Relatório sobre incidente com o navio rebocador Caioba-Seahorse, em 13 de setembro de 1980, elaborado pelo tenente-coronel aviador Francisco José Hennemam Filho, do Centro de Lançamento de Foguetes da Barreira do Inferno (CLFBI), em Natal, Rio Grande do Norte.
1980 · RN · Ministério da Aeronáutica
- Código de referência
- BR DFANBSB ARX.0.0.201
- Período
- 1980
- Local
- RN
- Órgão
- Ministério da Aeronáutica
- Documentos
- Relato
- Páginas
- 86
Resumo do caso
conteúdo editorial do siteEm julho de 1980, o imediato e um marinheiro do navio rebocador Caioba-Seahorse relataram o avistamento de um objeto luminoso, totalmente iluminado com luzes brancas, a cerca de 100 metros de distância da proa e a uma altitude estimada entre 50 e 60 metros, ao largo do litoral do Rio Grande do Norte. O objeto, descrito como tendo o tamanho aproximado de uma boia de plataforma, teria permanecido visível por cerca de um minuto, realizando manobras antes de ascender e desaparecer. O incidente foi encaminhado ao Segundo Comando Aéreo Regional (II COMAR) e ao Estado-Maior da Aeronáutica, dando origem a uma sindicância conduzida pelo tenente-coronel aviador Francisco José Hennemam Filho, do Centro de Lançamento de Foguetes da Barreira do Inferno (CLFBI), em Natal, que incluiu a coleta de depoimentos dos tripulantes envolvidos. O relatório resultante, ora preservado no Arquivo Nacional, registra as dificuldades metodológicas da investigação — como a ausência de sistemas de referência precisos e as limitações naturais da percepção visual noturna em ambiente marítimo — sem que a natureza do objeto avistado tenha sido determinada.
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ARX. dos, prajus SERVIÇO PUBLICO FEDERAL SEGUNDO COMANDO ABREO REGIONAL or nº023/1mc 4918 Recife, 23 Dez 80 Do Comandante ho Exmo Sr Chefe do Estado Maior da Aeronáutica Assunto: Objetos Voadores não Identificados -OVNI - Ref : Of CIRO Nº 15/42/0-382 de 07 Ago 78 Anexo: Ol (um) Relatório do CLFBI I - Em cumprimento a determinação contida no Ofício acima referenciado, remeto a V Exa um Relatório do CENTRO DE LANÇAMENTO DE FOGUETES DA BARREIRA DO LIFERNO (CLFBI) constante do anexos No Imp — Maj Brig dajAr — O DE SOUZA VALENTE Cmt do II COMAR LDO PO vo tvs DJM/JANF pm Get et Cópias Ade ..... el Total.e cl MIN AER EMAER —e SiaiLoso entTOZ Ol El Protocele M. Aer. RR to 20-0º-040/ RO
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ÚRIO DA AMONÁUTICA 3 PESQUISAS E DES INVOLVIMAITO 5 FOGUITES DA BARREIRA DO INFZANO DEPARTA! CAMPO DE LAI RELATÓRIO sobre o Incidente com o Ravio “ecbocador CAIOBA SEAHORSE, Referências Telex R-232053Z JUL 80 do III Distrito Naval, Feito por: Ten Cel Av Francisco José ennemam Filho JATAL,2N, setembro de 1980 |
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“ON IA n CTIS, CARIMAR: NATAL DIGUAR Lad E IDA A rSrTiT MENS AGR REBOCADOR CAIOBA SEA. HORSE VG . VES PEN/NATALRADIO VG DIA 27/07 AS 1940P ASPAS POR VOLTA PAS 1930P VE NAVIO NA POSICAO bAT D6 GRAUS 40 MINUTOS 50 SE-- MUNDOS S LONG 035 GRAUS 13 MINUTOS 53 SEGUNDOS W VE IMEDIATO ABFERNANDO E UM MARINHEIRO AVISTARAM OBJETO TODO ILUMINADO :g EXCLUSIVAMENTE COM LUZES BRANCAS VG A CERCA DE 100 METROS DE DISTANCIA PELA PROA E ALTITUDE AVALIADA ENTRE:50 E 60 METROS E VS TAMANHO APROXIMADO DE UMA BOIA DE PLATAFORMA VG TENDO PER- MANECIDO CERCA DE UM MINUTO E FEITO ALGUMAS EVÔLUCOES VG SU- HE MINDO APOS ASPAS PT NA OCASIAO FOI PERGUNTADO SE HAVIA ALGUM 98 FROBLEMA E O IMEDIATO DISSE QUE ESTAVA TUDO BEM PT A POSICAO FORNECIDA NECESSITA SER CORRIGIDA VIRTUDE CONSTATADO SER PONTO E TERRA PT SR FERNANDO SERA CONVIDADO A COMPARECER ESSE CENTRO FORNECER MAIS DETALHES BT s2132/ MN - 92 [o a TV E e cem e rp
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ApX. dos, g-h/y3 ad CONTEÚDO RADIOGRAMA GR 139 2-2820532 JUL 80 do III DISTRITO i NAVAL nd I - OBJZTIVO 1 II - INTLODUÇÃO 1 III - DEPOIMENTOS E PROVIDÊNCIAS Di GINDICÂNCIA . 1 1 - Depoimento do Gr IVAN D'; COUZA KELO 1 2 - NOTAS III-h 3 - Depoimento do Sr ATÍLIO ECANPATI III-S 4 - NOTAS III-8 5 - Depoimento do ir JOSÉ DA SILVA III-9 . 6 - Declaração do Sr ANTÔNIO FERNANDO DA SILVA é FANGUEIRO ITI-I3 ) 7 - Declaração do Ur SIMANULL BUCKUM (2-C) III- IV - ANÁLISE DO ASSUNT Iv-1 Y - CONCLUSÃO V-32 ANSÃOS AO ORIGINAL 1 - Depoimentos 2 - Jornais: O POTI, 17 Ago 80 - Natal; DIÁRIO. DE PERM. BUCO, 17 Ago 80, Recife; TRIBUNA DO NORTE E, 17 Ago 80, Natal; e y' DIÁRIO DE NATAL, 16 Ago 80, Natal, 3 - Ficha de Ambulatório do Hospital alfredo Gurgel, relativo ao Sr José Silva,
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ted AR x. dE 4, o + 5/4 a eos o ABM surto mencionado sao SL) TTT mn NA A a o ds AE inve d0, do III Distrito Naval ao CL H
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II - DiThovUÇÃO ” a A a ; su. Fxcelencia o Cont ente do III TAlTo AV 23 de julho àe 1930, cometendo o incidente dtanasart: em Dittencourt, Ceu: ostrric de investigar o it acua to, ?-23200534 JUL 30, cncesinhei servados «fg C09/3:N/2-999 A vim Ro lo Ciutis e vo DLL) Ku ar XW/"-000, anbos de 29 . . L : à imprensa, ctraves de contatos diretos con tripulan - tes, deu larga publiciiade vo ussunto, misturando fatos reais com elucubraç ções funtásticas e L nincsiosas. O método de investigação foi: Obter Jepoiue tos dos per ticipantes diretuuente envolviãos, registrando suas 4 L . procurando relaciona-lus ao tenpo c «o espaço; correlacionar ese tas impressões eu terios dc ângulos, Cinensões e velocidades dos corpos em movimento, Nesse ponto apurecem «us sriseiras úificulda des, devido à fulta de um adequado sistem: de referêncis, ce tem po ou de atitudes dos nuvios, beu como as nuturiis imprecicões ! pessocis ie quem relata uma iuprocsão visual, à noite, en área norítina onde a cautela e a atenção são pg sições de cspíri to necessérios e cuja referencicl primário é o nróprio “:reo (al tenente oscilante). Dnbora todos os aspectos do cuso não tenham sido inves- sido desc:rtados couo não vé- tigados, e dois depoimnuntos lidos, os restantes indo m creç r a conclusões que cancelam o . 1 » : interesse direto do iiinisterio d:. ..eronautica no assunto, pois nada evidencia a presença àe um objcto 2eronaveg-nte nos .roximi úndes do rebocador CAIODA UMA!D 3, For outro ludo, a nipótese ! de presença de um bereo descorheciilo, portando uma única luz t vranca e forte no topo do mastro, é eoapo tível com depoimentos ! soimentos (não vílicos) ao Ge 5 testeamnhnos, excetuando-se ou à Comandante e do Imedinto ão CaIOUl II-1
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* ARX. dos, 2.343 TY III - DIPONIINTOS E PLOVIDÊCTAS 1 - Depoimento do Tr IVAN Dj COUZA HELLO Aos 11 dirs do mês do boccdor CAILOBA SIAHOASO, Carteira de Tientidade J1º pele Secretaria ie Segurança Públicc de Roraina, a fim de prester depoirento sobre o fito relatado no TLX R-202053Z do III Distrito iaval, Informou que no cia 27 te às 13:50P, estava de serviço » Go de (05º 138! S - 035º 09! 1), doze nilhes ao lergo ce do na prôs magnética de 150º e viajando de ULIDANA (Platefor a o - BRAS) paru letal. Ao seu lado estava o Ur Yernando Tnguciro, Inediato do Caioba, Za dio momento, notou uia luz branca, com a "intensidnde" 1 , , . de luz de uma ectrêla situada levensente acima do horizonte (35º) e a 30º à direito da prõe; chegou c. pensar que via um ferol (de navegação ! costeira). los próximos 10 minutos, a luz fez ua movimento (a te) em relação ao navio conforme mostrado ne Figura III-l, A partir do ponto mercado com 18:55", o Imcdiato que fora avisado, passou a observar o fenômeno com binóculos e teoria comen- RE e n e É 2.4 , sa a ps 7. ado: lão e enbarcação, € ovjeto desconhecido e estimou sua altura em 60 me quando a luz cruzou a prôa do robocrãor, o Incdiato assuiu o le- me, guinou à dircita, reduziu a potência dos motores e conandou narcha- à-ré, O Dureo proticusente porou, O or Ivan, ao entregar o leme, passou a observar de binóculo e inicislsente viu apenes a luz que se novia, ! até que ela parou na posição urceda 19:007, Naquele instante a prôa de ve ter ido para 270 ou 300º, Nesse morento o ur Ivan verificou que ha - via uma estrutura ligando a luz a uia coisa seselhante a una bóia ( que esteva na superfície do mar). O Imcdiato tanbém teria visto (a estrutu- ra ca "bóia!), (vor Fig III-2), O Sr Ivan esti: e a altura da luz coso a de un poste de 10 a 15 1. Observou a estrutura no mar, a uns 15 a 20 metros da prôõa e a luz sobre cla sob um ângulo àc aproxinadauente 30 à uso, (ver Figura III-2). Após a parada na posição das 19:00P, o Ur Ivan obser - “ vou a estrutura por tenpo inferior a ua minuto (Fig III-2), quando en - 4.0. tão a parte em contacto con o mzr ilusincu-se com luzes aparontenente |! convencioncis (lã ipadas Ge uso comum, àc bulbo, caseiras, não fluores - centes). III-2
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8143 A RX. dos sk! POIMENTE “IIIO3 100 so
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ARX. dos p.3)h3 Não pôde distinguir quentas luzes crer, enfatizou que erem muitas, À parte dirctamente em contato com a açua permaneceu acesa por 20 ou 30 segundos, em seguida apegou-se, permanecendo iluminada so- mente a luz de cima, A estrutura (e e luz superior) afestou-se 1 mar o dentro (rumo ogoº aproximadamente), desaparecendo no hori - zonte por volta das 19:20P ( 7 10 minutos após). (10 « 29 nin), As 19:00P a luz (superior) era branca, oval e seu diêmetro rzior media aperentemente a metade do diâmetro da lua, A cor erc semelhante a da estrela d'ilva, O Sr IVAN informou aque a lancha TECHE SEANCOSE vi- nha atrás do CAIOFA, sem ser avistado, mes que ela orientava, pe- lo VHF, a navegação do CAI)BA SUAFORSEZ pelo conel, visto que o ra dar do mesmo estava em pane. As informações que o Caioba recetia era do tipo "você! está a 8, 17, 12 milhas da costa, Informo que em torno das 19:00P, a Teche via apenas o Caioba na tela do radar, (não outros navios), iss. (Ivan de Jouza Helo) 2 - Notas a - Tomei conhecimento, dia 11/08/80, que o Imedia to do Caioba SZAHORSE fora removido para Salvedor, mus que se ne- cessério, poderia ser chamado a Netal, É o Sr Fernando *angueiro, de nacionalidade portuguêsa, h - Os navios da frota SEAHORSE pertencem a Firma Arthur Levy do Brasil, subsidiária da Arthur Levy Service INC, Em Natal os contatos podem ser feitos com os Sr Jurgen Rencke (de nacionalidade alemã) Gerente da Arthur Levy do [rasil Av Prudente de Morais, 365, telefones: 222-h168 e 222-7428 Petrópolis 59.000 - ilatal - RN (O Sr ITAMIR tem coordensdo alguns contatos). c - A pedido do Sr ITAIK, o Cmt da Teche SEANORSE Sr Emmanuel Fuchum, de nacionalidade escocesa, telefonou-me às 16:40P do dia 11 Ago e disse que: - Estava de partida para mais una missão; - No dia 27 de julho de 1980, por volta das ! 19:00P, quando o Caioba chamou e falou sobre a ocorrência, a lan- cha TICHE SZAHORSE estava a 4 milhes náuticas atrás do CATIA; III-M
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j n ARX. do 4, 9. Lof43 ) - Via as luzes do CATOBA pois a noite estava ! favorável; - Q.eco do Caioha constava no redar da Teche ! bem como o do litoral; - Seu chefe de “sáouinas e um merujo dizem ter visto uia luz incomum, ms cle próprio não viu nada de anormal; - Mandaria O seu chefe de náguinas felar comi- 80 e - Não felou com c Cmt do Ceioba sobre este as- sunto e que o mesmo aportara com uma intoxicação por peixe. 3 - Depoimento do Chefe de Hávuinas do Teche S:iiORSL, Dia 11 de agosto de 1980, às 18:30P, compareceu a minha residência, situada a Rua Joaquim Fabrício, 318, Jlatal, o Sr Atílio SCARFATI, chefe de máquinas do Teche SIAHORSE, nascido em Buenos Aires, República Argentine, em 1946, portador da Cartei ra de Identidade RHE Nº 0789181 da SPMAF/SR/DPF/RN, expedida em 12/02/80, que declarou trabalhar na Firma Arthur Levy do Drasil subsidiária da Arthur Levy Service INC, opersdora da frota SEAHOR | SE, e que, logo após o por do sol do dia 27 Ago 80, estava na poa te de comando da Teche, juntamente com o Cmt Emmanuel Euckum, À | Teche navegava a umas 4 milhas atrás do Caioba e um pouco mais 1 próximo ao litoral. . Disse que o radar do Caioba estava inoperante e a Teche o vetorava pelo canal existente na região. “m dado instante, quando o Caioba chamou, notou uma luz branca, muito brilhante, '! tão intensa que chegava a provocar dificuldade de olhá-la fixamen | te, Considerou que a forma poderia ser redonda mas observou que , dedo o brilho que a luz apresentava, talvez não fosse possível de terminar a' forma, Posicionava-se, aparentemente sobre e un pouco a frente ao Caioba, Numa escala aparente em relação ao near do Caioba, parecia estar de 2 a 3 mastros de altura (fig 3). Na ver- dade 2 estrutura do Caioba não era visível, apenas suas luzes de navegação, O Sr Scarpati chamou « atenção do Cmt Emuanuel Pu- ckum, estg consultou a tela do radar e constatou a ausência de qualquer eco, (exceto o do Caioba) naquela posição. O Cmt Emmanuel III-5
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NRX. dos p. 11/43 100 III-6 COD sui ' ; i Ed | o g 8 o 8] 8 $ MILIMETRADO A4 210x297mm r !
