Desclassificado

Ufologia.

1985 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.243
Período
1985
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Relato · Questionário
Páginas
70

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

O dossiê preservado no Arquivo Nacional contém exemplar da revista "Ufologia Nacional & Internacional", publicação periódica editada pelo CPDV (Centro de Pesquisas de Discos Voadores) com sede em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, datada de 1985. O material reúne relatos de avistamentos, fotografias atribuídas a objetos não identificados, análises de casos clássicos como o de Antônio Villas-Boas e o do suíço Eduard Meier, além de correspondências de leitores e registros de pesquisas regionais. O documento ilustra a organização civil da ufologia brasileira no período, com rede de colaboradores nacionais e internacionais, e oferece um registro das práticas editoriais e do debate público em torno do fenômeno OVNI no Brasil dos anos 1980.

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Página 1 de 70 — Ufologia.
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VFOLÓGIA ONAL:S INTERNACIONAL as Garças 67 Cauixe-Postal 2182 de - MS Coriespondênci 79.100 Campo G Fone: ( Exped iento = Govacrd Editor espe asenpe a laccmarires » Alison Machado Jumatistas osporsávels + Dayse Elisu' 8. E. Gevaerd Ê UA ç Administradora! “Joao: Faustino-da Fonseca Marco A: Petit, Antônio Faléiro, Antoni doe mor, lbirajara R. Rodrigues, Luis do Resário Real, Clau- “Covo, Phillipe Van Putten, Ademar Eugênio de Melo; Lúcio Maníredi, Generat Alfredo M. Uchoa, - jezn Alencar, - Patas! Cury; Dante T. Ji Pantig Antó Gondim, Marcos Freitas é “o tEnieror) Maior Colinán “Vonkes - HansC. Peiersenito Lautund. Jonm PS james MacCampbeil, Marc. . [David'ti Hess Wermer Wai. ioland"Geharat, Amónio:: Roberto Enrique” endeue C, Stevens. Erik Fredriksson, Antonio Húnceus. ! Gráfica Brasília Lida. Distribuição exclusiva er Fernando Chinagli E denis prou os financsiro: apta religiosa, Cs! pedrdi 5,0 Cantedgo do UFOLOGIA: NACIONAL E | “= TERNACIONAL é ceteiminado polo CPDV. o n, RX AMI, p- 1) 25 APRESENTAÇÃO ce » UFOLOGIA NACIONAL & IN tei tdo cada vez ma gráficr te exemplar | leitor rpodeo ob ã ca dia em um “o nivel de prof fissione as efetuadas na linha editorial c POL a A, enco ainda mais UFOLOGIA. Com vagar e firr memente, amplaremat no ir páginas, variando ainda mais o tipo de enfoque dado à HFOlogia rtigos ue aquise s fibicarão : GIA, cada e urgência da d periodicidade'mer ostentando “0 páginas ricas em cor eúdo e em quali formativa. Mas, para tanto, estamos nos esforçando em aprimorar nossos ! aperfeiçoar. nossa apresentação e reinar ainda mais nossa Equipe. Em todo é ss Suscam o apoio e, principalmente, participação ativa de nossos ociados. Você está convidado à participar, d Seu em etc. Vamos transformar UFOLOGIA no grande faita sua participação. 7 Ainda falando em mudariças, fomos forçados a corrigir vista, por questões tão óbvias quarito a inflação no Brasil, o at preços do papel, impressão, etc. Agradecemos antoo padamente a nossos leitores. À medida em que UFOLOGIA for cedendo r es Er a anún publicitários, paulatinamente manteremos seu preço em lármrê mó veis a todos os interessados, permitindo, com isso, sua penetração e da vez mais dm de nussansociadade . a ea , PAIO re INDIGO Editorial , 4 Cariasa Redação +. E Especial: Estudo Psico-sociológico do Fe en Documento: Fotos de OVNIs Se Força Aérea Brasileira Pesquisa: Observações de OVNIs no Litoral Paraense UFO tássico: Caso Villas-Boas Revisado Not. Internacional: À Outra Face do Caso Eduard Meier A =a e NIDINSINDISD| Conto Hist. DVs no Brasil: Observeções do Meio do Século 2 Registro Fotográfico: Fotos de OVNIs come Provas 2 - Convidado: Pesquisas UFOlógicas rj interior de Minas 2 Divulgação: Os Eventos de Maio e ”” 10 : 2 concurso Novos UFOlógos Brasijei .s 2 Agenda, UFO Personalidade: J. Vict; 30 NOSSA CAPA: Foto por Eduard Meisr na Suiça, parte de uma série zenas, atualmente discutidas em todo o mundo. Fot vista Stern, Arquivos CPDV. NOTA DA REDAÇÃ A partir do presente colega Ll o cônisren

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“dt. “

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Tão! publicadas se a “acompanhadas de = identificação e endereço ompleto do remetente: - Gostaria des “por que à F OLOGIA custa tão Prezado editor: A única forma de mostrar meu contentamento, por ter sido atendido (por UFOLOGIA), é o de me tornar assinante dessa revista que, por ter assumido a responsabilidade de divulgar um assunto tão polêmico, merece o crédito dos leitores. Também aproveito para soliçitar números acazados de UFOLOGIA, para que possa tê-los em minha coleção. Dr. Luiz A. Félix Subtil, Ortigueira (PR). informamos aos nossos leitores que exemplares atrasados (1,2 e 3) de «UFOLOGIA poderão ser aoquiridos escrevendo-se ao CPDV: Caixa Postal 2182, 79.100 Campo Grande (MS). Preço de cada exemplar: Cr$ 7.500; Foi com imensa satisfação que recebemos a valiosa revista UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL, em seu 3º número. Aproveitamos para cumprimentar a equipe responsável, pelo trabalho sério e de gabarito que apresenta. Acreditamos ser esta, não mais uma revista sobre UFOlogia, mas uma publicação para marcar época. Centro de Estudos . Avançados de poolánia,. Apraz-nos acusar O recebimento da carta datada em 22/07/85, através da qual V.Sa., muito gentilmente encaminha a este Legislativo a revista nº' 3 de UFOLOGIA, para nosso conhecimento e apreciação. Agradecendo a fineza da remessa, aproveitamos da eportunidade para apresentar a V.Sa., nossos "- votos dé protestos de elevada Estimê e distinta consideração. Vereador Franciscó Maia, Presidente da Câmara Municipal de Campo Grande (MS). Agradeço a V.sa. a gentileza de remeter a esta Secretaria de industria e Comércio, .um exemplar da revista UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL. Com meús votos de sucesso nês realizações desse novo espaço que se“cria no universo- das publicações, subscrevo-me. Dr. Eraido Saldanha Moreira, Secretário de Estado de Indústria e Comércio, Campo Grande (s.5). Ficamos imensamente satisfeitos e orgulhosos em vgr tão distintas autoridades reconhecerem em UFOLOGIA um trabalho sério e profissional, assim como deve sera pesquisa ) A RX gp gas " Przados Senhores: ” nosso plano desDivoigação UFDlêgica em si. Ao mesmo tempo, esta revista se coloca etvisposição das autoridades municipais, estaduais e federais cônsiituidas, caso se interessem em penetrar mais profundamente nã pesquisa do Fenômeno UFO. “o: . . Objetivando *desenwo! Culjural e tento! em vista | um grande rúméro de x . interessados em UEÓlogia: o Dept? de Culturada Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu vem; ul respeitosamente, solicitar a V.Saxa'realização de um cicio de palestras nesta cidade. Tal possibilidade . muito ÀoShonrará. Sheila R. S. dá Silveira, Diretorã de Dept? Cultura, PM» de * Foz'do içuaçu (PR), Agradecemos este e outros convites, todos muita gentis, que temos recaltlido para apresentar nósso trabafho. Aproveitamos para colocar nos a esta disposição, e para comunicar que eventos UFOlógicos podem contar com nossa presença e apresentação, sempre que se fizerem entendimentos prévios para transporte é alojamento de nossosreoresantantes, Contatos pocemi ser mantidos través do ióne' (087) 38 246: E ao 85-Nº sons ibfidial de Informação Científica da: OAGA: DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU), através: da UNES- o ana é unia-rede.intornaci jonal de centros. jope: iclonaiis E JNTERNACIO- cos'de:dados gerais “por computador, Eogfatda per aridentificação db; publicações gerias:, | das:em geral. O ISDS, 6 representado no; Brasil pelo IBICT -;, INSTITUTO: BRASILEIRO DE INFORM AÇÃ! mação essencial para TECNOLOGIA-do recém criado MCT - MINISTÉRIO DE CIÊN- | CIA E TECNOLOGIA, de modo que é competência do “iBICT fornecer º SGA os contatos foramifettos pelo, posso co | “ aproveitando: GONSEEOO NACIONAL forma nossa + UFOLOGIA NACIONAL éh sará a-ser reconhecida. em todos os centro. 08: Comutação si y eletrônica: de bibliografia de interêsse cultural, cientifico e” tecnológico, abrindo um precedente importante-no setor já que esse nosso pedido, induziu importantes, desdobramentos ., na área de indexação de temáticas do referido sistema. 2. CIONAL INTERNACIONAL 4/85 .

