Irene iGranchi Secretária Internacional International Secretary Gal. Rf. Alfredo Moacyr Uchoa Plenipotenciârio junto autori dades federais. Special Delegate for the fede ral authorities. Carlos Marques AD a Coordenador Internacional International Coordinator nas Dia 10/set/75 - Palestra do prof.J.Allen Hynek, no Congresso Nacional (Comissão de Cien cia e Tecnologia. Dia 11/set/75 - Conferencia em Brasília. Dias 12 e 13/set/75 - I9 SIMPOSIO INTERNACIONAL DE ma . EM . UFOLOGIA na cidade de CURITIBA. á , :. local: auditório da Reitoria da UFP. nº cg 14 d Comunicações: AGENCIA “CONTACT INTERNATIONAL” IGS N.º 430 — Setor Gráfico — Brasília — D. Federal

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s raspa

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o RE Pehoa revelou que tod cias estão sendo tomadas no sentido desu internacional “conte, Inclusive: que, de pes ediaçãa ara prmsta tau sua tra essa e do inte Fira come militar — disse” el O General definiu) seu cargo no congresso ágio “plenlontenciário *, servindo de elemento de “Menção tório das Melações Exteriores, Conselho de ' Se- “gurança Nacional e Estado-Maior das Forças Armadas. entista Allen Hynek, por sua' vez, trabalhou durante clentífico da Força Aérea norte-ane-" |

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datée du 1” février 1973, ce era ecrivait:: Jdly a peu, le Dr Condon aurait observê des OVNI non loin du lac Illimanl, au Pérou, en compagnie du chercheur péruvien Carios » Paz Garcia. Les engins vus par le Dr Concon seralent entrés et sortis des eaux du lac. Le Dr Condon avait prévu un périple en Améri- que du Sud en passant par I'Argentine et le Brésil, mals immédiatement aprês son obsar- vation, il serait rentré aux USA... ». Nous avons depuis tentá d'avoir des informa- 1 “ tions complémentaires mais nous n'avons pu A “obtenir ni confirmation, ni démenti. A vral dire, si la nouvells nous était parvenve un | 17 avril, nous aurions longtemps hésitó à vous en falre part. Quoi qu'il en soit, vraie ou ! fausse, information n'est pas impossible en | ; sol, et si elle est authontique, il faut sev'e- « Sclon te professeur F.A. Pereira, ce congrês: ' ment déplorer que le Dr Condon n'ait pas 1 | aussi viser à détruire image de fan- fait son observation cing annéts -plus 15t, Bu | quo qui s'est créde autour de I'ufologie, "avant la publication de son fameux rapport. lies: “plua que jamaisnécessaire de. fai Ê isr or» vece côté fantastique qui contin! éivicner begucoup de scientitiques de !'6t e “bjactive de ces phénomênes. Lors “du - VP Coloque Brésilien qui s'était tenu en nos". * vemurs 1974, une des résolutions avait per- a E: E Abami Je joter tes bases d'une nouvelle société univar Jités brésiliennes et aux sociétés scion- tífic nationaies. Lors des débats du con-: “grês principal, le professeur Hynek abordera los vopects de I'ufologie qui intéressent la/ « — Sécuriiá et jettera los' bases d'une collabori tlor avec les autorités brésiliennes en ce qui corcarne tes études scientifiques menéss sur. la question des OVNI, leurs occupants et les - phéonmênes connexes. es

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na: passada sendo negociado para o : Como, candidatos a : uma, revista e um ca-

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c e te brilhante." “(Comentário do cientista prof. J. h Allen HYNEK, diretor do Departa-i, mento de Astronomia e Astrofísi-. ca da Universidade de Northweste rn, EUA., em entrevista ao jorna lista JEAN CLAUDE BOURRET .) nd

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e À ” 4 Pp e Y A sificou a questão dos OVNIS como "um dos mais sérios proble mas científicos de nosso tempo"? 8 Pelo sim ou pelo não, o Governo da França, pre feriu prevenir à remediar, quando hã alguns meses passados, o seu Hinistro da Defesa, Robert Galley, pela primeira vez, pública e oficialmente, abordando a questão, deu uma esp>- | cie de sinal de alerta: "il est irrêfutable qu'il y a -des choses aujourd'hui qui sont inexpliquêes ou mal expliquêes”. Ao fazer essa declaração, se baseou, sobretudo nos sólidos argumentos, consequência das intermináveis pes- quisas do diretor do Centre National de Recherche Scientifi que, (CNRS), ôrgão oficial do governo frances, cientista Clau de Poher, que, sobre o assunto disco voador, também tem sua opinião formada: seria uma atitude pouco cientifica, ignorá 108":. suas investigações, ele as desenvolveu utilizando Os sofisticados computadores do CNRS e, hoje, se coloca, intran sigentemente, ao lado dos cientistas que defendem a necessi dade de sólidos estudos científicos e, portanto, sérios, so bre o tema.

