Ufologia.
1985 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica
- Código de referência
- BR DFANBSB ARX.0.0.244
- Período
- 1985
- Local
- Local não identificado
- Órgão
- Ministério da Aeronáutica
- Documentos
- Relato
- Páginas
- 46
Resumo do caso
conteúdo editorial do siteDocumento de 1985 preservado no Arquivo Nacional reúne relato e registros fotográficos relacionados a avistamentos de objetos não identificados no estado do Pará, com destaque para imagens obtidas por oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) durante as chamadas "ondas ufológicas" de 1977 e 1978 na região de Colares. As fotos, que teriam circulado com carimbo de sigilo da FAB, foram divulgadas por pesquisadores civis com o respaldo do grupo paraense EUAP, e o material inclui ainda depoimentos de moradores e pescadores locais sobre luzes e objetos observados no litoral. O documento também menciona investigações conduzidas pelo CIPEX na mesma região, incluindo relatos de avistamento de um objeto cilíndrico na Ilha do Mosqueiro em 1984, registrando o interesse institucional das Forças Armadas brasileiras pelo tema ao longo da década.
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DOCUMEN KO ARX. Lt p 6/83. FOTOS DE OVNIs DA FORÇA À Pela primeira vez na histó- ria da UFOlogia brasileira; fo- tos oficiais, sigilosas e Iégitimas de OVNIs sobre Território Na- cional são divulgadas. Tratam- se de cinco. fotos optidas por oficiais da Força Aérea Brasilei- ra (FAB) no Estado. do Pará (uma sexta foto não foi inclpida aqui por faita de nitidez), nos grandes registros de “ondas UFOiógicas” naquele estado, nos anos 77 e 78. A divulgação, inédita, des- tas fotos e do interesse explíci- to da Força Aérea Brasileira com relação ao assunto disco voador (assim como de sua con- fidencialização) só é possível graças ao esforço de um jovem e promissor UFólogo paraense, integrante do CPDV que passa, neste instante, a ser coiabota- dor de UFOLOGIA: Angré Gondim, do grupo Estudos Amadores de UFOlogia do Pa- Es rá (BUAP). André, que conhe- cemos em Belém no mês passa- do, durante nossa apresenta- ção, obteve estas e várias outras fotos e.documentos da FAB “através do respaldo de suas pes- quisas-no campo, reconhecidas pot aquela entidade. Ele nos ce- deu algumas das foios que ob- téve para que nossos leitores avaliassem até que ponto nos- : Equipe CPDV ÉREA BRASIL Colaboração EUAP As provas do sigilo em torno das fotos de OVNIs da FAB: ca » " os : o A | Colares, Pará, 1977. sas Forças Armadas têm se en- sajado na pesquisa UFOlógica. É miis que claro que o ra- +, tamento“ sigiloso prestado ao, assunto, como está cafacteriza- do nos carimbos padionizados da FAB, impressos nos versos . fas "fotos (formato , postal preto-e-branco, brilhantes), pa- rece mais um processo rotineiro de prevenção de divulgações - & EUAP: Travessa Humaitá 552, casa 13, 66.000 Belém (PA) 10 UFOLOGIA naCIONAL & INTERNACIONAL 4 [CONFIDENCIAL | EIRA (FAB) E...
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« pria Aeronáutica que pesquisou e documer- tou a onda de 1977, não soube precisar a ori- gem e a finalidade do fenômeno. Todos se perguntam: de onde vieram, que queriam e» quem eram eles? A pergunta se repete e as aparições também. O CIPEX quando esteve presente no Pará pesquisando a onda do - “Chupa-chupa” recolheu uma série de de= poimentos de pescadores, aviadores e vera- O ar nômeno Ui o “Bacontrávamo-nos pescando de barco próximo a ilha de Colares(PA) juntamente com meu irmão e o nosso amigo Afonso. Deveriam ser umas três ou quatro horas da manhã. Enquanto aguardávamos a maré pa- ra prosseguir a viagem de volta, nossa aten- ção foi desviada por um objeto bastante lu- minoso e cintilante que aiçou vôo na vertical por detrás da mata da ponta do Machadi- nho. Era bem maior que uma estrela de pri- meira, .prandeza e emitia uma luz amarelada. Deslocot: se rapidamente, na horizontal, pa- ra o meio da mata da baia. Ali parou aiguns segundos. Desceu e subiu várias vezes e cus parou na horizontal realizando um vai- o em. Em várias ocasiões, ele apagava a luz assim ficou realizando uma série de volto ções até o amanhecer quando desapareceu da nossa vista”. Assim relatou ao CIPEX, João Carlos a sua experiência e nos confir- mou que ainda são frequentes tais av mentos-aa-região. Na ilha do Mosqueir o(PA) tamoém vi- ria a ocorrer num curioso avistamento durante a semana santa de 1984. A jovem Rusilene Valois dasSilva (20 anos) juntamente com outras colegas encontravam-se em retiro no Colégio N,Sra. d'O quando às 13 horas, da janela daquele instituto, viram um enorme cilindro voador. Era totalmente preto, não tinha luges e nem tão pouco janelas ou qual- quer dêBsihe na sua superfície. Voava lenta- nistas que confirmara: naves no litoral paráense. A Baia do Sol, área “epidêmica” onda “Chupa-chupa”, cortinua sendo is joe ca. preferido pelos OVNIs. 1983, o agrimensor Joãp Carlos Santsgo Gama (29 anos juntamente com seu | Ronaldo e o ahítgo ffonso Celso nharam durante, de um OVKL. a presença te: mente e sem r posições, ora em pi rando. Veio na direç mo ignorado “Rysilene to refletia a luz solar e est cm o comprimento papa rer Caso semelha: straria meses de- pois com o piloto civil Alberto Pinio Vieira que conduzia três pass: ageiros no seu mono- motor Carioca-710 (EMBRAER) de Sou- re(ilha do Marajó-PA) a Belém. Sobrevoan- do a Baia do Guaruja, a poucos quilômetros o ilha do Mosqueirc, pôde observar a sua nte um objeto escuro que se dirigia na sua Fed Começou a desviar o avião para a direita c a medida que realizava essa mano- bra aquele objeto chegava mais perto e sem- pre na sua direção. Preocupado com um possivel acidente < ....o entendendo o que se passava com aquele “avião”, mantinha-se atento. Segundos depois um enorme preto cruzava a 100 metros a sua asa esquer- da. Todos foram tomados pelo susto é v quando desapareceu velozmente na direção de Soure. O Cilindro possuía suas extremi- dades bem arredondadas e na parte superior havia três saliências e o aviador teve a im- pressão de ter vistq estranhos símbolos dran- cos na sua superfície. Curiosa era a disposi- ção como se deslocava: voava inclinado(20º - 30º). Deveria ter de 10 a 15 meiros de com- primento por 3 metros de altura e não cau- pé, orà deitado, sempre gi- o do colégio tomeu ru- rcebeu no o obje- imou entre 86 a 90 nie do objeto. i2. UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL Ilustração Daniel Rebisso/Arquivos CIPEX » Ovni observado peio piloto Vieira no Paré sou nenhum ruído, nem houve qualquer im terferência nos comandos Ga aeronave. O objeto voador se ençontrava a 3.500 pés de altitude e seguiu firimegua rota. Vieira con- fessa n que dessa vez não iêve dú diante de um a O aviadór 1 Irdeberto Ferreir a da Silva (46 anos) também viu OVNIs-nos céus do Pará. A primeira vez que observou um foi em outubro ou novembro de 1983. Na ocasião vinha pilotândo um “Carioquinha” (170:NTM) de Macapá a Bgém. Ferreira conta: “Estava a 2 “S00"pés e já desejam “ 14:30 ou mais quando a-minha frente - milhas - cruza um imenso '“vagão”” de uns a metros de comprimento cheio de janelas la- terais e estas emitiam luz branca. Notei que o corpo do objeto era metálico, mas foi rápi- do, pois logo desapareceu entre as nuvens. Ten- tei comunicação com o rádio mas não obtive resposta”. Em dezembro de 1964, novamente o aviador Ferreira volta ver pela segunda vez um OVNI. Dessa vez foi na pista-de Soure. Eram as primeiras ho- ras da tarde e aguardava um passageiro com o seu Cesna-172. Encontrava-se conversan- do com o Sr. Almir quando o guarda-pista falou “olha um avião!””, Vinha rápido e pa- recia que ia pousar. Já bêm próximo da pista mudou de direção e foi rumo a Belém. “*Aquilo não era um avião militar nem civil, parecia mais uma ponta de flexa e tinha ve. | locidade incrivel” confessa Ferreira. Outros casos poderiam ser relatados en- volvendo aparições de OVNIs no Estado do Pará, porém a finalidade deste artigo é de-| monstrar que essas naves continuam a cru- zar 9 espaço aéreo paraense e a realizar in- cursões por todos os seus raunicípios, mara- vilhando e assustando os moradores locais. Todos os casos acima ilustrados foram pesquisados junto às testemunhas e nas ilhas de Mosqueiro e Colares). ida que É: teve Daniei Rebisso'Giese é colaborador de UFOLOGIA e membro do CPDYV no Paraná. É diretor do Centro de investigação e Pesqui- sa Exológica (CIPEX) e atua intensamente na área casuística, tendo feito levantamen- tos UFOiógicos imporiantes no Pará, Para- ná e Santa Catafina. Enderaço: Caixa Postal . 156, 80.000 Curitiba (PR). ) So lustração Daniel Rebis: Arquivos CIPEX ter agreditado em OVNIs mas | a ter oportunidade de |
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ram-no para o interior do aparelho, e o sol- taram lá dentro, numa saleta feéricamente iluminada. Depois levaram-no a uma ampla saia de forma oval, com as paredes pratea- das como de metal polido, intensamente “iluminada por uma infinidade de pequenas lâmpadas quadradinhas, embutidas no me- tal do teto”. À luz era branca, fluorescente. Havia uma coluna metálica, roliça, bem no ceniro do compartimento. Ao lado, uma mesa esquisita, rodeada de cad s girató- rias, sem encosto, tudo do mesmo metal branco e polido. a do nariz, soa d claros por trás de dois vi ras redondos o- mo lentes de óculos. Da parte de cima do da pacete saiam 3 tubos redondos e prateadós, um pouco mais finos que uma mangueira d de jardim, e se embutiam na roupa, um no meio das costas e os outros dois, um de cada lado se fixavam por baixo das axilas. Não havia nenhuma saliência que indicasse esta- rem os tubos ligados a alguma caixa por bai- xo da roupa. o As mangas do macacão eram tompridas e justas indo até os punhos, onde continua- vam por luvas grossas dá mesma cor. Tam- bém não havia separação entre as calças e os sapatos que pareciam ser uma continuação das vestes, mais aprese atavam solas grossas, com dois ou três Sejção: s de largura, e arquea- das parficima, darfrente . Todos Gs ftPsulantes aja à al do muita, uma espétte de escudo vermelho “do tamanho de uma rodeia de abacaxi”, que, e vez em quarido, apresentava reflexos lu- minosós. Desse escudo descia uma tira de ie- cido prateado ou de metal laminado, que se unia a um cinto largo e justo, sem fivela ou presilhas. e RAE RED AiRAT EXANINADO E APROVADO e Durante intermináveis minutos, per- maneci dê pánequela sala, seguro pelos bra- sos por doidos pequenos seres, enquanto aquela gente estranha me observava e con- versavara metr: respeito.. . Digo “conversar” como mangigo dé dizer, pois na verdade o que eu ouvia não tinha nenhuma semelhança com voz humana: era ganidos, geirament como uivos de cães...” Quando os “ganidos” terminaram, to- dos-os cinco agarraram Antônio e começa- rará a-despi-lo à força, porque ele resistia, lutava, protestando'e xingando em altos bra- dos. Completamente nu, Antônio ficou no- a ssar um liqui- 1, Porém dinhas” o **camaradinhas”” partimento bem r nos entraram, sentiu neriiiima a, apenás: a sensação de chen idos oaté a Fo do e subs usado, masecoloca - que: 9, de onde foi coletada 1 mais sangue cálice. Depois da operação, a gar da me A nhô ali mais den meia hora móvel que kavia na safa: uma esp rruito macio. Foi então, que ro estranho.e E a fica “e como se estivesse respira sse à Sh uma fumaça gr respiração, dando a impre: de pano pintado que e: Tops Examinando as paredes, Rio por onde saia uma o enta que se dissolvia no ar. O e eee para um canto da sala e vomitou muito! De- pois disso, a dificiildade de respirar passou, mas ele continuou um pouco enjoado com o cheiro. EXPERIÊNCIA BIO pós prolongad uma poria e entrou completamente nu: mo os outros tr embora de um tipo dife louros quase brancos, fiso pridos, com as ponias encaraco: dos ombros € repartidos no meic da cabeça. até que, não resistindo, correu rss , LÓGICA intervalo, abriu-se sala uma mulher o D vamente augustiado, sem saber o que lhe Olhos azuis, grandes e rasgados. O nariz era acontecer: reto, sem ser pontudo nem bitado, rem tá UFOLOGIA nACIONA RNAGIONAL tura fina ao o pequena, qua: senvolvidos c coxas grossas; pés peç mãos compridas e fi- nas. Os as eram normais. A pele be: de sargas nos! ços. Não tinha - nenhum cheiro, Apenas ““ehei ro, de mulher” E = a Se fechou sozinha. Fogo que a ase apróximou e A dor mulher entrou e, então, silêncios olhango-o como" se Aésej asse algu- i De repente, abfaoi- a, esfregan- a no seu rosto, d o colado apelo , alí,,côm aquela mulher me abraçando c dando e entender claramente o que queria, comecei a tie ar excitado... Isso parece incrí na Situação em que me en- contrava. Penso que o tai líquido que me e fregaram no corpp- foi a causa disso. Só sei que figuei numa excitação sexual incontrolá- vel, co: que minca me aco ceu antes. abei esquecendo tudo e agarre: a mulh orrespondendo aos seus carinhos com tros maiores. Fomos terminar no “iva onde tivemos relações pela primeira vez” Foi um ato normai é ela se comportava como qualquer mulher. Depois houve um periodo de carícias comuns, recíprocas, se- guido de nova relação sexual. No fim, ela es- tava cansada, com a respiração ofegante. Não o beijou nem uma vez sequer. “ Eu continuava animado, mas ela agora negava, procurando fugir, me evitar, um lado para o ou acabar com aquilo... Quando notei isso, es- friei também. Além disso, não pogiagãos conversar, pois eia não entendia o que eu falava e nem eu entendia os seus “ganidos”” illas Boas notou que os pelos que ela tinha nas axilas e no púbis eram bem verme- lhos, “quase cor de sangue”. Pouco depois a porta se abriu. Apare- u um dos homens na soleira e fez um gesto para que a mulher.saísse, mas, antes de sair, ela apontou para sua própria barriga, depois para O jovem fazendeiro e, com um sorriso, apontou | aimente; para cima, na direção Sul. A , entrou o homem trazendo suas roupas. Fez sinal para que ele se vestis- ” se. º