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Tpeinolod: aoresentação será O pretender assinar a nova publicação do CPDY, .. "ARQUIVOS UFOLÓGICOS, a publicidade que anunciava Seu lançamento fez-me entender que esta publicação não terá seus textostraduzidos para o nosso idioma: Luiz Roberto * Carvalho, Anápolis (GO). - Certo: ARQUIVOS -.. UFOLÓGICOS será te-. impressão de'textos recentes e-desimportância; publicados no-momento por: revistas internacionais Sua tradução o arepursos que não estão ao nosso dispor porenquanto. Mesmo assim;imanterseá a * originalidade dos textos usados em ARQUIVOS, procedentes de Mibiitações que jamais chegarão ao Brasil. Gostaria de solicitar-ihes, pelo reemboiso postal, o nº 01 de UFOLOGIA e informações de como posso obter documentos - sobre UFOS: Sou um aticcionado do assunto e pretendo associarme ao CRDV. Dr. João Batista do Valis, Balneário Camboriú (SOh os UFOLOGIA não se encontra a disposição através de reembolso, “mas pode ser faciiment e adquirida do-se. veis, pasta ou f rma poderão ser! obtidos. hossos documentos passada, onde o Sr. Zenta | tece criticasipessoais com à respeito ao meu trabalho. - Gostaria dê dizer ao Sr; Zenha que os ataques pessoais, além de mau gosto, revelam falta de educação e bom senso. Lastimo que a carta deste leitor tenha sido consideradê “crítica construtiva”. Se o Sr. Zenha sentiu-se ofendido pela rude linguagem do piloto do caça norte- americano (UFOLOGIA 01, " página 10), que se revolte então contra quem forneceu a notícia, o Major Colman VonkKeviczky, ou contra a Força Aérea Americana, que não ensina - etiqueta. aos seus comandados, ou mesmo contra o pessoal do satélite que não destruiu a prova da conversa. Minha tradução foi fiel ao texto de VonkKeviczky (ICUFON), a quem honro e admiro. Irene Granchi, presidente do CISNE, Rio (Ru). rezada professora lrene: aqui está registrada sua defesa, embora a consideremos desnecessária, por-acreditarmos . decisivamente em trabalho que, se assim não fosse, não a teríamos com tão grande reconhecimento e carinho, que pela senhora sentimos e sente uma significativa parte da UFOlogia brasileira. Gevaerd. Sou estudante do 1º-grau em uma escola municipal -wde-São. Carlos (SP) 'e meu igrande-ideal é tornar-me UFQiogo: Como poderia fazer para tal o a quem tecorrentiAndré Fernando Silva, pao Carios Je) Sou dajvóndrio, jonado: pela USPyexiremâmente interossado-pelo Fenômeno UFO;mas ainda-não encontrei, uma. organização ue B desse me filiar é filciar Investigações. Paço E informações sobre'o CPDV, par ver se me mentifico cam seus métodos. “Bodofio Schasifer, Belo = oorizonte (MG). Ark. an3,p; Was Para tornar-se UrDiogo, acreditamos que basta um “ aguçado interesse em ver dasvendados, ou'sntão é penetrar mais profundamente nos principais enigmas que compreendem o Fenômeno UFO. Não existem cursos profissionais, somente amadores, espalhados pelo Brasil, realizados por grupos particulares de pesquisas. Como um desses grupos, que filiados em todo o ritório Nacional, o CPDV cóloca-se à disposição, bastando que seja solicitada e preenchida"uma ficha de inscrição, que poderá sér obtida escrevendo-se a nossa Redação. À Chefia da Biblioteca Central Nelson de Azevedo Branco, da Universidade Gama FilÃão, vem por meio desta manifestar o desejo de receber, gratuitamente, a revista UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL. Maria de Fátima Costa, Biblioteca da Univ. Gama Filho, Rio (RJ). Temos interesse em continuar recebendo os exemplares de UFOLOGIA, pelo que ficamos muito gratos. Moacyr Santos, Biblioteca do Instituto de Física Teórica, São Paulo (SP) o Também recebemos pedidos das bibliotecas municipais de Foz do Iguaçu, Teresina, Uberiândia (BM Juscetno. Kubitscheck),. Niterói, » Agito, “de Poa: Vo) HE com "Eages; Corumbá, Lins (Fundação Casa ga Cuttura), Presidente Rrudente, Porto * velho (Se é Educação e Cultura), Campo Grande, João Pessoa (Funesc), S: dose dos Campos, Belo Horizonte, ete. E das bibliotecas universitárias daUFMA, Univ. Mogi'das Cruzes, Fesp -Univ. Pernambgco, Escola de Minas, PUG-MGUFPA; UCGÔ, Univ. Metodista-do Piracicabã, CESUP, UFRPE, UFSC, Unisinos, UF de Viçosa, UF Juiz-de Fora; UC Pelotas, UEL, UC Petrópolis, dentre outras. E Qualquer, instituição brasileira . dedicada a pesquisa e “informação cientifica; pode | solicitar JFOLOGIA, [ gratuitamente, a nosse - Redação. Serás um, grande prazer atender TOS: [os interesses das, comunidades leitoras, universitárias e ; intelectuais ds nosso país. Connie meneame pena mm me espa OCPDVea revista UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL desejam deixar registrados profusos agradecimentos pelo envio de inúragras publicações racionais e estrangeiras de pesquisas UFOlógicas. De forma recíproca, faremos com. que UFOLOGIA seja remetida tomo cortesia, a todos os-grupos que nos | têm dedicado tal Rasta! 6 : pEniasçà Redação... aonricnae carecem mmaaçad | Acabamos derecêber boas notícias deisrasfiia, de onde: nosso co-sditor Luiz Gonzaga: Scgrracci de Paúla relata: seu sucesso em Entendimentos:com,o Conselho Nacio- nai de. Desenvolvimento. Científico. «e. Tecnológico ACNPq).. Segundo Gonzaga, OG: r sado em ilberar verbas que Í « sa UFOlógica e Parapsiçaldg ambém nos: ou ? «da-disposição da Comissão de, nicigê Tecriologia dai: Câmara dos-Deputados em ouvira propósta dos UrÓlo-: + e no setor-da investigação cientifica. (Gonzaga: Cal É a Postal-04-0224, 70.912 Bre.: Ea, DE Ras 2 É) pat re ” 4/85.UF =OLOGIA as ONAL: o EN NACIONAL de, eira , : at

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RO PARA PESQUISAS DE DISCOS VOADORES (CPDV)

