Carta solicitando informações sobre detecção de ocorrência de OVNI no oeste paulista entre os meses de dezembro de 1994 e fevereiro de 1995, tendo em vista confirmar notícias publicadas em jornais.
1995 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica
- Código de referência
- BR DFANBSB ARX.0.0.392
- Período
- 1995
- Local
- Local não identificado
- Órgão
- Ministério da Aeronáutica
- Documentos
- Recorte de imprensa
- Páginas
- 4
Resumo do caso
conteúdo editorial do siteEm 1995, o cidadão José Jabur, de Assis (SP), encaminhou ao CINDACTA 2 — órgão militar responsável pelo controle do espaço aéreo — uma carta solicitando informações sobre possíveis detecções de objetos não identificados no oeste paulista entre dezembro de 1994 e fevereiro de 1995. O pedido foi motivado por relatos de moradores da cidade e por notícias veiculadas nos jornais locais A Gazeta do Vale e Jornal de Segunda, que descreviam avistamentos de um objeto luminoso em 7 de janeiro de 1995, inclusive filmado por uma moradora da Vila Operária. O documento, que integra o acervo do Arquivo Nacional, inclui recortes de imprensa e registra que o episódio mobilizou cerca de vinte pessoas, gerando temor e especulações entre os presentes, sem que o fenômeno tenha recebido explicação oficial identificada na documentação disponível.
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pe É É e | | k a Cape ra a a rr ee É ONFIDENCIA E José Jabur Rua Dom José Lázaro Neves, 226 Centro - Tel: 0183.22.1697 19800-000 Assis - sP Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Trafego Aéreo (Cindacta 2) Avenida PrefQ Erasto Gaertner, 1000 82.515-000 Curitiba - PR Prezados Sres., No último mês de janeiro, os jornais 4 Gazeta do Vale e Jor- nal de Segunda — ver xerocópia em anexo — informou a observação, por diversos moradores da cidade, de um OVNI no sábado, dia 7 daquele mês. O objeto foi visto em toda a cidade e indo em direção de Cândido Mota, distante nove quilômetros de Assis. Foi-se informado também que o Cirn- dacta cobre o espaço aéreo assisense. O casal Cássia e Carlos Sérgio dos Reis, moradores da Vila Operária, contaram para mim e Ricardo A. Moreira, um reporter de A Ga- zeta do Vale que há cerca de dois meses e meio vem observando UFOs aos redores da rua Antonio Zuardi entre as 21:30 e 23:30 hrs. e também du- rante a madrugada. * Por isto, venho requerer informações sobre a detecção de qualquer OVNI no Oeste Paulista entre os meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Agradeçimentos antecipados de per ea rr e CINDACTA !! PROTOCOLO ENTRADA | C.I.C. 256.840 958-44 para 2ECRIS. | mom (7:08 * Ainda não divulgado pala imprensa. [CONFIDENCI SL] Ta à noir sia en anita fado. o 6 tra Si dci RS a ii si tai Si
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ee orem herç ps ger É i ARk 39% p-d/4 [CONFIDENCISGáral Moradores da Vila Operária avistam OVNI Bancária filmou um ponto de luz que mudou de formato ao enfoque da câmera 23h00, rua Teixeira de Camargo, margem es querda da linha férrea sentido capitalfinterior. A garotinha Natália ainda brinca com sua bicicleta, acompanhada pelos olha- res despreocupados de seus pais, que conversam com outros vizinhos, to- dos sentados na calçada. Natália chama a atenção dos dultos para “uma es- trela vonita, com luz for- te”, estacionada acima dos fios de alta tensão da Fepasa. Não era uma es- trela. Começava, sim, a observação de um objeto cujo comportamento im- pressionaria mais tarde, durante uma hora. Uma luz? Uma bola de fogo? Um balão? Um farol? Não. Todas as hipóteses sobre a sua na- tureza, lançadas pelos ob- servadores, eram descar- ad vd SUSPENSE Titulo: CHANTAGEM FATAL Distes TOP TAPE Eleaco: RUTGER HAUER, REBECCA DE MORNAY, RON SILVER SPOT VÍDEO LOCADORA . tadas minutos depois pelo comportamento do pró- prio objeto. Jane. Vieira, bancária residente ao número 105 da rua Tei- xcira de Camargo, teve a idéia de filmá-lo. Empu- nhou sua filmadora e teve uma surpresa ainda maior: sob o enfoque