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té “Minhas coisas estavam tos bolsos, só faltando o isqueiro, marca E ro. Não sei se foi tirado por eles ou se dera durante a luta”. ENFIM LIVRE! bis ia t ir ro cer Poco UE E PR a fe as ASAS) Saímos para a sala grande, onde três tri- pulant es estavam sentados e ““ganindo” Havia sobre a mesa uma caixa quadrada, com tampa de vidro. Parecia um relógio; Antônio pensou em levá-lo para comprovar sua aventura é apanhou-o sorrateiramente. Um dos homenzinhos levantou-se de um sal- to, arrancou-c de suas mãos, con no empurrando-o para o lado e voltando a c: locar a caixa no mesmo lugar. no para fora, mos- or da nave, que per- plataforma estreita ente então o guia fez- ela escada e se afastar éia: solicite sua ade são ANÚB e rapresente-a em sua i ip ipação é important te que éa cosmonav E o encolher, os des essas Ea an- ce e tábuas” gs a O aparelho começou a elevar-se lenta- mente, enquanto as hastes do tripé subiam embutindo-se a parte inferior na superior, is grossa e esta no fundo da cosmonave, do do esse'que ficou liso e polido, sem sinal O se fosse uma só peça. Ao atin- gir uns 50 metros de altura, o objeto parou por uns instantes, aur sua a e q ENC & O A ad no pôue à testemunha, em estado de dedo excitação psicológica e e forte traumatismo es RU uUMo Os emocional, haver descrito com tal preci- : ua ão tib s do objeio tão seu o ER SE LER! são as dim s do objeio tão segura- ei 1] mente? Aparência externa e interna, pla- entou ainda m luminosidade e o zumbido. A cúpula come- o Fe a pPESt 4 Re. taforma, lêmpedas que se alternavam em Es bs Ny ul SAS. coua girar em velocidade espantosa, passan- Ro . : luminosidade e rotação, etc? : a | Jo a luz por várias tonalidades até ficar de y eg Eiade E arts o a si é 5! iá Ae di M eguestrado nos relata foi içad f k Ga à BS CÃ ; | um Vermelho vivo, quando a nave, num mo- sequestrado nos reiaia que foi içado Sad É á CPO | : por uma escada metálica, empurrado a a i UFOLOGIA NACIONAL & INTERNA- CIONAL começará, a partir do próxi- mo número, a publicar iniormações nto brusco, mudou de direção e partiu 7 Gui 1 contragosto para c como uma bala, rumo Su!, desaparecendo em poucos momentos. V O lavrador voitou para O trator. Quis li- velmente; deveria dispor de um sistema |” sobre grupos brasileiros de e í gar O motor e notou que esie ainda e: de absorção bem mais c complexo? sas UFOlógicas g suas atividad: E si y sa uti isfeito 0 3 enquiçado. Foi ver se havia algum defeito e 3. ; tes pela restemu- Desejando ter seu grupo gato constatou que um dos cabos da bateria havia pe chega as raids do excesso descabido, 4 OLOGIA, escreva-nos I tirado do lugar. Seriam ais pi descrit uém dese- + f sido despara/usado e tirado Go lugar. Serian tais os detaihes descritos por alguém dese. urgente, envifido as, seguintes infor- então, 5h30m da manhã. joso de escapar a qualquer preço. mações: É a ala E . . ações: . Voltando para casa, não contou a 4 A petanioçam afirma que, sob tais condi. 1 . [É guém o que lhe acontecera, pois sabia q paiológicas vividas, tais detalhes mi- | 1) Nome e endereço compleio do, . ão iria edita ã eria ser alvo de . É arm Ê 186 MIAMI ACreGItas nEO quetia Ser ao de nuciosos jamais poderiam haver sido dº | SrUDO y i . Apenas sua mãe tomou conh A ritos pela testemunha em questão 2) Registro Ie egal ou subsiiuto men to, deitou e O Es o 21 3 E ias men to do assunto, estava exausto, cel tou Ivez algo de fundo emocional tenha in- 3 Confitluição da:Diretoria e catego-| é quase todo o dia. Quando desper- ria dosmembros juenciado sobremaneira o relato de A o” condições = po tou, às 16h30m, sentia-se bem. Jantou 10T- & nero-ds membros e-sua distri- maimente. Mas à noite não conseguiu dor- | buição pelo país E E estava nervoso e muito E | 5) Linhas eicondutas de pesquisas || manheceu o dia inquieto andando de um 6; Posição-quanto a ANUB para 0 our k ?; fumando sempre. Estava | 7) Eventos promovidos na área da di- vulgação GrOlógica 8) Número:de casas-OVNI investiga- 1. dos ou enpandsimento ao em no às j : Gs se é niem uma cóo! atir-se nauseado, c i o fab Eds . | Seu tatutos Sociais (o At beça nas têmporas. 1 a fc A FolE solu.umente nada e e no dia seguir cias, am ando esté ca aso cor no u i E undação) o uma foiha de info SAS ; , | sões gerais sobre se o | te. A segunda noite t também a passou em mais utenticos fa pi goos 00 a sobre sau grupo. todo | i R ia será usado para dival-! em ciaro. À dor de cabeça desapareceu, porém surgiu uma ardência nos olhos, que se acen- tuou nos dias que se seguiram, agravando-se & luz do sol. Na terceira noite, o sono voltou para fi- car, porque esde então, durante o período «deum do Toi acomerido de sonolência ex- & permasisacmenes macae
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Pode-se dizer que .e caso aso las Plêiades “está na mada Os supostos, repetidos contat do camioneiro suiço nar Meier, amplamente nos iuxuosos livros do Coronel americano Wendelle €. Stevens riam então comprovadamen- utênticos, segundo alguas a itusiasmados e afoitos cole- Mas, na pesquisa UFOlógi ca, assim como em qualquer outra pesquisa científica, é, so- bretudo, necessário estudar Os dois iados da questão, os prós e os contras. Alguns anos atrás tomei conhecimento do caso Eduard Meier ao comprar um semaná- rio alemão, que continha algu- mas fotos e o relato. Olhei, e o engavetei, aguardando futuras notícias para autorizar ou de- sautorizar o mesmo, até que, há peuco tempo, apareceu-me um colega UFÓlogo procurando convencer-me"da autenticidade do caso, inclusive: comentando a acertada colocação das som- bras relativas ao UFO fotogra- fado, a comprovação da mesma pela difração, e a beleza dos versos da dita Semjase, cu Sem- jaza, a suposta extraterrestre. Precipitadamente, a algum credito a esses argu- mentos. Mas surgiu uma see tunidade em que soube que a sérias dúvidas a respei- to do tal Wendeile Stevens, que teria sraudado a “estória ” to- da, muito habilmente, inclu ve. Ele obteve as tão decanta- das difrações vas fotos ao vi tar um estabelecimento que vendis'aparelhos para esta fin: lidade. Lê; » Eimgindo: pra- dor; conseguiu umas amósii.s, justamente as das fotos do dis- co voador de Meier. O Dr. ily Smith, físico e astrôno- mo, da diretoria do CUFOS (Centro de Estudos de UFOs), em-sua-visita vo Rio, declarou publicamente que tudo não passava de uma farsa. Pedi 18 v“rOLOGIA -Wetzikon, NACIONAL & IN uma documentação comproba- tória; que no momento ele n eram as Moore, seller: “Experimento da Phi, o famoso autor do best- delfia”” afir só UFÓlogo de boa credibilida- de nos E.U a endossar este caso ua Plêiades, e que Wen- o Stevens está cu inprindo a pena e deis” processato por tg tado sexualmente três menores de dez a mes pornográficos d Nada mal para um pesqui- sador sé e respeitável! Acompa ha a carta o xerox do documento oficial da Polícia d Tucson, Arizona, rema Corte - iando esta infor- mação. O Stevens nunca per- tenceu à Inteligência america- na, como dizia, e não era con derado confiável para segredos militares, mesmo após 19 anos servindo como oficial de manu- tenção de aviões, segundo ou- tfo documento a mim enviado. Mais importante ainda do que as declaraçõe: do Dr. Smith e dos escritos de Moore, a meu ver, é o extenso e explicati- vo relatório enviado pelo Dr. Colman* VonKeviczky, funda- dor da ICUFON, o homenagea- do “UFO Personalidade” do Nº 2 desta revista. 1980, esteve visitando pessoai- mente os locais exatos suposta- mente fotografados pelo Meier com os seus discos voad Hofbalde, com O nu po Elie, em Eta Constatou que os pinheiros das fotos não existiam e que o filme ea foto apresentavam um pi- nhei entre ro com o DV apa suas ramage ens. . feier declarou que & no re tinha sido desintegrada UFOnauias, mas não exis vestígios nem de suas raízes JACIONAL a que não há um ” Famosa foto de Meier: uma comprovada farsa, descoberta pelo ICUFON (EUA) das fotos do f ma enorme diferen das nuvens, indi- houve um espaço de pel menos 15 minutos entre uma tomada e a outra. Na série de nove fotos o “'compositor” nlocou habilmente o seu mo- delo de papelão gêma sequên- 5 a. o g E o o cia de posições quê-daria a im-” pressão de estar o objeto em imehão, somente que a di- reção em que foi co locada a * máquina tava, org para O sul, ora para O 0g raciocinio de Von ida nos esclarece “gue ur »UFO verdadeiro voaria em dic da Árvore, nunca entr seus ramos pois, zesse, *O5 quet jos distó. E 5 2 < podisageã com ição das nu- fotos, a filma- ado no mínimo il constatar que ão, “com suas marg sto torna-se bem, tando- -se suas japetas quadradas, amarelas, «que são visível, nê «dê tamanho bêm diferente uma deoutra, enão conferem coma outya foto da.mesma nayç, na qual as janeigr são curvas, e se prece: em com ima tela'de relevi- são. Esquecerary-se totalmente, inclusive, der «pintar janelas em mais ouira fotol Quanto À foto com o semblante de Semjase, VonKtkviczky.acha que é a pró- pria ppalies -de Eduard Meier, | le conheceu, usando uma | que | | | | | peruca loura. Aquele tipo de | Pp reg é é bastante comum em cer- as regiões da “Europa. Além do mais, ao medir a alturaida “extraterrestre” Semjase eqa pé, ao lado de sua “nave”, elg constatou que ela nunca caberia na mesma, (de 7 metros de diâmetro externo) na
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tunarente revelará o nome de fotógrafo. Os coadjuvantes deste grande analista e pesquisador da ICUFON foram o casal Conrad e Anny Veit, Presidente da DUIST, a mais antiga e res- peitada organização de pesqui- sa UFOlógica da Alemanha Fe- deral. Ilse von Jacobi, pesqui- sacora de Mônaco, Europa, ans Jacob, da Suiça, Joseph Zito, diretor de cinema em No- va York, E.U.A. e Walter Za- bawski, Relações Públicas da ICUFON em Nova York. To- dos eles ajudaram Vonke- viczky, o brilhante pesquisa- dor, a levar a bom termo um pesquisa metódica e meticulo- sa, cujos resultados são acata- dos pela UFOlogia internacional. Não tão spmente os pes- sadores mente cie cos, mas os ico-científicos como James J. Hurtak, PhD a Hurtak aclamado repetidamente” nos Congressos Internacionais de UFOlogia em Brasília, ligadô ao contexto bíblico e a todas as re- velações e correntes místicas sé- rias, confirmam: o caso das Plêiades assim como Eduard Meier, é uma deslavada mistifi- cação! -Hurtak é o autor do “Livro dos Conhecimentos”, “As Chaves de Enoch”, por ele psicografado em 1973, cinco anos-antes-dos-supostos-encan- tros do Meier, embora pu . do em 1977. Em sua carta, a mim endereçada em 4 de maio de 1985, Hurtak faz um Vee- mente libelo contra a fraude das Plêiades, mas ao mesmo tempo ele adverte contra os po- deres maiéiicos de SEMJASE 18 UFOLOGIA Dora | ceciatizado na têmiáfica sqciológica do Fonômeno UFO. NACIONAL & INT ou Semjaza afirmando que desde os tempos da queda das hordas de Lúcifer, ela o acom- panhou nesta descida, fazendo uso do seu conhecimento dos segredos divinos para os seus desígnios terrenos. Hurtak interroga-se, perguntando se não poderia realmente existir força negitiva em níveis supe- riores, do híperespaço, exemplo, disparando de terrorismo mundial, mar pulando as mentes humanas através de “heavy metal” (os metaleiros) fabricando um mo” que viria a inte per, inclusive, os estudos fico-espirituais extra e terrestres. Ele afirma t que os grupos alemães e Suíços ligados à Semjase se opõem à existência de Deus, o Deus ac to pela tradição Judaica-Crisiã. urtak me pede para rever 4 ci- Pas e tamente descrita a periculosida- de deste ente. Mas não só da bi- blia me escreve Hurtak, proíes- sor de línguas antigas e cientis- ia. Nesta função, e como UFÓlo- go, ele me relata o seu envolvi- mento com este caso. Diz que ouviu falar de Meier no fim dos anos setenta*. 8 preocupado como estava, que estivessem os alemães ou os Tussos, fazendo destes 'engana- dores para estudar as reaçõe do povo no desenrolar de uma guerra psíquica, ele conseguiu ter e mandou analisar as fotos do Meier, e outras já do Cel. Stevens. Por outro lado, H tak estudou a linguagem e o nomes “antigos” do -pré- Hebraico e do Egito, desta su-. NACIONAL Foi o GevaerdiArquivos CPDV ê Ê | | i | | i | | 1 i | í | | Fac-simile de carta do Dr. James J. Hurtak à Irene Granchiy posta conexão com as Piêiades, constatando que não confê- riam. Um dos primeiros pesqui- sadores do caso, e coincidente- mente conhecido do Meier des- cio, afinal resolveu “se preseniar na televisão da : ça, quando avisou -os ouvi sobre as decepções psíquicas c os problemas psicológicos que o contatado poderia sofrer. Huriak apresentou O resultado de suas pesquisas perante a so- ciedade Suiça de Parapsicologia em Zúrich, em 1981. Em seu trabalho ele afirma que uma pesquisa bem conduzida P onto final nesta história (estó- ria), mas que isto não é feito porque existem grupos farta- mente financiados, interessados em promover o caso, como em tornar os “ensinamentos” de Semjase uma “doutrina” para todos os grupos de UFOlogia do mundo. Estes grupos, com co- notações racistas, já estão ati- vos nos E.U.A. e no Japão. Se- rá agora a vez do Brasil? Nova- mente o Hurtak põe a questão: por que seria que Meier se deixa manipular assim e o Cel. Ste- vens, um militar, põe em xeque sua própria condição militar? Na verdade estou sentindo que Hurtak não esta sabendo da . —Arquivos t, GranchiiGPDV condenação e prisão de Stevens, por crimes sexuais, e tampouco que ele se vangloriava de per- tencer à “inteligência”, O que fica sem sentico após as provas apresentadas por W. Moore. Huriak se mostra profun- damente interessado no fenô- meno brasileiro Thomas Green | Morton Coutinhg, cujos fenô- | menos produzidos o colocam catégoria de ''não- metaleiro” junio a uma realida- de extra- e ultraterrestre,eque | ele acha importante para o Bra: sil, país riquíssimo em eventos desse tipo, cujo rol sgrá extre- mamente importante no prelú- diq de um contato global com os nessos correspondentes cós- | micos. | na | “ Um relatório da Argentina dando colita do último Con- gresso Internacional de UFOlo- gia GafFAECE (Federação Ar-| gentina de Estudos Científicos | Extraterrestres), em dezembro | de 1984, menciona uma confe- | rência, a do UFÓlogo Luiz Pa- | checo: “Fenómeno OVNI: ia distorcion de la temática” na quai este pesquisador falou de famosas: fraudes, em primeiro lugar, à dos falsos contatos de Eduard (Billy) Meier.
