Desclassificado

Caso Papuda: relatório e matérias publicadas em jornais sobre ocorrências de objetos voadores não identificados entre os dias 13 e 16 de abril de 1991 em Brasília, Distrito Federal.

1992 · DF · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.333
Período
1992
Local
DF
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Relato
Páginas
92

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Em abril de 1991, policiais militares em serviço na região do Presídio da Papuda, em Brasília, relataram o avistamento de um objeto voador não identificado, episódio amplamente noticiado pelos jornais locais entre os dias 13 e 16 daquele mês. Para investigar o caso, o Núcleo de Estudos dos Fenômenos Paranormais da Universidade de Brasília (NEFP/CEAM/UnB) criou o Grupo de Estudos Ufológicos, que realizou trabalho de campo, colheu depoimentos de militares — entre eles o Tenente Jorge Luiz Fideles Damasceno e o Soldado Reinaldo Sergio Oliveira — e cruzou informações com documentos do Ministério da Aeronáutica e do controle de defesa aérea. O relatório resultante, datado de julho de 1992 e assinado por Wilson O. de Oliveira, analisa as hipóteses explicativas, aponta contradições nos relatos e registra também outros incidentes anteriores na mesma região, compondo um dos primeiros estudos acadêmicos sistematizados sobre o tema no Brasil. O dossiê integra o acervo desclassificado do fundo "Objeto Voador Não Identificado" do Arquivo Nacional.

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Universidade de Bra - UnB “ Lentro de Estudos À hultidisciplinares - CEAM ra, de Estudos enos Paranormais - NEFP GRUPO DE DOS UFOLGSGICOS GEU. “Caso | PARUDA” no * esperamos contar cos O apoio to da direção, da BEM VINDAS AS CRÍTICAS! Vilson 6. de Oliveira Julho-1992 og ga qria eia tia “Socitdnde em geral, para que 05 próximos estudos sejam mais ee Sapo

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etc e erquaço MACAE o 7 E 48x. 397 pedjno Universidade de Brasília — Un8 Centro de Estudos Avançados Nultidisciplinares - CEAM Núcleo de Estudos dos Fenômenos Paranormais - NEFP GRUPO DE ESTUDOS UFOLSGICOS-BEU UFOLOGIA - Um Estudo de Caso COUNIS do Presídio da Papuda es Brasília-DF em 11/04/91) Autor: Wilson O. de Oliveira Invest igação de Campor -Ivalton Souza da Silva -Paulo dos Reis . -Wilson 6. de Oliveira Desenhos1 José Tadeu Alves Fotografias Nestor B. Lima Colaboração! Alberto F. do Carmo - Roberto Affonso Beck Apoios 3a Companhia de Polícia Militar Independente - 33CPMInd Companhia de Eletricidade de Brasília - CEB NEFP/CEAM/UnB

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ARx. 393, e nb 4 INDICE 4. Introdução 2. Características Gerais e Justificativas 3 3. O Distrito Federal 3.1 Região da Papuda qa 4. Relação dos PMs em Serviço na data do incidente é S. Descrição do Incidente 7 5.1 Por uma tentativa de aproximação 8 6. Diálogo entre À 3RCPMInd e CINDACTA I | Reprodução dos quatro telefonemas ií 7. Das Contradições . 14 7.1 Qutras contradições do caso papuda 45 8. Características do Balão Meteorológico Usado em 14.04.91 . 18 9. Incidência Antecedente na Região do Presídio . da Papuda . 49 = Pei DTI-B* 19 9.2 DTI-4 2í - 9.3 DTI-S ao - 9.4 DTI-6 . 23 . 9.5 DTI-7 2s 10. Avaliação do Incidente 26 11. Análise Geral de Hipóteses 3á 12. Conclusão . 33 Brasília- DF 4 OT - Depoimento Testemunha de Incidente

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ARx. DEZ a 4/46 í. Introdução Dos dias 43 a ié de abril de 1991, os jornais de Brasília, noticiaram um incidente de avistamento de Objeto Voador Não Identificado-OVNI, ocorrido na região da Papuda, com farta dose de sensacionalismo, como é infelizmente, O comum da maior parte da Imprensa. Na tentativa dé clarear um pouco os fatos, o Núcleo de Estudos dos Fenômenos Paranormais do Centro de Estudos * Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília, (NEFP/CEAM/UNB) criou-o Grupo de Estudos Ufológicos - GEU. O Grupo foi a campo colher depoimentos e levantar dados junto aos organismos responsáveis e estudar O caso, que ficou conhecido como o “Caso Papuda”. Assim, de posse de vários depoimentos e documentos importantes, e acreditando já ser suficiente a quant idade de dados coletados dá-se início ao que se pretende ser uma avaliação ampla e aberta sobre o incidente, Os depoimentos específicos do dia 14.04.91, foram feitos pelo Tenente. Jorge Luiz Fideles Damasceno e Soldado Reinaldo Sergio Oliveira. À segulr, buscou-se a confirmação dos dados por seus colegas. Nesse interim, alguns deles resolveram revelar outros incidentes ocorridos em épocas diferentes, a maloria na região da papuda. Tais incidentes, embora não venham a ser analizados com profundidade no momento, serão citados «e brevemente relatados, a título de ilustração. “Considerando a credibilidade das testemunhas (veja Avaliação do Incidente, pag. 24-41 »), omitir-se-a a exposição da integra dos depoimentos referentes ao incidente de 11/4/9141, os quais serão tomados em momentos diferentes, na medida em que a análise aqui proposta, o solicite ou exija. Os referidos depoimentos encontram-se em nossos arquivos à& disposição para consulta. Primeiramente, serão utilizados os depoimentos específicos sobre o incidente do dia 1414.04.91 para o cruzamento de iInformaçães com documentos fornecidos pelo Centro de Comunicação Social do Ministério da Aerondutica - x CECOMSAER, Núcleo de Comando e Defesa Adreo Brasileiro- NUCONDABRA, e Centro Meteorológico de Aeródromo - CMA-BR. Será feito então, um relato breve dos incidentes ocorridos em outras ocasiões com Policiais Militares da guarda do presídio da papuda. E finalmente nos propomos a uma avaliação do incidente e a uma análise geral das hipóteses de explicação para o fenômeno estudado, para posteriormente concluirmos. 2. Características Gerais e Justificativa Objeto Voador não Identificado - OVNI, do inglês Unidentfied Flying Object - UFO. Termo técnico utilizado para substitulr o popular “Disco Voador”.

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PS Dai O À T pega ame, 4 Apesar de. rara hoje em dia, ainda se acha algumas obras, ricas «em definições e apresentação histórica da ufologia.(veja citações bibliográficas). . Justifica-se lembrar o sentido original do termo que — apesar de Jovem já parece um tanto esquecido e por isso mesmo distorcido- A expressão Objeto Voador Não Identificado - QOUNI, designa tão somente, uma categoria de fenômenos, cujo estudo, não foi possível, dentro do método científico, de forma a identificá-io, como acontece em outras áreas do conhecimento, onde q objeto de estudo é isolado do meio e compartimentalizado. À partir de uma análise quantitativa ou qualitativa, chega-se a um conhecimento mais profundo do objeto de estudo. Já com o fenômeno OVNI, Isso tem sido no mínimo muito difícil, senão impossível, até o momento. Por negligência, descaso. ou sabe-se lá o que, a comunidade científica não tem tratado devidamente: o assunto. Nesse contexto, também há que se considerar características comportamentais específicas como a capacidade do fenômeno em driblar as tentativan-de abordagem, reforçando o seu aspecto inteligente e remetendo os pesquisadores à procura de novos métodos*. Mais adiante, como veremos, tais comportamentos tanto do pesquisador como do objeto, poderão justificar uma abordagem interdisciplinar, única forma, na visão do autor, possível de se abter resultados coerentes em pesquisa " ufológica, utilizando o método científicos Caracteriza-se portanto, nesse sentido, algo pouco conhecido « que, não deve ser interpretado necessáriamente E à princípio, como objeto de procedência alienígena. Sua : procedência é até hojé ignorada e sua natureza desconhecida, exceto, no que diz respeito à aspectos Inteligentes, Estes, representam a provável causa da capacidade de violação de leis físicas claramente conhecidas. O pouco conhecimento sobre os OVNIs, entretanto, não invalida as tentativas de estudo « nem descarta sua necessidade, multo pelo contrário, “— estimula e da motivos suficientes para que se empreenda '. séria e urgentemente tal estudo?. o A classificação do fenômeno em “contatos imediatos” - 2 - CI- que varia de O a SS grau (classificação adotada pelo qt! Centro Brasileiro para Pesquisas dos Discos Voadores-CBPDV) de ** “é felta basendo em características observadas, como forma :- alternativa de sistematização, já que até o momento não tem -- “sido possível seu controle e experimentação. Sua :« manifestação se dá espontâneamente, de diferentes maneiras e com consequências diversas. Assim, várias classificações foram propostas ao longo destes 50 anos de pesquisa, como! a 1 Apesar da ausência de “reflexividade” e vigilância epistemológica, gerando condicionamentos nisticos(Boaventura de Soeza Santos, “Ciência Pós-moderna”) 2 Mo quer o autor negar avidêocias que poderias levar à validação da hipótese de origem extraterrestro para o fenôerro GUI, visto que muitos pesquisadores se diz possui-las, entretanto, tuis evidências são muitas vezes pessosis e não resistem à análises científicos. Daí, faz-se necessário us mínimo de sistenatização no trato da questão, a fin de validá-las públicasente,

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classificação sugerida pelo Prof. Dr. Joseph Alen Hynek ou a - Classificação do Prof. Hulvio Brant Aleixo do CICOANI-MG, A classificação dos contatos acima de 39 grau (CI-3, .CI-4, e CI-5) supões à presença de ocupantes. Nestes casos, tratar-se-ia de” veículo tripulado. São formas de . manifestações raras, e sem registros suficientes para um estudo estatístico. Sua complexidade, entretanto, compensa sua raridade. Estudos já realizados de supostos contatos de terceiro, quarto É quinto graus, apresentam suas consequências e repercussões no meio social. Uma dessas consequências é O surgimento de grupos fechados denominados UFO-CULTOS. Tais grupos, POsSsuem . xaracter ísticas mistico-religiosas, de " caráter ideológicá autoritário e alienante (CARMO-1986) E 0 Distrito Federal O Distrito Federal está localizado entre os paralelos v. L5º30” e 16909" no. sul do equador e entre os meridianos “. 47º460' e 468º17' à veste de Greenwich. O incidente em questão ocorreu na Região. da Papuda/DF. “Bei Região da Papuda afastada da “rodovia DF 061, na altura do km 4, está a DF 465, pista de úcesso a área de segurança do Presídio da Papuda. 45km a sudeste do Plano Piloto, localizada em um vale com uma cota altimétrica de 950m em média, acima do nível do mar. À sua volta, as regides mais altas atingem uma altitude de 1150». o O Centro de Internamento e Reintegração-CIR, comporta atualmente cerca de 700 presidiários com tempo de reclusão que varia entre. 10 «e 15 anos. O Núcleo de Custódia de Brasil lu-NCB, comporta cerca de 400 presidiários que - aguardam julgamento... . É um local Iisplado do meio urbano, onde a maior parte de sua drea não: possui nenhuma. iluminação. Apenas no . Interlor do presídio de segurança máxima, CIR, a iluminação é feita com 40 holofotes de alta potência, possui 40 “ guaritas para guarda súperior e postos de guarda em terra. Toda a área de segurança possui um total de SkmZ, O CIR . Ocupa 12008”, de área em um único plano. Estão dentro dessa área, o Núcleo de Custódia - NCB, o Centro de Internamento e Reintegração - CIR, «e u 38 Companhia de Polícia Militar Independente - 3a CPMInd. À Ja CPMInd, encontra-se em uma região privilegiada para observação e guirda da área de segurança. É um local alto e menos iluminado. O NCB localiza-se entre esta e O CIR. O ambiente para quem chega a primeira vez & tenso, diferente, bastante “incomum. Mesmo os policiais « agentes que alí trabalham, Já acostumados à lida diária com as mais diversas situações, sentem este clima “carregado”.

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6 Além disso; segundo depoimentos do Sd. Reynaldo e alguns de seus colegas, ali acontece coisas estranhas r Como Por exemplo, descargas elétricas em pleno dia ou à noite com céu claro, como exemplifica o depoimento dos Soldados Ronaldo Silva Leão e Evaldo Ribeiro dos Santos(DTI 6). O rádio, também, para fazer contato com o Plano Piloto, multas vezes teve que ser deslocado do perímetro da delegacia e os telefones não funcionam sat isfator iamente. Foi nesse amblente que no dia 411.04,91 de 19:00h às 22:40h aproximadamente, foi observado um Objeto Voador N£o Identificado-OUNI, A: observação fora feita por Ten. Damasceno e os Soldados que cuidavam da guarda naquela noites Encontravanõse na JaCPMInd aproximadamente 25 policiais quando “do primeiro avistamento. (veja abaixos relação de policiais. que compunham O corpo da guarda naquela “ data). 4 RELAÇÃO DOS POLICIAIS EM SERVIÇO NA DATA DO INCIDENTE POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL Ja COMPANHIA DE-POLÍCIA MILITAR INDEPENDENTE io PELOTÃO ESCALA DE SERVIÇO DE GUARDA PARA O DIA 41 DE ABRIL DE 19914 : QUINTA-FEIRA LOCAL - EFETIVO CIR Adjuntos 39 56T RAUL Auxiliares! Cbs C. SANTOS - AYLTON - BRAGA Soldados! 10520-10855-11276-11281-11282-11285 44292-11310-11915-11944-11954-14801 11893-11940-11966-12015-12126-12320 = 43309-15023-15058-15205-15239-154541 - 15864-15899-15901-15903-15910-15912 15927-15929-15941-15973-15981-16085 o A663P-17035 Motoristas: 0750-11342-11957 Telefonista: 10534 =. NCB AdJunto! 38 86T DA SILVA = Auxiliares: CBs Manoel - Brandão - Lenini Goldadost 6066-9249-9578-10954-10084-10237-10246 º o 10251-10290-10358-10397-10406-10430 ". 40506-10512 AGROVILA Comandantes 38 8GT FERNANDES Soldados! 16102-16106-16285-16739 Motoristas 6178 RANCHO | Soldados! 9662-15339 CAVALARIA. Soldados! 9116-10806-11290 DEST. Auxiliars Cb J. Ribeiro BARREIROS Boldadost 10893-16923 Quartel da 3R CPMInd., em 09 de abril de 1994 a am e q a e e e as qu e 0 ud e o e e e a e e 0 a o q a q 0 e a o a e e e a e sm

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Se Descrição do Incidente Fig. 4 - Objeto Observado no dia 11.04,91 (Desenhos de José Tadeu Alves) O tenente Damasceno saiu da 328CPMInd, e ordenou ao motorista Sd. Reinaldo, que preparasse a viatura para fazer a ronda pelos postos 'do presídio, um procedimento de rotinas. Ao se virar para retornar à Companhia, nota a uns 300 ou 400 metros de altura, um objeto estranho, que se destacava no céu. Imediatamente, chamou a guarda para ver, uns 20 policiais, naquele momento. Segundo os depoimentos, o objeto mantinha uma constante variação de cores! azul, vermelho, amarelo e um pouco de verde, sendo que de vez em quando ele dava uma piscada muito forte que tornava todo o objeto vermelho. As observações foram feitas de tres posições diferentes, todas no perímetro da área de segurança, além destas observações, foram recebidos informes de que haviam outras testemunhas em áreas próximas, até o momento. no entanto, não foi possível contata-las. Quando da realização dos desenhos, o Sd. Reinaldo pediu

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ARK: 375, P: Sf46 : f que se definiuse bem “o centro do objeto porque assim que ele piscava cores diferentes em várias partes do seu corpo, ele era todo tomado pelo vermelho a partir do centro”. O ten. Damasceno conferiu o desenho e confirmou sua forma ovalada dividindo-se em cores. Observou que a posição da forma aparente do objeto era vertical e a velocidade de mudança de cores muito alta para precisar uma sequência, uma ordem. “O vermelho era a única cor que não aparecia, de repente, ele tomava todo o objeto. À mudança de cores era muito rápida” e uncrescentou: “N£o é a primeira, nem é a terceira vez que isso acontece aqui. Converse com o pessoal do presídio e verão como todos têm medo disso”. 5.4 Por uma tentativa de aproximação Para efeito de renlização dos cálculos abaixo foram considerados apenas dois pontos de observação (CIR e CPMInd). Os dois pontos considerados estão separados por uma distância angular considerável, sendo pv tercelro ponto desprezado para essg fim. Trata-se de um ponto intermediário que não oferecerá hovos parâmetros. As técnicas “utilizadas para determinação da forma e tamanho aparente do objeto, foram extraídas do Manual de Investigação de Campo do CICOANI Dez. 1974- Fol apontada pelo Sd, Reinaldo as projeções isométricas de 25º e perfurações de polegada 1/4» mm, como forma « tamanho aparente do objeto observado, respectivamente, Na mesma duta Ten. Damasceno em seu depoimento apontou as projeções isométricas de 25” e perfurações de polegada 3/0= Pma, como forma «e tamanho aparente do objeto observado, respect Ivamente. A ausência de um maior número de observadores em pontos diferentes «e/ou angularmente opostos diminui o grau de precisão dos cúlculos de distância, localização e diâmetro real do objeto. Além disso, a falta de registro documental do fenômenotfotos, video-filmes, gravações de registro por radar) evidentemente, contribuem também para uma diminuição do valor científico de certas proposições, visto que, fica comprometido um aprofundamento do estudo da natureza do ': fenômeno. Entretanto, a ausência desses dados não diminuem à credibilidade dos depoimentos que atestam juntamente con documentos do MAER a realidade do fato. QUADRO: 014 objeto observado) Altitude da provúável localização do objeto. cencoccsconescascrcrarorororoncsno ro uu PISM -Coordenadas prováveis. cencenncerescelatitude 16º 02º.vum” Longitude 472 39º, uve” Chisâltura do objeto detectado pelo CINDACTA 1, conforme depoimentos ..cecvvcua.c700R + ue o mo am as 06 6 0 (ro 00 Um 0 0 a q o e a e e e a a a 0 a o a a e a 2 O a a e e st a tt e

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QUADRO 02 (testemunhas) Local da observação”. -3A CPMInd CIR Coord. Geográficas dos Latitude o Latitude locais das observações 16", 04 /... : 46º"01',, Longitude - Longitude | 470.38 “cao. 472.38"... Direção da observação. ENE NNE Azimute magnético . 62º Leste 30º Leste (y)=Distância perpendicular do observador ao objeto 4.838m 1.664m (dImDistância do observador ao objeto no plano 4.72m 1.525m < = ângulo da observação 12” ea” - Altitude dos locais da . observação 1000m . 968mn - (h)=Altura do objeto deduzida a diferença de cota altime trica a partir do . observador t 635m : 667m Considerou-se para as informações acima o objeto em sua 9º pasição(veja fig. 2 - posição x4). Informações topográficas obtidas através de carta topográfica da região Centro-Oeste do Brasil, escala 1125090 de 1984/IBGE/CODEPLAN. Bras/lia-SE - Folha 8D.23-Y-C-IV-3-SE//MI-2215-3-SE. e e a ma a a e ps A a q q O O a O 0 da 0 q e e e q e e e 0 a a e a e 0 o Obs.t onitimos numa tentativa de resumir o texto para divulgação o tópico original - “Cálculos, considerações «e complementações de dados” apresentando apenas os resultados. Os referidos cálculos, ainda preliminares, tem por objetivo aproximar-se do diâmetro real do objeto observado. Os mesmos sugerem um diâmetro em torno de 24,50 metros. 5,95 Quanto aos movimentos do objeto, diz ten. Damascenot "Não havia movimento, ele estava parado e nós nos “deslocamos para uma parte mais escura para observar melhor. Ai, nós voltamos para o pátio, olhamos e ele ainda estava 3 Tosados os dois pontos de observação mais distantes (entre 38 CMMInd e CIR, está um terceiro : vonto de observação, não considerado para efeito de triangulação, o NCB)

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10 “Já, de repente, quando olhamos novamente ele Já não estava. - Nós não visos gess deslocamento ... O objeto se deslocou da “ primeira posição para nordeste, voltou a posição inicial e em seguida se destácou para uma terceira posição mais à nordeste e ficou all até mais ou menos 22:40h. O objeto sumiu da primeira: posição, apareceu numa segunda, retornou à primeira « depois reapareceu numa terceira posição e nessa última ele Ficou. deslocamentos.“.(DTI O, 1 e 2) Nus primeiro momento a testemunha fala de deslocamento, depois de desaparecimento, reaparecimento e retorno. O uso dos termos deslocamento e retorno transmite a idéia de movimento visualizado no processo de deslocamento . Já os termos ARACECEU, desapareceu e gumis, está coerente com sua afirmaçãos “Não houve distração « eu não vi os deslocamentos”. Esta característica é típica de OUNIsS! segundo muitos relatos, costumam | luminar-se, apagar ag luzes e em seguida deslocar-se na escuridão. Quando reacendem as luzes, estão noutra posição. Em avistamentos de curta distância, este procedimento parece estar ligado a uma estratégia para surpreender e desarvorar a testemunha. O pesquisador Hulvio Brant Aleixo? de Minas Gerais coletou e relata vários casos nos quais este proceder dos OUNIs é típico. +“ N 1 . . 4 e a q e e ss im KM mm me em ag e rs q es cs tr um me 4 3 . . so E Fig. 2 - Deslocamentos do objeto Segundo o depúimento do ten. Damasceno, durante o “período de observação do objeto, que se déu de 49110h às , 22140h aproximadamente, houve 4 contatos com o CINDACTA 1, para que se fizesse a Identificação do objeto. o O primeiro contato foi feito pelo ten. Damasceno um “pouco antes das 20160 horas. Nesta oportunidade, solicitou “esclarecimento para o fato, Os contatos seguintes foram feitos pelo operador de radar, Sargento Petrônio. Nesse 4 MELO, Helvio Brast. “Caso faro” Revista Ufa-Lógica no 64 8H. 1986

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21 sentido, pode-se dizer que o CINDACTA 1 demonstrou um certo interesse pelo incidente, predispondo-se a Identificação do mesmo. Entretanto, apús várias tentativas, resolve concluir pela via mais fácilt “X tenente, aquilo era um balão“(veja adiante), ou sejas esta foi resposta necessárias taxativas objetiva e que deveria ser acatada pela segurança do presídio. À resposta cuja finalidade seria, acalmar, retomar o habitual estado de tranquilidade exigido pelo sistema. Dai, a camuflagem dé mais um incidente. 6. Diálogo entre SECPHInd e CINDACTA: Reprodução dos quatro o telefonemas: Diálogo entre Tenênte Damasceno da Terceira Companhia de Polícia Militar Independente, na Papuda” e Sargento Petrônio operador do CINDACTA DE BRASÍLIA, Extraído do depoimento do Ten. Damasceno(DTI O e 14) e complementado com dados coletados Junto à coordenação de vão da Vasp, no fAgroporto Internacional de Brasília. 19 contato telefônico (aproximadamente as 20:00 horas) Ten. Damasceno - Sargento Petrônio, aqui é Tenente Damasceno da 38 CIA de PM , estamos visualizando um objeto no espaço aéreo, aqui acima do presídio. Gostaríamos de confirmar se vocês estão registrando isso, se é alguma coisa de conhecimento de vocês e se podem nos esclarecer a respeitos Sg. Petrônio - Tenente eu estou no aeroporto, qual sua posição em relação do aeroporto e o CINDACTA? Ten. Damasceno - Estamos a leste do aeroporto e o objeto está a Norte da CPMInd, sargento. . so. Petrônio — Quantas, pessoas estão vendo Isso? Ten. Damasceno - De 20 a 25 policiais aqui na 32CPMInd. 89. Petrônio - Tenente, qual o seu grau de instrução? Ten. Damasceno - Superior 89. Petrônio - Eu vou fechar o radar sobre essa área. Confirmet está vendo o objeto? 5 Tenente Dasasceno, para facilitar o diálogo com o CINDACTA 1 levoy o aparelho telefônico até a janela da sala de oficiais, posicionando-se de fora do prédio, no intuito de visualizar o objeto e inforuar ao Sargento Petrônio que procurava acompanhar O incidente via radar.

