OVNI - Recorte de jornal
1986 · Local não identificado · FAB
- Código de referência
- BR DFANBSB ARX.0.0.258
- Período
- 1986
- Local
- Local não identificado
- Órgão
- FAB
- Documentos
- Relato · Fotografia · Recorte de imprensa
- Páginas
- 20
Resumo do caso
conteúdo editorial do siteO dossiê, preservado no Arquivo Nacional, reúne recorte de imprensa publicado na Folha de S. Paulo em 8 de junho de 1986, acompanhado de relato e fotografia, sobre a busca científica por sinais de vida inteligente extraterrestre. O texto aborda o Projeto Ozma e os esforços de astrônomos norte-americanos — entre eles Frank Drake — para detectar mensagens via ondas de rádio, bem como o impacto do acidente com o ônibus espacial Challenger nos planos de lançamento do telescópio Hubble. O artigo destaca que a comunidade científica da época rejeitava a existência de discos voadores na Terra, posicionando a radioastronomia como único meio viável de eventual contato entre civilizações cósmicas.
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a ções extraterrestres jí periências sotisli j estão sendo f tcosta veste de onde cientistas telescópio de 26 1 no rastreamento de n: tárias, para explo busca de mensagens gentes. A procura de si por extraterrestres cor mente às 16h do dia nos Estados Unidos astrofísico Frank Drake, da de Projeto Ozme 9 . E 7 : 4 74 é E teniisia Q Da Reportagem Loca se A busca de conta pá o = Se não deu nenhum res fazem hoje, às 8h, a pro Ciências do exame de suplênci de Exames Supletivos da : de Educação (Cesu). À prova de Organizaçar ca do Brasil (OSPB), o 4 os exames supletivos (a ; fase aconteceu na sernana pas: AM HOJE ORtES — Demingo, 8 de junho de 1986 a NS FOLHA DES. PAULO curam nos céus sinais de extraterrestres de sua Drake -xidade da ulou projetos ética, co- m encon- s em torno ama, O mente, um éu— selecio- distâncias Niels Andreas ha, o Cesu realizou a com um índice de A tarde, somente suplência de 2º a de Língua eu na Figueiredo” (região gabaritos juarta-fesra compatíveis com o alcance da tecno- logia atual e com possibilidade de abrigar sistemas planetários e vida inteligente à suayolta. Atraso no programa O acidente cam o Challenger, no início deste ano, afetou os projetos de contato com civilizações extraterres- tres, já que, em agosto próximo, deveria ser lançado o telescópio espacial Hubble, capaz de revelar, entre outras novidades, sistemas planetários orbtando estrelas vizi- nhas. Enquanto/o Hubble não sobe —e ele não poderia resolver o problema do tato, mas fornecer pistas importantes—, cientistas nor- te-americanos trabalham na constru- ção de um equipamento que pode apenas os sinais conectar duas ou mais civilizaçõe! cósmicas —devido basicamente às enormes distâncias ue as separam e às complexas dificuldades de interestelares—, geral rejeita a presença, na Terra, de objetos como os qontrovertidos discos ““ovnis” (objetos rações de entanto, como Asimov no livro [Civilizações Extra- terrestres”, prejéem que das 390 milhões de posskeis civilizações de nossa galáxia, à Via Láctea —com algo em torno cem bilhões de estrelas—, aj umas 260 seriam tão “primitivas” quanto a nossa. Uma obra que feu respeitabilidade ao assunto ''extriterrestres”, o “Vi- da Inteligente ndUniverso”, resulta- do da parceria do astrônomo norte- americano Carl jagan com o soviéti- ajudar a viabilizar este sonho: um analisador de canais múltiplo de espectro eletromagnético, capaz de separar sinais de rádio naturais, como os emitidos pelos astros, de possíveis mensagens codificadas de seres inteligentes. Os sinais de rádio, uma espécie de telegrafia cósmica, acreditam os cientistas, seriam os únicos canais de contato entre raças inteligentes, cuja existência é uma verdade estatística, com aceitação crescente para a ciência. A um grande número de cientistas parece pouco sensato acre- ditar que a vastidão do universo abrigue um único planeta com vida, exatamente a Terra. (Ulisses Capo- zoli) co I.S. Shklovskii, também não refe- renda a existência de discos voado- res. Assim, a telegrafia cósmica, via sinais de rádio, poderá ser por um largo período de tempo —ainda que isto não seja menos fantástico— a única forma de contato entre duas ou mais civilizações cósmicas. Frequências de contato De qualquer forma, os cientistas se preocupam agora em localizar a frequência ou frequências em que extraterrenos já estariam enviando mensagens, como nós próprios já fizemos e continuamos a fazer. Uma banda bastante pesquisada, de 21 centímetros de comprimento de on- da, já foi batizada com o nome sugestivo de “bebedouro”. Esta fre- quência corresponde às emissões feitas pela oxidrila, composto forma- do por átomos de hidrogênio e: oxigênio, respectivamente os elemen- tos mais abundantes no universo e: E ESTRE e AS candidatas a p sistemas rios com eventuais " formas de vida nas proximidades PESE A solar. Nina do sue Másca estrela nois (sol = 1) Épsilon Eridoni 10,8 0,80 Tau Ceti 12,2 0,82 Sigma Draconis 18,2 0,82 Delta Pavonis 19,2 0,98 82 Eridani 20,9 0,91 Beto Hydri 21,3 1,23 Zeta Tucanae 23,3 0,90 OBs.: estrelas em sistemas duplos ou múltiplos e de mosso muito maior que q solar teriam diminuídos suos chances de abrigor plonetos com vido, exatamente os tormadores da água. Há uma crença mais ou menos estabelecida de que a água é a grande base universal para a mani- festação da vida, embora outros compostos não devam ser completa- mente desconsiderados. Assim, as raças inteligentes mais próximas procurariam um “bebedouro” co- mum para se encontrarem. Em 197, uma equipe de radioastronomia in- glesa acreditou ter recebido sinais de uma civilização extraterrestre sob a forma de pulsos de rádio extrema- mente rápidos, um verdadeiro “ti- que-taque” com periodo de 1,3 se- gundo. O caso foi temporariamente mantido em segredo e a suspeita sobre sua origem sugeriu o nome de “Teoria dos Hemenzinhos Verdes” para a sua catalogação. Pouco de- pois, no entanto, descobriu-se que os sinais não provinham de instrumen- tos alienígenas, mas eram emitidos pelos pulsares.(UC)
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MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA ED sad se dã Piero 9%. DE BESSA,
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:80 Brasília, domingo, 3 de agosto de 1986 CORREIO BR AZILIENSE * Ufologia quer furar * osilêncio oficial -» Um ufologista canadense e“ outro haitiano — que «atuam nos Estados Unidos “colhendo depoimentos e protegendo pessoas que so- frem perseguições das au- toridades após terem avis- tado algum tipo de Objeto Voador não Identificado — estão em Brasília tentanto “furar o bloqueio imposto pela Aeronáutica sobre o episódio dos discos voado- res ocorrido em maio em São José dos Campos (SP). “Os civis querem ter acesso Tas informações sobre o fe- «nômeno, restritas até ago- ga ao Centro de Operações «da Defesa Aérea do Minis- ério da Aeronáutica. » Os estudiosos, que man- “têm uma empresa especia- dizada em Los Angeles, a *UFO-Contact Newsline, es- jão sendo assessorados por sdirigentes do Centro de “Pesquisa de Discos Voado- mes do Centro Nacional de Estudos Ufológicos e do “Instituto de Tecnologia Al- ternativa. Ficou acertada a «realização da Bienal Brasi- eira Internacional de Ufo- ogia, no ano que vem, no entro de Convenções. O sgrupo discutiu, ainda, o ca- So da Salyut 6 cujos cosmo- nautas avistaram uma na- e extraterrestre com três ripulantes. * Os técnicos da UFO-. ontac- também conhece- am o projeto de criação da idade Esotérica, e infor- aram que será cons- ruída uma semelhante no Estado do Arizona (EUA) em condições idênticas às “projetadas para Brasília. » Vieram para estudo do «caso dos OVNIs os dirigen- tes da UFO-Contact: o ca- nadense Paul Shepherd e o haitiano Bill Ornelas, des- cendente de habitantes da Jlha da Madeira. Um outro dirigente é Dennis Yeaver, fue atuou como ator no fil- me “Contatos Imediíatos do erceiro Grau” e resolveu vestir tudo o que tinha na mpresa. ' A UFO-Contact tem co- ' Especialista relata Wetudinen da toma a mo finalidade promover a compreensão dos seres hu- manos sobre os extrater- restres, Seus responsáveis acham que, se os governos fossem mais abertos diante da realidade dos UFOs e li- berassem seus conheci- mentos a todos os interes- sados, seriam evitados o medo e pânico que existem sobre o assunto. ''Admitir- se a existência dos ETs”, dizem, “é um passo decisi- vo para que os recebamos bem com boa vontade pois, eles, como