Desclassificado

Carimbos exclusivos do Setor de Inteligência estampados em revista ostensiva.

1989 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.271
Período
1989
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Relato
Páginas
5

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Em 1989, o Setor de Inteligência da Base Aérea do Galeão (SI/BAGL) registrou, em informe classificado como confidencial, que a Revista UFO — publicação civil de circulação ostensiva — havia estampado, em matéria sobre o fenômeno do "Chupa-Chupa" na Amazônia, carimbos reservados à 2ª Seção do Estado-Maior do I Comando Aéreo Regional (A2/I COMAR). Segundo o documento, os carimbos apareceram de forma aleatória na publicação, sem qualquer vínculo com documentos oficiais da Aeronáutica e sem relação com o conteúdo da matéria. O informe, preservado no fundo "Objeto Voador Não Identificado" do Arquivo Nacional, evidencia a preocupação das autoridades militares com o uso indevido de marcações sigilosas em veículos de comunicação civis.

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í à í ARk. dH4, e4/5 CONFIDENCIAL MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA BASE... ABREA.. DO... GALEÃO INFORME Nº 003 /89 /BAGL DATA assess enmesess cosense OBETUN 89 , . ASSUNTO....... mus reree CARIMBOS EXCLUSIVOS DO SETOR DE INTELIGÊNCIA ESTAMPADOS EM REVISTAS OSTENSIVAS. REFERENCIA.........esia TETE TT ORIGEM......... SI/BAGL AVALIAÇÃO. 1. ÁREA..... == e“ PAÍS... ===. DIFUSÃO ANTERIOR... DIFUSÃO... GERMBA- 12/1177 corar =» Xerow de matéria da Revista UFO, e a A Revista UFO, em seu exemplar NP 7, ano 2, volu- me 2, abril/maio/junho de 1989, publicou uma matéria entitulada "O FE- NOMENO DO CHUPA-CHUPA NA AMAZÔNIA", que traz estampados os carimbos per tinentes a 2. Seção do Estado-Maior do Primeiro Comando Aéreo Regional -A2/I COMAR ( CONFIDENCIAL, Art 12 do Regulamento vara Salvaguarda de Assuntos Sigiloso - RSAS e o da 2, Seção do I COMAR), conforme xerox em anexo. Tais carimbos foram estampados de modo alheatoório, não fazendo parte de nenhum documento, inclusive não tendo nada em co- mum com a citada matéria, pois quando se referem a Aeronâutica usam Oo grau de SECRETO, conforme xerox anexo.-.-,-,-,-,-.=,=.—.=,=.=.—,—.—.—.— 64 Co PUDIM DALLA ELI O O O DESTINATÁRIO É O RESPONSÁVEL PELA MANUTENÇÃO DO SIGILO DESTE DOCUMENTO (ART. 122 DECRETO 79.099/77 — REG. SALV. ASS. SIGILOSOS). PR e | “CONFIDENCIAL em cár irig :pr

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ae mesrs pp etc q mg e cp e os rege de ae MRI dp 215 Força Aérea Brasilera ' Extraordinário O Fenômeno “Chupa-chupa” na “ Amazônia. “ Na Amazônia, os UFOs são chamados de “aparelhos"* por suas vítimas ea violência destes extraterrestres, no ataque principalmente a mulheres, caracterizou um Jenômeno impar: o “Chupa-Chupa”, Danle! Rebisso Giese, do Grupo Ufológico da Amazônia (GUA) INTRODUÇÃO - Na década de 70, estranhos fenômenos começaram a ocorrer no litoral e interior do Estado do Pará c do Maranhão. As notícias vinham de todus as partes e os depoimentos eram unânimes: misteriosos feixes de luz, projetados por objetos voadores não identificados que, na maioria das vezes, apareciam à noite, quei- mavam homens e mulheres. Segundo o po- vo, tiravam o sangue de suas vítimas, origi- nando daí a expressão “Chupa-chupa”, no- me Pam qual ficou popularmente conhecido o fenômeno. Noutras regiões, principal- mente no Maranhão, o fenômeno ficou co- nhecido sob o nome de “aparelho”. O fenômeno, apesar de um longo pe- ríodo de incubação, manifestou-se com for- ça e constância