Desclassificado

Fenômenos luminosos observado em fazenda.

1975 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.159
Período
1975
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Relato
Páginas
3

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Relato produzido em 1975 e preservado no Arquivo Nacional descreve a visita de integrantes de duas entidades civis de Pelotas (RS) — a SPPDV e a SASCOMPE — à Fazenda do Sr. Carlos Andretti, no distrito do Capão do Leão, a 35 km da cidade, após receberem informações sobre fenômenos incomuns na propriedade. Um funcionário da fazenda, que afirmou não ter presenciado os eventos diretamente, confirmou aos investigadores os relatos em circulação: objetos luminosos de forma circular, cor alaranjada e sem ruído teriam sido avistados por ele e familiares durante a noite, voando a baixa altitude sobre a mata às margens do Rio Piratini. O mesmo funcionário transmitiu ainda testemunhos de trabalhadores rurais que descreviam um suposto veículo que se deslocava acima do solo e das árvores, bem como a aparição recorrente de um "cavaleiro" que desaparecia abruptamente ao se aproximar. Os investigadores dividiram-se em dois grupos para percorrer a área e buscar vestígios físicos dos fenômenos relatados.

Documento digitalizado

Página 1 de 3 — Fenômenos luminosos observado em fazenda.
Página 1 de 3

Ative o JavaScript para folhear todas as páginas e usar o zoom.

Transcrição automática (OCR)

Texto extraído automaticamente dos documentos digitalizados — pode conter erros de leitura. O scan original prevalece.

Página 1

PED: ((, E AXU Asa o a/a! “ FENÔMENOS LUMINOSOS OBSERVADOS NA FAZENDA .....ecreero o DO SR. CARLOS ANDRETTI, SITUADA NO CAPÃO DO LEÃO, MUN.DE PELOTAS t de - y ; AR “4 o 1, Em data 'do 38 de junho do 1975, “com basg em.in “orma- çoes que haviamos obtido junto ao ex. Helio Scholin, tecnigdo mm! ang | missao, da Radio Universidade del Pelotas, num grupo constituido las - seguintes pessoas: Luiz do Rosario Real, Presidente.da SPÍPDV, Wilson * da Silva Storno e Pedro Luiz Marasço|da Gunha, tambem-da SPIP - da, Lucio Almeida Castagno, Carla Múia, Fabio Lachva Silva g * Niemzeski, todosida SASCOMPE - Soçi dade de: Astronomia do Oolegio lu- nicipal Pelotense, nos deslocamos ate a Fazenda .......... 3 tado do er. Garlos Andretti, eituade na Zona rural de Pelotãg,. ;rito do Capao do Leao, a uma distancia de 35 km da eede.. Baimos da cidade, em dois automoveis, as 15,10) hs ejla chegamos as 15,40: ho, já Lamentavelmente, nao ncontxamos o er. AnacoRtd na propriedado, porque havia viajado para Pelotas, ainda na parte da ma- nha. O taz geral, tambem não estava presente. Com alec teriamos - obtidó"informaçoeg acerca do desapareçimento de animais da faz nda, e inclusive sobre“estranha doença que) o constatada em alpung eni- “mais. Diante disso, procuramos spny risar com oisubstituto dc cane Êste de início ficou tanto temeróso em falarialguma couge, (ot ) - £atos que tem so dbESnESSTaÃO na fa, endas Entretanto, instaco, dor no ele nos assegurou que os informas que) tinhamos eobre a existgr la de - fenomenos luminosos e problemas jcom tú animais, eram corratcg, pois "ele embora nao tendo presenciado os acontecimentos, Xsabio. Bt zEvos do companheiros de serviço, de tudo o que vem se passântio nº. fugendas,. Vo Gs», Devido ao adiantado da hora (já passava do 16,00 he), Sdo uma" Oni ano uido EEE And mA aut ana Loro o: * fatos, ieto antes do anoitecer, e atraves de um pessimo “ “no;-nos despedimos do citado cidadao 'e prosseguimos a -vingeme! mos finalmente na area em questao é nos dividimos em duas equi! cada um pegando o geu equipamento, |constituido por rúdiositr , rgs com alcance ate 27 km, busgolas, lanternas do pilhas,: bih maquinas fotograficas e inclusive úmitelegscopio de «-..... Snap Antes porem do phegarmos ate gsee local, quê ge Bitua junto a une matos que margoiam o Rio Piratini, une km anteg; desoe ponto, cstivemos na ultima gaga da fazenda, onde: moro. um engarr ogado de maquinas, o er. Frigeita per MTL. 1... COM QUQM conVBrcamos durante alguns minutos. Perguntandorlhe se havia vigtospor aquele so tor algum cetranho objeto luminoso a noite, ole prontamêénto sic: pondo o seguinte, o isto gravamos em fita magnetica; "A poucos dias, na se mana passada, eu e mais é og meus familiares, vimos ! troca idilBcos vo dores!!, durante a noite, entro 20 e 21 he, voando proximos agava lo mato junto ao Rio Piratini. Tinham forma redonda, como um pecas. em borcado sobre o outro, nao faziam qualquer barulho, cetevar a ne 10 mt do golo, e tinham uma luminosidada de cor alaranjuda. am “Acrescentou ainda o| referido cidadão, que junto Bo mato existente as margons do Piratini, gostuma qd” mais precisar nto, na ilha das Uvas, costuma aparecer, vez por outra, um estranh: e cu riogo "jipo! que "sai andando acima do chao" e inclusive, "po: esobrc | as arvores!..e(1?) Isto 6 o que lhe contaram alguns dos trab: ihado- res, os quais quando estavam RENO: foram convidados neo um par | PEA E pit E: seio no estranho veiculo, mas acabavam so jogando do mecinoXao golo, psp » quando viam que o "jipe!! em vez de rodar pela ettrada | ivoaval | E DME EE | a Contam, ainda, algures dessee trabalhadores, qu? as || vezes tambem costuma aparecer um fegtranho cavaleiro", o qual invos' | contra cles em disparada e quando geta bem proximo, simplesnonte "ad x saparece como por encantof... | | | I