nós, são filhos de Deus. A empresa se mantém pela venda de ma- terial sobre Ufologia no mundo inteiro, incluindo textos, fotos, filmes e vídeos. Utilizando sistema telefônico que permite liga- ções de baixo custo, recebe cerca de 1 mil 700 ligações por dia dos mais diversos pontos dos Estados Unidos e até do exterior. São pes- soas que relatam observa- ções de OVNIs. Segundo Paul e Bill, as autoridades nos Estados Unidos procuram abafar tudo quanto diga respeito ao aparecimeto de objetos não identificados, fazendo ameaças, prisões e até mesmo matando pessoas. A UFO-Contact dá assis- tência a todos, inclusive portadores de distúrbios mentais em virtude de la- vagens cerebrais. Os técni- cos afirmam que, apesar das restrições impostas ao caso de maio último, as au- toridades brasileiras em termos de aceitação aos ETs estão muitos pontos acima das americanas. A tentativa de obter informa- ções do Coda está sendo fei- ta por via indireta, através de oficial com influência no Ministério da Aeronáutica. BRASIL PRESENTE Na pesquisa que estão efetuando, Paul e Bill con- tam com a assessoria do professor Adhemar José Gevaerd, editor da Revista tinadoe nelas antoridades Brasileira de Parapsicolo- gia e Ufologia e presidente do Centro de Pesquisa dos Discos Voadores além do diretor-executivo do Centro Nacional de Estudos Ufoló- gicos e diretor de Planeja- mento do ITA, Luiz Gonza- ga Scortecci de Paula, Par- ticipa ainda Antônio José de Castro, assessor espe- cial da presidência da Co- deplan e ilustrador do livro Roteiro de Brasília, de Deoclécio Luz. Luiz Gonzaga diz que o encontro tem a finalidade de estreitar relações para uma melhor articulação entre os grupos civis de es- tudos e pesquisas ufológi- cas que atuam em nível in- ternacional. O objetivo é resgatar o direito de todos os povos sobre as informa- ções retidas pelos gover- nos, organizações religio- sas e paramilitares a res- peito do fenômeno UFO e de acontecimentos para- normais. Segundo Luiz Gonzaga, se estes fatos vlessem à tona, o destino da humanidade seria radi- calmente alterado e se evi- taria um conflito nuclear em razão das profundas al- terações que a atual estru- tura de poder político, mili- tar, econômico e religioso sofreria em nível mundial. Os técnicos brasileiros narraram aos dirigentes da UFO-Contact episódios ocorridos no Brasil envol- vendo o aparecimento de OVNIs. Entre eles foi cita- do o caso do comandante Brito, da Varig, que no dia 8 de fevereiro de 1982 foi perseguido, durante três horas, na rota Fortaleza Rio de Janeiro, por objetos voadores que não conse- guiu identificar. Na oca- sião, as autoridades da Ae- ronáutica acharam coeren- te o depoimento do coman- dante Brito e o levaram ao 1º Comando Aéreo, em Be- lém, onde foram exibidos filmes e até fragmentos de OVNIs para o comandante. Informados sobre a cons- trução da Cidade Esotéri- ca, que abrigará órgãos universalistas, pacifistas e ecológicos, os ufólogos americanos se mostraram entusiasmados. No Arizona está sendo construído con- junto idêntico, a 600 milhas da costa, em área situada a 1 mil 300 metros acima do nível do mar. Brasília tem a mesma altitude e fica a 1 mil quilômetros do ponto mais próximo do mar. Nas duas cidades será construído um ““espaço- porto”, uma espécie de “templo cósmico dedicado ao incognoscível — “o que jamais será”, explicou Luiz Gonzaga. Ali vão se reunir entidades para- científicas, pacifistas e al- ternativas a fim de cele- brar o encontro da humani- dade com seres de outros planetas. CASO DE MAIO As informações obtidas pelos estudiosos sobre o aparecimento de discos voadores no Brasil em maio restringem-se ao que foi noticiado oficialmente. Adhemar Gevaerd exibiu aos diretores da UFO- Contact um manifesto do CPDV e da revista Ufologia Nacional e Internacional distribuído a 2 mil 500 ór- gãos de imprensa, 35 gru- pos brasileiros de pesqui- sas ufológicas e aos cerca de 3 mil 600 assinantes da revista, O documento traz conclusões sobre as obser- vações de OVNIs ocorridas em maio, com a posição dos ufólogos civis brasilei- rose a participação da For- ça Aérea. A Bienal Brasileira In- ternacional de Ufologia se- rá evento permanente em Brasília, com apoio do GDF, através do Detur, ITA, Ceneu e da União Na- cional de Organizações Brasileiras de Estudos e Pesquisas Ufológicas. contato da Salyut cose assentos. sequência de sinais que não
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oe erceiro Grau” e resolveu vestir tudo o que tinha na empresa. t A UFO-Contact tem co- auusons x * Estudioso do tema, e reocupado com o destino ue as experiências com os bjetos Voadores não Iden- icados podem tomar, o rquiteto Luiz Gonzaga ortecci fez um amplo re- to na revista Ufologia Na- lonal e Internacional a peito do contato que os tronautas tiveram com im UFO. Tudo aconteceu entre os dias 12 de março e 14 de maio de 1981. * Vladimir Kovalyonok e Viktor Savinikh tripula- vam a nave Salyut 6 pelo cosmo quando observaram “três humanos interplame- tários alienígenas” que operavam “avançadíssimo ipamento de conforma- o esférica e repleto de Epa (janelas), diz rtecci em seu artigo. Os ontatos foram mantidos urante quatro dias, com comunicações entre os so- léticos e os “humanos in- rplanetários”. * Para surpresa dos astro- autas, os seres chegaram pena 30 me- da nave Salyut 6. Saba- iva pesquisa que estão efetuando, Paul e Bill con- tam com a assessoria do professor Adhemar José Gevaerd, editor da Revista Especialista relata tinados pelas autoridades russas, Kovalyonok e Savi- nikh responderam a várias perguntas. E então trans- creveram o formato da na- ve interplanetária o diâme- troera de aproximadamen- te 9a 10 metros e apresen- tava oito janelas simetrica- mente, na seção de maior diâmetro, e 16 outras em áreas transparentes, ilumi- nadas, semelhantes a vi- gias, sendo oito acima e ou- tras oito abaixo da linha central, sugerindo alguma ligação com o sistema mo- tor do aparelho. Pelo brilho e aparência, os cosmonautas acharam que o material da nave era de metal. Eles não perce- beram qualquer reentrân- cia ou saliência, inscrições, marcas ou descontinuidade da superfície da esfera, perfeitamente polida, Mas internamente os russos ob- servaram que tudo estava muito bem iluminado, mos- trando uma cabine de co- mando de aparência con- vencional com painéis de controles, comandos, re- vestimentos monocromáti- AX. 58)p 4/30 dante Brito e o levaram ao 1º Comando Aéreo, em Be- lém, onde foram exibidos filmes e até fragmentos de OVNIs para o comandante. o muccaras ias GYUIU UU através do Detur, ITA, Ceneu e da União Na- cional de Organizações Brasileiras de Estudos e Pesquisas Ufológicas. contato da Salyut cose assentos. Os astronautas grava- ram um tape da experiên- cia e ficaram maravilha- dos com tudo o que assisti- ram. Por exemplo, eles não souberam explicar como a nave dos interplametários foi capaz de percorrer a distância que os separava — quase 1 mil metros — sem a menor aparência de que tivesse algum tipo de foguete para a propulsão do equipamento, Não exis- tia nenhum ponto de escape na configuração da nave. Os russos tentaram um diálogo com os extraterres- tres na base do código Mor- se, mas não obtiveram su- cesso (tentaram uma co- municação em russo); de- pois tentaram em inglês, também sem nenhuma rea- ção por parte dos alieníge- nas. A terceira tentativa, sempre através do codigo Morse, se valendo de uma poderosa lanterna, os cvos- monautas transmitiram um número binário 101101 como expressão de uma certa figura geométrica. Então partiu da nave uma sequência de sinais que não era uma repetição de se- quência transmitida. So- mente mais tarde descobriu-se que os inter- planetários transmitiram o valor de E, a base dos lo- garitmos neperianos muito usados a bordo da Salyut 6. Os russos relataram ain- da, as autoridades, que os alienígenas saíram na nave e flutuavam no espaço apresentando movimentos curiosos, como se dispuses- sem de assentos e passare- las invisíveis. Nada foi no- tado pelos soviéticos que servisse de apoio aos alienígenas. Ao final do quarto dia eles partiram e não voltaram mais. Este caso, segundo Scor- tecci em seu artigo, ficou por muito tempo como 'al- tamente secreto” pelas au- toridades soviéticas, de- pois de assistirem, no dia 18 de junho de 1981, aos fil- mes e fotos feitos pelos cos- monautas. O assunto vai a público “por razões ainda não totalmente identifica- das por determinação do Kremlin”.
