Desclassificado

Estudante fotografou discos voadores.

1969 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.81
Período
1969
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Recorte de imprensa
Páginas
1

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Recorte de imprensa de 16 de maio de 1969 que reúne relatos de aparições de "discos voadores" em Saramenha, distrito de Ouro Preto (MG), observadas em diferentes momentos do dia por moradores ligados à Fábrica de Alumínio Minas Gerais. Segundo a reportagem, um estudante da Escola de Minas fotografou os objetos e, ao revelar o filme, teria notado formas arredondadas nas chapas, enquanto outras testemunhas — entre elas um motorista de ônibus, um engenheiro, duas crianças e um operário — descreveram luzes e movimentos no céu, além de um apagão de cerca de quinze minutos e de interferências em um aparelho de televisão. O documento integra o fundo "Objeto Voador Não Identificado" do Arquivo Nacional (SIAN) e registra os episódios como testemunhos da época, sem comprovação de suas causas.

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ARX. 24, Discos Voadores ANO 93 — RIO — SEXTA.FEIRA, 16 DE MAIO DE 1969 — N.º 55.231 7 BELO HORIZONTE v TIN DRI premee y | diferentes, viram objetos misteriosos voando baixo em / Saramenha, um distrito de Ouro Prêto. Um estudante da Escola de Minas conseguiu fotografar os “discos voa- dores”, que também assustaram um motorista de ôni- bus. um engenheiro, duas crianças e um operário. En- quanto os objetos voavam sôbre o bairro, a luz se apa- gou em tôdas as casas por quinze minutos. Saramenha é um distrito que fica à 10 minutos de Ouro Prêto. Lá moram wperários, engenheiros e estudantes que trabalham qu fazem estágios na Fábrica de Alumínio Minas Gerais. A primeira aparição dos discos foi pela manhã Alguns alunos de Geologia da Escola de Minas chegeram a Saramenha para fazer estudos de minerelogia nas serras. An= tes do meio-dia, um Jos estu= dan:és se aproximou do ôni- bus, que cstava vazio e ficou conversando com o chofer, Os= mar Francisco, De repente, o motorista gritou: “Nossa Se. nhora, que é aquilo no céu?” BATEU FOTOGRAFIA Dimas não conseguiu ver na. da porque é miope, mas mes- mo assim, ajustou sua máqui- na e bateu muitas foios da região que era indicada pelo motorista. Quando O tilme foi revelado, êle viu coisas arre- dondadas nas chapas. O cho. fer do ônibus havia dito que essas “coisas” estavam se des. pç em Sigue-zague no u. Enquanto êle batia os retra- tos. dois meninos, a três quilo. meiros de distância, viam a; mesma coisa. João Luis, de cinco anos, € Maria Is1b2l, de sete, filhos do médico Pere. val da Costa Caldeira, voltas ram correndo para 2489, con- tando para o pai e para a mãe que tinham visto os objetos voando, VOLTARAM À NOITE O boato correu em Sarame. nha. Já no fim da tarde, mais ou menos às 19 horas, à enge- nheiro Júlio Jacó terminou de jantar e foi para a varanda de casa. Nessa hora, ouviu gritos do seu colega Antônio Carlos, que é seu vizinha, Cor- reu para q rua e viu dois obs jetos luminosos fazendo evo. IunnÃes ema forma do naráleaico to quando às luses se acende ram. Ninguém pôde explicar como surgiu o “blackout”, Mais tarde, às 22 horas, O estudante Marco Antônio Von Krueger estava assistindo tes levisão em casa, quando o Apa- relho começou a funcionar mal. Apareceram iisteas no vídeo e sinais estranhos no al- to-falante. Quando a televisão melhorou, Marco Antônio sen- tiu que precisava ir a janeia Uma fôrça estranha o mtrafa inexplicâvelmente. fls reagiu e conseguiu ficar sentado, mas, olhando peia janela viu algus ma coisa se deslocar na es. curidão., OPERÁRIO APAVORADO A dois quarteirões da casa do estudante, um operário acãe bava ds descer do Ônibus e cas minhava a pé para case fa andando de cabeça baixa, eme quanto subia o morro, cnde moram os engenheiros, Nes se momento, alguma coisa Ses com que êle olhasse para eis ma. E êle viu “a coisa”, Acima do morro, um objeto enorme estava parado no ar, Ea 16/5/19% Os discos voadores fotografados: de outro ângulo x no méio de um clarão forte. O objeto parecia bem perto do solo, O operário disse que viu sons pousados e abafados. Ele ficou tão assustád 9 que desceu 'o morro correndo, to- mou o ônibus de nôvo e ERA dormir na cidade.

Direitos: este dossiê reproduz material de imprensa de terceiros para fins de documentação histórica (uso editorial). Os direitos sobre as fotografias e os textos originais permanecem do veículo/autor.

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.81.