Desclassificado

Discos voadores em discussão.

1969 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.121
Período
1969
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Recorte de imprensa
Páginas
1

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Recorte de imprensa de maio de 1969, preservado no fundo "Objeto Voador Não Identificado" do Arquivo Nacional, traz carta de leitor que debate a plausibilidade da existência de discos voadores. O autor, identificado como Beny Sham, argumenta por analogia que fenômenos antes considerados impossíveis — como transplantes de córnea — tornaram-se realidade com o avanço científico, e que o mesmo raciocínio se aplicaria à possibilidade de civilizações extraterrestres mais evoluídas observando a Terra. O texto menciona pesquisas da NASA e questiona a capacidade humana de avaliar o tema dentro de seus próprios limites conceituais. O documento integra o conjunto de correspondências e recortes de imprensa reunidos por órgãos brasileiros no período, refletindo o debate público em torno dos relatos de objetos voadores não identificados na década de 1960.

Documento digitalizado

Página 1 de 1 — Discos voadores em discussão.
Página 1 de 1

Ative o JavaScript para folhear todas as páginas e usar o zoom.

Transcrição automática (OCR)

Texto extraído automaticamente dos documentos digitalizados — pode conter erros de leitura. O scan original prevalece.

Página 1

vid 1 MA] 1969 ARX LDA po (4 aésiduo deste concei- ja deixar de ser, ve- É existência de discos-voa- tro leitor escreve também sô- , contestando a carta ante- antes de tudo, ao encarar êste fato, a vista nos parece fantástico, deve- bertar de todos os padrões a que nos os. Quando Cristo. curara cegos (ne- lagre pbr todo o povo da época, pois era inconce- bivel que alguém pudesse dar novamente a visão a outrem. Era realmente incrivel! No entanto, agora, em 1969, fazemos transplantes de córnea dando visão nova àqueles que por mam tempo per- maneceram na escuridão. E isto não é milagre! Por que? Ora, nós sa- bemos como é feito e temos uma mentalidade su- ficientemente evoluida para aceitar êstes. fatos sem maiores consequencias. Se fizéssemos isso na era Cristã, o povo não pensaria. desta forma. Seria como ensinar raiz qui a quem nunca foi a escola. k É dificil crer que algul renegue a idéia de que estariamos sendo vigiados. Se nós, dentro de todos êsses principios ele- mentarissimos estamos frequentemente bisbilho- tando o Universo, não haveria alguém mais adian- tado, também, fazendo o mesmo? E, sendo êles mais evoluidos, lógicamente teriam mais condições de nos estudar. Não é o fato da ciência provar determinados principios que nos levaria a não aceitar coisas con- trárias. Acontece que êsses mesmos poderiam ser utilizados por outros seres de forma diferente. Pois uma vez provado cientificamente aqui, é claro que vale para o Universo todo. A partir do momento em que é levada a etei- to uma pesquisa, nunca poderia-se chegar a uma conclusão com duas respostas. E a Nasa assim o fêz numa de suas investidas. Se não foi prova- da a existência deles, como que podem dizer que é verdade? Também, ninguém conseguiu fazer uma pessoa voltar atrás, numa afirmação destas. Ela viu, pronto e acabou! Não é possivel que num Universo tão infinita- mente grande exista apenas, nós. Atualmente na mesma hora em que passa um programa na Suécia, podemos vê-lo em casa, tran- quilamente, futuramente uma camara estará em Saturno e os senhores poderão também vê-lo da mesma forma. Talvez nem seja necessário usar ca- meras. Daqui mesmo, sintonizariamos o que de- sejamos ver. Não aconteceria isso atualmente na civilização deles? Apesar disso tudo, creio na existência de vida em outros mundos, porque as provas estão aí cons- tantemente. Mas para reconhecermos esta verdade manos que são tão limitados. O mundo é vasto e os conhecimentos a surgir também, e o que sabe o homem sôbre êle mesmo? O que dirá dos outros? Beny Sham“SS” — Ca- pital. não podemos jamais encará-las sob os padrões hu-.

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.121.