Desclassificado

Informe sobre queda de objeto voador não identificado em Morrinhos, estado de Goiás.

1981 · GO · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.212
Período
1981
Local
GO
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Recorte de imprensa
Páginas
6

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Em agosto de 1981, o Sexto Comando Aéreo Regional registrou, em documentos confidenciais hoje preservados no Arquivo Nacional, os relatos sobre a alegada queda de um objeto voador não identificado em uma represa da Fazenda Santa Rosa, nas proximidades de Morrinhos (GO), ocorrida possivelmente em 1980. Testemunhas, incluindo o fazendeiro Gabriel Estevão Reis e seus familiares, descreveram o objeto como cilíndrico e de coloração amarelada, com cerca de oito metros de comprimento, que teria mergulhado na represa causando intensa agitação da água e a morte de todos os peixes. Diversas pessoas que participaram das tentativas de recuperar o objeto relataram sintomas como náuseas, vômitos, insônia e dores; Wagdo Estevão, filho do fazendeiro, faleceu de leucemia aproximadamente quinze dias após ter tido contato com a água. O caso motivou comunicação formal do Promotor Público de Morrinhos às autoridades militares, que registraram suspeita de contaminação radiológica no local e acompanharam a repercussão na imprensa goiana.

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FEB ia CONFIDENCIAL MINISTERIO DA AERONAUTICA SEXTO COMANDO ABREO REGIONAL Em: 27 Ago 81 SEÇÃO DE INFORMAÇÕES - A/2 - ASSUNTO. . quan Do ccvoco casco e ss. é BR. oca ccical o o ITA COMAR - CLASSIFICAÇÃO. . Rs B- DLBBIRO...........0..... CISÁ-BR - CLASSIFICAÇÃO ANTERIOR , co pe «SUR emo 6 qm mo meo — DIFUSÃO ANTERIOR....... mememememe mem meme SuN PP twnmnH 1 NU ME RAÇÃO M.Aer PSI INFORME Nº 059/S1/I comar/81 “. dele? O Promotor Público de MORRINHOS-GO, Dr sos sul. comunicou e oi providências ac é da queda de um objeto | voador não identificado, em 1980, a daquela região.” ; Ele atribui ndo o a morte, por causas assconhe | cidas, de um trabalhsdor da região. Suspeita ainda de contaminação radiológica no local.-.-.-.-.-.-.—.-.—.— meme mem mama mem am ções

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CONFIDENCIAL MINISTERIO DA AERONAUTICA SEXTO COMANDO ABREO REGIONAL Em: 10 Set 81 SEÇÃO DE INFORMAÇÕES - A/2 - ASSUNTO................. OBJETO VOADOR NÃO IDENTIFICADO MORRE... ooo eee - CRASSIPICAÇÃO. ....c.reeo B-3 - ONRRRRO era nao CISA-BR = CLASSIFICAÇÃO ANTERIOR... +etetetetetetetotetotototo - DIFUSÃO ANTERIOR..... A E esto rotor deter — REFERÊNCIA.............+ INFE Nº 059/51/NI COMAR/81. = ANEXO. . é cc coc coco cc 0.» Recorte do jornal OPÇÃO. NUMERAÇÃO Re M.Aer PSI INFORME Nº 075/SI/VI COMAR/81 122 SIN Un E tw mn H 1 - O jornal OPÇÃO, de GOIÂNIA-GO, publicou uma repor É tagem sobre a queda de um OVNI em MORRINHOS. A notícia foi Eae il do informe de referência. Segundo o noticiário, o fato: ocorreu em 12 de agosto de 1981, mas, segundo o conhecimento desta SI, o aco tecido foi 1980. Em síntese, aQgeportagem diz o seguinte: : O fazendeiro GABRIEL ESTEVÃO REIS e seu filho, REI NALDO ESTEVÃO, testemunharam, à queda de um objeto parecido com um charúto dentro da represa Qi tuada em sua propriedade. A represa me de cerca de 35 por 25 metros. Foram feitas várias tentativas visan: do recuperar o objeto. Todos os que tiveram contato com as aguas || da represa sentiram, algum tempo depois, sintomas patológicos carar terizados por enjõos, insônia, angústia, agitação, vômitos, dores | nas pernas e desânimo. WAGDO ESTEVÃO, também filho de GABRIEL, que participara de uma das tentativas de resgate, veio a falecer de leu cemia, +.etetetetetetetetetetetetotetotetetetetetetatototototodado ans Ê etetetetetetetetetetetetototetototoetotetototetetototetetoto dotada etetetetedatotetedadetodadadtotadado INSÁVEI 1