nunca vistas na história da Ufologia nacional. Em poucas semanas, as notícias correram todo o Estado do Pará e do Maranhão, tomando a população de sur- presa, gerando um clima de terror e de pâni- co coletivo. Movidos pela curiosidade e com o objetivo de elucidar o mistério Chupa- . chupa, empreendemos uma pesquisa que nos : levou a diversos municípios paraenses. En- tretanto, devido aos nossos modestos re- cursos financeiros, e ao tempo disponível, não nos foi possível percorrer todo o Pará e Maranhão. Mas esperamos que, num futuro próximo, alguém ainda complemente esta pesquisa. O que vamos expor neste artigo não constitui .fábulus criadas pelos caboclos vu pelos diversos moradores do interior e do litoral paraense. Procuramos ser fiéis aos fatos e aos depoimentos prestados. Cada * entrevistado foi ouvido com atenção c cui- dado, Deste modo, selecionamos os relatos mais cocrentes, cuja relação com outros de- poimentos, somados à idoneidâde das teste- munhias, constituíram elementos nortcado- res. O objetivo deste trabalho é traçar um quadro real c um roteiro histórico de uma das mais impressionantes manifestações ufológicas que pudemos conhecer. OS JORNAIS ANUNCIAM — A pri- meira parte desta pesquisa constitui-se de “um levantamento bibliográfico sobre tudos os artigos e reportagens publicadas nos pe- riódicos paraenses como A Província do Pa- rá, O Liberal c o Estudo do Pará. O mesmo serviço não foi possível efetuar, pelas razões descritas anteriormente, com a imprensa maranhense, entretanto, Lemos todas as re- portagens dos citados periódicos e sentimos que a imprensa paracnse relatou de uma forma bastante interessante o desenvolvi- mento do, Fenômeno Chupa-chupa. Todas as reportagens eram fartamente ilustradas e efetuadas nos locais de incidência, junto às Daniel Rebisso Geise é biólogo é professor, atualmente operando no sistema estadual de saúde do Estado do Pará, em Belém. Presidente do Centro de Investigação de Pesquisas Exológicas (CIPIEX), desde sua fundação, atualmente participa «ts Dire- toria do Grupo Ulológico da Amazônia (GUA); Caixa Postal 624, 66000 Belém (PA), No detalhe, um UFO fotografado pela equipe do 1º Comando Aéreo Regional (COMAR), em Belém do Pará. A foto maior é de um UFO cujo formato é o mesmo dos Baía do Sol (PA). Ambos associados so “Chupa-chi UFO-13

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Ef testemunhas... Se hoje podemos reconsti- tuir esta onda ufológica, isto devemos à im- prensa e aos cuidados da Biblioteca Pública de Belém. Diversas notícias ufológicas antecede- ram « onda Chupa-chupa, porém a mais sig- nificativa foi noticiada no O Liberal, 16-07- 1977, onde leinos: “O VFO fotografado em Mumtevidêo, de formato esférico, confere mi- munciosunente com os estranhos objetos vistos em eliversos pontos do território pa- raense, bem como do lado maranhense do rio Gurupi e do longo de toda a região fronteiriça Pará-Maranhão. Ainda ontem, tais objetos forum observados em diversas localidades do interior maranhense, causan- do espanto às populuções, à semelhança do + que ocorre na área de Vizem, no Pará”. + Alguns dias antes, precisamente no dia 12-07-1977, 0 Jornal da Buhia noticiava, de rancira clara, O que viria a ser 6 Fenômeno & Chupa-chupa: “Objeto voador que emite luz 3 Jumtástica atemoria o Pará: Belém (AJB)-=A 8 k história Juntástica de um objeto voador que Í emite luz forte e suga sungue das pessoas, * circula de bocu em boca entre « população “ dos municípios de Bragança, Vizeu e Au- susto Correa, no Pará, onde muita gente te- mc suir de suas casas