Caso Legnaioli: relatório sobre investigação de ocorrência no bairro da Penha, na cidade de São Paulo, em julho de 1978.
1978 · SP · Ministério da Aeronáutica
- Código de referência
- BR DFANBSB ARX.0.0.182
- Período
- 1978
- Local
- SP
- Órgão
- Ministério da Aeronáutica
- Documentos
- Relato
- Páginas
- 7
Resumo do caso
conteúdo editorial do siteEm julho de 1978, no bairro da Penha, em São Paulo, o jovem Dalton Legnaioli relatou ter avistado um objeto não identificado de formato circular — descrito como dois pratos sobrepostos com aproximadamente dez metros de diâmetro —, suspenso a cerca de dois metros do solo, que teria emitido feixes de luz atingindo seu cão e, em seguida, o próprio rapaz. O pai, Odirlei Legnaioli, confirmou ter visto, do interior da residência, o animal entrar assustado e o filho em estado de choque, além de avistar do lado de fora uma luz alaranjada se afastando no céu e luminárias de rua com coloração avermelhada. A investigação conduzida no local nos dias seguintes não encontrou marcas no solo, vegetação queimada ou qualquer vestígio físico do ocorrido, e o exame do garoto também não revelou sinais corporais. O relato, preservado no Arquivo Nacional sob o fundo "Objeto Voador Não Identificado" (SIAN), integra o conjunto de investigações conduzidas por autoridades brasileiras sobre avistamentos durante o período.
Documento digitalizado
Ative o JavaScript para folhear todas as páginas e usar o zoom.
Transcrição automática (OCR)
Texto extraído automaticamente dos documentos digitalizados — pode conter erros de leitura. O scan original prevalece.
Página 1
SRONAUTTOA auar o COMANDO AE REGIONAL sra a 7.78, às 17: 15 hs na Rua, Padre mar ulo/SP. “lado da residên a da om aproximadamente 12 X40m T08, rução e algumas árvores. de peg é no - : porte. MaqueJa data se encontrava na cozinha da referida casa o yr O- “da É AS Legnaioli e seu filho DALTON, naquele horário o garoto sai ul inha para olhar alguma coisa do “ado de fora e o seu cão o E é a |O E ASA acima do nível da rua, ben como o terreno acima citado. Dil - “ZON ao chegar junto a rua viu uma parte metálica que se mostrava iessa- Sa * forma visto do ponto onde se. encontrava e o espaço do terreno, 1 “ime “diato pens sou que fosse um Helicóptero, mas quando se colocou en 7 lNor posição aíirma ter visto um, aparelho com a seguinte descrição: ll X Ea de Formato: Dois pratos superpostos de boca um para o outro com duas. eveçoes, 3, sendo uma na parte superior e outra na inferior à» for po localizado ao centro do mesmo, parecia ser uma superfície otéli “ca, & vigias, epcotilhas vísíveis e junçõeso Na parte superior va um dispositivo em forma de “gancho”, Na parte inferior e abaixo dal le- vação afirma que havia três esferas aparentemente trasparentes qi'e “giro vam em torro de ci próprias e que emitia luzes de cor amarela, vermelha e azul, o aparelho tinha uns 10 metros de diêmetro, parecia estar imó - vel e suspenso no ar a uns 02 metros do solo. Na parte inferior havia - um movimento nas esferas que parecia girar e com luzes já mencionadas e não emitia ruido. O garoto ficou imóvel e o seu cão começou a latir, se gundo DALTON, da parte superior do objeto, onde havia o dispositivo em forma de "gancho" saiu um feixe fino de luz que atingiu o animal, Essa luz assumiu o corpo do animal e o envolveu e imediatamente o anim 1 pa rou de latir e começo a se afastar do local. DALTON afirma que o vonitor nc do orp» do animal ficou "gravado" na luz. Em seguida na parte à Peri o1 onde havia as esferas ocorreu um clarão originando uma cor 1ilfs ] guide de outras nuancias. Um segundo feixe de luz de cor branca agrlegia (semelhante a luz de um flash) em forma de leque e o atingiu. Sentib um “bafo de ar quente" e afirma que sua camisa e seus cabelos pareciem a- traidos . Nesse instante, segundo DALTON, ouviu uma freada de um velcu- lo na rua, abaixo de sua casa. O suposto "veículo" deu uma arrançsde em seguida partiu. Ele, ainda estava envolvido pela luz que cessou em se ui da. Seu impulso naquele instante foi de fuga, O Sr Odirlei Legniioli - que se encontrava no interior da residência percebeu que o animal entro pela porta da cozinha e parecia amedrontado. Em seguida ouve também una freada e a seguir entra o DALTON que parecis em estado de choque. O sr Odirlei pensou que DALTON havia soírido uma queda, mas devido ao ec“ Tô do garoto e conforme suas gesticulações (não conseguia falar) ele '- reu pelo corredor até o lado de fora, Afirma que pode ver um objeto que se deslocava no céu (não pode precisar a distância e altura) que emitia continua seo ...