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n ARX. 3336-523) a . Ten. Damasceno - Positivo, o objeto está aqui 89. Petrônio - Está onde agora? Ten Damasceno - Está a nordeste. 89. Petrônio - Positivo tenente, vou checar no setor o radar e volto a fazer contato. 2º Contato telefônico (aproximadamente 21100 horas) 89. Petrônio - Tenente eu estou com Sargento Alexandre agui em minha frente, ele é operador de radar, aguarde-me um instante -“Alexandre, feche o radar em cima daquele setor, ia «ccmais devagar, .comais lento, fecha a fotografia agora, «c«9rava, grava esse ponto.” “Tenente, eu estou captando ele aqui agora, ele está à nordeste a uma altura de mais de 2000 pés. Ten. Damasceno — Positivo, isso é o equivalente a aproximadamente 700 metros. 89. Petrônio - Tenente, eu estou com o meu capitão aqui ag meu lado. Ele está sabendo de tudo, não sei o que ele val fazer . Ten. Damasceno - Sargento eu conheço esse tipo de coisa. Se para um oficial nosso mandar uma viatura, quando recebe um chamado ele pensa duas vezes, imagine para um capitão da aeronáutica mandar decolar aviões. Sg. Petrônio - Tenente, vou ver o que vamos fazer aqui e volto a ligar. Ten. Damasceno - Positivo, Sargentos 39 Contato telefônico - (próximo de 22100 horas) Sg. Petrônio - Tenente, o objeto ainda está aí? Ten. Damasceno - Positivo, está aqu! em cima do nesmo Jeito. Vou pedir ao adjunto da polícia Civil Junto ao CIR para confirmar -ao telefone. tapós a confirmação). fazer?” Tenente, está decolando um vôo agora, o objeto está — a nordeste? "89. Petrônio - “Q objeto está lá capitão, o que vamos

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e . Tal vão percorreu a pista 10 e que, aproximadamente, “ minutos apds a mutorização para decolagem, a aeronave — 7 ARX. 273 p. AU4b 13 Ten. Damasceno - Positivo 89. Petrônio - Tenente me aguarde, vou fazer contato com o vão da Vasp tro piloto do vão 095 da VASP) “VASP 095, confirme mantendo contato com objeto qg” Piloto - “Positivo, tem um objeto em minha frente a 390, 2.000 pés” : 8g. Petrônio - “positivo Vasp 095, desvie curso para 450” (tao tenente Damascino) “tenente, é o seguinte, este objeto aí não é balão, porquê o último balão que subiu do Centro Meteorológico, cómh quem eu já fiz contato, subiu as 20:45h já atingiu altitude máxima e estourou” . Ten. Damasceno - Positivo Sargento, É o objeto está aqui em cima. Segundo os depolmentos, durante o diálogo acima, - terceiro contato telefônico- o ten. Damasceno e seus colegas observaram o deslocamento do vão. No depoimento do ten. Damasceno ele afirna “nós estávamos aqui olhando e q avião fez o desvio de rotas. Acompanhamos então de terra, o desvio de rota do avião, que foi orientado. pelo sg. petrônio”. Ainda segundo Ten. Damasceno, houve um momento em que Sargento Petrônio falou da dificuldade que o Ministério da Aerondutica iria ter para explicar o caso à opinião pública. O vão mencionado no 389 contato telefônico do CINDACTA para a 3a CPMInd, se deu antes das 10h. Pelo levantamento de vôos daquela data, feito Junto à Coordenação de Vão da Vasp no Aeroporto Internacional de Brasília, não houve nenhum vôo para São Luiz naquela data, no período noturno. “ Encontra-se o vôo: 095 com destino ao Rio de Janeiro como o - mais provável e não com destino a São Luiz, como afirmaram “- 08 jornais e o próprio Tenente Damasceno, embora não se lembrasse com certeza. Também o Sd. Reinaldo em seu depoimento menciona a rota Brasília/São Luiz mas, deixa claro que obteve tal informação dos jornais no dia seguinte. Infelizmente, no se conseguiu chegar ao Comandante do vôo, para a confirmação do incidente, devido a entraves burocráticos, adotamos assim, o vôo 095 para efeito de reprodução do didlogo. Sabe-se, que o vão 995 decolou às 21:55h, coincidindo com o horário. do 39 contato telefônico(tpróximo de 22:00h). e 6 Dados do lançamento do Balão pelo CMA-SR, veja “Outras Contradições do Caso Papuda”

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DR ARX, 322, p 15/44 Xe 1 “estaria em torno de 2000 pés e sobre a região da P Os informes foram obtidos da coordenação de vão da Vi carta da pista 10 de 04.03.91, a mesma do dia 11.04.91. 49 Contato telefônico (aproximadamente 23100 horas) 89: Petrônio - Tenente, o objeto ainda está aí? Ten. Damasceno - Olha sargento, depois de certa hora da noite aqui fica muito frio, causa então a formação de nuvens que provavelmente taparam o objeto, pelo menos ele não está sendo visualizado agora. 89. Petrônio - É Tenente, aquilo era um balão. Ten. Damasceno - Sargento, balão meteorológico não era não.Vocês estão subestimando a minha inteligência. Tudo bem, eu sou militar, aceitó o que vocês quiserem que eu aceite. Quero dizer, aceito, não comento nada, mas subestimar a minha inteligência não, isso é demais. 7. Das Contradições Comportamento semelhante se deu também entre os chefes do Ministério da Asrondutica. Recentemente o Brigadeiro Socrates Monteiro, atual Ministro da Aerondutica, declarou em entrevista Bo programa de TV, “Jô Soares Onze e Meia” deíi3.06.94, ao ser questionado sobre a existência de discos voadores e os registros feitos pelo CINDALCTA, que “tais objetos não existem”, e que os registros de que se falam são “anomalias eletrônicas”. Em 22/5/1906, o então Ministro da Aerondutica Brigadeiro Octávio Moreira Lima, foi a público confirmar e informar sobre incidente com OVNIs, ocorrido em 19/05/86, entre as cidades de São Paulo, São José dos Campos e Rio de Janeiro. Na ocasião, mais de 20 OUNIs foram perseguidos e perseguidores de 6 caças supersônicos FS e Mirage da força aérea” . O Ministro afirmou na ocasião, “o soverno nada. tem a esconder”º, Contradições como esta, mostra an falta de articulação com que é tratado o assunto. Sabe-se que, a obtenção de resultados coerentes em qualquer pesquisa só é possível se houver um acompanhamento Interessado e continuado. Entretanto, comprova-se pela “análise abaixo, a continuidade dessas contradições, que causam ruptura em qualquer pretenso processo de “ acompanhamento, Esse Fenômeno, que se dá dentro do MAER, o “fenômeno da desarticulação” torna excludente, qualquer possibilidade de resultados coerentes para a pesquisa UFO no País. É oportuno verificar, quais as causas destas desarticulações. É uma questão simples e sua resposta não 7 CO, Claudeir. “A Mobilização no Céu Brasileiro - Maio de 86”. Rev, O assunto é +.» UFOLOGIA, no 14, ed três, 1986, papo 12-23 B COLETIVA, Entrevista, 22.5.06 e Correio Brasiliense de 13.4.91.

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bes oe pe am 15 pode representar complicação. Não se trata de exigir “do Ministério da A: jáutica uma resposta imediata pars o fenômeno OVNI. Issp pode ser considerado, uma tarefa para a ciência. Trata-sg: apenas, quanto a esta verificação, de solicitar ao MAER que se pronuncie a respeito. E assegurwr. que esse pronunciamento seja o mais coerente possível. dé. factual afirmar que posturas desse tipo, como veremos, dificulta a busca de respostas. E este é um problema, que exige uma cooperação mais eficiente por parte dos organismos envolvidos. Até aqui; “parece” que o comportamento dos OUNIS não tem afetado a soberania Nacional, por isso ele tem sido deixado de ludo.: terá que os organismos de defesa tem realmente adotado à “política: do avestruz”?(CARMO-1986)? . Já são abundantes os fatos e a criação de um esquena preventivo para tratar o fenômeno, demandaria no mínimo, uma certa articulação, criatividade e algum recurso financeiro que estimule os pesquisadores. Além desse estudo é extremamente relevante para os pesquisadores, à preservação daquilo que a duras penas se realizou até hoje, em termos de coleta e produção de dados. Esta predisposição av estudo de forma cooperativa com o MAER é, a princípio, a resposta necessária e esperada por todos no que se refere ao “fenômeno da desarticulação”, este, gerador de entraves e de toda uma problemática vivênciada pelos pesquisadores. Sob a influência desse. tipo de comportamento, também, surgem “visões | conspiratórias” acompanhadas, ora do descrédito das nutor idades “de defeza”, ora, de desconfiança «e medo do ranço repressivo dacditadura militar Nota-se tanbém, que a sociedade civil apesar de não contar com recursos adicionais para pesquisa até o momento, tem sido responsável pela criação desse significativo acervo de dados que, infelizmente, corre o risco de ficar & deriva? . o : 7.1 Outras Contradições do Caso Papuda A nota de esclarecimento do Centro de Comunicação Social dao Ministério da Agrondutica - CECOMBAER, confirma em seu item 1, a “observação de um sinal que processado pelos - Tomputadores daquele centro, (CINDACTA 1) não ficou caracterizado como qualquer aeronave que trafegava no - Jocal”, A hora que fol feito o registro(i9:45) pelo CINDACTA I, “está dentro do horário da observação, segundo os depoimentos das testemunhas, E não coincide com o horário de lançamento “= de balão meteorológico naquela data, pelo CMA-BR, antigo CM- I, conforme OF.NO 020/CMD0/020 de 10 de Julho 1994. Nesse documento consta o lançamento daguela data às 2109P, ou seja, 21100 horas. A ultura máxima atingida foi de 24.442 “Y CAMOAlberto F.."UFOS € UFÓLOBIAIA face autoritária”. Rev. UFOLÓGICA nf 04, dez. 4987. po 49- %s 10 Arquivos de Pesquisadores Já falecidos, ou que tenham abandonado a pesquisa por razies outras(CARMO)

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regifo. ARX. 239, P- 1yjuç 16 metros, a céu claro com um vento máximo na trajetória 2909/50 nós, velocidade equivalente a 92,6 km/h. Pode se x observar que antes do lançamento do balão o objeto já era observado, sendo registrado pelo CINDACTA I as 19:45h. : . A mesma Nota de Esciarecimento, item 2, informa qu io houve coincidência do registro com o lançamento de balão meteorológico pelo (antigo) CM-4, sugerindo a possibilidade “de que o balão meteorológico estaria sendo registrado. Tal sugestão, também não procede visto que, não houve : coincidência total de horários, o lançamento daquela data se deu às 2100h, e à observação do fenômeno de 49:40 às aatsont +. No item 3 não. se apresenta nenhuma incoerência. Entretanto, em meu item 4, a mesma nota apresenta parcial incoerência, no concernente à associação das características dos baldes meteorológicos às características dos OUNIs. Tal generalização não pode ser feita, visto que balões meteorológicos são facilmente diferenciados de OUNIs na maioria dos casos. Os OUNIs, segundo muitos relatos, e documentos (video-fiines) apresentam manobras bruscas a + - desanarecen e reaparecem, e a variação de cores, pouco ou nada tem a ver com reflexos solares nas superfícies dos balões, como pode ser comprovado pelas características dos baldes(veJa adiante) « dados constantes do OF NO 020/CMD0/020 e depoimentos das testemunhas de .OUNIS, Não só nesse caso como em milhares de outros no mundo lhteiro, conforme documentos em nosso poder. (veja também: referências bibliográfica). Tais documentos atestam q dificuldade de generalização das características dos dois tipos de objetos. Gostar íamos de ressaltar a impossibilidade de reflexo de radiação solar em balão meteorológico ou qualquer outro objeto. O ocaso solar para Brasília no dia 11.04.91 foi 18506h. Se a última observação se dera às 22740, portanto, 4134h após o ocaso, podemos observar que a radiação solar incidia naquele momento, já no quadrante oposto do giobo aquele do incidente, tornando impossível a iluminação de qualquer objeto defi ro da atmosfera terrestre, naquela data, a lua nasceu às 03H44h, com Também naquei “passagem mer idiana às 09:32h e ocaso às 145147h, portanto era uma noite sem lua. no: planalto central brasileiro.**» A associação do fenômeno OVNI a balões meteorológicos por pessoas leigas, no entanto, não pode ser descartada, “visto que a maioria da população não se encontra atualmente 44 No diálogo entre 33 CPiind e CRIDACTA 1, “39 Contato Telefônico- , antes das 22:00h, Sargento Petrônio nfiras que o Balão êubedido, já havia atingido altitude múxina e estourando. ifa Anuário Astronâeico 1991, Observatório Nacional. Rio de Janeiro.

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22% ceremmo ABMSII, pe dar =” | | | I ões É . 1 “ Yuniversidade. é ditos - UnB o | Cuntro de-Estú Avançados MultidiszipTinares — CEANM . cleo dé Estudos dom. Fenômenos Paranagnnt a - NEFP 154 Vaso DE ESTON, Ur ÓICO - : | E/0EU/NEFP /DEAMZOB24/92 Brasíliês 27 de novembro de 1992 er | | . : : Sa - 4 Núcleo de Comarilã'a Deresa Aóreo:Bragilairo-NUCONDABRA nad. Brig. “DUARDO JAFOKEL | SHIS 01 71600 Prezado; hajor, e co auxiliar em! muito as pesquisás de ui gumas variáveis que deverão ser epridnasdado â dos objetos:: observados =": j O afurecar uma idéia: aproximada do d objeto. Faltou : no entanto, um maior número de - observ e locais diferentes. - b) A análise das características dos bai || netaorológicos necessita de um aprofundasento quarto à capacidade de cai absorvância, etc. . de. radiações luminosas nos. mes naterf am sub Pabricação: EsPicitivos às enóresas KKS Japbriesas a configuração do material. conforme sugestão. de do V.Sa. mas, .- recebemos apenas catálosos de propagandas t Infel izménte, esto “um ponto pendente,. utilizamos . apenas ! informações obtidas... do: CHA-BR. Uma análise mais profunda deverá ser feita pelo Prof. Alberto F. do Carmo: c) Cálculos de altí de radiação solar, também sugerem uma tabela planetaria de gr | utilidade;A altitude da radiação solar aumenta progressivas j com o wovinento: de rotação da terra o que nos permitirá pre | € estas tabelas de altitude seguindo paratelas à linha do E Tópicos para..cada fuso horário, O cálculo pode” sêr | de utilizando tj: tria. Segundo o Prof. Áirton Lugarinho possível, por: ximação, devido ao-desvio da radiação solar | principa menta tuosfera. Esse desvio segundo els pode. ter minimizado, m próxima enprai : Como vê, são variáveis que periitirio trabalhar pelo «unas os casós mais simples -os quais tês gerado tanta polêmica cos a | imprensa e deixado rivssa sociedade tão confusa. : Finalmente, espero que possa dar alguma contribuição, exemplo, - com. indicação. -de algum - trabalho Já: , oficiunlmento. sobre gutos: aspectos pendentes ou: aspíctos reiatido RO: prob toa. dos OVNIS. “totalmente. Isso) tanbém ficou rd Um abraço :

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EE é ú ge EIA st oe papa etdomt nc g ereta AN SERENA) CLA TOM PRIOR ERR TR PAI TO e arsines nt Fira -nserpo dessas ES e ET ma ne e í l TT” 18 No mesmo documento, o NUCOMDABRA, afirma que “o conhecimento do fato restringiu-se apenas xos telefonemas daqueles que Julouram ter visto um OUNI”, Isto reafirma a contradição com |. “documento do CECONSAER, além de desconsiderar q testenunho de mais de 20 policiais que se encontravam a serviço na 32 CPMInd., e agentes do NCB e CIR, num total de mais de 60 homens. Conforme relação dos policiais em serviço na data do incidente (pag. .05.) Durante o primeiro contato telefânico com o sy. Petrônio foram fornecidas informações quanto ao nº de “testemunhas, condições do tempo, localização, e informações pessoais do ten. Damatéeno. No item II do OF Nº 017/CMD0/047, bem como em seu questionário anexo, q Ministério da Aerondutica, demonstrar ou confirma mais uma vez o seu “interesse” pelo assunto. O questionário utilizado para coleta de informações - Sobre OUNIs, apresenta questões precisas «e objetivas, visando evidências sólidas sobre o fenômeno. No sentido de uma avaliação global do fenômeno o questionário deixa a desejar. De fato as características observadas e relatadas geralmente indicam que o fenômeno - OUNI é multo furtivos Isto torna necessário um questionário mais pormenorizado . que atenda às peculiaridades e complexidades do fenfieno, em avistamentos e contatos de graus mais elevados. . necessária, pois, una aval iução de suas características objetivas e subjetivas. Neste sentido não se percebe o interesse do Ministério da ferondutica. O relatório só serve para avaliar avistamentos aéreos de um tipo mais corriqueiro, O Item III, levanta a hipótese sobre balões meteorológicos já análizada nos itens 2, 4 «e 5 da Nota de Esclarecimento do CECONSAER e complementada adiante. 6. Características do Balão Meteorológico Usado em 11/4/91, Segundo o ofício: 920/CMD0/020, o balão meteorológico “usado na noite de 41.94.94 é um balão fabricado no Japão "pelas empresas KKS.. Mede 1,20m de diâmetro e o material usado é o plástico cosmoprene. Pesa 3509 « carrega 2009 de equipamento destinadô a colher dados de temperatura, direção e velocidade do ar “na atmosfera superior. Pode atingir 25.000m de altitude, é pode ser tansido pelo vento que atinge velocidades “iguais ou superiores a 130kt”.(130 nós = 240,76km/h). Ainda, segundo a supracitada fonte, este balão é “Iúflado com hidrogênio e não carrega lâmpadas. A hipótese de que o artefato seja capaz de emitir algum tipo de luninescência é um tanto afastada Já que “não foram realizados estudos pela Força Aérea Brasileira, uma vez que sem

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ES pura, arena atpe setadgdr ncia ra qa my s CRtegniça- tema ER eme mid ormaipnirre o cega ce (1 ros 19 não interfere com. us sondagens”. Fot “sugerido que se consultasse o fabricante do balão, o endereço do qual foi conseguido através; de enpresa representante em São Paulo. Os dados netgsíúrios para uma análise mais profunda foram então solicitados às empresas KKS no Japão. Infelisnente, só recebemos catúlogos de propaganda de uma delas. Neles não constam u configuração detalhada do aparelho nem as informações solicitadas sobre o tipo de material utilizado nós: mesmos . É nossa intenção, tão logo consigamos uma configuração exata dos materiaig utilizados na fabricação dos balões meteorológicos, trabalhar a questão da capacidade de refletância, alisoryôncia, etc., da radiação luminosa nestes materiais. P. Incidência Antetadente na Região do Presídio da Papuda 9.4 - UnB/CEAM/NEFR/6EU | /DTI/3 Testemunha! Isis Lobo de Oliveira Santos Tempo de Serviço nó Núcleo de Custódias 10 anos Natural idade? Brasília E -Idadet 28 anos - Local do intidentet Rebi£o da papuda “Horas 20100 horas: Datas Julho/1988. : Testemunhas! Agente- Isis Lobo de Oliveira Santos Agente Jucelino Klaudio Rocha/ vulgo Mancha, Tempo de NCBE 44 anos Agente Euclides Soares Peres/ vulgo Chud. Tempo de NCBt 14 anos Entrevistador: Wilson 0. de Oliveira Data da entrevistas: 19/09/91 Horas "47:00h Local: Núcleo de Custódia de Brasília - NCB Wilson - Isis, porfavor diga-me com suas palavras, tudo O que nos pobsa auxiliar a ter uma idéia mais completa e:detalhada do que você viu Junto com seus colegas aqui na subida da mangugira em 1988. “Isis —- Nós chesávanos. de uma escolta de Justica no foro do Plano Piloto, e o Ônibus que deveria levar a gente em casa Já tinha ido embora e nós tivemos que Ir de viatura.