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S. PAULO VNIs falam hoje r — emma PS ce ada É 286 quando acontece é algo fora do normal uma ufólogos editor da revista “Planeta”, aj de ser “um evento casuístico”. Se- gundo ele, faltam “novas teorias e os especialistas ficam rodando num beco sem saída”. O ufólogo Carlos Reis concorda com o joi ta e diz me “nos últimos quarenta anos a Ufologia av: muito pouco, devi- do à eta de aroo científico e governam ”, Sua esperança ago- ra é que o ministro Octávio Júlio Moreira Lima, da Aeronáutica, apóie os pesquisadores. “Evidentemente não podemos fazer uma uisa de campo no espaço, mas se tivermos condições de investigar em detalhes cada aparição, em breve teremos um 2” “ especu sobre objetos Os físicos presentes ontem, às 19h, ao debate sobre acidentes nucleares no auditório do Instituto de História e da USP, na zona oeste de São Paulo, não mostraram interesse em falar sobre o comunicado oficial do ministro da Aeronáutica, briga- anima Nntávia Túlio Moreira Lima. ARX: SB) p- 5/10 Sexta-feira, 23 de maio de 1986 — CIDADES —. 23 PO ago ga RN N 2 à Imprensa Paulo Whitâker Ozires Silva confirma ter visto pontos luminosos O presidente da Petrobrás, coronel Ozires Silva, 55, confirmou ontem no Rio, às 16h, que na última segunda- feira, ao pilotar um avião “Xingu” próximo a São José dos Campos (9 km a nordeste de São Paulo), fez contato visual com tos luminosos no céu. O coronel disse que, embora dessem ser luzes de estrelas de- ormadas pela poluição, os pontos tinham como característica o fato de serem captados por radar, o que não aconteceria com a luz das estrelas. estavam São José dos Campos. “O controle de Brasília nos chamou e perguntou se estávamos vendo alguma coisa, uma vez que estavam ocorrendo fenôme- nos não explicáveis em São José dos Campos. Eles estavam com três alvos positivos no radar e não tinham registros de aviões na área. Continuei baixando normalmente e não vi nada.” Ozires Silva afirmou que pediu então ao controle que forneces- se a posição relativa dos objetos que “alguma coisa” na raiz da serra de Campos de Jordão (a 172 km de São Paulo). 4a Grande velocidade “Disseram que eu saltei da presi- dência da Embraer para ser presi- dente da Petrobrás e esse vôo foi tão alto que eu acabei vendo discos voadores”, afirmou ironicamente o coronel Ozires Silva, às 12h45, em São José dos Campos, quando foi indagado pelos repórteres a respeito de ter visto objetos voadores não identificados que sobrevoavam a região do Vale do Paraíba. Ozires Silva —que transferiu ontem a superintendência da Empresa Bra; sileira de Aeronáutica (Embraer); cargo que ocupou até o último dia 16, na o engenheiro Ozílio Carlos da ilva— afirmou que juntamente;com o piloto Acir Pereira observaram Os objetos e os detectaram no radar, quando retornavam do Rio de Janei- ro a São José dos Campos. “Quando percebi indicações no radar de alvos notei que não se tratavam de luzes us normalmente são observadas urante vôos regulares. Eram obje- tos de cor alaranjada e vermelha e x
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5 6E O 1Scar Inforr ARx. à58,p- 6/10 - FAB registra 3 objetos não identificados no céu do Pais BRASÍLIA — OQ Presi- dente José Sarney foi infor- mado na noite de segunda para terça-feira pelo Cen- tro Integrado de Defesa Ae- rea do Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta), sobre a passagem de objetos estra- nhos nos céus do Brasil. Co- mo Comandante Supremo das Forças Armadas, cabe- ria a Sarney decidir se três objetos voadores não iden- tificados, localizados na proximidade de São José dos Campos, seriam derru- bados pelos caças F-5E e Mirage III das Bases de Santa Cruz e de Anápolis, A decisão não chegou a ser tomada. Os objetos não identificados fugiram em direção ao litoral paulista, acompanhados por um F: 5E, que interrompeu a per- seguição após o limite de 200 milhas do mar territo- rial, Indagado sobre o as- sunto, o Presidente Sarney demonstrou que não levou muito a sério os tais ovnis: — Isto parece coisa do Antônio Carlos (Maga- lhães) — comentou o Presi- dente, ironicamente, com o Ministro da Aeronáutica, Octávio Júlio Moreira Li- O primeiro a ver os obje- tos não identificados foi o novo presidente da Petro- brás, Ozires Silva. Seu avião Xingu fazia os proce- dimentos finais de pouso em São José dos Campos, quando se percebeu algu- mas luzes que poderiam in- terferir no tráfego aéreo da região. O piloto do Xingu comu- nicou o fato à torre de São José dos Campos, que loca- lizou alguma coisa e acio- nou o Cindacta, em Brasília. O Centro de Defe- sa deslocou três caças F-5E de Santa Cruz e um deles, às 21h45m, localizou três objetos pelo radar. Aproximou-se até uma dis- tância de quatro milhas, e viu três luzes, nas cores verde, vermelha e branca, que se retiravam em dire- ção ao mar. Os instrumentos de bordo sofreram interferência até as 22h15m, quando a perse- guição foi interrompida por falta de combustível. Neste instante, outros contatos-radar não identifi. cados foram verificados nas proximidades de Aná- polis. Três caças Mirage III, armados com mísseis Sidewinder e Matra 530, de- colaram para a indicação do alvo e chegaram a fazer contato com os objetos não identificados através do ra- dar. No entanto, nada con- seguiram visualizar. — Há seis anos que sirvo neste setor — disse o chefe de operações do Centro de Defesa Aérea, Major Ney Antunes Cerqueira — e nunca vi nada parecido. O último contato-radar não identificado que tivemos aqui foi em 1982. O Ministro da Aeronáuti- ca, Moreira Lima, confir- mou o fato. Segundo ele, “Dezenas de contatos fo- ram feitos na região entre Rio, São Paulo e São José dos Campos. Um dos F-5E chegou a ser perseguido por 13 objetos, que forma- ram alas à direita e à es- querda do caça”. - Moreira Lima, que na véspera, em conversa in- formal, referia-se explici- tamente a “discos voado- res”, também confirmou a versão de que o novo presi- dente da Petrobrás, Ozires Silva, fora o primeiro a lo- calizar os objetos não iden- tificados. O Chefe de Gabinete do Ministério da Aeronáutica, Brigadeiro Murillo Santos, também confirmou o fato e descreveu as cores dos “12 objetos"! como “'as da ban- deira da Itália”. Ozires chegou a seguir o disco voador - Maisumc ma, numa alusão ao Minis- — que atende tro das Comunicações, res- OVNI “= ponsável pelo envio de sa- se Mando MA o télitos: “brasileiro. » O fenôme se rd SÃO JOSE DOS CAM- ara oe ros. 5 — Algumas horas epois de receber do Presi- No idea sa dente da República a mis- x Trans! são de cuidar dos interes- “ota Brasília- ses da Petrobrás na terra e - Um jatinh no mar, o Coronel Ozires PT H Silva ainda se encarregou á O, taml ge outra missão quase im- objeto voador - possível, que cumpriu com “des, amarelas razoável desenvoltura e i aguçada curiosidade: a tmha bem n dois mil metros de altura, a O comand: pilotando um avião Xingu, rilo Prado, ass perseguiu durante 30 minu- algo parecido tos três objetos voadores ; , ! não identificados. de aviação. O gdeslumbrament — Ozires Silva estava che- pelo