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deiro pe »! Why is Meiers playino no role of ds dr Stevens use à J x cipai of the U la Capri . é i Meier. Será ent ould be many desiç da CIA? n documento militar le, e - não O CO: jetos quase idênticos 205 atado pelonês. Por ou- , não podemos omitir » muito anterior- mente ao seu primeiro contato, com Orthon, seu amigo venu- siano, em 1952, já havia publi- 1 livio de ficção cier Pioneircs do Espaço” via eventos e detalhes — viczky o E mais, 3 pesar dist id pessoal, Seqlentemente renroduzi . Nequentemente reproduz acompanhãgo por do pes seus contato: dos” supost vistamentos € - contatos na Suíça; Os modelos es- a E : ial empregado nã creveu toda a verdade em “Os o Das o cen Niro ne construção dos'modelos de DY Discos Voadores Aterrisaram” e nor causa de seu dito mer que por causa de Res HS “Meier; O conjunto de tudo isto, ego, e talvez por influência dos a figura nada recomendável do re y “ a- Aas a i distorcido a verdade e se torna tadas em seu próprio pais fai do memiroso em s; UiTOS zem com que este caso, dito das versa figura do Adamski conti nuará a ser colocada na berlin- cos nos livros escritos depois de quisadores, aos' kocáis exatos de papelão, a descoberia de tor ão doom =! achados no paio! da casa de ios extra-terres' tenha 3 próprios extra-terrestres, tenha Cel. Stevens: As críticas levan vros. Seja como for, a coniro- Ro . = oO o Elélades + Se torne areitóne) da até que algum fato novo ve- O ia definitivamente. Escolhi o caso Adamski, um caso padrão de contatado, um confronto com o atual lêiades, porque sei que À muitos vão dizer: “Lembra-se CAUS tenham “demo onstrad ido. Nos meus le trinta anos de pesquisa voiu UFOlógica, a anáiise do os nos como foi combatido o coitado quanio seja perigosa e temível foi sempre uma prioridade. E - cidadão polonês. s do Adamski, eelediziaa verda- — interferência da CIA e de o os erros cometidos pelos pró- cujos c contatos com os supostos de”. Questão de opinião. Mas tros órgãos Roreendiraeniedo : o o ; agui no uito norte-americanos na pesquisa prios pesquisadores entram aqui nó it y ste ainda um mbém nesta conta. Haja vistô lementos dife- te e-é raciocinio e à poucos, como autos o caso Adamski, no qual verda- contatados, por ções s são O Outras, as Bência nos levam a colocar ur e entrelacam d onratados, por se de f Um de e mentira se entr açam de dânca de personalida de, o ponto fi nai, 1 um limite... O imii tal modo que-a posteridade ses, Rs te do t os documentos ane- ta de William a dividiu em dois ai ADOOS: OS pró- & a o afastaram de s eosar o a gos. Afirmam Omprov: ação jurid! ica é . TO c gnv? FA Story” (A ceiro e uma pi 3 vubli no: em + rea e da), blicáda na Tmglat erra, de: pesquisa UFOlógica brasir autoria de Lou Zilisstag (sobr nha de Carl G. Jung) e de 7 À olabora intensamen; mothy Good, coloca a questão . grupos de g de manera objetir e no exterior, coma a vida de Adams O, CUFOS e FSR, é dire: lacionamentos h tora do Centro de Investigai fim o leitor chega a per: untar ção Sobre a Nattnazo do “oi tudo mentira, parcigimente Extra Rjoreros (ei SNE jere mentira, ou tudo verdade o que ele dizia? Pela qual e dos boatos que correram, hoje os pró-Adamsicianos vencidos da total ve seus pronunciamentos, que ele foi recebido pela Rainha Guilhermina da Holanda Papa, que lhe ofereceu uma
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. Dando continuidade à “Galeria dos anos 40”, apresentamos a seguir, uma €x- traordinária ocorrência, acontecida no ano de 1947. E . . Corão deve ser dó conhecimento geral, foi em 1947 que surgia o termo Disco Voa- dor e qualquer acontecimento relativo âquela data, possui uma importância tuda especial. E Por outra parte, parece ser a pri vez que é observado nos céus do Brasil, uma esquadrilha de Discos Voadores. eira CASO 07 DATA: Novembro de 1947 HORA: 13:00 LOCAL: Tupanciretã, Rio Grande do Sui O Sr. José Pereira de Miranda, residen- te em Santa Maria, por ocasião da nossa pes- quisa, em 1980, com 64 anos de idade, num dia exato que não recorda, mas que crê ter sucedido no mês de novembro de 1947, na ocasião do importante acontecimento, viaja- va num trem, como sargento, na companhia de mais colegas de farda. . Fazia parte de ui Jelegação esportiva militar, que seguia com destino à cidade de Cruz Alta, para participar de uma Olimpíada Militar que iria ser realizada naquela cidade gaúcha. Quando o trem em que viajava, no qual seguiam vários militares e muitas outras pes- soas, chegou na Estação de Tupanciretã, te- ve que fazer uma longa parada, pois ante- riormente tinha havido um descarrilhamen- to, interrompendo por três ou quatro horas o tráfego normal da linha percorrida por seu trem, Naquele momento, centenas de passa- geiros desceram do trem e se espalharam pe- la plataforma da Estação e redondezas. En- quanta isso, Os passageiros, uns-mais do que outros, estavam impacientes, aguardando já, há tanto tempo a partida do trem. De re- pente, no meio daquela multidão de pessoas, composta de militares e civis, alguém deu o inesperado alarma, sobre o que estava vendo lá no céu. A notícia, como era de se esperar, correu depressa, se espalhou com rapidez, e centenas de pessoas ficaram olhando para o céu, para verem a insólita e rara aparição: 20 CETLOCA NACIONAL & | »a Arrais pacas os recente- res, numa a observação no conti- americano, no Br: ela importante testemu- ação composta londos, ceslo- idade le nha, tratava-se de u de cinco ou seis ay cando-se no céu oeste para este, n Voavam não m 1.000 metros menos bem-p: e acima d enxergá-los, nhor - se algi os o naquele mo Aqueles «objetos voadores pos: forma de “pratos de boca para baixo” e ti- nham cúpulas na parte central superior. Rodavani sobre sifmesmos. De acordo com o Sr. Miranda (hoje sendo tenente refor- mado) estes discos voadgres poss 5 metros de 'Giâmeiro ou mais. acinzentada - como aluraínio envelhec am ensre si, uma d culada pela testemunha, em cerca de 10 metros. Viajavam todos na altura. Toda a observação durou de HORA: 21:35 LOCAL: Colônia ca 'JUC, Itanhaém, S. Paulo . Conta-nos o Eng. Químico Sr. Bernar- do Della Rocca, de 58 anos, residente ne dade de São Paulo, o seguinte episódio por ele presenciado assim como por outras pes- seas: . “Nós fomos à Colônia de Férias da JUC - Juventude Universitária Católica - lo- calizada no Município de Itanhaém, no lito- ral Sul do Estado de S. Paulo, com uma tur- certa noite de julho de 48, nós nos encontrávamos naquela Colônia de Fé- | rias (o Eng. Bernardo frisa que naqueia épo- ca ainda não havia luz elétrica em itanhaém e tudo era iluminado de noite, na base de ve- la, lamparina, etc.) e então - prossegue esta imporiante tesfe: ha - resolvemosir a pé a cidade, que era pertinho. “O total de nosso grupo era formado por vinte e oito jovens, mas apenas seis resolve- ram ir até a cidade de e eu encon- nire estes. e a caminhada, rumo a cidade, em certo momento fomos surpreendidos por um Objeto iuminoso circular, pairando so- bre as nossas cabeças. * “Po uma luz de cor violeta na e midade e mais internamente tinha, a luz, a | cor amarei . Era uma luz intensa, limpa e | bonita - frisou o Eng. Bernardo Delia Roc- | “Dava para ver bem, pois ele deveria estar acerca de 100 metros de altura”. | Aquele Objeto luminoso estava parado e ado e todos puderam teftemunhar aquela insóli- ta aparição noturna, e não esqueçamos que cerca de um ano antes o termo “Disco Voa- dor” tinha sido criado e notícias referentes a | estas naves ainda eram relativamente raras, pois, foi a partir de 1954, que estas aparições tornaram-se comuns e o importante tema passou a ser ventilado mais intensa e defini- tivamente e passa a ser dotônhecimento pú- blico mundi | 1a Prossegãe aquele engenheiro; “Então| nós olhávamos aquele Objeto epensávamos, | inicialmente, que aquilo era alguma coisa da Marinha. Alguma coisa assim, porque nin-| guém, até aquela data, havia falado em dis-| cos voadores. Em nada parecido.” | Então o grupo de seis jovens do qual fa-| gia parie o Eng. Bernardo, “prosseguiu na curta viagem até a cidade de Itanhaém”. n Depois, aó voitarem para a Colônia de Férias, apés ter transcorrido cerca de uma hora, notaram todos que os outros colegas que ficaram na Colônia também haviam ob- servado aquele misterioso objeto voador,
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n todo o mundo limita-s ta ado depoimentos de con se conhe Ss nptuiiás, pois a no toma consciência do que reaim são esses E cp Assim pode: eremos vê- tos s mais variada s possiveis Há 25 5 anoE assados iniciamo-nos na UFOlogia. Primei- ramente começamos a ler obras sobre o as- sunto e coletar notícias em jorn: a porém em 78, quando vi OVNIs urso são us mais comuns um ponto de cenvor: de 20 noites dag s no mês de setem pb à sem Contudo er dita coisa. Porém em outubro, come- sapu legas vivemos cerca de i horá sa, tom uma luz o S sotetim Cosmon Sir asianigoitãs; s do Grey. de di que proturaremos transm dia o assunto e easvi
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“+ EM Que » Muitas vezes vê-se apenas um clarão es- branquiçado no topo de uma serra ou até em outras cores, branco-azulada ou avermelha- da. Ali pode estar um OVNI pousado, como costumeiramente o fazem próximo de pe- quenos matos. No entanto, se daquele cia- rão sair uma ou mais luzes avermelhadas e vagarem por alí, podem ser sondas. Os OVNIs, a noite, também podem ser vistos como um só farol semelhantes aos de nossos veículos rodoviários, na cor amareia- da. isso deu origem a história do “'carro fan- tasma”. Um veículo que trafega pelas estra- das e pois sumir misteriosamente por locais inacessíveis ao tráfego rodoviário. Em muitos municípios brasileiros se contam estórias sobre esse carro, que nada mais é do que um OVNI voando a baixa altura sobre “e ou segi uma estrada. Falam- -se também em “luzes fantasmas”, que é a mesma coisa. Já tixeros a oportunidade de ver OVNIs em forma de uma bola oval ou esfera, da cor de um ferro em brasa, soltando ou não fagu- lhas na sua movimentação no espaço. Certa vez vimos um em forma de esfera, do tama- nho de uma bola de futebol levantar em vôo vertical de uma serra, pairou no espaço € lo- go apagou-se, desaparecendo na escuridão. Num a istamento, numa noite eácura, eo OVNI a bem distante do local, voando mode- e ese emslhame a uma estrela média de cor azulada. Segundo alguns observado- res, algumas vezes, notam-se ruídos seme- lhante e chiado, quando o OVNI está próxi- mo. Pode também haver um estrondo prece- dendo o chiado. Muitas vezes os OVNIs acendem um ho- lofote rumo ao solo por alguns segundos, desligando-o. Isso deu origem a muitas his- tórias sobre assombrações, principalmente quando o observadoi está no campo de ilu- minação do holofote. E o qhiado e o estouro ntecedem à iluminação. Nos aitos de serras costuma-se ver tam- bém luzes avermelhadas, que ali ficam va- gando até por horas. podem:ser sondas ou naves tripuladas. Elas fazem rhavimentações em sentido horizontal e vertical, baixando e subindo sobre a serra, para a frente e para trás. Às vezes. apagam-se e podem surgir mais adiante ou atrás, ou então baixarem atrás da serra, desaparecendo. Algumas vezes podemos ver luzes seme- lhantes a um meteoro, subindo em diaga-: de uma serra, rumo ao espaço .. ma veloci- dade incrível. Ou mesmo descendo na dire- ção de uma serra em diagonal, mas isso tem que ser muito bem pesquisado pois senão poderemos confundir-nes com meteóros, no caso da descida em diagonal. Numa noite eu está limpo de nuvens e sem luar, poderemos ver OVNIs cruzando o espa- ço numa velocidade incrível. Eles apresentam-se como meteoros, mas num vôo reto deixardo um rastro esbranquiçado. Certa vez vimos um desses que surgiu a leste e cruzou 0 espaço rumo a oeste numa veloci- dade incrível, deixando um perfeito rastro esbranquiçado de um horizonte a outro. Fi- camos boquiabertos com tamanha velocida- de. . vagam pelas grotas, barrancos, podem espaço e dei) esbranquiça podem estai de amarelado, que se apaga in: Em alguns avi s já como estrelas lhada, imóvei aquela estreia sum vens, é claro que ele « ção. Podemos vê-los também « grande estrela azulada n de moderada, cruzando to a maioria das pes noite, com OVNIs descrever o engen iho lhes a visão. E quan to perto o observad porária. Seus oiuos f lhos, Jac Ê ou mais d repente stantaneamente. idemos vê-los arelada ou averme- repente notamos;que ira tem- e verme- te, por dois não podem . Esses contatad fixar a vista diretamente a claridade naquele 1 período e aig' sofvem dores de câbeça, in- disposição em todo o corpo, etc - As luzes eseNtNis emitidas pel zir choques elétricos e até desmaiar o obser- vador, conforme casos que já pesquisamos. Todos eles são unânimes cj luzes dos OVNIs delas os observad Quânio à quiads -ou im- jos em locais screditamos que essas rseses em o locais e aç: ão q p ei imprem á risca. é ficam escêndidas e automaticamente e o, fazendo pesqui- naves mi sondas ficam até nentemente elas são vistas -nascor vermeiha, pequenas luzes que campos e uito comuns no algumas deizs podem o de diâmeiro ou de a forma utilizada. istem muitas | de luzes que entra- ram casas adentr aíram por uma ja- nela etc. As sondas god ser vistas sem as naves tripuládas e quando se vê as duas, as primeiras são de cor vermelha e a outra um ter apenás imento, compri farol amarelado. Os OVNIs anualmente vol- tam aos mesmos locais na região de Passa Tempo-MiG e acreditamos que seja para plantar ou recolher sondas, pois nesses lo- não há aparentemente nada que possa essar, pensando como terresire. cais lhes inter Mas todas esses experiências que tivemos ainda não exprimem uma parcela do que ocorre nas noites de nosso Brasil. Eles pes- yuisam toda a parie e é preciso que nos aprofundemos cada vez mais e mais, para que possamos descobrir o que lhes interessa e o que pretendem. No mais as vigílias no- turnas são fascinantes, pois o contato com a noite e o céu estrelado nos leva a crer que so- mos seres criados para explorar essa maravi- lha que é o Eosmo <a» CRM UFOlogia, sarapsicologia, . a Antroposotia, Pirâmides, Hipnotiem Maçonaria, Rosacrucionismo, Eubicse, Radisstesla, Cromoterapiar 1 terapia de Vidas he SS incidente em 4 OVNIs as pr Extrateftostros. As Dimonsies das Extraterrestres. Situação Alsrtar O Novo Cerco dos OVNIs. UFO, Triângulo das Bermudas o AliaAtidal ie. As Mensagens: dra ras Cravaílss Sé ea ODiwvemque ds Deuses Chegaram udleniaa CJ lou eq Oitavo Contink : Para obter seu livro através do reemijo: so'postáljescreva à ESOVERA LIVRO fornecendo os túlos: desejados, junto ao seu nome aaa “endereço pp tai atualizado finciú: usive CEB, Ouilivros serão despachédos; de entro de'uma'be Cano a a JEM : É CESPÉRM O: PARÁ OBTER E “O vao: ecl DESE A PELO GIA NACIONAL, & INTERNACIONA
