Desclassificado

Extraterrestre.

1975 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.157
Período
1975
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Relato
Páginas
3

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Documento preservado no Arquivo Nacional registra o relato de Dona Maria Furtado Leivas, residente no Balneário dos Prazeres, em Pelotas (RS), que afirmou ter presenciado, em setembro de 1973, o contato com um indivíduo de aparência jovem e traços asiáticos, o qual teria afirmado não ser originário da Terra. Segundo o depoimento, a testemunha relatou que o visitante desceu de uma nave invisível em um cesto suspenso por corda e que, durante o contato de aproximadamente seis minutos, declarou que seres como ele circulavam entre humanos sem serem percebidos, disfarçados de estudantes universitários. Ao final do encontro, o indivíduo teria desaparecido abruptamente diante da testemunha, sem que nenhum objeto ou evidência material houvesse permanecido no local. O caso integra a coleção de relatos de encontros ufológicos arquivados pelo fundo "Objeto Voador Não Identificado" do Arquivo Nacional.

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Página 1 de 3 — Extraterrestre.
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TE UISCOS VOADORES — SPIPIY — EXTRATERRESTRE DESAPAREO E DIANTE DA TESTEMENHA —- Da» mta Fartao Leivas, 68 anos de idade, «dbbhe, cipgete a no Balneario dos Prazeres (Laranjal), em Pelotas, Rio lrande à 8 contou-nos o seguinte e extraordinario fato por cla preseciado. Seriam aproximadamente 10,00 horas, do di d7 de »m bro de 1973. Ela encontrava-se. gozinha cm casa, pois nessa o:: 31ã0 eou Seios havia saido para o trabalho. Da. Maria, um tanto assust. do. fico puapão percebeu ruidos estranhos no interior de uma peça. dos fundos residencia, . como houvesse: alguem por ali caminhando. Ouvia nã tidam to! passos sobre o assoalho. Nessa dependência da casa, sao urmazorados mantimentos e tambem ali ficam guardados alguns objetos, inclugiv. red mt -“ dofidormir e rêdes de pesca, pertencentes a um ceu filho, casado, que rc side fora. Bem, Da-Maria, apesar do medo que sentia, £o, car q que se passava, mas já nao mais viu o intruso. Apos isog,. go iate a porta da frente da casa, c qual naó foi a sua surpresa 99, | ra a porteira de entrada. Ali parado se encontrava um l'rapaz os; ânho!, tipo de estudante, mas muito parecido com japonês por ter oe “olhos rep “ xadoe para os lados!. Devia medir de 1,50.,a 1,60 m de altura, Paio um tanto franzino, .c sua vestimênta em: muito se RAR com a do um "hi ppi. “- porém a sua blusa de côr cinza-azulada, tinha uns' desenhos que erpn to talmente estranhos.a testemunha, semelhantes a um losango» Sobral b Cint ra trazia um cinto com: um tipo de fivela. desconhecida. . prender como se fabrica a tal rédo, que se destinaria a sor utida dada nos cestos atraves dos quais des cem de suas naves ate o solos. I AL, entao, Da. Maria pensando que se tratava éo | um gimpice ínrennte, que “pretondta fazê-la do boba, digoc a Clo que 'orh mo lhor 1% embora, pots quo ola nono tinha tempo a pardor com alguem quo que ria divertir-se a gua custa. á Diante dósse impasse 2, O cgtranho rapaz" para ip? ovar que falavs serio, apontou pare cima e disso a senhora que obgerv is 3 co mo "Cleg" desciam ns nave Que não se encontrava visivel. Da. rou entao, que suspenso por uma corda vinha descendo em direçao 39 golo, um cesto srande, vagio, feito de cordas ou matorial semelhante (ver caco do Canadú, em 1971, Bolctim SS&8 nº 63, de 1972, pg-17). Ela nao bogea- guiu vor onde se fixava a ponta da corda quo sustinna o tal conto (atto de uns 2 metros de altura, aproximadamente), o qual purou vo tocar à so lo- o onntous so em seguida, isto a poucos motros do ponto onde Du.tária o o rapaz" cstavam. ] Durunte o contáto mantido: com o extrutorrestra; quo durou une O minutos; Cote disso a testemunha que "óles. tom a fue Ui. to de estarer em nosso meio sem serem notados!!, incluciv É eetuduntas univorsitariocs Para Isco ce ciruclotizam, ou 1 mo coa form humana, com co mesmãs vestimentas que ce SimitaTE a andam ““aciimento entro” nos som serem porcubidos!" CT Uma cousa quo o desportôu “muito à ato ncão do Da. Madi desde O início do encontro com o ces ranho personumgom, foi um role é da, de pouca espessura, cor de um amirolo-prutcado, brilhante, linda mesmo, que o 'rapaz!'! trúzia consigo dobuixo ão bLraço. Fer sobre a utilidade daquela corda, respondeu quo se dostinuva a conífedoa da redo, de cujo tipo de trama pretondia apronder au fazer com get filho. Da: Maria, acercou-se do visitante, e,como e ni ural perguntou-lho quem era ce o aque desegjava. Para sua surpreça o "rapa. di: , se-lhe que momentos antos gntivera- no interior da residencic a pr cura de um tipo de rede que seu filho sabia fazer. Acrescentou ainda, 0 e el nao era daqui da Terra e sim de um outro planeta situado muito “le | no Espaço, e que o seu objetivo principal ao encontrar-se ali, cra pua a- mr via dopa- 1 ( C