primeiro o gando a São José dos Cam- os, às 21h de segunda- É eira, vindo de Brasília, on- de teve audiência com o ; E Presidente José Sarney e ; O Cindacta com o Ministro da Aero- a E radar fi náutica, Brigadeiro Octá- :Brasília — foi auvnauu para tentar idetectar o OVNI UP : Não conseguiu. —— vio Moreira Lima. O piloto da aeronove, Alcir Pereira. da Silva, que trabalha na Embraer há seis anos, es- tava em contato com a tor- re de controle do aeroporto local e, quando iniciava a operação de pouso e já ha- via descido do nível de seis mil para dois mil metros de altura, foi avisado de que, bem na sua rota, estavam, em formação, três objetos não identificados. Quem lo- calizou os ovnis foi a Esta- ção de Radar de Ferraz de Vasconcelos, na grande São Paulo, onde fica o ra- dar primário de detecção dos aviões no espaço aéreo paulista, com alcance de 200 quilômetros. — Falam muito de discos voadores, mas eu nunca vi e gostaria de conhecer um deles bem de perto — co- mentou Ozires Silva com o piloto Alcir. Imediatamen- te, Alcir cancelou o pouso e comunicou ao controle do tráfego aéreo em São Paulo que tentaria perseguir os objetos. Havia pelo menos dois deles no ar — disse Al. cir Pereira ao GLOBO — eram luzes vermelhadas, muito fortes e muito dife- rentes de estrelas ou de aviões, que mudavam de posição rapidamente. Autorizados pelo contro- le de São Paulo, Ozires e Alcir — tentaram por mi- nutos — perseguir os obje- tos, vistos primeiro na dire- ção Mogi das Cruzes, São Paulo, ao mesmo tempo que outros surgiam na dire- ção Ubatuba — Caraguata- tuba, sempre sobre a Serra do Mar. | L7 Y
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engana - um ANALISTA - D2.2
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OVNIS RX: 958, p-Bl o Afinal, de onde vêm os discos voadores? Sr.: “O acontecimento do último dia 19, quando aviões da Força Aérea Brasi- leira perseguiram durante horas uma frota de 21 discos voadores, reacendeu, de maneira espetacular, o interesse pe- 1a ufologia, visto que oficialmente — através do ministro da Aeronáutica — houve o reconhecimento do fenômeno no caso citado. No entanto, embora o inusitado do acontecimento, foram cendidas velhas indagações ufológicas que continuam a intrigar a todos. São elas: De onde vêm os discos? Por que vêm? E como vêm?... Estas indagações constituem alvo de debates, hipóteses, divagações e conjecturas que não leva- ram até hoje a nada de concreto sobre o assunto. Sabe-se que o fenômeno é real; que os Ovnis às vezes se invisibilizam, que há Ovnis translúcidos, que outros mudam de forma orgânica visível quan- do em nossa atmosfera, e que seus for- matos — discos, charutos, bolas, cha- péus, e mesmo humanóides — diferen- cia em vários casos estudados. To- davia, embora use de métodos e equipa- mentos moderníssimos em suas pesqui- sas, a ufologia está ainda longe de uma resposta efetiva em relação à origem dos Ovnis e dos.respectivos tripu- lantes. A casuística ufológica é farta em evidências de contatos de 1º, 2º e 3º graus, onde pelo menos se pode aventar a hipótese de inúmeras procedências. Os Ovnis, segundo esta casuística estu- dada, possuem entre si variações tecno- lógicas que evidenciam inteligências inferior e superior. Os humanóides va- riam entre os de estatura de mais ou menos 60cm até aproximadamente três metros. A lógica do universo nos conduz à existência de vários mundos. Contes- ta-se no entanto, que se os Ovnis vies- sem de outro sistema solar que não o nosso, mesmo viajando à velocidade da luz — 300.000km/s —, levariam assim mesmo quase cem anos para empreen- der uma viagem desta ordem. É na raiz deste problema que se tem conjectura- do na vanguarda ufológica, pela própria invisibilização, e, às vezes, mudanças orgânicas dos Ovnis, de ços parale- los — os Ovnis se deslocariam através desses espaços numa velocidade fantás- tica, cobrindo assim distâncias enormes em segundos. - Deste modo, se isso é verdadeiro, é que se encontra aqui, pelo menos a títu- lo teórico, a explicação a duas daquelas indagações. A saber: de onde vêm, como vêm?, segundo esta lógica do espaço ex- terior, não se abandonando a possibili- dade intraterrestre do fenômeno (há ' brega, Capital, avançada). No entanto, se vêm do esp: ço exterior, só pode ser através desses espaços paralelos ou, como aventam al.||. “guns, pelo sistema antigravitacional e!) antiinércia, ou mesmo podendo tratar- se de viajantes do tempo, ou fantastica-||. mente ainda se trataria de seres do| mundo astral. Ma uma teoria segundo a qual a Terra FE : | oca e habitada por uma civilização!) rar objetivamente na solução a esta per- 4 gunta, sem dúvida, a mais importante e|) | abrangente indagação ufológica. os há em que os Ovinis rev: cosidade; sequestram sar danos físicos e mesmo mortes. Ou- tros, em número altamente superior (como o do caso do dia 19), são pacíficos. Estes ignoram a belicosidade de nossa] parte (terrestre), mantendo-se dist ciados e não reagindo quando atacados. Out também em grande número, chegam a manter contatos amigáveis EI com seres terrestres, alertando quanto ao perigo nuclear (haveria relação do caso citado com o recente acidente nu- clear na usina soviética ou mesmo com asus de Angra dos Reis?), e tantos outros perigos que podem levar à des- truição do planeta. No entanto, a diversidade do fenô-| meno é grande, tanto na tecnologia dos| aparelhos como na forma dos tripulan- tes, ou mesmo quanto às suas intenções ao nos visitar. O problema é complexo, As origens podem ser múltiplas. Assim é que o homem se encontra diante do| seu maior desafio, que é desvendar um, mistério que certamente lhe abrirá as| portas aos segredos do cosmos, alçando! assim vôo à sua mais fantástica aventu- ra, ou seja, participar objetivamente da| Fraternidade Universal, pois assim nos disse o Cristo: 'Na casa de meu Pai há muitas moradas" Hélio Carvalho de Nó. hegam a cau- E: Reno a]
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[——— CORREIO BRAZILIENSE 7] + ARX.- 358, p-ÍJ4O DIFUSÃO - DATA - 4 / LI FO o RR tis PÁGINA - é ANALISTA - PC - +20 Belém Um Objeto Voador Não Identificado (OVNE) ficou no ceu de Belém por cerca de 5 minutos durante a noite de quarta-feira, sendo fotografa- o pelo jornalista Porfirio da Rocha, de A Província do Pa- à, que estumpou a foto do ob- eto em sua edição de ontem, asa torre do 1º Comando Aé- eo Regional informou não ter ido informado de nenhum contato visual com algum ob- deto voador. Varias pessoas informaram er visto o objeto, que parou or cima da Baia do Guajara, o -— e Ea ug - Jornalista fotografa OVNI no céu de Belém emitindo luzes de várias co- res, e causando alvoroço na ci- dade. A aparição estaria coin- cidindo com recente entrevis- ta prestada pelo comandante Pinon. do Aereo Club de Be- tem, que participa de um gru- po de estudiosos preocupados com a apariaçãodos OVNIS. Segundo o comandante Pi- non. os OVNIS foram vistos com frequência no Pará, nos anos de 76 a 82, quando recebe- ram à denominação popular de “chupa-chupa”. Por en- quanto, não há nenhuma con- firmação oficial da aparição.