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ARX.333 P /u6 20 O motorista de plantão fol nos levar em casa, eu e um colega. Quando subíamos, aqui na sublda da mangueira tinha uma claridade no asfalto. Nós pensamos que fosse algum carro que estivesse vindo, com farol de milha ou coisa parecida e não nos preocupamos muito com aquilo não. Continuamos, lá peló meio do percurso que nos separava daquela claridade, notamos que ela se apresentava muito intensa, continuamos ainda no sentido da claridade. Lá pelas tantas Já era a luz que nos acompanhava e só viamos a claridade à nossa volta, resolvemos parar para ver o que era. A luz estava Iudvel em cima de nós. Descemos da viatura, e ficamos, olhando. Não fazia barulho algum. A viatura estava desligada e só ouvíamos barulho de carro ao longe, próximo de nds era silêncio total. Não era a lua porque ela estava bem de lado, Não era avião, não era helicóptero, pois não havia barulho, não foi nada disso o que nós vimos. Simplesmente uma luz, um foco de luz semelhante a uma grande lanterna vindo do alto e clareando todo. o. «espaço em torno da viatura. Podiamos apanhar qualquer coisa no chão, tão claro que estava. Doía os olhos para olhar: de frente. Dava-se a impressão, que ela estava a uns 20 metros no máximo de nós, sem barulho, sem nada. Ela era redonda, tinha a forma de uma Circunferência, como um foco de lanterna em todo o objeto. Pode até ser que aquele foco, fizesse parte de um objeto de circunferência maior, mas- tudo O que deu para ver fol.um grande ponto de luz, num azul mais fluorescente em cima da gente. Sua claridade também era azulada. Lá pelas tantas, deu aquele caláfrio na gente, quando percebemos que não era alguma coisa comum, caímos na real e corremos todos para a viatura e fomos embora. Essa luz continuou. nos seguindo lentamente. Nós seguimos na direção da escola fazendária e ela desceu rumo ao Plano Piloto. Ela não fez curva como nós . A viatura fez a curva para tomar a direção da Escola Fazendária e ela segulu em linha reta para o Plano Piloto. Foi solicitado a Euclides a confirmação do depoimento da Agente Isis. Euclides acrescentou que as primeiras curvas foram contornadas também pela luz que os seguia. Quando, próximos à Escola Fwzendária indo em direção ao Plano Piloto, o objeto seguiu em linha reta noutra direção. Euclides era:o motorista da viatura e confessa que ficou espantado Com,0 que viu. Isis e seus colegas combinaram não falar nada para ninguém a fim de. evitar que fossem chamados de loucos. Quando chegaram no Núcleo de Custódia no dia seguinte, não resistiram e acabaram contando o que viram. Para sua surpresa, segundo ela, foram confirmados por várias pessoas da papuda que também tinham visto a luz. O Sr. Heitor, que era funcionário do Núcleo na época também pode observar da Escola Fazendadria, onde se encontrava náquela noite. Isis diz que se achava uma pessoa corajosa,” mas quando

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o ARXx. 323,0. 13)46 2i vi aquilo, as pernas tremeram, a covardia baixou” diz ela, “pois era uma coisa que nunca tinha visto antes”. Tomada de pânico, Isle e seus colegas! Agente Euclides e Agente Juscelino se afastaraí dalí rapidamente. Lembra ainda, que num dado momento ca observação, perceberam a possibllidade de eventualmente ter que usar as armas, mas mais uma vez se surpreenderam quando perceberam que nenhum dos três estavam armados. Segundo «eles, não presenciaram o incidente do dia 11/4/9414, estavam em caga. Mas, com multa frequência, houve pessoas comentarem ter visto algo semelhante. Ísis diz que fiça indignada ao contar para as pessoas x que nunca viram aquilo. Sempre recebe as mesmas respostas, “metedro”, “avião”,' ou outra colsa “absurda”. Sempre tentam , segundo ela, enquadrar aquilo que ela presenciou a objetos ou coisas comunentes conhecidas. E se insistir em manter o que viu como algo diferente, logo é -taxada de louca, demente, etc. “por muito tempo ficamos escondidos evitando comentar isso aqui porque éramos taxados de loucos”, E diz ainda, “meu próprio Marido, deu a malor bronca quando à noite contei a ele 0 que tinha visto. Ele afirmava que eu deveria sair daquele” serviço, pois Já estava Ficando maluca”. . . . Tudo isso deixou Isis apuvorada por muitos dias com medo de ver outra vez pois o seu próprio marido que deveria acreditar nela, falava que ela estava loucã. p8 , ç 9.2 - UnB/CEAN/NEFP/GEU /DTI/4 No mesmo dia em que colhemos o depoimento da Agente Isis, procuramos a. alguns presidiários se não teriam presenciado alguma luz estranha pelo pátio ou nos céus do Núcleo de Custódia, . Muitos deles disseram que já viram essas luzes. Segundo qt a agente Isis não serja difícil conseguir só no Núcleo uns se trezentos depoimentos de presos que viram tais luzes, o Laércio Germano de Oliveira, foi o único dos quatro previdiários que trabalhavam com a agente Isis e quis falar sobre o que viu. “Foi numa noite do mês de abril desse ano, por volta de 11 horas da noite. Nós avistamos aquelas luzes, várias formas e cores diferentes, verde, amarelo, +... €& cores bem fortes. Então, senpre se discutia sobre isso, uns falavam que era uma estrela, has estrela está sempre num ponto determinado, essa não. Ela uma hora sumia, depois voltava, baixava, subia”. io Isso era observado da Janela do presídio que não tem uma visão muito umplia, embora Laércio a considere o HA

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x A »: = geme " Qutras testemunhas ARO E aa contrário, mas pernite ver uma boa parte do céu, “Os eucalíptos -agui fora são bastante altos mas a luz ficava multo além deles, muito alto. As luzes sempre se alternando, com cores muito fortes. Sempre se levantava a dúvida, durante os comentários, sobre o que poderia ser e nunca se chegava a um acordo, então alguns comentavam! “é a cadeia que esta pesando rapaz, você está ficando neurótico” 9.3 - UnB/ CEAN/NEFP/0EU DTI/S Depoinento de avistamênto de OVNI sobre o Córrego Taguatinga Data do depoimentos 03.08. 94 Horas 14190: Local: Residência de fênia ue OR 496 Samambala-DF Entrevistadort Wilson DB. de Oliveira Testemunha entrevistada: Tânia Maris Souza Oliveira Idade: 29 anos . Profissão! Polícial Militar Formação: 20 grau/ cursando -CFS - Curso de Formação de Sargentos Tempo de carreiras 8 anos “Três colegas de trabalho de Tânia presenciaram a ocorrêicia. Seus nomes serão omitidos por solicitação. Data do incidentes Início de Julho/91 Horat -86300h Wilson - - Tânia, conte por favor com suas palavras tudo aquilo que nos possa auxiliar a ter uma idéia mais completa e perfeita do que você vius - Tânias Era por volta de 6100 horas da manhã, a mais ou menos 39 dias. iamos descendo a pista de acesso à QNL, e bem na. baixada , próximo da ponte sobre o córrego Taguatinga, do lado direito. Aproximadamente uns 500 metros adentro do matagal. Pudemos cafifirmar a presença de uma luz que já havíamos percebido logo no Início da descida. Uma luz muito forte que nos chamou a atenção porque sempre se movimentando | e com formato diferente, achatada, esparramada, Como se fosse um prato. Percebi que: a luz estava descendo bem lentamente. À medida que o carro: im descendo, ela também ia. Então, eu chamei a atenção dos colegas para aquela luz no melo do mato, com várias cores. Quando passamos pela ponte

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ta . O: ARX 333 pau (distância mais próxima do objeto) a luz foi sumindo. Não sei se apagou ou assentou no neto do mato. Parece ter apagado, pols não se via o reflexo e era uma luz ben forte. Wilson - Tânia E quanto ao tamanho do objeto Tânia - Tinha aproximadamente 41.50m na horizontal, embora seja dificil precisar devido a grande luminosidade em várias direções, mas a forma achatada podia ser notada mesmo com aguia luminosidade. Estava a una altura aproximada de 20 metros do solo « tinha uns 70cn de diâmetro vertical. Wilson - Você notou variação de cores? Tânia - Era mais amarelado, vermelho e azul sendo o azul aproximando-se do violetas Wilson - Você notava que o objeto piscava? Tânia — Não, não pisçava, tinha cores misturadas. De longe parecia que era uMa cor só, inclusive quando estávamos no início da pista, bem em cima, parecia uma cor só. Um amarelo forte meio avermelhado. Quando nos aproximamos pude observar mais cores, azul, vermelho. Depois sumiu, : 9.4 - UnB/CEAM/NEFP/6EU - DTI-6 Data do depoimento! 47/9/94 Hora! 13100h Local! Ceilândia Centro Entrevistador: Wilson G. de Oliveira Testemunhast-Ronaldo Silva Leão Profissão! Policial Militar Tempo de PME S anos . Tempo de serviço no CIRE 3 anos Idadet 29 Formação! Becundár la -Evaldo Ribeiro dos Santos Profissão! Polícial Militar Tempo de PME 7 anos Tempo de serviço no CIR: 3 anos Idade! 30 Formação! Secundária Data do incidentet 11/90 Horas 23/45h Duração! 3 a 5 segundos

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ARX.333 p» dblv6 24 Localr CIR Descrição do Incidentes Naquele dia os Sd. Lefão e Sd. Evaldo, faziam turnos de 3x6h, quando no turno das 21 às 24h ocorreu o incidente. As 23145h precisamente, segundo as testemunhas, aconteceu o que eles chamam de um enorme clarão que iluminou um amplo espaço, que vai do posto 13, localizado a sudoeste do presídio, até aproximadamente ikm além, mato a dentro. O posto 13, é um dos postos de guarda em terra. Além dos postos em terra existem 10 guaritas, que são postos estratégicos de guarda, superior, com visibilidade de 360 graus . o , Sd. Leão, afirma que naquela noite não havia nuvens, o céu estava estrelado € não houve nenhum problema relacionado à rede de energia elétrica. Apesar da iluminação acentuada do presídio o que;“aconteceu sz destacou em muito da claridade habituado - Para ele aquilo foi uma coisa assustadora. Acompanhando o clarão segundo eles, havia um ruido semelhante ao de qm avião. Cessando o cisrão cessou também o ruído. Ambos durarfo de 3 a S segundos. O espanto fol “funanho que naquele dia, Sd. Leão « Bd. Evaldo não conseguir mais trabalhar. . Ps - UnB/CEAN/NEFP/GEU - DTI-7 Data do depoimento! 20/78/94 Horas 17150h Localt Núcleo de Custódia de Brasí(lia-NCB Entrevistadors Wilson 6. de Oliveira : Data do incidentes “06/4985 Hora! Próximo das astoo horas Local: DF 465 (subida da mansuelra)papuda. Testemunhas! Walter José Parente Idade: 38 anos Formação! Superior (Direito/CEUB/1996) Profissão! Agente Penitenciário Tempo de profissão: 48 anos Wilson — Walter diga-me por favor, tudo O que você acha que pode ajudar-me au ter uma idéia mais completa e detalhada do que você viu.

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Walter - Naquela éboca, em 1985, creio que era mês de junho, “eu vinha da faculdade para o serviço à. noite. Era próximo da meia noite e eu v a de moto. Quando nas proximidades do balão, que Fica a ans 4,5km do NCB, tinfcio da DF 465) eu percebi uma luz que" me sepula a uma certa distância. Note] que a luz mantinha: uma distância constante, enquanto eu descia em direção ao NCB. Observei várias vezes e a distância se mantinha a aproximadamente uns 30m. Continuei desceido É a 4km daquitsublda da mangueira), - tem uma cava profunda na pista. Quando entrei nessa cavar notei que aquela luzise aproximava bastante ficando a uns 5 ou B metros de distfhela. Parei e a luz também parou e se manteve. Tentei encontrar alguma outra coisa além da luz e não encontrei nada, só a luz. Nada de matéria ou algo mais denso ou sólido. "o Wilson - E quanto às-cores da luz, havia variação? Walter — Era amarelada, quando diminuta de tamanho, elr mudava para azul e wilmentava sua densidade, A luz era forte e eu tinha dificulg e de Fixar a vista por muito tempo. Wilson - Descreva “Por favor a forma do objeto Walter - Era redondaiie tinha uns 30 ou 40cm de diâmetro, aproximava-se de uma Fada de carro. . Wilson - Você sentiu: alguma reação física? Walter —- Não, só. dificuldade de visuntização e fiquei surpreso, de ver ima luz sem poder saber o que era. Eu fiquei uns 10 minutos ali parado, olhando, Segundo Walter, a luz o seguiu uns 3,5km até a cava. “Nesta cava formu umá parede de cauda lado da pista, devido ao corte feito na saliência do terreno para nivelá-lo. Alí, a luz se aproximou, ficando a uns & metros de distância no máximo e a Ju de altura do solo aproximadamente. - Após uns 40 mihutos ele desceu, a mais ou menos 20 km/h a uma distância de .B00 a 1000 metros ' tá de entrada e chamou seu colega para “. mostrá-lo. Foi iggo dizendo! “Venha ver, essa luz esta me seguindo desde lá de-cima e ...” Quando olhou para tráz nada mais encontrou. .Fieoú frustrado com seu desaparecimento repentino e sob os Frisos e críticas de seu colega de guarda, " que lhe perguntava pela luz. : Valter afirma ter visto essas luzes várias vezes em outras ocasiões, quando morava na área de segurança. Hoje, está morando na Agravila São Sebastião e sua permanência ali se limita ao horár ode trabalho. “datí. Chegou na gu Nota-se no depoimento acima, que o objeto utiliza-se de uma certa estratégia para a aproximação do seu perseguido.

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26 aproxima-se, quando. este Fica praticanente escondido entre duas paredes com safda: "apenas numa direção. Walter diz ter Ficado apenas surpreso, e estaciona no meio da pista, a "lugar pouco estratégico para sua defesa, enquanto [uso; favorece a ação de seu perseguidor, que felizmente para. lt somente se aproximou. Este Incidentk ocorreu em 4985 na mesma pista onde ocorreu em 4988, :0 Incidente com a agente Isiz Lobo «e seus colegas(DTI-3). . , 10 Aa tação do Incidenteta “Considerou-se nára efeito de avaliação a “proposta dos pesquisadores espanhóis OLMOS Ballester & GUASP, conforme co-sditado por REIB; Carlos A. presidente do Centro de Estudos de Fenômenas Aero-Espaciais -CEFAE, SP. na revista PSI-UFO ne 03 - 1986, Seu método de avaliação é Tfelto através de uma formulação simples, gde os valores são determinados pelas “três dimensões fund; tais de um caso QUNI”: 1) Indice de dade da Informação te) 2) Indice de Egtranheza (E) 3) Indice de Credibilidade (C) E) Indice de Qualidade de Informação (4) e e o a e a a sf - QUADRO -:RESUMO 1 1) PESQUISA DIRETA 1.1) Local e imediatas. corzconairO 4 0. 1.2) Posterior tturto prazo)...8,9 (x) 4.39) Posterior (longo prazo)...6,6 > 1.4) Por telefong.ccseeneanran0,6 (0) 2) PESQUISA INDIRETA “ 2.1) Questiondrideccccccorrco ca 0,6 ) 2.2) Carta/relato solicitada,..0,5 - « 3) OUTRAS FONTES 3.1) Carta/relato espontâneo...6, 6 [0] 3,2) Imprensa lelgaccsssecccene 0,4 9) 3.3). Imprensa especializada....0,7 4) 3,4) Verbal/rumoresccsccsnceased,O [0 [0 auto 3.5) Outro pesquisador. ...caves0,7 de a q a ot A o a a md (o ds qu re us ur e e tu e - - Cálculo do índice = pontuação de valor mais elevado. 4. 1) PESQUISA DIRETA . O incidente se deu em 11.4,94, repetindo-se com as mesmas características 72 horas depois, dia 144.4.91. O primeiro levantamento. de dados foi feito dia 47.4.914, 12 REIS, Carlos à. “padronização. va Pesquisa ufológica Brasileiras tina proposta de trabalho para otinização da Investigação toe OMiEs no Pais”. PSI-UFO nb 63, ed Nova Ciência, 1986, pepe u. ARX. 323 pago

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ad — 000 ARX. 233,96 27 portanto quando os fatos ainda estavam recentes, “in situ”. e com a testemunha presente. Poderin-se assim, considerar a pesquisa como “lockl e imediata” e pontuação 1,0, conforme quadro-resumo 4. Entretanto, como se considerou para efeito de depoimento a incidência do dia 414.4.91 e não a de 14.4.91, devido as implicações com o CINDACTA 1 e afim de delimitar o capo de ação. atribui-se aqui, para efeito de cálculo de otimização a classificação da pesquisa como “poster iortcurto prazo)” e pontuação 0,9. 2, Indice de Estranheza CE) QUADRO-RESUMO 2 a) Aparência anômala €x) b) Movimentos anômalos (9 c) Incongruências físico-espaciais (x) d) Rastreio/registro tecnológico €»0 e) Visualização próxima 0) f) Marcas e/ou efeitos? ( 9) Presença de seres ( h> Troca de gestos/sinaistmímica) f i) Didliogo inteligente ( J) Intercâmbio mater ial/contato físico ( Cúlctulo do índices 4) Para avistamento - n/6 (na requisitos - atendidos); 2) Para contato visual com os seres - n/10 (nsidemn). 1) E = n/6 Es 3/6 = es as - Aparência anômala A aparência do objeto observado, considerando apenas a forma, poderia se enquadrar à forma de um balão ainda que de tipo incomum, entretanto, esta hipótese já foi tratada anteriormente e não apresenta solidez. Consideramos assim, O item a como um requisito atendido para o índice de estranheza (E). eb - Movimentos anômalos Não houve movimentos aparentes. 2c - Incongrúências fisico-espaciais Nesse item considera-se as desaparições e reaparições “em locais diferentes; como sendo do mesmo objeto e como “situações que contrariam o sentido intultivo das dimensões 43 Foran solicitadas Informações à CEB-Lomunhia de Eletricidade de Brasília, a fin de confiraar inforsações sobre Interrupção:do circuito de energia elétrica, Segundo o levantamento feito rara A ter iodo entre 10 € 45/04/04, “nenhua registro de amemalia foi encontrado” (Carta n2186/91-DRD)

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e dos volumes” — " conforme afige 2 e DTI O, 1 eZ*- aq objeto apresenta. var lações de cores em várias partes do seu corpo, além de ser registrado pelos aparelhos do CINDACTA 1, caracterizando uM objeto sólido. 2d - Rastrelo/registro tecnológico Solicitou-se ao CINDACTA 1 (OF/NEFP/0EU/002/91 de 26.04.91) cópia das. gravações do incidente entre outras informações. Este tópico foi ouitido em sua resposta. Por telefone, o Maj. Erig. do Ar Ronald. Eduardo Jaeckel, Comandante do NUCONDABRA informou so autor sobre as impossibilidades defornecer tals registros. Informou ele que tais registros: não são conservados, exceto em casos de malor gravidade. - Baseados então na Nota de Esclarecimento do CECONSAER tapesar das contradições com vutros documentos) nos contatos telefônicos entre CINDACTA 1 e 38 CPMInd, consideramos este item também como requisito atendido para cálculo de estranheza (E). Os demais requisitos do Quadro Resumo 2 não foram observados não exigindo portanto a consideração de todos os itens para efeito de cálculo. “Para o cálculo final deste índice é imprescindivel considerar que os teis primeiros itens referem-se apenas a uma visualização do objeto e prováveis vestígios, por isso se um dado avistamento atender somente a qualquer um deles, a fórmula será Emun/6 onde n= requisitos atendidosp se entretando o caso pesquisado exigir a pontuação dos itens restantes (g à h) então a fórmula passa a ser E=n/40”. 3. Indice de Credibilidade (C) Quanto a credibilidade da observação, considera-se O Quadro 3 abaixo. Os elementos que atestam “a seriedade, a responsabilidade profissional, o grau de maturidade, possibilidade de distração; o nível intelectual, cultural, social” das testemunhas. QUADRO 3 Elementos constituintes de C (Cred bilidade) o €n) Eledentos(e) Valores relat ivostr) “so Núnéro de testemunhas e2s 2 Profissio/pcupação das testemunhas 0,20 3) Relação interpessoal 0,45 4 Relação geográfica : eis 5, Atividade na hora da observação 0,,5 6) Idade da testemunha e,1e A fórmula Ét Cmef(es x Fr) C=(1,0 x 0.25) + (0,97 x 0,20) + (1,0 x 0,15) + (0,5 x 0,45) +(1,0 x 0,15) + (0,6 x 0,10) C=0,25 + 0,18 + 0,15 + 0,075 + 0,15 + 0,06 = 0,865

