Desclassificado

Envio de casos pesquisados sobre Objeto Voador não identificado - OVNI por meio de carta endereçada a militar do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro/CONDABRA, porém sem os anexos citados.

2001 · Local não identificado · FAB

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.612
Período
2001
Local
Local não identificado
Órgão
FAB
Documentos
Fotografia
Páginas
5

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Em junho de 2001, Márcio Dilimann de Carvalho, pesquisador e membro do Grupo de Pesquisas Científico-Ufológicas (GPCU) de Pelotas-RS, encaminhou uma carta ao coronel Cavalcante, do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (CONDABRA), submetendo à instituição militar um conjunto de materiais ufológicos produzidos pelo grupo. Entre os itens enviados constavam o relato de um suposto avistamento de objeto não identificado atribuído ao deputado estadual Paulo Azeredo em dezembro de 2000 na BR-293, uma pesquisa sobre avistamentos em massa no sul do Rio Grande do Sul, e cópias parciais do documento norte-americano "Project Silver Bug" (1955), desclassificado via lei de acesso à informação dos Estados Unidos. O dossiê, preservado pelo Arquivo Nacional com a referência BR DFANBSB ARX.0.0.612, registra a iniciativa civil de colaboração com as Forças Armadas na apuração do fenômeno, ainda que os anexos citados na carta não integrem o processo arquivado.

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Pelotas, 07 de junho de 2001. Carta : 201-c CONDABRA Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro A/C Cel. Cavalcante Prezado Senhor: Conforme nossa conversa telefônica, estou lhe enviando como prometi alguns casos pesquisados por mim e pela pesquisadora Elisângela Anderson que também dirige junto comigo uma entidade de utilidade pública que mantemos em Pelotas-RS, o Grupo de Pesquisas Científico-Ufológicas —GPCU, este que visa pesquisar cientificamente o fenômeno dos objetos aéreos não identificados, analisar fotos e filmes e principalmente atender sem distinção as pessoas não só desta cidade, mas como de todo o estado do Rio Grande do Sul. Os materiais anexos são: 1º - O avistamento “de um ovni pelo Deputado Estadual Paulo Azeredo: 2º - Pesquisa sobre o avistamento em massa na região sul do RS; 3” - O último número do Boletim Informativo do GPCU; 4º - Cópia da foto batida pelo sr. Leomar Prado no dia 29 de abril por volta das 8h e tSmim, durante uma comemoração dentro do 9º BiMtz, na foto aparece seu filho agora 2º tenente Fábio Conceição e Silva (foto não analisada pelo GPCU, pois outra entidade requisitou o negativo e até o momento não havia devolvido); S* - Cópias parciais do documento da Força Aérea Norte - Americana denominado “Project Silver Bug-1955”, documento este que por quase 4 décadas foi considerado confidencial, e agora liberados pela FOIA- Lei de Liberdade de Informação Norte - Americana. Espero que o senhor aprecie o material e que possamos apartir de agora colaborar mutuamente com nossas pesquisas, respeitando a forma com que cada instituição trata o assunto. P.S Reitero que disponibilizo o nosso acervo e nossas pesquisas. Atenciosamente Márcio Pilhiiatp-de Carvalho Rua Almirante Barroso 3114 apto 101 Bloco A Cep 96010-280 Pelotas -RS Piel(Datlas.ucpel.tche.br Tel: (053)2722830

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ARX-CIJp ds . Grupo de Pesquisas Científico-Ufológicas -.. Pesquisa: Márcio Dilimann Depoente: Deputado Federal (PDT-RS) Sr. Paulo Azeredo » OVNI PERSEGUE DEPUTADO ESTADUAL NO RS Muitos são os casos onde objetos voadores não identificados perseguem e assustam os motoristas que trafegam pelas estradas do Brasil, como o caso dos atletas que retornavam de um evento esportivo em Santa Maria, à 292 Km da capital Porto Alegre em 1997 e foram surpreendidos várias vezes durante a noite por sondas ufológicas. Assim como este caso, um outro fantástico evento ocorreu com um membro da Assembléia Legislativa do estado do Rio Grande do Sul, deputado Paulo Azeredo. Em viagem à cidade de Pinheiro Machado no dia 28 de dezembro de 2000, trafegava pela BR 293 entre Piratini e a referida cidade estando aproximadamente no meio do caminho entre elas, quando avistou ao longe três luzes que não soube identificar qual seria a origem, mas não chegou a chamar sua atenção, pois a única coisa diferente é que possuíam cor amarelada, não se, parecendo com luz de faróis. Prosseguindo a viagem não mais observou as tais luzes e ao efetuar uma curva da estrada pode sim observar uma luz ao longe muito intensa de cor branca azulada, ele comparou com a luminosidade de uma solda, que durante alguns momentos emitiu luzes fluorescentes, estava bem ao alto. Após este primeiro contato o deputado já ficou bastante atento ao que vira e em certo momento ele pode observar um objeto abaixo da copa das árvores à menos de 15 metros de altura podendo então ver seu fundo com forma abaulada , ele imagina ainda que o referido objeto possuísse im de altura e 0,Sm de largura. Ele observou posteriormente pelo espelho retrovisor e a luz o continuava observando, o objeto pareceu estar em certo momento acima do carro, O que deixou o deputado bastante assustado, chegando a discar de seu celular para um amigo, não logrando êxito seguiu viagem, agora em velocidade próxima dos 150Km/h. Mesmo com toda agitação ele chegou a ligar para o serviço de informação, o 102, para obter o telefone de alguém que o pudesse ajudar no momento, a atendente certamente se assustou com o relato ou achou que fosse brincadeira e desligou o telefone, ele então tornou a ligar e contar novamente o que viu, não sendo novamente ajudado. Chegando no posto da Polícia Rodoviária Federal relatou o fato à dois policiais de plantão que comentaram que vários fazendeiros da região estavam avistando um fenômeno semelhante, em seguida continuou a viagem e logo chegou à cidade de Pinheiro Machado. O deputado Paulo Azeredo após a experiência fez o seguinte " comentário: “ Ademais, se conseguimos chegar à lua e, a todo momento enviar astronautas para estações espaciais, por que não seria possível que seres de outros planetas nos visitassem?”. Márcio Dillmann de Carvalho