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Adap 6] 35 : SE QUIM nes — “Um avião A nes Boeing 747 encontrou no mês passado um. objeto: voador não íden- tilicado (OVNI), em forma de disco, é e'de Erande tamanho; so- “província 6cidental de Gansu, informou a edição de ontem X a puriespássava: sobre ren no dia ti de 5 ciinês, rumo a ficial do Partido Rs ; aris, Iser voador “Seu brilho se estendia de 40 a 5 quilômetros é sua largura era de uns 10 quilômetros”, acentua o relato. Uma luz extremamente brilhante saía do-centro. O relato acrescenta ainda que o objeto viajava com e trema rapidez, seguindo o aparel em direção Sul por uns 2 minutos. Não houve explicação pela de- mora em divulgar à noticia, que nac explicou também se os passageiros viram o disco. Visões de disco foram denungiadas ocasionaimente na Chi- na, que conta com uma sociedade de OVNI e uma revista dedicada aos X- É ri mistérios espaciais. hámuito tempo. )) somentede al-. úcos anos para cá é Ê yrmações recuo! ) rato: doze (12) MúGicoS atança- “qualquer outro pais. isso in- cluí, também, o hábito de crer, questionar e até investi- garo Fenômeno dos UFOs, . tidos na China, desde há mui- to tempo, como algo de inte- resse exclusivo da União Sc- viética ou dos Estados Uni- dos: Para que. se tenha uma idéia mais precisa da'sxten- são realda “UFOlogização” da China, basta dizer quees- te'pais possui hoje, cerca de “15 grupos UFOlógicos de grande porte. dos quais parti- cipam desde civis, cientistas e estudantes, até militares e, membros do PC Chinês. Os . grupos se interligam e rece- bem, entre outros, o nome de Chinese UFO Research As- sociation (CUFORA), quein-. clusive edita um jornal sobre o assunto, adrhinistrado por Paul Dong. Colaborações para esta coluna devem ser rêmetidas identifica- das e'endereçadas à nossa Re- dação: Caixa Postal-2182; 79100 Campo Grande (MS). Por razões deespaço, clareza e es- tilo: UFOLOGIA- reserva assi O direitó-de publicanaqui, spmen- “teas colaborações mais Signifi- cat 'yas que receber. a RM Operando em ritmo de normalidade, a Associação - Nacional dos,UFÓlogos do Brasil (ANUB); ganha eada vez maior terreno entre Os de- dicados ao tema no país. Tendo à frente o experiente UFÓlogo-Claudeir Covo, a entidade, à mais significati- va da UFOlogia brasileira, vai aos poúcos assumindo lide- rança e maior peso nas ativi- Jades do setor. AS mesmo tempo, túdo faz erêr que seu - Quadro Filiativo dobreaté o fim de 85-- ALVORADA EM NOVÁ PASS Desde seus dois últimos encontros nacionais, realiza- dos“-em:84:em | Belo Horionte!MG «e: Montes Claros/MG;:o PROJETO ALVORADA-REDE BRASI- LEIRA DE ESTAÇÕES IN- INETÁRIAS, movi- IMANOSÓFICO com sofrendo ção de seus dos, aúiosubsistentes eisem equipados, para o trato extra- ! SEouas co que a UFOLO-:'S CIONAL 4/85 ão.no meio; ões no senti- s Aidebaran, em busca de seu lugar no Planalto Centtal, nuraa colina idade * isolada, acima de 1000 metros do nivel do:mar. com seus laborato- rios. oficinas e “câmaras-de contato” decisivos para a Humanidade Terrestre retomar comtaior coma Hurma- » deverá desenvolver projetos g

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ce Siriretanto, se- iu vi Gonzaga, gerou ita confusão”, pois... “nã - fories preconceitos de am- -bas as partes, iundamental- mente por faita de mútuo res- de-muita ignorância”. AUFO- “logia é uma “LOGIA”, um “estudo sistemático com ba- " se nos postulados e metódos de: investigação científica” À VIMANOSOFIA é uma “SC- FIA”, é conhecimento de ba- se esotérico-ocultista e de gem oriental, e que estê antigas seitas e muitas delas vi- iv Bio “na Índia, por exemplo, que. têm os povos -do-sspaço- come aís velhos da primitiva hu- anidade terrestre”, explica o autor do PROJETO ALVO | RADA. 1 ARy - Na nova fase o PROJE., TO ALVORADA aglutina es- forços, aprimora os critério de admissão de sócios e pe. sa a manter um certo afasta mento em relação à UFOlo- gia. Em vez de doze “Esta- ções Inierplanetárias” vai implantar uma só, em Goiás, atizada de ALDEBARAN, enquanto estarão concen- trando esforços na VIMANO- SOFIA, também, es por "UFCiogia Esotérica” “Avançada”, ou à Tranáces dentai”, e ainda “Mística”, aue, segundo Luiz Gonzaga”, .m de religiosa, no “ comum do termo reli- iormações poderão .itagas-a partir de cu- aximo, “escrevendo- AÇÃO INTER: EST 70845 peito e conhecimento, além dois Ovnis são. “fotografados * “Vão Icenti-. ficados (Ovnis) Teo bservados noite de domingo pelos ussageiro: - tripulantes de um avião comer. ue sobrevoava a "iccalidade «. , Cerca du 76) knt & normeste de Buenos Aires. Os diários “Clarin" “e “Tiempo Argentino” pubicaraia on- tem fotografias dos Ovnis, No avião viajeva um numeroso grupo de jornalistas “e fotógrafos que regres- -sava de Santiago de Esieroy onde 'faram cobrir. uma à prova automobilis-. «tica, A visão dos objetos se produziu às xh e depois às 19h Gocais). O primeiro deles pôde ser visto pel. janelas laterais direitas do Boe. 73? das Aeroincas Argentinas. +º.- gundo os passageiros, era uma luz brilhante, às vezes perdia a Intessi- dade lumincse, mas em seguida volta rilhar e mudava de cores, tinha à fcrmna de um cone com o vértice na parte de cima e realizava movimendo de ziguezague a uma veloci enorme. De repente ficava pasado . como se estivesse no chão. O outro foi avistado à esquerda do BUS, página 18iArquivos crov - De acordo com 6 fotógrafo o Ruiz do “Clarin” esse eira é parecia estar 2 uma distância 4Px. diyg “a tes . e * calidades brasileiras, co vo * * iê do Paraida à Zonada hi ii “Entretanto, com'rara. axcegões, as desc. ias observações u rever um significante deta- tre: «am de relativa . - suas caracte- . as. OU Seja, correspon- -«:v aobservações qualiiica- das -e fenômenos LFOlógi- : OU pouco co- Para que se terha iosia, em nenhum caso cedlesor Uma-coisa, peio menos, tem “mudado expressivamente Qurante as reuniões e even- “tos UFCiégicos que se reali- zam regularmente no Brasil: . pergunta-se insistentemen- te, por UFÓlogos e UFÓfilos, .a que nos levaram mais de 40 anos de intensas pesqui ao setor de informação extr: terrestre e, mais contunden- ente, no que tal atividade "su a vida dos que a prati- dom Entretanto, ainda com res- * $ postas esparsas e não com, 2 Pior. - nã É condusia ouvido 5 uma de uu 4 .& mil metros. Para ele, c Ovni estava a O uns 26 mil, 8 tripulantes af e avião nc em os Ê pes. d dixgulos em que see. -ima do avião. pa esa Pouco a pouco, vão re- tornando às páginas dos principais jornais do mundo, notícias de observações ce OVNis. Durante os meses de “junho e julho, por exempio, : noticiou-se, através de jor- nais de grande tiragem no na China, we, Esta- Des E En CiVersas ervações de obie-.. a “2 Com “asge io simples de 2 uma totá de fogo incantz 2 8 - Suisivas, a pergunta repre- . x à Qura realidade de st , menos teorica- . “ue a UFOlogia, do- mo prática, não interfere sig- nificantemente em nossas vi das e hábitos, ae ponto de operar m ca significati- vas Em v Jopráticada to Olbgica, ou = voluntário e pur parto de leigo: to-- ai. apresentada pe... center UFO Studies (CUFOS), d gido pelo Dr..Hynek e repte sentado .no a p CPDY, mostretique 7 cas observações de O “âão-se à noite; » Cestas, 237% correspondem.; e obigigi Ro cente; cortando o céusitas. oie caso, detectou-se. que. . perior à't * prazo imediato, a UFCog de: +) 35 ver :metereolós! cas, ou ainda Or, “pessoa! qualificado, tagamenie nos-gaises es- trangeiros envoixidos, inciu- "sive Zaire e Zimbabwe, quase desconhecidos” ria lieratura “especializada. Estariam 03 OVNIs vcltendo a ativa em ni- veis mais sutis? Coma s: ximação do Corneta de Isyrisso pods siontiioa n no no à Exist de 40 UFÓiogos atua emu em atividade conhecida no país, eum público taivez su: “não de interes: sadôs. Com Bfgito, a pes: sa UFO ca é uma p' có tera verdad... « para aqueles UFÓio: = =: = UMa peguaníssima pa” teu estes -UFÓRiOS. * Perém; Sé pouca coisa ter, servido para imertenir ar: nossos háditos, a UrOlogiá apresenta- se com um poter- cial iniguatável para realizar tais transformações em um futuro muito, muito próximo, e é para O que convergem as discussões em torno do as- sunto. Se, embora não num Aa representa grandes aitera- sões de hábitos e costumes,