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ARX. 333, p-BJhh as Crédito quando esteja de acordo com o maior número de “observadores que assistam 0 fenômeno) 0,09) desconhecido ço) 0,3) um observador 0,5) dois | 0,7) três à cinco (vários) 0,9) veis a dez 1,0) mais de dez am nO NO na nona x e2 = profissão ou ocupação das testemunhas (indica o seu nível de responsabilidade profissional e pode sugerir una medida da sua serjedade ou compromisso social)s 2,9) não se especifica 0,3) estudantes de nível primário e secundário 0,5) operários, camponeses e donas de casa 0,6) estudantes universitários 0,7) comerciantes, industriais e empregados 0,9) técnicos, policiais e pilotos dO) 4,0) graduados universitários e militares [E] ma ama ne O e a e3 = Relação interpessoal (assinala a maior ou menor propensão teórica para gerar conjuntamente uma mistificação a partir dos diversos tipos de vínculos entre pessoas)! 0,0) desconhecida o 8,4) relação de amizade LR) 0,6) relação Familiar; também se aplica a casos de testemunho único . (> 0,8) relação profissional (4) 1,0) relação inexistente o) “e4 = Relação geogrúfica (entre as testemunhas, quando. existem mais de dois observadores, a sua situação espacial modula a certeza do fato)t - 0,0) desconhecida [0 0,5) coincidentes (x) 4,09) independentes 6x) “25 = Atividade à hora da observação (mede a oportunidade “para a motivação da fraude)s 0,0) não especificada (9 8,3) atividade recreativa (passeio, excursão, caça, pesca, desporto, turismo...) (o 0,6) atividade em viagem (deslocamento por qualquer melo) o) 0,8) atividade cultural ou intelectual o) 1,0) atividade laboral (em pleno trabalho ou em trânsito) (x) e6 = Idade das testemunhas (marca o grau de maturidade das mesmas e a validade de seu testemunho com base em sua capacidade): . 0,0) desconhecida co)

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—e — ARX. 233 p: 3a]46 30 0,2) menor de 19 anos e malor de 75 > 0,4) entre 10 e 17 anos > 0,6) entre 48 e 34 anos (x). -0,8) entre 65 e 74 unos co 1,0) entre 35 e 64 unos (x) A escala de C, por consequência, vai desde se dispõe de qualquer dado - até 14 - máximo, situação teoricamente Ótima -, € O seu quadro correspondente fica assim estabelecido) 0) nula: o testemunho carece de confiabilidade mínima 6,1 - 6, 4)baixo nível de confiança; em princípio o relato pode ser considerado os) a credibilidade alcança um valor suficientemente válido e credível 0,6 - 0,7alta credibilidade 0,8 - 0,9)excelente; altíssimo nível de confiança 4,0) consequida a maior credibilidade possível Esclarece-se que, as pontuações sugeridas nos itens ea e eé oferecem mais de uma opção. À fim de amenizar possíveis influências e alcançar uma maior isenção, optou-se pelo menor índice. Além disso, com relação ao item e4, (relação geográfica) entre as testemunhas do fenômeno, houve ocorrências que poderiam de fato enriquecer o quadro geral. Como a presença de testemunhas provenlentes do Lago Sul-Brasília e das carvoarias localizadas a leste da região da papuda, fora do perímetro de segurança. Entretanto até o momento não foi possível o contato com estas testemunhas. Não temos referência mais objetiva em relação aos moradores do Lago Sul. E em relação aos moradores das carvoarias, soube-se que, as pessoas que comentaram tal incidente e que poder iam dar testemunho da observação voltaram para sua cidade natal (Abaeté-MG), onde foram procurados. A informação que se obteve acerca de seu paradeiro, é de que foram para Mato Grosso, desenvolver lá, o mesmo tipo de atividade. Entretanto, apesar das observações terem sido feitas em um perímetro definido, área de segurança da papuda- internamente estas observações não foram coincidentes. Tanto os policiais que se encontravam na 32 CPMInd como no NCB e CIR puderam observar o fenômeno, principalmente quando este se encontrava na Ja posição -x4-(veja fig.2) e de posições independentes. Definidos os valores das três dimensões fundamentais do fenômeno, resta correlacioná-los a fim de se obter o “grau de confiabilidade global”, "Denomina-se “INDICE DE CERTEZA (CY) ao valor que

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AX. 225 3746 Já representa a mais exata e objetiva informação com a qual conta o investigador sobre a veracidade ou importância do fenômeno observado” Fórmula: Y= Q x E x C onde Y deverá ser lido em percentual Y=0,9 x 0,5 x 0,865 Y= 0,389 — (38.97) Conforme menciona o próprio Carlos Au. Reis, o maior índice alcançado, tem sido pouco mais de 50%. Assim, se fomos coerentes na aplicação da técnica, 38,9% representa um Endi de Certeza razodvel. 11. Análise Geral de hipóteses ia hipótese - Trata-se de uma aeronave convencionals Jiminada pelo próprio CECONSAER através "imento de 15.04.91 em seu item 1. “As 49745 tí de abril, o Primeiro Centro Integrado de Defesa à é Controle de Tráfego Aéreo = CINDACTA | observou na de um de seus equipamentos de controle, um inal que, processado pelos computadores daquele Centro, não ficou carac izado Omo cpa 1 quer aeronave «ue traf Egava no depoimentos, etc. Hipé Nota de h do dia A va hipótese - Tratou- de balão meteorológicos dados cbtidos «e analisados anteriormente elimina essa hipóteses Trata-se de fenômeno atmosféricos fenômeno atmosférico com 1 Imente considerando que ável por radar carac de objeto 42 hipótese - Tratos de um OUNI a a é uma hipót implícita no discurso ufológico, fundamentá-la F e ne sario, entre outros aspectos, ques a) Pouca conhece concretamente sobre objetos. Db) O termo OVNI Objeto Voador Não não é adequado para classificar o fenômeno, pois todo É qualquer tudo científico que se fizer sobre o tema, fornecerá subsídios que contribuirão par identificação do me mais cedo ou mais tardes classificação de um fenômeno como “não identificado” torna inócua qualqu discussão sobre ele, & nesse caso, já se está implicitamente gerindo uma não identifi cãor o €) Observou-se pectos inteligen uger indo um monitorament interno ou externo, caracterizando parcialmente a natureza do objetos )

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. e. Ko ABR SIS ps 13/ub devidamente esclarecida sobre suas características. No item 5, sugere-se que a desintegração de um” meteorológico possa ser ussociada ao desaparecimento d OUNI. Entretanto, | essa desintegração não se dá cow + frequência à baixa altitude. Segundo o Ofício do CMA-BR, | - nas sondagens do dis 5 a 20/4 a menor dentre as altitudes máximas atingidas, fol de 14.6i6m no dia 20/4, e mesmo à essa nltitude um balão com 120cm inflado, não poderia ser visto com as características observadas. o objeto desapareceu e reapareceu por três vezes e em locais diferentes, a uma altitude aproximada de 700 metros (segundo informações do CINDAÇTA 1, ao Ten. Damasceno, por ocasião do segundo contato telefônico (-DTI-2)). Além disso, segundo o Diretor do Núcleo de Custódia Sr. Laudemiro Correia de Freitas, 72 horas depois o objeto reapareceu com as mesmas características. Tal informação, fol confirmada pelas ; testemunhas do incidente de 11.904.(DTI 0). Neste segundo t incidente nada foi comunicado ao CINDACTA 1, em função do x descaso anterior « É clara a desarticulação entre drgãos do Ministério da Aerondutica. Isto pode ser observado em seus documentos. De fato em solicitação no CINDACTA 1, através do OF/NEFP/GEW/0027914, o Grupo de Estudos Ufológicos da Universidade de BrasíTin, menciona a nota de esclarecimento do CECONSAER como referencial para - obter as demais informações solicitadas. Ainda assim, tal desarticulação ou contradição aconteceu. Enquanto o CECONSAER, órgão responsável pela comunicação social do Ministério da Aerondutica, confirma o registro e o processamento de um sinal nos equipamentos do CINDACTA I, o NUCOMDABRA, através do OF.No 017/CMDO/017 nega x tais informações. Como foi visto anteriormente, (veja-se 49 contato telefônico) esse procedimento espelha um comportamento, que, espera-se, não se torne comum no âmbito do Ministério da Aerondutica. Apesar da desarticulação “Interna, trata-se de órgão responsável pela defesa do espaço séreo .brasileiro. Nesse aspecto, o referido órgão deve manter-se bem articulado, pois, esta é an razão de sua existência. Além disso, a ele recorrerão, certamente, grande parte dos pesquisadores tanto para solicitar informações sobre objetos de estudo, quanto para fornecer informações sobre estudos realizados. Já que não existe (pelo menos isto é o que deixa transparecer) um drgão, dentro ou fora do esquema de defesa nacional que seja claramente responsável pelo estudo dos OVNIs. Considerando, que se trata de um fenômeno de natureza desconhecida «e que sua ação se dá em território comum con as forças de defesa nacionais, urge, que estas mesmas forças, dêem amplo apoio, às instituições e pesquisadores que se propuserem ao estudo do assunto. Já que elas, aparentemente, não o fazem. , 2

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ARXx.33 Verifico emissor de radi momento, momentos o posições sólidos até aqui, que sa de comp lemtam apareceu E rentes, violando dos volumes”, tratou de obj spectro variado ao vermelho o “sentido int sujeito POr qua » da força gravita 4 hor ional permaneç tudo das cara srísticas inteligentes seja, de variáveis que revelam a ece-lo mais profundamente, pelo m ito às hipóteses mais gerais. respe A consideração de variáveis inteligentes a partir do momento em que são detectadas e is, por exemplos preocupant anal i ida em comparação com ue r o des) ento de um c PP está da guiado ou bidiauiador apresenta forma pitimada; b) em dando a idéia de ser objeto de propulsão; alti mat es; onde a variável velocidade u tres ve comum que um objeto com tais caracter + sem que a ele esteja assoc Ja matr de mes Se eto sólidos até um dado emo Gutiro em tres uitivo dos sticas, no aço iado alguma do fenômeno r enos no eque tornam-se que O mesmo slocamento ' r » apresenta comparada à velocidade ce cai terrestres apresenta z superação de nosso stágio de desenvolvimento ; a) elocidade, +) desaparição e reaparição, etc. e com destaque a ocorrência do i eristicas, ob mundo, (Bélgica-1989/90; Brasi I=L9B6-VASP=169), tu uPológicos, a hipótese ele extraterrestres variáv sugerem a hipót validação destas hipóteses no entanto, não preocupação maior dos pesqui or princi primeira Uma v que, qualquer que ja ela consequência da identifi da natur papuda observou Tai caract a servadas em várias “e No caso tem Cf partes do sugerem nos procedência no menor intensidade, algumas destas e de procedência terrestre, A deve ser palmente rá uma r a do fenômeno OVNI.

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ARX. 323, p-35/4k 33 12. Conclusão No desenvolvimento deste trabalho, observamos a ocorrência de um desencontro muito grande entre as informações(posições) dos diversos órgãos do Ministério da Aeronáutica, em relação ao incidente de 11.04.91. Isto, nos leva a perguntars Será isto decorrente de uma intenção deliberada, ou seja, trata-se de uma estratégia premeditada, há um objetivo erminan procedimento? Este objetivo está ndo alcançado? qu seriam est p não há, somos levados a supor, para conclus st o «que tá ocorrendo caracter flagrante autoridade e de compet i nstatado das contr os desencontros, ou oo que chamou nesse trabalho de “o fenômeno da desarticulação” entre os órgãos e autoridades do Minis da fAecrondutica, coloca em dúvida a credibilidade autoridad e deixa perplexa a sociedade que, espera uma coerência nas colocações sobre qualquer assunto que SEJ oficial ou que parta de organismos ligados a administração do bem público. Nesse sentido, as conclusões implicitas no comportamento tor a) a ignorância do assunto por parte de alguns organismos do sistema de defesas Db) a ineficiência no pro » de informação ao público. c) o medo do ridículo ou a resistência ao nço da repressão interna que paira sobre indivíduos que talves por “fazer parte” de um mecanismo de repressão, serão facilmente atingidos por qualquer eventual recaída. Lembrando-se que O que se configura como “flagrante conflito de autoridade interna”, tem sido encontrado nas sucessivas administrações Foram apresentados neste estudo de caso os pguintes dados: a)Apresentação segundo depoimentos de testemunhas oculares, do incidente ocorrido dia 11/04/9437 b)Verifi t de dados dunto 7 VASP 3 «)Cruzamento de informações adquiridas dos iten a e b com documentos fornecidos por órgãos do Ministério da fAerondutica-MAERS cd) Incidência ufológic antec mtelresumo) na região; e notamos ainda a ne idade e utilidade de cálculos que permitam uma aproximação maior do fenômeno, €& utam ou confirmam 5 5 e SUuges 's apresentadas nos documentos do MAER A análise características dos balões meteorológicos instrui les que julgam ter visto um OUNL, no sentido de poderem tinguir entre um & outro fenômeno. Os cálculos a altitac to solar no primeiro período da noite, permitiriam, ainda que por aproximação, distinguir objetos luminosos, de objetos iluminados por radiação solar, a certa altitude «e em função da hora da observação. Nesse caso entretanto os lente foram di «nsados. Cabe a cada tópi um trabalho partez o trabalho do CICOANI relativo à cálculos de diâmetro real dos objetos observados e

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ARX.273,0-%ju6 34 utilizados neste cmo, é merecedor de ul aprofundanento e divulgação mais amb o à análise das características dos baldes meteorolág ic: ecessita de um aprofundamento quanto a capacidade de ref âência e absourvância de radiação solar nos materiais utilizados em sua fabricação; e os cálculos de altitude da radiação solar sugere uma tabela de uso geral não só para O país, das para todo o planeta. Finalnente, Não, se pode dizer que naquela cata (14/04/91) foi registrado um balão meteorológico, ou uma aeronave“nas telas de um dos aparelhos do CINDACTA I em Brasília. Os dados indicam ainda, que, os aparelhos do referido órgão | taspouco se enganaras, ou seja: Não registraram simples” “anomalias eletrônicas". Houve em primeiro lugar, o testenunho de mals de 23 policiais que zelam pela drea de segurança do presídio da . Papuda, os quais, não apresentam o menor interesse e motivo 0 para promoção pessoal. Apresentam sim, grande preocupação com o bom desempenho de suas tarefas. principalmente com a segurança do presídio, pelo qual são responsáveis. Por tal razão, contataram o CINDACTA I. > Do ponto de vista de policiais É, sem dúvida, preocupante sentir-sk observado, sem poder identificar o seu observador ou sem poder saber as razões da presença de algo ou alguém em seu território. Entretanto, apesar de preocupante, isso não constitui uma novidade. Fatos semelhantes vêm sendo registrados cada vez mais à medida que aumenta O nosso poder tecnológico. à medida em que as pessoas vão dispondo de mais filmadoras e equipamentos fotográficos portáteis e de fácil manuseio, que lhes perunitam registrar as flagrantes aparições, maior número de documentos vem sendo obtidos. No último livro do prof. Je Allen Hynek, de parceria com Philip Imbrogno e Bob Pratt, “Night Siege”t* isto é : comprovável. O Jivro'trata do aparecimento sistemático de um o certo OVNI sobre o vale do Rio Hudson, na primeira metade da e — écada de 80. Nele encontramos multas evidências - fotográficas ou Em videofilmagens de cidadãos que -- gunseguiram surpreender - e documentar o fenômeno. Com base “nesta experiência, teria talvez O momento de se equipar as forças de defesa nacionais, principalmente em regiões tsoladas, bem com os - vôos comerciais, com tais - recursostCARMO-1991). Isso funcionaria como esquema “ preventivo, de antecipação ao fenômeno, viabilizando assim | uma cobertura em grande parte do território nacional «e um vretornó documental IWprescindível à pesquisas SA MEX, d, Alea; IOROGO, PhiLIPI PRAT, Bob “HISht Siege”, Nt.3 Ballant ine Boots. Econuençionol

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% % Sta ap Anexo 1 Bs Fig. 3 - Da esquerda para a direita: Wilson 6. Oliveira, Ten. Jorge Fidelis Damasceno, José Tadeu Alves. Depoimento do Ten. Damasceno em 17.04.91, OO OO 6 6666

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ARX. 228,2: S9/ né “ursos G. Oliveira Oliveira. :

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Anexo 4 RV ' R DR id Fig. 6.= Finaliza gão e confirmação das desenhos es

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atada ce ARX: 333,p. Valté it E ed Ui E A E Nupla , dy it qu lei pia am = na ipith na E a EE nl di Miri ih i o tg ati lia IL pigicado ni a É ie: da bi til ph id Ni ill U Mu il gi» (bit a Cn - à SM Baor E E E 8 Ro E SA ot E pr Fa 8 Ay Eos E: E E Yi E F Ps EA E o “A ES 4 Es E E A hs E E o 24 na X a E q é tá a

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eee as bit ” ? ARX. 3330. MjN6 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA AERONAUTICA DE COMUNI SOCIAL NOTA DE ESCLARECIMENTO No que' se refere às matérias, veiculadas na imprensa a respeito de uma suposta observação de um Objeto Voador Não Identificado - OVNI, este Centro esclarece que: “1 - Às 19:45 h do dia 11 de abril, o Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo - CINDACTA 1 observou na tela de um de seus equipamentos de controle, um sinal que, processado pelos computadores daquele Centro, não ficou caracterizado como qualquer aeronave que trafegava no local; Ê . 2- Esta ocorrência coincidiu com o lançamento de um balão meteorológico pelo Centro Meteorológico de Brasília - CM-1, órgão subordinado ao CINDACTA I; 3. - O lançamento destes artefatos é feito periodicamente, com objetivo de investigar as condições meteorológicas da região, com fins aeronáuticos; . 4 - Esses objetos, por suas características de dimensão, velocidade e altitude que atingem, frequentemente são associados a objetos voadores não identificados, sobretudo devido às variações de suas cores, ocasionadas pelos reflexos solares em sua superficie; e 5 - Ao atingir sua altitude máxima, o balão meteorológico se desintegrou como previsto, fenômeno este que, observado, pode ser associado ao desaparecimento do suposto OVNI. . Brasilta-DF, 15 de abril de 1991. o ud Negar. BENTRO DE / COMUNIC, ÃO SOCIAL O MINISTÉRIO DA x Ti > & Éy

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a ARX. 323, p .4S/Ub “MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA NÚCLEO DO COMANDO DE DEFESA AEROESPACIAL BRASILEIRO 0£ Nº ORO /cuDo/020 BRASILIA, Lº De JUL ne en "Do Comandante | pé A Coordenadora do Núcleo de Estudos : ” no É “ dos Fenômenos Paranormais da UnB... Assunto: «Informações técnicas e “ope “racionais sobre balões me- teorológicos ' “ Ti Encaminho a V'Sa as informações ' solicitadas ao CMA-BR. no E a da > . II - “Aproveito a oportunidade para.. informar, como avaliação complementar, que. o referido balão atinge a altitude média de:25.000m. Isto faz com que a certa altitude, on- de haja ainda irradiação solar, o balão possa ser visto a olho nú e bem como percepção de deslocamento, visto que o mesmo tem veloci dade vertical e alguma variação na horizontal, dependendo da veloci dade do vento que em certas altitudes são iguais ou superiores ia 130kt. III - Aproveito o ensejo para “ enviar meus protestos de estima e consideração. 4 ç borda Maj Brig do Ar cat JAECKEL Comandante do NUCOMDABRA MJA/SBC : PROTOCOLO Maer Cópia: . . ! 68C.....01 ESTAH. total...01 “o ] :

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Finalidade: Colher dados de' temperatura, diceção e velocidade e ma Es. al RR . ' AIM to do ar superior. Diâmetro: 120cm infládo Fabricante: KKS-JAPÃO Material: Cosmoprene gr Peso: 350 gramas + 200 gramas de equipamento Queda após a ruptura: Aceleração da gravidade (9,81 m/seg?) s ; D A 2 A 9 1" CALTURA ad “7 VENTO: MÁXIMO DIA. toa À o ARINGIDA . | CELESTE — NA TRAJETÓRIA. os 2030P - 16.636m | ENS 200º/15 nós: o 2030P CC 237840 CUT PNy “ 1702/20 nós! 07 -2040P “8.657 PNB. *070º/20 nós: os 2030P o 26.348m0 Ji CLROO 0209/15 nós 09 “agasP o 26.425m 0) CLRO 3009/25 nós. 10 2030P. - 23.828m | “paso - "250º/30 nós nu 2100P 24.442m | cur. 2309/50, 12 Caolspl o 26.408m o PNB O 2109/25 nós 13 2020P o 23.818 0 00 O NUB. io 2002/25 14 2030P Soo BLBTOM O PUB 7 2502/40. 15 20300 Cu 2423 É PNDO O 190º/40 nó A 16 2030P “ 23.781m PNG 240º/20 nós di 17 ". 2030P 16.617m PNB 270º/20 nós Í 18 20308 24.330m O PNB 1909/30 nós 19 2030». 26.393m “CLR 150º/35 nós. 5 20 2030P “16.616 CCLR e i NUB - Nublado PNB - Parcialmente nublado CLR - Claro

