UFO- uma reconsideração: resenha dos livros de David Michael Jacobs The UFO controversy in America e The Bermuda Triangle Mystery-Solved, de Lawrence David Kusche. Air University Review.
1975 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica
- Código de referência
- BR DFANBSB ARX.0.0.156
- Período
- 1975
- Local
- Local não identificado
- Órgão
- Ministério da Aeronáutica
- Documentos
- Relato
- Páginas
- 8
Resumo do caso
conteúdo editorial do siteDocumento preservado no Arquivo Nacional integra o fundo sobre registros de objetos voadores não identificados e consiste em artigo publicado na Air University Review, de autoria de James N. Eastman Jr., contendo resenha de duas obras americanas sobre o tema: The UFO Controversy in America, do historiador David Michael Jacobs, e The Bermuda Triangle Mystery — Solved, de Lawrence David Kusche. O artigo narra a trajetória do próprio autor, que trabalhou na Força Aérea dos EUA acompanhando os programas oficiais de investigação de OVNIs (Projetos Sign, Grudge e Blue Book, conduzidos entre 1947 e 1968), e destaca o livro de Jacobs como a abordagem mais equilibrada e rigorosa já publicada sobre a controvérsia, por apresentar com isenção as posições céticas e as favoráveis à realidade do fenômeno. O astrônomo J. Allen Hynek, consultor da Força Aérea e autor do prefácio da obra resenhada, é citado como crítico da tendência institucional de atribuir explicações aos relatos sem investigação suficiente.
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livros e idéias At % UFO — UMA RECONSIDERAÇÃO E Resenha dos livros de David Michael jacobs The UFO Controversy in America e The Bermuda Triangle Mystery — SOLVED de Lawrence David Kusche. — James N. EAsTMAN Jr: ARTIGO do Major Donald Keyhoe “Os Discos Voadores São Reais” foi amplamente lido ao ser publicado na re- vista True em janeiro de 1950. Muitos jo- vens de 14 anos levavam sorrateiramente a revista para suas casas € liam avidamente, evocando visões de homenzinhos verdes, ou outras criaturas inconcebíveis, que vi- nham conquistar a Terra. Eles estavam 4 Nos sempre nervosamente a escuta de barulho de um pai ou mãe que pudesse apanhá- los; naquel :s dias de pré-Playboy, True era considerada muito imprópria. Mas à medida que eles amadureciam, sua capacidade de convicção fiel diminuía e os discos voado- res juntaram-se às bruxas, ao Papai Noel e aos coelhinhos de Páscoa em um limbo infantil. Com o decorrer dos anos, repor- 8 Eae arma tamo ns emp me to ot RR TR E RT CTT De rim
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ER 82 AIR UNIVERSITY REVIEW tagens sobre discos voadores apareceram e desapareceram, mas muito poucos de nós viram um. Em seguida, há três anos mais ou menos, esse jovem de 14 anos de 1950 foi trabalhar na função da Força Aérea dos EUA que mantinha os registros das investigações sobre os Objetos Voadores Inidentificados (uro), um mandato que a Força Aérea desde 1947 vinha executando. Ele leu a carta na - qual o tenente-brigadeiro Nathan F. Twin- ing, comandante do Comando de Material Aéreo, dizia ao general-comandante das Forças Aéreas do Exército que “... o fenô- 'meno reportado é algo real e não visioná- rio ou fictício”. Ele ouviu os fanáticos que argumentam a existência dos discos voa- dores — e acusam a Força Aérea de escon- der discos voadores capturados e corpos preservados de homenzinhos verdes. Ele adquiriu um verdadeiro desrespeito por aqueles que eram urólogos. Gradualmente, entretanto, começou a dar-se conta de que muitos daqueles que procuravam as res- postas ao mistério dos uros não eram ex- cêntricos, idiotas ou paranóicos. Além disso, tornou-se óbvio que a direção dos Projetos Sign, Grudge e Blue Book da Força Aérea, as três identificações das investigações de vro entre 1947 e 1968, não somente era frequentemente não diplomática e irra- cional, como em si tendia a agravar o ceticismo — e frequentemente a paranóia — daqueles que acreditavam que havia muito mais sobre o assunto dos uros do que a Força Aérea decidira revelar. Não obstante, muitos desses honestos e dedicados crentes às vezes reagiam com a mesma abordagem irracional mediante a qual eles haviam criticado a Força Aérea — como para con- trabalançar a política da Força Aérea de