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SENSACIONAL LrO x SALYUT 6: CONTATO COM EXTRATERRESTRES NO ESPAÇO Surpreendentemente, a URSS começa a dar divulgação a um dos principais episódios envolvendo UFOS no espaço, cujos tripulantes mantiveram vivo contafo% com os - cosmonautas soviéticos. Do ponto de vista estritamente UFOlógi- co já não é novidade: em maio do ano de 1981, ou mais precisamente entre os dias 12 de mar- ço e 14 de maio, os astronautas soviéticos Vla-, dimir Kovalyonok e Viktor Savinikh, manti-” veram em órbita terrestre, quando operavam a sexta unidade da Estação Orbital da série “SALYUT”, extraordinárias relações com três Humanos interplanetários alienígenas, *e que, por sua vez, operavam avançadissimo equipamento de conformação esférica e reple- to de vigilias (janelas). A opinião pública, entretanto, pelo me- nos no Brasil, só teve notícias desse evento através da revista MANCHETE nº 1.693, de 29 de setembro de 1984, edição que trazia na capa foto da manequim Xuxa Meneguel, na sua fase internacional. No canto inferior es- querdo, lia-se; “Sensacional: russos encon- tram UFO's”. Durante aproximadamente quatro dias terrestres, com interrupções cíclicas, de perio- dicidade complexa, as duas naves orbitaram a 400 Km de altura, experimentando aproxima- ções de até 30 metros uma da outra. O diâme- o lo 2 o e 8 5 Fotos NASAICo tro da nave alienígena era de aproximadamen- te 9a 10 metros e apresentava 8 janelas sime- tricamerite, na: seção de maior diâmetro (“equador”), e !6 outras áreas transparentes, iluminadas, semelhantes a “vigias”, sendo oi- to acima e oito abaixo da linha central, suge- rindo alguma ligação com o sistema motor do aparelho. Asaparência, o brilho, etc., lembrou metal aos côsmonautas soviéticos que afirma- ram não iêrem percebido qualquer reenirân- ciaou saliêngia, incrições, marcas ou desconti- nuidade na. superfície: da esfera, “perfeita- mente polida”. Nem antenas, nem terminais de sistemas óticos de informação, painéis sola- res, enfim, nada pertubava a superfície exter- na, enquanto a parte interna, feericamente iluminada, mostrava uma cabine de comando de aparência convencional, com painéis de controles, comandos, revestimentos mono- cromáticos e entos. A experiência teve início a 14 de maio, quando as pesquisas a bordo já estavam no seu 75º dia. Kovalynok, então, percebeu, pela portinhola de sua nave, um objeto orbitando estacionariamente à frente da SALYUT 6, a UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85. RX. dua, p-8/a5 .s: no uns milmg do percebida íorma esfórica. 'Nessg fase fo- ram sodauba ds prifatirbs” segurifi s de um “tape” qup acêbou gravando q ma hora de exposição. 'As portigholas fotam percebi- das com binógolos de longe nêe. Nó dia cósmico seguinte, depois de horastie sono, os Cosmionau soviéticos foram surpi com proximtigade da nave alienigena, pôdeger observada, então,» de qem meros de distância. Com basa nos rec sos o pela itenologi ia tertestre, qãto dêixgu perpi xos qs E nontutas, tá que estes pão en traram exp cação para o deslocamento do ar- tefato alienig cha semue este tivesse se utiliza do de “foguetes” pára produzi? as alterações de 6rbi » já que seus pontos qé escape tsta- vam agentes da configuração da nave. Pelas portinhõias, três seres, de aspecto humano, gestos objetivos, “programados semblan- tes serenos, de aspecto solene, “lembrando hindus, de narizes retos e soprâncelhas gros- sas, com enormes e oblíquos olhos azuis, pro- fundos e panetrantes no olhar”, deixaram os treinados profissionais do espaço extasiados, embora aqueles rostos, no dizer dos soviéti- cos, não tivessem deixado trânsparecer qual- quer emoção perceptível em termos dos nos- sos padrões de emotividade. Segundo o relato noticioso da agência soviética, nessa altura da experiência, foi solicitada à Base, por parte dos cosmonautas terrestres permissão para “contato direto”. A resposta teria vindo rápi- da e incisiva, definitiva: NÃO! (“Nyet"). A experiência não poderia ir além de contatos via instrumentos. Ãos poucos a nave alieníge- na ia se aproximando e, por vezes, a uma ve- locidade inimaginável, como que “automa- ticamente”, disparava em. ângulos variados, sumindo em frações de segundo por trás da Terras é e retornando em nova posição relativa, “parando” 3ruscamente, sem que nada acon-” tecesse com seus 3 tripulantes, numa afronta à chamadf Lei de Inércia, sem dúvida um dos a «moderna. Numa das reapro- o O de distâbicia; quando já teria si-