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Universidade de Bra - UnB “ Lentro de Estudos À hultidisciplinares - CEAM ra, de Estudos enos Paranormais - NEFP GRUPO DE DOS UFOLGSGICOS GEU. “Caso | PARUDA” no * esperamos contar cos O apoio to da direção, da BEM VINDAS AS CRÍTICAS! Vilson 6. de Oliveira Julho-1992 og ga qria eia tia “Socitdnde em geral, para que 05 próximos estudos sejam mais ee Sapo

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etc e erquaço MACAE o 7 E 48x. 397 pedjno Universidade de Brasília — Un8 Centro de Estudos Avançados Nultidisciplinares - CEAM Núcleo de Estudos dos Fenômenos Paranormais - NEFP GRUPO DE ESTUDOS UFOLSGICOS-BEU UFOLOGIA - Um Estudo de Caso COUNIS do Presídio da Papuda es Brasília-DF em 11/04/91) Autor: Wilson O. de Oliveira Invest igação de Campor -Ivalton Souza da Silva -Paulo dos Reis . -Wilson 6. de Oliveira Desenhos1 José Tadeu Alves Fotografias Nestor B. Lima Colaboração! Alberto F. do Carmo - Roberto Affonso Beck Apoios 3a Companhia de Polícia Militar Independente - 33CPMInd Companhia de Eletricidade de Brasília - CEB NEFP/CEAM/UnB

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ARx. 393, e nb 4 INDICE 4. Introdução 2. Características Gerais e Justificativas 3 3. O Distrito Federal 3.1 Região da Papuda qa 4. Relação dos PMs em Serviço na data do incidente é S. Descrição do Incidente 7 5.1 Por uma tentativa de aproximação 8 6. Diálogo entre À 3RCPMInd e CINDACTA I | Reprodução dos quatro telefonemas ií 7. Das Contradições . 14 7.1 Qutras contradições do caso papuda 45 8. Características do Balão Meteorológico Usado em 14.04.91 . 18 9. Incidência Antecedente na Região do Presídio . da Papuda . 49 = Pei DTI-B* 19 9.2 DTI-4 2í - 9.3 DTI-S ao - 9.4 DTI-6 . 23 . 9.5 DTI-7 2s 10. Avaliação do Incidente 26 11. Análise Geral de Hipóteses 3á 12. Conclusão . 33 Brasília- DF 4 OT - Depoimento Testemunha de Incidente

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ARx. DEZ a 4/46 í. Introdução Dos dias 43 a ié de abril de 1991, os jornais de Brasília, noticiaram um incidente de avistamento de Objeto Voador Não Identificado-OVNI, ocorrido na região da Papuda, com farta dose de sensacionalismo, como é infelizmente, O comum da maior parte da Imprensa. Na tentativa dé clarear um pouco os fatos, o Núcleo de Estudos dos Fenômenos Paranormais do Centro de Estudos * Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília, (NEFP/CEAM/UNB) criou-o Grupo de Estudos Ufológicos - GEU. O Grupo foi a campo colher depoimentos e levantar dados junto aos organismos responsáveis e estudar O caso, que ficou conhecido como o “Caso Papuda”. Assim, de posse de vários depoimentos e documentos importantes, e acreditando já ser suficiente a quant idade de dados coletados dá-se início ao que se pretende ser uma avaliação ampla e aberta sobre o incidente, Os depoimentos específicos do dia 14.04.91, foram feitos pelo Tenente. Jorge Luiz Fideles Damasceno e Soldado Reinaldo Sergio Oliveira. À segulr, buscou-se a confirmação dos dados por seus colegas. Nesse interim, alguns deles resolveram revelar outros incidentes ocorridos em épocas diferentes, a maloria na região da papuda. Tais incidentes, embora não venham a ser analizados com profundidade no momento, serão citados «e brevemente relatados, a título de ilustração. “Considerando a credibilidade das testemunhas (veja Avaliação do Incidente, pag. 24-41 »), omitir-se-a a exposição da integra dos depoimentos referentes ao incidente de 11/4/9141, os quais serão tomados em momentos diferentes, na medida em que a análise aqui proposta, o solicite ou exija. Os referidos depoimentos encontram-se em nossos arquivos à& disposição para consulta. Primeiramente, serão utilizados os depoimentos específicos sobre o incidente do dia 1414.04.91 para o cruzamento de iInformaçães com documentos fornecidos pelo Centro de Comunicação Social do Ministério da Aerondutica - x CECOMSAER, Núcleo de Comando e Defesa Adreo Brasileiro- NUCONDABRA, e Centro Meteorológico de Aeródromo - CMA-BR. Será feito então, um relato breve dos incidentes ocorridos em outras ocasiões com Policiais Militares da guarda do presídio da papuda. E finalmente nos propomos a uma avaliação do incidente e a uma análise geral das hipóteses de explicação para o fenômeno estudado, para posteriormente concluirmos. 2. Características Gerais e Justificativa Objeto Voador não Identificado - OVNI, do inglês Unidentfied Flying Object - UFO. Termo técnico utilizado para substitulr o popular “Disco Voador”.

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PS Dai O À T pega ame, 4 Apesar de. rara hoje em dia, ainda se acha algumas obras, ricas «em definições e apresentação histórica da ufologia.(veja citações bibliográficas). . Justifica-se lembrar o sentido original do termo que — apesar de Jovem já parece um tanto esquecido e por isso mesmo distorcido- A expressão Objeto Voador Não Identificado - QOUNI, designa tão somente, uma categoria de fenômenos, cujo estudo, não foi possível, dentro do método científico, de forma a identificá-io, como acontece em outras áreas do conhecimento, onde q objeto de estudo é isolado do meio e compartimentalizado. À partir de uma análise quantitativa ou qualitativa, chega-se a um conhecimento mais profundo do objeto de estudo. Já com o fenômeno OVNI, Isso tem sido no mínimo muito difícil, senão impossível, até o momento. Por negligência, descaso. ou sabe-se lá o que, a comunidade científica não tem tratado devidamente: o assunto. Nesse contexto, também há que se considerar características comportamentais específicas como a capacidade do fenômeno em driblar as tentativan-de abordagem, reforçando o seu aspecto inteligente e remetendo os pesquisadores à procura de novos métodos*. Mais adiante, como veremos, tais comportamentos tanto do pesquisador como do objeto, poderão justificar uma abordagem interdisciplinar, única forma, na visão do autor, possível de se abter resultados coerentes em pesquisa " ufológica, utilizando o método científicos Caracteriza-se portanto, nesse sentido, algo pouco conhecido « que, não deve ser interpretado necessáriamente E à princípio, como objeto de procedência alienígena. Sua : procedência é até hojé ignorada e sua natureza desconhecida, exceto, no que diz respeito à aspectos Inteligentes, Estes, representam a provável causa da capacidade de violação de leis físicas claramente conhecidas. O pouco conhecimento sobre os OVNIs, entretanto, não invalida as tentativas de estudo « nem descarta sua necessidade, multo pelo contrário, “— estimula e da motivos suficientes para que se empreenda '. séria e urgentemente tal estudo?. o A classificação do fenômeno em “contatos imediatos” - 2 - CI- que varia de O a SS grau (classificação adotada pelo qt! Centro Brasileiro para Pesquisas dos Discos Voadores-CBPDV) de ** “é felta basendo em características observadas, como forma :- alternativa de sistematização, já que até o momento não tem -- “sido possível seu controle e experimentação. Sua :« manifestação se dá espontâneamente, de diferentes maneiras e com consequências diversas. Assim, várias classificações foram propostas ao longo destes 50 anos de pesquisa, como! a 1 Apesar da ausência de “reflexividade” e vigilância epistemológica, gerando condicionamentos nisticos(Boaventura de Soeza Santos, “Ciência Pós-moderna”) 2 Mo quer o autor negar avidêocias que poderias levar à validação da hipótese de origem extraterrestro para o fenôerro GUI, visto que muitos pesquisadores se diz possui-las, entretanto, tuis evidências são muitas vezes pessosis e não resistem à análises científicos. Daí, faz-se necessário us mínimo de sistenatização no trato da questão, a fin de validá-las públicasente,

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classificação sugerida pelo Prof. Dr. Joseph Alen Hynek ou a - Classificação do Prof. Hulvio Brant Aleixo do CICOANI-MG, A classificação dos contatos acima de 39 grau (CI-3, .CI-4, e CI-5) supões à presença de ocupantes. Nestes casos, tratar-se-ia de” veículo tripulado. São formas de . manifestações raras, e sem registros suficientes para um estudo estatístico. Sua complexidade, entretanto, compensa sua raridade. Estudos já realizados de supostos contatos de terceiro, quarto É quinto graus, apresentam suas consequências e repercussões no meio social. Uma dessas consequências é O surgimento de grupos fechados denominados UFO-CULTOS. Tais grupos, POsSsuem . xaracter ísticas mistico-religiosas, de " caráter ideológicá autoritário e alienante (CARMO-1986) E 0 Distrito Federal O Distrito Federal está localizado entre os paralelos v. L5º30” e 16909" no. sul do equador e entre os meridianos “. 47º460' e 468º17' à veste de Greenwich. O incidente em questão ocorreu na Região. da Papuda/DF. “Bei Região da Papuda afastada da “rodovia DF 061, na altura do km 4, está a DF 465, pista de úcesso a área de segurança do Presídio da Papuda. 45km a sudeste do Plano Piloto, localizada em um vale com uma cota altimétrica de 950m em média, acima do nível do mar. À sua volta, as regides mais altas atingem uma altitude de 1150». o O Centro de Internamento e Reintegração-CIR, comporta atualmente cerca de 700 presidiários com tempo de reclusão que varia entre. 10 «e 15 anos. O Núcleo de Custódia de Brasil lu-NCB, comporta cerca de 400 presidiários que - aguardam julgamento... . É um local Iisplado do meio urbano, onde a maior parte de sua drea não: possui nenhuma. iluminação. Apenas no . Interlor do presídio de segurança máxima, CIR, a iluminação é feita com 40 holofotes de alta potência, possui 40 “ guaritas para guarda súperior e postos de guarda em terra. Toda a área de segurança possui um total de SkmZ, O CIR . Ocupa 12008”, de área em um único plano. Estão dentro dessa área, o Núcleo de Custódia - NCB, o Centro de Internamento e Reintegração - CIR, «e u 38 Companhia de Polícia Militar Independente - 3a CPMInd. À Ja CPMInd, encontra-se em uma região privilegiada para observação e guirda da área de segurança. É um local alto e menos iluminado. O NCB localiza-se entre esta e O CIR. O ambiente para quem chega a primeira vez & tenso, diferente, bastante “incomum. Mesmo os policiais « agentes que alí trabalham, Já acostumados à lida diária com as mais diversas situações, sentem este clima “carregado”.

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6 Além disso; segundo depoimentos do Sd. Reynaldo e alguns de seus colegas, ali acontece coisas estranhas r Como Por exemplo, descargas elétricas em pleno dia ou à noite com céu claro, como exemplifica o depoimento dos Soldados Ronaldo Silva Leão e Evaldo Ribeiro dos Santos(DTI 6). O rádio, também, para fazer contato com o Plano Piloto, multas vezes teve que ser deslocado do perímetro da delegacia e os telefones não funcionam sat isfator iamente. Foi nesse amblente que no dia 411.04,91 de 19:00h às 22:40h aproximadamente, foi observado um Objeto Voador N£o Identificado-OUNI, A: observação fora feita por Ten. Damasceno e os Soldados que cuidavam da guarda naquela noites Encontravanõse na JaCPMInd aproximadamente 25 policiais quando “do primeiro avistamento. (veja abaixos relação de policiais. que compunham O corpo da guarda naquela “ data). 4 RELAÇÃO DOS POLICIAIS EM SERVIÇO NA DATA DO INCIDENTE POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL Ja COMPANHIA DE-POLÍCIA MILITAR INDEPENDENTE io PELOTÃO ESCALA DE SERVIÇO DE GUARDA PARA O DIA 41 DE ABRIL DE 19914 : QUINTA-FEIRA LOCAL - EFETIVO CIR Adjuntos 39 56T RAUL Auxiliares! Cbs C. SANTOS - AYLTON - BRAGA Soldados! 10520-10855-11276-11281-11282-11285 44292-11310-11915-11944-11954-14801 11893-11940-11966-12015-12126-12320 = 43309-15023-15058-15205-15239-154541 - 15864-15899-15901-15903-15910-15912 15927-15929-15941-15973-15981-16085 o A663P-17035 Motoristas: 0750-11342-11957 Telefonista: 10534 =. NCB AdJunto! 38 86T DA SILVA = Auxiliares: CBs Manoel - Brandão - Lenini Goldadost 6066-9249-9578-10954-10084-10237-10246 º o 10251-10290-10358-10397-10406-10430 ". 40506-10512 AGROVILA Comandantes 38 8GT FERNANDES Soldados! 16102-16106-16285-16739 Motoristas 6178 RANCHO | Soldados! 9662-15339 CAVALARIA. Soldados! 9116-10806-11290 DEST. Auxiliars Cb J. Ribeiro BARREIROS Boldadost 10893-16923 Quartel da 3R CPMInd., em 09 de abril de 1994 a am e q a e e e as qu e 0 ud e o e e e a e e 0 a o q a q 0 e a o a e e e a e sm

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Se Descrição do Incidente Fig. 4 - Objeto Observado no dia 11.04,91 (Desenhos de José Tadeu Alves) O tenente Damasceno saiu da 328CPMInd, e ordenou ao motorista Sd. Reinaldo, que preparasse a viatura para fazer a ronda pelos postos 'do presídio, um procedimento de rotinas. Ao se virar para retornar à Companhia, nota a uns 300 ou 400 metros de altura, um objeto estranho, que se destacava no céu. Imediatamente, chamou a guarda para ver, uns 20 policiais, naquele momento. Segundo os depoimentos, o objeto mantinha uma constante variação de cores! azul, vermelho, amarelo e um pouco de verde, sendo que de vez em quando ele dava uma piscada muito forte que tornava todo o objeto vermelho. As observações foram feitas de tres posições diferentes, todas no perímetro da área de segurança, além destas observações, foram recebidos informes de que haviam outras testemunhas em áreas próximas, até o momento. no entanto, não foi possível contata-las. Quando da realização dos desenhos, o Sd. Reinaldo pediu

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ARK: 375, P: Sf46 : f que se definiuse bem “o centro do objeto porque assim que ele piscava cores diferentes em várias partes do seu corpo, ele era todo tomado pelo vermelho a partir do centro”. O ten. Damasceno conferiu o desenho e confirmou sua forma ovalada dividindo-se em cores. Observou que a posição da forma aparente do objeto era vertical e a velocidade de mudança de cores muito alta para precisar uma sequência, uma ordem. “O vermelho era a única cor que não aparecia, de repente, ele tomava todo o objeto. À mudança de cores era muito rápida” e uncrescentou: “N£o é a primeira, nem é a terceira vez que isso acontece aqui. Converse com o pessoal do presídio e verão como todos têm medo disso”. 5.4 Por uma tentativa de aproximação Para efeito de renlização dos cálculos abaixo foram considerados apenas dois pontos de observação (CIR e CPMInd). Os dois pontos considerados estão separados por uma distância angular considerável, sendo pv tercelro ponto desprezado para essg fim. Trata-se de um ponto intermediário que não oferecerá hovos parâmetros. As técnicas “utilizadas para determinação da forma e tamanho aparente do objeto, foram extraídas do Manual de Investigação de Campo do CICOANI Dez. 1974- Fol apontada pelo Sd, Reinaldo as projeções isométricas de 25º e perfurações de polegada 1/4» mm, como forma « tamanho aparente do objeto observado, respectivamente, Na mesma duta Ten. Damasceno em seu depoimento apontou as projeções isométricas de 25” e perfurações de polegada 3/0= Pma, como forma «e tamanho aparente do objeto observado, respect Ivamente. A ausência de um maior número de observadores em pontos diferentes «e/ou angularmente opostos diminui o grau de precisão dos cúlculos de distância, localização e diâmetro real do objeto. Além disso, a falta de registro documental do fenômenotfotos, video-filmes, gravações de registro por radar) evidentemente, contribuem também para uma diminuição do valor científico de certas proposições, visto que, fica comprometido um aprofundamento do estudo da natureza do ': fenômeno. Entretanto, a ausência desses dados não diminuem à credibilidade dos depoimentos que atestam juntamente con documentos do MAER a realidade do fato. QUADRO: 014 objeto observado) Altitude da provúável localização do objeto. cencoccsconescascrcrarorororoncsno ro uu PISM -Coordenadas prováveis. cencenncerescelatitude 16º 02º.vum” Longitude 472 39º, uve” Chisâltura do objeto detectado pelo CINDACTA 1, conforme depoimentos ..cecvvcua.c700R + ue o mo am as 06 6 0 (ro 00 Um 0 0 a q o e a e e e a a a 0 a o a a e a 2 O a a e e st a tt e

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QUADRO 02 (testemunhas) Local da observação”. -3A CPMInd CIR Coord. Geográficas dos Latitude o Latitude locais das observações 16", 04 /... : 46º"01',, Longitude - Longitude | 470.38 “cao. 472.38"... Direção da observação. ENE NNE Azimute magnético . 62º Leste 30º Leste (y)=Distância perpendicular do observador ao objeto 4.838m 1.664m (dImDistância do observador ao objeto no plano 4.72m 1.525m < = ângulo da observação 12” ea” - Altitude dos locais da . observação 1000m . 968mn - (h)=Altura do objeto deduzida a diferença de cota altime trica a partir do . observador t 635m : 667m Considerou-se para as informações acima o objeto em sua 9º pasição(veja fig. 2 - posição x4). Informações topográficas obtidas através de carta topográfica da região Centro-Oeste do Brasil, escala 1125090 de 1984/IBGE/CODEPLAN. Bras/lia-SE - Folha 8D.23-Y-C-IV-3-SE//MI-2215-3-SE. e e a ma a a e ps A a q q O O a O 0 da 0 q e e e q e e e 0 a a e a e 0 o Obs.t onitimos numa tentativa de resumir o texto para divulgação o tópico original - “Cálculos, considerações «e complementações de dados” apresentando apenas os resultados. Os referidos cálculos, ainda preliminares, tem por objetivo aproximar-se do diâmetro real do objeto observado. Os mesmos sugerem um diâmetro em torno de 24,50 metros. 5,95 Quanto aos movimentos do objeto, diz ten. Damascenot "Não havia movimento, ele estava parado e nós nos “deslocamos para uma parte mais escura para observar melhor. Ai, nós voltamos para o pátio, olhamos e ele ainda estava 3 Tosados os dois pontos de observação mais distantes (entre 38 CMMInd e CIR, está um terceiro : vonto de observação, não considerado para efeito de triangulação, o NCB)

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10 “Já, de repente, quando olhamos novamente ele Já não estava. - Nós não visos gess deslocamento ... O objeto se deslocou da “ primeira posição para nordeste, voltou a posição inicial e em seguida se destácou para uma terceira posição mais à nordeste e ficou all até mais ou menos 22:40h. O objeto sumiu da primeira: posição, apareceu numa segunda, retornou à primeira « depois reapareceu numa terceira posição e nessa última ele Ficou. deslocamentos.“.(DTI O, 1 e 2) Nus primeiro momento a testemunha fala de deslocamento, depois de desaparecimento, reaparecimento e retorno. O uso dos termos deslocamento e retorno transmite a idéia de movimento visualizado no processo de deslocamento . Já os termos ARACECEU, desapareceu e gumis, está coerente com sua afirmaçãos “Não houve distração « eu não vi os deslocamentos”. Esta característica é típica de OUNIsS! segundo muitos relatos, costumam | luminar-se, apagar ag luzes e em seguida deslocar-se na escuridão. Quando reacendem as luzes, estão noutra posição. Em avistamentos de curta distância, este procedimento parece estar ligado a uma estratégia para surpreender e desarvorar a testemunha. O pesquisador Hulvio Brant Aleixo? de Minas Gerais coletou e relata vários casos nos quais este proceder dos OUNIs é típico. +“ N 1 . . 4 e a q e e ss im KM mm me em ag e rs q es cs tr um me 4 3 . . so E Fig. 2 - Deslocamentos do objeto Segundo o depúimento do ten. Damasceno, durante o “período de observação do objeto, que se déu de 49110h às , 22140h aproximadamente, houve 4 contatos com o CINDACTA 1, para que se fizesse a Identificação do objeto. o O primeiro contato foi feito pelo ten. Damasceno um “pouco antes das 20160 horas. Nesta oportunidade, solicitou “esclarecimento para o fato, Os contatos seguintes foram feitos pelo operador de radar, Sargento Petrônio. Nesse 4 MELO, Helvio Brast. “Caso faro” Revista Ufa-Lógica no 64 8H. 1986

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21 sentido, pode-se dizer que o CINDACTA 1 demonstrou um certo interesse pelo incidente, predispondo-se a Identificação do mesmo. Entretanto, apús várias tentativas, resolve concluir pela via mais fácilt “X tenente, aquilo era um balão“(veja adiante), ou sejas esta foi resposta necessárias taxativas objetiva e que deveria ser acatada pela segurança do presídio. À resposta cuja finalidade seria, acalmar, retomar o habitual estado de tranquilidade exigido pelo sistema. Dai, a camuflagem dé mais um incidente. 6. Diálogo entre SECPHInd e CINDACTA: Reprodução dos quatro o telefonemas: Diálogo entre Tenênte Damasceno da Terceira Companhia de Polícia Militar Independente, na Papuda” e Sargento Petrônio operador do CINDACTA DE BRASÍLIA, Extraído do depoimento do Ten. Damasceno(DTI O e 14) e complementado com dados coletados Junto à coordenação de vão da Vasp, no fAgroporto Internacional de Brasília. 19 contato telefônico (aproximadamente as 20:00 horas) Ten. Damasceno - Sargento Petrônio, aqui é Tenente Damasceno da 38 CIA de PM , estamos visualizando um objeto no espaço aéreo, aqui acima do presídio. Gostaríamos de confirmar se vocês estão registrando isso, se é alguma coisa de conhecimento de vocês e se podem nos esclarecer a respeitos Sg. Petrônio - Tenente eu estou no aeroporto, qual sua posição em relação do aeroporto e o CINDACTA? Ten. Damasceno - Estamos a leste do aeroporto e o objeto está a Norte da CPMInd, sargento. . so. Petrônio — Quantas, pessoas estão vendo Isso? Ten. Damasceno - De 20 a 25 policiais aqui na 32CPMInd. 89. Petrônio - Tenente, qual o seu grau de instrução? Ten. Damasceno - Superior 89. Petrônio - Eu vou fechar o radar sobre essa área. Confirmet está vendo o objeto? 5 Tenente Dasasceno, para facilitar o diálogo com o CINDACTA 1 levoy o aparelho telefônico até a janela da sala de oficiais, posicionando-se de fora do prédio, no intuito de visualizar o objeto e inforuar ao Sargento Petrônio que procurava acompanhar O incidente via radar.