descrença total com, frequentemente faná- PR-A56; pal? tica e impensada, fé completa na existência dos discos voadores. Por essas razões, interessei-me muitíssimo nas provas de galé do livro de David Michael Jacobs The UFO Controversy in America? que me chegaram às mãos há pouco mais de um ano. Um rápido correr dos olhos indicou que essa deveria ser a mais ponde- rada e mais equilibrada consideração do assunto a ser publicada. A publicação final demonstrou que minha impressão inicial fora correta. O Dr, Jacobs usa bem a obje- tividade e a metodologia de pesquisa do historiador ao investigar o desenvolvimento da idéia de vros tripulados, começando com a avalanche de relatórios da década de 1890 e continuando até o presente. Em- bora ele obviamente acredite que uros representam fenômenos alheios à nossa Terra, sua consideração objetiva e erudita apresenta o caso para ambos os lados, ho- nesta e claramente. O Dr. J. Allen Hynek, que trabalhou com a Força Aérea em suas investigações . e que originslmente foi um dos principais desmascaradores de discos voadores, escre- veu o Prefácio. Ele e Jacobs argumentam que muito frequentemente a Força Aérea atribuiu, mais do que encontrou, explica- ções para visões de uros. O Dr. Hynek, um conceituado astrônomo, concorda com Jacobs que nos muitos relatórios há motivo suficiente para fazer uma verdadeira ava- liação científica. A despeito dos freguen- tes meios arbitrários que a Força Aérea usou ao atribuir explicações, ela falhou ainda em não explicar cerca de cinco por cento das visões reportadas — e Jacobs argumenta que muitas visões nunca foram oficialmente divulgadas devido ao receio do individuo do ridículo. Jacobs ressalta a falha do Comitê Condon, contratado pela t The UFO Controversy in America de David Michael Jacobs (Bloomington, Indiana: Indiana University Press, 1975) US$12.50 . vii e 362 páginas. ay
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Força Aérea em 1966, em fazer um estudo cientifico de toda a evidência disponível e em fazer um relatório objetivo e com- pletamente sem preconceitos. O relatório do Comitê Condon não con- clui que uros não existem. Ao contrário, conclui que, em geral, o estudo de relató- rios existentes e a reação científica indi- cavam que “... os fenômenos vro não oferecem um campo fecundo no qual pro- curar importantes descobertas científicas”. Continua salientando que “... o que se obteve dos estudos de uros nos últimos 21 anos nada acrescentou aos conhecimentos científicos”. Ao mesmo tempo, o comitê concorda que “.. . (cientistas) não aceita- rão sem crítica nossa conclusão que o estudo de relatórios sobre uros provavelmente não levará a ciência avante”. O Comitê esperava que seu relatório auxiliasse cien- tistas “. . . identificando os problemas e as dificuldades para enfrenta-los”. Se cientis- tas discordassem dos resultados do relató- rio, seria porque o relatório os auxiliara “... a alcançar um quadro mais claro sobre em que ponto os estudos existentes eram deficientes ou incompletos e, desse modo, teria estimulado idéias para estudos mais precisos”. O Comitê acreditava que qualquer idéia resultante para estudos espe- cíficos de uro, claramente definidos, deveria ser apoiada pública e privadamente, visto que havia áreas científicas nas quais os conhecimentos eram incompletos. Essas “Conclusões e Recomendações” são pro- vavelmente a parte mais importante do livro — manipulação não científica de casos à parte — uma vez que esses são a primeira (e talvez a única) coisa que o leitor vêl, Mas Jacobs falhou em reconhecer esses as- pectos positivos do relatório do Comitê Condon e estende-se nos pontos fracos, reais e supostos. Mas, mais importante para a Força Aérea, Jacobs falha em compreender que o rela- tório Condon nunca levou a Força Aérea LIVROS E IDÉIAS 83 a concluir que não havia discos voadores ou uros. À Força Aérea e aqueles membros do Comitê Condon que assinaram o rela- tório simplesmente concordaram que não havia evidência que uros representavam uma ameaça à segurança nacional dos EUA e, portanto, não havia razão para a Força Aérea, uma força de defesa, continuar en- volvida em investigá-los. O conflito interno do Comitê Condon sobre a questão de se um estudo verdadeiramente científico