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-na porteira para nao cair e, ao refazer-se, nao mais estava ali presente a Maria Tembrou- ae de pedir um “pedacinho. da referida corda ao tra este: curpreendentemente negou-lhe dizendo que nao tinha permi Bee » go. Mas, afirmou Cle, os terrestres mais adiante ainda irão pos- q" matórial de quo e feito a corda, do qual utilizando-se Í E cRaRcop A se diluido em. agua. O :tomado por umas tros voze noscag “inclusive .o Cancer... F E Apos isso o estranho ''rapaz!!. chamou a atenção de: a EO uol “procurasse observar a: mancira como 61e iria embora Ela entao, ato continuo, sentiu um ligeiro degmaio, tendo do apõi o cetranho visitante e tambem o tal cesto! À. senhora de imediato sai olhar para um lado e para outro, tentando ver para onde haviam. ido, por mai s' que procurasse, nada mais viu. Foi como se tivessem evapora - COMENTÁRIO - no Cabe aqui acrescentar que o extraterrestro disoe. ainda. a “testemunha, que Gle voltaria em outra ocasiao em que seu filho estivea se trabalhando na confecção dá rede, mas que, provavelmonto nao Ma dj visto. E isto realmente aconteceu, após decorrido um ano a Zo- ximadamente, daquele memoravcel dia - 7 de outubro de 1973, em que o sér extraterrestre apareceu diante de Da. Maria Leivas. O gr. Manoel Hugo Farias Leivas, de 44 anos, casado, 4 lho de Da. Maria, numa entrevista que ' tivemos com cle, contou-nos, o ge- guinte: numa determinada noite, entre as 22,00 e 23, cô he, êle apos ha- ver conseguido um pedaço do corda (cabo de amarração de navios), denfian do-a, executou com a mesma a confecção de maig uma parte da redo. Dicne- -nos, inclusive, Hsnocel Hugo, que nersa ocagião centiu uma sensação. car tranha, como so estivesso cendo observado de perto por alguem invisível! Em vista disso, procurou trabalhar o mais repidamente possivel e, dentro de uma hora, acabou essa sua tarefa, havendo deixado as agulhaa enfiadas na propria rêdo, cousa que nunca o fizera antes. Depois dessa ocasião, - não voltou ainda a reiniciar 6ese seu trabalho. Quanto a autenticidado do presente caso, não temos duvi da em aceita-lo como tal, pois outros fatos existem que corroboram Q mpg mo + Aqui no Brasil, por exemplo, ja ocorreram varios casos degsa naturo- za. O Boletim SBEDV n2 94/98, traz estampado em uma de suas paginas, um artigo sob o titulo "Observações de Discos Voadores no Fara", de autoria de Da, Enter C.L., cm cujo trabalho ela cita cusos de tes temunhas que vi ram ceres extraterrestres desaparecer a sua fronte. icreco destaque capo cial o fato relatado a Da. Estor,pclo Brigadeiro Comundanto da Fage do- rea do Val-do-Cãs, om Belem do Fara, que disse-lhe: . E : "Mous ecldados tambem viram 6sso cusal. Por acha-lo muito sur- "preendento, resolveram sogui-lo na estrada e, do mesmo modo, o tcagal repentinamente sumiu! Agradeço muito seu depoimento, Que inos € valiogo, pedindo-lhe que guarde sesredo de tudo iss)! Ora, uma, declaração como essa partindo de um militar de clevada graduação, como eo caso do Brigadeiro, logicamente que devemos aceita-la cam maioras,rostrigona, Lato porquo,enoo afioial sorvamonto não iria arriscar a posiçao auc ocupu de altu responsabilidade, e mesmo timbom o alto conceito que desfruta no scio duquela populaçao, relutando ur fnto que nao tivesse fundamento. O renomado pesquisador puranacense — Carlos Varassin, Dog so prozado amigo, atraves de correspondencia que nos dirigiu, infotibau * que por ocnsino de eua ida a Felo Borizonte, My, cm 1973, o ilustre colo- ga Prot. Guilherme Wirz confidenciou-lhe auc, apos, muitos unos gatudo do problema ufologico, cherara à conclusao ae ouc "os seres que tripa 1 os DVs podem se apresentar noa nosgos olnos terrostros de diverons HE mag (e traje), nao sendo essa cua forma realt. E isto, tambem, acrundo ainda Ge NirZz, foi por tolos" comunicado telepaticamente ao tratoristi tee |