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n ARX. 3336-523) a . Ten. Damasceno - Positivo, o objeto está aqui 89. Petrônio - Está onde agora? Ten Damasceno - Está a nordeste. 89. Petrônio - Positivo tenente, vou checar no setor o radar e volto a fazer contato. 2º Contato telefônico (aproximadamente 21100 horas) 89. Petrônio - Tenente eu estou com Sargento Alexandre agui em minha frente, ele é operador de radar, aguarde-me um instante -“Alexandre, feche o radar em cima daquele setor, ia «ccmais devagar, .comais lento, fecha a fotografia agora, «c«9rava, grava esse ponto.” “Tenente, eu estou captando ele aqui agora, ele está à nordeste a uma altura de mais de 2000 pés. Ten. Damasceno — Positivo, isso é o equivalente a aproximadamente 700 metros. 89. Petrônio - Tenente, eu estou com o meu capitão aqui ag meu lado. Ele está sabendo de tudo, não sei o que ele val fazer . Ten. Damasceno - Sargento eu conheço esse tipo de coisa. Se para um oficial nosso mandar uma viatura, quando recebe um chamado ele pensa duas vezes, imagine para um capitão da aeronáutica mandar decolar aviões. Sg. Petrônio - Tenente, vou ver o que vamos fazer aqui e volto a ligar. Ten. Damasceno - Positivo, Sargentos 39 Contato telefônico - (próximo de 22100 horas) Sg. Petrônio - Tenente, o objeto ainda está aí? Ten. Damasceno - Positivo, está aqu! em cima do nesmo Jeito. Vou pedir ao adjunto da polícia Civil Junto ao CIR para confirmar -ao telefone. tapós a confirmação). fazer?” Tenente, está decolando um vôo agora, o objeto está — a nordeste? "89. Petrônio - “Q objeto está lá capitão, o que vamos

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e . Tal vão percorreu a pista 10 e que, aproximadamente, “ minutos apds a mutorização para decolagem, a aeronave — 7 ARX. 273 p. AU4b 13 Ten. Damasceno - Positivo 89. Petrônio - Tenente me aguarde, vou fazer contato com o vão da Vasp tro piloto do vão 095 da VASP) “VASP 095, confirme mantendo contato com objeto qg” Piloto - “Positivo, tem um objeto em minha frente a 390, 2.000 pés” : 8g. Petrônio - “positivo Vasp 095, desvie curso para 450” (tao tenente Damascino) “tenente, é o seguinte, este objeto aí não é balão, porquê o último balão que subiu do Centro Meteorológico, cómh quem eu já fiz contato, subiu as 20:45h já atingiu altitude máxima e estourou” . Ten. Damasceno - Positivo Sargento, É o objeto está aqui em cima. Segundo os depolmentos, durante o diálogo acima, - terceiro contato telefônico- o ten. Damasceno e seus colegas observaram o deslocamento do vão. No depoimento do ten. Damasceno ele afirna “nós estávamos aqui olhando e q avião fez o desvio de rotas. Acompanhamos então de terra, o desvio de rota do avião, que foi orientado. pelo sg. petrônio”. Ainda segundo Ten. Damasceno, houve um momento em que Sargento Petrônio falou da dificuldade que o Ministério da Aerondutica iria ter para explicar o caso à opinião pública. O vão mencionado no 389 contato telefônico do CINDACTA para a 3a CPMInd, se deu antes das 10h. Pelo levantamento de vôos daquela data, feito Junto à Coordenação de Vão da Vasp no Aeroporto Internacional de Brasília, não houve nenhum vôo para São Luiz naquela data, no período noturno. “ Encontra-se o vôo: 095 com destino ao Rio de Janeiro como o - mais provável e não com destino a São Luiz, como afirmaram “- 08 jornais e o próprio Tenente Damasceno, embora não se lembrasse com certeza. Também o Sd. Reinaldo em seu depoimento menciona a rota Brasília/São Luiz mas, deixa claro que obteve tal informação dos jornais no dia seguinte. Infelizmente, no se conseguiu chegar ao Comandante do vôo, para a confirmação do incidente, devido a entraves burocráticos, adotamos assim, o vôo 095 para efeito de reprodução do didlogo. Sabe-se, que o vão 995 decolou às 21:55h, coincidindo com o horário. do 39 contato telefônico(tpróximo de 22:00h). e 6 Dados do lançamento do Balão pelo CMA-SR, veja “Outras Contradições do Caso Papuda”

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DR ARX, 322, p 15/44 Xe 1 “estaria em torno de 2000 pés e sobre a região da P Os informes foram obtidos da coordenação de vão da Vi carta da pista 10 de 04.03.91, a mesma do dia 11.04.91. 49 Contato telefônico (aproximadamente 23100 horas) 89: Petrônio - Tenente, o objeto ainda está aí? Ten. Damasceno - Olha sargento, depois de certa hora da noite aqui fica muito frio, causa então a formação de nuvens que provavelmente taparam o objeto, pelo menos ele não está sendo visualizado agora. 89. Petrônio - É Tenente, aquilo era um balão. Ten. Damasceno - Sargento, balão meteorológico não era não.Vocês estão subestimando a minha inteligência. Tudo bem, eu sou militar, aceitó o que vocês quiserem que eu aceite. Quero dizer, aceito, não comento nada, mas subestimar a minha inteligência não, isso é demais. 7. Das Contradições Comportamento semelhante se deu também entre os chefes do Ministério da Asrondutica. Recentemente o Brigadeiro Socrates Monteiro, atual Ministro da Aerondutica, declarou em entrevista Bo programa de TV, “Jô Soares Onze e Meia” deíi3.06.94, ao ser questionado sobre a existência de discos voadores e os registros feitos pelo CINDALCTA, que “tais objetos não existem”, e que os registros de que se falam são “anomalias eletrônicas”. Em 22/5/1906, o então Ministro da Aerondutica Brigadeiro Octávio Moreira Lima, foi a público confirmar e informar sobre incidente com OVNIs, ocorrido em 19/05/86, entre as cidades de São Paulo, São José dos Campos e Rio de Janeiro. Na ocasião, mais de 20 OUNIs foram perseguidos e perseguidores de 6 caças supersônicos FS e Mirage da força aérea” . O Ministro afirmou na ocasião, “o soverno nada. tem a esconder”º, Contradições como esta, mostra an falta de articulação com que é tratado o assunto. Sabe-se que, a obtenção de resultados coerentes em qualquer pesquisa só é possível se houver um acompanhamento Interessado e continuado. Entretanto, comprova-se pela “análise abaixo, a continuidade dessas contradições, que causam ruptura em qualquer pretenso processo de “ acompanhamento, Esse Fenômeno, que se dá dentro do MAER, o “fenômeno da desarticulação” torna excludente, qualquer possibilidade de resultados coerentes para a pesquisa UFO no País. É oportuno verificar, quais as causas destas desarticulações. É uma questão simples e sua resposta não 7 CO, Claudeir. “A Mobilização no Céu Brasileiro - Maio de 86”. Rev, O assunto é +.» UFOLOGIA, no 14, ed três, 1986, papo 12-23 B COLETIVA, Entrevista, 22.5.06 e Correio Brasiliense de 13.4.91.

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bes oe pe am 15 pode representar complicação. Não se trata de exigir “do Ministério da A: jáutica uma resposta imediata pars o fenômeno OVNI. Issp pode ser considerado, uma tarefa para a ciência. Trata-sg: apenas, quanto a esta verificação, de solicitar ao MAER que se pronuncie a respeito. E assegurwr. que esse pronunciamento seja o mais coerente possível. dé. factual afirmar que posturas desse tipo, como veremos, dificulta a busca de respostas. E este é um problema, que exige uma cooperação mais eficiente por parte dos organismos envolvidos. Até aqui; “parece” que o comportamento dos OUNIS não tem afetado a soberania Nacional, por isso ele tem sido deixado de ludo.: terá que os organismos de defesa tem realmente adotado à “política: do avestruz”?(CARMO-1986)? . Já são abundantes os fatos e a criação de um esquena preventivo para tratar o fenômeno, demandaria no mínimo, uma certa articulação, criatividade e algum recurso financeiro que estimule os pesquisadores. Além desse estudo é extremamente relevante para os pesquisadores, à preservação daquilo que a duras penas se realizou até hoje, em termos de coleta e produção de dados. Esta predisposição av estudo de forma cooperativa com o MAER é, a princípio, a resposta necessária e esperada por todos no que se refere ao “fenômeno da desarticulação”, este, gerador de entraves e de toda uma problemática vivênciada pelos pesquisadores. Sob a influência desse. tipo de comportamento, também, surgem “visões | conspiratórias” acompanhadas, ora do descrédito das nutor idades “de defeza”, ora, de desconfiança «e medo do ranço repressivo dacditadura militar Nota-se tanbém, que a sociedade civil apesar de não contar com recursos adicionais para pesquisa até o momento, tem sido responsável pela criação desse significativo acervo de dados que, infelizmente, corre o risco de ficar & deriva? . o : 7.1 Outras Contradições do Caso Papuda A nota de esclarecimento do Centro de Comunicação Social dao Ministério da Agrondutica - CECOMBAER, confirma em seu item 1, a “observação de um sinal que processado pelos - Tomputadores daquele centro, (CINDACTA 1) não ficou caracterizado como qualquer aeronave que trafegava no - Jocal”, A hora que fol feito o registro(i9:45) pelo CINDACTA I, “está dentro do horário da observação, segundo os depoimentos das testemunhas, E não coincide com o horário de lançamento “= de balão meteorológico naquela data, pelo CMA-BR, antigo CM- I, conforme OF.NO 020/CMD0/020 de 10 de Julho 1994. Nesse documento consta o lançamento daguela data às 2109P, ou seja, 21100 horas. A ultura máxima atingida foi de 24.442 “Y CAMOAlberto F.."UFOS € UFÓLOBIAIA face autoritária”. Rev. UFOLÓGICA nf 04, dez. 4987. po 49- %s 10 Arquivos de Pesquisadores Já falecidos, ou que tenham abandonado a pesquisa por razies outras(CARMO)

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regifo. ARX. 239, P- 1yjuç 16 metros, a céu claro com um vento máximo na trajetória 2909/50 nós, velocidade equivalente a 92,6 km/h. Pode se x observar que antes do lançamento do balão o objeto já era observado, sendo registrado pelo CINDACTA I as 19:45h. : . A mesma Nota de Esciarecimento, item 2, informa qu io houve coincidência do registro com o lançamento de balão meteorológico pelo (antigo) CM-4, sugerindo a possibilidade “de que o balão meteorológico estaria sendo registrado. Tal sugestão, também não procede visto que, não houve : coincidência total de horários, o lançamento daquela data se deu às 2100h, e à observação do fenômeno de 49:40 às aatsont +. No item 3 não. se apresenta nenhuma incoerência. Entretanto, em meu item 4, a mesma nota apresenta parcial incoerência, no concernente à associação das características dos baldes meteorológicos às características dos OUNIs. Tal generalização não pode ser feita, visto que balões meteorológicos são facilmente diferenciados de OUNIs na maioria dos casos. Os OUNIs, segundo muitos relatos, e documentos (video-fiines) apresentam manobras bruscas a + - desanarecen e reaparecem, e a variação de cores, pouco ou nada tem a ver com reflexos solares nas superfícies dos balões, como pode ser comprovado pelas características dos baldes(veJa adiante) « dados constantes do OF NO 020/CMD0/020 e depoimentos das testemunhas de .OUNIS, Não só nesse caso como em milhares de outros no mundo lhteiro, conforme documentos em nosso poder. (veja também: referências bibliográfica). Tais documentos atestam q dificuldade de generalização das características dos dois tipos de objetos. Gostar íamos de ressaltar a impossibilidade de reflexo de radiação solar em balão meteorológico ou qualquer outro objeto. O ocaso solar para Brasília no dia 11.04.91 foi 18506h. Se a última observação se dera às 22740, portanto, 4134h após o ocaso, podemos observar que a radiação solar incidia naquele momento, já no quadrante oposto do giobo aquele do incidente, tornando impossível a iluminação de qualquer objeto defi ro da atmosfera terrestre, naquela data, a lua nasceu às 03H44h, com Também naquei “passagem mer idiana às 09:32h e ocaso às 145147h, portanto era uma noite sem lua. no: planalto central brasileiro.**» A associação do fenômeno OVNI a balões meteorológicos por pessoas leigas, no entanto, não pode ser descartada, “visto que a maioria da população não se encontra atualmente 44 No diálogo entre 33 CPiind e CRIDACTA 1, “39 Contato Telefônico- , antes das 22:00h, Sargento Petrônio nfiras que o Balão êubedido, já havia atingido altitude múxina e estourando. ifa Anuário Astronâeico 1991, Observatório Nacional. Rio de Janeiro.

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22% ceremmo ABMSII, pe dar =” | | | I ões É . 1 “ Yuniversidade. é ditos - UnB o | Cuntro de-Estú Avançados MultidiszipTinares — CEANM . cleo dé Estudos dom. Fenômenos Paranagnnt a - NEFP 154 Vaso DE ESTON, Ur ÓICO - : | E/0EU/NEFP /DEAMZOB24/92 Brasíliês 27 de novembro de 1992 er | | . : : Sa - 4 Núcleo de Comarilã'a Deresa Aóreo:Bragilairo-NUCONDABRA nad. Brig. “DUARDO JAFOKEL | SHIS 01 71600 Prezado; hajor, e co auxiliar em! muito as pesquisás de ui gumas variáveis que deverão ser epridnasdado â dos objetos:: observados =": j O afurecar uma idéia: aproximada do d objeto. Faltou : no entanto, um maior número de - observ e locais diferentes. - b) A análise das características dos bai || netaorológicos necessita de um aprofundasento quarto à capacidade de cai absorvância, etc. . de. radiações luminosas nos. mes naterf am sub Pabricação: EsPicitivos às enóresas KKS Japbriesas a configuração do material. conforme sugestão. de do V.Sa. mas, .- recebemos apenas catálosos de propagandas t Infel izménte, esto “um ponto pendente,. utilizamos . apenas ! informações obtidas... do: CHA-BR. Uma análise mais profunda deverá ser feita pelo Prof. Alberto F. do Carmo: c) Cálculos de altí de radiação solar, também sugerem uma tabela planetaria de gr | utilidade;A altitude da radiação solar aumenta progressivas j com o wovinento: de rotação da terra o que nos permitirá pre | € estas tabelas de altitude seguindo paratelas à linha do E Tópicos para..cada fuso horário, O cálculo pode” sêr | de utilizando tj: tria. Segundo o Prof. Áirton Lugarinho possível, por: ximação, devido ao-desvio da radiação solar | principa menta tuosfera. Esse desvio segundo els pode. ter minimizado, m próxima enprai : Como vê, são variáveis que periitirio trabalhar pelo «unas os casós mais simples -os quais tês gerado tanta polêmica cos a | imprensa e deixado rivssa sociedade tão confusa. : Finalmente, espero que possa dar alguma contribuição, exemplo, - com. indicação. -de algum - trabalho Já: , oficiunlmento. sobre gutos: aspectos pendentes ou: aspíctos reiatido RO: prob toa. dos OVNIS. “totalmente. Isso) tanbém ficou rd Um abraço :

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EE é ú ge EIA st oe papa etdomt nc g ereta AN SERENA) CLA TOM PRIOR ERR TR PAI TO e arsines nt Fira -nserpo dessas ES e ET ma ne e í l TT” 18 No mesmo documento, o NUCOMDABRA, afirma que “o conhecimento do fato restringiu-se apenas xos telefonemas daqueles que Julouram ter visto um OUNI”, Isto reafirma a contradição com |. “documento do CECONSAER, além de desconsiderar q testenunho de mais de 20 policiais que se encontravam a serviço na 32 CPMInd., e agentes do NCB e CIR, num total de mais de 60 homens. Conforme relação dos policiais em serviço na data do incidente (pag. .05.) Durante o primeiro contato telefânico com o sy. Petrônio foram fornecidas informações quanto ao nº de “testemunhas, condições do tempo, localização, e informações pessoais do ten. Damatéeno. No item II do OF Nº 017/CMD0/047, bem como em seu questionário anexo, q Ministério da Aerondutica, demonstrar ou confirma mais uma vez o seu “interesse” pelo assunto. O questionário utilizado para coleta de informações - Sobre OUNIs, apresenta questões precisas «e objetivas, visando evidências sólidas sobre o fenômeno. No sentido de uma avaliação global do fenômeno o questionário deixa a desejar. De fato as características observadas e relatadas geralmente indicam que o fenômeno - OUNI é multo furtivos Isto torna necessário um questionário mais pormenorizado . que atenda às peculiaridades e complexidades do fenfieno, em avistamentos e contatos de graus mais elevados. . necessária, pois, una aval iução de suas características objetivas e subjetivas. Neste sentido não se percebe o interesse do Ministério da ferondutica. O relatório só serve para avaliar avistamentos aéreos de um tipo mais corriqueiro, O Item III, levanta a hipótese sobre balões meteorológicos já análizada nos itens 2, 4 «e 5 da Nota de Esclarecimento do CECONSAER e complementada adiante. 6. Características do Balão Meteorológico Usado em 11/4/91, Segundo o ofício: 920/CMD0/020, o balão meteorológico “usado na noite de 41.94.94 é um balão fabricado no Japão "pelas empresas KKS.. Mede 1,20m de diâmetro e o material usado é o plástico cosmoprene. Pesa 3509 « carrega 2009 de equipamento destinadô a colher dados de temperatura, direção e velocidade do ar “na atmosfera superior. Pode atingir 25.000m de altitude, é pode ser tansido pelo vento que atinge velocidades “iguais ou superiores a 130kt”.(130 nós = 240,76km/h). Ainda, segundo a supracitada fonte, este balão é “Iúflado com hidrogênio e não carrega lâmpadas. A hipótese de que o artefato seja capaz de emitir algum tipo de luninescência é um tanto afastada Já que “não foram realizados estudos pela Força Aérea Brasileira, uma vez que sem

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ES pura, arena atpe setadgdr ncia ra qa my s CRtegniça- tema ER eme mid ormaipnirre o cega ce (1 ros 19 não interfere com. us sondagens”. Fot “sugerido que se consultasse o fabricante do balão, o endereço do qual foi conseguido através; de enpresa representante em São Paulo. Os dados netgsíúrios para uma análise mais profunda foram então solicitados às empresas KKS no Japão. Infelisnente, só recebemos catúlogos de propaganda de uma delas. Neles não constam u configuração detalhada do aparelho nem as informações solicitadas sobre o tipo de material utilizado nós: mesmos . É nossa intenção, tão logo consigamos uma configuração exata dos materiaig utilizados na fabricação dos balões meteorológicos, trabalhar a questão da capacidade de refletância, alisoryôncia, etc., da radiação luminosa nestes materiais. P. Incidência Antetadente na Região do Presídio da Papuda 9.4 - UnB/CEAM/NEFR/6EU | /DTI/3 Testemunha! Isis Lobo de Oliveira Santos Tempo de Serviço nó Núcleo de Custódias 10 anos Natural idade? Brasília E -Idadet 28 anos - Local do intidentet Rebi£o da papuda “Horas 20100 horas: Datas Julho/1988. : Testemunhas! Agente- Isis Lobo de Oliveira Santos Agente Jucelino Klaudio Rocha/ vulgo Mancha, Tempo de NCBE 44 anos Agente Euclides Soares Peres/ vulgo Chud. Tempo de NCBt 14 anos Entrevistador: Wilson 0. de Oliveira Data da entrevistas: 19/09/91 Horas "47:00h Local: Núcleo de Custódia de Brasília - NCB Wilson - Isis, porfavor diga-me com suas palavras, tudo O que nos pobsa auxiliar a ter uma idéia mais completa e:detalhada do que você viu Junto com seus colegas aqui na subida da mangugira em 1988. “Isis —- Nós chesávanos. de uma escolta de Justica no foro do Plano Piloto, e o Ônibus que deveria levar a gente em casa Já tinha ido embora e nós tivemos que Ir de viatura.