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Is e IVULGAÇ o Os eventos Nos últimos meses é crescente o número de eventos UFOlógicos que iem ocorrido em nosso país. Somente nos meses de maio e ju- nho, três grandes eventos tiveram lugar -dois sobre UFOiogia e um sobre Parapsicologia (mas com uma grande abertura e participa- ção da UFClogia nacional). UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL esteve representada em ambos, e narramos agui al- guás detalhes de cada um, respectivamente ocorridos em Santos, Belém e Brasília. SANTOS Em Santos (SP), realizou-se com suces- so o 2º Simpósio Brasileiro de UFOlogia e Exobiologia (SUFOEX), dando sequência ao anterior, ocorrido em São Lourenço (MG), em 84. O SUFOEX foi organizado pela + Academia Brasileira de Paraciências, Ea do Boletim UFO (Caixa Postal i (Moema), 04.093 São Paulo (SP), tendo a frente Philipe Piet Van Putten, José Roberto Moura da Costa e Eli Cardoso. Cerca de 250 pessoas assistiram a conferên- cias e projeções de 8 conferencistas: Carlos A. Reis, Claudeir Covo, Bli Cardoso, José Roberto M. Costa, Marco A. Petit, Phillipe Van Putten, Roberio Pereira de Andrade e AJ. Gevaerd. Os temas apresentados foram os mais variados, todos dando um embasamento sé- rio e objetivo ao assunto. Phillipe Van Put- ten, organizador, discursou sobre Exobiolo- gia e possibilidades da vida exoterrestre. Mostrou os parâmetros para a existência de vida alienígena e como se encaixam tais pa- râmetros deniro do embasamento UFOlógi- co. Carlos Reis, já conhecido de nossos lei- tores, expôs um brilhante trabalho relacio- nando Jung e a realidade subjetiva de um mito: o Fenômeno UFO. Sua exposição ba- seou-se no livro de Jung a este respeito (Um Mocerno Mito de Coisas Vistus no Céu). Dentro do embasamento sócio-psicológico, também apresentou trabalho o UFÓlogo Jo- sé Roberto Moura, co-editor do Boletim UFC, tratando das implicações sociais oca- sionadas pelo Fenômeno UFOlógico . Na área técnica, Claudeir Covo, espe- ciuista em análises de fotos de UFOs, expôs =-a minuncioso trabalho sobre enganos c er- ros de interpretação em fotos UFOlógicas atualmente aceitas. Com slides de fotos re- conhecidas há dezenas de anos pela UFOlo- gia geral, Covo mostrou pontos de fraude e ds engano involuntário na identificação de fotos de UFOs. O editor da revista Tecnologia e Defesa, Roberio Pereira, também colaborador de Planeta, apresentou uma exposição sobre os prováveis métodos e sistemas de propuisão que poderiam representar os segredos dos deslocamentos de OVNIs. Já falando sobre 28 UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONA 2 Eu ERA À mesa de conferencistas de “e FOEX em debates com a platéia! » o aspecto histórico da uroloia, ae Eli Cardoso apresentou um trabalho so- bre incursões UFOlógicas no passado pré- histórico: UFO-arqueoiogia. . - Marco Antonio Petit, UFÓL jogo “presi- dente da Associação Fluminense de JFOlo- gia (AFEU), expôs longamente o conhecido Caso Meier, segundo o qual um camioneiro suíço teria e tem contatos com OVNIS. (vide UFOLOGIA nº 01 e sua conitrapos ção, q presente stição). Sobre o aspecto casuístico | da UFOlogia, mais precisarsente sobre sua influência no desenrolar da compreensão e atenção pública .ao fenômeno, falou A. J.| Gevderd, apresentando dezenas de docu- mentos UFOlógicos obtidos de vários paises, proyan ndo suas participações no sigilo que | cobre o assunto. “Em Belém tivemos um evento mais re- servado « um público selecionado, promovi- do pelo Instituto Amazônico de P Espaciais (LAPE), liderado pelo con colega Antonio Jérge Thor. O Evento, 3º Simpósio de UFOlogia Avançada, contou com a presença dé A. J. Gevaerd, Antonio Alves Ferreira e Thor, além de integrantes do IAPE e do Instituto de Pesquisas Parap- sicológicas do Pará. Ocorreu nps dias le 2 de junho, suscedendo a um breve curso UFOlógico de três dias, onde uma vasta ga ma de aspectos foi tratada. Em especisl, Thor expôs os avanços da Ur FOlogia no se- tor conhecido como “avançado” e as pes- qui amazônicas € seus resultados. Autor de vários livros sobre o assunto, Thor dis- correu igualmente sobre o interessante tema dos elementais (ligados à UFOlogia). Já An- tonio Alves Ferreira, conhecido jove normal maran ihense at Rio (está sendo Investigado Pelo Dr Amaral Machado, sua esposa: “Dna, Gléi equipe do Ins: do Bio de Janeiro), apre dos que executa, t o mréira mostra O produto oderes.. “+ +.
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« Continuação da página 26 «80 Planeta Proto: Riaus, Telione e Crosis. Na oportunidade, Antonio narrou seus en- contros e demostrou habilidades paranor- mais, entortando colheres, garfos, exaiando perfumes, etc. Ainda em Belém, Gevaerd discorreu so- bre UFOlogia cientifica, sua aceitação é li mites, e a intromissão governamental na pes- quisa UFOlógica, através de documentos comprobatórios de sigilo exigido a testemy” e ante as posições à tros centros grande im CRAÁSILIA. Em Brasília nos dias 5 à 9 de junho, NEOLOGIA compareceu ao 4º Congresso Erasileiro de Parapsicologia, 1º Encontro Nacional de Pesquisadores no Campo de Parapsicologia, Psicotrônica e Psicobiofisi- cae 3º Congresso de Medicina Natural, pro- movidos com notada organização pelo Cen- tro de Estudos Psicobiofísicos de Brasília, tendo endosso de entidades do porte & Geração Brasileira de Parapsicologia e in tuto Nacional de Pesquisas Psicobiofísicas Stand de i Tecuemiro, General Uchõa o Gevaerd. de Curitiba. Ainda quê num congresso pa- rapsicológico onde reinou a ciência, a UFO- logia, sob nome de “Espaçologia” brilhou em um dia inteiro de apresentações dos pes- quisadores Luiz Gonzaga Scortecci de Pau- la; Antonio Jorge Thor, A. J. Gevaerd, Laércio Fonseca, Maria Célia Teixeira e ao Machado. “Do lado parapsicológico, detentor do evento, personalidades como General Alfre- co M. 1. Uchôa, Octávio Melchindes Ulys- carique Rodrigues, Jcão Pio de Al- ado. iara.-Kern, Hernani Guima- “Pricto-Peres, América P, Mar- Eliezer C. Mendes, Cláudio Caparelli, | estiveram apresentando os mais diver- sos temas, Go Homem do Terceiro Milênio a Curas Paranormais, das Artes Marciais Chi- «Aesus à Pintura e Música Mediúnica. Foi um grande espetáculo, organizado a altura por Maria da Glória Freire Meira, do CEPSI, uima:reconhecida parapsicóloga. Sem dúvi- dás; “este evento foi uma demonstração à UFOlogia de coro esta deve se organizar. O er SLOGIA no Congresso de Parepsicolegia do Brasilia: º icionamento, a normalida ide caor Za- o deste evento parapsicológico, ao contrá- io do que ocorre em 90% ais eventos UFO- lógicos - como . Gevaerd lá - foi uma lição a s: dica. A UFCiogia de- veria buscar na parapscologia muitos méto- dos, muitos méritos, ordem-e até mesmo éti- ca, isso u provado em Bra . Parabéns ao CEPSI, e a toda a equipê do Congresso. Foi um grande prazer estarmos aí. f ç T um à crDV Foto do Arquivo vArquivos oro Foio Gevsardi ETá | RACÇHADO Com pesa: E pro à esgotado ez mente uma“ x Discos Voadores, Misteribsas Na para escrever um ! da muita tristeza, vemos seu falecimento, mas guarda- | mos seu exemplo de vita lidade, persistênciare lealdade aos fatos. , O prof. Fulipeicsquerda) ao lado do Ce! Schnoide:, ambos grandes urólogos «| gaúchos. Foto da 1.982. s |
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Celso del Oiogia Científica Erg e fp , Arisma: , Ciaudeir Covo, Ph o a VIDA SE Po rÊ: Dos grandes UFÓlogos bra-" sileiros qc têm contribuido para m esclarecimento maior do Fê- nômeno UFOlógico, muitos me- em nossas homenagens ereco- nhecimento, mas um em € ial especial merece o UFO PERSON ALI DADE desta adição, que já lhe é conferido tardiamente: José Vic-, | tor Soares, diretor da Irmandade | Cósmica Cruz do Sul (ICCS) de Gravataí, Rio Grande do Sul. Victor, como é conhecido ionalmente e tratado afetuo: e por UFÓlogos tanto da nova quanto ca velha guarda, é um grande homem, ua: grande UFÓlogo e, sobretudo, um gr: de amigo. Sua persistência na pesquisa UFO lógica, sua lealda- de acs fatos, e principalmente, sua paixão pelo assunto fazem deste nosco amigo, não apenas | um simples JFÔlogo, mas sim . verdadeira instituição de isa UFOlógica”. Seus ar- os, suas pesquisas (a maioria da até no exterior) e suas incessantes investigações de com po, onde victor se sente realmen- te à vontade, fazem dele um dos . mais completos UFOlógos brasi-. iSiros. 30 2 FOLOGiA NACIONAL & IN NR em julho na capi pietos eventos UFOlógicos dos últimos Núcleo de Pesquisas UFOlógicas (NPU), 1 lider ado pelo ÚEOlo. go Rafel Cury. A data e o local do evento são prada dias 24 à 28 de julho, no anfiteatro da Reitoria da Univers e derai do Paraná (UFPr), “onde, há exatamente 10 an o histórico 1º Simpósio Internacional de UFOlogia, Dean n por Irene Granchi e com a presença inclusive do Dr. Hynek. O temas UFOlógicos e parapsic NPU e Rafael Cury tem sg antecipado a tal'ponto em sua orga- O evento conta com o apoio da Prefeitura de Curitiba, Fa- | nização que é possível que vejamos quase uma repetição do “a culdade de Ciências Biopsigui Revista PLANE- grande feito do Simpósio Internacional. “TA e terá cobertura total e exclusiva de U É atual a complexidade do evento que o NPU selecionou os. NAL & INTERNACIONAL. As inscrições e informações pode- rincipais temas que atualmente se discutem na UEOlaéia m mun- * diat, dosou-os com uma boa versa I que variarão desde a pesquisa téc preços dos ingressos: Individual Cr$ 50. ra Auta (por dia) | ções filosóficas de grande profundidade, C: = is 000; era €r$1 EO 000; di Grao de 5 pessoas Cr$ 250.000; | deiro “elenco” de UFÓlogos para expô-las: (na ordem do pro- Univ : recer e conferi | grama) Victor Pre D: isso, Carlos Reis, Jaime Lau- o jião de uma grande B. Dias, Adilson Machado, Carlos Vie ipe Van Putten, A. J. Gevasrd (UFO- | paranaense um dos i, Masco À P: etit, Cmte é Pitas 6 Gen pr Eugênio < de e Melio. T Além cêste elenco, haverá e; ental de-pesquisa, audio-visuais, ci de UFOiogia e | cologia e a presença especial de Fábio Zerpa da Argenti- | Ao todo, 19 con pone abordando os mais fantásticos radores* desta tos e material izado LOGIA NACIO- [| idas através do fone-(04:) 233 2573 ou Caixa Postal mos ser o rão 1366, 80.000 Curitiba (PR). No local do evento, serão assi sentações ra Gongal- nto! ng e SBADTO vo à Nesta O 7 q A organização que di a sua dedicação é responsável raise nais, cedia a co- “ Irmandade Cósmica Cruz do Sul e por mais de 600 investigações de luna “História dos Discos Vca- (ICGS), foi fundaca Z0 de: campo que alia, mais de 100 dores no Brasil” de UFOLO- agosto de 1967, sendo, portanto, publica açõe GIA. Seu endereço para contatos na das mais antigas do Brasil, ' entre é: Caixa Postal 72, 94.000 hoje agrupando inúmeros cola- * Arre atado por um OVNI”, ou Gravatai-RS, ou Rua São Borja boradores espalhados pel6 5 pais e mesmo as tantas ocorrências de 333, Rancho “Cruz do Sul”, em *no exterior, A e susesdeuao Alegrete a e ele fez conhecera Grovasai Todos são benviados “antigo ce extinto ar OV: n em sua casa. po independente de Pesci . isãs de Discos Voadores Prezado amigo Victor, ece- OVNis : também prio sua, CPDY) no RS, assim como de ba nos: : sinceras € tardias ho- que viria “a ipansforze i-se em rias outras organizaçõesnacio- — menageas: 4CCS como um resultãdo de sua 7 associação com UFÓlvgos ar- gentinos à frente de HCCS, Her-+ mandad Cósmica Cruz del Syz. Victor é um homera prático +. e objetivo em suas atividades. É - imigrante açoriano e estã o :E ode o Bra asil. Victor é, também, resentante Centro para sil mais da metade de suq vida. Já Já nos Açores começou a pesquisa e a paixão pela UFOlogia mas, tantos anos depois de viver no, Brasil e após tanta contribuição», prestada à UFOlogia bya stleira, Victor pretende v tal 8, se iSso ocorr um dos nossos me res: nosso homêônagsado . -
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DOCUMEN KO ARX. Lt p 6/83. FOTOS DE OVNIs DA FORÇA À Pela primeira vez na histó- ria da UFOlogia brasileira; fo- tos oficiais, sigilosas e Iégitimas de OVNIs sobre Território Na- cional são divulgadas. Tratam- se de cinco. fotos optidas por oficiais da Força Aérea Brasilei- ra (FAB) no Estado. do Pará (uma sexta foto não foi inclpida aqui por faita de nitidez), nos grandes registros de “ondas UFOiógicas” naquele estado, nos anos 77 e 78. A divulgação, inédita, des- tas fotos e do interesse explíci- to da Força Aérea Brasileira com relação ao assunto disco voador (assim como de sua con- fidencialização) só é possível graças ao esforço de um jovem e promissor UFólogo paraense, integrante do CPDV que passa, neste instante, a ser coiabota- dor de UFOLOGIA: Angré Gondim, do grupo Estudos Amadores de UFOlogia do Pa- Es rá (BUAP). André, que conhe- cemos em Belém no mês passa- do, durante nossa apresenta- ção, obteve estas e várias outras fotos e.documentos da FAB “através do respaldo de suas pes- quisas-no campo, reconhecidas pot aquela entidade. Ele nos ce- deu algumas das foios que ob- téve para que nossos leitores avaliassem até que ponto nos- : Equipe CPDV ÉREA BRASIL Colaboração EUAP As provas do sigilo em torno das fotos de OVNIs da FAB: ca » " os : o A | Colares, Pará, 1977. sas Forças Armadas têm se en- sajado na pesquisa UFOlógica. É miis que claro que o ra- +, tamento“ sigiloso prestado ao, assunto, como está cafacteriza- do nos carimbos padionizados da FAB, impressos nos versos . fas "fotos (formato , postal preto-e-branco, brilhantes), pa- rece mais um processo rotineiro de prevenção de divulgações - & EUAP: Travessa Humaitá 552, casa 13, 66.000 Belém (PA) 10 UFOLOGIA naCIONAL & INTERNACIONAL 4 [CONFIDENCIAL | EIRA (FAB) E...