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HRLIS%p, jevlê fo. 3). - Toríbio Pereira, quando di sseram-Ine que nêles 8 oe apresentavum c e mo bom 'i Quizeseem aos noggos “olhos, nao sendo cssa sua forma definitiva, tealtt Analicando mais Case aspecto do enigma que noB: “apre sontam os seres extruterrontres, concluc Cnrlos Varasein: "Ora, diante “ de'tal fato (a ser verdadeiro), o quo adianta todo um traballio imensc - dg: 'Jador Peroira, catalogando tipos, etc., ge são apenas npaxon À. e,não “ seres renistt... Da. Maria Farias Leivas, trata-se dg uma pessca que " deve ger classificada como "sensitival, icto porque, alem desee futo, — ela ja om muitas outras oportunidades. tom visto coisas estranhas e mog- mo. receuido comunicações de séreg que ela aiz serem do "astroltl... No Bolotim nº 03, da SFIPIV, a pgs. 2 6 3, encontra --gg relacionando o 1º caco vivido por” Da.Maria, ou ccja, aquolo occrrido -em 1952, quando ela esteve frente a frento com un extraterroctro teipu- ““lante de úm DV, com quem manteve um rapido dialogo, o qual tentou eva- -la para um outro pluncta. “ Outrossim, para corroborar ainda aquilo que pe sa- mos sobre La. Jaria Leivas, e interessante aqui fazermos menção ao arti - £o sob o título "Sao as pessoas psíquicas mais afins de ver oa UFQe?", de autoria de Janet Bord e que foi publicado no Boletim inglés FSR do maio/junho de 1972, à pag. 20,21 e 22. No texto inicial de seu trabalho, diz a articulista: "Agora que og pesquisadores de UFO catão muis Cimnis considerando a possibilidade de correlacionar os UFOs com toda uma cr- dem de fenômenos ocultos, e interessante qua uma investigação mais pro- funga dos que avistaram UFOs, revela que cada testemunha avistou mais - de uma vez um UFO, e tambem experimontou o que e normalmente «enom:r ado de expo rioncia psíquica. Parece que existe uma certa "sencitividad:! em operação, e aqueles que a possuem sao mais: ouscetiveis de ver toda us sorte de coisas ecetranhas, invisíveis para a maioria dos olho: humanose "Um homem que se enquadra nesta categoria v Charlos Jones. Êlce mora numa agradavel area rural de Indiana, EUA o tem «visto UFOs de maneira frequento durante 00 ultimgo 24 anonh. Ora, no que eo refere a Da. Haria Loivis, cncontra- mos uma coincidencia muito significativa. Ela tambem reside numa "agra- davel áreal rural", que se situa no Balneario dos Prazeres e, a «Xºmplo de Charles Jones, a area onde. mora c onde todos os UFCs e outros fonomg nos tem sido observados, e de modo geral de superficie plára o | anben limitada por uma extonna mata que fica a margem da Lagoa deg Fatos tlo- cal onde se situa o Balncario dos Prazeres). : Somos de opinião pois, que tanto Da. Pura Forias Leivas como o nortcamericano Charles Jonee, sao pessoas poiquica:, por isso mesmo datados de uma percopção extrasqneorial extraorelnirit, fa “culdade cesta que certamente os condiciona as experiências c comu icã - goes ditadas por soros cxtraterreotres altamente cvoluidos, intoragesa- doa por um motivo ou outro em noseo planeta Terral... Luiz do Rosário Real - Pelotas, Outubro/764. cho ec E me e meo.

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.157.