durante à noite para não ser upanhada pela vampiresca luz do estranho objeto que, segundo as informa- «ões, já teria causado u morte de dois ho- mens. Ninguém sabe como a histórica come- go, mas a verdade é que ela chegou a Be- lém e ganhou manchete nos jornais locais”. Meses depois, no dia 8 de outubro, O Liberal lançava a primeira de uma série de reportagens, dando conhecimento à popula- ção do que era o Fenômeno Chupa-chupa. A reportagem começa de maneira taxativa: “Bicho sugador ataca mulheres e homens em povoado de Vigia: Um estranho fenômeno vem acontecendo, há várias semanas, no município de Vigia, mais exatumente na Vila Santo Antônio do Imbituba, distante cerca de 7 quilômetros da rodovia PA-140, com o aparecimento de um objeto que foca uma luz telinca sobre as pessoas, imobilizando-as por cerca de wna hora, e shga os seios das mulheres, que ficam sangrando. O objeto, conhecido pelos moradorgs como “Bicho Voador" ou “Bicho Sugador”, tem formato de uma nave arredondada e atuca as pes- 'S5oas (principalmente mulheres) isoladamen- 1%, apesar de ter atacado alguns homens também... Uma das vítimas, entre várias que ali existem, foi a senhora Rosita Ferreira, casada, Jó unos, residente no Ramal do « parou-se ci ARX. Acima, vista da Baía do Sal (PA). Abaixo, sonda utolágica frequente na região, - Triunfo, que foi sugada pela luz, dias urás, no seio esquerdo, ficumto adormecida. Acrescenta parecer tratar-se de um pescae- lo, sentindo como se fossem ulgunas unhas tentando segurá-la, Ela for atucada por volte das 3:30h da madrugada. Outra vírima foi a senhora conhecida por “Chiquita”, que também foi sugada pelo esmunho objeto, fi- cando com o seio ensqngiientado, porém, sem deixar nenhuma marca”. CHUPA-CHUPA — Foi, então, em 16- 10-1977, que O Liberal lançava pela pri- meira vez a expressão “Chupa-chupa”, co- mo: lemos no primeiro parágrafo dessa re- portagem: “Chupa-chupa: Foi essa a deno- - minação dada pela população du Vigia a um objeto voador não identificado, que vem co- locando em pânico os moradores de Imbitu- ba, Camaru e Km-25, além de outras loculi- dades situadus nas circunvizinhunças da- quelas cidades”, Doravante, até o final da. primeira quinzena de novembro de 1977, os jornais paraenses não cessam de trazer ao público notícias sobre o Chupa-chupa. O jornal À Província do Pará trouxe, nos dias 20-10-77, 19-11-77 e 20-11-77, reporta- gens valiosas para a investigação ufológica. No dia 20 de outubro foram duas páginas inteiras com depoimentos populares, croquis das evoluções dos UFOs nos céus da Vigia e o estranho contato de segundo grau ocorri- do com o colono Manoel Matos de Souza (conhecido por Coronha), registrado no vi- larcjo de Monte Serrado, município de Santo Antônio de Tauá (PA). Este agricul- tor, 44, foi acordado por volta das 02:00 às 03:00 h da madrugada por uma forte lumi- nosidade qué rondava o seu terreno e pene- trava no eres Ao abrir a porta, de- um objeto voador tendo no scu interior“duas criaturas. Voltou ao seu quarto e, agora munido de uma cartucheira, tentou disparar na direção do veículo. Para sua surpresa, a arma não detonou e, sentindo que seu corpo começava a paralisar-se pela luz do UFO, gritou por.socorro. + No dia 19-77, A Província du Pará publicava, pela primeira vez, fotografias das possíveis lesões do chupa-chupa, registradas na jovem Aurora Nascimento Fernamliea, 18, residente à Passagem Tabatinga, nO bairro do Jurunas (Belém). Aurora se en contrava lavando louça, por volta das 21 h do dia 18-11-77, em sua casa, quando uma forte corrente de ar frio a tomou de sur. presa, juntamento com uma luminosidade bastante forte avermelhada. A jovem relata: “Eu fiquei upavoradu. Chumei minha mde e, antes dela chegar, una forte luz vermelha me , envolveu, deixundo-me atordouda.'