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Rx. à dos, p- 12J43 comentou vue deveria ser "luz de topo" de algum veleiro, iate ! grande ou coisa que valha, ao que o Sr vcarvati retrucou, enfati- zendo a intensidade excessiva de luz. O Caioba começou a chamar ! pelo rádio, com o operador demonstrando nervosismo. A Natal Rádio respondeu, O operador do Caioba descreveu o que estava vendo. 0 Sr Scarpati quiz operar o rádio da Teche pare informar que a luz se deslocava para a popa e para a esquerda do Caioba, Recebeu or- der: do Cmt Emmanuel para não mexer no rádio, pois este já tinha ! seu operador, O Cmt Emmanuel desceu para seus aposentos e o sr Scarpati permaneceu fitando a luz, que descreveu um movimento em relação a Teche, como mostrado na figura !+, antes de desaparecer no horizonte, A seguinte impressão de movimento foi sentida pelo Sr Scarpati, em relação a fig TI-, A TEMPO E : OSIÇÃO (min) OBSERVAÇÕES i 0 Início da observação, Aproxima rdamente 1 mi- nuto após o Caioba reportou a existência de uma luz intensa sobre ele 2 +1 ou +2 |A posição que o Sr Scarpati quiz reportar mas foi dissuadido 3 +3 b * +3,5 |Última observação Em ternos de elevação angulsr acima do horizonte , nm q scguintes impressões foram declaradas pelo Sr Searpatis Na posição 1 da fig 4, a eltura correspondia a 2 ! cu 3 mastros do Caioba. ka sições 2, 3 e k, não pôde precisar, pois a lencha "rolava! muito, o céu estava escuro, não se lembra de ter visto estrelas e sua visão estava um tanto prejudicada pelos tor- rifos d'água. Declarou que o Cmt Emmanuel Puckum viu a luz nas pg sições le2 e desceu para seus aposentos, Natal, 11/08/80, 19:30F Ass. (Atilio Scarpati) III-7
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ARX. doa, p. 13/43 4 - Notas a - Dia 14/08/80, solicitei ao Ur ITAMIR que fizes se a gentilêza de coordenar uma entrevista minha com os Srss - “mmanuel Buckum, Cmt da Teche; - José Silva, Cmt do Caioha (anbos ora no mar), e que me fornecesse o endereço do ir Fernando Fangueiro, ora E tronsferido para Salvador. b - Solicitei ao Ten Cel Av e Engenheiro Aeronáuti co Dietrich Erdmam Gellers, fone (071) - 247 3077 ou 247 3W,2, 1 dia 14/08/80 que obtivesse, se possível, o depoimento escrito do Sr Fernando Fangueiro, EFx-Imediado do Caioba, que ora está emtar- cado no navio ClisAPEAKE SEAHORSE, taseado em Salvador, Pahia, O contato do TCel Gellers com o Er Fernando deverá ser fcito atra - vés do despachante da Firma Arthur Levy em Salvador: Sr Cândido Pinto Rua da Grecia, Nº 6, Sala h06 Bairro Comércio, Salvador, PA, Fone (071) - 242 200, c - Dia 14/08/80, solicitei ao Sr ITAMIR que coor-. denasse também uma entrevista com o timoneiro da Teche, d - Fiz um contato telefônico, dia 14/08/80, com o Sr wilson Hermogenes da Cunha, técnico em eletrônica e responsá vel pelo equipamento eletrônico de bordo da CIA Arthur Levy do ! Eresil, sediado em Natal. Zle informou-me que: - À Lancha Teche e o Zebocador Caioba estão e- quipados com radares DIXCA D-202, com alcance de 24 milhas náuti- cas; e A Teche só tem un radar, o Caioba tem dois; - Os radares não pegam alvos aéreos; , + Os radares não discrimina alvos a uma dis - tância menor de 100 m entre si, nessa distância de 4 milhas, só aparece 1 eco. + Consultando suas fichas de manutenção, cons- tetou que no dia 27 de julho o radar da Teche estava bom enquanto que os do Caioba tinham alterações: O radar de bombordo (esq) es- tava sem transmissão e o de boreste (dir) estava com alcance máxi mo de 12 ou 13 nilhas, III-8
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ARX. 304, p. Jh)43 e - O Cint Eucitum está ainda nas plataformas (1º ! . Ex 0 Set 29) e o Cut José da Silva deverá cheger até o dia 03 Set 30, f - Dia 1º Set 30, o Zxmo Zr Cmt do III DINTRITO NAVAL, via telefone, ofereceu apoio para obter os depoimentos ain da não feitos. Aguardarei até o fin desta semana, 5 - Depoimento do Dr José da “ilva, Comandante do CAIO BA S5i HORSE, Aos 02 dias do mês de setembro de 1980, conpereceu a ainha residência o Sr José da “ilva, Comandante do rebocudor CA IOBA SUANORSE, para prestar scu depoimento voluntário sobre a o- corrência do dia 27 de julho, envolvendo o navio que comandava e una luz que se acercou do mesno e que deu origem a menscgen PR- 2820532 JUL 80 do III DISINITO Avai, Declarou residir à Rua Jua- rez Távora, 3482, Cendelária, Natal,RN c nascido em Macau, Ril, em 1932. Porta a Carteira de Identidade Nº 161387 da SHI. e Segu - rara do RG! (Divisão de Criminalística). Informou que desatracava da plataforma PAG 2 área Agulha, dia 27 de julho às 10:30P, com destino a Natal, Zstavam a 8 horas de viagem, aproximadamente, próximo a Touros, a 10 milhas náuticas da costa, navegando no runo magnético de 150 graus, Ele vinha fazendo a coordenação da navegação a partir do camarote, .! pois estava doente, com forte intoxicação causada pela ingestão ! de peixe, As instruções eram dadas por ele ad seu Imediato, Sr ! *ernando Pangueiro, que emburcara há apreximadamente um ano e por tanto não bem turimbado, âmbos os radares estavam inoperantes bem assim como o piloto automático, Só funcionaven o VIP, o SL e a bússola giroscópica, Todos estavam cientes que a região exigia |! una certa atenção dos navegantes devido a carreira d'água, ventos e mau governo do timoneiro, além da pouca profundidade do mar na- quela parte do litoral do Rio Grande do Norte, Em dado momento, (estando deitado em seus aposen - tos), sentiu que as máquinas foram colocadas em ponto morto (afir mou que não fora comandada tração reversa-mercha a ré). Imaginou que o rebocador estivesse junto as pedras ou junto à praia e fa - zendo wi tremendo esforço (levantou-se) conseguiu chegar à ponte de comando, onde se encontrava o Imediato e o Timoneiro, além de outras pessoas. III-9
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ARX. dOs p. 45/43 . x Cras Nesse momento, 2 navio estava à deriva, com proa magnetica de 050 graus sas Sua prineira reação foi (tentar) corrigir o rumo e (tentar) ! roximadamente. ilinguém ainda lhe falara cuslquer cau fazer » plotagem na carta, Antes de começar a fazê-lo, o Ur IVaN disse-lhe: ua ferol!f, o Gr José Silvi olhou par: frente e viu o objeto. A Comundante, olhe este luz à proa do rebocador, parece diziência "chutada!! (estimada) seria de 3 milhas néuticas à proa do Caioba, (que estava a deriva, proa magnética 050º), e a uma al ture de 60 m, O objeto tinha foraz de un prato, crende, sarado no espaço, e cujo diâmetro apurente seria o dobro do diânctro da lua. Pôdo divisar bom as cores azul e laranja do objeto que permaneceu nessa posição por 2 a 3 ninutos, tendo a seguir acendido um facho luuinoso, mis intenso do que um (facho) de holofote anti-aíreo ! do exército, que projetave-se verticalmente pare a água, in segui da, o facão foi dirigido para o Caioba, tendo iluminado-o por 2 a 3 segundos. O pessoal ficou conversanão, Uns 3 minutos após, o objeto assuniu a posição a borecte (a direita) do Caiota e mais ! longe, (umas 4 milhas), com as luzes focando na vertical (e para baixo). Tendo conferencicdo com os membros da tripulação ! presentes e não tendo identificodo o fenômeno, o Sr José Cilva fa lou: "olha gente, se existe disco vosdor, nós estâmos vendo um', AÍ achou que o Caioba deveria comunicar o fato para a estação Na- tal Rádio, Informou que gosta de ler sobre disco-voador e ' acredita neles, Tem lido sobre o triângulo das Termudas e sobre discos-voadores e, na hora, ficou um tanto apreensivo quando ao que poderia suceder aos tripulantes e ao próprio navio. Lle pró - prio tomou a decisão de comunicar o fato a Natal Rádio. . Após a posição mostrda na Pig III-5, o objeto sc ! afastou no rumo sudoeste, para terra, com uma velecidade incrível, subindo, ganhando altura, desaparecendo em menos de um segundo, Daí prosseguiran viagem e aporteramn em Natal às 00:20P do dia 28, Sua esposa o esperou no Porto e o levou ao Hospitul “alfredo Gur- 3el, ond: ficou internado com protlemas no aperelho digestivo. III-Io
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jap om ARX. dos! g p Su pergunt:s forimlcias, respondeu cue: - À lancha Teche Sea lorse vinha cerca de umas 3 s nilhas ctraás e a boreste, e deu a posição do Ci . A marcha do CATOPL, cm cruzeiro, é de . à marcha da Teche, em cruzeiro, é de 1: - Não sabé. vorque a Cia Arthur Levy mandou o ime- diato para Salvador, Bahia; "parece que (a razão) foi a necessida de de ua imediato, em Salvador, para um nevio novo que chegou da imérica!!; + Trubalha var: a firsa Arthur Levy do - O Insdiato tirou a posição do € 1a pelas 19:30P, e a transaitiu para Netal Eíiitos - Não conferiu a posição transnitida pois estava ! sem condições físicas de conferir e nem sabe como subiu à ponte ! de comando por ocasião da colocação das máquinas em ponto morto; - À altura do topo do mastro do CAIODA devs cer a- proximadamente 10 metros acima do tonbedilho c uns 15 metros aci- ma da linha d'água, . àsg, (Josê 6 - TJRS) DE DICLARAÇOE Aos vinte c um áias de mês de crosto de mil novecentos 1 e oitenta (1980), compareceu a Delegacia da CP2A em Ilhéus, 9 Sr ANTONIO FSRZAJDO DA SILVA PANGUSTÃO, de necionalidade port uguêsa, Passaporte F378071, marítimo na categoria de marinheiro contrata- do pelo Rebocador norte-americano "CHSUAPEAKE CLAHORSE" no porto de Salvador em 07/08/1980, exercendo a função de mesma categoria, Perguntado o que tem a declarar sobre um objeto não identificado visto pelo declarante, respondeu o seguinte: que no mês de julho ! deste ano em local de nome I?ITINGA, em Natal, Rio Grande do Nor- te exercia as funções de Imediato no Rebocador CATJEA SHA IIDRSE e estava navegando do Cabo Calcanhar pare Natal, antes de chegur ao cabo de São Roque cerca de sete (7) a nove (9) milhas de terra, e em frente a TVITINGA, passou um objeto que o declarante e um ou - tro marinheiro de serviço dissera ser uno estrela D'águe, mas o III-I3
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declarante dissera não ser uma estrela D'água porque o objeto ! se locomovia, andando para todos os lados con muita velecodida- de; Depois de um minuto o objeto apareceu cerca de cinquenta |! (50) metros pelas proa da embarcação, assim o declarante mandou parar as máquinas do Rebotador e levou todo o leme a Bã; O obje to ficou na frente ascendou muitas luzes com feitio de um globo as luzes, tinha a coloração co "elo vivo (unica cor) isto ! foi visto selo declcrinte, ec o arrinheiro Ge serviço IVAN Us CO ZA, brasileiro; o Comzndante JOSÊ SILV:. que estuve. doente subiu à ponte de Comando con o chefe da sáquina PINTIR JENCH o o se - gundo maquinista SEBASTIÃO SOUZA, O Comandante observou o obje- to com binóclo, O objeto continuava a cinquenta (50) metros do Rebocador e foi visto por todas estas pessoas. O mar estava bom, calmo e era cerca de 05:30 hores da manhã, O Comandante depois > : a de observar com o bihóeilo disse que o dbjeto era um Disco Voa - dor. O objeto que estava a nossa frente afastou-se cerca de ' duzs milhas, e imediatamente desaparecer. llão seta informar se no objeto havia vida humana, tem como se havia qualquer inseri- ção e a cor do objeto, pois só via luzes, No primeiro dia que viu o otjeto o declarante fulou para Istação Nádio «ue deu conhe cimento ao Capitão dos Portos de Jatal, dando as cordensdes do local onde o objeto apareceu c a nora certa, Declerou ainda que, quando o objeto apareceu vinha vor traz do Retocador outra em - tarcação àe nome TiXH Ciá NOREE ce que viu o objeto. Declarou ! ainda çcue falou para o homem que estava na outra embarcação que er:: o chefe de maquinas, nacionalidade argentina, cujo nome não se recorda par: que ele verificasse se o objeto estava sendo. ! marcado pelo radar, visto que o radar da embarcação do declaren te esteva avariado, e aquele chefe de maquinas respondeu cue o r.dar da: sua embarcação estava funcionando e o otjeto não apare cia na tela, assim sendo er: um objeto não identificado, 0 III-1h
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ARX 403, foju? declar:nte junta ao presente Terno & de rascunho (2) folhas onde initica os fatos oru narrados, À presente decleração foi firicda na Delegacia da Caritunic dos Tortos do E lo da Tania em Ilhéus na presença do Capitão-de-Corveta (LU IVAI TaVARHO de três (3) testezunhas ebaixo as O declarente inforsou neda meis ter a declarar pelo que foram encerradas as ções, Ilhéus, Fahia, em 21 de agos to de 1980, ANTONIO Í Dá SILVA PALCULIRO (Declarante). temunhas: ASTONIO csc..(ile cível); +... LIDIO ivan À É cce DA SILVA, Jr III-15
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a) ARX, dO1 o MN MILIMETRADO A4 210x297mm — mexa — nas 180 100 III-16
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"9/43 ARX. SOL Fe qUiseA 4 150 Calor ft 100 III-17 so ê