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O céu do Xingu é claro, aberto, estrelado. Em noi- te de festas, umas poucas fogueiras são necessárias para que toda uma aldeia fique iluminada. O som do Xingu é o da natureza, dos pequenos bichos que vivem nas beiradas dos rios, dos ventos tocando as folhas das árvores. Um cenário perfeito para uma história de amor. O palco ideal pa- ra um contato, em qual- quer nível. Ver uma estrela mais forte passando rapidamen- te pela aldeia, rasgando o céu e acompanhando o per- curso de uma canoa é algo rotineiro na vida das co- munidades. ''Mais uma in- venção do branco” pensam muitos. Mas para alguns, com instrução na cultura branca, não se trata de 1 N PC 7 —OVNIs também escolhem o Xingu avião e nem de estrela. Em 1976, Megaron descansava trangúilo na rede quando viu uma luz forte e rápida vindo de um objeto estra- nho. Sabia que era coisa de outro mundo. Foi uma ex- periência inesquecível e que não mais se repetiu, pelos menos tão nitida- mente. Ianaculá nasceu no Xin- gu mas se educou entre os brancos. É ele quem fala: “O pessoal lá não tem no- ção do que seja extraterre- no e sim da coisa de bran- co. Lá no Xingu é mais fá- cil ver os objetos pois não tem luz e o céu é claro, aberto. Cheguei no Parque de novo em 1976 e soube que antes todos eles ti- nham visto várias apari- ções. Isso continua a acon- tecer. No ano passado, a ; 4RR-d58, p. lojio CORREIO BRAZILIENSE DATA - D// GL 1B6 PÁGINA - e ANALISTA - D.2 DIFUSÃO - enfermeira de uma aldeia precisou sair de noite para atender um paciente e le- vou consigo um índio. Quando eles estavam no barco, no meio do cami- nho, foram acompanhados por uma luz forte e brilhan- te. Quando chegaram ao local onde deveriam ficar, a luz partiu, Era entre o Posto Leonardo e o Pavu- ru”, Segundo Ianaculá, todo índio já teve este tipo de experiência. Ele mesmo conta a sua: “Eu vi um ob- jeto sobrevoando a aldeia como se fosse a luz forte de uma grande estrela”, Mas ninguém ousa afirmar o que são essas visões e mui- tos até não gostam de falar sobre o assunto. Afinal, suas maiores expectativas estão mesmo aqui na Ter- ra. ee ma e o e eo rr ER ossos srs mas seas pager
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a ções extraterrestres jí periências sotisli j estão sendo f tcosta veste de onde cientistas telescópio de 26 1 no rastreamento de n: tárias, para explo busca de mensagens gentes. A procura de si por extraterrestres cor mente às 16h do dia nos Estados Unidos astrofísico Frank Drake, da de Projeto Ozme 9 . E 7 : 4 74 é E teniisia Q Da Reportagem Loca se A busca de conta pá o = Se não deu nenhum res fazem hoje, às 8h, a pro Ciências do exame de suplênci de Exames Supletivos da : de Educação (Cesu). À prova de Organizaçar ca do Brasil (OSPB), o 4 os exames supletivos (a ; fase aconteceu na sernana pas: AM HOJE ORtES — Demingo, 8 de junho de 1986 a NS FOLHA DES. PAULO curam nos céus sinais de extraterrestres de sua Drake -xidade da ulou projetos ética, co- m encon- s em torno ama, O mente, um éu— selecio- distâncias Niels Andreas ha, o Cesu realizou a com um índice de A tarde, somente suplência de 2º a de Língua eu na Figueiredo” (região gabaritos juarta-fesra compatíveis com o alcance da tecno- logia atual e com possibilidade de abrigar sistemas planetários e vida inteligente à suayolta. Atraso no programa O acidente cam o Challenger, no início deste ano, afetou os projetos de contato com civilizações extraterres- tres, já que, em agosto próximo, deveria ser lançado o telescópio espacial Hubble, capaz de revelar, entre outras novidades, sistemas planetários orbtando estrelas vizi- nhas. Enquanto/o Hubble não sobe —e ele não poderia resolver o problema do tato, mas fornecer pistas importantes—, cientistas nor- te-americanos trabalham na constru- ção de um equipamento que pode apenas os sinais conectar duas ou mais civilizaçõe! cósmicas —devido basicamente às enormes distâncias ue as separam e às complexas dificuldades de interestelares—, geral rejeita a presença, na Terra, de objetos como os qontrovertidos discos ““ovnis” (objetos rações de entanto, como Asimov no livro [Civilizações Extra- terrestres”, prejéem que das 390 milhões de posskeis civilizações de nossa galáxia, à Via Láctea —com algo em torno cem bilhões de estrelas—, aj umas 260 seriam tão “primitivas” quanto a nossa. Uma obra que feu respeitabilidade ao assunto ''extriterrestres”, o “Vi- da Inteligente ndUniverso”, resulta- do da parceria do astrônomo norte- americano Carl jagan com o soviéti- ajudar a viabilizar este sonho: um analisador de canais múltiplo de espectro eletromagnético, capaz de separar sinais de rádio naturais, como os emitidos pelos astros, de possíveis mensagens codificadas de seres inteligentes. Os sinais de rádio, uma espécie de telegrafia cósmica, acreditam os cientistas, seriam os únicos canais de contato entre raças inteligentes, cuja existência é uma verdade estatística, com aceitação crescente para a ciência. A um grande número de cientistas parece pouco sensato acre- ditar que a vastidão do universo abrigue um único planeta com vida, exatamente a Terra. (Ulisses Capo- zoli) co I.S. Shklovskii, também não refe- renda a existência de discos voado- res. Assim, a telegrafia cósmica, via sinais de rádio, poderá ser por um largo período de tempo —ainda que isto não seja menos fantástico— a única forma de contato entre duas ou mais civilizações cósmicas. Frequências de contato De qualquer forma, os cientistas se preocupam agora em localizar a frequência ou frequências em que extraterrenos já estariam enviando mensagens, como nós próprios já fizemos e continuamos a fazer. Uma banda bastante pesquisada, de 21 centímetros de comprimento de on- da, já foi batizada com o nome sugestivo de “bebedouro”. Esta fre- quência corresponde às emissões feitas pela oxidrila, composto forma- do por átomos de hidrogênio e: oxigênio, respectivamente os elemen- tos mais abundantes no universo e: E ESTRE e AS candidatas a p sistemas rios com eventuais " formas de vida nas proximidades PESE A solar. Nina do sue Másca estrela nois (sol = 1) Épsilon Eridoni 10,8 0,80 Tau Ceti 12,2 0,82 Sigma Draconis 18,2 0,82 Delta Pavonis 19,2 0,98 82 Eridani 20,9 0,91 Beto Hydri 21,3 1,23 Zeta Tucanae 23,3 0,90 OBs.: estrelas em sistemas duplos ou múltiplos e de mosso muito maior que q solar teriam diminuídos suos chances de abrigor plonetos com vido, exatamente os tormadores da água. Há uma crença mais ou menos estabelecida de que a água é a grande base universal para a mani- festação da vida, embora outros compostos não devam ser completa- mente desconsiderados. Assim, as raças inteligentes mais próximas procurariam um “bebedouro” co- mum para se encontrarem. Em 197, uma equipe de radioastronomia in- glesa acreditou ter recebido sinais de uma civilização extraterrestre sob a forma de pulsos de rádio extrema- mente rápidos, um verdadeiro “ti- que-taque” com periodo de 1,3 se- gundo. O caso foi temporariamente mantido em segredo e a suspeita sobre sua origem sugeriu o nome de “Teoria dos Hemenzinhos Verdes” para a sua catalogação. Pouco de- pois, no entanto, descobriu-se que os sinais não provinham de instrumen- tos alienígenas, mas eram emitidos pelos pulsares.(UC)
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MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA ED sad se dã Piero 9%. DE BESSA,
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:80 Brasília, domingo, 3 de agosto de 1986 CORREIO BR AZILIENSE * Ufologia quer furar * osilêncio oficial -» Um ufologista canadense e“ outro haitiano — que «atuam nos Estados Unidos “colhendo depoimentos e protegendo pessoas que so- frem perseguições das au- toridades após terem avis- tado algum tipo de Objeto Voador não Identificado — estão em Brasília tentanto “furar o bloqueio imposto pela Aeronáutica sobre o episódio dos discos voado- res ocorrido em maio em São José dos Campos (SP). “Os civis querem ter acesso Tas informações sobre o fe- «nômeno, restritas até ago- ga ao Centro de Operações «da Defesa Aérea do Minis- ério da Aeronáutica. » Os estudiosos, que man- “têm uma empresa especia- dizada em Los Angeles, a *UFO-Contact Newsline, es- jão sendo assessorados por sdirigentes do Centro de “Pesquisa de Discos Voado- mes do Centro Nacional de Estudos Ufológicos e do “Instituto de Tecnologia Al- ternativa. Ficou acertada a «realização da Bienal Brasi- eira Internacional de Ufo- ogia, no ano que vem, no entro de Convenções. O sgrupo discutiu, ainda, o ca- So da Salyut 6 cujos cosmo- nautas avistaram uma na- e extraterrestre com três ripulantes. * Os técnicos da UFO-. ontac- também conhece- am o projeto de criação da idade Esotérica, e infor- aram que será cons- ruída uma semelhante no Estado do Arizona (EUA) em condições idênticas às “projetadas para Brasília. » Vieram para estudo do «caso dos OVNIs os dirigen- tes da UFO-Contact: o ca- nadense Paul Shepherd e o haitiano Bill Ornelas, des- cendente de habitantes da Jlha da Madeira. Um outro dirigente é Dennis Yeaver, fue atuou