Ão mese mo tempo, senti faradas muito finus que eram dadas em meio seio, e cal «o solo desmuia- da”, Posteriormente, o médico Orlando Zo- ghbi, ao ver a paciente, enquadrou o fato como um episódio de histeria e de pânico, produzidos pela psicose coletiva em tomo do Fenômeno Chupa-chupa. Segundo o Dr, Zoghbi, os ferimentos, presentes no solo dircito de Aurora, foram produzidos pela contração das mãos em garra (sobre a mas - ma), num ato instintivo de proteção à possf. vel investida do Chupa-chupa, pela confl= guração das marcas. Discordamos desse lau« do, porque as mesmas se apresentavam con= centradas e profundas (como biópsias) den- tro de uma pequena área; não há vestígias de arranhões e as feridas não possuem confl- guração ungueal. Em conersa com o pesquisador e estus: dioso do Fenômeno UFO, professor Fábio Zerpa (ONIFE)!, diante do quadro descrito por Aurora e por outras mulheres paraenses que se dizem vítimas do Chupa-chupa este observou que fatos semelhantes ocorreram. no sul da Argentina, na década de setenta, onde uma mulher foi atacada por uma cati- dade que lhe tirou sangue. É interessante notar que os fatos descritos ocorreram em cidades e povoados próximos a rios, lagos ou mares. Isso nos faz lembrar as entidades. - mitológicas japonesas denominadas os “kap. pas” que, segundo a lenda, teriam vindo de uma estrela longínqua e povoaram os rios (ou mares) do Japão. Os pesquisadores pass tmmese om

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- Descoberta dos OVNIs”, relatam: “Os Kap- :. qualquer coisa do género, munido de um aparelho respiratório, bem como de um es- +» franho chapéu com antenas, As orelhas são - anormalmente grandes, Pele cor de cobre «1» (ver os homens de bronze que teriam apare- cido na represa do Utinga, município de - -Belém, durante o período Chupa-chupa) e ----<mãos e pés terminando por uma espécie de gancho. Esta descrição lembra alguns ETs * hunanóides observados em nossos dias, e a reputação que tinham os Kappas, de fazer ' "" + adoecer as pessoas que dele se aproxima- - experimentados por algumas testemunhas tuais”, : - O FENÔMENO EM COLARES — A + «ilha de Colares está situada à cerca de 70 Km à nordeste da cidade de Belém. Faz di- | da : Visa com o município de Vigia, outra região + ;Tica em aparições e casos ufológicos. À sua » frente, está a Baía de Marajó que se encon- tra separada do continente pelo rio Guajará- . “Mirim. Colares compreende uma área de «+ 600 Km?, aproximadamente, e abriga di- -versas comunidades, como Vila de Colares “1 -(sede do município), Fazenda, Mocajatuba, er -Ariri e outras, Sua população, em grande - - parte, se dedica à pesca e à agricultura. * Colares foi alvo de intensas aparições dos , -r - UFOs e diversas vítimas dos misteriosos : raios foram detectados. O medo foi tanto que boa parte-dos moradores da ilha aban- donou suas casas c foi residir temporaria- mente em casas de parentes, noutros muni- “tº cfpios. O CIPEX? localizou diversas testemu- * nhas do. fenômeno, durante os dias que per- -- maneceu em Colares. Vejamos alguns casos: [AS $ i. Força Aérea Brasileira - »- Scornaux e Piens, na sua magistral obra “A pas parecem usar um conjunto submarino ou - - vam, faz-nos pensar nos efeitos fisiológicos - Durante o período do Chupa-chupa, * :3* (a) Jonas Ferreira Gondim, 60, casado r, confessa, que, na época, sua casa foi iluminada