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ARX. dos, p-Sju3 IV - ANÁLIOS DO ASSUNTO 1,00 - Heteorologia 1,10 - HETAR 27 JUL 80 CDIT 21002 130/15 9999 3cuozo 6AC 100 26/20 1013 22002 130/1h 9999 2cuozo Gac 100 25/20 1013 23002 150/10 9999 acuozo Mac 100 25/21 10h 1.11 - O ponto 05º 19t2 / 035º 09% situa-sc a 4O mi- lhas nóuticas 2o Norte, e suponho Jue as condições tenhan sido |, na eproxinadanonte, as mesmas, A cobertura poderia ser, evontualaen- te O oitavos, ou ter alguns burscos, Ninguém mencionou estrelas ou lua ea sous Gepo imentoss, 2.00 - Lua A lua nasceu, pera o ponto 05º 1815 / 035º 09!W, às 20:23Z e às 22:004 estava a 25º de elevação, aproximadanente, e a leste, (notar a coincidência com o depoimento do ur José Sil- va). 3.00 - Aviões na Área Não tem registro no APP SENT nem no ACS 4,00 - iloticiário Cos Jornais dxplorarai o assunto sobre o enfoque sensacio- nclista de OViI, com detalhes fantásticos, misturando alguns fa - tos banais cos afirmações bonbásticas irreais. NT7 5.00 - Depoimento do Dr IVAI DI SOUZA ELO De personalidaie simploria, pouco lctrudo, ' ae desuzsonbrado, calizo, o Sr IVas mostrou entretanto, ua ! erto receio sobre a possibilidude de suas declarações virei a ! pr -judicar seu emprego na Companhia, “ste fato foi presenciado pe lo iiaj Av Oscar José Alvarez. ão cproximeca 05º 18!5 / 035º 091 é 1 ben razoável e é compatível con as declarações do Gr Fangueiro , do Sr lZmmanuel Zuckun e do Sr Searpati. Um êrro de 1 a 2 milhas laterolnento seria razoável e aduiscível. A luz que ele viu às Ts OS pe xi 3 A 3 ms as T + x 10:502, estava na mareação do Ferol ãc São Roque. Uns cinco ninu- . ã á a , 3. r tos uzis tarie notou outre luz no través (Fig III-d) e que . Iv-18
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A RX. ãos p. ufa? esteva na marcação aproximada do Tcrol de Teresa Pança, aê . E io s àts aqui estaria tudo normal para us navegador catrura 4 contado, pois verifica no visual do Farol de Jão cocue sejuido no cunvo visual do Yurol de Ye cas de clicance) e ie que do 270 Anpi reita do ponto 05º 1815 / 035º oo", senga de ua barco na nesuce sarcaçã o "objeto! ou “"luz!! na posição 18: ro viu que So movia, que cru hos de e x 1 olhá-la úc bindeulo, Fouco nais tarde fez usa aanovra lrusca (pro grimada ou não), 'intempostiva ou controlada, pura não avclroar'! a luz, tomundo o leme do Sr IVAI, suina à direitr e põe us «ságui- nas em ponto morto, (O Jr IVAI hesitóu antes Ge afirmar foi A conandado tração inverso - ilercna-a-ré). Como resultado, o Caioba x páre próximo a "luz", às 19:00P aprosrincdamente o Dr IVáil vorifi- ca que sot a luz há una estrutura, o Sr IVAN estima a altura da luz em 10 a 15a c falou "da clture de ua poste!, (o que pode ser menos de 10m) e a uns 15 a 20m da prôõa, latcralsente e sob um ân- gulo de 30º a 15º, o conjunto luz/estrutura, ver Fig III-2, idui- tindo que « distância sobre a água, con suis ondis e o Êngulo de observação do Sr IVA, permite uu: rezoável estimativa, poúcmos ! checo” a cltura h, O observaãor es pa E Tl. a sig TIto tos: (x da bis emespuuda ae X da uáguina : me ó bom O iretg DEP 7 são di do = 65 iretg 20/7 ——» x,.2 = nº JAX Célculo Ja elevação Mm, a o Mmfn "0 +30 -90 = 5 o ô Xmás = 71 + Hs - G0 = 26 Cálculo da altura h nn. -7 É == = tg 26 *“c hn... = 14,32 netros - : ta +32 metros 15 max = tg O; .'. ne = 8,75 metros
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ARX. 204 p.9SI43 Concluo que a estimativa de altura da luz feita pelo Sr IVAN, concorda bistante com os ângulos que cle observou, Há bastante cotrência, Cálculo do diâmetro d da luz, que foi observião ser a metade do diânetro aparente da luz. meior da luz sincera e se reportada, o cousa como 7 branca, segundos com Seja D a distância observudor-luz : Es . Poá À (1,32 - 7)%+ 20 =21,30m 2 “a Dan = (3,05 - 79)0 + 15 = 15,10 M e . o ; x é o ângulo sob o qual o ir IVAN viu o d e igual a metuãe do da lua 1. tex, = 343. Jm = Se * 5% 304000km a pUpADEe x. x = 0,2591º = = 0,1295 d, min é . ox Dat = tg 0,1295 +". dra = 0,07m (7en) Anáx = tg 0,1295 . d. = 0,1m (10cm) 2x Dá 8 , J 0. máx , m. IMPeess ão Donde concluo que se a imprecisão visual reportada é a distância for realmente, embora aproximadamente, a diimetro maior da luz no tôpo do objeto meúia qualquer a 10 cm de diâmetro e tudo indica, muito brilhante e Sobre a iluminação da buse da "estrutura! por 20/30 luzes aparentemente convencionais, com lâmpadas de briiho incandescente, quero observar: iluminação; + O Sr IVAN deve ter estcdo próximo para notar esta ! e Nada impede que seja ui barco, IV-20
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ARX. dos, pf o p A estrutura ec à luz afistou-se no rumo 90" aproxima- danente, desaparecendo 10 a 20 minutos após. assunindo aovinentos retílíncos a velocidaãe constante, e que o horizonte desta luz se ja de S silhas náuticas, o afastamento relativo ocorreu dc 5 mi - e lhas em 10 ou 20 minutos, ou uma velocidade relativa de 15 a 30 Kt. imbora declaresse rumo gersl 090” da luz, o Sr IVAS FIZ Ui GESTO DI QUE OLHA 9 KOVINIITO JA NELATIVA DE 219/230 graus, Assin, o seguinte triângulo de velocidades pode ser sontado, ver Fig IV-2, 4 E o RA lotar que un móvel con Y = 100 Ve 08 Kt, produz a mesma LHC quanto ao Rumo, cabora a velocidade da LHC se tórhnasse a me 2 e g q é n a as 5 Lt, O que tanbém não É impossível pois nada impeúe da à luz tor sido apagada 10 minutos após a interceptação e numa dis - tância de 0,83 milhas náuticas, intretanto esta hipótese não é in compatível com o movimento visto pelo Sr SCARPATI, da lancha ! TUCIIs, 6.00 --Depoimento do Ur Atílio Jcarpati Aparentando ser pouco letrado, bes falante, pode ob- server a luz no momento em que esta interceptava a rota do CATOEA, isto ês lá pelas 19:00P. aparentenente sincero em seu relato, As 4; milhas atrás do CAIOBA! foram medidas de radar e são portanto bastante confiáveis. uste ponto taubém é confirma- do pelo Sr Emnanuel Buckum. "Vetorava pelo canal": .inbora conste dos 2 princiros depoimentos, não parece verossímil, pois: a - Não é compatível coa a distância de 9 2 12 mi - lhas da costa, que também cónsta om vários depoimentos; b - O Canal de São Roque, que seria usado, fica a la3nilhas da costa e em alguns pontos tem apenas 1 milha de ! largura, O que parece bastante estreito, aos inarujos, para ser ! usado à noite. intretanto, se esse Canal foi utilizado, o Ceiota passou bem próxino ao Farol de Teresa PFança, (distância menor que 1 milha), Este Farol é de torre cilíndrica, erigida sobre "água rasa" e é pintado com listras horizontais brancas o pretas, (cono induz a pensar o desenho cilíndrico do sr Fangueiro). IV-21
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APX, ãos p- 3343 áltura da luz de 2 à 3 nastros do CAIVLA, cono visto Sm aTo pelo Dr SAPATI, “ondo em vista que esta altura corresponde a 30 ou 45 metros, que subentenie ângulos vicuzis da orãen de 0,2 à 0,3 graus ue elovação, que é praticanente “"horizonte!!, cânito o sossi a Or tiliúcde de que a luz viste pelo ir cearpati e polo Sr Ivan mesma e que esta estiva a uma alturz da ordem de 10 a 45 metros, podendo este altura estar un tanto cxuçcrada no depoimento, ou de E» vido a iunpressão visual, ou por questões psicológicas: ausência de eco no radar. Alvos, a quatro «ilhas de distância, distanciados cntre si menos de 100m, não são diseri, minados, Aparece só um eco, INVORHAVXO do Gr Wilson Hermo;enes da Cunha, técnico de eletrônica da Cia Arthur Levy, Descrição do movimento Coerente com a descrição do Sr IVAN, embora um tenha visto um movimento retilíneo e outro um curvo. questão de movimen to relativo, apenas, Uma observação quanto zo tempo de acompanhanento; inquanto o Sr IVAN estimou ver a luz uns 10 ou 20 mi. nutos após a POS 1 (Fig III-h), o Or CCARPATI não foi além dos 3,5 minutos, digamos 4 ou mesmo cinco, admitindo sinceros os 2 depoimentos, a diferença Ce tempo poúerá ser explicada pelo afas- tamento lateral da Teche cn relação ao Caioba, como será visto a- diante. O Céu estava escuro, não se lembra do ter visto es - trelas. (Aparentemente confirma os H5Tin de Natal e sua implicação com o luar), De fato cera noite de lua cheia, estando a mesma a uns 2% graus de elevação, IV.22
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ARX. doa, p- 342 7.00--Análiso do Depoimonto do Dr José ca Cant ão ChIdLA, =" sa na aLas in + 7.10-Personslidade, Do físico avuntijado, revelíneo, 30 eno5 de mer enatividades de pequena caboto nn, gosta do ler ficção científica, já leu "O INIAIGUIO 2.5 Biivas! e afiruou 1 ue acredita na existência de ''“iscos Voadores! « que cestas pos - q sam, evoitualnente, sunir com tripulantes e mezno navios o aviões, , , + UN. data de 27 JUL 30, cle estive bastunte enfer mo, "por intoxicação exógena'!, devido a ingestão de peixc (510), con vônitos incoereíveis c srnde “raqueza muscular, Durante à untrevi bu poreceu tr anquilo, confien te, corlato, Co extrena sinplicidado., 7.00 --Posição declarade: mpavés de Touros, no ponto de coordenadas (05º 09! E - 035º 15 z ição fica a O MN de Jatal, e levaria Wh35min Ce viagem eté atracar. Atrecou às 00:20P ão die 28, donde a hora mais tarãe Ge deixar a posição se- ria 19:45P, sea levar en conta correntes narinnas e ventos contra, É una posição possível, embora situada umas 11 milhas a IL! da po- sição declarzia pelo Ur IVAI e pelo ir Pangueiro, 2 11 nilhas pa-. viagem usto dife- ra o CaloBA, representa 1 nora e 20 minutos : o , : es E renga de posição, mostra tanbem o grau de imprecisão das declara- des, ex couscs que são de rotina, entre o Cnt, o ilicdiato e o ti , 4 , , atas, monciro, Por quê?,.. , " O Conandante do Caiota deixou tran q ço] p 5 Ho o LO o j E 5 o sido colocados em Marcha de Ponto-iiorto, ec apezar do seu estado ! de fraqueza, chegou a pontc de comando, (Pelo horário, c de acordo com os depoisentos , todos via a mesma luz, mas as interpretações foram diferentes, 2 muito), sso iua- Aceito que o navio estivesse à deriva, plica numa variação de proa, e não tão enfaticamente declarula de o50º Nage As cores azuis c amarelas só foram ''sentidas! ! pelo Sr José Silva, pois o Sr IVA viu uma só cor, a da estrêla S D'alva, (tranca), IV-23
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ARA sua, e Lap 12 à irprecsão de wu. distância &o 3 milhas nóuti- cas, a 60m ve cltura, con o objeto auiindo 2 vezes o diânciro apa rente da lua leva as seguintes conclusões: de . ma nO E . 4 x a - “levação: 0,62" (sois déciuos de grau); b - Diâneiro do nsbetes á da luz ou do HSM, à z " " SS N3ã + à iupressão de "prato! com uma abobvda acima, foi sentida elo Ur Jese- “ilva, assim como o tal "facho" que QU os Q z e - . a ce projetava verticaluente sobre a aguu. Jaa passurela de luz, re € ” E Ílctinão una faixa luminosa, seria possivel a partir àc quelquer Ponte, du, Aceito que o Lr José vilva tenha tido usa ilu - ão, 2o ver a mesaa luz que o ôr IVil via, nas interpretando E. gp distância, crroneeuente, devido, pelo senos, ao seu estado de sa de, Alón, do muis, o Sr Gilve poderia ester-me induzindo a ''dese a - |0 trir a lua", Imbora ninguém mencion:sze o: termo lua ou luzr, a lua nascera na região às 20:23Z e às 19:00P estava a uns 2h sraus de elevação, eubora estivesse totulicnte ou quase totalmente enco berta por nuvens. à luz assumiu posição a "lh milhas! a dircita (boreste), lembrar que insistiu ne prôa 050 con o Caioba a deriva, imbora eu considere que a luz que todos dizea ! ter visto, pertença a um veículo aquético, não é de descartar a hipótese de que, por momentos, a lua possa ter sido vistz vor al- guns instantes, - O Sr José Silva disse que acreditou estar vem do um "disco voador! e mandou aviser à Natal-Rádio, - O Sr José Silva foi o único a mencionar que o objeto ganhou altura, como tembém que Gesapareceu no rumo sudoes- te em menos de 1 segundo, o que não levo a sério, como informação válida, já pelas condições Je saúde dele, já pela incoerência e/o: depoimentos dos Sr Scarpati, Ivon e Zmanuel, já pelo teto (600n) das nuvens. - O Sr José Silva realmente foi baixado ao Hos- pitcl Walfredo Gurgel, às "00:30P" do via 28 JUL 30, com'intoxica ção exógena!!, por ingestão de peixe (SIC). . IV-2l