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? À nad í. Lao a | Lad A moidb End nacionais, resultados de 'suas investigações e alertando para a serie | dade da questão. FE cuia ' Neles, sempre o prof.J.Allen Hynek fez ques=, tão de ressaltar os aspectos científicos nessas contrad'-. tórias histórias de apariçoes de "OVNIs" : "durante essos. vinte últimos anos, venho tentando manter atitude desapii xonada, ou mente aberta, enquanto permitiam as circunstan | cias, não obstante toda questão parecer desagradavelmen'e ridícula. Muitos colegas acreditavam firmemente que q as- sunto acabaria desaparecendo em questão de meses. Contu'o nos áltimos cinco anôs, a “Força Aérea recebeu maior númo= ro de relatos do que nos primeiros cinco anos de su: pe:- quisa. Apesar da aparencia de futilidade do tema, - sen 1 que seria faltar com minha responsabilidade científica ba rante a Força Aérea se eu deixasse de encarar esse fenone no dos discos voadores, em sua totalidade, como tendo pos sivelmente aspectos dignos de atenção cientifica"

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apenas tres anos de idade. Sua mulher, &ê enfermeira é “muitas vezes trabalha àã noite, num hospital da cidade. Sempre, nessas noites, quando a mulher estã fazendo seu plantão no trabalho, a filha de dezesseis anos se encar rega de preparar e servir a mamadeira, à uma hora da | manha para O irmao pequeno. Nessa noite, como de hábi- to, ela vai procurar o leite na geladeira e, olhando pela janela, ve uma luz que se aproxima. Fui lã, pesso almente, e constatei o aspecto da visao que, normalme te, ela deveria ter algumas árvores, o campo, matagal relativamente alto, nada de estrada, enfim, nada que “pudesse vir daquele lado. Pois bem, a luz que ela avis tou era extremamente brilhante e formava um grande an- gulo. Tevé medo e acordou seu pai. Ele vem, dã uma olha dela, fecha” a janela e carrega dois fuzis. Possuia do” is caes de caça na êpoca e de certa forma, agressivos: Esses caes se achavam junto à casa e lã ficaram. Como a luz se aproximava o pai resolve chamar a polícia pe- lo telefone, e esse, de súbito, silencia.

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“Fui designado” para coordenar seus tenoontida com as autoridades brasileiras, seus possíveis contas- tos oficiais com o Ministério da Aeronáutica, Conselho Nacional de Segurança e Ministêrio das Relações xterio res. Juntamente com o prof. Flávio Pereira, autor “do fa moso "Livro Vermelho dos Discos Voadores", obra consul tada e obrigatôriamente citada por especialistas ociiien tais estudiosos do tema, desenvolvemos contactos em al to nível. O Estado Maior da Aeronáutica e a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, entre ou tros. Visamos, evidentemente, ao maior rendimento nes-. sa presença do cientista em nosso país. 8 Ao meu ver, o problema já abandona o terrerio ; da simples especulação e se apresenta como: quest tona- : "ento de Validade científica, Vejamos, portanto, ar& que ponto estamos capacitados' para sair dessa linguagem comum onde os "Objetos Voadores Não Identificados", ma is que qualquer ameaça física, são um quase perigo mên tal. )

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no mesmo nível e, portanto, seriedade. a Sua vinda, entretanto, no mínimo, servirá do mo informação mais precisa possível de que em outrós | centros - evidentemente mais avançados: - o debate do problema não é sômente matéria de sensação para jorna- is ou dosagens paranôicas de vida. Os "Objetos Voadores Não Identificados" tan. to nos Estados Unidos, quanto na Europa e outros cen- tros científicos de credibilidade irrefutável, em pla- no internacional, são objeto de interesse e pesquisa em nível científico e militar.

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z - CORRESPONDÊNCIA Ea INTERNACIONAL Queremos nos colocar a disposição do Iº? Simpósio Internacional de Ufolosi ia que serã realizado no Brasil e, em princípio, lhes enviamos alguns exemplares de nossa edição do livro de Jean Claude Bourret "La Nouvelle Vague des Soucoupes Volantes". Os srs. tem autorização para transcrições. Editions France Empire — Paris/France Faço votos de que o 1º SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE UFOLOGIA sig- nifique um novo passo no enfoque científico que o tema merece. Impossível comparecer data estabelecida. Padre Benyto Reyna — Buenos Ayres/Argentina Dedicamos grandes espaços em nossa revista "Inforespace" aos acontecimentos ufológicos brasilciros, em particular, e da Amé rica Latina, em geral. Estamos pofundamente interessados no Simpósio e gostariamos de contar com relatórios pormenorizados sobre o acontecimento. "L. Clerebaut" secretário geral — Société Belge d'Etude des Phenomenes Spatiaux — Bruxelas/Bélgica Sentimo-nos (Francine e eu) muito honrados com gentil convite para participar do I9? SIMPÓSIO mas as dificuldades para conere tizã-lo nos motivam para saudar o ilustre prof. Hynek e parti- cipantes. Prof. Renê Fouirê — Presidente do GROUPEMENT PRA AS ps dhd