das lentes, o objeto mudava de formato € cor. Ontem, a família de Jane Vieira entrou em contato com a Redação de A Gazeta do Vale. In- formava que a mesma luz misteriosa avistada por um morador da Vila San- ta Cecília na madrugada da última quarta-feira - notícia publicada, por G.V. na edição de ontem - fôra filmada e estava à disposição da imprensa. Na residência de dona Dirce Souza Vieira, mão de Jane, as imagens gra- vadas em VHS impres- sionaram nossa reporta- gem. Um objeto que, pai- rando à altura de aproxi- madamente 500 metros, postava-se estaticamente e mudava gradativamente de tamanho, mesclando as cores branco e verme- lho, Quem avistou o obje- to garante que o mesmo Dona Terezinha: “não era um' balão” girava em torno do seu próprio centro, o que tornou-se imperceptível nas gravações. - Dona Terezinha Ga- lan, mãe de Natália - a primeira avistadora do objeto -, não admite que o fenômeno seja relacio- nado à passagem de um balão pela -Cidade. “Quem diz isso tem medo ou-lhe falta coragem de admitir que aquilo não foi feito pela mão humana”, dizia. Todos os moradores - cerca de 20 - que avista- ram o objeto am ter sentido muito medo no momento da observação. Alguns recolheram-se em suas residências e fecha- ram portas e janelas. Ou- tros permaneceram imó- veis, diante de um fenó- meno inexplicável, Quem não se surpre- endeu muito com o avis- tamento foi dona Dirce Vieira, que revelava ter vivido situação semelhan- te há 17 anos. “Foi na fa- zenda Santalina, próxima a Quatá, num aconteci- mento testemunhado por cinco adultos. A luz era a mesma e 0 objeto só era diferenciado pelo tama- Av. 9 de Drogaria Noronha Contrata: : PPA = a ru u avistar q “estrela bonita”. nho, talvez devido à distância da observação, pois naquele caso, está- vamos a apenas alguns metros do fenômeno que desapareceu em meio a um canavial”, relatou do- na Dirce que não escon- dia nos olhos a emoção de quem reviveu o medo de estar diante do enex- plicável. O objeto voador não identificado desapareceu por alguns minutos para reaparecer num ponto paralelo. Foi nesse ins- tante que os vizinhos chamaram por Jane Viei- ra para que fizesse a fil- magem. Funcionária do Banespa, cla goza de fé- rias, e naquele sábado, 7 de janeiro, se preparava para fazer, no dia seguin- te, algumas gravações de sua filha de cinco anos. “Liguei a filmadora e o que vi foi o mesmo objeto luminoso até então avis- tado a olho nu. Bastaram alguns segundos, porém, para que ele começasse a mudar de forma € tama- nho. Parecia não querer ser filmado, sei lá... Em determinados momentos, a minha impressão era que o objeto estava a al- guns centímeros da lente, tamanha era a alteração do seu formato”. Jane, categoricamente, garante não da Vila O “Se fosse um balão, esta- ” ria deslocando-se no céu, pois, naquele momento, soprava um vento lento, característico de uma noi- te chuvosa de verão”, ob- SEIVOL. AVISTAMENTO NO AEROPORTO Naguela mesma noi- te de sábado, 7 de janei- ro, o vigia do aeroporto estadual de Assis, Jusé Valdir Pereira, atendeu a uma sério de telefone- mas. Eram moradores, ria mas do centro da Cidade, que pediam informações so- bre um objeto luminoso que acabara de sobrevoar suas residências. “Todos perguntavam se tínhamos verificado o pouso ou a decolagem de neronave com tais características. . Eu disse que não e as pessoas acabavam desli- gando o telefone deixan- do a sensação de indefi- nição”. Os moradores que pediam informações se diziam residentes na rua José Nogueira Mar- monte! e na avenida Rui Barbosa. interrogado sobre sua postura diante do fa- to, José explicou que não acreditava em tal avista- mento, apesar de sentir que não se tratava de brincadeira, “As pessoas falavam seriamente, al- gumas em tom de semi- desespero”. Tal foi sua surpresa e o vigilante do aeroporto avistou, por volta das 23h00 - mesmo horário da aparição na Operároa -, um ponto brilhante próximo ao ho- rizonte, na direção da zo- na urbana de Assis. Ele relata que uma luz em tom amarelo-claro se des- locava em direção à pista de pousos e decolagens. “Em determinado mo- mento, ela (a luz) parou e começou a recuar. Se dis- tanciou, distanciou, até que desapareceu rumo à cidade”. Quando pergun- tado sobre a procedência ! do objeto não identifica- do, José disse “achar” que se tratava de um balão. Insistimos para que citasse uma carac- terística que assemelhas- se o obieto à um halãin O Vila | mas arma. ARENA <A a a quo e bel