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AR dos; grão? 7.30 - Conclusão ar : 1 - , 731) = O r Jose vilvo estry. ccente, possivolnen te tovo iuprescões falscs (ilusdec), nesse estado tornou a decisão de Ss), informar seus cosundados que estavam vendo um Cisco vondor! e man - dou passzr a . 4; e 0.0 . 2 cem paru WaTiL-AÁDIO, sem tor condições psicolóçi- cus dº excuinor o mensaçen ou a posição do Terço, 732 - O a 2º aqistíacias e Os movimentos de luz; declarcdo pelo ur Jose úilva, não ui 8.00 - Análiso do Dexoircnto do Ur Antônio : - Posição do Tercc: coincide or Ivan e o Sr Scorpati. - Pouco específico quanto ao movimento do "objeto", - !encionou 50 met: : de distância pela prôa, man- êou parar as uég quinas, levou o lene 2 boreste e o objeto continuou na prôa! O Sr Ivan não vivo otjeto e o movimento, da mancira como o 5r PFançueiro relatou, - O Sr Petor Jersh não foi ouvido; foi de: pela Virua Arthur Levy do Pre.cil por: « Beber ds: (or Itanir); + Jão se: confiável (Or Jurgen Rencke). - Contraditório: llavia vento dz ordem de 130/10Kt, o mer fazia a lancha Teche rolar muito, cra cerca de 19:00" e não ! vento cclno, mar bom e 05:30 horr.s da menhã! afirmou que o Cmt do ..! Caiota viu a luz a 50 metros; o Cmt, porém, afirsou (mostrando dúvi- da) usa distência de 3 milhoes náuticas, - àrro =: Consciente ou não, transmitiu a 05º Lot sor15 035º 131 53114, a de 05º 2815 035º 09", ua êrro de 83 milhas néuticas pa lotar 2 longitude 3 a h milhas mais a Oeste da informada undo deveria ser una posi Desenhos: - Concorda na sosição relativa Teche-Caioba, ; - Concorda na guinada o direita, - Quanto a fora do "Disco", concorda c/as decla Te ões do Cut Cilva, mas Ciscorda nº distância e no Numo, ' I 4 ro 5
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vem ARK. do4, q. 34h3 7.30 - Conclusão Pe3l - 0 te tovo falsas informar seus conundados que dou passcr cus d2 e: co qistâncias e uuanho, de luz, declarcdo pelo Sr não ui inspiran 8.00 - Análiso do Deroirento do Ur Antônio Fernando “on - gueiros - Posição do Tarco: coincide com as declareções do or Ivan e o Sr Scarpati. - Pouco específico quanto ao movimento do "objeto", - !iencionou 50 metros de distância pela prôa, man- Gou parar as nécuines, levou o leuns 2 boreste e o objeto continuou na prôa! O Sr Tvan não viu o objeto c o movimento, da mancira como o sr Fançueiro relatou, - 0 Gr Petcr !lersh não fci ouvido; foi despedido ! pela Virna Artiur Levy do Dre.cil por: - Beber € - Jão ser confiável (Or Jurgen Rencke). ais (Ur Itanir); - Contraditório: lavia vento da ordem de 130/10Kt o mer fazia a lancha Teche rolar wuito, era cerca de 19:00? e não ! vento calno, mar bom e 05:30 hores de manhã! afirmou que o Cmt do ..! Caioba viu a luz a 50 metros; o Cmt, porém, afirmou (mostrando dúvi- da) uma distência de 3 milhas náuticas. - Erro prosseiro: Consciente ou não, transuitiu a posição 05 9 4o! 50!15 035º 13! 53! 1, quando deveria ser una posi ção próxima de osº 1815 035º 09!1, ua êrro de 83 milhas níuticas pa ra o Sull Notar e longitude 3 a 4 milhas mais a Oeste da informada pelo Sr IVAN, - Concorda na posição relativo Teche-Ceiota, é - Concorda na suinada o direita. - Quanto a fora do "Disco", concorda c/az decla ra;ões ão Cut Jilva, mas discorca nº distância e no Rumo, IV-25
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ARX. dos, p 32h? - Pouco específico na descrição de movimentos, . - Dê o detalhe que toria sido visto pelo Meri- nheiro IVAN Di SOUZA; o Ur IVAN viu diferente; 10 a 15 metros e não 701 Luz da cor da Ustrela D'Alve e não amarela (no tôpo); na Fase luzes normais, comuns de bulbo e por 20 segundos e não sma- relas. O Sr Tangueiro foi entrevistado em Ilhéus, pois assin cue chezou a Natal, após dia 28 Jul, foi transferião para ! Salvaior, onde foi contr-tado como marinheiro a bordo do retocador americano CHESAPRAKS SEAHORSU, não conparecendo ao CLFBI para ! prestar depoimento, Conclusão: 1 - As declarações do Sr Fançueiro são conside- radas de peso relativamente baixo. 2 - O êrro de latitude transmitido pelo Sr Fan- gueiro, dificultaria uma possível inspeção aérea imediata ao lo - cal, levando o avião para o Sul de Hutal quando a posição correta era 40 milhas ao Norte dessa cidade, 9.00 -Análisc das Declarações (por telefone) do Sr ! Emmanuel Puckum, Cmt da Teche: - Coerente con os Srs Ivan e Scarpati, - Na prática esquivou-se de fornecer um documen to assinado, inicialmente saindo subitamente para uma viasem e |! mais tarde, viajando, também com urgência para consultor-se com ! um médico de sua confiança, em Eelém, por estar com um "Ysgotamen to ce Saúde", segundo a informação do Escritório da Arthur Levy ! do Lrasil em latal, (Sr Itanir). Conclusão: : “- Não viu nada que voasse, - Acredito que ele viu luzes do Caioba - Acredito que o Sr Emmanuel sentiu a situação sob controle, isse é, nada de inusitado que merecesse sua atenção especial, IV.26
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ARX. dos, z 3343 és 10,00 =-Síntese das Declarações: 10,10-.5-Levando em conta as naturais imprecisões de ! quem assiste um fenômeno e o "mede! através de scus sen a rei uma síntese cinemática dos movimentos, a partir da intercepta ção do Caioba (* 19:00?) e considerando: - Totalmente válida, sincera e coerente, us de- clorações do Sr IVAI; - Totelmente vólido a declaração do Cr manuel, de cue não viu luz Math, ou inovimento anormal, O que viu foi en tão algo que poderia ser perfeitamente um barco, como ele decla - rou 20 Sr Scarpati; - Totalmente válida as informações do ir Searpa tã; - Válidas as informações de posição dadas pelo Sr Fangueiro, em seu depoimento, até a guinada à direita tros (*19:00 horas). Não válidas daí pare frente, cronologicamente fa- lando; - Não válidas às declarações do Cmt do Caioba ! no que se refore a "luz!! e seus movimentos; - Dentro das consia erações anteriores, as seguin tes hipóteses: — o, . * Vrccne * 130 V/12 kt; —+ o o, f Veaioba * 130 V/9,2 Kt — e o. = uz E ( Voarco) = 0207/9 Kt e Altura da"LUZ!! + 10/15 metros sobre a água . « Limite de visibilidade: 45º fILHAS NÁUTICAS e Teche afestada 3 milhes atrás e 3 milhas a N direita do Caioba, Dentro destas condições, plotemos o movimento ! relativo desses 3 móveis, na Fig IV-h, Observa-Se que nestas condições: ' - A'luz!! permanece visível ao Teche, teoricamen te até as 19:10P (10 minutos) e ao Caioba até 19:18P (18 minutos). IV-27
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ARX. ãos, p: 343 Vejamos como veria o movimento da luz, um obser vador a bordo da TICHL e OUTRO A LORDO DO CAIODA, olhando a Pig IV-5, tomendo estes navios como referência, O observador no Caio- 3 ba vô o afastamento em direção constante e o do Teche, vê ume mar s , = casão variável, que pode der uma impressão de movimento circular, Considero que uma variante desse problema, con 7 , pequenos modificações de prôas e distâncias tenha ocorrido na rea lidade e a luz seja meso um barco, como sugere o esquema do or 3 E q IVax, c a opinião dada ao Ur Cearpati pelo Cmt Imuanuel da Teche. 10,20 e-Síntese des observações sobre o coso em geral, 10,21 =--Nada indica que houvesse a interferênci: de qual s uer objeto voscor nas imediações do CAIITA, q 5 10,22 --d Sr Antonio Ternardo Tengueiro, executou uma menobra e parou próximo ao que parece ser usa enbarcação, Se a ma nobra foi improvisada na hora ou estava programada, não foi possf vel saber, den'ro de uma investigeção oficiosa, O Sr Fangueiro |! operou o leme e comandqu as máquinas em ponto morto, telvez ré, ! parando o Caiobas 10,23 --Há uma diferença de aproximadamente 30 minutos entre a mensagem passada pelo Caioba (19:40P) e o fato que deve ! ter ocorrido às 19:00P. 10.24 --0 Sr Antonio F, Tansueiro, transmitiu a Natal- Rádio, um rádio com as seguintes inverdades: - O imcdiato c um marinheiro (IVAN) viram um objeto todo iluminado, exclusivamente com luzes brancas, cerca de 100 da prôa e uma altitude de 50 a 650 metros, permanecido cerca de 1 minuto, feito evoluções e sumido; (o Sr Ivan não endossa a eltura, o tempo, a omissão do mastro, que suportava a luz e uma ba se que suportava o mastro); - À posição geosráfica do Caioba às 19:30 do dia 27, foi dade com um êrro de 33 milhas na latitude e cate a pergunta, engano ou proposital? e As detas e horérios declarados em seu depoi- mento, discordam absurdamente dos fatos (constientemeúte ou in - conscientemente?), É IV-28
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A . ARX: dos, 2 35]4y3 10.25 - O Dr Fançueiro foi removido re. o vador, pela Firma Arthur Levy, não tendo conparecio. fezer a declareção, 10.26 - O Br José Silva, Cut do Caioba, tudo intica esta va doente, por intoxicação endógeno, tendo sido posterioruunte nos- pitalizaio, lc fcelou ao "pessoal! nº ponte de comando, que OS mes=- mos vctavam venão um disco voador e ::andou o imediato informar a Natal-nídio, Jão foi possível concluir se ele estava sofreado usa ilusão sincera ou se estava de ná fé, w 176 TV-29
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ARX. dos prscha E T e Tur Ud zo MS de/9 /49 ViDe Verso FUNDAÇÃO HOSPITALAR "MONSENHOR WALFREDO GURGEL". . FICHA DP AMBULATÓRIO HOSPITAL "MONSENHOR WALFREDO GURGEL" o PERA ia ses sc Nomes, lose! to def Ve PR TA re tam. da “Idade: + Estado Câvila, e gusto Nacionalidadet Endereço: unvi pia (=) Ens Pair FROC. Mqaufiro Mãe: =" Do R - E P-. Vou ET Mobi 4 fa tpusre, fal E DU have PDA - Le er ros 4 tis fis e Loo pr age E pre 7— dezetrn tro chats se ap apo (0), I Aa á sema. » e PINO — a Ez + mou ue do Jy Ae, ” 7 He soca E E L % eme 4 = are TERRAS Re — H. FAMÍLIÁR - AO (e Blend ES nn uia TT TREO Ã ese A FÍsTOLÓG TCA =" dq E raid o Dot.
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ER AX dos 9.43 | ' “sc ae = dd -u 7 ” É , E - . 16 ' UM — : “ a é | 23 3ut 80 fo — kI00a P e | 3 Efe E) 10, Am. Q | ER 2 | 7 CABO CALCANHARÇO)» Arca. Lp. B. ás Jim REST Rio Nazará ma / CABO DE 8ÃO E ES
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ARX. do4 p.38)43 cdo 18141 100
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ARA, dO4 p. 3343 SINTESE CINEMATICA EXTRAÍDA DAS DECLA- RAÇÕES DOS SRs. IVAN,SCARPATI, FANGUEIRO E EMMANUEL k « o o « o tero(P) 1916 1916 (P) 1910 1908 1900 TECHE LEGENDA SEA HORSE x 1, N AS, tuz Na > tmsancação DN n ESCALA s MILHAS MAÚTIGAS FIG. Iv-4 IV- 32
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pra dol 2h) 43 MOVIMENTO DA "LUZ", TECHE OU CAIOBA COMO REFERENCIA. TRANSPOSIÇÃO DO GRAFICO Iv-4 Rv 130º A-OBSERVADOR NO CAIOBA À CAIOBA “ És l ras 0 B-TECHE SEA HORSE COMO a. REFERENCIA. 0 “Rv 130º TECHE SEA HORSE LEGENDA 00 vu: E marcação A ESCALA Moi li aid FIG. IV-S MILHAS NAÚTICAS IV-33
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AR. dos pouajh V - CONCLUSÃO 1.0 - bs , O re vencento à Tip Artur Levy do Brasil, « serviço dc Potrobrês, desatracou da !le- : o - Sa ,0 ara . tuforma PáG-2 (Oh 521 30! 5 - 035" 16! 12" 4), às 10:39 5 P co , dir. 27 de julho ce 1930, con destino 2 Batal. ni ERa , Seu Couuidante, -r Jose cilva, cotava ucuncdo, = Irtovi E] “Onda anne nor InsastE a [53 con intoxicação exogenc crus per ingestão de peixe (SIC), + Às 18.557, cproximsdusente, estendo o CaIODA es , “O -O o Sais na posição estinude 05” 18! 5 - 035 09! Youunisl a á : : a pro : 3 uilhas a oeste, e navegundo nu sroa magrética de 150 , Seu tino luz que se aproxina pela direita e informa ao Imedizto, o português Antônio Fernando Fan - gueiro, neiro, Sr Ivan de Sousa llelo, aviste 1 O Sr Fangueiro observa a luz através de um bi- nóculo, e às 19:00P aproximcdamente, toma o comando do leme, gui- na à direita, pôc a marcha em ponto morto ( e segundo o Sr IVAN, ea em murcha-a-ré). Como resultado d= «sonobra, o CAIODA SEIIOL.E pa rou o uma distância de 15 a 45 metros ds. luzo à luz media uns 7 « 15 centínctros de diâuctro Os su + . maximo, era oval, branca, mis inteasa que as comumente existente em navios e estava no topo de um mstro de 8 a 15 metros de altu- ra, iste mastro estava suportado por uma base que se supõe flutu- ante, (Detalnes à noite não são visíveis). Toda a tripulação assustera-se com a estenporê neo perada do CAIOBA SAFE e querin saber d'.s ruzões. 0 as , O Cmt Jose Zilvi, opesur de doente, con muito sforço, conseguiu chegar na ponte ie Conando, olhu a luz e decla o ro cos prese tes que ''se cuiste disco voador, cles estavam vendo dy , um'!, c ordenou que o Imediato avisesse à latel-ídio, no rue “oi obedecidos V-3h a
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ARX: dos, prAdu3 . O sr Fangueiro, ao transmitir a sensugem à Notil-Rá - o , o dio, d$ a idéia que o objeto voa, (pois fela en altitude de 50 me- À o Ra tros) e introduz um erro na latitude de 1 e 23! (83 milhos nóuti- cas)), (posteriormente, cm suis declarações, mencionaria datas, h , , s , , ras e situações conplet.iente en devsrcord> com os futos), O CaIODBA SEXDRSE e a Luz permaneceram próxivos por ! um minuto ou mais, quando a base da estrutura deseonhceida iluai - nou-se com luz comum, (lâmpadas circandescentes aparente.cate), ! por uns 20 ou 30 segundos, auós O «ue apagou-se, permarceeido no entanto acesa, a luz do topo e cfestnic-se como nostrado ncs firy ras IV, 1-5 cpy-1, varrer à lancha Taciis - MZ, de scema companhia, navego uma distância de 3 a y nilh:s atrás e umas 3 a k milhas à» aqireita do Caioba Seahorse e tendo seus tripulantes, tunbém, visto « luz, O CAIOBA SL.JIIRUE aportou em Natcl às 00:20P do diz 28/07/80, tendo seu Comendente baizado ao Hospital Yalfredo Gurgel, 2,0 - CONCLUSOUO PROPR ala DITA» “Dentro das condições desta investigação oficio- sz role-se concluir: 2.01 - Não ná nenhuma evidência de que houv esse a presença de clçun veículo acron: ioba Cochorse, dic 27 JUL 80, às 19:00P + 20 “ilnutos, que desse cousa ! ao incidente reportado pelo Imediato do navio à Natal-Rádio, Conseg A o ee . q de + . A é 4 . nuentemente, o crso serde interesse pra a Aeronduticas a , + & 2.02 - Pode-se afirucr que são inverídicrs as notícias anplcmente divulgades pel:. imprensa de que um OVIL havia sobrevoado o Crioba Sechorse ou que às máguinas desse navio para - rem por influência de um "Disco Voador", 2.03 - Excetuando-se os depolinentos do Or José Silva, Cmt do Ccioba Sezhor.:e, (por estar doente) e de seu Inedia- to (dado às vírias informações erredes que deu), os outros são com potíveis con a hipótese de cursos convergentes (do T+IODA e de m outro barco), levendo a um rendez-vous (acidental ou não) e que postcriormente se afastaram como nostrudo nas figuras IV.l, IVílk e IV-5, , Vs