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Lgé Lado Lona aa ria ao Secretanto cent é Ea ONU u. THANT, o catecna- JAMES Me- DONALD, Lhe e A parte do texto por ete eta borado e Lido nedante. os membros do GRUPO DIY ES LCTAI: ORGANIZAÇÃO | AS NAÇÕES UNT- H a E DAS. sobre E aspectos cientigicos" dos chama — TUDOS ES e vs dos "Objetos Voadores Não Identígicados". Toás dias depois a opinião pubtica internacional to- ' e mava conhecimento da mais severa advertência ja feita num organismo ogicial — e, mais que Ásso, por um cientista — sobre os discos voadores. "Durante vinte anos, tem acontecido uma onds, - persistente e intrigantá, vinda de vários países do mundo concernente ao que, finalmente, se resolveu chamar de "Obje tos Vondores Não Identificados'". Em todos esses relatórios, fosse qual fosse 'a origem geográfica, a natureza dos obje — tos assinalados parece ser essencialmente semelhantes. é Nos últimos doze meses desenvolvi um exame in- tensivo sobre os aspectos científicos do problema dos OVNIs, sobretudo partindo dos testemunhos colhidos nos limites dos Estados Unidos. Depois de ter entrevistado as testemunhas — E

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= tificamente adequado desta. questão. Essa, evidentemente, á uma, conclusão contrária âquela tida por várias pessoas, tan | to dentro quanto fora dos Estados Unidos, onde se pensa que um exame científico competente sobre o tema já foi realiza- do. Temo que essa falsa impressão largamente difundida, te- nha desviado a atenção cien 'ica de um problema de tão gran de interesse internacional. So icitei a presente ocasião. 'pa ra comparecer diante do GRUPO DE ESTUDOS ESPACIAIS, da ONU; porque quero: pedir insistentemente” que todas as demarches possiveis sejam inédiatámenter desenvolvidas pela ORGANIZA- ÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU), através de seu Estado-Maior ci entífico e dos estabelecimentos específicos de todas as na” ções a ele ligadas no sentido de que estudo sistemático so- bre os OVNIs em escala mundial seja empreendido, sem demo- ra. Existe atualmente uma clara indicação de que o número de relatórios de observações à curta distância e à baixa altitude de "Objetos Aéreos" absolutamente insólitos, tendo a aparência de máquinas e com performances apresentan do características inexplicáveis, aumentou consideravelmen- te nos últimos anos. E é certamente o que tem acontecido no interior dos Estados Unidos. E tenho a impressão de que à mesma coisa se manifesta em outros numerosos territórios es trangeiros. Meus próprios estudos me conduziram a “rejei = tar a opinião segundo a qual se tradla tão somente de fenôme nos atmosféricos naturais ou de fenômenos astronômicos mal interpretados. Sobre isso, aliás, as numerosas explicações oficiais são absurdamente errôneas.

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grande quantidade de relatô Acredito que ess. de nê milhares “mesmo, de casos. op dos cientistas. mais eminente do-mundo. Entretanto, em ra Rgiisticamente e mesmo cier ão desse descanso oficial 'vastamente di Érica E comente a RSA camera cem E ne porque: é dos mine da perdo, como aliás, o fiz nesses últimos meses ado nos crienta, irresistivelmente, para um certo fenômeno so- bre c qual cada um de nós deveria, rapidamente, adquirir u- ma bem melhor, bem mais profunda, informação. O descaso oii cial d-veria ser substituído por um exame científico minu ciosc « de alta precisão, quanto ao problema OVNIs. Em rx: zão da natureza mundial do fenômeno, ele se encaixa inedia tame;!c em setores onde a Organização das Nações Unida: (ONU) ceve assumir suas responsabilidades e encorajar « ins diato exame científico do problema. Essa é minha atual opi- nião baseado nisso que acredito ser um exame suficiente ,de: sas hipôteses, excluindo-se mutuamente que a hipótese mai: provêvcl para se conhecer o fenômeno do OVNIs, é que le: são um certo tipo de ondas espaciais, de origem extrato vrc tre. ” Assinalo que, presentemente, isso não pode ser considerado como além de uma hipótese, contra qual se diri- gem naturalmente muitas das suas idéias científicas pré-con cebidas, muito evidentes, aliãs. Chamo atenção também para o fato de que existem inumeráveis facetas, nos fenômenos rios que se. classifica, hoje m dia, entre centenas e tal-. egistrados, requer a atenção iê — desde que a gente o exa” ads —

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possíveis, obter atenção mundial com relação a essa questão. E a coisa primeira a ser feita & acabar com es se mesmo desgãso ques E DAR se opãe naturalmenie a Eua) L. E.

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: nº nte no campo cienti- kd E (co. Durante muitos anos e- Le Goá Consetheixo Tecnico IS AI R FORCE Epoca em que sagas do gamoso PROJETO BLUEBOOK ho je inteiramente abandonado.0O prog. HYNEK durante dez anos “ > pôde ter acesso a todos os do É cumentos oficiais nonteamená 4 de canos e conhecer de gato se- bi) O. : gredos que atê hoje não Go- nam nevetados ao grande pu- btico.