como ator no fil- me “Contatos Imediíatos do erceiro Grau” e resolveu vestir tudo o que tinha na mpresa. ' A UFO-Contact tem co- ' Especialista relata Wetudinen da toma a mo finalidade promover a compreensão dos seres hu- manos sobre os extrater- restres, Seus responsáveis acham que, se os governos fossem mais abertos diante da realidade dos UFOs e li- berassem seus conheci- mentos a todos os interes- sados, seriam evitados o medo e pânico que existem sobre o assunto. ''Admitir- se a existência dos ETs”, dizem, “é um passo decisi- vo para que os recebamos bem com boa vontade pois, eles, como nós, são filhos de Deus. A empresa se mantém pela venda de ma- terial sobre Ufologia no mundo inteiro, incluindo textos, fotos, filmes e vídeos. Utilizando sistema telefônico que permite liga- ções de baixo custo, recebe cerca de 1 mil 700 ligações por dia dos mais diversos pontos dos Estados Unidos e até do exterior. São pes- soas que relatam observa- ções de OVNIs. Segundo Paul e Bill, as autoridades nos Estados Unidos procuram abafar tudo quanto diga respeito ao aparecimeto de objetos não identificados, fazendo ameaças, prisões e até mesmo matando pessoas. A UFO-Contact dá assis- tência a todos, inclusive portadores de distúrbios mentais em virtude de la- vagens cerebrais. Os técni- cos afirmam que, apesar das restrições impostas ao caso de maio último, as au- toridades brasileiras em termos de aceitação aos ETs estão muitos pontos acima das americanas. A tentativa de obter informa- ções do Coda está sendo fei- ta por via indireta, através de oficial com influência no Ministério da Aeronáutica. BRASIL PRESENTE Na pesquisa que estão efetuando, Paul e Bill con- tam com a assessoria do professor Adhemar José Gevaerd, editor da Revista tinadoe nelas antoridades Brasileira de Parapsicolo- gia e Ufologia e presidente do Centro de Pesquisa dos Discos Voadores além do diretor-executivo do Centro Nacional de Estudos Ufoló- gicos e diretor de Planeja- mento do ITA, Luiz Gonza- ga Scortecci de Paula, Par- ticipa ainda Antônio José de Castro, assessor espe- cial da presidência da Co- deplan e ilustrador do livro Roteiro de Brasília, de Deoclécio Luz. Luiz Gonzaga diz que o encontro tem a finalidade de estreitar relações para uma melhor articulação entre os grupos civis de es- tudos e pesquisas ufológi- cas que atuam em nível in- ternacional. O objetivo é resgatar o direito de todos os povos sobre as informa- ções retidas pelos gover- nos, organizações religio- sas e paramilitares a res- peito do fenômeno UFO e de acontecimentos para- normais. Segundo Luiz Gonzaga, se estes fatos vlessem à tona, o destino da humanidade seria radi- calmente alterado e se evi- taria um conflito nuclear em razão das profundas al- terações que a atual estru- tura de poder político, mili- tar, econômico e religioso sofreria em nível mundial. Os técnicos brasileiros narraram aos dirigentes da UFO-Contact episódios ocorridos no Brasil envol- vendo o aparecimento de OVNIs. Entre eles foi cita- do o caso do comandante Brito, da Varig, que no dia 8 de fevereiro de 1982 foi perseguido, durante três horas, na rota Fortaleza Rio de Janeiro, por objetos voadores que não conse- guiu identificar. Na oca- sião, as autoridades da Ae- ronáutica acharam coeren- te o depoimento do coman- dante Brito e o levaram ao 1º Comando Aéreo, em Be- lém, onde foram exibidos filmes e até fragmentos de OVNIs para o comandante. Informados sobre a cons- trução da Cidade Esotéri- ca, que abrigará órgãos universalistas, pacifistas e ecológicos, os ufólogos americanos se mostraram entusiasmados. No Arizona está sendo construído con- junto idêntico, a 600 milhas da costa, em área situada a 1 mil 300 metros acima do nível do mar. Brasília tem a mesma altitude e fica a 1 mil quilômetros do ponto mais próximo do mar. Nas duas cidades será construído um ““espaço- porto”, uma espécie de “templo cósmico dedicado ao incognoscível — “o que jamais será”, explicou Luiz Gonzaga. Ali vão se reunir entidades para- científicas, pacifistas e al- ternativas a fim de cele- brar o encontro da humani- dade com seres de outros planetas. CASO DE MAIO As informações obtidas pelos estudiosos sobre o aparecimento de discos voadores no Brasil em maio restringem-se ao que foi noticiado oficialmente. Adhemar Gevaerd exibiu aos diretores da UFO- Contact um manifesto do CPDV e da revista Ufologia Nacional e Internacional distribuído a 2 mil 500 ór- gãos de imprensa, 35 gru- pos brasileiros de pesqui- sas ufológicas e aos cerca de 3 mil 600 assinantes da revista, O documento traz conclusões sobre as obser- vações de OVNIs ocorridas em maio, com a posição dos ufólogos civis brasilei- rose a participação da For- ça Aérea. A Bienal Brasileira In- ternacional de Ufologia se- rá evento permanente em Brasília, com apoio do GDF, através do Detur, ITA, Ceneu e da União Na- cional de Organizações Brasileiras de Estudos e Pesquisas Ufológicas. contato da Salyut cose assentos. sequência de sinais que não
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oe erceiro Grau” e resolveu vestir tudo o que tinha na empresa. t A UFO-Contact tem co- auusons x * Estudioso do tema, e reocupado com o destino ue as experiências com os bjetos Voadores não Iden- icados podem tomar, o rquiteto Luiz Gonzaga ortecci fez um amplo re- to na revista Ufologia Na- lonal e Internacional a peito do contato que os tronautas tiveram com im UFO. Tudo aconteceu entre os dias 12 de março e 14 de maio de 1981. * Vladimir Kovalyonok e Viktor Savinikh tripula- vam a nave Salyut 6 pelo cosmo quando observaram “três humanos interplame- tários alienígenas” que operavam “avançadíssimo ipamento de conforma- o esférica e repleto de Epa (janelas), diz rtecci em seu artigo. Os ontatos foram mantidos urante quatro dias, com comunicações entre os so- léticos e os “humanos in- rplanetários”. * Para surpresa dos astro- autas, os seres chegaram pena 30 me- da nave Salyut 6. Saba- iva pesquisa que estão efetuando, Paul e Bill con- tam com a assessoria do professor Adhemar José Gevaerd, editor da Revista Especialista relata tinados pelas autoridades russas, Kovalyonok e Savi- nikh responderam a várias perguntas. E então trans- creveram o formato da na- ve interplanetária o diâme- troera de aproximadamen- te 9a 10 metros e apresen- tava oito janelas simetrica- mente, na seção de maior diâmetro, e 16 outras em áreas transparentes, ilumi- nadas, semelhantes a vi- gias, sendo oito acima e ou- tras oito abaixo da linha central, sugerindo alguma ligação com o sistema mo- tor do aparelho. Pelo brilho e aparência, os cosmonautas acharam que o material da nave era de metal. Eles não perce- beram qualquer reentrân- cia ou saliência, inscrições, marcas ou descontinuidade da superfície da esfera, perfeitamente polida, Mas internamente os russos ob- servaram que tudo estava muito bem iluminado, mos- trando uma cabine de co- mando de aparência con- vencional com painéis de controles, comandos, re- vestimentos monocromáti- AX. 58)p 4/30 dante Brito e o levaram ao 1º Comando Aéreo, em Be- lém, onde foram exibidos filmes e até fragmentos de OVNIs para o comandante. o muccaras ias GYUIU UU através do Detur, ITA, Ceneu e da União Na- cional de Organizações Brasileiras de Estudos e Pesquisas Ufológicas. contato da Salyut cose assentos. Os astronautas grava- ram um tape da experiên- cia e ficaram maravilha- dos com tudo o que assisti- ram. Por exemplo, eles não souberam explicar como a nave dos interplametários foi capaz de percorrer a distância que os separava — quase 1 mil metros — sem a menor aparência de que tivesse algum tipo de foguete para a propulsão do equipamento, Não exis- tia nenhum ponto de escape na configuração da nave. Os russos tentaram um diálogo com os extraterres- tres na base do código Mor- se, mas não obtiveram su- cesso (tentaram uma co- municação em russo); de- pois tentaram em inglês, também sem nenhuma rea- ção por parte dos alieníge- nas. A terceira tentativa, sempre através do codigo Morse, se valendo de uma poderosa lanterna, os cvos- monautas transmitiram um número binário 101101 como expressão de uma certa figura geométrica. Então partiu da nave uma sequência de sinais que não era uma repetição de se- quência transmitida. So- mente mais tarde descobriu-se que os inter- planetários transmitiram o valor de E, a base dos lo- garitmos neperianos muito usados a bordo da Salyut 6. Os russos relataram ain- da, as autoridades, que os alienígenas saíram na nave e flutuavam no espaço apresentando movimentos curiosos, como se dispuses- sem de assentos e passare- las invisíveis. Nada foi no- tado pelos soviéticos que servisse de apoio aos alienígenas. Ao final do quarto dia eles partiram e não voltaram mais. Este caso, segundo Scor- tecci em seu artigo, ficou por muito tempo como 'al- tamente secreto” pelas au- toridades soviéticas, de- pois de assistirem, no dia 18 de junho de 1981, aos fil- mes e fotos feitos pelos cos- monautas. O assunto vai a público “por razões ainda não totalmente identifica- das por determinação do Kremlin”.