Página 2

Bem, nos apos As: ao local indicado como'o da, pa- ção. dos: fenômenos luminosos, nos separamos em dois grupo à 4 comegamos a procurar vestígios ou pegadas que pudessem denotar a iprosença de alienigenas ou mesdoRão algum veículo gstranhos” : Uma cousa, desde logo, chamou a atençao de todos nose Não ee via pássaro algum pelas proximidades, nem mesmo UXBU8 ouvia-se | o geu canto, como e comum acontece nas matas. O silêncio era total. | sas vma sensação esquisita, como so algo invisível estivesse & nos. o Fer var ; À FOCO LUMINOSO SOBRE pepe DE EUCALIPTOS, cê sa 2 RR Seriam ontre 17 e teoeu;. jovem Carla Maia, que ficara comtl2 grupo no: ponto-be ge de o panhçõos, um tanto nervosa, avisa-nos pêlo radio que “acabara. do avist num rápido momento, à apariçao de uma luz branca lindos por sobre um mat bosque de qieaiiptos gituado| no lado nordosto a 10º acima do hori zonto . À A vimos apos a: a 8R posso] No entanto, parece-nos queivum BoXx- to eentido nos provini Efgo de Astgaordinar io estava in ra ocorrer. | ESPETACULAR o DE LUZ, (QUAL UMA ENORME "FOONEIRA | My Logo apos ao cail da holte, seriam entre 18 ie 18,80. ne, (o) a ARDÃO fato se nos deparou, e na mesma; pdirooão. om que a Cárla: havie | visto aquola luZ: junto ao solo, & uns 8.000 metrog do ponto ri uol ao eituaramos, projeta-se uma luz vermelha que aos poi os aument - nho, e subitamente, expande-se para o altod como PE: hamas di Eme ade - me fogueira, ate uma altura de uns 10 mte, dai transfoxmando-go & cor: para um tom alaranjado na parte superior, om baixo St girando com uma cor vermelha brilhante, confor se Sade de binóculos-, Nossa. interim notamos tflash'' de luz branca, que vez por oniepanto: desta ci k 30 he, quando o, | primoiro, gato acon-, Ficamo sé todos ateniho, observando aquele, setor, imas na-. | da luz Mai OL p ML Aya q sboraido, 4 E Êesa espetáculo. de rara beleza, tal a rejh “de 18 ! ali emitida, durou aproximadamente 'uns 5 minutos. Apos, n ssa tran = formação da luz alaranjada e verm lha, para um tom branco“o aco, so seu tamanho diminuiu muito, ii uma forma tridngular cota o vortico nt para cima. Momentos apo8,. a: Igurioga projecção ter aiminiid de in-; tensidado, insisti com os companhtiros para que nos bproximagsomos mais; do local onde estava a "luz!. Retornando até uns 300 metros, pelo meadd, caminho, por onde antes haviamos passado, estacionamoskos autólnoveis q | fomos nos situar numa elevação do| terreno, do onde ficamos a observar melhor e com Ao visão, o estrianho fenomeno luminosos Sinalizamos por varins vezes, em direção aquele ponto, com as lanterna a, de! pilhas, inclusive piscando c descrevendo angulos com o facho de luz, pira qua entendegeam que desejavamos que se, aproximasgem de gAUS nose Por a! gum momento, nos pareceu que piscavam sua luz. Nesse meio tempo, a “Juz ala- ranjada wi pa havia mudado p POE Utah A NrAnco fosco ou opaco,:ie a gou laudo aenna 20 motros de distancia,”apareceu outro ponto de luz Adlônt 180777 CAPTAM TRANSMISSÃO FELO RÁDIO 4 Estávamos todos naquola natural “guforia-e extrenangnis agitados, com aquele deslumbrante púpetaculo que nos era dado preeon- ciar, que ate esquecemos de montar) O telescopio de + pol., atraves do qual teriamos podido melhor identiricar aquela fonte, de luz. Mas, nao sei tem 'porque, me vgio a idoia de tontermos uma comunicação pelo radio com aquelas inteligoncias que asturziam corta- mente estariam manobrando aquela projeção luminosa. E assim fizemos. |, Seguido do mais mmxsm dois do grupo, iniciamos falando mais ot menos nge- tes termos: tAtenção! Se realmente sao astronautas de outro planeta «ue estão aí, procurem dar-nos um sintl afirmativo. Nos cestamos aqui em mig- sao de paz e gostariamos de entrar em contato pessoal com voces!!. Por, mais de uma vez, repetimos isgso, sem obter qualquer respostas MagPorem i | a dia aa a E 1 E E ' W i i 1 1 f ,