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ARX.AU3 p.9/35 Salyut 6 x UFO: Kovalyonok solicitou à base terrestre autorização. para contato imediato de 3º grau com & nave alienígena, A solicitação foi energicamente NEGADA. ximações, a nave alienígena teria ficado à cer- ca de 30 metros da Estação Orbital SALYUT 6. Kovalyonok, como que por impulso, abriu um mapa celeste de bordo e aproximou- se da vigia. Para sua surpresa, e tomado de fortíssima emoção, notou que um dos alieni- genas fez exatamente a mesma coisa, abrindo um mapa onde se via, “claramente”, segundo os soviéticos, o nosso sistema solar num canto direito superior, e muitos outros corpos celes- tes não identificados durante a rápida exposi- ção. Sem saber exatamente como proceder, Kovalyonok ergueu o polegar, num gesto de confraternização, no que foi seguido pelo alie- nígena, fato que teria marcado fortemente a tripulação soviética. Quanto às tentativas de comunicação por instrumentos, houve algu- mas, embora não tivesse evoluído ao nível do . . desejável. Usando uma lanterna de alta potên- cia, Kovalyonok transmitiu em código MOR- SE: “Cosmonautas Soviéticos saúdam visi- tantes à Terra”, em russo. Nalla aconteceu. Os 3 alienígenas não esboçaram qualquer rea- ção. Tentaram em inglês: “Are you receiving us?” (Vocês estão nos recebendo?). Mais uma vez, nenhuma reação. Na terceira tentativa, sempre através de Morse, Kovalyonok trans- mitiu o número binário 101101, cósio expres- são de uma certa figura geomátrica. Partiu da nave, então, uma sequência dessinais que não eram uma repetição da sequênga!transmitida. Mais tarde verificou-sé que os atienigenas ha- viam transmitido o valor de “ses” apase dos la- garítmos neperianos muito usados a bordo da SALYUT 6, a nível dos computadores de bor- do, para a linearização gráfica-de curvas rela- tivas a funções matemáticas complexas. E llustração Rodval Matias/Arquivos Aldebare: Com à mesma roupa ou traje espacial que usavam a bordo, e que lembravam roupa plástica de merguiho submarino, Som capuzes leves e visores amplos, os alienígenas saíram de sua nave e flutuaram no espaço, apresen- tando movimentos curiosos, como. se dispu- sessem de assentos e passarelas invisíveis. Ne, nhuma “mochila” teria sido notada pelos so- viéticos, nem qualquer outra coisa que servisse de apoio à manutenção da vida dos alieníge. nas nos termos da tecnologia em uso aqui nã terta. No fim do quarto dia, ““Bles” foram embora, não mais reaparesendo, e rc uma “estranha saudade", no dizer dos cos: mohautas da SALYUT 6. Autoridades «administrativas e de gover- no? Militares, Cientistãs, Cosmonautas e os próprios protagonistãs dessa notável experiên- cia se reuniram em'18 de junho de 1981 para verem os filmes e as fotos levantadas pela mis- são. Kovalyonok, bombardeado de pergun- tas, respondeu a todas clas, e o caso foi, en- tão, “Spterrado” pelo carimbo de “ALTA- E que; por razões ainda não totalmente Identificadas, veio a pú- bio, oficiosa e oficialmente, pr determina- ção'do Kremlin. De qualgner forma, no nosso ponto de vista, tal liberação denota uma pos- tura incrivelmente mais: âmadurecida, numa. perspectiva científica € planetária, do que p posição que tem sido ridiculamente mantida pelas autoridades norté-americanas, por Pur trás das vigias do UFO, 3 rostos . - humanos protegidos por capuzes justos e leves visores: olhos enormes o azuis; peis morena, sobrancelhas grandes e narizes retos. A superfície do UFO'era lisa e polida. . a.

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exemplo, que em relação ao mundo como um todo, pelo menos no que diz respeito à ques- tão UFO (OVNI), tem sido marcada por deci- sões anti-científicas, anti-culturais e militaris- tas, O que é deplorável para uma Nação que ostenta o título de maior democracia do oci- dente e de mais avançada nação da Terra, co- mo centro da ciência e da tecnologia mundial- mente disponível. Por quê? Até quando? Há muitas possi- veis respostas para isso, sendo que duas ou três delas são bastante contundentes, como por exemplo o fato de que a existência “real” dos OVNIs, e sua presença entre nós, inclusive há milênios, seria um dos argumentos mais poderosos no sentido da PAZ mundial, situa- ção economicamente desinteressante para os exportadores de armas, os fabricantes de ars ma, Os projetistas de armas e para todo o com- Semblantes profundamente serenos, de rara beleza e emoções contidas; gestos - programados e exatos. á 7 ustração Rodval Matias/Arquivos Aldebaran Kovalyonok ergusu o polegar: o alienigena respondeu com um, idêntico sinai. No entanto, não responderam aos sinais em código morse, mas transmitiram a pase dos logaritmos neperianos. A liustração Rodval Matias/Arquivos Aldebaran eram dotados de extrema mobilidade, assim como o UFO, apresentayem É mi vous movimentos. Ambos so aproximam do Salyut. De quafquer forma, a bass haviainoga-o maior contato. . , UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85 a ; ção tecnológica para fins militares. Como po- deriamos nos apresentar a organizações so- ciais humanas alienígenas, talvêz de base ir- terplanetária, sem corar de vergógha diânte das inumeráveis fronteiras internas que defen- demos, da fome e da miséria que sofre mais da metade da nossa gente, diante fla imundicie é. do caos que representam nossos assêntamen-s tos urbanos metropolitanos, nossas “cidades”...? Como estabelecer Gontato ten- do o reboque questões ideológicas e político- partidárias, e na lembrança! oefato de que a moeda internacional no tráfego de"armas são .. Narcóticos produzidos em larga escala, em to- - dosos côntinentes? Como não corar de vergo- nha, se é que esta seria mesmo a questão, dian- * te da situação ambiental-ecológica do plapeta, irreversível no seu processo de-violenta dete- . *, rioração, em que pese o grito e o alerta de mi- . lhões de conciências? Como olhar nos olhos de seres que representam sociedades de indivi- duos certamente bem'hais avançados, emam-, plo sentido, quando-tentenas de governos e entidades nacionais, internacionais, continen- tais c até mundizig não conseguem gerir as dis- ponibilidades enêrgétices, os recysos natu- rais, a tecnologia disponível, 6 Espaço territo- rial, os bens em geral, os recursos humanos, para suprir as necessidades de 5 bilhões de in- divíduos, igualitariamente? É, inclusive, notá- vel que não consigam isso, ou seja, somente uma postura intencional, de iesar os destinos do planeta e da civilização terrestre contempo- rânea, talvez dentre as muitas que já tênham existido por aqui, poderia “explicar” uma produtividade tão ridícula quando compará- vel às potencialidades perfeitamente passíveis de uso, de dinamização. . Outro argumento, bastante relaciônado, é o medo da perda de autoridade diante de um ““poder-maior”. Afinal, como justificar tanto barbarismo, tanta injustiça, tanta primitivida- de se o que não falta nesse mundo são as ““au- toridades”, os governos mais ou menos des- a 1

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Revista Tecnologia e Defesa/Arquivos Aldebaran Pa ? centes, e assim por diante. Como impor ou justificar o poder mais ou menos ilicitamente conquistado diante das espetaculares implica- ções filosóficas, religiosas, científicas, tecno- lógicas, históricas, sociais e econômicas desen- cadeáveis por uma ampla divulgação e aceita- ção generalizada da presença extraterrestre no nosso meio??? Pânico? Ou não seria medo de uma situação de generalizada indisciplina civil e militar diante de um fato culturalmente avassalador, incrivelmente contundente dian- te das nossas pequeninas verdades e interes- ses? O fenômeno UFO, assim como os fenô- menos PARANORMAIS, no momento, são os mais extraordinários vetores de reordena- mento planetário, numa escala absolutamente sem precedentes. Sua aceitação, a transparên- cia das verdades que encerram, poriam por terra o que ainda resta de uma civilização que muito pouco ainda tem para oferecer ao Ho- Viktor Savinikh, em sua primeira missão no Cosmos, teve a oportunidade de encontrar e contactar Extraterrestres. Quais segredos ain- da não guarda a URSS, a cerca deste e de tan- tos outros contatos semelhantes? | Interessados em conhecer detaines acerca de outros encontros com OVNIs no espaço e na Lua, poderão solicitar ao CPDV o documento Relatorio de Vôos Espaciais Seguicos por OVNIs (12 páginas), ao preço de Cr$ 6.500. Remeta vale posial ou cheque nominal! cruzado ao CPDV: Caixa Postal 2182, 79.100 Carnpo Grande (MS). e Revista ManchetelArquivos Aldebaran mem, enquanto SER, e como parte de uma sociedade que almeja muito mais que a fome, a miséria, a vida em aglomerações urbanas ab- surdas, num planeta poluído, loteado, repleto de bandeiras e em guerra suicida, por causas pueris. Dentro dessa perspectiva é que a UFO- LOGIA ganha dimensão'de Ciência. Fora dis- so ela seria, como infelizmente tem sido, ape- nas uma pseudo ciência, compartimentada, social e culturalmente qescomprometida, co- nivente com um mundo que, às vésperas ou de um holocausto nuclear ou de uma profunda renovação e abertura de.consciência, de qual- quer forma agoniza na pobreza de suas pers- pectivas atuais, sem veritade e ignorante em 12 lustração Luiz Gonzaga/Arquivos Aldebarên À bordo da nave soviética Salyut.5, inex- | plicayelmente há um rosto humano deserihado | e colado no teto: recopdação do contato pré- vio? A projeção do desenho, permite réfazê-lo horizontaimente (acima). Um rostq períeita- mente humano, porém bem mais sutil aparece. relação às suas potencialidades e até'em xela- ção aos seus ideais maiores, abafados por for- ça de manipulações sujeitas a interesses incon- fessáveis. . ' . No piano intêrno, temos pela frente uma CONSTITUINTE, uma reforma Universitá- ria, liberdade de informação e-de reunião, e até um Ministério de Ciência e Tecnologia, além de um.Ministério da Cultura. É hora de sabermos até onde vai essa vontadede mudar, até onde vai a “Nova República”. Que se abram os arâuivos oficiosos brasileiros sobre os OVNIs e.que estes, entrem para o rol das preocupações acadêmicas universitárias e das instituições para o progresso científico e cultu- ral, bem como a nível do próprio Congresso Nacional, ou será que nossa luta ainda vai continuar no mesmo nível, buscando as mes- mas aberturas que ainda não chegaram, ape- sar de tutlo? 4/85 UFOLOGIA NACIONAL E, INTERNACIONAL |