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S. PAULO VNIs falam hoje r — emma PS ce ada É 286 quando acontece é algo fora do normal uma ufólogos editor da revista “Planeta”, aj de ser “um evento casuístico”. Se- gundo ele, faltam “novas teorias e os especialistas ficam rodando num beco sem saída”. O ufólogo Carlos Reis concorda com o joi ta e diz me “nos últimos quarenta anos a Ufologia av: muito pouco, devi- do à eta de aroo científico e governam ”, Sua esperança ago- ra é que o ministro Octávio Júlio Moreira Lima, da Aeronáutica, apóie os pesquisadores. “Evidentemente não podemos fazer uma uisa de campo no espaço, mas se tivermos condições de investigar em detalhes cada aparição, em breve teremos um 2” “ especu sobre objetos Os físicos presentes ontem, às 19h, ao debate sobre acidentes nucleares no auditório do Instituto de História e da USP, na zona oeste de São Paulo, não mostraram interesse em falar sobre o comunicado oficial do ministro da Aeronáutica, briga- anima Nntávia Túlio Moreira Lima. ARX: SB) p- 5/10 Sexta-feira, 23 de maio de 1986 — CIDADES —. 23 PO ago ga RN N 2 à Imprensa Paulo Whitâker Ozires Silva confirma ter visto pontos luminosos O presidente da Petrobrás, coronel Ozires Silva, 55, confirmou ontem no Rio, às 16h, que na última segunda- feira, ao pilotar um avião “Xingu” próximo a São José dos Campos (9 km a nordeste de São Paulo), fez contato visual com tos luminosos no céu. O coronel disse que, embora dessem ser luzes de estrelas de- ormadas pela poluição, os pontos tinham como característica o fato de serem captados por radar, o que não aconteceria com a luz das estrelas. estavam São José dos Campos. “O controle de Brasília nos chamou e perguntou se estávamos vendo alguma coisa, uma vez que estavam ocorrendo fenôme- nos não explicáveis em São José dos Campos. Eles estavam com três alvos positivos no radar e não tinham registros de aviões na área. Continuei baixando normalmente e não vi nada.” Ozires Silva afirmou que pediu então ao controle que forneces- se a posição relativa dos objetos que “alguma coisa” na raiz da serra de Campos de Jordão (a 172 km de São Paulo). 4a Grande velocidade “Disseram que eu saltei da presi- dência da Embraer para ser presi- dente da Petrobrás e esse vôo foi tão alto que eu acabei vendo discos voadores”, afirmou ironicamente o coronel Ozires Silva, às 12h45, em São José dos Campos, quando foi indagado pelos repórteres a respeito de ter visto objetos voadores não identificados que sobrevoavam a região do Vale do Paraíba. Ozires Silva —que transferiu ontem a superintendência da Empresa Bra; sileira de Aeronáutica (Embraer); cargo que ocupou até o último dia 16, na o engenheiro Ozílio Carlos da ilva— afirmou que juntamente;com o piloto Acir Pereira observaram Os objetos e os detectaram no radar, quando retornavam do Rio de Janei- ro a São José dos Campos. “Quando percebi indicações no radar de alvos notei que não se tratavam de luzes us normalmente são observadas urante vôos regulares. Eram obje- tos de cor alaranjada e vermelha e x
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5 6E O 1Scar Inforr ARx. à58,p- 6/10 - FAB registra 3 objetos não identificados no céu do Pais BRASÍLIA — OQ Presi- dente José Sarney foi infor- mado na noite de segunda para terça-feira pelo Cen- tro Integrado de Defesa Ae- rea do Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta), sobre a passagem de objetos estra- nhos nos céus do Brasil. Co- mo Comandante Supremo das Forças Armadas, cabe- ria a Sarney decidir se três objetos voadores não iden- tificados, localizados na proximidade de São José dos Campos, seriam derru- bados pelos caças F-5E e Mirage III das Bases de Santa Cruz e de Anápolis, A decisão não chegou a ser tomada. Os objetos não identificados fugiram em direção ao litoral paulista, acompanhados por um F: 5E, que interrompeu a per- seguição após o limite de 200 milhas do mar territo- rial, Indagado sobre o as- sunto, o Presidente Sarney demonstrou que não levou muito a sério os tais ovnis: — Isto parece coisa do Antônio Carlos (Maga- lhães) — comentou o Presi- dente, ironicamente, com o Ministro da Aeronáutica, Octávio Júlio Moreira Li- O primeiro a ver os obje- tos não identificados foi o novo presidente da Petro- brás, Ozires Silva. Seu avião Xingu fazia os proce- dimentos finais de pouso em São José dos Campos, quando se percebeu algu- mas luzes que poderiam in- terferir no tráfego aéreo da região. O piloto do Xingu comu- nicou o fato à torre de São José dos Campos, que loca- lizou alguma coisa e acio- nou o Cindacta, em Brasília. O Centro de Defe- sa deslocou três caças F-5E de Santa Cruz e um deles, às 21h45m, localizou três objetos pelo radar. Aproximou-se até uma dis- tância de quatro milhas, e viu três luzes, nas cores verde, vermelha e branca, que se retiravam em dire- ção ao mar. Os instrumentos de bordo sofreram interferência até as 22h15m, quando a perse- guição foi interrompida por falta de combustível. Neste instante, outros contatos-radar não identifi. cados foram verificados nas proximidades de Aná- polis. Três caças Mirage III, armados com mísseis Sidewinder e Matra 530, de- colaram para a indicação do alvo e chegaram a fazer contato com os objetos não identificados através do ra- dar. No entanto, nada con- seguiram visualizar. — Há seis anos que sirvo neste setor — disse o chefe de operações do Centro de Defesa Aérea, Major Ney Antunes Cerqueira — e nunca vi nada parecido. O último contato-radar não identificado que tivemos aqui foi em 1982. O Ministro da Aeronáuti- ca, Moreira Lima, confir- mou o fato. Segundo ele, “Dezenas de contatos fo- ram feitos na região entre Rio, São Paulo e São José dos Campos. Um dos F-5E chegou a ser perseguido por 13 objetos, que forma- ram alas à direita e à es- querda do caça”. - Moreira Lima, que na véspera, em conversa in- formal, referia-se explici- tamente a “discos voado- res”, também confirmou a versão de que o novo presi- dente da Petrobrás, Ozires Silva, fora o primeiro a lo- calizar os objetos não iden- tificados. O Chefe de Gabinete do Ministério da Aeronáutica, Brigadeiro Murillo Santos, também confirmou o fato e descreveu as cores dos “12 objetos"! como “'as da ban- deira da Itália”. Ozires chegou a seguir o disco voador - Maisumc ma, numa alusão ao Minis- — que atende tro das Comunicações, res- OVNI “= ponsável pelo envio de sa- se Mando MA o télitos: “brasileiro. » O fenôme se rd SÃO JOSE DOS CAM- ara oe ros. 5 — Algumas horas epois de receber do Presi- No idea sa dente da República a mis- x Trans! são de cuidar dos interes- “ota Brasília- ses da Petrobrás na terra e - Um jatinh no mar, o Coronel Ozires PT H Silva ainda se encarregou á O, taml ge outra missão quase im- objeto voador - possível, que cumpriu com “des, amarelas razoável desenvoltura e i aguçada curiosidade: a tmha bem n dois mil metros de altura, a O comand: pilotando um avião Xingu, rilo Prado, ass perseguiu durante 30 minu- algo parecido tos três objetos voadores ; , ! não identificados. de aviação. O gdeslumbrament — Ozires Silva estava che- pelo primeiro o gando a São José dos Cam- os, às 21h de segunda- É eira, vindo de Brasília, on- de teve audiência com o ; E Presidente José Sarney e ; O Cindacta com o Ministro da Aero- a E radar fi náutica, Brigadeiro Octá- :Brasília — foi auvnauu para tentar idetectar o OVNI UP : Não conseguiu. —— vio Moreira Lima. O piloto da aeronove, Alcir Pereira. da Silva, que trabalha na Embraer há seis anos, es- tava em contato com a tor- re de controle do aeroporto local e, quando iniciava a operação de pouso e já ha- via descido do nível de seis mil para dois mil metros de altura, foi avisado de que, bem na sua rota, estavam, em formação, três objetos não identificados. Quem lo- calizou os ovnis foi a Esta- ção de Radar de Ferraz de Vasconcelos, na grande São Paulo, onde fica o ra- dar primário de detecção dos aviões no espaço aéreo paulista, com alcance de 200 quilômetros. — Falam muito de discos voadores, mas eu nunca vi e gostaria de conhecer um deles bem de perto — co- mentou Ozires Silva com o piloto Alcir. Imediatamen- te, Alcir cancelou o pouso e comunicou ao controle do tráfego aéreo em São Paulo que tentaria perseguir os objetos. Havia pelo menos dois deles no ar — disse Al. cir Pereira ao GLOBO — eram luzes vermelhadas, muito fortes e muito dife- rentes de estrelas ou de aviões, que mudavam de posição rapidamente. Autorizados pelo contro- le de São Paulo, Ozires e Alcir — tentaram por mi- nutos — perseguir os obje- tos, vistos primeiro na dire- ção Mogi das Cruzes, São Paulo, ao mesmo tempo que outros surgiam na dire- ção Ubatuba — Caraguata- tuba, sempre sobre a Serra do Mar. | L7 Y