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mas sem freios, o aparelho mergu- lhou nas profundezas da represa da fazenda Sana Rosa, a oito qui- lômetros de Morrinhos. : Com o impacto a água: do lago: foi jogada“ há mais de 100 metros: de distância e “até a nossa casa estremeceu"", disse Gabriel, Medin- do 35 metros por 25 de largura, o pequeno lago''ferveu durante cinco minutos” matando todos os peixes e subindo o nível em mais de 30 centímetros. O lago engoliu o es- tranho objeto amarelado “de cinco metros de diâmetro por oito metros de comprimento. Wagdo Estevão, de 19 anós, filho do fazendeiro foi.o primeiro a ter contato com a água depois do mergulho do objeto. Uma semana depois começou a pas- sar mal e depois de 15 dias morria de leucemia, num Guiânia, ESTRANHOS SINTOMAS Quatro outras pessoas que ten- taram desvendar o mistério, esgo- tando as águas da represa, vêm so- frendo de um estranho mal que nem vs médicos conseguem diagnosti- car. Os sintomas apresentados são “vs mesmos: enjão, insônia, angús- tia. agitação, vômitos, dores nas nornac antes da Ane! A hospital de Fazenda Santa Rosa, palco de estranhos acontecimentos após a queda do objeto Rosa, ficaram a filha Eleneusa e Waldivina Rosa dos Reis. - Eram 14 lioras e o sol estava muito forte. Paramos para descan- sar e foi o menino que me alertou para 'o- barulho”, contou o fazen- der, E, aorescontous “parecia um avião à jato. Olhamos para o céu c nada vimos. A gente olha- va para um lado e parecia que es- tava em outro. Quando a coisa es- tava bem pertinho é que vimos o que era. Parccia um charuto grande que ia cair quasc em cima da gente. Aí, ainda. em alta velocidade ele fez uma-mansbra e caiu na represa. O estrondo fói como unia éxplosão de de cinco minutos. Fiquei mui assustado e não fui ver, Corri par casa e vi minha mulher e filha, 1 lidas gritando por mim. Abracei ; duas e o menino. Eles começaram chorar e ficamos até a nc ite sem sa dc casa. HFenset Que tosse mim « mundo. O fazendeiro explicou ain: que todo o seu gado fugiu e que energia na fazenda foi cortada a à noite. “Isso deixou a gente ai da mais assustados”, disse. MUITOS VIRAM Na manhã seguinte, vizinhos « fazenda se aglomeraram na porta casa de Gabriel querendo saber que foi aquele: “negócio umin

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orientados por um ady ogado da. cidade, ee tentativa “de encontrar alió sólido. ISomente com a providência de escoar a lama, com pás, eles conseguiram notar uma verdadeira cratera no ponto central da represa. Com uma vara de aproximadamente 10 metros de «com- primento conseguiram atingir “algo grande, sólido e liso” no interior do buraco que tem cerca de oito metros de diâmetro. Mas como perceberam que eram impotentes para chegar ao objeto, resolveram desistir por não terem ferramentas apropriadas para guinchar o objeto. Impotentes diante do pro- blema, resolveram fechar a barreira e a represa voltou a encher. PRIMEIROS SINTOMAS O advogado acompanhou de perto o trabalho dos jovens, chegando, inclusive a entrar na lama. Oito dias depois da operação, Wilson Borges, sentiu-se mal: “estava trabalhando e tudo desapareceu da minha frente”. Conta que quando mexia com a mecânica de uma máquina pesada, sentiu-se desfalecer. “Fui ficando, pequeno. Parecia que entova diminuindo de tamanho. Pequeno, pequeno, até que sumi. Me senti a menor das criaturas. Depois tudo Wilson Borges, Bado Danzela e José Borges pareceu ser um sonho. As pessoas falavam comigo e eu nada entendia. Me levaram para a cama e só acordei no dia seguinte, com um nervosismo que nunca senti”. Wilson disse que quando foi para a oficira de sua propriedade, não podia sequer ouvir barulho. “Tudo me irritava. As pessoas quando fa- lavam comigo eu desejava matá-las. Não queria ouvir nem falar. Queria apenas ficar parado em um canto”. — Eu acabei depois que entrei na- quela lagoa - comentou o mecânico, que tem os olhos congestionados de sangue. E, complementou: “Olhe pra mim Sempre fui um Homem sadio. Nunca senti nada. Agora estou parecendo wplhe Mingo emite tive caeqneS Inaia s sinto angústia, agitações, dores nas pernas e sem fazer qualquer esforço, vivo suando. Ainda não fui ao médico ““estamos condenados à morte”” mas sei que o negócio não é bom. Se fouao bom eu não estava'sofrendostanto, né? 4 Ao lado de Wilson, estão) dai Borres e Bado Danzela. Todos sentem o mesmo sintoma de Wilson. » ão con- seguem'mais traballiar e ch:gam a afirmar que estão parecendo c: chorros loucos. ““Tudo nos assusta. |'arulho, gente que passa, amigos que 1195 cum- primentam. Não sabemos o que vai acontecer não.. Certo, porém, é que todas as pessoas que tiveram contato com a água da lagoa depois que o objeto caiu, têm uma enorme dificuldade de'coord nar as idéias e misturam a realidade com suas ilusões de óptica. Todos têm colírios e sentem medo disso! 8 Vezes a gente está parado e começa a conver :ar com pessoas que só nós vemos. Tud:: parece um sonho. Ou, um terrível pesac elo” ARX: dela p 4/6

