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Histórias que a vida escreve: Ainda o disco voador.

1969 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.82
Período
1969
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Recorte de imprensa
Páginas
1

Resumo do caso

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Recorte de imprensa de 1969, preservado no Arquivo Nacional (SIAN, referência BR DFANBSB ARX.0.0.82), reúne dois textos distintos sobre o tema dos discos voadores. O primeiro relata brevemente uma conferência em que o palestrante afirmou que seres extraterrestres visitariam a Terra há milênios e que o governo dos Estados Unidos manteria em segredo a existência de uma nave e de cadáveres de tripulantes recuperados no deserto. O segundo texto, assinado por "Malu", apresenta o testemunho pessoal de uma mulher que afirma ter avistado, sozinha, nas proximidades do Recreio dos Bandeirantes (Rio de Janeiro), por volta das quatro horas da manhã, um objeto de luz alaranjada pairando sobre a água e girando antes de ascender verticalmente e desaparecer, episódio acompanhado de interferência no rádio do automóvel.

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Página 1

. “ je! a vida escreve: Ê 1 acontece; — um o ja — escolho mero. À iá que o tempo esta cantando feia fece e veneraudo avô tem rabo tem Gn: o éres extrater- restres «! a terra bá milhares de anos. segun 1 cão, nun unterência reoli- Associação Cri socos de Bue- Universidade es auspic sobr + O ora: maniko um tou: ipol da reunião, Pedro Ro- dor particular. acrescen- s acontecimentos é a existência das na- stres”, nos Estados Unidos. à e em manter secreta a disco voador caido no deserto da nave, construida com mate- is m encontrados os ca- » parecidos aos ter escontou que le- que erem utimen- era impelida por dáveres do seis tri restres, embor: menore: vavam pílil tos, Oi 5. supondo- "uinie: S serto “invasores” não es 2o O Disco Voador MALU a coisa entalada na minha garganta, mas. não resisto à teniação de dizer, na rerteza de correr todos os riscos, inclusive de passar por débil menta!, Mas, dane-se, Os discos existem mesmo. E eu VI UM Ha DUAS SEMANAS ATE ÁS! Conto fogo. para ficar livre do que está me sufocando: sai de um baile às 3 horas va manhã. Estava só, Fazia muito calor, Eu es- tava precisindo tomar um pouco de ar prro Assim, segui. de carro, até a Avenida Niemeyer. Fui seguindo. Em marcha reduzida. O ar puro era uma delícia. Quando dei por mim estava no Recreio dos Bandeirantes. Continnei a seguir em frente. Sem von- tade de voltar Até raciocinei: — “Volto por Jacarepagua”. O rafinho do carro estava ligado. Uma cantora americana que não me 'em- bro o nome cantava “Free Again” sem a ente- goria da nossa Leny Eversong — que é sensa- cional. De repente. o rádio comecou a estalar paca. Estranhei, Não havia prédios em volta. Eu não en- trara em nenhum túnel, Torci o botão. Nada. kicou pior. De repente, que susto! Um clarão alaranjado acontecia a nns 29 metros ou 30 das águas. Instintivamente, pa- rei o carro. Mais de médo — confesso — do que de outra coisa. ERA UM DISCO! proPor sair do ly r. pernas tremeu- rava girava, girava, envólta na tal lvs ala- ranjada, *ODRIGUES ' Amor — Será que estão me observando? Fui tomada de um mêcdo pânico, Tentei engrenar uma “primeira” c de iveal q mais depressa possível. A estrada estava deserta. S quatro horas. Tôda atrapalhada, não consegui “engatar” o raio da “marcha”. Ôlho no aparêlho, êste comecou a girar mais ripidamente, A luz alaranjada se intensificou. Ea t- nha a impressão que o meu roste se acendia e se apagava. Rezei. então. Algo dentro de mim me dizia cue ev não viveria mais vara contar o que viva Mas, felizmente. 0 aparéibo girou com in- crível velocidade e subir vertiginosamente em sentido vertical, para desaparecer lá nos con- fins do cén. O radinho do carro voltou ao normal, O locutor fazia um anúncio de uma ca- misaria, Pude então “engrenar” a marcha, iz meia volia e voltei pra casa, co aquela visão dentro de mim, segrêdo que vinha mantendo até ontem, para não passar por maluca, Mas, sinceramente, não aguentei muis, Ou contava ou, em verdade, acabava per- dendo o juízo. Quem quiser acreditar, que acredite. Não faco questão, O importante, pra mim, é a minha ver- dade. Os discos existem. EU VI UM DÉLES NO RECREIO DOS BANDEIRANTES. E, de tanta mêdo, quase tive um filho sem estar prá .da! am umas

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.82.