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aRX-649, p: 3/5 Formação de OVNIs acontece na região sul do RS Inúmeros avistamentos foram relatados no mês de novembro de 2000 no estado do Rio Grande do Sul; o que não deixa de ser comum estatisticamente em todo término € início de ano em nossa casuística. Uma onda ufológica atingiu a região sul, e o ápice desta onda atingiu diversos municípios. Testemunhas de cidades como Pelotas, Rio Grande, Pedro Osório, Piratini, Canguçu e outras relatam suas experiências, sendo que o número de avistamentos em um mesmo dia e com as mesmas características chega a ser assustador. Alguns dos contatos chegaram a causar alterações fisicas nas pessoas e interferência em suas residências. Os casos mais impressionantes são relatados na cidade de Pelotas e Piratini que distam aproximadamente 100 Km uma da outra, possuindo por volta de 20000 habitantes a vida é bastante pacata na cidade de Piratini e o fato de os avistamentos poderem ser OVNIs é capaz de causar certo alvoroço. Apesar disso à uma altitude de 320m observações de objetos estranhos chegam a ser um acontecimento cotidiano. Meteorito? Dia 20 de novembro o GPCU recebeu uma ligação por volta das 21:45hs, de alguns amigos que haviam visto duas bolas de fogo rasgando o céu da cidade de Pelotas, quando inicialmente avistaram- nas não imaginavam que estavam em velocidade baixa, diferente à de um meteorito, o que chamou bastante sua atenção, então ao passar por cima de suas cabeças puderam avaliar o que era e como era, além disso, ainda escutaram um ruído bastante alto durante a passagem do objeto. Com absoluta certeza não efetuaram nenhum movimento que os caracterizasse como sendo ovnis, não se passavam de bólidos incandescentes que não pareciam estar caindo e ao passar se desintegravam. No dia seguinte recebemos outro telefonema, desta vez de um Jornalista da cidade de Pelotas que queria saber do que se tratava,

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ARX. 649.45 curiosidade das duas. Decorridos alguns minutos elas foram deitar e astjanelas chegaram a tremer, como se os objetos tivessem passado novamente por ali, foi então o que seu Rui sentiu em sua casa, que * fica próxima, por volta das 21:30hs as janelas tremeram por 20 segundos e ele que já estava deitado chegou a pensar até em terremoto, “Tremeu mesmo as janelas”, afirma Rui que se levantou " para ver o que era, mas nada avistou e cinco minutos depois O vizinho que estava com a senhora Marciana e a filha bateu em sua casa bastante assustado com o que havia visto. As demais testemunhas relatam também a formação de vários objetos como a maioria dos avistamentos do dia 20, um deles vai um pouco além de luzes, o senhor João Airton F. da Rosa relata que ao ver de longe a formação pensou ser aviões, mas assim que chegaram . mais próximos ele pode notar o formato circular das naves, além de ver nitidamente sua cor prata que ficava bastante nítida quando lançavam “flashs”. Seu avistamento durou o bastante para perceber que não eram aviões, muito menos meteoritos, pois eles chegaram a efetuar uma volta sobre o local onde ele os estava observando. Já o marceneiro Nereu A. Cardoso foi chamado por seu ajudante para ver uma formação semelhante a um leque onde um objeto vinha mais a frente como se estivesse guiando os outros, elel relata serem parecidos com um farol de automóvel, além disso fançavam uma espécie de rastro de luz, bastante curto com uma cor azulada. Observou por cerca de30segundos, e precisou que estavam a uma inclinação em relação a ele de 30. A formação tinha mais de 100m de comprimento e a velocidade muito superior a de um avião, aparentando acelerar conforme se distanciava. Mesma formação observada em Pelotas Na cidade de Pelotas não foi diferente, muitos foram os testemunhos, na maioria das vezes com as mesmas características anteriores, salvo que em alguns casos como da senhora Heloisa Helena P. La Rosa, que testemunhou de 9 a 10 objetos em formação, - como nítido formato de losango e os objetos não disparavam luzes. Todos descrevem como sendo vários objetos que voavam em

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e — ARX-Gia pj conjunto e o único objeto que se movimentava à frente como se fosse cicerone dos demais está sempre presente nos depoimentos. Os horários são bastante flexíveis chegando a nos sugerir que os objetos não apenas efetuaram uma passagem por estas cidades, mas sim, várias vôos durante o mês de novembro, principalmente no dia 20. Casos esporádicos também apareceram no mês de dezembro, embora não sejam de tamanha grandeza. Casos como esses estão se tomando comuns no sul do estado, o que dificulta às vezes a pesquisa mais detalhada é aquele receio natural de serem ridicularizadas, mas os moradores de Piratini nos surpreenderam com a cordialidade e principalmente com a vontade de esclarecer o que ocorreu naquela cidade. Elisângela Anderson Vice-Presidente do GPCU-Grupo de Pesquisas Científico- Ufológicas Endereço: Almirante Barroso 3114 aptol01 A Cep 96010-280 Pelotas -RS E-Mail: piel(Datlas.ucpel.tche.br

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.612.