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ARX. 43 p- 10/35 FOTOS INÉDITAS DE OVNIs NO ESPAÇO, OBTIDAS DA APOLLO '|1. | Ao longo de anos a fio, grupos UFOlógicos em todo mundo, tem recebido informações acerca de OVNIs no es- paço e sobre a superficie lunar, assim como contatos entre seus tripulantes e astronautas terrestres. Aproveitando 0 ar- tigo de Luiz Gonzaga, abrimos alsbs arquivos de depoi- mentos de contatos e fotos de OuRtis é feitos por astronautas em todos os tempos. Ao iniciar esta Sequência, que mostra um OVNI! sobre a lua, ineditamente apresentada no Brasil por UFOlogia, damos também início a uma série especial de reportagens exclusivas, onde mostraremos fatos e fotos até então considerados “top secret: por v ágos governosrAs fo- tos aqui em questão, obtidas pela Apollo 11, é um “a ca- “DOCUMENTO . FOTOS E suDES DE 'ovisiis E NO ESPAÇO As 6 fôtos aqui apresentadas, Jneditamente no Brasil, consti- tuem uma segiência fotográfica caRgendo 1720 ii imagens de um “ OVNksobrg a Lua, acompanhaneo, as manobras da 'Ápollo 11. “Destas, somente são conhecidas, até hoje, -terca de 45, des quais 24e encontram-se reproduzidas nos Arquivos do CPDV. * Desejando obtê- las, basta que escreva qo Dept? de Recursos -Abdio Visuais é Instrumentais do Centro «Dara Pesquisas de Giornale dei Misteri E Discos oadures; Caixa Postal 2482, 79: “100 Campo Grande S (NES Shesplicitando-ass preço ue ss Cestos Cr$ 117: 600» (tamanho SE 9x12cta); 24 slides: CF 201.600 (35 mm). Envie cheque nominal * + = cruzálio qu vale postal em nôme do CPDV e aguarde 2 semanas É. para réfeber ô material solicitado. e o : á E ER - UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85 = ns E 13 e . o . “e.

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D MEIER: OU MEN TIRA? O Debate em torno do.controverso caso Edu E parece, sem UFOLOGIA tem S&-preocupad! signNicativos do fenômeno U ativas ao Caso Eduard o ERUE Io cado e ir . Mritutteros dos quais não possa nitendemos que este lei o que se passa de verdade n detalhes No primeiro número-desta revista publi- camos, pelo que temos conhecimento, d que seria O primeiro artigo sobre o chamado caso Meier em nosso país. Fizemos isto após estu- darmos por um ano o material que nos havia chegado através de pessoas de nosso relacio- . namento. Em pouco tempo começou a acon- tecer no meio UFOlógico brasilgiro a mesma coisa que já havia ocorrido ho exterior: uma total discórdia em torno do mesmo. Possivelmente o primeiro pesquisador , brasileiro a travar contato com o material rela- tivo à este caso tenha sido o Dr, Walter Buh- * ler, Presidente da Sociedade Brasileira de Es- tudos Sobre Discos Voadores, pioneiro na pesquisa UFOlógica em nosso país, pesquisa- dor de vários dos mais importantes casos de contatos diretos com extraplanetários, que nos confirmou tratar-se de um caso realmente verdadeiro. , Após qárigo publicado pela prof? ranchigfgnerceiro número desta mesma re- vista, na; ay presenta O caso como um grande tramas, somos motivados a voltar a m cer comentários sobre o mesmo, e fazer alguns reparos 20 que: foi declarado por esta nossa colega, pois infelizmente uma série de fatos foram esquecigos. Logo no ptiméiro parágrafo do referida artigo temos utj exemplo destes. De forma al- guma os livros (amplamente ilustrados e xuosos) “UFO... Contact From The Pleiades (volume DP” e UFO... Contact From The Pleiades (volume II)”, são de autoria do Co- ronel Wendelle C. Stevens, como declara a au- tora do artigo. O volume I é de autoria de Lee J. Elders e Thomas K. Welch, sendo o volume II de autoria de Lee J. Elders e Brit Nilsson El- ders. Stevens é autor, na verdade, da obra “UFO... Contact From The Pleiades4A Preli- minary Investigation Report”, que por sinal não é nem um pouco luxuosa. Nunca também tentãinos convencer nin- guém da rêakidade das experiências de Meier a partif “da beleza dos versos da dita Semjase"” portâne e Ju-" q pre rs rco À. Petit Mai rene:. o, sodrem or nd t tudo tor tir 2 ir de deva, Começamos à defender, no Brasil, este caso, na realidade, a partir de evidências claramente objetivas, que mais uma vez reportaremos li- dgadas a homens como Neil M. Davis, da De- * “sign Technology, Marcel Vogel (IBM - EUA), Walter W RR (Universidade do “. Arizona), € No fi Em ano passado estivemos parti- “ cipando de uma pela autora do art Fomos convidad reunião pública promovida tigo que estamos a comentar. «Jebater.o.caso, aqui em foco, com W ith, apresentado aos presentes comc e astrônomo da direto- ria do CUFOS, que é como sabemos dirigido pelo famoso J. A. Hynek. Willy Smith realmente declarou que tudo não passava de uma farsa, inclusive sugerindo que Stevens teria falsificado as assinaturas dos cientistas que aparentemente teriam confir- ma: ado ce ertos aspectos do caso Naquela oportunidade, apesar de já co- nhecesmos os problemas criminais com que Stevens havia se envolvido (processado por envolvimento sexual com menores), achei a tal declâração sobre as falsif ações dificil de ser verdadeira. Começamos a desconfiar da obje- tividade das declarações de Willy Smith a par- tir de seus comen trespeito da fotografia queteria sido batida por Meier do interior de umdgs UFOs no dia 17 de julho de 1975. Nes- ta foto, publicada pela revista Stern, podemos ver à nave norte-americana Apollo 18 entran- . do em acoplamento com a soviética Soyuz 19. Como tal fotografia foi batida de aum ponto acima das naves terrestres, podermos ver a Ter- ra em baixo das mesmas. Smith simplesmente tevea córagem de declarar que tal foto foi ba- tida por um observatório da NASA, sediado e absur- co em terra, declaração que é totalment da, já que como'lembramos, a Terra aparece abaixo das naves (Apollo e Soy de Não tínha- mos esta foto inicialmente, pois nas três obras eiras que serviram de base para nossat prim entações do caso, esta não constava. nasUFOlogia brasileira e GIA NACIONAL ARx. d43,p: 13/36 VERDADE ard Meier (Suíça) continua e, ao que acrescido de novos tons. em torno 7 matérias UFOLOGIA. Pelo contrário, o que é exposto, conhecesem e estrangeira. cê te com o representante do CUFOS, pergunta- mos ao eminente astrônomo quantos satélites já haviam sido descobertos em torno de Júpi- ter. Colocamos tal interrogação porque tinha- mos conhecimento que Meier, mediante seus contatos, havia previsto cdm antecedência a “descoberta do décimo quinto e décimo sexto satélite, coisa que realmente aconteceu a partir do Projeto Voyager. Como Smith nos foi apresentado como astrônomo, acreditamos que ele poderia, justamente, informar ao pú- bilico presente sobre o número exato tes de Júpiter, mediante o que fariamos refe- rências às referidas previsões de Meier. Mas para nossa surpresa e de outros presentes, Smith não foi capaz de responder quantos sa- télites possuia realmente o maior planeta de nosso sistema solar. dos saté Confêrme os meses passavam, confirma- mos, a partir de outras fontes e outras publica- ções, que Stevens não havia mentido quando de suas reférências a personalidade do mundo científico, que haviam estudado e confirmado | a validade de vários aspectos do caso. Por exemplo, quando mencionamos para Smith e o público presente, a existência de um laudo técnico fornecido pela Design Technology, lo- Na mesma reunião dá qual tomamos par- calizada em Poway, Califórnia, referente a| seis fotografias de Meier, este, como a própria professora Irene Granchi lembra em seu arti- go, declarou que Stevens havia obtido as “di- frações das fotos ao visitas o estabelecimento Marco A. Petit de Castró é presidente da As- sociação Fluminense de Estudos UFOlógi- cos (AFEU) e membro de diversos grupos brasileiros de UFOlogia, entre eles o ELO, também co Rio, que tem promovido vários eventos ande c Caso Meier é exposto. Mar- co tem dezenas de irabal hos publicados em revistas. brasileiras e é colaborador assíduo de UFOLOGIA. Seu gndereço é: Marques de Abrantes'37/1008, 22230 Rio, RJ. “& INTERNACIONAL .