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engana - um ANALISTA - D2.2
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OVNIS RX: 958, p-Bl o Afinal, de onde vêm os discos voadores? Sr.: “O acontecimento do último dia 19, quando aviões da Força Aérea Brasi- leira perseguiram durante horas uma frota de 21 discos voadores, reacendeu, de maneira espetacular, o interesse pe- 1a ufologia, visto que oficialmente — através do ministro da Aeronáutica — houve o reconhecimento do fenômeno no caso citado. No entanto, embora o inusitado do acontecimento, foram cendidas velhas indagações ufológicas que continuam a intrigar a todos. São elas: De onde vêm os discos? Por que vêm? E como vêm?... Estas indagações constituem alvo de debates, hipóteses, divagações e conjecturas que não leva- ram até hoje a nada de concreto sobre o assunto. Sabe-se que o fenômeno é real; que os Ovnis às vezes se invisibilizam, que há Ovnis translúcidos, que outros mudam de forma orgânica visível quan- do em nossa atmosfera, e que seus for- matos — discos, charutos, bolas, cha- péus, e mesmo humanóides — diferen- cia em vários casos estudados. To- davia, embora use de métodos e equipa- mentos moderníssimos em suas pesqui- sas, a ufologia está ainda longe de uma resposta efetiva em relação à origem dos Ovnis e dos.respectivos tripu- lantes. A casuística ufológica é farta em evidências de contatos de 1º, 2º e 3º graus, onde pelo menos se pode aventar a hipótese de inúmeras procedências. Os Ovnis, segundo esta casuística estu- dada, possuem entre si variações tecno- lógicas que evidenciam inteligências inferior e superior. Os humanóides va- riam entre os de estatura de mais ou menos 60cm até aproximadamente três metros. A lógica do universo nos conduz à existência de vários mundos. Contes- ta-se no entanto, que se os Ovnis vies- sem de outro sistema solar que não o nosso, mesmo viajando à velocidade da luz — 300.000km/s —, levariam assim mesmo quase cem anos para empreen- der uma viagem desta ordem. É na raiz deste problema que se tem conjectura- do na vanguarda ufológica, pela própria invisibilização, e, às vezes, mudanças orgânicas dos Ovnis, de ços parale- los — os Ovnis se deslocariam através desses espaços numa velocidade fantás- tica, cobrindo assim distâncias enormes em segundos. - Deste modo, se isso é verdadeiro, é que se encontra aqui, pelo menos a títu- lo teórico, a explicação a duas daquelas indagações. A saber: de onde vêm, como vêm?, segundo esta lógica do espaço ex- terior, não se abandonando a possibili- dade intraterrestre do fenômeno (há ' brega, Capital, avançada). No entanto, se vêm do esp: ço exterior, só pode ser através desses espaços paralelos ou, como aventam al.||. “guns, pelo sistema antigravitacional e!) antiinércia, ou mesmo podendo tratar- se de viajantes do tempo, ou fantastica-||. mente ainda se trataria de seres do| mundo astral. Ma uma teoria segundo a qual a Terra FE : | oca e habitada por uma civilização!) rar objetivamente na solução a esta per- 4 gunta, sem dúvida, a mais importante e|) | abrangente indagação ufológica. os há em que os Ovinis rev: cosidade; sequestram sar danos físicos e mesmo mortes. Ou- tros, em número altamente superior (como o do caso do dia 19), são pacíficos. Estes ignoram a belicosidade de nossa] parte (terrestre), mantendo-se dist ciados e não reagindo quando atacados. Out também em grande número, chegam a manter contatos amigáveis EI com seres terrestres, alertando quanto ao perigo nuclear (haveria relação do caso citado com o recente acidente nu- clear na usina soviética ou mesmo com asus de Angra dos Reis?), e tantos outros perigos que podem levar à des- truição do planeta. No entanto, a diversidade do fenô-| meno é grande, tanto na tecnologia dos| aparelhos como na forma dos tripulan- tes, ou mesmo quanto às suas intenções ao nos visitar. O problema é complexo, As origens podem ser múltiplas. Assim é que o homem se encontra diante do| seu maior desafio, que é desvendar um, mistério que certamente lhe abrirá as| portas aos segredos do cosmos, alçando! assim vôo à sua mais fantástica aventu- ra, ou seja, participar objetivamente da| Fraternidade Universal, pois assim nos disse o Cristo: 'Na casa de meu Pai há muitas moradas" Hélio Carvalho de Nó. hegam a cau- E: Reno a]
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[——— CORREIO BRAZILIENSE 7] + ARX.- 358, p-ÍJ4O DIFUSÃO - DATA - 4 / LI FO o RR tis PÁGINA - é ANALISTA - PC - +20 Belém Um Objeto Voador Não Identificado (OVNE) ficou no ceu de Belém por cerca de 5 minutos durante a noite de quarta-feira, sendo fotografa- o pelo jornalista Porfirio da Rocha, de A Província do Pa- à, que estumpou a foto do ob- eto em sua edição de ontem, asa torre do 1º Comando Aé- eo Regional informou não ter ido informado de nenhum contato visual com algum ob- deto voador. Varias pessoas informaram er visto o objeto, que parou or cima da Baia do Guajara, o -— e Ea ug - Jornalista fotografa OVNI no céu de Belém emitindo luzes de várias co- res, e causando alvoroço na ci- dade. A aparição estaria coin- cidindo com recente entrevis- ta prestada pelo comandante Pinon. do Aereo Club de Be- tem, que participa de um gru- po de estudiosos preocupados com a apariaçãodos OVNIS. Segundo o comandante Pi- non. os OVNIS foram vistos com frequência no Pará, nos anos de 76 a 82, quando recebe- ram à denominação popular de “chupa-chupa”. Por en- quanto, não há nenhuma con- firmação oficial da aparição.
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O céu do Xingu é claro, aberto, estrelado. Em noi- te de festas, umas poucas fogueiras são necessárias para que toda uma aldeia fique iluminada. O som do Xingu é o da natureza, dos pequenos bichos que vivem nas beiradas dos rios, dos ventos tocando as folhas das árvores. Um cenário perfeito para uma história de amor. O palco ideal pa- ra um contato, em qual- quer nível. Ver uma estrela mais forte passando rapidamen- te pela aldeia, rasgando o céu e acompanhando o per- curso de uma canoa é algo rotineiro na vida das co- munidades. ''Mais uma in- venção do branco” pensam muitos. Mas para alguns, com instrução na cultura branca, não se trata de 1 N PC 7 —OVNIs também escolhem o Xingu avião e nem de estrela. Em 1976, Megaron descansava trangúilo na rede quando viu uma luz forte e rápida vindo de um objeto estra- nho. Sabia que era coisa de outro mundo. Foi uma ex- periência inesquecível e que não mais se repetiu, pelos menos tão nitida- mente. Ianaculá nasceu no Xin- gu mas se educou entre os brancos. É ele quem fala: “O pessoal lá não tem no- ção do que seja extraterre- no e sim da coisa de bran- co. Lá no Xingu é mais fá- cil ver os objetos pois não tem luz e o céu é claro, aberto. Cheguei no Parque de novo em 1976 e soube que antes todos eles ti- nham visto várias apari- ções. Isso continua a acon- tecer. No ano passado, a ; 4RR-d58, p. lojio CORREIO BRAZILIENSE DATA - D// GL 1B6 PÁGINA - e ANALISTA - D.2 DIFUSÃO - enfermeira de uma aldeia precisou sair de noite para atender um paciente e le- vou consigo um índio. Quando eles estavam no barco, no meio do cami- nho, foram acompanhados por uma luz forte e brilhan- te. Quando chegaram ao local onde deveriam ficar, a luz partiu, Era entre o Posto Leonardo e o Pavu- ru”, Segundo Ianaculá, todo índio já teve este tipo de experiência. Ele mesmo conta a sua: “Eu vi um ob- jeto sobrevoando a aldeia como se fosse a luz forte de uma grande estrela”, Mas ninguém ousa afirmar o que são essas visões e mui- tos até não gostam de falar sobre o assunto. Afinal, suas maiores expectativas estão mesmo aqui na Ter- ra. ee ma e o e eo rr ER ossos srs mas seas pager
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Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.258.