pela luz do Chupa, Tomado de coragem, saiu ao terreiro e soltou uma bom- ba junina para afugentar o “aparelho”. Seu filho, Cláudio Gondin, nos relatou: “Nesse tempo, a gente não dormia úireito. Eu e mais outros colegas salmos para vigílias na casa de compadres, Numa noite, eu vi aquele aparelho sobre as copas das árvores, ali na rua S. João. Ele ficou um instante parado e soltou uma luz clara em cima das árvores e logo sumiu em grande velocidade para outro canto da vila", (b) O Sr. Zacarias dos Santos Barata, : 74, casado, confessa:“Vi umas duas vezes esse aparelho. A primeira vez ele veio na direção de Souré (Ilha de Marajó) e cruzou a vila bem rápido. Da outra vez, vi daqui de casa quando uma bola luminosa vinha cla- reando todo o mato do Luzio. Ela não fazia barulho e não dava para ver direito como era, pois a luz era muito forte e de cor azu- lada”, O mesmo foi observado por seu vizi- nho, Júlio de Brito Correia, 70, acrescen- tando apenas que a nave voava baixo e à grande velocidade. (c) O carpinteiro Carlos Cardoso de Paula, 45, casado, descreve dois eventos cu- riosos. Vejamos: “No tempo do Chupa, muitas vezes eu saia à noite para visitar as casas dos compadres e de colegas. À maio- ria deles se encontrava na rua fazendo fo- &ueira e assando peixe. De vez em quando, Jazium barulho com pistolas e latas para es- pantar o Chupa... Uma vez, ao sair de casa, ror volta das 21:00h, ouvimos o grito do po- vo: “Lá vai o chupa”; daqui de casa só vi quando uma bola de fogo vinha correndo em nossa direção, mas logo mudou de rumo, entrando em outra rua. Outra vcz aconteceu uma coisa muito estranha, segundo conta: “Estávamos todos dormindo em casa e eu ainda fumava o último cigarro quando, de repente, pela cumieira dá casa, entrou uma bolinha de fogo. Aquilo começou a dar vol- tas pelo quarto até que veio junto a minha rede. Subiu pela minha perna direita até o Joelho, Olhava tudo isso com muita curiosi- dade quando aquela bolinha passou para a outra perna e comecei a sentir fraqueza e sono. O cigarro caiu da minha mão e, as- sustado com aquela situação, dei um grito. A bolinha desapareceu e todos acordaram. Acho que ela estava procurando umu veia no meu corpo, mas não teve sorte... Quando ela aumentava o brilho, eu sentia uma espé- cie de calor," SONDAS — O relato do Sr. Carlos de Paula, apesar do bizarro, nos indica que a tal bolinha, na realidade, poderia tratar-se de uma sonda, pois as caracteríticas descritas pela testemunha assim o indicam. Durante nossa pesquisa, localizamos duas pessoas, na Vila de Colares, as quais foram vítimas do chupa-chupa. O quadro clínico deste fenô- meno será melhor detalhado com a descrição dos relatos que lá colhemos. . O primeiro foi o do comerciante Neu- ton de Oliveira Cardoso, 27, casado e que, na época, residia na Vila de Mocajatuba. Uma noite, acordou com um mal estar, sen- tindo uma “quentura” pelo corpo e, espan- tado, notou que se encontrava queimado à altura do pescoço, do lado esquerdo. Os fa- miliares o levaram, no dia seguinte, à Vila dos Colares para o devido atendimento mé- dico. Neuton comenta: “Fiquei muito fraco e “sem ânimo durante vários dias e ainda sinto uma forte tontura e dor de cabeça”. A se- As provas do silêncio e sigilo militar quanto ao problema ufológico: CONFIDENCIAL E mem vo REO G PERTO ap | & GA - o E (emtçd)E o mat” [Es é da fe qualquer pessoa que tomê Acima, UFO de grandes proporções fotografado pela equipe do 1º Comando Aéreo Regional (COMAR), de Belém. No detalhe, nave menor, extremamente luminosa contra o céu notumo, observada em Mosqueiro (PA).