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ARX.333 P /u6 20 O motorista de plantão fol nos levar em casa, eu e um colega. Quando subíamos, aqui na sublda da mangueira tinha uma claridade no asfalto. Nós pensamos que fosse algum carro que estivesse vindo, com farol de milha ou coisa parecida e não nos preocupamos muito com aquilo não. Continuamos, lá peló meio do percurso que nos separava daquela claridade, notamos que ela se apresentava muito intensa, continuamos ainda no sentido da claridade. Lá pelas tantas Já era a luz que nos acompanhava e só viamos a claridade à nossa volta, resolvemos parar para ver o que era. A luz estava Iudvel em cima de nós. Descemos da viatura, e ficamos, olhando. Não fazia barulho algum. A viatura estava desligada e só ouvíamos barulho de carro ao longe, próximo de nds era silêncio total. Não era a lua porque ela estava bem de lado, Não era avião, não era helicóptero, pois não havia barulho, não foi nada disso o que nós vimos. Simplesmente uma luz, um foco de luz semelhante a uma grande lanterna vindo do alto e clareando todo. o. «espaço em torno da viatura. Podiamos apanhar qualquer coisa no chão, tão claro que estava. Doía os olhos para olhar: de frente. Dava-se a impressão, que ela estava a uns 20 metros no máximo de nós, sem barulho, sem nada. Ela era redonda, tinha a forma de uma Circunferência, como um foco de lanterna em todo o objeto. Pode até ser que aquele foco, fizesse parte de um objeto de circunferência maior, mas- tudo O que deu para ver fol.um grande ponto de luz, num azul mais fluorescente em cima da gente. Sua claridade também era azulada. Lá pelas tantas, deu aquele caláfrio na gente, quando percebemos que não era alguma coisa comum, caímos na real e corremos todos para a viatura e fomos embora. Essa luz continuou. nos seguindo lentamente. Nós seguimos na direção da escola fazendária e ela desceu rumo ao Plano Piloto. Ela não fez curva como nós . A viatura fez a curva para tomar a direção da Escola Fazendária e ela segulu em linha reta para o Plano Piloto. Foi solicitado a Euclides a confirmação do depoimento da Agente Isis. Euclides acrescentou que as primeiras curvas foram contornadas também pela luz que os seguia. Quando, próximos à Escola Fwzendária indo em direção ao Plano Piloto, o objeto seguiu em linha reta noutra direção. Euclides era:o motorista da viatura e confessa que ficou espantado Com,0 que viu. Isis e seus colegas combinaram não falar nada para ninguém a fim de. evitar que fossem chamados de loucos. Quando chegaram no Núcleo de Custódia no dia seguinte, não resistiram e acabaram contando o que viram. Para sua surpresa, segundo ela, foram confirmados por várias pessoas da papuda que também tinham visto a luz. O Sr. Heitor, que era funcionário do Núcleo na época também pode observar da Escola Fazendadria, onde se encontrava náquela noite. Isis diz que se achava uma pessoa corajosa,” mas quando

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o ARXx. 323,0. 13)46 2i vi aquilo, as pernas tremeram, a covardia baixou” diz ela, “pois era uma coisa que nunca tinha visto antes”. Tomada de pânico, Isle e seus colegas! Agente Euclides e Agente Juscelino se afastaraí dalí rapidamente. Lembra ainda, que num dado momento ca observação, perceberam a possibllidade de eventualmente ter que usar as armas, mas mais uma vez se surpreenderam quando perceberam que nenhum dos três estavam armados. Segundo «eles, não presenciaram o incidente do dia 11/4/9414, estavam em caga. Mas, com multa frequência, houve pessoas comentarem ter visto algo semelhante. Ísis diz que fiça indignada ao contar para as pessoas x que nunca viram aquilo. Sempre recebe as mesmas respostas, “metedro”, “avião”,' ou outra colsa “absurda”. Sempre tentam , segundo ela, enquadrar aquilo que ela presenciou a objetos ou coisas comunentes conhecidas. E se insistir em manter o que viu como algo diferente, logo é -taxada de louca, demente, etc. “por muito tempo ficamos escondidos evitando comentar isso aqui porque éramos taxados de loucos”, E diz ainda, “meu próprio Marido, deu a malor bronca quando à noite contei a ele 0 que tinha visto. Ele afirmava que eu deveria sair daquele” serviço, pois Já estava Ficando maluca”. . . . Tudo isso deixou Isis apuvorada por muitos dias com medo de ver outra vez pois o seu próprio marido que deveria acreditar nela, falava que ela estava loucã. p8 , ç 9.2 - UnB/CEAN/NEFP/GEU /DTI/4 No mesmo dia em que colhemos o depoimento da Agente Isis, procuramos a. alguns presidiários se não teriam presenciado alguma luz estranha pelo pátio ou nos céus do Núcleo de Custódia, . Muitos deles disseram que já viram essas luzes. Segundo qt a agente Isis não serja difícil conseguir só no Núcleo uns se trezentos depoimentos de presos que viram tais luzes, o Laércio Germano de Oliveira, foi o único dos quatro previdiários que trabalhavam com a agente Isis e quis falar sobre o que viu. “Foi numa noite do mês de abril desse ano, por volta de 11 horas da noite. Nós avistamos aquelas luzes, várias formas e cores diferentes, verde, amarelo, +... €& cores bem fortes. Então, senpre se discutia sobre isso, uns falavam que era uma estrela, has estrela está sempre num ponto determinado, essa não. Ela uma hora sumia, depois voltava, baixava, subia”. io Isso era observado da Janela do presídio que não tem uma visão muito umplia, embora Laércio a considere o HA

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x A »: = geme " Qutras testemunhas ARO E aa contrário, mas pernite ver uma boa parte do céu, “Os eucalíptos -agui fora são bastante altos mas a luz ficava multo além deles, muito alto. As luzes sempre se alternando, com cores muito fortes. Sempre se levantava a dúvida, durante os comentários, sobre o que poderia ser e nunca se chegava a um acordo, então alguns comentavam! “é a cadeia que esta pesando rapaz, você está ficando neurótico” 9.3 - UnB/ CEAN/NEFP/0EU DTI/S Depoinento de avistamênto de OVNI sobre o Córrego Taguatinga Data do depoimentos 03.08. 94 Horas 14190: Local: Residência de fênia ue OR 496 Samambala-DF Entrevistadort Wilson DB. de Oliveira Testemunha entrevistada: Tânia Maris Souza Oliveira Idade: 29 anos . Profissão! Polícial Militar Formação: 20 grau/ cursando -CFS - Curso de Formação de Sargentos Tempo de carreiras 8 anos “Três colegas de trabalho de Tânia presenciaram a ocorrêicia. Seus nomes serão omitidos por solicitação. Data do incidentes Início de Julho/91 Horat -86300h Wilson - - Tânia, conte por favor com suas palavras tudo aquilo que nos possa auxiliar a ter uma idéia mais completa e perfeita do que você vius - Tânias Era por volta de 6100 horas da manhã, a mais ou menos 39 dias. iamos descendo a pista de acesso à QNL, e bem na. baixada , próximo da ponte sobre o córrego Taguatinga, do lado direito. Aproximadamente uns 500 metros adentro do matagal. Pudemos cafifirmar a presença de uma luz que já havíamos percebido logo no Início da descida. Uma luz muito forte que nos chamou a atenção porque sempre se movimentando | e com formato diferente, achatada, esparramada, Como se fosse um prato. Percebi que: a luz estava descendo bem lentamente. À medida que o carro: im descendo, ela também ia. Então, eu chamei a atenção dos colegas para aquela luz no melo do mato, com várias cores. Quando passamos pela ponte

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ta . O: ARX 333 pau (distância mais próxima do objeto) a luz foi sumindo. Não sei se apagou ou assentou no neto do mato. Parece ter apagado, pols não se via o reflexo e era uma luz ben forte. Wilson - Tânia E quanto ao tamanho do objeto Tânia - Tinha aproximadamente 41.50m na horizontal, embora seja dificil precisar devido a grande luminosidade em várias direções, mas a forma achatada podia ser notada mesmo com aguia luminosidade. Estava a una altura aproximada de 20 metros do solo « tinha uns 70cn de diâmetro vertical. Wilson - Você notou variação de cores? Tânia - Era mais amarelado, vermelho e azul sendo o azul aproximando-se do violetas Wilson - Você notava que o objeto piscava? Tânia — Não, não pisçava, tinha cores misturadas. De longe parecia que era uMa cor só, inclusive quando estávamos no início da pista, bem em cima, parecia uma cor só. Um amarelo forte meio avermelhado. Quando nos aproximamos pude observar mais cores, azul, vermelho. Depois sumiu, : 9.4 - UnB/CEAM/NEFP/6EU - DTI-6 Data do depoimento! 47/9/94 Hora! 13100h Local! Ceilândia Centro Entrevistador: Wilson G. de Oliveira Testemunhast-Ronaldo Silva Leão Profissão! Policial Militar Tempo de PME S anos . Tempo de serviço no CIRE 3 anos Idadet 29 Formação! Becundár la -Evaldo Ribeiro dos Santos Profissão! Polícial Militar Tempo de PME 7 anos Tempo de serviço no CIR: 3 anos Idade! 30 Formação! Secundária Data do incidentet 11/90 Horas 23/45h Duração! 3 a 5 segundos

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ARX.333 p» dblv6 24 Localr CIR Descrição do Incidentes Naquele dia os Sd. Lefão e Sd. Evaldo, faziam turnos de 3x6h, quando no turno das 21 às 24h ocorreu o incidente. As 23145h precisamente, segundo as testemunhas, aconteceu o que eles chamam de um enorme clarão que iluminou um amplo espaço, que vai do posto 13, localizado a sudoeste do presídio, até aproximadamente ikm além, mato a dentro. O posto 13, é um dos postos de guarda em terra. Além dos postos em terra existem 10 guaritas, que são postos estratégicos de guarda, superior, com visibilidade de 360 graus . o , Sd. Leão, afirma que naquela noite não havia nuvens, o céu estava estrelado € não houve nenhum problema relacionado à rede de energia elétrica. Apesar da iluminação acentuada do presídio o que;“aconteceu sz destacou em muito da claridade habituado - Para ele aquilo foi uma coisa assustadora. Acompanhando o clarão segundo eles, havia um ruido semelhante ao de qm avião. Cessando o cisrão cessou também o ruído. Ambos durarfo de 3 a S segundos. O espanto fol “funanho que naquele dia, Sd. Leão « Bd. Evaldo não conseguir mais trabalhar. . Ps - UnB/CEAN/NEFP/GEU - DTI-7 Data do depoimento! 20/78/94 Horas 17150h Localt Núcleo de Custódia de Brasí(lia-NCB Entrevistadors Wilson 6. de Oliveira : Data do incidentes “06/4985 Hora! Próximo das astoo horas Local: DF 465 (subida da mansuelra)papuda. Testemunhas! Walter José Parente Idade: 38 anos Formação! Superior (Direito/CEUB/1996) Profissão! Agente Penitenciário Tempo de profissão: 48 anos Wilson — Walter diga-me por favor, tudo O que você acha que pode ajudar-me au ter uma idéia mais completa e detalhada do que você viu.

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Walter - Naquela éboca, em 1985, creio que era mês de junho, “eu vinha da faculdade para o serviço à. noite. Era próximo da meia noite e eu v a de moto. Quando nas proximidades do balão, que Fica a ans 4,5km do NCB, tinfcio da DF 465) eu percebi uma luz que" me sepula a uma certa distância. Note] que a luz mantinha: uma distância constante, enquanto eu descia em direção ao NCB. Observei várias vezes e a distância se mantinha a aproximadamente uns 30m. Continuei desceido É a 4km daquitsublda da mangueira), - tem uma cava profunda na pista. Quando entrei nessa cavar notei que aquela luzise aproximava bastante ficando a uns 5 ou B metros de distfhela. Parei e a luz também parou e se manteve. Tentei encontrar alguma outra coisa além da luz e não encontrei nada, só a luz. Nada de matéria ou algo mais denso ou sólido. "o Wilson - E quanto às-cores da luz, havia variação? Walter — Era amarelada, quando diminuta de tamanho, elr mudava para azul e wilmentava sua densidade, A luz era forte e eu tinha dificulg e de Fixar a vista por muito tempo. Wilson - Descreva “Por favor a forma do objeto Walter - Era redondaiie tinha uns 30 ou 40cm de diâmetro, aproximava-se de uma Fada de carro. . Wilson - Você sentiu: alguma reação física? Walter —- Não, só. dificuldade de visuntização e fiquei surpreso, de ver ima luz sem poder saber o que era. Eu fiquei uns 10 minutos ali parado, olhando, Segundo Walter, a luz o seguiu uns 3,5km até a cava. “Nesta cava formu umá parede de cauda lado da pista, devido ao corte feito na saliência do terreno para nivelá-lo. Alí, a luz se aproximou, ficando a uns & metros de distância no máximo e a Ju de altura do solo aproximadamente. - Após uns 40 mihutos ele desceu, a mais ou menos 20 km/h a uma distância de .B00 a 1000 metros ' tá de entrada e chamou seu colega para “. mostrá-lo. Foi iggo dizendo! “Venha ver, essa luz esta me seguindo desde lá de-cima e ...” Quando olhou para tráz nada mais encontrou. .Fieoú frustrado com seu desaparecimento repentino e sob os Frisos e críticas de seu colega de guarda, " que lhe perguntava pela luz. : Valter afirma ter visto essas luzes várias vezes em outras ocasiões, quando morava na área de segurança. Hoje, está morando na Agravila São Sebastião e sua permanência ali se limita ao horár ode trabalho. “datí. Chegou na gu Nota-se no depoimento acima, que o objeto utiliza-se de uma certa estratégia para a aproximação do seu perseguido.

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26 aproxima-se, quando. este Fica praticanente escondido entre duas paredes com safda: "apenas numa direção. Walter diz ter Ficado apenas surpreso, e estaciona no meio da pista, a "lugar pouco estratégico para sua defesa, enquanto [uso; favorece a ação de seu perseguidor, que felizmente para. lt somente se aproximou. Este Incidentk ocorreu em 4985 na mesma pista onde ocorreu em 4988, :0 Incidente com a agente Isiz Lobo «e seus colegas(DTI-3). . , 10 Aa tação do Incidenteta “Considerou-se nára efeito de avaliação a “proposta dos pesquisadores espanhóis OLMOS Ballester & GUASP, conforme co-sditado por REIB; Carlos A. presidente do Centro de Estudos de Fenômenas Aero-Espaciais -CEFAE, SP. na revista PSI-UFO ne 03 - 1986, Seu método de avaliação é Tfelto através de uma formulação simples, gde os valores são determinados pelas “três dimensões fund; tais de um caso QUNI”: 1) Indice de dade da Informação te) 2) Indice de Egtranheza (E) 3) Indice de Credibilidade (C) E) Indice de Qualidade de Informação (4) e e o a e a a sf - QUADRO -:RESUMO 1 1) PESQUISA DIRETA 1.1) Local e imediatas. corzconairO 4 0. 1.2) Posterior tturto prazo)...8,9 (x) 4.39) Posterior (longo prazo)...6,6 > 1.4) Por telefong.ccseeneanran0,6 (0) 2) PESQUISA INDIRETA “ 2.1) Questiondrideccccccorrco ca 0,6 ) 2.2) Carta/relato solicitada,..0,5 - « 3) OUTRAS FONTES 3.1) Carta/relato espontâneo...6, 6 [0] 3,2) Imprensa lelgaccsssecccene 0,4 9) 3.3). Imprensa especializada....0,7 4) 3,4) Verbal/rumoresccsccsnceased,O [0 [0 auto 3.5) Outro pesquisador. ...caves0,7 de a q a ot A o a a md (o ds qu re us ur e e tu e - - Cálculo do índice = pontuação de valor mais elevado. 4. 1) PESQUISA DIRETA . O incidente se deu em 11.4,94, repetindo-se com as mesmas características 72 horas depois, dia 144.4.91. O primeiro levantamento. de dados foi feito dia 47.4.914, 12 REIS, Carlos à. “padronização. va Pesquisa ufológica Brasileiras tina proposta de trabalho para otinização da Investigação toe OMiEs no Pais”. PSI-UFO nb 63, ed Nova Ciência, 1986, pepe u. ARX. 323 pago

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ad — 000 ARX. 233,96 27 portanto quando os fatos ainda estavam recentes, “in situ”. e com a testemunha presente. Poderin-se assim, considerar a pesquisa como “lockl e imediata” e pontuação 1,0, conforme quadro-resumo 4. Entretanto, como se considerou para efeito de depoimento a incidência do dia 414.4.91 e não a de 14.4.91, devido as implicações com o CINDACTA 1 e afim de delimitar o capo de ação. atribui-se aqui, para efeito de cálculo de otimização a classificação da pesquisa como “poster iortcurto prazo)” e pontuação 0,9. 2, Indice de Estranheza CE) QUADRO-RESUMO 2 a) Aparência anômala €x) b) Movimentos anômalos (9 c) Incongruências físico-espaciais (x) d) Rastreio/registro tecnológico €»0 e) Visualização próxima 0) f) Marcas e/ou efeitos? ( 9) Presença de seres ( h> Troca de gestos/sinaistmímica) f i) Didliogo inteligente ( J) Intercâmbio mater ial/contato físico ( Cúlctulo do índices 4) Para avistamento - n/6 (na requisitos - atendidos); 2) Para contato visual com os seres - n/10 (nsidemn). 1) E = n/6 Es 3/6 = es as - Aparência anômala A aparência do objeto observado, considerando apenas a forma, poderia se enquadrar à forma de um balão ainda que de tipo incomum, entretanto, esta hipótese já foi tratada anteriormente e não apresenta solidez. Consideramos assim, O item a como um requisito atendido para o índice de estranheza (E). eb - Movimentos anômalos Não houve movimentos aparentes. 2c - Incongrúências fisico-espaciais Nesse item considera-se as desaparições e reaparições “em locais diferentes; como sendo do mesmo objeto e como “situações que contrariam o sentido intultivo das dimensões 43 Foran solicitadas Informações à CEB-Lomunhia de Eletricidade de Brasília, a fin de confiraar inforsações sobre Interrupção:do circuito de energia elétrica, Segundo o levantamento feito rara A ter iodo entre 10 € 45/04/04, “nenhua registro de amemalia foi encontrado” (Carta n2186/91-DRD)

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e dos volumes” — " conforme afige 2 e DTI O, 1 eZ*- aq objeto apresenta. var lações de cores em várias partes do seu corpo, além de ser registrado pelos aparelhos do CINDACTA 1, caracterizando uM objeto sólido. 2d - Rastrelo/registro tecnológico Solicitou-se ao CINDACTA 1 (OF/NEFP/0EU/002/91 de 26.04.91) cópia das. gravações do incidente entre outras informações. Este tópico foi ouitido em sua resposta. Por telefone, o Maj. Erig. do Ar Ronald. Eduardo Jaeckel, Comandante do NUCONDABRA informou so autor sobre as impossibilidades defornecer tals registros. Informou ele que tais registros: não são conservados, exceto em casos de malor gravidade. - Baseados então na Nota de Esclarecimento do CECONSAER tapesar das contradições com vutros documentos) nos contatos telefônicos entre CINDACTA 1 e 38 CPMInd, consideramos este item também como requisito atendido para cálculo de estranheza (E). Os demais requisitos do Quadro Resumo 2 não foram observados não exigindo portanto a consideração de todos os itens para efeito de cálculo. “Para o cálculo final deste índice é imprescindivel considerar que os teis primeiros itens referem-se apenas a uma visualização do objeto e prováveis vestígios, por isso se um dado avistamento atender somente a qualquer um deles, a fórmula será Emun/6 onde n= requisitos atendidosp se entretando o caso pesquisado exigir a pontuação dos itens restantes (g à h) então a fórmula passa a ser E=n/40”. 3. Indice de Credibilidade (C) Quanto a credibilidade da observação, considera-se O Quadro 3 abaixo. Os elementos que atestam “a seriedade, a responsabilidade profissional, o grau de maturidade, possibilidade de distração; o nível intelectual, cultural, social” das testemunhas. QUADRO 3 Elementos constituintes de C (Cred bilidade) o €n) Eledentos(e) Valores relat ivostr) “so Núnéro de testemunhas e2s 2 Profissio/pcupação das testemunhas 0,20 3) Relação interpessoal 0,45 4 Relação geográfica : eis 5, Atividade na hora da observação 0,,5 6) Idade da testemunha e,1e A fórmula Ét Cmef(es x Fr) C=(1,0 x 0.25) + (0,97 x 0,20) + (1,0 x 0,15) + (0,5 x 0,45) +(1,0 x 0,15) + (0,6 x 0,10) C=0,25 + 0,18 + 0,15 + 0,075 + 0,15 + 0,06 = 0,865