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tab Ganento À ever aspendento. sobre RA. houve a menor E de Cnalisar as inform:- ções atravês de computadores e nem mesmo dº ara lisar as verificações e classificar refercncirs, Tudo isso, todo material recolhido, foi sinpls mente classificado por ordem cronológica. im cu tras palavras, não podemos dizer que houve es- forço para efetuar realmente um estudo cieati'i co. Então, o senhor pode argumentar: "mas o sc- nhor era, então, seu Conselheiro Científico ?". Sim, de fato eu era o Conselheiro Científico. Por que não fez nada para' mudar esse tipo portamento?'". Sim, de fato, eu era o Consce!he: - ro Científico mas muito frequentemente meu: c: selhos não eral levados em consideração. Por « rias vezes aconselhei a transcrição em fitos magnêticas e computadores de todos os elementos recolhidos sobre aparições de discos voadores e recomendei que pesquisas estatísticas fossem rea lizadas. O projeto Bluebook foi oficialmente ar quivado em fins de 1969 e logo depois quando o pe a “aviação nica |

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, doe Ra É . dial em 1973 e sobre a qual eu falo longamente- td muito A em meu livro. Particularmente sobre os contatos e encontros que decididamente não se tratavam de. visões de lu e 5 distantes ou objetos este Evidentemente esse considerável número de resih tros em 1973 entrou em contradição com o que pre. g E k via a maioria das pessoas interessadas no assun to e sobretudo os membros do Governo. Foi assim que no fim do ano passado, verifican- do constatei que as coisas estavam indo muito - longe. Tivemos vinte e cinco anos de deformaçõe:; i e mesmo non-sense governamental sobre o tema e já era tempo para que nos cientistas, homens de ciência, fizéssemos qualquer coisa de mais posi tivo. Fiz, portanto, apelos a excelentes personalida- . . gs E o E “ des cientificas originárias de diferentes pon — tos dos Estados Unidos, de universidades como a U.C.L.A., por exemplo, Stanford, Chigago, etc. Existem três razões que nos levaram a criar o | Centro de Estudos de Ufologia: a primeira é pe- lo fato de que não existe nenhum lugar onde efe tivamente se possa aprender e ensinar alguma coi sa sobre os OVNIs nem com ajuda de jornais e re

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a PRÂngãOs. a mais fre quem for nos enamar gratuitamente, de'qualquer ponto” dos Estados U- | (d Demos Press OU hGnaros a' ni lhábes de'“polgi-* baia, delegados, organismos de Defesa Civil & Agência Federal de Aviação e grupos de defesa. Assim, se alguêm acreditar estar vendo ou tendo algum contato seja qual for, com um"Objeto dor Não Identificado" deve, nos Estados Un: contactar tão cedo quanto possível um pol delegado ou funcionário da Aviação que nos nicarã imediatamente o registro de seu tes: nho. Então, como agir num caso deste, concretam: Digamos que aconteça alguma coisa em Kansa” exemplo, e que na região possuímos um dos1 homens. Ele imediatamente serã deslocado pracn de foi anotado o registro observerã in-loc Voe- dos, ciel cont emu - nte? spo” 1883 oa contecido. Possuímos uma espécie de rede com a. qual cooperam diversos organismos tais como O Mutual Ufo, Nicap, Apro, e vários outros que a- través de suas colaborações nos permitem segu — rança quanto a credibilidade das informações que nos chegam.

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“RESPOSTA: omos: E otatmente hostis a odeio e quat, quer negenência aos discos voadores. Para etes,| tratavam-se de historias que não poderiam admi- | tin acreditar por nada deste mundo. Como o 4e- -nhon vê a visão hoje? Absolutamente e mesmo chegavam a rir quando oumitiil viam falar no assunto. Hoje em dia, contudo, são. H eles próprios que vêm e que falam, sem rir escm tremores. Junto ao grande público também se pro duziu um fenômeno interessante. Com efeito, uma recente pesquisa de opinião pública revelou que mais de quinze milhões de norteamericanos já vi ram um disco voedor. Desses, 51% acreditam que os OVNIs são reais e se você compara essa pe'- quisa a uma outra dedicada à política, vai chc- gar a um resultado engraçado e talvez inquieton te: é que ê maior o número de pessoas que acro- ditam em disco voador do que os que acredi tamo Presidente da Republica. As pessoas que transvi tem essas informações são gente de uma certa cn vergadura, pessoas cujos testemunhos seriam «- ceitos por um tribunal não importa em qual civ- cunstância: pilotos de linhas comerciais, cc'- troladores de tráfego aéreo, engenheiros de ra- dar, policiais e professores universitários. U, ao que me parece, cada vez se torna mais difi- cil enquadrar todas essas pessoas na categoria dos mentirosos ou dos loucos.

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tripulação do helicóptero do capitão Cohens Tra ta-se do capitão, de uma equipe de salvamento do Exército destinada a socorro de acidentados e ou tras atividades no gênero. Eles voltavam de Co- lumbus, Ohio, onde haviam justamente acabado de passar pelos exames anuais de aptidão física. ar E Estavam em plena forma no meio do caminho entre Columbus e Cle land, quando um dos homens “da à luz vermelha brilhante que se. proximava muito rapidamente. Tinha um bri- lho realmente intenso. Fui a Cleveland entrevis tei-me com os membros dessa tripulação e sentei nos diversos lugares do helicóptero. O capitão refez para mim os movimentos que fizera naquele dia. Uma história verdadeiramente incrível. Â luz vermelha era tão intensa quanto o farol de aterrizagem de um BOEING. Porém, vermelha «o in vês de branca. A luz estava fixa e vinha de um objeto de forma cilíndrica e quando o objeto po: sou por baixo deles reduziram a velocidade e pa“ saram a segui-lo na velocidade de cento e ses- senta quilômetros por hora. Foi então que uma luz verde invadiu o interior do helicóptero. O capitão me mostrou tudo que se passou, ele ten- tava contato com a Rádio de Mansfield. Conse — guiu o contato por alguns momentos e bruscamen- te os râdios deixaram de funcionar. Ele tentou várias vezes refazer o contato porem algo ainda mais estranho aconteceu. Ele me mostrou como ten tou fazer o helicóptero descer rapidamente.Cons j n é