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tenis sea À á cirnço ar e a e SA ia ceara da a vítima foi a Sr? Claudomira Rodri- gues du Paixão, 43, casada, popularmente conhecida por “Mirota”, Ela foi atingida no seio pela luz do Chupa-chupa, quando então dormia na casa de parentes. Era cerca de meia-noite c dormia na rede junto à jancla, quando foi surpreendida por um intenso clarão: rapidamente, sentiu um calor sobre o corpo que a paralisou, quando então foi projetado um foco (um feixe) de luz esver- deada sobre seu tórax, sendo em seguida re- colhido, Mas era tarde c Mirota já apresen- tava queimaduras na mama esquerda. Durante vários dias, sentiu uma grande fraqueza c fortes dores de cabeça, que vez por outra ainda voltam a incomodá-la. Pos- teriormente, foi conduzida ao Instituto Mé- gico Legal Renato Chaves (Belém) para exames complementares. Anos atrás, inclu- sive, teve a visita de dois pesquisadores es- trangeiros que chegaram à ilha com um avião .monomotor juntamente com um intér- . prete. A dona Claudomira afirma: "Durante * o instante que 0 foco me atingiu , senti fura- dus como de agulhas sobre meu peito, De- pois não senti nenhuma dor, a não ser dores de cabeças e uma moleza grande que me riram na rede por vários dias... RELATÓRIOS SECRETOS - Ao ini- + Ciarem'os rumores das curiosas aparições ufológicas nointcior paraense e no Mara- nhão, acrescido do pânico dos populares em torno do fenômeno, o 1º Comando Aéreo Regional (1º COMAR)", sediado em Belém, moveu exaustiva operação de campo com Íntuito; de elucidar o enigma do Fenômeno Chupa-chupa. A ordem de comando era a seguinte: 1) O Fenômeno UFO merece um estu- do profundo e objetivo; 2) Devem ser recolhidas todas as in- formações referentes ao fenômeno; 3) Pronunciamentos e comentários pú- blicos sobre o assunto devem scr evitados, Na época, a Acrondutica enviou pes- quisadores a diversos municípios onde cra detectada à presença dos UFOs, de tal modo que foram recolhidas centenas de relatos de 1º e 2º graus e cerca de 200 fotografias de olietos estranhos, UFOs, Os locais mais ri- <os em aparições foram a Baía do Sol (Ilha de Mosqueiro) e a Ilha dc Colares (Pará). Nessas regiões, foram obtidas diversas foto- grafias de UFOs, sendo a maioria noturna, e ainda alguns filmes de curta-metragem re- gistrando as evoluções das naves. A maioria das fotos foram tomadas com câmeras profissionais (Cannon, Nikon) - acopladas a teleobjetivas, utilizando filmes de 1000 ASA Kodak, preto-branco, equi- pamento este pertencente às Forças Arma- das. Ao término das investigações de campo, foi iniciada a segunda fase de operação, que compreendia a elaboração de um relatório e análise dos dados recolhidos. Esse relatório, de cerca de 500 páginas, incluindo fotogra- fias de UFOs, desenhos, mapas, fichas de entrevistas e recortes de jornais locais, foi enviado ao Estado Maior das Forças Arma- das (EMFA), juntamente com toda a docu- mentação fotográfica existente (fimes, ne- gativos, cópias fotográficas). Os resultados obtidos ao longo desse trabalho apontam que o Fenômeno Chupa- Chupa era geral e de natureza ufológica, sendo difícil precisar com objetividade a origem a finalidade do mesmo. 16-UFO Jaques EVIDÊNCIAS — Em uma pesquisa ufológica, não basta recolher e arquivar ca- sos. E preciso testá-los, confrontá-los com outros e submctê-los a diversas críticas (tânto internas como externas). O clima que a onda paraense de 1977 gerou no seio da população é complexo e ri- co de dados; todos os setores da sociedade foram atingidos e as opiniões divulgadas são as mais diversas possíveis. A imprensa efe- tuou um excelente trabalho, falhando, tal- vez, no se deixar levar, por um lado, pelo ceticismo das altas cúpulas; e, por outra parte, pela falta de experiência no campo ufológico. No entanto, essas pequenas falhas são compreensíveis e naturais. Porém, o mesmo julgamento não é válido quando de- nunciamos o posicionamento da comunidade