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Discos (ainda) - Convenhamos, todo boato tem um fundo de verdade.

1969 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.114
Período
1969
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Recorte de imprensa
Páginas
1

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Recorte de imprensa de maio de 1969, preservado no Arquivo Nacional, que reúne argumentos favoráveis à realidade dos objetos aéreos não identificados (OANIs) circulantes à época. O texto cita pinturas rupestres na "Lapa da Lagoa Grande", em Varzolândia (MG), interpretadas pelo autor como representações de discos voadores, e menciona relatos atribuídos ao cosmonauta soviético Aleksei Leonov, que teria declarado a uma comissão de estudos ter avistado objetos semelhantes durante o voo da Voskhod-2. O artigo também aborda teorias de propulsão eletromagnética, com destaque para as hipóteses do tenente francês Plantier, apresentadas como explicação técnica plausível para as características de voo descritas nos relatos. O material reflete o debate público e científico da época sobre o fenômeno, sem que as autoridades aeronáuticas mencionadas no texto tenham chegado a conclusões definitivas sobre a origem ou natureza dos objetos.

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T. IMPRENSA ARX. 444 prs/A ez MAI 1969 Nsisí Br “desenhos fantásticos de “estranhos objetos” "ras dos discos voadores, onde se distingue O material de que as autoridades dis- põem impede, porém, êsse tipo de provt dência, e, a cada dia que passa, mais e mais avolumam-se as provas de que ne eo og rar ji mesmo no Brasil, dé das inúmeras pessoas de reconhecida identida- de moral que já viram os discos, existe, «inda no terreno das lendas, mas farta- vindos do céu. A caverna brasileira onde podem ser encontrados vários dêsses dese- nhos que hoje conhecemos como discos voadores, está situudo na cidade de Var zelândia, no Estado de Minas Gerus, e é conhecida como “Lapa da Lagoa Grande” . Ali, segundo estudos já feitos e que não permitem qualquer tipo de contestação, o homem viveu há mais de dez mil anos e deixou pintadas nas paredes, com tinta vermelha e preta, imagens de alguns ans mais, do sol, da lua e as discutidas figw e jo fund E As autoridades encarrega- fornecem os mais variados das de estudar os OANIL, entre- pos de materinal para a tanto, não mais precisam se, lise. dedicar ao cstudo das lendas, visto que, hoje, mais do : nunca, os discos aparecem — Et “TT IMPRENSA Arx.0.09, 57/70 MAL 1269 fsse mesmo tipo de pintu- ra é encontrado em cavernas chinesas, sendo que, juntamen- te com os discos, aparecem fi- gures humanas em atitude de adoração e espanto. Em meados de 1952 que também interditaram o cal onde caiu o OANI. Após apurados estudos, do qual participaram técnicos vin- dos dos Estados Unidos, Ale- manha, União Soviética e de outros países, toi distribuido um comunicado oficial, assinado pelo Ministério da Aeronáuti- ca local, dizendo que: E A * *O veiculo acidentado não Ns | E Í [3 K era avião, foguete ou outro qualquer objet: reno, que não definir procedência” A compro! | existên- cia dos discos voadores descen- do'e subindo à terra, não é mais problema para os técni- cos encarregados de apurar o rrassunto. A única coisa de que” necessitam, e isso, sim, é mais importante, é saber o tipo de material utilizado para Eru enorme disco metálico tombou erdade sionar as naves, acreditam êstes técnicos que seu sistema de propulsão seria algo relacionado ac apro- veitamento do eletromagnetis- mo e da gravitação. Diversos satélites artifi- ciais são “estabilizados” magnê- ticamente” e se não se construi ** ainda grandes enge- nhos capazes de voarem por tal sistema, isto se liga a pro- blema de ordem técnica e não a um impedimento científico. Enquanto lutava na Indo- china, o tenente francês