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e Vocês certamente. já ouviram falar no caso do; dois pescadores do Mississipi: “apareceu nO LI = vro| “de Ralph Brown. "BEYOND EARTH! Fui lã pesqui | sar com o prof. Harper, da Universidade de Cal: fôrnia. Esses dois homens , um de 45 anos e ou tro'de 195% aprox adamente, trabalham num esta- MR leiro naval, “gostam muito de pescar e estavan pescando na beira do cais. quando viram uma Ilus azul! brilhante” aro “aproximava e que julgaren rapidamente ser um OVNI típico. O objeto não a terrisou. Mas, duas criaturas saíram dele, ccn aspectos grotescos e parecendo mesmo que se tr1 tava de robots. Duas pernas, dois braços e dua mãos que se assemelhavam a pinças. Então, a criaturas saindo, conseguem pegá-los pelos bre ços. Não chegaram a exatamente levantá-los (cc fessou mais tarde um dos pescadores). Antes a diz ele — conseguiram fazê-los flutuar. Nãc ha via a bordo nada. Ou melhor: não havia tábuas eles se sentiam estendidos, sem nenhum suporte Sentiam-se como se levitassem, como os astrone:: tas, por exemplo, e uma espécie de instrumento bizarro que descrevem como se fosse um "elho” passa por cima deles em movimentos sistemã! ico Ao serem soltos, um desses homens se sentia tão apavorado que desmaiou. Com o professor Harper que é excelente hipotiza dor, trabalhamos: cerca de quatro horas. Pensáva mos que o espírito consciente estava bloqueado

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legado da RE ea usou um truque muito no - estilo Mar aRR ada o Locando Ro caicones escondi 7 mais se Epa fo ramente. Para ao foi um caso interessante. am da noite para o dia intei 54 Como também ê interessante constatarmos que as aterrisagens no perímetro urbano não bem menos- freqlientes que nas zonas rurais. Foi, aliás, um caso desse gênero, digamos, rural, que se produ ziu numa pequena cidade de Kansas. Uma comunida de agricola aonde nada nunca acontece e onde um rapaz, dezoito anos, desses que guardam as O velhas que, de repente, viu um objeto brilhan- te que descia do ceu. Ele também não aterrisou mas ficou muito perto do solo (dois pés) flutu- ando e depois de alguns minutos partiu. O jo- vem, em pânico, chamou seus pais que chegaram à tempo para ver o objeto desaparecer ao longe. A mãe, enfermeira, notou que o objeto ao se ir dei xou um anel brilhante de cerca de três metros de diametro. Mais tarde o delegado nos contava que a casca das árvores e raízes ficaram igualmente brilhantes e que possuia uma fotografia desse estado. A mãe possuia uma máquina Polaroid e re gistrou aquela luminosidade. Aliãs, é uma das

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PENGUNTA: nhecido como sendo uma técnica medicinal. Eu és tou sempre muito impressionado com isso que cha mo de "provincianismo temporal". Quando a ponte observa ou tenta observar as civilizações mis antigas — como egípcias, babilônicas, etc. — a gente persa que se tratavam de seres bem sipã- ticos mas bobos e pensa "quantas coisas que co- nhecemos e que eles ignoravam".Mas o que acte ce e a gente tem uma grande tendência a esque cer & que dentro de cinco mil anos a ciênci» te rã evoluído bastante e nôs que é seremos consi- derados como consideramos os egípcios. Isto o eles lã, vão dizer: "como eles eram bobos, 1 sabiam siquer que os OVNIs existiam". Os astronautas da NASA, segundo se sabe, Gizo- nam surpreendentes observações quando do prímeá no voo espacial — Mercury ou Gemini — mas hoje, ao que parece, a NASA 048 impede terminantemente de gatar sobre o que viram. O senhor conseguiu R

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a s pe rseguindo-os rante o Ns 8 pabenrad! pelo. Con Po seo | “norteamericano e seria | bem possível vê-las atrapalhadas se incluiíssem || nos seus estudos essa coisa tão controvertid» - quanto os discos voadores. Porisso penso que sº fosse diretor da NASA agiria da mesma maneir:.