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« pria Aeronáutica que pesquisou e documer- tou a onda de 1977, não soube precisar a ori- gem e a finalidade do fenômeno. Todos se perguntam: de onde vieram, que queriam e» quem eram eles? A pergunta se repete e as aparições também. O CIPEX quando esteve presente no Pará pesquisando a onda do - “Chupa-chupa” recolheu uma série de de= poimentos de pescadores, aviadores e vera- O ar nômeno Ui o “Bacontrávamo-nos pescando de barco próximo a ilha de Colares(PA) juntamente com meu irmão e o nosso amigo Afonso. Deveriam ser umas três ou quatro horas da manhã. Enquanto aguardávamos a maré pa- ra prosseguir a viagem de volta, nossa aten- ção foi desviada por um objeto bastante lu- minoso e cintilante que aiçou vôo na vertical por detrás da mata da ponta do Machadi- nho. Era bem maior que uma estrela de pri- meira, .prandeza e emitia uma luz amarelada. Deslocot: se rapidamente, na horizontal, pa- ra o meio da mata da baia. Ali parou aiguns segundos. Desceu e subiu várias vezes e cus parou na horizontal realizando um vai- o em. Em várias ocasiões, ele apagava a luz assim ficou realizando uma série de volto ções até o amanhecer quando desapareceu da nossa vista”. Assim relatou ao CIPEX, João Carlos a sua experiência e nos confir- mou que ainda são frequentes tais av mentos-aa-região. Na ilha do Mosqueir o(PA) tamoém vi- ria a ocorrer num curioso avistamento durante a semana santa de 1984. A jovem Rusilene Valois dasSilva (20 anos) juntamente com outras colegas encontravam-se em retiro no Colégio N,Sra. d'O quando às 13 horas, da janela daquele instituto, viram um enorme cilindro voador. Era totalmente preto, não tinha luges e nem tão pouco janelas ou qual- quer dêBsihe na sua superfície. Voava lenta- nistas que confirmara: naves no litoral paráense. A Baia do Sol, área “epidêmica” onda “Chupa-chupa”, cortinua sendo is joe ca. preferido pelos OVNIs. 1983, o agrimensor Joãp Carlos Santsgo Gama (29 anos juntamente com seu | Ronaldo e o ahítgo ffonso Celso nharam durante, de um OVKL. a presença te: mente e sem r posições, ora em pi rando. Veio na direç mo ignorado “Rysilene to refletia a luz solar e est cm o comprimento papa rer Caso semelha: straria meses de- pois com o piloto civil Alberto Pinio Vieira que conduzia três pass: ageiros no seu mono- motor Carioca-710 (EMBRAER) de Sou- re(ilha do Marajó-PA) a Belém. Sobrevoan- do a Baia do Guaruja, a poucos quilômetros o ilha do Mosqueirc, pôde observar a sua nte um objeto escuro que se dirigia na sua Fed Começou a desviar o avião para a direita c a medida que realizava essa mano- bra aquele objeto chegava mais perto e sem- pre na sua direção. Preocupado com um possivel acidente < ....o entendendo o que se passava com aquele “avião”, mantinha-se atento. Segundos depois um enorme preto cruzava a 100 metros a sua asa esquer- da. Todos foram tomados pelo susto é v quando desapareceu velozmente na direção de Soure. O Cilindro possuía suas extremi- dades bem arredondadas e na parte superior havia três saliências e o aviador teve a im- pressão de ter vistq estranhos símbolos dran- cos na sua superfície. Curiosa era a disposi- ção como se deslocava: voava inclinado(20º - 30º). Deveria ter de 10 a 15 meiros de com- primento por 3 metros de altura e não cau- pé, orà deitado, sempre gi- o do colégio tomeu ru- rcebeu no o obje- imou entre 86 a 90 nie do objeto. i2. UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL Ilustração Daniel Rebisso/Arquivos CIPEX » Ovni observado peio piloto Vieira no Paré sou nenhum ruído, nem houve qualquer im terferência nos comandos Ga aeronave. O objeto voador se ençontrava a 3.500 pés de altitude e seguiu firimegua rota. Vieira con- fessa n que dessa vez não iêve dú diante de um a O aviadór 1 Irdeberto Ferreir a da Silva (46 anos) também viu OVNIs-nos céus do Pará. A primeira vez que observou um foi em outubro ou novembro de 1983. Na ocasião vinha pilotândo um “Carioquinha” (170:NTM) de Macapá a Bgém. Ferreira conta: “Estava a 2 “S00"pés e já desejam “ 14:30 ou mais quando a-minha frente - milhas - cruza um imenso '“vagão”” de uns a metros de comprimento cheio de janelas la- terais e estas emitiam luz branca. Notei que o corpo do objeto era metálico, mas foi rápi- do, pois logo desapareceu entre as nuvens. Ten- tei comunicação com o rádio mas não obtive resposta”. Em dezembro de 1964, novamente o aviador Ferreira volta ver pela segunda vez um OVNI. Dessa vez foi na pista-de Soure. Eram as primeiras ho- ras da tarde e aguardava um passageiro com o seu Cesna-172. Encontrava-se conversan- do com o Sr. Almir quando o guarda-pista falou “olha um avião!””, Vinha rápido e pa- recia que ia pousar. Já bêm próximo da pista mudou de direção e foi rumo a Belém. “*Aquilo não era um avião militar nem civil, parecia mais uma ponta de flexa e tinha ve. | locidade incrivel” confessa Ferreira. Outros casos poderiam ser relatados en- volvendo aparições de OVNIs no Estado do Pará, porém a finalidade deste artigo é de-| monstrar que essas naves continuam a cru- zar 9 espaço aéreo paraense e a realizar in- cursões por todos os seus raunicípios, mara- vilhando e assustando os moradores locais. Todos os casos acima ilustrados foram pesquisados junto às testemunhas e nas ilhas de Mosqueiro e Colares). ida que É: teve Daniei Rebisso'Giese é colaborador de UFOLOGIA e membro do CPDYV no Paraná. É diretor do Centro de investigação e Pesqui- sa Exológica (CIPEX) e atua intensamente na área casuística, tendo feito levantamen- tos UFOiógicos imporiantes no Pará, Para- ná e Santa Catafina. Enderaço: Caixa Postal . 156, 80.000 Curitiba (PR). ) So lustração Daniel Rebis: Arquivos CIPEX ter agreditado em OVNIs mas | a ter oportunidade de |
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ARX. dia po, / q) = 43
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ram-no para o interior do aparelho, e o sol- taram lá dentro, numa saleta feéricamente iluminada. Depois levaram-no a uma ampla saia de forma oval, com as paredes pratea- das como de metal polido, intensamente “iluminada por uma infinidade de pequenas lâmpadas quadradinhas, embutidas no me- tal do teto”. À luz era branca, fluorescente. Havia uma coluna metálica, roliça, bem no ceniro do compartimento. Ao lado, uma mesa esquisita, rodeada de cad s girató- rias, sem encosto, tudo do mesmo metal branco e polido. a do nariz, soa d claros por trás de dois vi ras redondos o- mo lentes de óculos. Da parte de cima do da pacete saiam 3 tubos redondos e prateadós, um pouco mais finos que uma mangueira d de jardim, e se embutiam na roupa, um no meio das costas e os outros dois, um de cada lado se fixavam por baixo das axilas. Não havia nenhuma saliência que indicasse esta- rem os tubos ligados a alguma caixa por bai- xo da roupa. o As mangas do macacão eram tompridas e justas indo até os punhos, onde continua- vam por luvas grossas dá mesma cor. Tam- bém não havia separação entre as calças e os sapatos que pareciam ser uma continuação das vestes, mais aprese atavam solas grossas, com dois ou três Sejção: s de largura, e arquea- das parficima, darfrente . Todos Gs ftPsulantes aja à al do muita, uma espétte de escudo vermelho “do tamanho de uma rodeia de abacaxi”, que, e vez em quarido, apresentava reflexos lu- minosós. Desse escudo descia uma tira de ie- cido prateado ou de metal laminado, que se unia a um cinto largo e justo, sem fivela ou presilhas. e RAE RED AiRAT EXANINADO E APROVADO e Durante intermináveis minutos, per- maneci dê pánequela sala, seguro pelos bra- sos por doidos pequenos seres, enquanto aquela gente estranha me observava e con- versavara metr: respeito.. . Digo “conversar” como mangigo dé dizer, pois na verdade o que eu ouvia não tinha nenhuma semelhança com voz humana: era ganidos, geirament como uivos de cães...” Quando os “ganidos” terminaram, to- dos-os cinco agarraram Antônio e começa- rará a-despi-lo à força, porque ele resistia, lutava, protestando'e xingando em altos bra- dos. Completamente nu, Antônio ficou no- a ssar um liqui- 1, Porém dinhas” o **camaradinhas”” partimento bem r nos entraram, sentiu neriiiima a, apenás: a sensação de chen idos oaté a Fo do e subs usado, masecoloca - que: 9, de onde foi coletada 1 mais sangue cálice. Depois da operação, a gar da me A nhô ali mais den meia hora móvel que kavia na safa: uma esp rruito macio. Foi então, que ro estranho.e E a fica “e como se estivesse respira sse à Sh uma fumaça gr respiração, dando a impre: de pano pintado que e: Tops Examinando as paredes, Rio por onde saia uma o enta que se dissolvia no ar. O e eee para um canto da sala e vomitou muito! De- pois disso, a dificiildade de respirar passou, mas ele continuou um pouco enjoado com o cheiro. EXPERIÊNCIA BIO pós prolongad uma poria e entrou completamente nu: mo os outros tr embora de um tipo dife louros quase brancos, fiso pridos, com as ponias encaraco: dos ombros € repartidos no meic da cabeça. até que, não resistindo, correu rss , LÓGICA intervalo, abriu-se sala uma mulher o D vamente augustiado, sem saber o que lhe Olhos azuis, grandes e rasgados. O nariz era acontecer: reto, sem ser pontudo nem bitado, rem tá UFOLOGIA nACIONA RNAGIONAL tura fina ao o pequena, qua: senvolvidos c coxas grossas; pés peç mãos compridas e fi- nas. Os as eram normais. A pele be: de sargas nos! ços. Não tinha - nenhum cheiro, Apenas ““ehei ro, de mulher” E = a Se fechou sozinha. Fogo que a ase apróximou e A dor mulher entrou e, então, silêncios olhango-o como" se Aésej asse algu- i De repente, abfaoi- a, esfregan- a no seu rosto, d o colado apelo , alí,,côm aquela mulher me abraçando c dando e entender claramente o que queria, comecei a tie ar excitado... Isso parece incrí na Situação em que me en- contrava. Penso que o tai líquido que me e fregaram no corpp- foi a causa disso. Só sei que figuei numa excitação sexual incontrolá- vel, co: que minca me aco ceu antes. abei esquecendo tudo e agarre: a mulh orrespondendo aos seus carinhos com tros maiores. Fomos terminar no “iva onde tivemos relações pela primeira vez” Foi um ato normai é ela se comportava como qualquer mulher. Depois houve um periodo de carícias comuns, recíprocas, se- guido de nova relação sexual. No fim, ela es- tava cansada, com a respiração ofegante. Não o beijou nem uma vez sequer. “ Eu continuava animado, mas ela agora negava, procurando fugir, me evitar, um lado para o ou acabar com aquilo... Quando notei isso, es- friei também. Além disso, não pogiagãos conversar, pois eia não entendia o que eu falava e nem eu entendia os seus “ganidos”” illas Boas notou que os pelos que ela tinha nas axilas e no púbis eram bem verme- lhos, “quase cor de sangue”. Pouco depois a porta se abriu. Apare- u um dos homens na soleira e fez um gesto para que a mulher.saísse, mas, antes de sair, ela apontou para sua própria barriga, depois para O jovem fazendeiro e, com um sorriso, apontou | aimente; para cima, na direção Sul. A , entrou o homem trazendo suas roupas. Fez sinal para que ele se vestis- ” se. º