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“que vendia aparelhos para esta finalidade. Lá fingindo-se de comprador, conseguiu umas amostras, justamente as das fotos de Meier””. Temos a disposição este laudo, segundo o qual claramente temos declarado que Stevens realmente submeteu as fotografias de Meier à análise. O próprio analista da Design Techno- logy, Neil M. Davis, confirma neste laudo, as- sinado no dia 13. de março de 1978, que não foram encontradas evidências de dupla expo- sição, foto colagem, modelos suspensos por li- nhas, barbantes, etc. Em sua conclusão decla- ra que estariamos, realmente, diante de um objeto grande, fotografado à distância da câ- mera. No mesmo laudo, Neil Davis apresentã recomendações que deveriam ser seguidas pa- ra termos maiores detalhes sobre as fotos. Posteriormente entrevistado pela TV japone- sa, para um programa especial sobre O caso Meier, apresentado para cerca de 30 milhões de japoneses, Neil Davis confirmou a autenti- cidade de outras fotos do caso, mostrando os estudos que foram feitos, entre outros instru- mentos, mediante um microdensitômairo (mede a granulação do negativo), até a utiliza- ção de um computador processador de ima- gem (que define, mede, analisa os elementos da foto). Entre as fotos auterrticadas, está in- clusive a que mostra a perseguição empreendi- da por um caça Miraje suiço a uma das naves extraplanetárias. Devemos lembrar também, que o fato de uma pessoa em certo momento de sua vida ço- meter atos passíveis de condenação criminal (como os de Stevens) não pode servir para condenar todos os seus atos anteriores. Se es- tamos errados, como explicar Que Stevens te- nha chegado a possuir uma alta patente mili- tar dentro da USAF? Mas continuemos com nossa análise. Segundo nos conta a prof? Irene Gran- chi, o major Colman VonkKeviczky teria visi- tado os locais exatos onde Meier teria batido suas fotografias em Hofbald, próximo a Wet- Zikon. As pessoas que conhecem un pouco do caso sabem que as mais de 800 fotografias que teriam sido tomadas por Meier, foram batidas. nas mais diferentes regiões e não apenas em Hofbald. Portanto fica claramente caracteri- zado que VonKeviczky não fez qualquer estu- do detalhado em cima da totalidade das fotos. do que a foto de Semj ase, seria na realidade da própria espos& de Meier + usando uma peruca loura. Aqueles*que conhecem o caso sabem, entretanto, que a fotografia que VonKeticzky pensa ser de Semjase é na realidade de Asket, e teria sido batida durante um contato na Índia em 1964. É totalmente estranho também que o fundador da ICUFON declare que um apare- lho com diâmetro de 7 metros não possa levar “no seu interior uma tripulação de quatro pes- soas. Nós aconselhamos equelesique defen- dem este tipo de argumentação-a procurar junto a NASA informações a respêito co diã- metro do módulo de comando da espagonave Apollo que era tripulada por três astronautas. Será que alguém duvida que fomos até a- Lua? . Amostra do metal das naves pleidianas, “ recebida por Meier no verão de 77 e As próprias fotografias (2) que aparecem no, analisada pelo Dr. Vogei (IBM). artigo (UFOLOGIA NACIONAL E INTER- NACIONAL 3) pretensamente analisadas pelo ICUFON, apresentadas como fraudu- lentas;-foram-batidas, respectivamente, em Ober-Sadelegg e Sekar Durchstolen. A pró- pria TV japonesa confirmou, filmando a re- gião (Ober-Sadelegg), que tudo que pode ser visto na foto de Meier realmente existe, inclu- sive os pinheiros. Quanto a segunda fotogra- fia, foi batida no dia 26 de março de 1981, portanto posterior à visita de VonKeviczky à Suíça (1980). Logo, de forma alguma, ele pô- de ter verificado as existências dos pinheiros que nela aparecem. Outra prova da superficialidade da ““pes- quisa” de VonKeviczky é o fato de ter declara- UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85 Uma das mais conhecidas fotos de Meier, obtida pog ele no diãg de márço de 1975, em Ober- Sadeiegg, próximo à Schmitirutigna uai ARX. dY3 p. 34/35 Quanto a” . evelação ares- peito de fotograijas baridas na propriedade de Meier, nas quais seriam visíveis papelão, tin- tas, fios, etc., mostra nais: maver e que as pes- soas que atacam.o caso'de mpaneira “Sistemática ignoram fatos já vão pAigulgados e nem um pouco misteriosos. 0% úngio Stevens, hoje tão atacado, publicou m $mO ein seu livro al- gumas destas fotoganias “misteriosas”, nas quais ajtarecem inelusive pequenos modelos. Estes modelos, como as práprias Totogralias dos mesmos nunca foram 'soisas scondidas. Foram montados justamente na presença de várias pessoas e utilizados para se demonstrar que seria impossível conseguir imagens seme lhantes as fovos de Meigr coma tal tipo de artifi- cio. a º Entretanto, alguns negativos destas fotos foram retirados do lixo de Meier e passaram a ser distribuídos por Mr. Sorge e seus contatos numa tentativa de desacreditar a totalidade das fotos de Meier. Quanto ao filme feito por Meier no qual * aparece um objeto orbitando vm pinheiro, que realmente, segundo Meier; téfia desapare- cido tempos depois de maneira misteriosa, es- tamos estudando o mesmo para não sermos tão precipitados quanto outros já foram. Es- tamos já, hoje, de posse de mais quatro des- tes. Um deles estudado dentro da Nippon Te- levision Network of Tokyo (Japão), mediante intervenção do investigador e repórter Mr. Jun-lchi Yaoi, mostra inclusive, quadro a quadro, o processo de materialização progres- siva de uma das naves. Os detratbres do caso Meier costumam 15