Página 3

ARX. 159,p,3/3 3 E! quando o companheiro - Wilson da Silva Stone, falbu-lhes, mais ou "menos. com estas pulavras: "Senhoros astronautas, irmages do qutro plane .a, por favor, para que t Tlusão cortcza da; que- sao vocês quo estao ai v não eo truta de uma. fi iusdo nossa, apaguem ag luzes, por favor... apaguem as lJuzog. ce! esse exato momento, viros todos nos, po com a mais viva emoçao, quado aquelas dois pontos tunkpa de luz ' ao branca, se extinguiram to” quê leto, apagando de cima phra baixo, , dando-nos a entender, que que m: postava ali havia captado ja, tranenl s- são pelo radiol “Ne Atraves de um tinffouto,N pondo ver To no ponto aaxia. iszx onde se eituala o primeiro, foco luminoso, via-se apenas uma pequenina bola de luz vermelha, | nao percebida a éLho” nu. e E pe A reação entre o grupo logo se fez nqtar. Dojs cômpa- 4 "nheiros, talvez pelo pouco conhecimento gobre getds fátas, ficaram " muito nervosos 6 bastante agitados, a ponto de, lago em ojjuida ma- -" a: nifestarem-go desejosos dá! regróssar de impodiato para, a Bidado, ale - gando problemas com o carry no qual haviamvido. . 1 Diante diseo, na qualidade de coordenador do grupo. o, sugeri que aguardassemos apenas mais ung minutos, para vor & “tgleu! se movimentavam em direção Até onde estávamoi e, como ieso:n | cabon- tocou, empreendemos todos o posresso, a Polotas, “gude, chogamor, é g9i.. 32 Be 1 Convem ainda acrepcentar:.o seguinte: apgs aquela eta, . traordinária projeção luminoga, | começamos a observaryoutros pontos). de luz bzanca, como focos de jlanterna, por sobre o mato a nogea os- “querda, a nossa retaguarda, e tambem na es fireção a direi % , Um fato tambem muito interebpanto: Euranto broJoção v IN inicinl daquela luz vermelha'o alananjada) quando ainda estavamos mais dlatanciados, ouvimos, páto radio inter comu: icadorkque ,portáva- mos, como ge estivessem varias pessoas comunica: do-selem língua ga-:. |: panhola, semelhante a transmisaao de radigtamadores. Forém, de tão : alvoropados que ficamos ao observar o fenomeno, luminoao,” não nose lem- bramqa do procurar aver teuas o jue falavam o ayondo pipcedia a trono, migsão. vs ' Ainda um detalhe: o companheiro Pedro Luiz: “Maragço da Cunha, quando do aparecimentt da extraordinaria luz verngiha a alum q ranjpda, bateu 3 fotos com unfilme de 135 asas, mas, infelizmente, + apos revelação, constatau-se;, que a película nada captara, yê talvez por Wt sua pouca sensibilidade, o quo | foi uma pena. » o N E o. E é Ny o , 1 ' Ve , v | cão | . | À N | | mem

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.159.