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té “Minhas coisas estavam tos bolsos, só faltando o isqueiro, marca E ro. Não sei se foi tirado por eles ou se dera durante a luta”. ENFIM LIVRE! bis ia t ir ro cer Poco UE E PR a fe as ASAS) Saímos para a sala grande, onde três tri- pulant es estavam sentados e ““ganindo” Havia sobre a mesa uma caixa quadrada, com tampa de vidro. Parecia um relógio; Antônio pensou em levá-lo para comprovar sua aventura é apanhou-o sorrateiramente. Um dos homenzinhos levantou-se de um sal- to, arrancou-c de suas mãos, con no empurrando-o para o lado e voltando a c: locar a caixa no mesmo lugar. no para fora, mos- or da nave, que per- plataforma estreita ente então o guia fez- ela escada e se afastar éia: solicite sua ade são ANÚB e rapresente-a em sua i ip ipação é important te que éa cosmonav E o encolher, os des essas Ea an- ce e tábuas” gs a O aparelho começou a elevar-se lenta- mente, enquanto as hastes do tripé subiam embutindo-se a parte inferior na superior, is grossa e esta no fundo da cosmonave, do do esse'que ficou liso e polido, sem sinal O se fosse uma só peça. Ao atin- gir uns 50 metros de altura, o objeto parou por uns instantes, aur sua a e q ENC & O A ad no pôue à testemunha, em estado de dedo excitação psicológica e e forte traumatismo es RU uUMo Os emocional, haver descrito com tal preci- : ua ão tib s do objeio tão seu o ER SE LER! são as dim s do objeio tão segura- ei 1] mente? Aparência externa e interna, pla- entou ainda m luminosidade e o zumbido. A cúpula come- o Fe a pPESt 4 Re. taforma, lêmpedas que se alternavam em Es bs Ny ul SAS. coua girar em velocidade espantosa, passan- Ro . : luminosidade e rotação, etc? : a | Jo a luz por várias tonalidades até ficar de y eg Eiade E arts o a si é 5! iá Ae di M eguestrado nos relata foi içad f k Ga à BS CÃ ; | um Vermelho vivo, quando a nave, num mo- sequestrado nos reiaia que foi içado Sad É á CPO | : por uma escada metálica, empurrado a a i UFOLOGIA NACIONAL & INTERNA- CIONAL começará, a partir do próxi- mo número, a publicar iniormações nto brusco, mudou de direção e partiu 7 Gui 1 contragosto para c como uma bala, rumo Su!, desaparecendo em poucos momentos. V O lavrador voitou para O trator. Quis li- velmente; deveria dispor de um sistema |” sobre grupos brasileiros de e í gar O motor e notou que esie ainda e: de absorção bem mais c complexo? sas UFOlógicas g suas atividad: E si y sa uti isfeito 0 3 enquiçado. Foi ver se havia algum defeito e 3. ; tes pela restemu- Desejando ter seu grupo gato constatou que um dos cabos da bateria havia pe chega as raids do excesso descabido, 4 OLOGIA, escreva-nos I tirado do lugar. Seriam ais pi descrit uém dese- + f sido despara/usado e tirado Go lugar. Serian tais os detaihes descritos por alguém dese. urgente, envifido as, seguintes infor- então, 5h30m da manhã. joso de escapar a qualquer preço. mações: É a ala E . . ações: . Voltando para casa, não contou a 4 A petanioçam afirma que, sob tais condi. 1 . [É guém o que lhe acontecera, pois sabia q paiológicas vividas, tais detalhes mi- | 1) Nome e endereço compleio do, . ão iria edita ã eria ser alvo de . É arm Ê 186 MIAMI ACreGItas nEO quetia Ser ao de nuciosos jamais poderiam haver sido dº | SrUDO y i . Apenas sua mãe tomou conh A ritos pela testemunha em questão 2) Registro Ie egal ou subsiiuto men to, deitou e O Es o 21 3 E ias men to do assunto, estava exausto, cel tou Ivez algo de fundo emocional tenha in- 3 Confitluição da:Diretoria e catego-| é quase todo o dia. Quando desper- ria dosmembros juenciado sobremaneira o relato de A o” condições = po tou, às 16h30m, sentia-se bem. Jantou 10T- & nero-ds membros e-sua distri- maimente. Mas à noite não conseguiu dor- | buição pelo país E E estava nervoso e muito E | 5) Linhas eicondutas de pesquisas || manheceu o dia inquieto andando de um 6; Posição-quanto a ANUB para 0 our k ?; fumando sempre. Estava | 7) Eventos promovidos na área da di- vulgação GrOlógica 8) Número:de casas-OVNI investiga- 1. dos ou enpandsimento ao em no às j : Gs se é niem uma cóo! atir-se nauseado, c i o fab Eds . | Seu tatutos Sociais (o At beça nas têmporas. 1 a fc A FolE solu.umente nada e e no dia seguir cias, am ando esté ca aso cor no u i E undação) o uma foiha de info SAS ; , | sões gerais sobre se o | te. A segunda noite t também a passou em mais utenticos fa pi goos 00 a sobre sau grupo. todo | i R ia será usado para dival-! em ciaro. À dor de cabeça desapareceu, porém surgiu uma ardência nos olhos, que se acen- tuou nos dias que se seguiram, agravando-se & luz do sol. Na terceira noite, o sono voltou para fi- car, porque esde então, durante o período «deum do Toi acomerido de sonolência ex- & permasisacmenes macae
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Pode-se dizer que .e caso aso las Plêiades “está na mada Os supostos, repetidos contat do camioneiro suiço nar Meier, amplamente nos iuxuosos livros do Coronel americano Wendelle €. Stevens riam então comprovadamen- utênticos, segundo alguas a itusiasmados e afoitos cole- Mas, na pesquisa UFOlógi ca, assim como em qualquer outra pesquisa científica, é, so- bretudo, necessário estudar Os dois iados da questão, os prós e os contras. Alguns anos atrás tomei conhecimento do caso Eduard Meier ao comprar um semaná- rio alemão, que continha algu- mas fotos e o relato. Olhei, e o engavetei, aguardando futuras notícias para autorizar ou de- sautorizar o mesmo, até que, há peuco tempo, apareceu-me um colega UFÓlogo procurando convencer-me"da autenticidade do caso, inclusive: comentando a acertada colocação das som- bras relativas ao UFO fotogra- fado, a comprovação da mesma pela difração, e a beleza dos versos da dita Semjase, cu Sem- jaza, a suposta extraterrestre. Precipitadamente, a algum credito a esses argu- mentos. Mas surgiu uma see tunidade em que soube que a sérias dúvidas a respei- to do tal Wendeile Stevens, que teria sraudado a “estória ” to- da, muito habilmente, inclu ve. Ele obteve as tão decanta- das difrações vas fotos ao vi tar um estabelecimento que vendis'aparelhos para esta fin: lidade. Lê; » Eimgindo: pra- dor; conseguiu umas amósii.s, justamente as das fotos do dis- co voador de Meier. O Dr. ily Smith, físico e astrôno- mo, da diretoria do CUFOS (Centro de Estudos de UFOs), em-sua-visita vo Rio, declarou publicamente que tudo não passava de uma farsa. Pedi 18 v“rOLOGIA -Wetzikon, NACIONAL & IN uma documentação comproba- tória; que no momento ele n eram as Moore, seller: “Experimento da Phi, o famoso autor do best- delfia”” afir só UFÓlogo de boa credibilida- de nos E.U a endossar este caso ua Plêiades, e que Wen- o Stevens está cu inprindo a pena e deis” processato por tg tado sexualmente três menores de dez a mes pornográficos d Nada mal para um pesqui- sador sé e respeitável! Acompa ha a carta o xerox do documento oficial da Polícia d Tucson, Arizona, rema Corte - iando esta infor- mação. O Stevens nunca per- tenceu à Inteligência america- na, como dizia, e não era con derado confiável para segredos militares, mesmo após 19 anos servindo como oficial de manu- tenção de aviões, segundo ou- tfo documento a mim enviado. Mais importante ainda do que as declaraçõe: do Dr. Smith e dos escritos de Moore, a meu ver, é o extenso e explicati- vo relatório enviado pelo Dr. Colman* VonKeviczky, funda- dor da ICUFON, o homenagea- do “UFO Personalidade” do Nº 2 desta revista. 1980, esteve visitando pessoai- mente os locais exatos suposta- mente fotografados pelo Meier com os seus discos voad Hofbalde, com O nu po Elie, em Eta Constatou que os pinheiros das fotos não existiam e que o filme ea foto apresentavam um pi- nhei entre ro com o DV apa suas ramage ens. . feier declarou que & no re tinha sido desintegrada UFOnauias, mas não exis vestígios nem de suas raízes JACIONAL a que não há um ” Famosa foto de Meier: uma comprovada farsa, descoberta pelo ICUFON (EUA) das fotos do f ma enorme diferen das nuvens, indi- houve um espaço de pel menos 15 minutos entre uma tomada e a outra. Na série de nove fotos o “'compositor” nlocou habilmente o seu mo- delo de papelão gêma sequên- 5 a. o g E o o cia de posições quê-daria a im-” pressão de estar o objeto em imehão, somente que a di- reção em que foi co locada a * máquina tava, org para O sul, ora para O 0g raciocinio de Von ida nos esclarece “gue ur »UFO verdadeiro voaria em dic da Árvore, nunca entr seus ramos pois, zesse, *O5 quet jos distó. E 5 2 < podisageã com ição das nu- fotos, a filma- ado no mínimo il constatar que ão, “com suas marg sto torna-se bem, tando- -se suas japetas quadradas, amarelas, «que são visível, nê «dê tamanho bêm diferente uma deoutra, enão conferem coma outya foto da.mesma nayç, na qual as janeigr são curvas, e se prece: em com ima tela'de relevi- são. Esquecerary-se totalmente, inclusive, der «pintar janelas em mais ouira fotol Quanto À foto com o semblante de Semjase, VonKtkviczky.acha que é a pró- pria ppalies -de Eduard Meier, | le conheceu, usando uma | que | | | | | peruca loura. Aquele tipo de | Pp reg é é bastante comum em cer- as regiões da “Europa. Além do mais, ao medir a alturaida “extraterrestre” Semjase eqa pé, ao lado de sua “nave”, elg constatou que ela nunca caberia na mesma, (de 7 metros de diâmetro externo) na
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tunarente revelará o nome de fotógrafo. Os coadjuvantes deste grande analista e pesquisador da ICUFON foram o casal Conrad e Anny Veit, Presidente da DUIST, a mais antiga e res- peitada organização de pesqui- sa UFOlógica da Alemanha Fe- deral. Ilse von Jacobi, pesqui- sacora de Mônaco, Europa, ans Jacob, da Suiça, Joseph Zito, diretor de cinema em No- va York, E.U.A. e Walter Za- bawski, Relações Públicas da ICUFON em Nova York. To- dos eles ajudaram Vonke- viczky, o brilhante pesquisa- dor, a levar a bom termo um pesquisa metódica e meticulo- sa, cujos resultados são acata- dos pela UFOlogia internacional. Não tão spmente os pes- sadores mente cie cos, mas os ico-científicos como James J. Hurtak, PhD a Hurtak aclamado repetidamente” nos Congressos Internacionais de UFOlogia em Brasília, ligadô ao contexto bíblico e a todas as re- velações e correntes místicas sé- rias, confirmam: o caso das Plêiades assim como Eduard Meier, é uma deslavada mistifi- cação! -Hurtak é o autor do “Livro dos Conhecimentos”, “As Chaves de Enoch”, por ele psicografado em 1973, cinco anos-antes-dos-supostos-encan- tros do Meier, embora pu . do em 1977. Em sua carta, a mim endereçada em 4 de maio de 1985, Hurtak faz um Vee- mente libelo contra a fraude das Plêiades, mas ao mesmo tempo ele adverte contra os po- deres maiéiicos de SEMJASE 18 UFOLOGIA Dora | ceciatizado na têmiáfica sqciológica do Fonômeno UFO. NACIONAL & INT ou Semjaza afirmando que desde os tempos da queda das hordas de Lúcifer, ela o acom- panhou nesta descida, fazendo uso do seu conhecimento dos segredos divinos para os seus desígnios terrenos. Hurtak interroga-se, perguntando se não poderia realmente existir força negitiva em níveis supe- riores, do híperespaço, exemplo, disparando de terrorismo mundial, mar pulando as mentes humanas através de “heavy metal” (os metaleiros) fabricando um mo” que viria a inte per, inclusive, os estudos fico-espirituais extra e terrestres. Ele afirma t que os grupos alemães e Suíços ligados à Semjase se opõem à existência de Deus, o Deus ac to pela tradição Judaica-Crisiã. urtak me pede para rever 4 ci- Pas e tamente descrita a periculosida- de deste ente. Mas não só da bi- blia me escreve Hurtak, proíes- sor de línguas antigas e cientis- ia. Nesta função, e como UFÓlo- go, ele me relata o seu envolvi- mento com este caso. Diz que ouviu falar de Meier no fim dos anos setenta*. 8 preocupado como estava, que estivessem os alemães ou os Tussos, fazendo destes 'engana- dores para estudar as reaçõe do povo no desenrolar de uma guerra psíquica, ele conseguiu ter e mandou analisar as fotos do Meier, e outras já do Cel. Stevens. Por outro lado, H tak estudou a linguagem e o nomes “antigos” do -pré- Hebraico e do Egito, desta su-. NACIONAL Foi o GevaerdiArquivos CPDV ê Ê | | i | | i | | 1 i | í | | Fac-simile de carta do Dr. James J. Hurtak à Irene Granchiy posta conexão com as Piêiades, constatando que não confê- riam. Um dos primeiros pesqui- sadores do caso, e coincidente- mente conhecido do Meier des- cio, afinal resolveu “se preseniar na televisão da : ça, quando avisou -os ouvi sobre as decepções psíquicas c os problemas psicológicos que o contatado poderia sofrer. Huriak apresentou O resultado de suas pesquisas perante a so- ciedade Suiça de Parapsicologia em Zúrich, em 1981. Em seu trabalho ele afirma que uma pesquisa bem conduzida P onto final nesta história (estó- ria), mas que isto não é feito porque existem grupos farta- mente financiados, interessados em promover o caso, como em tornar os “ensinamentos” de Semjase uma “doutrina” para todos os grupos de UFOlogia do mundo. Estes grupos, com co- notações racistas, já estão ati- vos nos E.U.A. e no Japão. Se- rá agora a vez do Brasil? Nova- mente o Hurtak põe a questão: por que seria que Meier se deixa manipular assim e o Cel. Ste- vens, um militar, põe em xeque sua própria condição militar? Na verdade estou sentindo que Hurtak não esta sabendo da . —Arquivos t, GranchiiGPDV condenação e prisão de Stevens, por crimes sexuais, e tampouco que ele se vangloriava de per- tencer à “inteligência”, O que fica sem sentico após as provas apresentadas por W. Moore. Huriak se mostra profun- damente interessado no fenô- meno brasileiro Thomas Green | Morton Coutinhg, cujos fenô- | menos produzidos o colocam catégoria de ''não- metaleiro” junio a uma realida- de extra- e ultraterrestre,eque | ele acha importante para o Bra: sil, país riquíssimo em eventos desse tipo, cujo rol sgrá extre- mamente importante no prelú- diq de um contato global com os nessos correspondentes cós- | micos. | na | “ Um relatório da Argentina dando colita do último Con- gresso Internacional de UFOlo- gia GafFAECE (Federação Ar-| gentina de Estudos Científicos | Extraterrestres), em dezembro | de 1984, menciona uma confe- | rência, a do UFÓlogo Luiz Pa- | checo: “Fenómeno OVNI: ia distorcion de la temática” na quai este pesquisador falou de famosas: fraudes, em primeiro lugar, à dos falsos contatos de Eduard (Billy) Meier.