do fenômeno era necessário estava fora do assunto no que se referia ao envolvimento da Força Aérea. De fato, dado os proble- mas que ocorreram no correr dos anos, teria sido provavelmente melhor que uma outra agência governamental, tal como a NASA OU à FAA, tivesse se incumbido da investigação. As partes fracas do livro do Dr. Jacobs são aquelas nas quais ele discute os “con- tactados”, aqueles habitantes terrestres com os quais as criaturas do espaço presu- mivelmente entraram em contato. Gradual- mente, os contactos aumentaram de simples observação a viagens à Lua, Vênus, Marte etc., à medida que cada contactado comnpe- tia para sobrepujar as experiências de seus predecessores. Jacobs salienta que a missão dada a essas pessoas pelos seres espaciais — isto é. convencer o homem da necessi- dade de paz e fraternidade — é geralmente uma reação lógica às tumultuadas relações internacionais. Entretanto, em sua análise crítica desses relatórios, Jacobs é frequente- mente repetitivo e desconexo. Embora isso possa ser tanto um resultado do material com o qual ele está lidando quanto de seu próprio estilo, o leitor sente que esse ca- pítulo pode ter sido tuna adição de última hora. No dia em que o livro de Jacobs foi posto à venda, a Força Aérea transferiu todos os registros dos Projetos Sign, Grudge e Blue Book para os Arquivos Nacionais. Esperan- cosamente, isso fará com que todos os re- AKX.156, p.3/8
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84 AIR UNIVERSITY REVIEW gistros existentes, dos quais esse escritor está ciente, estejam mais facilmente à disposição daqueles interessados em Obje- tos Voadores Inidentificados, Enquanto Jacobs se interessa pela ques- tão geral da existência de uros, existem outros mais limitados do problema. Uma área que veio a figurar proeminentemente nas tradições dos discos voadores é o Tri- ângulo das Bermudas. Essa área do Oceano Atlântico no triângulo entre Porto Rico, Bermudas e Flórida há centenas de anos é assunto de estórias e temores dos nave- gadores. Cerca de 40 navios e 20 aerona- ves perderam-se nessa área no decorrer dos últimos 150 anos; alguns desapareceram sem vestígio. Em outros casos, as tripula- ções desapareceram, sem causa óbvia, de navios aparentemente resistentes. Uma teo- ria desenvolveu-se de que essa é a área operacional não de visitantes do espaço cósmico, mas de habitantes do espaço inte- rior: um povo que vive sob a terra e se aventura em seus veículos submarinos e aerospaciais. Essa teoria foi postulada por Ivan Terence Sanderson no livro Invisible Residents?. Há também uma. outra teoria que em eras passadas um povo adiantado veio visitar a Terra e deixou no fundo do Oceano Atlântico, fora da plataforma lito- rânea, um dispositivo do tipo homing para dirigir futuros visitantes espaciais à Terra. Essas duas idéias muito frequentemente são seriamente consideradas e aceitas sem crítica, como no livro de Charles Berlitz The Bermuda Triangle e no de John Wallace Spender, Limbo of the Lost?. . Lawnence Davin Kuscur, em seu livro The Bermuda Triangle Mystery— SOLVED,t empreende uma avaliação crí- tica desse problema, que se tornou uma das partes, embora a menor, da questão total de seres não-terrestres versus seres terres- tres. O Sr. Kusche é um bibliotecário, não um historiador, e seu trabalho não possui o mesmo jaez erudito da obra do Dr. Ja- cobs. Um dos maiores obstáculos a um li- vro desses sobre tal assunto é falta de docu- mentação sólida. Artigos de jornais e tra- balhos sensacionais como os que eu men- cionei são quase tudo que está disponível. Entretanto, o livro de Kusche é tão válido e importante como o trabalho de Jacobs, somente para aqueles que abolirem os mitos e as interpretações emocionais. Kusche tornou-se um bibliotecário de consulta da Universidade Estadual do Ari- zona em 1972. Em consequência dos fre- quentes pedidos de informação sobre o Triângulo das Bermudas, constatou que havia pouca informação sólida disponível. Ele e um colega bibliotecário iniciaram um longo período de correspondência e pesquisa com agências públicas e privadas, inclusive se corresponderam comigo com referência às experiências da Força Aérea sobre o assunto. O resultado foi uma extensa bibliografia, e pesquisa