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Na noite do dia 7 de janei- ro, um sábado, moradores da rua Teixeira de Camar- o, na Vila Operária, nota- m a presença de um obje- luminoso que, a uma istância aproximada de metros do chão, paira- ” que estava no céu. A incípio, muitos acredita- 1 que se tratava de um H , mas minutos depois, k “poucos descartavam a pos- | sibilidade de ser um objeto ; voador não identificado. i Tal luz foi avistada, no : mesmo dia, por moradores : do centro da Cidade e por um vigia do aeroporto lo- cal. Na madrugada da úl- “ tima quarta-feira, um mo- 1 havia avistado objeto com “, as mesmas características,* pia de “ , imóvel no ar. A primeira | rador da Vila Santa Cecília - tá OVNI E AVISTADO NA VILA OPERÁRIA Bancária filmou objeto que na mesma noite õ foi avistado em toda a Cidade bm á Densa Dirce - à esquerda - cena ad a aj q pe
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E DO main * JORNAL DA SEGUNDA tara em JUNFIDERGL. é MISTÉRIO JS PACINA 3 "Objeto voador não identificado - vira notícia na imprensa nacional : Por: Sandra R. Pagnan Foto: Dagoberto Nogueira Eliel a Riseesti És É ui a ! | membros de. uma família que filmou o objeto no céu 8 o técnico-eletricista Ade- mar Manzano Blanco. a emissora tentou comprar afita. No mesmo dia, o SBT -Sistema Brasilero de Tele- visão- também entrou em contato com Jane para ne- a dafita. SM ae a o assunto. Na sua ultima edição, JS com Dolores Go- naçalves Rodrigues e seus lares. - Eles e detalhes o epidódi chuvosa de , dia. 7. A partir da “desta reporta- admi- ob- A il ú | A outras pessoas ter visto o mesmo voador ou, ao menos, muito parecido com visto por Dolores: luz forte e branca que apagava objeto area RoRBO” MA melho. : A manifestação de ou- tras pessoas se deu em razão de JS e GY tomarem st SEsE público- o- assunto. Antes disso, elas tinham receio de falar sobre O que viram e serem alvo de chacota ou desacreditadas. . É o caso do técnico-ele- tricista Ademar Manzano Bianco, 56 anos. Ele conta que chegava em casa, acompanhado de sua es- posa Aparecida Soares Manzano de 52 anos, na rua João Cabianca, no Jar- dim Europa, avis- tou o OVNI às 22h530 do dia 7, “Era uma bola verme- iha que se focomovia em di- reção ao bairro Santa Ceci- lia”, S . Manzano, o objeto era Silencioso e se deslocava bem devagar. Ele se recorda que por duas vezes o objeto emitiu . SoRENÇA e. RMGIS “como se fivesse disparan- do um flash". “Nunca vi uma luz igual; é algo com- pletamente diferente diz Ademar Manzano Blanco concede entrevista à Rede Globo Manzano. Ele calcula que o objeto estáva a-ums:40 me- tros do solo. = De acordo com o de- poimento de Manzano, quando o objeto se aproxi- mou mais; mudou de di- e seguiu rumo a reção Cândido Mota O episódio deixou o-eletricista e sua esposa assustados e ao mesmo tempo Manzano diz córihecer bem balões e não acredita que fosse um.. Com O seu co- nhecimento em eletricidade adquirido ao longo dos 40 anos que atua na área, ele ressaka que para emitir uma luz tão-forte quanto a que foi emitida peto OVNI seria necessário um i- pamento com mui Dame Com guia ERR. do demais: para ser trans- portado em um balão. Ou- tro fato que faz com que Manzano descarte a possi- EE sppóii fodas EH. Hj it : A total ausência de bi coerência e segurança ng explicações. que deu. El invencido de que tri ta-se de algo totalmen desconhecido e quer. de: vendar esse que é para 8 “um grande.mistério". 5 = ronddatd sadio pla eae mem
Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.392.