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codiporoao ARX- 204, ph? 2.04 - O Cmt do Caioba, Sr José Cilva, afirma ! que ccredita cm discos voadores, e que no dia 27 de julho de 1930! a ao y anuser ig: ope E ce domte por in toxicação alimentar (s IC), man.ou que seu e As ; : : apos a perada do S..IOBA, considerou que esteva vendo uu Inedinto trensuitisse «. sensecem à Tatal-Nédio, no que foi obedecido pelo Sr ntônio Fernando Fangueiro, Natal, 13 de novenbro de 19%0 FRANCISCO JOSÊ HENHIMANN FILHO - Ten Cel Av Diretor Interino do CLFEI V-36
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ARX. dos, prajus SERVIÇO PUBLICO FEDERAL SEGUNDO COMANDO ABREO REGIONAL or nº023/1mc 4918 Recife, 23 Dez 80 Do Comandante ho Exmo Sr Chefe do Estado Maior da Aeronáutica Assunto: Objetos Voadores não Identificados -OVNI - Ref : Of CIRO Nº 15/42/0-382 de 07 Ago 78 Anexo: Ol (um) Relatório do CLFBI I - Em cumprimento a determinação contida no Ofício acima referenciado, remeto a V Exa um Relatório do CENTRO DE LANÇAMENTO DE FOGUETES DA BARREIRA DO LIFERNO (CLFBI) constante do anexos No Imp — Maj Brig dajAr — O DE SOUZA VALENTE Cmt do II COMAR LDO PO vo tvs DJM/JANF pm Get et Cópias Ade ..... el Total.e cl MIN AER EMAER —e SiaiLoso entTOZ Ol El Protocele M. Aer. RR to 20-0º-040/ RO
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ÚRIO DA AMONÁUTICA 3 PESQUISAS E DES INVOLVIMAITO 5 FOGUITES DA BARREIRA DO INFZANO DEPARTA! CAMPO DE LAI RELATÓRIO sobre o Incidente com o Ravio “ecbocador CAIOBA SEAHORSE, Referências Telex R-232053Z JUL 80 do III Distrito Naval, Feito por: Ten Cel Av Francisco José ennemam Filho JATAL,2N, setembro de 1980 |
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“ON IA n CTIS, CARIMAR: NATAL DIGUAR Lad E IDA A rSrTiT MENS AGR REBOCADOR CAIOBA SEA. HORSE VG . VES PEN/NATALRADIO VG DIA 27/07 AS 1940P ASPAS POR VOLTA PAS 1930P VE NAVIO NA POSICAO bAT D6 GRAUS 40 MINUTOS 50 SE-- MUNDOS S LONG 035 GRAUS 13 MINUTOS 53 SEGUNDOS W VE IMEDIATO ABFERNANDO E UM MARINHEIRO AVISTARAM OBJETO TODO ILUMINADO :g EXCLUSIVAMENTE COM LUZES BRANCAS VG A CERCA DE 100 METROS DE DISTANCIA PELA PROA E ALTITUDE AVALIADA ENTRE:50 E 60 METROS E VS TAMANHO APROXIMADO DE UMA BOIA DE PLATAFORMA VG TENDO PER- MANECIDO CERCA DE UM MINUTO E FEITO ALGUMAS EVÔLUCOES VG SU- HE MINDO APOS ASPAS PT NA OCASIAO FOI PERGUNTADO SE HAVIA ALGUM 98 FROBLEMA E O IMEDIATO DISSE QUE ESTAVA TUDO BEM PT A POSICAO FORNECIDA NECESSITA SER CORRIGIDA VIRTUDE CONSTATADO SER PONTO E TERRA PT SR FERNANDO SERA CONVIDADO A COMPARECER ESSE CENTRO FORNECER MAIS DETALHES BT s2132/ MN - 92 [o a TV E e cem e rp
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ApX. dos, g-h/y3 ad CONTEÚDO RADIOGRAMA GR 139 2-2820532 JUL 80 do III DISTRITO i NAVAL nd I - OBJZTIVO 1 II - INTLODUÇÃO 1 III - DEPOIMENTOS E PROVIDÊNCIAS Di GINDICÂNCIA . 1 1 - Depoimento do Gr IVAN D'; COUZA KELO 1 2 - NOTAS III-h 3 - Depoimento do Sr ATÍLIO ECANPATI III-S 4 - NOTAS III-8 5 - Depoimento do ir JOSÉ DA SILVA III-9 . 6 - Declaração do Sr ANTÔNIO FERNANDO DA SILVA é FANGUEIRO ITI-I3 ) 7 - Declaração do Ur SIMANULL BUCKUM (2-C) III- IV - ANÁLISE DO ASSUNT Iv-1 Y - CONCLUSÃO V-32 ANSÃOS AO ORIGINAL 1 - Depoimentos 2 - Jornais: O POTI, 17 Ago 80 - Natal; DIÁRIO. DE PERM. BUCO, 17 Ago 80, Recife; TRIBUNA DO NORTE E, 17 Ago 80, Natal; e y' DIÁRIO DE NATAL, 16 Ago 80, Natal, 3 - Ficha de Ambulatório do Hospital alfredo Gurgel, relativo ao Sr José Silva,
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ted AR x. dE 4, o + 5/4 a eos o ABM surto mencionado sao SL) TTT mn NA A a o ds AE inve d0, do III Distrito Naval ao CL H
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II - DiThovUÇÃO ” a A a ; su. Fxcelencia o Cont ente do III TAlTo AV 23 de julho àe 1930, cometendo o incidente dtanasart: em Dittencourt, Ceu: ostrric de investigar o it acua to, ?-23200534 JUL 30, cncesinhei servados «fg C09/3:N/2-999 A vim Ro lo Ciutis e vo DLL) Ku ar XW/"-000, anbos de 29 . . L : à imprensa, ctraves de contatos diretos con tripulan - tes, deu larga publiciiade vo ussunto, misturando fatos reais com elucubraç ções funtásticas e L nincsiosas. O método de investigação foi: Obter Jepoiue tos dos per ticipantes diretuuente envolviãos, registrando suas 4 L . procurando relaciona-lus ao tenpo c «o espaço; correlacionar ese tas impressões eu terios dc ângulos, Cinensões e velocidades dos corpos em movimento, Nesse ponto apurecem «us sriseiras úificulda des, devido à fulta de um adequado sistem: de referêncis, ce tem po ou de atitudes dos nuvios, beu como as nuturiis imprecicões ! pessocis ie quem relata uma iuprocsão visual, à noite, en área norítina onde a cautela e a atenção são pg sições de cspíri to necessérios e cuja referencicl primário é o nróprio “:reo (al tenente oscilante). Dnbora todos os aspectos do cuso não tenham sido inves- sido desc:rtados couo não vé- tigados, e dois depoimnuntos lidos, os restantes indo m creç r a conclusões que cancelam o . 1 » : interesse direto do iiinisterio d:. ..eronautica no assunto, pois nada evidencia a presença àe um objcto 2eronaveg-nte nos .roximi úndes do rebocador CAIODA UMA!D 3, For outro ludo, a nipótese ! de presença de um bereo descorheciilo, portando uma única luz t vranca e forte no topo do mastro, é eoapo tível com depoimentos ! soimentos (não vílicos) ao Ge 5 testeamnhnos, excetuando-se ou à Comandante e do Imedinto ão CaIOUl II-1
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* ARX. dos, 2.343 TY III - DIPONIINTOS E PLOVIDÊCTAS 1 - Depoimento do Tr IVAN Dj COUZA HELLO Aos 11 dirs do mês do boccdor CAILOBA SIAHOASO, Carteira de Tientidade J1º pele Secretaria ie Segurança Públicc de Roraina, a fim de prester depoirento sobre o fito relatado no TLX R-202053Z do III Distrito iaval, Informou que no cia 27 te às 13:50P, estava de serviço » Go de (05º 138! S - 035º 09! 1), doze nilhes ao lergo ce do na prôs magnética de 150º e viajando de ULIDANA (Platefor a o - BRAS) paru letal. Ao seu lado estava o Ur Yernando Tnguciro, Inediato do Caioba, Za dio momento, notou uia luz branca, com a "intensidnde" 1 , , . de luz de uma ectrêla situada levensente acima do horizonte (35º) e a 30º à direito da prõe; chegou c. pensar que via um ferol (de navegação ! costeira). los próximos 10 minutos, a luz fez ua movimento (a te) em relação ao navio conforme mostrado ne Figura III-l, A partir do ponto mercado com 18:55", o Imcdiato que fora avisado, passou a observar o fenômeno com binóculos e teoria comen- RE e n e É 2.4 , sa a ps 7. ado: lão e enbarcação, € ovjeto desconhecido e estimou sua altura em 60 me quando a luz cruzou a prôa do robocrãor, o Incdiato assuiu o le- me, guinou à dircita, reduziu a potência dos motores e conandou narcha- à-ré, O Dureo proticusente porou, O or Ivan, ao entregar o leme, passou a observar de binóculo e inicislsente viu apenes a luz que se novia, ! até que ela parou na posição urceda 19:007, Naquele instante a prôa de ve ter ido para 270 ou 300º, Nesse morento o ur Ivan verificou que ha - via uma estrutura ligando a luz a uia coisa seselhante a una bóia ( que esteva na superfície do mar). O Imcdiato tanbém teria visto (a estrutu- ra ca "bóia!), (vor Fig III-2), O Sr Ivan esti: e a altura da luz coso a de un poste de 10 a 15 1. Observou a estrutura no mar, a uns 15 a 20 metros da prôõa e a luz sobre cla sob um ângulo àc aproxinadauente 30 à uso, (ver Figura III-2). Após a parada na posição das 19:00P, o Ur Ivan obser - “ vou a estrutura por tenpo inferior a ua minuto (Fig III-2), quando en - 4.0. tão a parte em contacto con o mzr ilusincu-se com luzes aparontenente |! convencioncis (lã ipadas Ge uso comum, àc bulbo, caseiras, não fluores - centes). III-2
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8143 A RX. dos sk! POIMENTE “IIIO3 100 so
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ARX. dos p.3)h3 Não pôde distinguir quentas luzes crer, enfatizou que erem muitas, À parte dirctamente em contato com a açua permaneceu acesa por 20 ou 30 segundos, em seguida apegou-se, permanecendo iluminada so- mente a luz de cima, A estrutura (e e luz superior) afestou-se 1 mar o dentro (rumo ogoº aproximadamente), desaparecendo no hori - zonte por volta das 19:20P ( 7 10 minutos após). (10 « 29 nin), As 19:00P a luz (superior) era branca, oval e seu diêmetro rzior media aperentemente a metade do diâmetro da lua, A cor erc semelhante a da estrela d'ilva, O Sr IVAN informou aque a lancha TECHE SEANCOSE vi- nha atrás do CAIOFA, sem ser avistado, mes que ela orientava, pe- lo VHF, a navegação do CAI)BA SUAFORSEZ pelo conel, visto que o ra dar do mesmo estava em pane. As informações que o Caioba recetia era do tipo "você! está a 8, 17, 12 milhas da costa, Informo que em torno das 19:00P, a Teche via apenas o Caioba na tela do radar, (não outros navios), iss. (Ivan de Jouza Helo) 2 - Notas a - Tomei conhecimento, dia 11/08/80, que o Imedia to do Caioba SZAHORSE fora removido para Salvedor, mus que se ne- cessério, poderia ser chamado a Netal, É o Sr Fernando *angueiro, de nacionalidade portuguêsa, h - Os navios da frota SEAHORSE pertencem a Firma Arthur Levy do Brasil, subsidiária da Arthur Levy Service INC, Em Natal os contatos podem ser feitos com os Sr Jurgen Rencke (de nacionalidade alemã) Gerente da Arthur Levy do [rasil Av Prudente de Morais, 365, telefones: 222-h168 e 222-7428 Petrópolis 59.000 - ilatal - RN (O Sr ITAMIR tem coordensdo alguns contatos). c - A pedido do Sr ITAIK, o Cmt da Teche SEANORSE Sr Emmanuel Fuchum, de nacionalidade escocesa, telefonou-me às 16:40P do dia 11 Ago e disse que: - Estava de partida para mais una missão; - No dia 27 de julho de 1980, por volta das ! 19:00P, quando o Caioba chamou e falou sobre a ocorrência, a lan- cha TICHE SZAHORSE estava a 4 milhes náuticas atrás do CATIA; III-M
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j n ARX. do 4, 9. Lof43 ) - Via as luzes do CATOBA pois a noite estava ! favorável; - Q.eco do Caioha constava no redar da Teche ! bem como o do litoral; - Seu chefe de “sáouinas e um merujo dizem ter visto uia luz incomum, ms cle próprio não viu nada de anormal; - Mandaria O seu chefe de náguinas felar comi- 80 e - Não felou com c Cmt do Ceioba sobre este as- sunto e que o mesmo aportara com uma intoxicação por peixe. 3 - Depoimento do Chefe de Hávuinas do Teche S:iiORSL, Dia 11 de agosto de 1980, às 18:30P, compareceu a minha residência, situada a Rua Joaquim Fabrício, 318, Jlatal, o Sr Atílio SCARFATI, chefe de máquinas do Teche SIAHORSE, nascido em Buenos Aires, República Argentine, em 1946, portador da Cartei ra de Identidade RHE Nº 0789181 da SPMAF/SR/DPF/RN, expedida em 12/02/80, que declarou trabalhar na Firma Arthur Levy do Drasil subsidiária da Arthur Levy Service INC, opersdora da frota SEAHOR | SE, e que, logo após o por do sol do dia 27 Ago 80, estava na poa te de comando da Teche, juntamente com o Cmt Emmanuel Euckum, À | Teche navegava a umas 4 milhas atrás do Caioba e um pouco mais 1 próximo ao litoral. . Disse que o radar do Caioba estava inoperante e a Teche o vetorava pelo canal existente na região. “m dado instante, quando o Caioba chamou, notou uma luz branca, muito brilhante, '! tão intensa que chegava a provocar dificuldade de olhá-la fixamen | te, Considerou que a forma poderia ser redonda mas observou que , dedo o brilho que a luz apresentava, talvez não fosse possível de terminar a' forma, Posicionava-se, aparentemente sobre e un pouco a frente ao Caioba, Numa escala aparente em relação ao near do Caioba, parecia estar de 2 a 3 mastros de altura (fig 3). Na ver- dade 2 estrutura do Caioba não era visível, apenas suas luzes de navegação, O Sr Scarpati chamou « atenção do Cmt Emuanuel Pu- ckum, estg consultou a tela do radar e constatou a ausência de qualquer eco, (exceto o do Caioba) naquela posição. O Cmt Emmanuel III-5
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NRX. dos p. 11/43 100 III-6 COD sui ' ; i Ed | o g 8 o 8] 8 $ MILIMETRADO A4 210x297mm r !