adicional levou Kusche à conclusão que muitos dos escritos tinham se tornado parte do mistério ou da lenda. Então, profundamente envolvido no assunto, Kusche foi adiante a fim de en- contrar uma resposta ao mistério. Sua for- mação como um bibliotecário de consulta e aviador deu-lhe uma sólida base para pesquisa e compreensão dos incidentes aéreos envolvidos. Seu trabalho difere de uma história real no que ele não faz esforço combinado algum para dar a fonte das entradas sobre as lendas. Talvez isso seja válido porque as fontes são frequentes ape- nas repetindo as mesmas estórias e por- t Lawrence David Kusche, The Bermuda Triangle Mystery — SOLVED (Nova lorque: Harper and Row, 1975, US$10), xvii e 302 páginas. RE de pes aura icer UR É
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E que, como Kusche afirma, “Meu interesse * +» é com os próprios incidentes e não com aqueles que deram publicidade aos mesmos”. Qualquer que seja a fonte de atividade, o mito referente ao Triângulo das Bermudas tem “crescido” como “Topsy”. Aqueles que desejam acreditar têm assumido uma abordagem eclética, modelando — ou, mais precisamente, remodelando — as estórias dos desaparecimentos a fim de ajustar as preconcepções. É essa falsa representa- ção que interessa Kusche. Primeiro ele apresenta o mito total. Depois apresenta, em capítulos individuais, o mito de cada desaparecimento. Em cada caso, o mito é seguido pelos fatos como conhecidos. Aqui Kusche fornece as fontes de sua informação. Em muitos exemplos a adaptação dos fatos para que estes se ajustem à lenda é ime- diatamente aparente. Em outros casos, as revisões têm sido mais sutis — uma citação fora do contexto cá, uma pequena declaração cronológica errônea acolá. Por exemplo, em agosto de 1963 dois aviões tanques KC-135 da Força Aérea colidiram no ar ao sudoeste de Ber- muda. Escombros dessas aeronaves foram encontrados no dia seguinte. No outro dia, mais escombros foram encontrados a 160 milhas de distância, mas esses escombros foram rapidamente identificados como não tendo conexão alguma com as duas aero- naves. Aqueles que teriam a propensão de fazer da colisão um mistério conveniente- mente ignorariam o fato de que os destro- ços nas duas áreas não se relacionavam de forma alguma. Ao contrário, questionariam como, se os dois tanques colidiram, os es- combros poderiam estar tão distantes. A Força Aérea sabia, desde o primeiro dia da busca, que houvera uma colisão no ar. Porém, o mito cita “autoridades” não iden- tificadas como coçando suas cabeças e de- clarando que “algo muito estranho está acontecendo ali”. Exame lógico dos fatos LIVROS E IDÉIAS 85 reais leva alguém a acreditar que as “auto- ridades” devem ter sido os laçadores de cães locais em Yeehaw Junction, Flórida. Um outro incidente citado em suporte à lenda envolveu um C-124 da Força Aérea que “desapareceu” num vôo à “Irlanda”, Diz a lenda que isso ocorreu em março de 1950, mas a Força Aérea não perdeu C-124 algum naquele mês no Atlântico. Na reali- dade, a referência parece ser a respeito de uma aeronave que caiu em março de 1951 a caminho da Inglaterra — e muito distante do norte do Triângulo. Mais im- portante, a aeronave não desapareceu. Dentro de 24 horas de seu acidente — ou explosão no ar — restos da mesma foram vistos por um B-29 da Força Aérea. O navio-aeródromo Coral Sea encontrou o oceano cheio de debris, alguns dos quais sua tripulação foi capaz de recuperar e que foram identificados como oriundos do C-124. As ondas estavam encapeladas e havia ventos de tempestade na área, o que tornou impossível qualquer chance de re- cuperar corpos. Talvez o melhor ponto a respeito do “mistério” do Triângulo das Bermudas foi apresentado por um oficial da Marinha dos EUA, citado na revista Time em janeiro de 1975. Ele salientou que o triângulo intensa- mente trafegado entre as Ilhas de Sabre, os Açores e a Islândia era a região de muito mais desaparecimentos inexplicados do que a do Triângulo das Bermudas!. Todavia, como Kusche ressalta, o Triângulo das Bermudas é um mistério manufaturado. Surgiu “devido à pesquisa descuidada e foi elaborado e perpetuado por escritores que propositada ou ignoradamente fizeram uso de falsas concepções, raciocínio falho e sensacionalismo”. A repetição constante, então, emprestou à lenda uma aura de au- tenticidade. Kusche, com sua pesquisa cuidadosa, tem revelado os elementos de erro e falsidade envolvendo o mito do “Triângulo das Bermudas”. PRX, 156,p.5]B f +