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deiro pe »! Why is Meiers playino no role of ds dr Stevens use à J x cipai of the U la Capri . é i Meier. Será ent ould be many desiç da CIA? n documento militar le, e - não O CO: jetos quase idênticos 205 atado pelonês. Por ou- , não podemos omitir » muito anterior- mente ao seu primeiro contato, com Orthon, seu amigo venu- siano, em 1952, já havia publi- 1 livio de ficção cier Pioneircs do Espaço” via eventos e detalhes — viczky o E mais, 3 pesar dist id pessoal, Seqlentemente renroduzi . Nequentemente reproduz acompanhãgo por do pes seus contato: dos” supost vistamentos € - contatos na Suíça; Os modelos es- a E : ial empregado nã creveu toda a verdade em “Os o Das o cen Niro ne construção dos'modelos de DY Discos Voadores Aterrisaram” e nor causa de seu dito mer que por causa de Res HS “Meier; O conjunto de tudo isto, ego, e talvez por influência dos a figura nada recomendável do re y “ a- Aas a i distorcido a verdade e se torna tadas em seu próprio pais fai do memiroso em s; UiTOS zem com que este caso, dito das versa figura do Adamski conti nuará a ser colocada na berlin- cos nos livros escritos depois de quisadores, aos' kocáis exatos de papelão, a descoberia de tor ão doom =! achados no paio! da casa de ios extra-terres' tenha 3 próprios extra-terrestres, tenha Cel. Stevens: As críticas levan vros. Seja como for, a coniro- Ro . = oO o Elélades + Se torne areitóne) da até que algum fato novo ve- O ia definitivamente. Escolhi o caso Adamski, um caso padrão de contatado, um confronto com o atual lêiades, porque sei que À muitos vão dizer: “Lembra-se CAUS tenham “demo onstrad ido. Nos meus le trinta anos de pesquisa voiu UFOlógica, a anáiise do os nos como foi combatido o coitado quanio seja perigosa e temível foi sempre uma prioridade. E - cidadão polonês. s do Adamski, eelediziaa verda- — interferência da CIA e de o os erros cometidos pelos pró- cujos c contatos com os supostos de”. Questão de opinião. Mas tros órgãos Roreendiraeniedo : o o ; agui no uito norte-americanos na pesquisa prios pesquisadores entram aqui nó it y ste ainda um mbém nesta conta. Haja vistô lementos dife- te e-é raciocinio e à poucos, como autos o caso Adamski, no qual verda- contatados, por ções s são O Outras, as Bência nos levam a colocar ur e entrelacam d onratados, por se de f Um de e mentira se entr açam de dânca de personalida de, o ponto fi nai, 1 um limite... O imii tal modo que-a posteridade ses, Rs te do t os documentos ane- ta de William a dividiu em dois ai ADOOS: OS pró- & a o afastaram de s eosar o a gos. Afirmam Omprov: ação jurid! ica é . TO c gnv? FA Story” (A ceiro e uma pi 3 vubli no: em + rea e da), blicáda na Tmglat erra, de: pesquisa UFOlógica brasir autoria de Lou Zilisstag (sobr nha de Carl G. Jung) e de 7 À olabora intensamen; mothy Good, coloca a questão . grupos de g de manera objetir e no exterior, coma a vida de Adams O, CUFOS e FSR, é dire: lacionamentos h tora do Centro de Investigai fim o leitor chega a per: untar ção Sobre a Nattnazo do “oi tudo mentira, parcigimente Extra Rjoreros (ei SNE jere mentira, ou tudo verdade o que ele dizia? Pela qual e dos boatos que correram, hoje os pró-Adamsicianos vencidos da total ve seus pronunciamentos, que ele foi recebido pela Rainha Guilhermina da Holanda Papa, que lhe ofereceu uma
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. Dando continuidade à “Galeria dos anos 40”, apresentamos a seguir, uma €x- traordinária ocorrência, acontecida no ano de 1947. E . . Corão deve ser dó conhecimento geral, foi em 1947 que surgia o termo Disco Voa- dor e qualquer acontecimento relativo âquela data, possui uma importância tuda especial. E Por outra parte, parece ser a pri vez que é observado nos céus do Brasil, uma esquadrilha de Discos Voadores. eira CASO 07 DATA: Novembro de 1947 HORA: 13:00 LOCAL: Tupanciretã, Rio Grande do Sui O Sr. José Pereira de Miranda, residen- te em Santa Maria, por ocasião da nossa pes- quisa, em 1980, com 64 anos de idade, num dia exato que não recorda, mas que crê ter sucedido no mês de novembro de 1947, na ocasião do importante acontecimento, viaja- va num trem, como sargento, na companhia de mais colegas de farda. . Fazia parte de ui Jelegação esportiva militar, que seguia com destino à cidade de Cruz Alta, para participar de uma Olimpíada Militar que iria ser realizada naquela cidade gaúcha. Quando o trem em que viajava, no qual seguiam vários militares e muitas outras pes- soas, chegou na Estação de Tupanciretã, te- ve que fazer uma longa parada, pois ante- riormente tinha havido um descarrilhamen- to, interrompendo por três ou quatro horas o tráfego normal da linha percorrida por seu trem, Naquele momento, centenas de passa- geiros desceram do trem e se espalharam pe- la plataforma da Estação e redondezas. En- quanta isso, Os passageiros, uns-mais do que outros, estavam impacientes, aguardando já, há tanto tempo a partida do trem. De re- pente, no meio daquela multidão de pessoas, composta de militares e civis, alguém deu o inesperado alarma, sobre o que estava vendo lá no céu. A notícia, como era de se esperar, correu depressa, se espalhou com rapidez, e centenas de pessoas ficaram olhando para o céu, para verem a insólita e rara aparição: 20 CETLOCA NACIONAL & | »a Arrais pacas os recente- res, numa a observação no conti- americano, no Br: ela importante testemu- ação composta londos, ceslo- idade le nha, tratava-se de u de cinco ou seis ay cando-se no céu oeste para este, n Voavam não m 1.000 metros menos bem-p: e acima d enxergá-los, nhor - se algi os o naquele mo Aqueles «objetos voadores pos: forma de “pratos de boca para baixo” e ti- nham cúpulas na parte central superior. Rodavani sobre sifmesmos. De acordo com o Sr. Miranda (hoje sendo tenente refor- mado) estes discos voadgres poss 5 metros de 'Giâmeiro ou mais. acinzentada - como aluraínio envelhec am ensre si, uma d culada pela testemunha, em cerca de 10 metros. Viajavam todos na altura. Toda a observação durou de HORA: 21:35 LOCAL: Colônia ca 'JUC, Itanhaém, S. Paulo . Conta-nos o Eng. Químico Sr. Bernar- do Della Rocca, de 58 anos, residente ne dade de São Paulo, o seguinte episódio por ele presenciado assim como por outras pes- seas: . “Nós fomos à Colônia de Férias da JUC - Juventude Universitária Católica - lo- calizada no Município de Itanhaém, no lito- ral Sul do Estado de S. Paulo, com uma tur- certa noite de julho de 48, nós nos encontrávamos naquela Colônia de Fé- | rias (o Eng. Bernardo frisa que naqueia épo- ca ainda não havia luz elétrica em itanhaém e tudo era iluminado de noite, na base de ve- la, lamparina, etc.) e então - prossegue esta imporiante tesfe: ha - resolvemosir a pé a cidade, que era pertinho. “O total de nosso grupo era formado por vinte e oito jovens, mas apenas seis resolve- ram ir até a cidade de e eu encon- nire estes. e a caminhada, rumo a cidade, em certo momento fomos surpreendidos por um Objeto iuminoso circular, pairando so- bre as nossas cabeças. * “Po uma luz de cor violeta na e midade e mais internamente tinha, a luz, a | cor amarei . Era uma luz intensa, limpa e | bonita - frisou o Eng. Bernardo Delia Roc- | “Dava para ver bem, pois ele deveria estar acerca de 100 metros de altura”. | Aquele Objeto luminoso estava parado e ado e todos puderam teftemunhar aquela insóli- ta aparição noturna, e não esqueçamos que cerca de um ano antes o termo “Disco Voa- dor” tinha sido criado e notícias referentes a | estas naves ainda eram relativamente raras, pois, foi a partir de 1954, que estas aparições tornaram-se comuns e o importante tema passou a ser ventilado mais intensa e defini- tivamente e passa a ser dotônhecimento pú- blico mundi | 1a Prossegãe aquele engenheiro; “Então| nós olhávamos aquele Objeto epensávamos, | inicialmente, que aquilo era alguma coisa da Marinha. Alguma coisa assim, porque nin-| guém, até aquela data, havia falado em dis-| cos voadores. Em nada parecido.” | Então o grupo de seis jovens do qual fa-| gia parie o Eng. Bernardo, “prosseguiu na curta viagem até a cidade de Itanhaém”. n Depois, aó voitarem para a Colônia de Férias, apés ter transcorrido cerca de uma hora, notaram todos que os outros colegas que ficaram na Colônia também haviam ob- servado aquele misterioso objeto voador,
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ARX AM pod ha3
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ne ARX: dy4 14, po SPAS
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n todo o mundo limita-s ta ado depoimentos de con se conhe Ss nptuiiás, pois a no toma consciência do que reaim são esses E cp Assim pode: eremos vê- tos s mais variada s possiveis Há 25 5 anoE assados iniciamo-nos na UFOlogia. Primei- ramente começamos a ler obras sobre o as- sunto e coletar notícias em jorn: a porém em 78, quando vi OVNIs urso são us mais comuns um ponto de cenvor: de 20 noites dag s no mês de setem pb à sem Contudo er dita coisa. Porém em outubro, come- sapu legas vivemos cerca de i horá sa, tom uma luz o S sotetim Cosmon Sir asianigoitãs; s do Grey. de di que proturaremos transm dia o assunto e easvi
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“+ EM Que » Muitas vezes vê-se apenas um clarão es- branquiçado no topo de uma serra ou até em outras cores, branco-azulada ou avermelha- da. Ali pode estar um OVNI pousado, como costumeiramente o fazem próximo de pe- quenos matos. No entanto, se daquele cia- rão sair uma ou mais luzes avermelhadas e vagarem por alí, podem ser sondas. Os OVNIs, a noite, também podem ser vistos como um só farol semelhantes aos de nossos veículos rodoviários, na cor amareia- da. isso deu origem a história do “'carro fan- tasma”. Um veículo que trafega pelas estra- das e pois sumir misteriosamente por locais inacessíveis ao tráfego rodoviário. Em muitos municípios brasileiros se contam estórias sobre esse carro, que nada mais é do que um OVNI voando a baixa altura sobre “e ou segi uma estrada. Falam- -se também em “luzes fantasmas”, que é a mesma coisa. Já tixeros a oportunidade de ver OVNIs em forma de uma bola oval ou esfera, da cor de um ferro em brasa, soltando ou não fagu- lhas na sua movimentação no espaço. Certa vez vimos um em forma de esfera, do tama- nho de uma bola de futebol levantar em vôo vertical de uma serra, pairou no espaço € lo- go apagou-se, desaparecendo na escuridão. Num a istamento, numa noite eácura, eo OVNI a bem distante do local, voando mode- e ese emslhame a uma estrela média de cor azulada. Segundo alguns observado- res, algumas vezes, notam-se ruídos seme- lhante e chiado, quando o OVNI está próxi- mo. Pode também haver um estrondo prece- dendo o chiado. Muitas vezes os OVNIs acendem um ho- lofote rumo ao solo por alguns segundos, desligando-o. Isso deu origem a muitas his- tórias sobre assombrações, principalmente quando o observadoi está no campo de ilu- minação do holofote. E o qhiado e o estouro ntecedem à iluminação. Nos aitos de serras costuma-se ver tam- bém luzes avermelhadas, que ali ficam va- gando até por horas. podem:ser sondas ou naves tripuladas. Elas fazem rhavimentações em sentido horizontal e vertical, baixando e subindo sobre a serra, para a frente e para trás. Às vezes. apagam-se e podem surgir mais adiante ou atrás, ou então baixarem atrás da serra, desaparecendo. Algumas vezes podemos ver luzes seme- lhantes a um meteoro, subindo em diaga-: de uma serra, rumo ao espaço .. ma veloci- dade incrível. Ou mesmo descendo na dire- ção de uma serra em diagonal, mas isso tem que ser muito bem pesquisado pois senão poderemos confundir-nes com meteóros, no caso da descida em diagonal. Numa noite eu está limpo de nuvens e sem luar, poderemos ver OVNIs cruzando o espa- ço numa velocidade incrível. Eles apresentam-se como meteoros, mas num vôo reto deixardo um rastro esbranquiçado. Certa vez vimos um desses que surgiu a leste e cruzou 0 espaço rumo a oeste numa veloci- dade incrível, deixando um perfeito rastro esbranquiçado de um horizonte a outro. Fi- camos boquiabertos com tamanha velocida- de. . vagam pelas grotas, barrancos, podem espaço e dei) esbranquiça podem estai de amarelado, que se apaga in: Em alguns avi s já como estrelas lhada, imóvei aquela estreia sum vens, é claro que ele « ção. Podemos vê-los também « grande estrela azulada n de moderada, cruzando to a maioria das pes noite, com OVNIs descrever o engen iho lhes a visão. E quan to perto o observad porária. Seus oiuos f lhos, Jac Ê ou mais d repente stantaneamente. idemos vê-los arelada ou averme- repente notamos;que ira tem- e verme- te, por dois não podem . Esses contatad fixar a vista diretamente a claridade naquele 1 período e aig' sofvem dores de câbeça, in- disposição em todo o corpo, etc - As luzes eseNtNis emitidas pel zir choques elétricos e até desmaiar o obser- vador, conforme casos que já pesquisamos. Todos eles são unânimes cj luzes dos OVNIs delas os observad Quânio à quiads -ou im- jos em locais screditamos que essas rseses em o locais e aç: ão q p ei imprem á risca. é ficam escêndidas e automaticamente e o, fazendo pesqui- naves mi sondas ficam até nentemente elas são vistas -nascor vermeiha, pequenas luzes que campos e uito comuns no algumas deizs podem o de diâmeiro ou de a forma utilizada. istem muitas | de luzes que entra- ram casas adentr aíram por uma ja- nela etc. As sondas god ser vistas sem as naves tripuládas e quando se vê as duas, as primeiras são de cor vermelha e a outra um ter apenás imento, compri farol amarelado. Os OVNIs anualmente vol- tam aos mesmos locais na região de Passa Tempo-MiG e acreditamos que seja para plantar ou recolher sondas, pois nesses lo- não há aparentemente nada que possa essar, pensando como terresire. cais lhes inter Mas todas esses experiências que tivemos ainda não exprimem uma parcela do que ocorre nas noites de nosso Brasil. Eles pes- yuisam toda a parie e é preciso que nos aprofundemos cada vez mais e mais, para que possamos descobrir o que lhes interessa e o que pretendem. No mais as vigílias no- turnas são fascinantes, pois o contato com a noite e o céu estrelado nos leva a crer que so- mos seres criados para explorar essa maravi- lha que é o Eosmo <a» CRM UFOlogia, sarapsicologia, . a Antroposotia, Pirâmides, Hipnotiem Maçonaria, Rosacrucionismo, Eubicse, Radisstesla, Cromoterapiar 1 terapia de Vidas he SS incidente em 4 OVNIs as pr Extrateftostros. As Dimonsies das Extraterrestres. Situação Alsrtar O Novo Cerco dos OVNIs. UFO, Triângulo das Bermudas o AliaAtidal ie. As Mensagens: dra ras Cravaílss Sé ea ODiwvemque ds Deuses Chegaram udleniaa CJ lou eq Oitavo Contink : Para obter seu livro através do reemijo: so'postáljescreva à ESOVERA LIVRO fornecendo os túlos: desejados, junto ao seu nome aaa “endereço pp tai atualizado finciú: usive CEB, Ouilivros serão despachédos; de entro de'uma'be Cano a a JEM : É CESPÉRM O: PARÁ OBTER E “O vao: ecl DESE A PELO GIA NACIONAL, & INTERNACIONA