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Rx. à dos, p- 12J43 comentou vue deveria ser "luz de topo" de algum veleiro, iate ! grande ou coisa que valha, ao que o Sr vcarvati retrucou, enfati- zendo a intensidade excessiva de luz. O Caioba começou a chamar ! pelo rádio, com o operador demonstrando nervosismo. A Natal Rádio respondeu, O operador do Caioba descreveu o que estava vendo. 0 Sr Scarpati quiz operar o rádio da Teche pare informar que a luz se deslocava para a popa e para a esquerda do Caioba, Recebeu or- der: do Cmt Emmanuel para não mexer no rádio, pois este já tinha ! seu operador, O Cmt Emmanuel desceu para seus aposentos e o sr Scarpati permaneceu fitando a luz, que descreveu um movimento em relação a Teche, como mostrado na figura !+, antes de desaparecer no horizonte, A seguinte impressão de movimento foi sentida pelo Sr Scarpati, em relação a fig TI-, A TEMPO E : OSIÇÃO (min) OBSERVAÇÕES i 0 Início da observação, Aproxima rdamente 1 mi- nuto após o Caioba reportou a existência de uma luz intensa sobre ele 2 +1 ou +2 |A posição que o Sr Scarpati quiz reportar mas foi dissuadido 3 +3 b * +3,5 |Última observação Em ternos de elevação angulsr acima do horizonte , nm q scguintes impressões foram declaradas pelo Sr Searpatis Na posição 1 da fig 4, a eltura correspondia a 2 ! cu 3 mastros do Caioba. ka sições 2, 3 e k, não pôde precisar, pois a lencha "rolava! muito, o céu estava escuro, não se lembra de ter visto estrelas e sua visão estava um tanto prejudicada pelos tor- rifos d'água. Declarou que o Cmt Emmanuel Puckum viu a luz nas pg sições le2 e desceu para seus aposentos, Natal, 11/08/80, 19:30F Ass. (Atilio Scarpati) III-7
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ARX. doa, p. 13/43 4 - Notas a - Dia 14/08/80, solicitei ao Ur ITAMIR que fizes se a gentilêza de coordenar uma entrevista minha com os Srss - “mmanuel Buckum, Cmt da Teche; - José Silva, Cmt do Caioha (anbos ora no mar), e que me fornecesse o endereço do ir Fernando Fangueiro, ora E tronsferido para Salvador. b - Solicitei ao Ten Cel Av e Engenheiro Aeronáuti co Dietrich Erdmam Gellers, fone (071) - 247 3077 ou 247 3W,2, 1 dia 14/08/80 que obtivesse, se possível, o depoimento escrito do Sr Fernando Fangueiro, EFx-Imediado do Caioba, que ora está emtar- cado no navio ClisAPEAKE SEAHORSE, taseado em Salvador, Pahia, O contato do TCel Gellers com o Er Fernando deverá ser fcito atra - vés do despachante da Firma Arthur Levy em Salvador: Sr Cândido Pinto Rua da Grecia, Nº 6, Sala h06 Bairro Comércio, Salvador, PA, Fone (071) - 242 200, c - Dia 14/08/80, solicitei ao Sr ITAMIR que coor-. denasse também uma entrevista com o timoneiro da Teche, d - Fiz um contato telefônico, dia 14/08/80, com o Sr wilson Hermogenes da Cunha, técnico em eletrônica e responsá vel pelo equipamento eletrônico de bordo da CIA Arthur Levy do ! Eresil, sediado em Natal. Zle informou-me que: - À Lancha Teche e o Zebocador Caioba estão e- quipados com radares DIXCA D-202, com alcance de 24 milhas náuti- cas; e A Teche só tem un radar, o Caioba tem dois; - Os radares não pegam alvos aéreos; , + Os radares não discrimina alvos a uma dis - tância menor de 100 m entre si, nessa distância de 4 milhas, só aparece 1 eco. + Consultando suas fichas de manutenção, cons- tetou que no dia 27 de julho o radar da Teche estava bom enquanto que os do Caioba tinham alterações: O radar de bombordo (esq) es- tava sem transmissão e o de boreste (dir) estava com alcance máxi mo de 12 ou 13 nilhas, III-8
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ARX. 304, p. Jh)43 e - O Cint Eucitum está ainda nas plataformas (1º ! . Ex 0 Set 29) e o Cut José da Silva deverá cheger até o dia 03 Set 30, f - Dia 1º Set 30, o Zxmo Zr Cmt do III DINTRITO NAVAL, via telefone, ofereceu apoio para obter os depoimentos ain da não feitos. Aguardarei até o fin desta semana, 5 - Depoimento do Dr José da “ilva, Comandante do CAIO BA S5i HORSE, Aos 02 dias do mês de setembro de 1980, conpereceu a ainha residência o Sr José da “ilva, Comandante do rebocudor CA IOBA SUANORSE, para prestar scu depoimento voluntário sobre a o- corrência do dia 27 de julho, envolvendo o navio que comandava e una luz que se acercou do mesno e que deu origem a menscgen PR- 2820532 JUL 80 do III DISINITO Avai, Declarou residir à Rua Jua- rez Távora, 3482, Cendelária, Natal,RN c nascido em Macau, Ril, em 1932. Porta a Carteira de Identidade Nº 161387 da SHI. e Segu - rara do RG! (Divisão de Criminalística). Informou que desatracava da plataforma PAG 2 área Agulha, dia 27 de julho às 10:30P, com destino a Natal, Zstavam a 8 horas de viagem, aproximadamente, próximo a Touros, a 10 milhas náuticas da costa, navegando no runo magnético de 150 graus, Ele vinha fazendo a coordenação da navegação a partir do camarote, .! pois estava doente, com forte intoxicação causada pela ingestão ! de peixe, As instruções eram dadas por ele ad seu Imediato, Sr ! *ernando Pangueiro, que emburcara há apreximadamente um ano e por tanto não bem turimbado, âmbos os radares estavam inoperantes bem assim como o piloto automático, Só funcionaven o VIP, o SL e a bússola giroscópica, Todos estavam cientes que a região exigia |! una certa atenção dos navegantes devido a carreira d'água, ventos e mau governo do timoneiro, além da pouca profundidade do mar na- quela parte do litoral do Rio Grande do Norte, Em dado momento, (estando deitado em seus aposen - tos), sentiu que as máquinas foram colocadas em ponto morto (afir mou que não fora comandada tração reversa-mercha a ré). Imaginou que o rebocador estivesse junto as pedras ou junto à praia e fa - zendo wi tremendo esforço (levantou-se) conseguiu chegar à ponte de comando, onde se encontrava o Imediato e o Timoneiro, além de outras pessoas. III-9
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ARX. dOs p. 45/43 . x Cras Nesse momento, 2 navio estava à deriva, com proa magnetica de 050 graus sas Sua prineira reação foi (tentar) corrigir o rumo e (tentar) ! roximadamente. ilinguém ainda lhe falara cuslquer cau fazer » plotagem na carta, Antes de começar a fazê-lo, o Ur IVaN disse-lhe: ua ferol!f, o Gr José Silvi olhou par: frente e viu o objeto. A Comundante, olhe este luz à proa do rebocador, parece diziência "chutada!! (estimada) seria de 3 milhas néuticas à proa do Caioba, (que estava a deriva, proa magnética 050º), e a uma al ture de 60 m, O objeto tinha foraz de un prato, crende, sarado no espaço, e cujo diâmetro apurente seria o dobro do diânctro da lua. Pôdo divisar bom as cores azul e laranja do objeto que permaneceu nessa posição por 2 a 3 ninutos, tendo a seguir acendido um facho luuinoso, mis intenso do que um (facho) de holofote anti-aíreo ! do exército, que projetave-se verticalmente pare a água, in segui da, o facão foi dirigido para o Caioba, tendo iluminado-o por 2 a 3 segundos. O pessoal ficou conversanão, Uns 3 minutos após, o objeto assuniu a posição a borecte (a direita) do Caiota e mais ! longe, (umas 4 milhas), com as luzes focando na vertical (e para baixo). Tendo conferencicdo com os membros da tripulação ! presentes e não tendo identificodo o fenômeno, o Sr José Cilva fa lou: "olha gente, se existe disco vosdor, nós estâmos vendo um', AÍ achou que o Caioba deveria comunicar o fato para a estação Na- tal Rádio, Informou que gosta de ler sobre disco-voador e ' acredita neles, Tem lido sobre o triângulo das Termudas e sobre discos-voadores e, na hora, ficou um tanto apreensivo quando ao que poderia suceder aos tripulantes e ao próprio navio. Lle pró - prio tomou a decisão de comunicar o fato a Natal Rádio. . Após a posição mostrda na Pig III-5, o objeto sc ! afastou no rumo sudoeste, para terra, com uma velecidade incrível, subindo, ganhando altura, desaparecendo em menos de um segundo, Daí prosseguiran viagem e aporteramn em Natal às 00:20P do dia 28, Sua esposa o esperou no Porto e o levou ao Hospitul “alfredo Gur- 3el, ond: ficou internado com protlemas no aperelho digestivo. III-Io
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T . — — = .— - esses 780 Jarre 2 A MM . am Lad ese: 280 - o ou amarração IM - E Pam Po did : Ss , PAO-I| A pya-s navio Pro mmmiero | Cesto soam | T= 1. | sasa 750 es ! | ADOR + t—. s«se 280 . | | | | i | aa 1 | DL — — -— te «ss 780 | | | i PLATAFORMA x Y LAT. LONG. + concrero. —) SUEIMADOR | 9.454.890,00 | 795.180,00 | —. pr — = Ju dasiRso | isca. PUB-I | 9.458.030,00 | 798.101,00 | 4º84'57.5''8 | 56º 20'21,8' W ação DO PUS-2 | 9.454.534,60 | 798.011,20 | 4º 55'46,2"'8 | 36º 20'24,5"W o 3 AR: PUB-3 | 9.458.514,30 [791.110,00 | 4ºss'z1,3ºº 8 | 36º 22508" W 1 | | a | | s PAS-I 9.4BT.I0D,04| 803. 831.96 | 4º 542125 | 36º I5'36.6W esse 180 ro PAe-2 9.460.524,75 | 802.827,57 | 4º B2'305"8 | 56º IG 11,6: W SITUAÇÃO DOS OLEODUTOS NAS | BOIA DE AREAS DE UBARANA E AGULHA | amaciz, |9:487.801,87 | 798.094,60] 4º 84" 08.301"8] 36º 20' 21,007-W ED mol | Dao : + SETEN-MAT.O 11/79 4 : PUB-4 | 9.456.900,00 | 787.100,00 | 4º B4'30,2"'8 | 36º 24º 41,2ºW | | | | DISUAR nas. vo ESC: ESC PLAÇÕES * BOIA Nº | | 9.456.584,55] 795.057.409]4º 54' 50,485"'8| 56º 20' 25,721'W DATA:28.1.789| 100000 | e/A |craTo b T f T =. arcanjo e | Es Es —[""" [Ly 1. —vascaso 7e7s00 790000 vers00 ves000 00000 “02800 sosooo soTs0uvo TTT=11 «nf :d Tor ty
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“ju? Ms me A Box. dos, I-12 IL 3 no ê ê ê 8 cdD si 8 o MEIBIO MILIMETRADO A4 210x297mm E
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jap om ARX. dos! g p Su pergunt:s forimlcias, respondeu cue: - À lancha Teche Sea lorse vinha cerca de umas 3 s nilhas ctraás e a boreste, e deu a posição do Ci . A marcha do CATOPL, cm cruzeiro, é de . à marcha da Teche, em cruzeiro, é de 1: - Não sabé. vorque a Cia Arthur Levy mandou o ime- diato para Salvador, Bahia; "parece que (a razão) foi a necessida de de ua imediato, em Salvador, para um nevio novo que chegou da imérica!!; + Trubalha var: a firsa Arthur Levy do - O Insdiato tirou a posição do € 1a pelas 19:30P, e a transaitiu para Netal Eíiitos - Não conferiu a posição transnitida pois estava ! sem condições físicas de conferir e nem sabe como subiu à ponte ! de comando por ocasião da colocação das máquinas em ponto morto; - À altura do topo do mastro do CAIODA devs cer a- proximadamente 10 metros acima do tonbedilho c uns 15 metros aci- ma da linha d'água, . àsg, (Josê 6 - TJRS) DE DICLARAÇOE Aos vinte c um áias de mês de crosto de mil novecentos 1 e oitenta (1980), compareceu a Delegacia da CP2A em Ilhéus, 9 Sr ANTONIO FSRZAJDO DA SILVA PANGUSTÃO, de necionalidade port uguêsa, Passaporte F378071, marítimo na categoria de marinheiro contrata- do pelo Rebocador norte-americano "CHSUAPEAKE CLAHORSE" no porto de Salvador em 07/08/1980, exercendo a função de mesma categoria, Perguntado o que tem a declarar sobre um objeto não identificado visto pelo declarante, respondeu o seguinte: que no mês de julho ! deste ano em local de nome I?ITINGA, em Natal, Rio Grande do Nor- te exercia as funções de Imediato no Rebocador CATJEA SHA IIDRSE e estava navegando do Cabo Calcanhar pare Natal, antes de chegur ao cabo de São Roque cerca de sete (7) a nove (9) milhas de terra, e em frente a TVITINGA, passou um objeto que o declarante e um ou - tro marinheiro de serviço dissera ser uno estrela D'águe, mas o III-I3
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declarante dissera não ser uma estrela D'água porque o objeto ! se locomovia, andando para todos os lados con muita velecodida- de; Depois de um minuto o objeto apareceu cerca de cinquenta |! (50) metros pelas proa da embarcação, assim o declarante mandou parar as máquinas do Rebotador e levou todo o leme a Bã; O obje to ficou na frente ascendou muitas luzes com feitio de um globo as luzes, tinha a coloração co "elo vivo (unica cor) isto ! foi visto selo declcrinte, ec o arrinheiro Ge serviço IVAN Us CO ZA, brasileiro; o Comzndante JOSÊ SILV:. que estuve. doente subiu à ponte de Comando con o chefe da sáquina PINTIR JENCH o o se - gundo maquinista SEBASTIÃO SOUZA, O Comandante observou o obje- to com binóclo, O objeto continuava a cinquenta (50) metros do Rebocador e foi visto por todas estas pessoas. O mar estava bom, calmo e era cerca de 05:30 hores da manhã, O Comandante depois > : a de observar com o bihóeilo disse que o dbjeto era um Disco Voa - dor. O objeto que estava a nossa frente afastou-se cerca de ' duzs milhas, e imediatamente desaparecer. llão seta informar se no objeto havia vida humana, tem como se havia qualquer inseri- ção e a cor do objeto, pois só via luzes, No primeiro dia que viu o otjeto o declarante fulou para Istação Nádio «ue deu conhe cimento ao Capitão dos Portos de Jatal, dando as cordensdes do local onde o objeto apareceu c a nora certa, Declerou ainda que, quando o objeto apareceu vinha vor traz do Retocador outra em - tarcação àe nome TiXH Ciá NOREE ce que viu o objeto. Declarou ! ainda çcue falou para o homem que estava na outra embarcação que er:: o chefe de maquinas, nacionalidade argentina, cujo nome não se recorda par: que ele verificasse se o objeto estava sendo. ! marcado pelo radar, visto que o radar da embarcação do declaren te esteva avariado, e aquele chefe de maquinas respondeu cue o r.dar da: sua embarcação estava funcionando e o otjeto não apare cia na tela, assim sendo er: um objeto não identificado, 0 III-1h
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ARX 403, foju? declar:nte junta ao presente Terno & de rascunho (2) folhas onde initica os fatos oru narrados, À presente decleração foi firicda na Delegacia da Caritunic dos Tortos do E lo da Tania em Ilhéus na presença do Capitão-de-Corveta (LU IVAI TaVARHO de três (3) testezunhas ebaixo as O declarente inforsou neda meis ter a declarar pelo que foram encerradas as ções, Ilhéus, Fahia, em 21 de agos to de 1980, ANTONIO Í Dá SILVA PALCULIRO (Declarante). temunhas: ASTONIO csc..(ile cível); +... LIDIO ivan À É cce DA SILVA, Jr III-15