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ARX ASS pa aaja OVNI UM SEGREDO DE ESTADO? cantos marques

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gs Re a, PA Crer rn amaro == cemaraaçe e —— Ministros de Estado, civis e mititares, oficiatment: fi dos ao Governo Brasiteiro, principalmente cientistas e estrato atas, tem encontro marcado com o mais famoso cientista non: - | -Micano especialista em "objetos voadores nao identificado”. Ii à noticia fekirmente, dessa vez nao foí publicada com carâter tao sorente sensacionatista, como atias, de costume, e, de centa sor “ma, se dituiu mesmo entre outras tantas publicadas pelos jornais L T sobretudo do Rto e Sao Paulo, nas ultimas semanas: a vinda ao uhy Brasil, para presidir o 19 Simposio Intermmacionat de Ufotogia. do conceituad cientista nonteamenicano, prog. J.ALten Hynek, cus ir samente, tambem, Diretor do Departamento de Astrunomia e Asth: e stca, da Universidade de NonthwesternlEUA). Especialistas em "Objetos Voadores Nao Identigicados” , Aem a favor, digamos, de sua credibitidade, o gato de, durante / vinte e dois anos, ter sido ogicatmente o Consultor Cientig'co dt US Air Torce especiatmente encarregado das pesquisas e Anve:- tigaçoes sobre esse tema tao controvertido: esses bizarros obj: 404 voadores de quatquer maneira, praticamente, todos os dias, com espaço ussegurado nos jornais de todo ocidente. Sobretudo , eie, um dos raros civis a ter acesso à documentaçao opicial, ta t» da CIA quanto do Serviço Secreto nonteamenicano, sobre o te Chegando ao ponto de, em 1966, no mes de abrit, ter sido osí ciafmente convocado peta Camara Federal para depor na Comissa: de Segurança, sobre o assunto, tendo sido bastante expticito: -Apesar da aparencia de gutitidade do tema sent” que seria futtas com minha responsabilidade ctentigica penanie A a Força Acnea se eu deixasse de encarar o fenomeno UFO em sua " totatidade como tendo aspectos dignos de atençao cientigica.Fi: 4 ásso a fim de demonstrar que nem eu, nem a Força Acrea esconde mos o gato de que existem mesmo retatos inexpticaveis sobre dis cos voadores. Mas tambem existem ainda, evidentemente, os que detes duvidam! E o professor J. AtLen Hynel, que dentro de algu ma: semanas estanã no Brasí£, autor da mais importante obra cier tísica, publicada nos Estados Unidos e na Europa, sobre o tema: e t (The Ugo Experience-A scientific inquiny), garante: "os cientis 2 À tas e mititares que assim agem, o fazem puramente por medo do dt ig ridicuto.” . th rui

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E ousa ix mais atêem em suas conclusões, coro essas. agora divulgadas, em París, num Livro ("La Nou — vette Vague de Seoucoupe Votante") que nene depoimei- tes exclusivamente de oficiais superiores e cientistas — 04 astronautas noxteamericanos que goram À tua, por exemplo, principalmente Aldrin e Collins, txi putantes da. Apollo XI, tiveram experiências concetas, - gcram perseguidos mesmo pos um OVNI e, quando retorna - nam, goram proibidos terminantemente, pela NASA, de gx tar, pubticamente, no assunto. Posso provar o que e4- tou dizendo pois, trabalhamos juntos, antes e depoás de suas viagens. Sua afirmação é uma resposta à cientistas militares que, de uma forma ou de cutra, insistem eum não somente contradizê-to mas atacar frontalmente ps A? suítados de suas investigações. Pal, a veemência e dá», posição: — O nidicuto não gaz parte do metodo cientiq; co e, como tal não deve ser ensinado. De qualquer g0n- ma, acho que jã estamos começando a transpor certas barreiras. A importância de sua posição, cada vez mais dirme e radical em torno da necessidade de se ter uma visão cientigica sobre a questão, ganhou especie de a- val em nível ogicial e internacional, inctusáve, quan- do um cientista como Ctaude Pohea, diretor do Centro Ma cional de Recherche Sctentifique (França) pesquisou 04 OVNis atraves dos computadores do organismo que dinige e, chegando à conctusões positivas motivou o primeá- Ao vronunciamento de um Ministro de Estado, abordando, publicamente, o tema. O caso se passou hã' poucos me- ses. em Paris, e o Ministro foi M. Robenat Galtey, gran cês, tendo sido sua entrevista divulgada para quase to do mundo. No Brasit, transmitida num programa de audi- ência recorde, como Fantástico, da TV Gtobo. Por detras dessa ousadia oficial, o cientista Claude Poher, atias, tambem diretor do programa qran- cês embarcado no projeto norteamericano SKILAB, de e- AR. ASS BM em