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86 AIR UNIVERSITY REVIEW No Topo, Jacobs e Kusche oferecem-nos dois trabalhos necessários. Jacobs, com seu exame raciocinado e erudito, abre um novo caminho de investigação que mesmo o mais cético pode considerar e aceitar. Kus- che enterra muito do sensacionalismo refe-- É As Notas 1. Edward U. Condon. Final Report of the Scientific Study of Unidentifed Flying, Objects (Nova Iorque: E. P. Dutton, 1969), pp: 1-6. 2. Ivan Terence Sanderson, Invisible Residents, a Disquisition Upon Certain Matters Maritime, and the Possibility of Intelligent Life Under the Waters of ARA. Ae pet o rente à uma área específica da controvérsia, | possibilitando novamente lidar-se com a questão numa base racional. Essas duas obras eram muito necessárias. Centro de Pesquisa Histórica Albert F. Simpson , i the Earth (Nova lorque: World Publishing Co., 1970). 3. Charles Berlitz com T. Manson Valentine, The Bermuda Trangle (Nova: | Jorque: Doubleday, 1974), John W. Spencer, Limbo of the Lost (Nova lorque;, Bantam Books, 1973). 4. “A Deadly Triangle”, Time, 6 de janeiro de 1975, p. 66. Rejeitar apressadamente progressos tecnológicos, especial- k mente quando resultados decrescentes em escala ainda não . H se solidificaram, é tão imprudente quanto uma decisão prematura de desdobrar novos sistemas de armas. Devemos ser suficientemente prudentes para fazer a pesquisa e o de- senvolvimento exploratório das novas tecnologias e, no en- tanto, suficientemente fortes para recusar sua produção se os sistemas resultantes forem ineficientes. Donald H. Rumsfeld Ministro da Defesa
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Majon-Bnicaveimo Anxen B. Manrix (USMA: MS, Instituto de Tecnologia de Mawachu- setts; M.S., Universidade Geu meton) é Diretor do Programa do Sistema B-1, Divi- são de Sistemas Aeronáuticos Comando de Sistemas da Força Aérea Após treinamento de piloto e servir dois anos como instrutor e comandante de vôo, o lwigadeiro Martin iniciou sua carreira em sistemas de armamen- tos: 4 anos no Centro de Armamento da Força Aérea Bam Aérea Euhn, Flóruia: 8 anos na Divisão de Sistemas Halisticos AFSC; oficial de ligação do AFSC na Repúl Vietnã: na Divisão de Sustemas Acron AFSC,; comandante do Laboratório de 4 mento da Força Aérea, Bam Aérea Espaciais e de Miweis, Min deiro Martin tirou o cu de Programas de Administração Avançados na Exola de Comércio de Harvard e cursou à Escola de Guerra do Exército Cononet Davim |. Nimmis MS, Univers dade do Sul da Calforma é chefe do estado colaboradores maior da Nona Força Aérea, Base Aérea Shaw, Carolina do Sul. Sua experiência principal é em caças táticos e Inclui serviço no Sudeste Asiático como piloto de F-105. Foi chefe de segurança das 23º e 18º Alas de Caças Táticos e comandante do 12º Esquadrão de Caças Táticos na Base Aérea de Kadena, Okinava; e serviu no gabinete do Ministro da Defesa (Energia Atômica). O coronel Nichols formou-se com distinção na Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica e Escola de Guerra da Aeronáutica. Major-Baicaveino Rosenr N. GinssuncH, USAF (Ref,), (USMA; Ph.D. pela Universidade de Harvard), é redator-chefe da Strategic Review. A última função que exerceu como militar foi a de diretor adjunto do Estado- Maior Conjunto. Durante sua carreira militar ocupou cargos como diretor de Informação da Força e Chefe da Repartição de Academia Militar de West Point, no Conselho de Rela- ções Exteriores, na Universidade do Ar, nos gabinetes dos Ministros da Aeronántica e da Defesa, no Ministério das Relações ho de Segurança Nac na ntor do livro U.S. Military Strategy im the Sésties (1965) e editorou U.S. Military Stmtegy in the 70's (1970) e The Nixon Doc trine and Military Strategy (1971). O brigadeiro Ginsburgh formou-se pelas três escolas pro- fisionais da Universidade do Ar. pela Industrial das Forças Armadas e Escola de Guerra ore Cp mp mar pres star [FRXASE| p-H8 Da. CHanLEs A. RusseLL(J.D. pela Universidade de Georgetown; M.A. pela Universidade Americana) é