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a) ARX, dO1 o MN MILIMETRADO A4 210x297mm — mexa — nas 180 100 III-16
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"9/43 ARX. SOL Fe qUiseA 4 150 Calor ft 100 III-17 so ê
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ARX. dos, p-Sju3 IV - ANÁLIOS DO ASSUNTO 1,00 - Heteorologia 1,10 - HETAR 27 JUL 80 CDIT 21002 130/15 9999 3cuozo 6AC 100 26/20 1013 22002 130/1h 9999 2cuozo Gac 100 25/20 1013 23002 150/10 9999 acuozo Mac 100 25/21 10h 1.11 - O ponto 05º 19t2 / 035º 09% situa-sc a 4O mi- lhas nóuticas 2o Norte, e suponho Jue as condições tenhan sido |, na eproxinadanonte, as mesmas, A cobertura poderia ser, evontualaen- te O oitavos, ou ter alguns burscos, Ninguém mencionou estrelas ou lua ea sous Gepo imentoss, 2.00 - Lua A lua nasceu, pera o ponto 05º 1815 / 035º 09!W, às 20:23Z e às 22:004 estava a 25º de elevação, aproximadanente, e a leste, (notar a coincidência com o depoimento do ur José Sil- va). 3.00 - Aviões na Área Não tem registro no APP SENT nem no ACS 4,00 - iloticiário Cos Jornais dxplorarai o assunto sobre o enfoque sensacio- nclista de OViI, com detalhes fantásticos, misturando alguns fa - tos banais cos afirmações bonbásticas irreais. NT7 5.00 - Depoimento do Dr IVAI DI SOUZA ELO De personalidaie simploria, pouco lctrudo, ' ae desuzsonbrado, calizo, o Sr IVas mostrou entretanto, ua ! erto receio sobre a possibilidude de suas declarações virei a ! pr -judicar seu emprego na Companhia, “ste fato foi presenciado pe lo iiaj Av Oscar José Alvarez. ão cproximeca 05º 18!5 / 035º 091 é 1 ben razoável e é compatível con as declarações do Gr Fangueiro , do Sr lZmmanuel Zuckun e do Sr Searpati. Um êrro de 1 a 2 milhas laterolnento seria razoável e aduiscível. A luz que ele viu às Ts OS pe xi 3 A 3 ms as T + x 10:502, estava na mareação do Ferol ãc São Roque. Uns cinco ninu- . ã á a , 3. r tos uzis tarie notou outre luz no través (Fig III-d) e que . Iv-18
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A RX. ãos p. ufa? esteva na marcação aproximada do Tcrol de Teresa Pança, aê . E io s àts aqui estaria tudo normal para us navegador catrura 4 contado, pois verifica no visual do Farol de Jão cocue sejuido no cunvo visual do Yurol de Ye cas de clicance) e ie que do 270 Anpi reita do ponto 05º 1815 / 035º oo", senga de ua barco na nesuce sarcaçã o "objeto! ou “"luz!! na posição 18: ro viu que So movia, que cru hos de e x 1 olhá-la úc bindeulo, Fouco nais tarde fez usa aanovra lrusca (pro grimada ou não), 'intempostiva ou controlada, pura não avclroar'! a luz, tomundo o leme do Sr IVAI, suina à direitr e põe us «ságui- nas em ponto morto, (O Jr IVAI hesitóu antes Ge afirmar foi A conandado tração inverso - ilercna-a-ré). Como resultado, o Caioba x páre próximo a "luz", às 19:00P aprosrincdamente o Dr IVáil vorifi- ca que sot a luz há una estrutura, o Sr IVAN estima a altura da luz em 10 a 15a c falou "da clture de ua poste!, (o que pode ser menos de 10m) e a uns 15 a 20m da prôõa, latcralsente e sob um ân- gulo de 30º a 15º, o conjunto luz/estrutura, ver Fig III-2, idui- tindo que « distância sobre a água, con suis ondis e o Êngulo de observação do Sr IVA, permite uu: rezoável estimativa, poúcmos ! checo” a cltura h, O observaãor es pa E Tl. a sig TIto tos: (x da bis emespuuda ae X da uáguina : me ó bom O iretg DEP 7 são di do = 65 iretg 20/7 ——» x,.2 = nº JAX Célculo Ja elevação Mm, a o Mmfn "0 +30 -90 = 5 o ô Xmás = 71 + Hs - G0 = 26 Cálculo da altura h nn. -7 É == = tg 26 *“c hn... = 14,32 netros - : ta +32 metros 15 max = tg O; .'. ne = 8,75 metros
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ARX. 204 p.9SI43 Concluo que a estimativa de altura da luz feita pelo Sr IVAN, concorda bistante com os ângulos que cle observou, Há bastante cotrência, Cálculo do diâmetro d da luz, que foi observião ser a metade do diânetro aparente da luz. meior da luz sincera e se reportada, o cousa como 7 branca, segundos com Seja D a distância observudor-luz : Es . Poá À (1,32 - 7)%+ 20 =21,30m 2 “a Dan = (3,05 - 79)0 + 15 = 15,10 M e . o ; x é o ângulo sob o qual o ir IVAN viu o d e igual a metuãe do da lua 1. tex, = 343. Jm = Se * 5% 304000km a pUpADEe x. x = 0,2591º = = 0,1295 d, min é . ox Dat = tg 0,1295 +". dra = 0,07m (7en) Anáx = tg 0,1295 . d. = 0,1m (10cm) 2x Dá 8 , J 0. máx , m. IMPeess ão Donde concluo que se a imprecisão visual reportada é a distância for realmente, embora aproximadamente, a diimetro maior da luz no tôpo do objeto meúia qualquer a 10 cm de diâmetro e tudo indica, muito brilhante e Sobre a iluminação da buse da "estrutura! por 20/30 luzes aparentemente convencionais, com lâmpadas de briiho incandescente, quero observar: iluminação; + O Sr IVAN deve ter estcdo próximo para notar esta ! e Nada impede que seja ui barco, IV-20
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ARX. dos, pf o p A estrutura ec à luz afistou-se no rumo 90" aproxima- danente, desaparecendo 10 a 20 minutos após. assunindo aovinentos retílíncos a velocidaãe constante, e que o horizonte desta luz se ja de S silhas náuticas, o afastamento relativo ocorreu dc 5 mi - e lhas em 10 ou 20 minutos, ou uma velocidade relativa de 15 a 30 Kt. imbora declaresse rumo gersl 090” da luz, o Sr IVAS FIZ Ui GESTO DI QUE OLHA 9 KOVINIITO JA NELATIVA DE 219/230 graus, Assin, o seguinte triângulo de velocidades pode ser sontado, ver Fig IV-2, 4 E o RA lotar que un móvel con Y = 100 Ve 08 Kt, produz a mesma LHC quanto ao Rumo, cabora a velocidade da LHC se tórhnasse a me 2 e g q é n a as 5 Lt, O que tanbém não É impossível pois nada impeúe da à luz tor sido apagada 10 minutos após a interceptação e numa dis - tância de 0,83 milhas náuticas, intretanto esta hipótese não é in compatível com o movimento visto pelo Sr SCARPATI, da lancha ! TUCIIs, 6.00 --Depoimento do Ur Atílio Jcarpati Aparentando ser pouco letrado, bes falante, pode ob- server a luz no momento em que esta interceptava a rota do CATOEA, isto ês lá pelas 19:00P. aparentenente sincero em seu relato, As 4; milhas atrás do CAIOBA! foram medidas de radar e são portanto bastante confiáveis. uste ponto taubém é confirma- do pelo Sr Emnanuel Buckum. "Vetorava pelo canal": .inbora conste dos 2 princiros depoimentos, não parece verossímil, pois: a - Não é compatível coa a distância de 9 2 12 mi - lhas da costa, que também cónsta om vários depoimentos; b - O Canal de São Roque, que seria usado, fica a la3nilhas da costa e em alguns pontos tem apenas 1 milha de ! largura, O que parece bastante estreito, aos inarujos, para ser ! usado à noite. intretanto, se esse Canal foi utilizado, o Ceiota passou bem próxino ao Farol de Teresa PFança, (distância menor que 1 milha), Este Farol é de torre cilíndrica, erigida sobre "água rasa" e é pintado com listras horizontais brancas o pretas, (cono induz a pensar o desenho cilíndrico do sr Fangueiro). IV-21
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APX, ãos p- 3343 áltura da luz de 2 à 3 nastros do CAIVLA, cono visto Sm aTo pelo Dr SAPATI, “ondo em vista que esta altura corresponde a 30 ou 45 metros, que subentenie ângulos vicuzis da orãen de 0,2 à 0,3 graus ue elovação, que é praticanente “"horizonte!!, cânito o sossi a Or tiliúcde de que a luz viste pelo ir cearpati e polo Sr Ivan mesma e que esta estiva a uma alturz da ordem de 10 a 45 metros, podendo este altura estar un tanto cxuçcrada no depoimento, ou de E» vido a iunpressão visual, ou por questões psicológicas: ausência de eco no radar. Alvos, a quatro «ilhas de distância, distanciados cntre si menos de 100m, não são diseri, minados, Aparece só um eco, INVORHAVXO do Gr Wilson Hermo;enes da Cunha, técnico de eletrônica da Cia Arthur Levy, Descrição do movimento Coerente com a descrição do Sr IVAN, embora um tenha visto um movimento retilíneo e outro um curvo. questão de movimen to relativo, apenas, Uma observação quanto zo tempo de acompanhanento; inquanto o Sr IVAN estimou ver a luz uns 10 ou 20 mi. nutos após a POS 1 (Fig III-h), o Or CCARPATI não foi além dos 3,5 minutos, digamos 4 ou mesmo cinco, admitindo sinceros os 2 depoimentos, a diferença Ce tempo poúerá ser explicada pelo afas- tamento lateral da Teche cn relação ao Caioba, como será visto a- diante. O Céu estava escuro, não se lembra do ter visto es - trelas. (Aparentemente confirma os H5Tin de Natal e sua implicação com o luar), De fato cera noite de lua cheia, estando a mesma a uns 2% graus de elevação, IV.22
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ARX. doa, p- 342 7.00--Análiso do Depoimonto do Dr José ca Cant ão ChIdLA, =" sa na aLas in + 7.10-Personslidade, Do físico avuntijado, revelíneo, 30 eno5 de mer enatividades de pequena caboto nn, gosta do ler ficção científica, já leu "O INIAIGUIO 2.5 Biivas! e afiruou 1 ue acredita na existência de ''“iscos Voadores! « que cestas pos - q sam, evoitualnente, sunir com tripulantes e mezno navios o aviões, , , + UN. data de 27 JUL 30, cle estive bastunte enfer mo, "por intoxicação exógena'!, devido a ingestão de peixc (510), con vônitos incoereíveis c srnde “raqueza muscular, Durante à untrevi bu poreceu tr anquilo, confien te, corlato, Co extrena sinplicidado., 7.00 --Posição declarade: mpavés de Touros, no ponto de coordenadas (05º 09! E - 035º 15 z ição fica a O MN de Jatal, e levaria Wh35min Ce viagem eté atracar. Atrecou às 00:20P ão die 28, donde a hora mais tarãe Ge deixar a posição se- ria 19:45P, sea levar en conta correntes narinnas e ventos contra, É una posição possível, embora situada umas 11 milhas a IL! da po- sição declarzia pelo Ur IVAI e pelo ir Pangueiro, 2 11 nilhas pa-. viagem usto dife- ra o CaloBA, representa 1 nora e 20 minutos : o , : es E renga de posição, mostra tanbem o grau de imprecisão das declara- des, ex couscs que são de rotina, entre o Cnt, o ilicdiato e o ti , 4 , , atas, monciro, Por quê?,.. , " O Conandante do Caiota deixou tran q ço] p 5 Ho o LO o j E 5 o sido colocados em Marcha de Ponto-iiorto, ec apezar do seu estado ! de fraqueza, chegou a pontc de comando, (Pelo horário, c de acordo com os depoisentos , todos via a mesma luz, mas as interpretações foram diferentes, 2 muito), sso iua- Aceito que o navio estivesse à deriva, plica numa variação de proa, e não tão enfaticamente declarula de o50º Nage As cores azuis c amarelas só foram ''sentidas! ! pelo Sr José Silva, pois o Sr IVA viu uma só cor, a da estrêla S D'alva, (tranca), IV-23
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ARA sua, e Lap 12 à irprecsão de wu. distância &o 3 milhas nóuti- cas, a 60m ve cltura, con o objeto auiindo 2 vezes o diânciro apa rente da lua leva as seguintes conclusões: de . ma nO E . 4 x a - “levação: 0,62" (sois déciuos de grau); b - Diâneiro do nsbetes á da luz ou do HSM, à z " " SS N3ã + à iupressão de "prato! com uma abobvda acima, foi sentida elo Ur Jese- “ilva, assim como o tal "facho" que QU os Q z e - . a ce projetava verticaluente sobre a aguu. Jaa passurela de luz, re € ” E Ílctinão una faixa luminosa, seria possivel a partir àc quelquer Ponte, du, Aceito que o Lr José vilva tenha tido usa ilu - ão, 2o ver a mesaa luz que o ôr IVil via, nas interpretando E. gp distância, crroneeuente, devido, pelo senos, ao seu estado de sa de, Alón, do muis, o Sr Gilve poderia ester-me induzindo a ''dese a - |0 trir a lua", Imbora ninguém mencion:sze o: termo lua ou luzr, a lua nascera na região às 20:23Z e às 19:00P estava a uns 2h sraus de elevação, eubora estivesse totulicnte ou quase totalmente enco berta por nuvens. à luz assumiu posição a "lh milhas! a dircita (boreste), lembrar que insistiu ne prôa 050 con o Caioba a deriva, imbora eu considere que a luz que todos dizea ! ter visto, pertença a um veículo aquético, não é de descartar a hipótese de que, por momentos, a lua possa ter sido vistz vor al- guns instantes, - O Sr José Silva disse que acreditou estar vem do um "disco voador! e mandou aviser à Natal-Rádio, - O Sr José Silva foi o único a mencionar que o objeto ganhou altura, como tembém que Gesapareceu no rumo sudoes- te em menos de 1 segundo, o que não levo a sério, como informação válida, já pelas condições Je saúde dele, já pela incoerência e/o: depoimentos dos Sr Scarpati, Ivon e Zmanuel, já pelo teto (600n) das nuvens. - O Sr José Silva realmente foi baixado ao Hos- pitcl Walfredo Gurgel, às "00:30P" do via 28 JUL 30, com'intoxica ção exógena!!, por ingestão de peixe (SIC). . IV-2l
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AR dos; grão? 7.30 - Conclusão ar : 1 - , 731) = O r Jose vilvo estry. ccente, possivolnen te tovo iuprescões falscs (ilusdec), nesse estado tornou a decisão de Ss), informar seus cosundados que estavam vendo um Cisco vondor! e man - dou passzr a . 4; e 0.0 . 2 cem paru WaTiL-AÁDIO, sem tor condições psicolóçi- cus dº excuinor o mensaçen ou a posição do Terço, 732 - O a 2º aqistíacias e Os movimentos de luz; declarcdo pelo ur Jose úilva, não ui 8.00 - Análiso do Dexoircnto do Ur Antônio : - Posição do Tercc: coincide or Ivan e o Sr Scorpati. - Pouco específico quanto ao movimento do "objeto", - !encionou 50 met: : de distância pela prôa, man- êou parar as uég quinas, levou o lene 2 boreste e o objeto continuou na prôa! O Sr Ivan não vivo otjeto e o movimento, da mancira como o 5r PFançueiro relatou, - O Sr Petor Jersh não foi ouvido; foi de: pela Virua Arthur Levy do Pre.cil por: « Beber ds: (or Itanir); + Jão se: confiável (Or Jurgen Rencke). - Contraditório: llavia vento dz ordem de 130/10Kt, o mer fazia a lancha Teche rolar muito, cra cerca de 19:00" e não ! vento cclno, mar bom e 05:30 horr.s da menhã! afirmou que o Cmt do ..! Caiota viu a luz a 50 metros; o Cmt, porém, afirsou (mostrando dúvi- da) usa distência de 3 milhoes náuticas, - àrro =: Consciente ou não, transmitiu a 05º Lot sor15 035º 131 53114, a de 05º 2815 035º 09", ua êrro de 83 milhas néuticas pa lotar 2 longitude 3 a h milhas mais a Oeste da informada undo deveria ser una posi Desenhos: - Concorda na sosição relativa Teche-Caioba, ; - Concorda na guinada o direita, - Quanto a fora do "Disco", concorda c/as decla Te ões do Cut Cilva, mas Ciscorda nº distância e no Numo, ' I 4 ro 5