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ARX. 333, p-BJhh as Crédito quando esteja de acordo com o maior número de “observadores que assistam 0 fenômeno) 0,09) desconhecido ço) 0,3) um observador 0,5) dois | 0,7) três à cinco (vários) 0,9) veis a dez 1,0) mais de dez am nO NO na nona x e2 = profissão ou ocupação das testemunhas (indica o seu nível de responsabilidade profissional e pode sugerir una medida da sua serjedade ou compromisso social)s 2,9) não se especifica 0,3) estudantes de nível primário e secundário 0,5) operários, camponeses e donas de casa 0,6) estudantes universitários 0,7) comerciantes, industriais e empregados 0,9) técnicos, policiais e pilotos dO) 4,0) graduados universitários e militares [E] ma ama ne O e a e3 = Relação interpessoal (assinala a maior ou menor propensão teórica para gerar conjuntamente uma mistificação a partir dos diversos tipos de vínculos entre pessoas)! 0,0) desconhecida o 8,4) relação de amizade LR) 0,6) relação Familiar; também se aplica a casos de testemunho único . (> 0,8) relação profissional (4) 1,0) relação inexistente o) “e4 = Relação geogrúfica (entre as testemunhas, quando. existem mais de dois observadores, a sua situação espacial modula a certeza do fato)t - 0,0) desconhecida [0 0,5) coincidentes (x) 4,09) independentes 6x) “25 = Atividade à hora da observação (mede a oportunidade “para a motivação da fraude)s 0,0) não especificada (9 8,3) atividade recreativa (passeio, excursão, caça, pesca, desporto, turismo...) (o 0,6) atividade em viagem (deslocamento por qualquer melo) o) 0,8) atividade cultural ou intelectual o) 1,0) atividade laboral (em pleno trabalho ou em trânsito) (x) e6 = Idade das testemunhas (marca o grau de maturidade das mesmas e a validade de seu testemunho com base em sua capacidade): . 0,0) desconhecida co)

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—e — ARX. 233 p: 3a]46 30 0,2) menor de 19 anos e malor de 75 > 0,4) entre 10 e 17 anos > 0,6) entre 48 e 34 anos (x). -0,8) entre 65 e 74 unos co 1,0) entre 35 e 64 unos (x) A escala de C, por consequência, vai desde se dispõe de qualquer dado - até 14 - máximo, situação teoricamente Ótima -, € O seu quadro correspondente fica assim estabelecido) 0) nula: o testemunho carece de confiabilidade mínima 6,1 - 6, 4)baixo nível de confiança; em princípio o relato pode ser considerado os) a credibilidade alcança um valor suficientemente válido e credível 0,6 - 0,7alta credibilidade 0,8 - 0,9)excelente; altíssimo nível de confiança 4,0) consequida a maior credibilidade possível Esclarece-se que, as pontuações sugeridas nos itens ea e eé oferecem mais de uma opção. À fim de amenizar possíveis influências e alcançar uma maior isenção, optou-se pelo menor índice. Além disso, com relação ao item e4, (relação geográfica) entre as testemunhas do fenômeno, houve ocorrências que poderiam de fato enriquecer o quadro geral. Como a presença de testemunhas provenlentes do Lago Sul-Brasília e das carvoarias localizadas a leste da região da papuda, fora do perímetro de segurança. Entretanto até o momento não foi possível o contato com estas testemunhas. Não temos referência mais objetiva em relação aos moradores do Lago Sul. E em relação aos moradores das carvoarias, soube-se que, as pessoas que comentaram tal incidente e que poder iam dar testemunho da observação voltaram para sua cidade natal (Abaeté-MG), onde foram procurados. A informação que se obteve acerca de seu paradeiro, é de que foram para Mato Grosso, desenvolver lá, o mesmo tipo de atividade. Entretanto, apesar das observações terem sido feitas em um perímetro definido, área de segurança da papuda- internamente estas observações não foram coincidentes. Tanto os policiais que se encontravam na 32 CPMInd como no NCB e CIR puderam observar o fenômeno, principalmente quando este se encontrava na Ja posição -x4-(veja fig.2) e de posições independentes. Definidos os valores das três dimensões fundamentais do fenômeno, resta correlacioná-los a fim de se obter o “grau de confiabilidade global”, "Denomina-se “INDICE DE CERTEZA (CY) ao valor que

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AX. 225 3746 Já representa a mais exata e objetiva informação com a qual conta o investigador sobre a veracidade ou importância do fenômeno observado” Fórmula: Y= Q x E x C onde Y deverá ser lido em percentual Y=0,9 x 0,5 x 0,865 Y= 0,389 — (38.97) Conforme menciona o próprio Carlos Au. Reis, o maior índice alcançado, tem sido pouco mais de 50%. Assim, se fomos coerentes na aplicação da técnica, 38,9% representa um Endi de Certeza razodvel. 11. Análise Geral de hipóteses ia hipótese - Trata-se de uma aeronave convencionals Jiminada pelo próprio CECONSAER através "imento de 15.04.91 em seu item 1. “As 49745 tí de abril, o Primeiro Centro Integrado de Defesa à é Controle de Tráfego Aéreo = CINDACTA | observou na de um de seus equipamentos de controle, um inal que, processado pelos computadores daquele Centro, não ficou carac izado Omo cpa 1 quer aeronave «ue traf Egava no depoimentos, etc. Hipé Nota de h do dia A va hipótese - Tratou- de balão meteorológicos dados cbtidos «e analisados anteriormente elimina essa hipóteses Trata-se de fenômeno atmosféricos fenômeno atmosférico com 1 Imente considerando que ável por radar carac de objeto 42 hipótese - Tratos de um OUNI a a é uma hipót implícita no discurso ufológico, fundamentá-la F e ne sario, entre outros aspectos, ques a) Pouca conhece concretamente sobre objetos. Db) O termo OVNI Objeto Voador Não não é adequado para classificar o fenômeno, pois todo É qualquer tudo científico que se fizer sobre o tema, fornecerá subsídios que contribuirão par identificação do me mais cedo ou mais tardes classificação de um fenômeno como “não identificado” torna inócua qualqu discussão sobre ele, & nesse caso, já se está implicitamente gerindo uma não identifi cãor o €) Observou-se pectos inteligen uger indo um monitorament interno ou externo, caracterizando parcialmente a natureza do objetos )

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. e. Ko ABR SIS ps 13/ub devidamente esclarecida sobre suas características. No item 5, sugere-se que a desintegração de um” meteorológico possa ser ussociada ao desaparecimento d OUNI. Entretanto, | essa desintegração não se dá cow + frequência à baixa altitude. Segundo o Ofício do CMA-BR, | - nas sondagens do dis 5 a 20/4 a menor dentre as altitudes máximas atingidas, fol de 14.6i6m no dia 20/4, e mesmo à essa nltitude um balão com 120cm inflado, não poderia ser visto com as características observadas. o objeto desapareceu e reapareceu por três vezes e em locais diferentes, a uma altitude aproximada de 700 metros (segundo informações do CINDAÇTA 1, ao Ten. Damasceno, por ocasião do segundo contato telefônico (-DTI-2)). Além disso, segundo o Diretor do Núcleo de Custódia Sr. Laudemiro Correia de Freitas, 72 horas depois o objeto reapareceu com as mesmas características. Tal informação, fol confirmada pelas ; testemunhas do incidente de 11.904.(DTI 0). Neste segundo t incidente nada foi comunicado ao CINDACTA 1, em função do x descaso anterior « É clara a desarticulação entre drgãos do Ministério da Aerondutica. Isto pode ser observado em seus documentos. De fato em solicitação no CINDACTA 1, através do OF/NEFP/GEW/0027914, o Grupo de Estudos Ufológicos da Universidade de BrasíTin, menciona a nota de esclarecimento do CECONSAER como referencial para - obter as demais informações solicitadas. Ainda assim, tal desarticulação ou contradição aconteceu. Enquanto o CECONSAER, órgão responsável pela comunicação social do Ministério da Aerondutica, confirma o registro e o processamento de um sinal nos equipamentos do CINDACTA I, o NUCOMDABRA, através do OF.No 017/CMDO/017 nega x tais informações. Como foi visto anteriormente, (veja-se 49 contato telefônico) esse procedimento espelha um comportamento, que, espera-se, não se torne comum no âmbito do Ministério da Aerondutica. Apesar da desarticulação “Interna, trata-se de órgão responsável pela defesa do espaço séreo .brasileiro. Nesse aspecto, o referido órgão deve manter-se bem articulado, pois, esta é an razão de sua existência. Além disso, a ele recorrerão, certamente, grande parte dos pesquisadores tanto para solicitar informações sobre objetos de estudo, quanto para fornecer informações sobre estudos realizados. Já que não existe (pelo menos isto é o que deixa transparecer) um drgão, dentro ou fora do esquema de defesa nacional que seja claramente responsável pelo estudo dos OVNIs. Considerando, que se trata de um fenômeno de natureza desconhecida «e que sua ação se dá em território comum con as forças de defesa nacionais, urge, que estas mesmas forças, dêem amplo apoio, às instituições e pesquisadores que se propuserem ao estudo do assunto. Já que elas, aparentemente, não o fazem. , 2

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ARXx.33 Verifico emissor de radi momento, momentos o posições sólidos até aqui, que sa de comp lemtam apareceu E rentes, violando dos volumes”, tratou de obj spectro variado ao vermelho o “sentido int sujeito POr qua » da força gravita 4 hor ional permaneç tudo das cara srísticas inteligentes seja, de variáveis que revelam a ece-lo mais profundamente, pelo m ito às hipóteses mais gerais. respe A consideração de variáveis inteligentes a partir do momento em que são detectadas e is, por exemplos preocupant anal i ida em comparação com ue r o des) ento de um c PP está da guiado ou bidiauiador apresenta forma pitimada; b) em dando a idéia de ser objeto de propulsão; alti mat es; onde a variável velocidade u tres ve comum que um objeto com tais caracter + sem que a ele esteja assoc Ja matr de mes Se eto sólidos até um dado emo Gutiro em tres uitivo dos sticas, no aço iado alguma do fenômeno r enos no eque tornam-se que O mesmo slocamento ' r » apresenta comparada à velocidade ce cai terrestres apresenta z superação de nosso stágio de desenvolvimento ; a) elocidade, +) desaparição e reaparição, etc. e com destaque a ocorrência do i eristicas, ob mundo, (Bélgica-1989/90; Brasi I=L9B6-VASP=169), tu uPológicos, a hipótese ele extraterrestres variáv sugerem a hipót validação destas hipóteses no entanto, não preocupação maior dos pesqui or princi primeira Uma v que, qualquer que ja ela consequência da identifi da natur papuda observou Tai caract a servadas em várias “e No caso tem Cf partes do sugerem nos procedência no menor intensidade, algumas destas e de procedência terrestre, A deve ser palmente rá uma r a do fenômeno OVNI.

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ARX. 323, p-35/4k 33 12. Conclusão No desenvolvimento deste trabalho, observamos a ocorrência de um desencontro muito grande entre as informações(posições) dos diversos órgãos do Ministério da Aeronáutica, em relação ao incidente de 11.04.91. Isto, nos leva a perguntars Será isto decorrente de uma intenção deliberada, ou seja, trata-se de uma estratégia premeditada, há um objetivo erminan procedimento? Este objetivo está ndo alcançado? qu seriam est p não há, somos levados a supor, para conclus st o «que tá ocorrendo caracter flagrante autoridade e de compet i nstatado das contr os desencontros, ou oo que chamou nesse trabalho de “o fenômeno da desarticulação” entre os órgãos e autoridades do Minis da fAecrondutica, coloca em dúvida a credibilidade autoridad e deixa perplexa a sociedade que, espera uma coerência nas colocações sobre qualquer assunto que SEJ oficial ou que parta de organismos ligados a administração do bem público. Nesse sentido, as conclusões implicitas no comportamento tor a) a ignorância do assunto por parte de alguns organismos do sistema de defesas Db) a ineficiência no pro » de informação ao público. c) o medo do ridículo ou a resistência ao nço da repressão interna que paira sobre indivíduos que talves por “fazer parte” de um mecanismo de repressão, serão facilmente atingidos por qualquer eventual recaída. Lembrando-se que O que se configura como “flagrante conflito de autoridade interna”, tem sido encontrado nas sucessivas administrações Foram apresentados neste estudo de caso os pguintes dados: a)Apresentação segundo depoimentos de testemunhas oculares, do incidente ocorrido dia 11/04/9437 b)Verifi t de dados dunto 7 VASP 3 «)Cruzamento de informações adquiridas dos iten a e b com documentos fornecidos por órgãos do Ministério da fAerondutica-MAERS cd) Incidência ufológic antec mtelresumo) na região; e notamos ainda a ne idade e utilidade de cálculos que permitam uma aproximação maior do fenômeno, €& utam ou confirmam 5 5 e SUuges 's apresentadas nos documentos do MAER A análise características dos balões meteorológicos instrui les que julgam ter visto um OUNL, no sentido de poderem tinguir entre um & outro fenômeno. Os cálculos a altitac to solar no primeiro período da noite, permitiriam, ainda que por aproximação, distinguir objetos luminosos, de objetos iluminados por radiação solar, a certa altitude «e em função da hora da observação. Nesse caso entretanto os lente foram di «nsados. Cabe a cada tópi um trabalho partez o trabalho do CICOANI relativo à cálculos de diâmetro real dos objetos observados e

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ARX.273,0-%ju6 34 utilizados neste cmo, é merecedor de ul aprofundanento e divulgação mais amb o à análise das características dos baldes meteorolág ic: ecessita de um aprofundamento quanto a capacidade de ref âência e absourvância de radiação solar nos materiais utilizados em sua fabricação; e os cálculos de altitude da radiação solar sugere uma tabela de uso geral não só para O país, das para todo o planeta. Finalnente, Não, se pode dizer que naquela cata (14/04/91) foi registrado um balão meteorológico, ou uma aeronave“nas telas de um dos aparelhos do CINDACTA I em Brasília. Os dados indicam ainda, que, os aparelhos do referido órgão | taspouco se enganaras, ou seja: Não registraram simples” “anomalias eletrônicas". Houve em primeiro lugar, o testenunho de mals de 23 policiais que zelam pela drea de segurança do presídio da . Papuda, os quais, não apresentam o menor interesse e motivo 0 para promoção pessoal. Apresentam sim, grande preocupação com o bom desempenho de suas tarefas. principalmente com a segurança do presídio, pelo qual são responsáveis. Por tal razão, contataram o CINDACTA I. > Do ponto de vista de policiais É, sem dúvida, preocupante sentir-sk observado, sem poder identificar o seu observador ou sem poder saber as razões da presença de algo ou alguém em seu território. Entretanto, apesar de preocupante, isso não constitui uma novidade. Fatos semelhantes vêm sendo registrados cada vez mais à medida que aumenta O nosso poder tecnológico. à medida em que as pessoas vão dispondo de mais filmadoras e equipamentos fotográficos portáteis e de fácil manuseio, que lhes perunitam registrar as flagrantes aparições, maior número de documentos vem sendo obtidos. No último livro do prof. Je Allen Hynek, de parceria com Philip Imbrogno e Bob Pratt, “Night Siege”t* isto é : comprovável. O Jivro'trata do aparecimento sistemático de um o certo OVNI sobre o vale do Rio Hudson, na primeira metade da e — écada de 80. Nele encontramos multas evidências - fotográficas ou Em videofilmagens de cidadãos que -- gunseguiram surpreender - e documentar o fenômeno. Com base “nesta experiência, teria talvez O momento de se equipar as forças de defesa nacionais, principalmente em regiões tsoladas, bem com os - vôos comerciais, com tais - recursostCARMO-1991). Isso funcionaria como esquema “ preventivo, de antecipação ao fenômeno, viabilizando assim | uma cobertura em grande parte do território nacional «e um vretornó documental IWprescindível à pesquisas SA MEX, d, Alea; IOROGO, PhiLIPI PRAT, Bob “HISht Siege”, Nt.3 Ballant ine Boots. Econuençionol

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% % Sta ap Anexo 1 Bs Fig. 3 - Da esquerda para a direita: Wilson 6. Oliveira, Ten. Jorge Fidelis Damasceno, José Tadeu Alves. Depoimento do Ten. Damasceno em 17.04.91, OO OO 6 6666

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ARX. 228,2: S9/ né “ursos G. Oliveira Oliveira. :

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Anexo 4 RV ' R DR id Fig. 6.= Finaliza gão e confirmação das desenhos es

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atada ce ARX: 333,p. Valté it E ed Ui E A E Nupla , dy it qu lei pia am = na ipith na E a EE nl di Miri ih i o tg ati lia IL pigicado ni a É ie: da bi til ph id Ni ill U Mu il gi» (bit a Cn - à SM Baor E E E 8 Ro E SA ot E pr Fa 8 Ay Eos E: E E Yi E F Ps EA E o “A ES 4 Es E E A hs E E o 24 na X a E q é tá a

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eee as bit ” ? ARX. 3330. MjN6 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA AERONAUTICA DE COMUNI SOCIAL NOTA DE ESCLARECIMENTO No que' se refere às matérias, veiculadas na imprensa a respeito de uma suposta observação de um Objeto Voador Não Identificado - OVNI, este Centro esclarece que: “1 - Às 19:45 h do dia 11 de abril, o Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo - CINDACTA 1 observou na tela de um de seus equipamentos de controle, um sinal que, processado pelos computadores daquele Centro, não ficou caracterizado como qualquer aeronave que trafegava no local; Ê . 2- Esta ocorrência coincidiu com o lançamento de um balão meteorológico pelo Centro Meteorológico de Brasília - CM-1, órgão subordinado ao CINDACTA I; 3. - O lançamento destes artefatos é feito periodicamente, com objetivo de investigar as condições meteorológicas da região, com fins aeronáuticos; . 4 - Esses objetos, por suas características de dimensão, velocidade e altitude que atingem, frequentemente são associados a objetos voadores não identificados, sobretudo devido às variações de suas cores, ocasionadas pelos reflexos solares em sua superficie; e 5 - Ao atingir sua altitude máxima, o balão meteorológico se desintegrou como previsto, fenômeno este que, observado, pode ser associado ao desaparecimento do suposto OVNI. . Brasilta-DF, 15 de abril de 1991. o ud Negar. BENTRO DE / COMUNIC, ÃO SOCIAL O MINISTÉRIO DA x Ti > & Éy

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a ARX. 323, p .4S/Ub “MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA NÚCLEO DO COMANDO DE DEFESA AEROESPACIAL BRASILEIRO 0£ Nº ORO /cuDo/020 BRASILIA, Lº De JUL ne en "Do Comandante | pé A Coordenadora do Núcleo de Estudos : ” no É “ dos Fenômenos Paranormais da UnB... Assunto: «Informações técnicas e “ope “racionais sobre balões me- teorológicos ' “ Ti Encaminho a V'Sa as informações ' solicitadas ao CMA-BR. no E a da > . II - “Aproveito a oportunidade para.. informar, como avaliação complementar, que. o referido balão atinge a altitude média de:25.000m. Isto faz com que a certa altitude, on- de haja ainda irradiação solar, o balão possa ser visto a olho nú e bem como percepção de deslocamento, visto que o mesmo tem veloci dade vertical e alguma variação na horizontal, dependendo da veloci dade do vento que em certas altitudes são iguais ou superiores ia 130kt. III - Aproveito o ensejo para “ enviar meus protestos de estima e consideração. 4 ç borda Maj Brig do Ar cat JAECKEL Comandante do NUCOMDABRA MJA/SBC : PROTOCOLO Maer Cópia: . . ! 68C.....01 ESTAH. total...01 “o ] :

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Finalidade: Colher dados de' temperatura, diceção e velocidade e ma Es. al RR . ' AIM to do ar superior. Diâmetro: 120cm infládo Fabricante: KKS-JAPÃO Material: Cosmoprene gr Peso: 350 gramas + 200 gramas de equipamento Queda após a ruptura: Aceleração da gravidade (9,81 m/seg?) s ; D A 2 A 9 1" CALTURA ad “7 VENTO: MÁXIMO DIA. toa À o ARINGIDA . | CELESTE — NA TRAJETÓRIA. os 2030P - 16.636m | ENS 200º/15 nós: o 2030P CC 237840 CUT PNy “ 1702/20 nós! 07 -2040P “8.657 PNB. *070º/20 nós: os 2030P o 26.348m0 Ji CLROO 0209/15 nós 09 “agasP o 26.425m 0) CLRO 3009/25 nós. 10 2030P. - 23.828m | “paso - "250º/30 nós nu 2100P 24.442m | cur. 2309/50, 12 Caolspl o 26.408m o PNB O 2109/25 nós 13 2020P o 23.818 0 00 O NUB. io 2002/25 14 2030P Soo BLBTOM O PUB 7 2502/40. 15 20300 Cu 2423 É PNDO O 190º/40 nó A 16 2030P “ 23.781m PNG 240º/20 nós di 17 ". 2030P 16.617m PNB 270º/20 nós Í 18 20308 24.330m O PNB 1909/30 nós 19 2030». 26.393m “CLR 150º/35 nós. 5 20 2030P “16.616 CCLR e i NUB - Nublado PNB - Parcialmente nublado CLR - Claro

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.333.