Plan- tier desenvolveu uma teoria que é cceita até hoje pelos estu- diosos dos OANIs, Plantier ra- ciocnou que a propulsão ma- gnética seria a única capaz de explicar as maravilhas cara- cterísticas dos discos voadores. Chegou a conclusão de que seus construtores conseguiram de alzuma forma. anular ou con- trabalançar o efeito da gravi- tação, criando, em tôrno do vei- | “culo uma espécie de campo de fôrça, gia. do. fenente. frame, css tá cond testada ns Jo a cúpula arreedondada superior Er tas — mi utilizado para im- pulsionar os foguêtes e satéli- tes da Terra em viagens de exploração pelo espaço. As teorias sôbre a não exis- tência dos discos voadores; que já não mais empolgam os téc- nicos e estudiosos de todo o mundo, são, finalmente, des- truídas totalmente pelas du- clarações de vários tripulantes dos satélites russos e norte- américanos lançados na última década. Aleksei Leonov,'um dos tri- pulantes da nave soviética “Voskhod-2” e o primeiro cos- monauta a sair de seu veicuto em pleno vôo, declarou a Co- missão de Estudos dos OANIs, da União Soviética, que “du- rante o meu vôo pude ver va- rios aparelhos semelhantes aus discos voadores” Em suas de- clarações Aleksei esclarece que | alguns dos objetos, de côr cin- za fôsco e de grande velocida- de, acompanhou, por vários minutos, o seu “aparelho no espaço”. Idêntica declaração foi fel ta pelo astronauta americano Richard Gordon, trinulante da “Gemini-ll”, que viu e foto- Erafou “uma nave estranha, ee 1/oval, de côr avermelhada, que cruzou por nossa “Gemini-11” a 200 pés de distância. Além das declarações dos | cosmonautas, restam ainda aos técnicos da NASA e de sua. congênere soviética, os vários filmes tomados pelas câmaras automáticas do avião foguete . X-15, durante os vôos de pro- vas nos limites superiores da atmosfera da Terra, pars que, tanto os americanos como os russos não tenham mais dúvi- das sôbre a aa dos dis- cos voadores, Para que acreditemos e resta- Para que acreditamos. Resta- nos, sômente, aguardar que um disco aterrisse em plena Av. Rio Branco e seus tripulantes sejam entrevistados no progra- ma do Chacrinha para que dei- xemos de pensar que os OANIs são “ilusão de ótica” ou “idio- tice coletiva”, pois para os que se dedicam cientificamente ao problema, a existência dos dis- | cos voadores é uma realidade INCONTESTÁVEL e INSO- FISMÁVEL. Se a existência dos discos voadores é uma lenda, apesar das provas dadas pelos mais diversos tipos de personalida- des, é, então, a mais perfeita lenda, pois entre os antigos hindus, no livro “Samaranga- na Sutradhra”, escrito há mais de 3 mil anos, encontramos referências aos “barcos aéreos, redondos e metálicos e res- plandescentes” que desciam à Terra trazendo os sêres do Céu. Que mistério é êsse que de- safia vários séculos e de qual se pode dizer menos que nos- sos antepassados? Surge então uma pergunta «muito lógica: com tanta gen- te estudando o problema, com vimentados, por que ainda não se chegou a uma conclusão sa- tisfatória? Os que defendem a teoria da inexistência dos discos voado- res, baseados nessa falta de uma conclusão decisiva, acre- ditam que as autoridades en- carregadas de estudar o pro- blema temem trazer a público os resultados de suas pesqui- (sas. Consideram' êles que após vanios anos de estudos e de “desperdício de uma fortuna”, as autoridades se cintam. en- vergonhadas de afirmar que os discos voadores não passam de uma idiotice coletiva”. A verdade, porém, é que: a juigar pelas medidas de segu- rança que a envolvem, os que se dedicam ao estudo dos OANIS, já chegaram 2 uma conclusão satisfatória com re- lação a existência dos discos voadores, mas, e justamente por isso, temem trazer ao co- nhecimento público devido as implicações naturais que o ca- so envolveria, tantos recursos oficiais mo-'

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.114.