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xistência não contestada. Objetivo em suas anatíises e documentado, em suas obspavações não hesitou pedir aos- s *» seus cotegas, cientistas que se nendessem diante da evá H dência e Anatassem, endim, de maneira cientigica e se- na, À o. enoame conjunto, de observações inrefutaveis: — Dispomos de mais de dez mit testemunhas va- tidos, cuidadosamente recolhidos no decorrer dos utti- mos vinte e cinco anos. Desses, três mit são grancesca Todos es4e4 depoimentos se comptetam e, duzentos e cin quenta detes, nos dão conta de aternisagens. Enquanto 4440, mais ou menos uma centena descreve desembarque de ocupantes desses misteriosos "objetos voadores" que,an tigamente, a gente conhecia simplesmente como dísco voa dor. Em face dessa coerência de Gatos e testemunhos, é uma atitude pouco cientifica essa que consiste em ne- gar total e sistematicamente a possibilidade de uma vá da extraterrestre (sic). ... Particularmente não posso negar que, antes, era totalmente contrario a essa ide ia que hoje defendo. E se evolui em minha decisão Goí graças a influência do professor Altten Hynek, cêtebre- fisico norteamericano. Suas afirmações, tanto à imprensa diaria, de Paris, publicadas à primeiro de fevereiro, quanto a conceituada revista Science et Vie, (mês de março), em circunstâncias: normais, digamos, tendo em vista a po- sição ofáícial de seu autor, jamais deixaria de sen pu- bticamente contestada. Quem conhece a imprensa france- sa sabe muito bem disso... Mas, o que se viu, dessa vez, contudo, Goi um netraimento espontâneo (ou estrategá - cof?) da propria Academia de Ciências que, se não igno- xou, peto menos sitenciou, sobre a questão. À entrevis ta do Ministro da Defesa, por sua vez, goá uma especie de tino de misenricondia nos possíveis mais ousddos con testadores. Tudo isso da bem uma ideia da importância des sa visita ao Brasil do prog. J. Altten ilynek que, du- nante atguns anos trabalhou tambem como o cientista Ja mes McDonald, autor da audaciosa façanha de, por duas- vezes, reunir o Conselho de Assuntos Especiais, da ONU, para discutir a questão dos discos voadores.

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ni ge Confirmando o convite dos brasileiros para que, equi, cevelasse alguns dcs pontos mais importantes s0 Lre as investigações OVNIs, certamente não resistiu a um cutro tipo de evidência nascida nesses vinte e dois enc: de acesso as ingormações mais secretas e mais pre cisas, hoje, em poder do Governo norteamericano: o Bra sit ea Argentina se apresentam como os dois paises on de mais ocorxem incidências de aparições de discos voa “dores e, sobretudo, com seus historicos mais ricos em detithes do que qualquer outro pais. $a Conctusão, atias, muito a proposito, se par- “* finos, por exempto, do gato de que muito recentemente a imprensa ocidental teve acesso a mais uma Aentavetin formação ufotôgica: o cetebne documento ogicial da Ma- ainta do Brasit, confidencial, timbrado com as inscri- ções "do Ministêrio da Marinha/Comando de Operações Na veis /RÃo de Janeiro, 6.11.1958/Comunicação Interna/Sen viço de Inteligência" e abordando a questão discos voa deacs. Foi publicado por revista especializada da arma dr ergentina e curiosos não faltaram para gazê-to cie- ger aos Esiados Unidos e & Europa. Totvez dai o interesse, hoje, que desperta o - 1º Simpostc Internacional e conseqgliente vinda do phrf. Atten Hynet:, ao Brasit, não somente entre jornalist:s- esprcíiatistas norieamericanos e franceses que procuam 4€e informar ogicialmente sobre o encontro. Bem como as consnttas vgiciais e ogiciosas que, nas ultimas sem: - nas "começaram a cruzar gabinetes ministeriais de Brrsã tia :ndagando sobre brasiteiros, civis e militares, de dícaios às investigações sobre o tema. Se, no Minisiz- nio ia Aerondutica, oficialmente, 4e mantem sigito +0- bre consuttas como a da Belgica, por exempto, indagcn- do "cuem e?" e o "que gazf" o general Moacyr Uchoa, a Embaixada Americana não nega, por sua vez, que ha pru- co tcve que informar oficialmente uma consutta de Hocus tor (EUA) sobre a mesma questão. Sinceridade e natura- tidade no manejo com informações dessa natureza que, à tias, não resultou em nenhuma posição de ridicuto ao | io ARA SS pe Sofa

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; seu, ese ss de Imprensa, nesponsâvet peta, divulgação da — carta, resposta. Ao contrânio, na semana passada, em Bra sitia, g0% o proprio genenat Moacyr Uchoa, ex-proges - ok catedrático e Diretor de, (Ensino, da Academia Miti- tax de Agulhas Negras, 4 em exibiu ã “imprensa a canta- convite, vinda de Texas, da CBS, querendo entrevista: = Lo num programa de grande, “importância e ceonhecido pe- Lo atto nivel de entrevistados que apresentaí - Esse convite para ser entrevistado num phro- grama que. ja teve, tambêm, personatidades como DA. kart Segan e Ted Phíltips ê mais que uma honha, o reco nhecimento ao empenho brasileiro no sentido de que os "Objetos Voadores Não Identigicados", como pesquisa, - deixem de sen vistos de gonma tão primaria e antá-cien tIgica. Estou certo de que as coisas começam a mudar, e, ao invês de patavras como rídicuto e pânico tere - mos a expressão csopinito cientigico para exprimir nos- sa preocupação com o problema. Designado para funcionar como secretario pte- nipotencíanto, durante o Simposio Internacional de Ufo togia, com a exata função de servir como Ligação entre cientistas, Estado Maior das Forças Armadas, ConseLho- Nacional de Segurança e Ministerio das Retações Exte - - Aiores, ete desenvolve contatos junto as autoridades mi titanes, em Brasitia, e não esconde o teor de sua car- ta ao Tte. Brigadêtro Pauto Sobra? Ribeiro Gonçalves , Chefe do Estado Maior da Aeronautica, onde anatisa e informa sobre as atuaís atividades do cientista Ji Alten Hynek: "Ete, o prof. J. Atten Hynek, — diz o generat em sua carta — goi um dos mais importantes membros, ao tado do Generat-de-Brigada F. Gantand, Chege do Air Techinicat Intettigence Comand, e Frank G. Puxant, da famosa Comissão Robertson que marcou epoca na historia oficial nonteamenicana das investigações OVNIs; em ju- nho de 1966, entre ogiciais superiores designados pef£o Ministro da Defesa, dos EUA, era a Unica autoridade e- minentemente cientifica a fazer parte da comissão diná gente do famoso Projeto Btuebook; em 17.12.1966 supre- endeu a opinião pubtica norteamenicana ao editar pelo