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vem ARK. do4, q. 34h3 7.30 - Conclusão Pe3l - 0 te tovo falsas informar seus conundados que dou passcr cus d2 e: co qistâncias e uuanho, de luz, declarcdo pelo Sr não ui inspiran 8.00 - Análiso do Deroirento do Ur Antônio Fernando “on - gueiros - Posição do Tarco: coincide com as declareções do or Ivan e o Sr Scarpati. - Pouco específico quanto ao movimento do "objeto", - !iencionou 50 metros de distância pela prôa, man- Gou parar as nécuines, levou o leuns 2 boreste e o objeto continuou na prôa! O Sr Tvan não viu o objeto c o movimento, da mancira como o sr Fançueiro relatou, - 0 Gr Petcr !lersh não fci ouvido; foi despedido ! pela Virna Artiur Levy do Dre.cil por: - Beber € - Jão ser confiável (Or Jurgen Rencke). ais (Ur Itanir); - Contraditório: lavia vento da ordem de 130/10Kt o mer fazia a lancha Teche rolar wuito, era cerca de 19:00? e não ! vento calno, mar bom e 05:30 hores de manhã! afirmou que o Cmt do ..! Caioba viu a luz a 50 metros; o Cmt, porém, afirmou (mostrando dúvi- da) uma distência de 3 milhas náuticas. - Erro prosseiro: Consciente ou não, transuitiu a posição 05 9 4o! 50!15 035º 13! 53! 1, quando deveria ser una posi ção próxima de osº 1815 035º 09!1, ua êrro de 83 milhas níuticas pa ra o Sull Notar e longitude 3 a 4 milhas mais a Oeste da informada pelo Sr IVAN, - Concorda na posição relativo Teche-Ceiota, é - Concorda na suinada o direita. - Quanto a fora do "Disco", concorda c/az decla ra;ões ão Cut Jilva, mas discorca nº distância e no Rumo, IV-25
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ARX. dos, p 32h? - Pouco específico na descrição de movimentos, . - Dê o detalhe que toria sido visto pelo Meri- nheiro IVAN Di SOUZA; o Ur IVAN viu diferente; 10 a 15 metros e não 701 Luz da cor da Ustrela D'Alve e não amarela (no tôpo); na Fase luzes normais, comuns de bulbo e por 20 segundos e não sma- relas. O Sr Tangueiro foi entrevistado em Ilhéus, pois assin cue chezou a Natal, após dia 28 Jul, foi transferião para ! Salvaior, onde foi contr-tado como marinheiro a bordo do retocador americano CHESAPRAKS SEAHORSU, não conparecendo ao CLFBI para ! prestar depoimento, Conclusão: 1 - As declarações do Sr Fançueiro são conside- radas de peso relativamente baixo. 2 - O êrro de latitude transmitido pelo Sr Fan- gueiro, dificultaria uma possível inspeção aérea imediata ao lo - cal, levando o avião para o Sul de Hutal quando a posição correta era 40 milhas ao Norte dessa cidade, 9.00 -Análisc das Declarações (por telefone) do Sr ! Emmanuel Puckum, Cmt da Teche: - Coerente con os Srs Ivan e Scarpati, - Na prática esquivou-se de fornecer um documen to assinado, inicialmente saindo subitamente para uma viasem e |! mais tarde, viajando, também com urgência para consultor-se com ! um médico de sua confiança, em Eelém, por estar com um "Ysgotamen to ce Saúde", segundo a informação do Escritório da Arthur Levy ! do Lrasil em latal, (Sr Itanir). Conclusão: : “- Não viu nada que voasse, - Acredito que ele viu luzes do Caioba - Acredito que o Sr Emmanuel sentiu a situação sob controle, isse é, nada de inusitado que merecesse sua atenção especial, IV.26
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ARX. dos, z 3343 és 10,00 =-Síntese das Declarações: 10,10-.5-Levando em conta as naturais imprecisões de ! quem assiste um fenômeno e o "mede! através de scus sen a rei uma síntese cinemática dos movimentos, a partir da intercepta ção do Caioba (* 19:00?) e considerando: - Totalmente válida, sincera e coerente, us de- clorações do Sr IVAI; - Totelmente vólido a declaração do Cr manuel, de cue não viu luz Math, ou inovimento anormal, O que viu foi en tão algo que poderia ser perfeitamente um barco, como ele decla - rou 20 Sr Scarpati; - Totalmente válida as informações do ir Searpa tã; - Válidas as informações de posição dadas pelo Sr Fangueiro, em seu depoimento, até a guinada à direita tros (*19:00 horas). Não válidas daí pare frente, cronologicamente fa- lando; - Não válidas às declarações do Cmt do Caioba ! no que se refore a "luz!! e seus movimentos; - Dentro das consia erações anteriores, as seguin tes hipóteses: — o, . * Vrccne * 130 V/12 kt; —+ o o, f Veaioba * 130 V/9,2 Kt — e o. = uz E ( Voarco) = 0207/9 Kt e Altura da"LUZ!! + 10/15 metros sobre a água . « Limite de visibilidade: 45º fILHAS NÁUTICAS e Teche afestada 3 milhes atrás e 3 milhas a N direita do Caioba, Dentro destas condições, plotemos o movimento ! relativo desses 3 móveis, na Fig IV-h, Observa-Se que nestas condições: ' - A'luz!! permanece visível ao Teche, teoricamen te até as 19:10P (10 minutos) e ao Caioba até 19:18P (18 minutos). IV-27
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ARX. ãos, p: 343 Vejamos como veria o movimento da luz, um obser vador a bordo da TICHL e OUTRO A LORDO DO CAIODA, olhando a Pig IV-5, tomendo estes navios como referência, O observador no Caio- 3 ba vô o afastamento em direção constante e o do Teche, vê ume mar s , = casão variável, que pode der uma impressão de movimento circular, Considero que uma variante desse problema, con 7 , pequenos modificações de prôas e distâncias tenha ocorrido na rea lidade e a luz seja meso um barco, como sugere o esquema do or 3 E q IVax, c a opinião dada ao Ur Cearpati pelo Cmt Imuanuel da Teche. 10,20 e-Síntese des observações sobre o coso em geral, 10,21 =--Nada indica que houvesse a interferênci: de qual s uer objeto voscor nas imediações do CAIITA, q 5 10,22 --d Sr Antonio Ternardo Tengueiro, executou uma menobra e parou próximo ao que parece ser usa enbarcação, Se a ma nobra foi improvisada na hora ou estava programada, não foi possf vel saber, den'ro de uma investigeção oficiosa, O Sr Fangueiro |! operou o leme e comandqu as máquinas em ponto morto, telvez ré, ! parando o Caiobas 10,23 --Há uma diferença de aproximadamente 30 minutos entre a mensagem passada pelo Caioba (19:40P) e o fato que deve ! ter ocorrido às 19:00P. 10.24 --0 Sr Antonio F, Tansueiro, transmitiu a Natal- Rádio, um rádio com as seguintes inverdades: - O imcdiato c um marinheiro (IVAN) viram um objeto todo iluminado, exclusivamente com luzes brancas, cerca de 100 da prôa e uma altitude de 50 a 650 metros, permanecido cerca de 1 minuto, feito evoluções e sumido; (o Sr Ivan não endossa a eltura, o tempo, a omissão do mastro, que suportava a luz e uma ba se que suportava o mastro); - À posição geosráfica do Caioba às 19:30 do dia 27, foi dade com um êrro de 33 milhas na latitude e cate a pergunta, engano ou proposital? e As detas e horérios declarados em seu depoi- mento, discordam absurdamente dos fatos (constientemeúte ou in - conscientemente?), É IV-28
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A . ARX: dos, 2 35]4y3 10.25 - O Dr Fançueiro foi removido re. o vador, pela Firma Arthur Levy, não tendo conparecio. fezer a declareção, 10.26 - O Br José Silva, Cut do Caioba, tudo intica esta va doente, por intoxicação endógeno, tendo sido posterioruunte nos- pitalizaio, lc fcelou ao "pessoal! nº ponte de comando, que OS mes=- mos vctavam venão um disco voador e ::andou o imediato informar a Natal-nídio, Jão foi possível concluir se ele estava sofreado usa ilusão sincera ou se estava de ná fé, w 176 TV-29
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ARX. dos prscha E T e Tur Ud zo MS de/9 /49 ViDe Verso FUNDAÇÃO HOSPITALAR "MONSENHOR WALFREDO GURGEL". . FICHA DP AMBULATÓRIO HOSPITAL "MONSENHOR WALFREDO GURGEL" o PERA ia ses sc Nomes, lose! to def Ve PR TA re tam. da “Idade: + Estado Câvila, e gusto Nacionalidadet Endereço: unvi pia (=) Ens Pair FROC. Mqaufiro Mãe: =" Do R - E P-. Vou ET Mobi 4 fa tpusre, fal E DU have PDA - Le er ros 4 tis fis e Loo pr age E pre 7— dezetrn tro chats se ap apo (0), I Aa á sema. » e PINO — a Ez + mou ue do Jy Ae, ” 7 He soca E E L % eme 4 = are TERRAS Re — H. FAMÍLIÁR - AO (e Blend ES nn uia TT TREO Ã ese A FÍsTOLÓG TCA =" dq E raid o Dot.
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ARX. do4 p.38)43 cdo 18141 100
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ARA, dO4 p. 3343 SINTESE CINEMATICA EXTRAÍDA DAS DECLA- RAÇÕES DOS SRs. IVAN,SCARPATI, FANGUEIRO E EMMANUEL k « o o « o tero(P) 1916 1916 (P) 1910 1908 1900 TECHE LEGENDA SEA HORSE x 1, N AS, tuz Na > tmsancação DN n ESCALA s MILHAS MAÚTIGAS FIG. Iv-4 IV- 32
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pra dol 2h) 43 MOVIMENTO DA "LUZ", TECHE OU CAIOBA COMO REFERENCIA. TRANSPOSIÇÃO DO GRAFICO Iv-4 Rv 130º A-OBSERVADOR NO CAIOBA À CAIOBA “ És l ras 0 B-TECHE SEA HORSE COMO a. REFERENCIA. 0 “Rv 130º TECHE SEA HORSE LEGENDA 00 vu: E marcação A ESCALA Moi li aid FIG. IV-S MILHAS NAÚTICAS IV-33
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AR. dos pouajh V - CONCLUSÃO 1.0 - bs , O re vencento à Tip Artur Levy do Brasil, « serviço dc Potrobrês, desatracou da !le- : o - Sa ,0 ara . tuforma PáG-2 (Oh 521 30! 5 - 035" 16! 12" 4), às 10:39 5 P co , dir. 27 de julho ce 1930, con destino 2 Batal. ni ERa , Seu Couuidante, -r Jose cilva, cotava ucuncdo, = Irtovi E] “Onda anne nor InsastE a [53 con intoxicação exogenc crus per ingestão de peixe (SIC), + Às 18.557, cproximsdusente, estendo o CaIODA es , “O -O o Sais na posição estinude 05” 18! 5 - 035 09! Youunisl a á : : a pro : 3 uilhas a oeste, e navegundo nu sroa magrética de 150 , Seu tino luz que se aproxina pela direita e informa ao Imedizto, o português Antônio Fernando Fan - gueiro, neiro, Sr Ivan de Sousa llelo, aviste 1 O Sr Fangueiro observa a luz através de um bi- nóculo, e às 19:00P aproximcdamente, toma o comando do leme, gui- na à direita, pôc a marcha em ponto morto ( e segundo o Sr IVAN, ea em murcha-a-ré). Como resultado d= «sonobra, o CAIODA SEIIOL.E pa rou o uma distância de 15 a 45 metros ds. luzo à luz media uns 7 « 15 centínctros de diâuctro Os su + . maximo, era oval, branca, mis inteasa que as comumente existente em navios e estava no topo de um mstro de 8 a 15 metros de altu- ra, iste mastro estava suportado por uma base que se supõe flutu- ante, (Detalnes à noite não são visíveis). Toda a tripulação assustera-se com a estenporê neo perada do CAIOBA SAFE e querin saber d'.s ruzões. 0 as , O Cmt Jose Zilvi, opesur de doente, con muito sforço, conseguiu chegar na ponte ie Conando, olhu a luz e decla o ro cos prese tes que ''se cuiste disco voador, cles estavam vendo dy , um'!, c ordenou que o Imediato avisesse à latel-ídio, no rue “oi obedecidos V-3h a
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ARX: dos, prAdu3 . O sr Fangueiro, ao transmitir a sensugem à Notil-Rá - o , o dio, d$ a idéia que o objeto voa, (pois fela en altitude de 50 me- À o Ra tros) e introduz um erro na latitude de 1 e 23! (83 milhos nóuti- cas)), (posteriormente, cm suis declarações, mencionaria datas, h , , s , , ras e situações conplet.iente en devsrcord> com os futos), O CaIODBA SEXDRSE e a Luz permaneceram próxivos por ! um minuto ou mais, quando a base da estrutura deseonhceida iluai - nou-se com luz comum, (lâmpadas circandescentes aparente.cate), ! por uns 20 ou 30 segundos, auós O «ue apagou-se, permarceeido no entanto acesa, a luz do topo e cfestnic-se como nostrado ncs firy ras IV, 1-5 cpy-1, varrer à lancha Taciis - MZ, de scema companhia, navego uma distância de 3 a y nilh:s atrás e umas 3 a k milhas à» aqireita do Caioba Seahorse e tendo seus tripulantes, tunbém, visto « luz, O CAIOBA SL.JIIRUE aportou em Natcl às 00:20P do diz 28/07/80, tendo seu Comendente baizado ao Hospital Yalfredo Gurgel, 2,0 - CONCLUSOUO PROPR ala DITA» “Dentro das condições desta investigação oficio- sz role-se concluir: 2.01 - Não ná nenhuma evidência de que houv esse a presença de clçun veículo acron: ioba Cochorse, dic 27 JUL 80, às 19:00P + 20 “ilnutos, que desse cousa ! ao incidente reportado pelo Imediato do navio à Natal-Rádio, Conseg A o ee . q de + . A é 4 . nuentemente, o crso serde interesse pra a Aeronduticas a , + & 2.02 - Pode-se afirucr que são inverídicrs as notícias anplcmente divulgades pel:. imprensa de que um OVIL havia sobrevoado o Crioba Sechorse ou que às máguinas desse navio para - rem por influência de um "Disco Voador", 2.03 - Excetuando-se os depolinentos do Or José Silva, Cmt do Ccioba Sezhor.:e, (por estar doente) e de seu Inedia- to (dado às vírias informações erredes que deu), os outros são com potíveis con a hipótese de cursos convergentes (do T+IODA e de m outro barco), levendo a um rendez-vous (acidental ou não) e que postcriormente se afastaram como nostrudo nas figuras IV.l, IVílk e IV-5, , Vs
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codiporoao ARX- 204, ph? 2.04 - O Cmt do Caioba, Sr José Cilva, afirma ! que ccredita cm discos voadores, e que no dia 27 de julho de 1930! a ao y anuser ig: ope E ce domte por in toxicação alimentar (s IC), man.ou que seu e As ; : : apos a perada do S..IOBA, considerou que esteva vendo uu Inedinto trensuitisse «. sensecem à Tatal-Nédio, no que foi obedecido pelo Sr ntônio Fernando Fangueiro, Natal, 13 de novenbro de 19%0 FRANCISCO JOSÊ HENHIMANN FILHO - Ten Cel Av Diretor Interino do CLFEI V-36
Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.201.