científica, política e militar que.ainda insiste em se esconder-sob velhos pretextos anti- ufológicos. Essa omissão era de se esperar,. sendo em parte proposital. Táticas desta natureza são bem conhe- cidas pelos pesquisadores e divulgadores da realidade dos UFOs. Não faltaram as pes- quisas sigilosas da Aeronáutica, a ridiculari- zação, os “profetas” anunciando a chegada dos marcianos e ainda a tática de confundir com as preconceituosas afirmações de al- guns profissionais liberais com as suas “fa- mosas” explicações convenientes: CONCLUSÕES — Esta pesquisa, ape- sar de suas limitações, nos permitiu uma amostragem adequada da onda ufológica paracnse, na década de setenta. Destacamos alguns pontos: 1) A zona de ação foi o norte do Brasil, sendo freqientes as aparições à beira de rios e do Oceano Atlântico; Gravura autêntica da época de Hélan, de um “Kappa” - um morador das profundezas de rios e mares. Seres semelhantes são vistos no Pará. “ gena. . ; A principal ocorrência ufológica, por RX. 424, pe 5/5 A REGIÃO - Descrevendo elegante curva na direção oeste, após desaguar no oceano, à altura do parelclo 10, o rio São Francisco ruma para o sul, em busca de suas nascentes, até pulverizar-se cm seus afluentes que brotam dos contrafortes da Serra da Canastra, já lá nos grandes arra- baldes de Belo Horizonte, a capital minei- ra Este semicírculo fluvial isola, entre o - Planalto Central c o Atlântico, vasta região cujo relevo sc caracteriza por um espigão central que se inicia ao sul pela Serra do Espinhaço e se prolonga até os confins do norte pela famosa Chapada Diamantina. Região mágica de altas montanhas e pro- fundos vales, muita água e belas formações rochosas, foi o polo que magnetizou os antigos mineradores, que para ali rasgavam trilhas em busca de diamantes e esmeral- das. Recentemente, fascinadas pela beleza natural de suas ntatas, das belas cachoeiras, riquíssima flora e variada fauna, as autori- dades federais criaram o Parque Nacional da Chapada Diamantina, que forma o co: ração de um triângulo em cujos vértices se localizam as cidades de Morro do Chapéu, vo norte, Guanambi, a veste, c Jequié, no; lado leste. E é dentro dessa área-que vamos localizar, também, um “'quentíssimo” sítio ufológico, não sendo à toa que o Projeto Alvorada! af localizou duas de suas Esta- ções, cuja função precípua era o estabele- cimento de contato com o elemento alienf- aqui, caracteriza-se pelo avistamento de luzes notumas em torno das quais já se criou, entre a população, verdadeiro fol- clore, sendo diversificadas as opiniões, que vão desde fenômenos atribuídos à existên- cia de ininérios, até a designação de “pla- netas”, “aparelhos” c “discos”, entre os mais esclarecidos?, Diversos casos foram pesquisados por mim nos últimos anos € selecionei, aqui, os mais interessantes, os quais passo a narrar. INTRUSO — Em fins de 1981, ré- gressava para casa, cedo da noite, o pe- cuarista Roque Santana de Araújo, levan- do no Corcel novo em que viajava alguns parentes e amigos. Seguiam por uma es- trada, de barro que liga o município de Utinga ao Morro do Chapéu, cidades dis- tantes de Salvador cerca de qustrocêntos quilômetros. repente, acompanhando o seu carro, notam uma forte luminosidade des- locando-se por dentro de um matagal que margeava q estrada. Intrigado com o fato, pois desconhecia a existência de qualquer estrada secundária que permitisse o trân- sito de caminhões ou tratores por ali, con- tinuaram a viagem especulando sobre a estranha luz que os seguia. Subitamente, num brusco movimento, a luz se aproxima pelo lado direito, inundando tudo com for- tíssima claridade. O Sr. Roque Santana, num impulso rápido, toma o volante do fi- lho e pisa fundo no acelerador. O carro dispa - cos, ! estar lo, N rível a Der 1 tana, povoi tros à: truso”, “ despo Tuz qui alta | dão de! 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Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.271.