Página 2
ue ei itia uma luz alarangatal É Afirmou ainda que as luminárias: de rua “haviam sofrido interferência e que estavam avermelhadas, dilei o sennar esteve no “terreno em seguida e no dia posteriz marcas, sinais de vegetação queimada ou qualquer outra coiss q lhe parecido anormal ? Estive após o ocorrido com um “farolete- e gem o no dia seguinte fazendo uma averiguação no local. Não encoa : - io menor sinal de marcas, ponta de capim queimado, mesmo nos sr - bustos, não havia nada. UMA los Notou após o ocorrido alguma caracteristica no comportâmento de DE —- TON ? Fez algum exame médico ? Claro que o garoto ficou assustado, traumatizado. Examinei seu corpo, mas não havia manchas e nenhum ou tro cinal físico. O Senhor disse que quando saiu para verificar o que estava acontecen- do, chegou a ver uma luz alaranjada que se afastava no céu e que as — luzes da rua estavam avermelhadas. Durante o tempo que o fato ocory ia com o DALTON o senhor estava dentro de casa ? Ag luzes e a TV estes am funcionando ? Houve alguma interferência com eles ? Sim, a TV estava ligada e as luzes também. O objeto esteve a meios de dois metros da parede e não aconteceu nada aqui dentro, nem com as Ju zes, nem com a televisão. Além dos senhores quem mais presenciou o ocorrido. Há mais testemu - nhas ? Como falei a rua estava deserta o que é de se estranhar, pois aqui -— sempre tem movimento de pessoas ou de veículos. Não sei se há mais al guém. A freada que ouvimos; O cidadão deve ter entrado na Rus Jiquoi- ra Silva para a Bernardino Bandeira e deparado com o objeto, e com o susto deve ter freado daquele jeito. dk O Sr Odilei Legnaioli é Sargento da PMESP, e a primeira vista parateu bem conscio do problema. O garoto DALTON apesar de seus 11 anos de i- dade é um garoto esperto e de fácil comunicação. A entrevista ocorreu no dia 16.09.78 com inicio às 19:00 hs e se pro- longou até a madrugada do dia 17.09.7806
Página 3
LIZA %o 'DO ENDERE 0 PENHA - SÃO PAULO local da E aterrissagem residencia do Soto, Odilei Legnaioli Sri sono, ontouvliza auovs uns “RUA EAN LRA SILVA Região acidentada, populosa com poucas espaços desabitados. Próximo a casa do. Sgto. Udilei existe um torre de teleça | di municações do EMBRATEL,
Página 4
Foto tirada por Carlos em junho/julho/1974, Lm ponto em formato triangular o de e visto à ssqusrda do bico da calha “lente pude ser visto menciondádu, A uma uureula em ar cap com auxilio de torno do ronio
Página 5
Dosenho feito pelo menino DALTON LECNAIOLI na madrugada de sabado para domingo de 17/09/73,
Página 6
ARXa 186 p-Gla =. 49) o
Página 7
Croquis para «stuco-da observação: caso Legnaicl: a) 19 ua Se o observador cctavz u menos de 4 metros do objeto impossivel ver a cupula superior, calculando-se que rida cupule tenha pelo menos 5 metros Ce diametro, C itemprimeiro, decorre da altura da base + altura da base infericr + bese superior observador. Considerancte-se que o objeto f Conclusão; c observador estava a + de cuatre me haver assa possibilidade, OC animal atingido pel cupula supericr deve estar numa distência compr 10 a 15 metros do centro do objeto. Estas Ceduções nau se aplicam caso o côjeto tive formatos, em outra altura, 6 com dimensoes meno . oe
Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.182.