chefe da Divisão de Análise e Aquisições da Diretoria de Contra-Inteligência. no QG da Repartição de Investigações Espe- ciais da Força Aérea (OSI). De 1951 a 1971 serviu na Diretoria de Investigações Especiais, QG da USAF. O Dr. Russell conferencia sobre guerra revolucionária e insurreição na Escola de Guerra da Aeronáutica, Escola de € indo e Estado-Maior da Aeronáutica e na Escola de Operações Especiais da USAF: é contri- buinte da Air University Review e da Latin American Research Review. Majon Eb D. Wuseuen (USAFA: PhD, Universidade de Emory) serve atualmente no DCS/Planos no QG da USAF, Sudeste Asiático como assistente especi general-comandante, chefe adjunto, JUSMAG- comandante de tripulação para o 1 programador de mísseis no po docente da al excentivo no Q 12” FA (PACAF). O Major Wheeler graduou-se e Aperfeiçoamento r também ado-Maior da do-Maior das Serviu no membro do co com distinção na Escola de Ofic Aeronántica, Forças Armadas, Escola Industrial das Foi Armadas e Escola de Guerra da Aero:
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TexenteE-ConoweL. Jort ]. SvvDen (Ref) (M.S., Universidade George Washington; M.A., Universidade do Havaí) foi oficial para assuntos político-militares da Agência de Estudos. Análises e Jogos da Organização dos Chefes do Estado-Maior Conjunto na ocasião de sua reforma, em julho de 1975. Foi oficial de inteligência no QG do CINCPAC e assessor no QG da Diretoria de Inteligência da Força Aérea Vietnamita. Serviu em funções de reco- nhecimento tático e inteligência de alvo; e como instrutor da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica. O coronel Snyder antorou previamente dois artigos para a Air University Review. Atualmente é vice- presidente acadêmico do Colégio Internacional em Honolulu, Havaí. Major Grusent B. Guanino (MA. Universidade Rutledge) faz parte do recém-formado Grupo de Assistência Administrativa de Programas, QG do Comando de Sistemas da Força Aérea, Base Aérea Andrews, Maryland. Foi diretor do Projeto de Equipamento de Teste para o Programa de Caça de Superioridade Aérea F-15. Anteriormente, serviu. no programa do F-15 como chefe do Setor de Programação, chefe do Setor de Integração de Programa e de Sistemas de Administração, e administra- dor financeiro dos contratantes do sistema F-15. O major Guarino serviu também na Orga- nização de Sistemas Espaciais e de Mísseis como oficial de projeto, Modelo de Custo da Aeronave não-Tripulada. Formou-se na Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica. Major ReLva L. Lay (USAFA; M.S., Univer- sidade do Sul da Califórnia) é piloto-instrutor (F-5) do Ministério da Defesa da Equipe de Campanha de Assistência Técnica para Operações de Caças junto à Real Força Aérea Saudita. Passou seis anos como piloto, coman- dante de aviãc e instrutor do F-4, inclusive em rodízios no Sudeste Asiático c USAFE. No Comando de Sistemas da Força Aérea foi administrador de projetos para o Conjunto de Alarme de Guerra Eletrônica de F-15 e fez progredir os conceitos de contramedidas avançadas. O major Lilly formou-se na Escola de Armamentos de Caças da USAF e na Escola de Comando e Estado-Maior. Majon James ]. LinoenreLsea (M.S., Univers! dade Estadual de Ohio) é inspetor de Adminis: tração de Programa para o Centro de Segu- rança e Inspeção da Força Aérea, Base Mao Norton, Califórnia Antes de assumir suas funções atuais foi chefe da Divisão de Sistemas de Administração na RPS do F-l5. Suas, experiências incluem projeto e implement de sistemas de administração, custo do & de vida de programas, estimativas, ções de programa padrão e planos de grama e estrutura de força O major James N. EASTMAN Jr. (M.A., Universidade de Nebraska) é chefe do Setor de Pesquisa do Centro de Pesquisa Histórica Albert F. Simpson. í USAF, Base Aérea Maxwell, Alabama, com funções adicionais de sub-chefe do Centro. || Trabalhou no programa de história da Força Aérea no AFLC, MAC e USAF. Foi diretor do Curso de Desenvolvimento Histórico de Unidade do Instituto para Desenvolvimento Profissional da Universidade do Ar. O sr. Eastman formou-se pela Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica e Escola de Guerra da Aeronáutica —
Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.156.