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Is e IVULGAÇ o Os eventos Nos últimos meses é crescente o número de eventos UFOlógicos que iem ocorrido em nosso país. Somente nos meses de maio e ju- nho, três grandes eventos tiveram lugar -dois sobre UFOiogia e um sobre Parapsicologia (mas com uma grande abertura e participa- ção da UFClogia nacional). UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL esteve representada em ambos, e narramos agui al- guás detalhes de cada um, respectivamente ocorridos em Santos, Belém e Brasília. SANTOS Em Santos (SP), realizou-se com suces- so o 2º Simpósio Brasileiro de UFOlogia e Exobiologia (SUFOEX), dando sequência ao anterior, ocorrido em São Lourenço (MG), em 84. O SUFOEX foi organizado pela + Academia Brasileira de Paraciências, Ea do Boletim UFO (Caixa Postal i (Moema), 04.093 São Paulo (SP), tendo a frente Philipe Piet Van Putten, José Roberto Moura da Costa e Eli Cardoso. Cerca de 250 pessoas assistiram a conferên- cias e projeções de 8 conferencistas: Carlos A. Reis, Claudeir Covo, Bli Cardoso, José Roberto M. Costa, Marco A. Petit, Phillipe Van Putten, Roberio Pereira de Andrade e AJ. Gevaerd. Os temas apresentados foram os mais variados, todos dando um embasamento sé- rio e objetivo ao assunto. Phillipe Van Put- ten, organizador, discursou sobre Exobiolo- gia e possibilidades da vida exoterrestre. Mostrou os parâmetros para a existência de vida alienígena e como se encaixam tais pa- râmetros deniro do embasamento UFOlógi- co. Carlos Reis, já conhecido de nossos lei- tores, expôs um brilhante trabalho relacio- nando Jung e a realidade subjetiva de um mito: o Fenômeno UFO. Sua exposição ba- seou-se no livro de Jung a este respeito (Um Mocerno Mito de Coisas Vistus no Céu). Dentro do embasamento sócio-psicológico, também apresentou trabalho o UFÓlogo Jo- sé Roberto Moura, co-editor do Boletim UFC, tratando das implicações sociais oca- sionadas pelo Fenômeno UFOlógico . Na área técnica, Claudeir Covo, espe- ciuista em análises de fotos de UFOs, expôs =-a minuncioso trabalho sobre enganos c er- ros de interpretação em fotos UFOlógicas atualmente aceitas. Com slides de fotos re- conhecidas há dezenas de anos pela UFOlo- gia geral, Covo mostrou pontos de fraude e ds engano involuntário na identificação de fotos de UFOs. O editor da revista Tecnologia e Defesa, Roberio Pereira, também colaborador de Planeta, apresentou uma exposição sobre os prováveis métodos e sistemas de propuisão que poderiam representar os segredos dos deslocamentos de OVNIs. Já falando sobre 28 UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONA 2 Eu ERA À mesa de conferencistas de “e FOEX em debates com a platéia! » o aspecto histórico da uroloia, ae Eli Cardoso apresentou um trabalho so- bre incursões UFOlógicas no passado pré- histórico: UFO-arqueoiogia. . - Marco Antonio Petit, UFÓL jogo “presi- dente da Associação Fluminense de JFOlo- gia (AFEU), expôs longamente o conhecido Caso Meier, segundo o qual um camioneiro suíço teria e tem contatos com OVNIS. (vide UFOLOGIA nº 01 e sua conitrapos ção, q presente stição). Sobre o aspecto casuístico | da UFOlogia, mais precisarsente sobre sua influência no desenrolar da compreensão e atenção pública .ao fenômeno, falou A. J.| Gevderd, apresentando dezenas de docu- mentos UFOlógicos obtidos de vários paises, proyan ndo suas participações no sigilo que | cobre o assunto. “Em Belém tivemos um evento mais re- servado « um público selecionado, promovi- do pelo Instituto Amazônico de P Espaciais (LAPE), liderado pelo con colega Antonio Jérge Thor. O Evento, 3º Simpósio de UFOlogia Avançada, contou com a presença dé A. J. Gevaerd, Antonio Alves Ferreira e Thor, além de integrantes do IAPE e do Instituto de Pesquisas Parap- sicológicas do Pará. Ocorreu nps dias le 2 de junho, suscedendo a um breve curso UFOlógico de três dias, onde uma vasta ga ma de aspectos foi tratada. Em especisl, Thor expôs os avanços da Ur FOlogia no se- tor conhecido como “avançado” e as pes- qui amazônicas € seus resultados. Autor de vários livros sobre o assunto, Thor dis- correu igualmente sobre o interessante tema dos elementais (ligados à UFOlogia). Já An- tonio Alves Ferreira, conhecido jove normal maran ihense at Rio (está sendo Investigado Pelo Dr Amaral Machado, sua esposa: “Dna, Gléi equipe do Ins: do Bio de Janeiro), apre dos que executa, t o mréira mostra O produto oderes.. “+ +.
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« Continuação da página 26 «80 Planeta Proto: Riaus, Telione e Crosis. Na oportunidade, Antonio narrou seus en- contros e demostrou habilidades paranor- mais, entortando colheres, garfos, exaiando perfumes, etc. Ainda em Belém, Gevaerd discorreu so- bre UFOlogia cientifica, sua aceitação é li mites, e a intromissão governamental na pes- quisa UFOlógica, através de documentos comprobatórios de sigilo exigido a testemy” e ante as posições à tros centros grande im CRAÁSILIA. Em Brasília nos dias 5 à 9 de junho, NEOLOGIA compareceu ao 4º Congresso Erasileiro de Parapsicologia, 1º Encontro Nacional de Pesquisadores no Campo de Parapsicologia, Psicotrônica e Psicobiofisi- cae 3º Congresso de Medicina Natural, pro- movidos com notada organização pelo Cen- tro de Estudos Psicobiofísicos de Brasília, tendo endosso de entidades do porte & Geração Brasileira de Parapsicologia e in tuto Nacional de Pesquisas Psicobiofísicas Stand de i Tecuemiro, General Uchõa o Gevaerd. de Curitiba. Ainda quê num congresso pa- rapsicológico onde reinou a ciência, a UFO- logia, sob nome de “Espaçologia” brilhou em um dia inteiro de apresentações dos pes- quisadores Luiz Gonzaga Scortecci de Pau- la; Antonio Jorge Thor, A. J. Gevaerd, Laércio Fonseca, Maria Célia Teixeira e ao Machado. “Do lado parapsicológico, detentor do evento, personalidades como General Alfre- co M. 1. Uchôa, Octávio Melchindes Ulys- carique Rodrigues, Jcão Pio de Al- ado. iara.-Kern, Hernani Guima- “Pricto-Peres, América P, Mar- Eliezer C. Mendes, Cláudio Caparelli, | estiveram apresentando os mais diver- sos temas, Go Homem do Terceiro Milênio a Curas Paranormais, das Artes Marciais Chi- «Aesus à Pintura e Música Mediúnica. Foi um grande espetáculo, organizado a altura por Maria da Glória Freire Meira, do CEPSI, uima:reconhecida parapsicóloga. Sem dúvi- dás; “este evento foi uma demonstração à UFOlogia de coro esta deve se organizar. O er SLOGIA no Congresso de Parepsicolegia do Brasilia: º icionamento, a normalida ide caor Za- o deste evento parapsicológico, ao contrá- io do que ocorre em 90% ais eventos UFO- lógicos - como . Gevaerd lá - foi uma lição a s: dica. A UFCiogia de- veria buscar na parapscologia muitos méto- dos, muitos méritos, ordem-e até mesmo éti- ca, isso u provado em Bra . Parabéns ao CEPSI, e a toda a equipê do Congresso. Foi um grande prazer estarmos aí. f ç T um à crDV Foto do Arquivo vArquivos oro Foio Gevsardi ETá | RACÇHADO Com pesa: E pro à esgotado ez mente uma“ x Discos Voadores, Misteribsas Na para escrever um ! da muita tristeza, vemos seu falecimento, mas guarda- | mos seu exemplo de vita lidade, persistênciare lealdade aos fatos. , O prof. Fulipeicsquerda) ao lado do Ce! Schnoide:, ambos grandes urólogos «| gaúchos. Foto da 1.982. s |
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Celso del Oiogia Científica Erg e fp , Arisma: , Ciaudeir Covo, Ph o a VIDA SE Po rÊ: Dos grandes UFÓlogos bra-" sileiros qc têm contribuido para m esclarecimento maior do Fê- nômeno UFOlógico, muitos me- em nossas homenagens ereco- nhecimento, mas um em € ial especial merece o UFO PERSON ALI DADE desta adição, que já lhe é conferido tardiamente: José Vic-, | tor Soares, diretor da Irmandade | Cósmica Cruz do Sul (ICCS) de Gravataí, Rio Grande do Sul. Victor, como é conhecido ionalmente e tratado afetuo: e por UFÓlogos tanto da nova quanto ca velha guarda, é um grande homem, ua: grande UFÓlogo e, sobretudo, um gr: de amigo. Sua persistência na pesquisa UFO lógica, sua lealda- de acs fatos, e principalmente, sua paixão pelo assunto fazem deste nosco amigo, não apenas | um simples JFÔlogo, mas sim . verdadeira instituição de isa UFOlógica”. Seus ar- os, suas pesquisas (a maioria da até no exterior) e suas incessantes investigações de com po, onde victor se sente realmen- te à vontade, fazem dele um dos . mais completos UFOlógos brasi-. iSiros. 30 2 FOLOGiA NACIONAL & IN NR em julho na capi pietos eventos UFOlógicos dos últimos Núcleo de Pesquisas UFOlógicas (NPU), 1 lider ado pelo ÚEOlo. go Rafel Cury. A data e o local do evento são prada dias 24 à 28 de julho, no anfiteatro da Reitoria da Univers e derai do Paraná (UFPr), “onde, há exatamente 10 an o histórico 1º Simpósio Internacional de UFOlogia, Dean n por Irene Granchi e com a presença inclusive do Dr. Hynek. O temas UFOlógicos e parapsic NPU e Rafael Cury tem sg antecipado a tal'ponto em sua orga- O evento conta com o apoio da Prefeitura de Curitiba, Fa- | nização que é possível que vejamos quase uma repetição do “a culdade de Ciências Biopsigui Revista PLANE- grande feito do Simpósio Internacional. “TA e terá cobertura total e exclusiva de U É atual a complexidade do evento que o NPU selecionou os. NAL & INTERNACIONAL. As inscrições e informações pode- rincipais temas que atualmente se discutem na UEOlaéia m mun- * diat, dosou-os com uma boa versa I que variarão desde a pesquisa téc preços dos ingressos: Individual Cr$ 50. ra Auta (por dia) | ções filosóficas de grande profundidade, C: = is 000; era €r$1 EO 000; di Grao de 5 pessoas Cr$ 250.000; | deiro “elenco” de UFÓlogos para expô-las: (na ordem do pro- Univ : recer e conferi | grama) Victor Pre D: isso, Carlos Reis, Jaime Lau- o jião de uma grande B. Dias, Adilson Machado, Carlos Vie ipe Van Putten, A. J. Gevasrd (UFO- | paranaense um dos i, Masco À P: etit, Cmte é Pitas 6 Gen pr Eugênio < de e Melio. T Além cêste elenco, haverá e; ental de-pesquisa, audio-visuais, ci de UFOiogia e | cologia e a presença especial de Fábio Zerpa da Argenti- | Ao todo, 19 con pone abordando os mais fantásticos radores* desta tos e material izado LOGIA NACIO- [| idas através do fone-(04:) 233 2573 ou Caixa Postal mos ser o rão 1366, 80.000 Curitiba (PR). No local do evento, serão assi sentações ra Gongal- nto! ng e SBADTO vo à Nesta O 7 q A organização que di a sua dedicação é responsável raise nais, cedia a co- “ Irmandade Cósmica Cruz do Sul e por mais de 600 investigações de luna “História dos Discos Vca- (ICGS), foi fundaca Z0 de: campo que alia, mais de 100 dores no Brasil” de UFOLO- agosto de 1967, sendo, portanto, publica açõe GIA. Seu endereço para contatos na das mais antigas do Brasil, ' entre é: Caixa Postal 72, 94.000 hoje agrupando inúmeros cola- * Arre atado por um OVNI”, ou Gravatai-RS, ou Rua São Borja boradores espalhados pel6 5 pais e mesmo as tantas ocorrências de 333, Rancho “Cruz do Sul”, em *no exterior, A e susesdeuao Alegrete a e ele fez conhecera Grovasai Todos são benviados “antigo ce extinto ar OV: n em sua casa. po independente de Pesci . isãs de Discos Voadores Prezado amigo Victor, ece- OVNis : também prio sua, CPDY) no RS, assim como de ba nos: : sinceras € tardias ho- que viria “a ipansforze i-se em rias outras organizaçõesnacio- — menageas: 4CCS como um resultãdo de sua 7 associação com UFÓlvgos ar- gentinos à frente de HCCS, Her-+ mandad Cósmica Cruz del Syz. Victor é um homera prático +. e objetivo em suas atividades. É - imigrante açoriano e estã o :E ode o Bra asil. Victor é, também, resentante Centro para sil mais da metade de suq vida. Já Já nos Açores começou a pesquisa e a paixão pela UFOlogia mas, tantos anos depois de viver no, Brasil e após tanta contribuição», prestada à UFOlogia bya stleira, Victor pretende v tal 8, se iSso ocorr um dos nossos me res: nosso homêônagsado . -
Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.244.