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“ o: catraday Evening Post seu famoso trabalho entitulado "Are" Flying' Saúucens Real?" : Sem dúvida, informações preciosas que ajuda - 1ão no julgamento de exedibitidade a que sexã submeti- “ao em' suas: conferências ho' Brasil. Sobretudo se Levar- mos em consideração que não somente o Ministerio da Ae | hondutica mas a propria Comissão Ciência e Tecnotogia, hi "da Câmara dos Deputados, conhecerão suas opiniões e pes ' quisas sobre o assunto. Finalmente, goram vinte e dois anos de trabalhos ininterruptos para o Governo nontea- pos mericano. Argumentação, atias, suficiente para deixar o Dos general Moacyr Uchoa absolutamente confiante quanto aos : avsuttados do 19 Simposio Internacional de UgoLogia. — Peto menos a tranqllitidade da constatação de : E que, finalmente, no Brasil, o assunto disco voador não esta definitivamente condenado a ser tratado como his- tonta fantastica ou gantasmagôrica. A abertura ao p'e- no exercicio do espixito cientifico, ginalmente, não k chesa a ser uma coisa tão ridicuta! Se pudermos ultra hd persar determinados problemas, de cadem econômica, “o- dt brctudo, tambêm traremos ao Brasit uma das maiores ;'en ti | sonatidades europeias dedicada às investigações ugo'o- | giras: o prog. Rene Fouere, dirigente do Groupement .!'E | tude de Phenomenes Acniens (GEPA), ongantsmo também cá | - tado peto Ministro da Guerra frances em sua entrevi: ta | sobre OVNIS. | Ão seu ver, essas são providências que garen- | tinão completo êxito do 19 Simposio de Ufotogia que, | segundo a imprensa noxteamericana, tançana as bases fa- | tinoamericanas para o desenvolvimento cientigico de “io | . controvertido tema "como esse dos discos voadores".h:s | sa semana, em Brasilia, em reuniões juntamente com o | Prog. Feavio Pereiaq e autoridades do Ministerio da Ae nonãutica, o roteiro Gina? do prog: J. Atten Hynek, se | — nã estabetecido. Em principio, jã se sabe que eLe pao- nunciara uma conferência no Congresso Nacional, na Uná versidade do Parana e sexã recebido peta Comissão de Ciência e Tecnotogia, da Câmara Federal, onde contara-

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que existe « ERC ad esse. conturbado. dt "objetos odds E - q mento, no pais.

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ANDA iAiO foi a constituição da COMISSÃO BRASILEIRA DE PES QUISA CONFIDENCIAL DOS OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS , ôrgão adhoc da Diretoria da SIB, e que desde a sua funda- ção contou com a vice-Presidência do Dr. Olavo Fontes, no Rio, encarregado da ligação com as Forças Armadas e o Ex- terior, e tendo como Presidente, em São Paulo, o Prof.Fla vio Pereira. A Comissão passou a centralizar a análise dos dados captados nas mais diversas fontes informativas, não extluindo a apreciação crítica da atitude das Forças Arma das ou dos investigadores nao-alinhados. Em 1961, funda- do o IBACE, a Comissão desligou-se da SIB, passando“a fi- gurar no quadro jurídico do IBACE. Entre 1961 e 1966, a Comissão teve destacada atuação dentro e fora do País,par ticipando o vice-Presidente, Dr. Olavo Fontes, de decisi- vas copferencias sigilosas na França, Espanha e EUA, com pesquisadores ligados ou não a Orgãos governamentais, me- recendo destaque seus encontros com o Prof. ALLAN HYNEK, consultor direto da Força Agrea dos EUA. Entre 1960 e 1972 realizaram-se mais quatro Coloquios Brasileiros, agluti — nando número crescente de investigadores. Em 1967, proce- deu-se à edição de "O LIVRO VERMELHO DOS DISCOS VOADORES; visando a correta doutrinação da opinião publica a respei to do dificil problema. Provocou, de fato, significativo- impacto nos altos círculos militares de São Paulo, Rio e Brasília. Entrementes, a convite expresso do Sr. Comandan te da IV Zona Acrea, o Prof. Flavio Pereira, o Dr. Max Berezovsky e o Prof. Guilherme Wirtz, participaram de va- rias reuniões da Comissão Militar então constituída naque

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Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.155.