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ARX: LI, po 5/6 A pequena cpresa onde o 'jeto caiu. Até sora, ninguém sabe do que se trata Wagdo Estevão o lado dos pais: Morreu em ; i a dar maior assistência a” ese circunstâncias o É A E xada É

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t Advogado na cidade há pouco mais de dois anos, ele tem medo de cair no ridículo e de complicações profissionais. Mas fala sobre o ob- jeto que caiu no lago, com um vasto conhecimento de Ufologia. Também ele está sendo vítima das possí- veis irradiações da represa e confes- sa que já procurou diversos médicos sem que fosse diagnosticada qual- quer doença física ou mental. Para ele, o objeto é dirigível e procurou aquele local para evitar um choque maior. “Possivelmente eles estão reparando o mecanismo à distância. E não se assustem se, de uma hora para outra, a nave içar vôo”. Acredita o advogado que o ob- jeto pode ser uma “nave mãe de so- corro”. Segundo ele, as naves mães já fotografadas pela NASA, têm o mesmo formato desse objeto que caiu em Morrinhos mas, seu tama- nho é pelo menos des veses matar. “Pode ser, também, um reserva- tório de combustível que funciona “sihtumas. como um posto de gasolina do es- paço”, comenta com seriedade, com alguns tiques nervosos, aparecidos depois que teve contato com a água. ESCOLHEU O POUSO As argumentações do advogado vãs além quando cle acrescenta, que “o aparelho - que ele prefere chamar de OVNI - estava sendo dirigido e pussivelmente não era tripulado”. Para sustentar essa argumentação ele cita o fato constante no depoi- mento do fazendeiro quando ele diz que o objeto fez uma rápida manobra para não cair nas pedras. “Eles pro- curaram um lugar que não causas- se muitos danos à nave” - afirma. E vai além: “logo depois que o objeto caiu ou pousou na represa, sobrevoei a área e percebi que não havia possibilidade de alguma coisa «air ali sem que fosse manobrada. A! fi fi da. É local Mundo €aineimente têm-se boa visão aórea”. juc os: quatro . 2 A nodo de explorar à situação. no o Ano Internacional da riança m cima do qual'o Govern rojetar sua imagem, fazer políti- a. E uma falta de respons:ibili'ade juito grande, vamos;| respeitar as sianças. No: diretório: do PMDB stamos discutindo muito essa ques- o, para fazer um trabalho coónsci- ne” Perguntada se' há espanamen- s de presos nas delegacia. Con- ição Gayer disse que e! 1979 z uma denúncia nesse sóntido, rque alguns policiais estaam se cedendo no tratamento físico dos 2sos. “Recebi ma série di pres- 2s por isso, Sempre fui contra a lência e não me enquadr: va no tema. Por esse. problera fui 'terida em minha carreira. Quon- deveria rsusboer promoção, ctvs cavam até nomes de pes:vas já :cidas para o lugar, num: tenta clara de me barrar”. a ARX. add prble

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.212.