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também usar como prova dg frâude algumas poucas fotografias processadas e analisadas através da Ground Saucer*Watch, nas quais apareceria um fio no qual estaria pendurado o ini modelo. Tempos atrás, quando esta mes- ma instituição atacou à validade do caso da a E Tijonã (maio de 1952), a professora anchi cuidou, em artigo na revi A, de demonstrar a desqualific. a instituição. De qualquer maneira é ante que ressaltemos, que em pelo me- nos uma das ima; gens S pr ocessadas dentro do SW aparece uma “linha” o em uas partes, e que não vai a parte algum além de passar pela frente do objeto de manei- ra incompreensível. Este tipo de efeito pode ser conseguido mediante manipulação da fo- tografia ou negativo antes destes serem pro- cessados nas análises computadorizadas. A autora do artigo que estamos a analisar faz menção também a James J. Hurtak, real- mente um-dos-grarides sucessos em termos de público dentro dos congressos internacionais realizados em Brasilia, mas que hoje começa a r seu antigo prestígio abalado por algumas je suas atuais declarações. Recentemente o próprio General Moacyr de Mendonça t izada na Aca- Uchôa, durante conferência real demia Brasileira de Letras (VIII Ciclo de UFOlogia A da do Grupo ELO), ques- ador, que A tionou a obje ds deste pesqui nass: Fa passou a defender ndo s Ê aid d e extrapiane- tários atuar Continuar material que temos apr: lestras, pois não podemos esquecer nhuma das fotos processadas (analisadas) nos equipamentos da Deanza Computer Com- pany, apareceram sinais de dupla exposição, da utilização de modelos pendurados, ou não, por linhas, barbantes, eic., como qualquer evidência de fraude. o esentado em nossas pa- Não podemos também esquecer das aná- lises feitas pelo Dr. Neil M, Davis, da Design Technology, empresa que mantém contrato junto a NASA, Laboratório de Propulsão a coMo A VEJA 7g ) Solicito.o(s) número! () Solicito uma assinatura anual (12 exemplares) de UFOL ( J Solicito uma assinatura semestral (6 exemplares) de UFOLOGIA NACIONAL & E ER “(' ) Solicito minha filiação ao CENTRO | ( (s) atrasados de 1 Estou'remetendo ( ) CHEQUE NOMINAL CRU DISCOS VOADORES, no valor exato de Cr$... Jato de P mente co: mo aut Muitos também se Jado por vários es- enharia de som, co- Robim L. Sheilman, Steve ognerud, Steve Singer, Steve oward Iloson, os dois últimos es- pecialistas do Centro Submarino Naval de Som da Marinha norte-americana, sediado em Groton. Não podemos também esquecer das aná- lises feitas nas amostras de metal recebidas por Meier durante seus contatos. As primeiras fo- ram feitas dentro do Laboratório Metalúrgico de Eidg (o maior da Suíça). Participou ativa- mente tambéra dos estudos, o Dr. Walter W. Walker da Universidade do Arizona, um dos maiores especialistas em metalurgia da atuali- dade, que já havia estudado antes os famosos fragmentos go UFO que expiediu nas proxi- midades de Ubatuba (Brasil). Este cientista declarou simplesmente que nunca tinha tido contato com algo parecido antes. Ainda nos E.U.A., o Dr. Marcel Vogel, pesquisador químico dos Laboratórios de sa da IBM, em São José, Califórnia, pioneiro em tecnolos nlvedor dos chamados 1 filmes magnéticos, autor de inúmeros livros em suas especialidades, “descobriu, entre ou- tras coisas, um modelo múltiplo bastante es- tranho de granulação, com camadas de granu- lação horizontais e verticais, i neira intercalada, cujos ser tre si ângulos de 90 gra m m ainda q que ai alguma É o olo- ida por nossa tecr os SSINA RU! O LOG 1 | LE Preencha a máquina ou em letra de forma e envie este cupom ao Centro para Pesquisas de D) 79.100 Campo Grande (MS). Regidentes em Campo Grande podem entregá-lo na Rua das Garças, 67 (fone 067 382-7246). UFOLOGIA DO ( ) VAL OGIA NACIONAL & | PARA PESQUISAS DE DISCOS VOADORES (C : 01, 02, 03 (marque com um aceitar. Entre adas, que real mente parecgré r prolfemas, como águmas informações totalment : i gicas que são atr ribuídas às tripulações das na- ves. Mas sê por um lado, com o passar do tem- po, tivemos confãfo com materidi inaceitável, por outro tiy vermos acesso à noyas evidências que reforçam a.credibilidade de vários aspec- tos do caso. Estamos também para receber di- retamente da Suíça, para posterior análise, material inédito referente ao mesmo. O verdadeiro pesquisador não deve sim- plesmente “pesar” os prós e contras de um ca- so, e depois dar um parecer abrangente. Deve sim, saber separar a realidade da ficção. No Brasil, por exemplo, tivemos o caso Karran, onde, a partir de uma base real, seus protago- nistas-começaram a fraudar pseudo provas na tentativa de continuarem em evidência. Não podemos, de forma diguma, negar a totalida- de de suas alegadas Experiê ncias, como tam- bém seria totalmente ilógico dar credibilidade a tudo que se relaciona com tal caso, Mi AIS SOBRE o MEIER No propósito de estimular a partici- ão dos leitores de UFOLOGIA nos de- s sobre o Caso Meier, colocamos a spó ição de qu saiquer interessado, 25 a mentação rara relativa o, que poderá ser obtida rfdo-se ao CPDY, ao preço de Cr$ ( à reprodução aliou cheque 7 pm ILIAR-SE AO CPDV istos Voadores (CPDV Caixa Postal 2182, | RNACIONAL, pelo valor NACIONAL, pelo valor Cr$45.0 ei pelo valor.de :es 25. odb; td pelo valor de ce 7.500 dada: a E j E POSTAL NOMINAL AO CENTRO-PARA PESQUISAS DE , para pagamento de minhas. opções indicadas acima. Cr$ 90. ooe; CUPOM DE ASSINATURA tm | | Nome: ' Rs ! ç3 . | Endereço: É | CidadejEstado: 2 ú Fone: Profissão: . UTViL GS UFOLOGIA NACI INTERNA ACIONAL t

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CASO ME O Caso Meier chegou ao nosso conhecimento de forma mais intensa em meados de 1983, através de algumas fotografias de boa qualidade, mas altamente duvidosas em sua autenticidade; pelos princípios que norteiam nossos trabalhos, dentro de uma conduta extremamente rigorosa e disciplinada, não tínhamos àquela época elementos suficien- tes para poder fazer qualquer juízo, e as colocamos em quaren- tena no aguardo de mais infor- mações; enquanto isso, já come- çávamos a fazer alguns levanta- mentos com outros colegas e pes quisar uma literatura que nos desse maiores subsídios. Somente em princípios de 1985 é que começamos a conhe- cer melhor o caso, através dos li- vros “UFOS... CONTACT FROM THE PLEVYADES” vols. 1 e II, e algumas matérias das revistas especializadas. Tudo estava começando a fazer senti- do e pouco a pouco nossa opi- nião começava a tomar corpo. Mas o momento mais importan- te nessa pesquisa ocorreu nos dias 2 e 3 de Julho deste ano, quando tivemos a oportunidade de assistir a um documentário em video-cassete produzido por uma equipe japonesa e apresen- tada no programa “*60 Minutos” da TV Mexicana. No decorrer do 1 CONGRESSO BRASILEIRO DE UFOLOGIA CIENTÍFICA voltamos a assistir o documentá- rio, onde diversos outros pontos de divergência foram levanta- dos. O que agora vamos expor está baseado exclusivamente no que pudemos observar nestes fil- mes, e embora não determinem ainda nossa posição definitiva em reiação-ao-caso,-nos cordu- zern à um parecer muito próximo do que poderíamos chamar de “a fraude do século” 1. Na fala introdutória, o locutor diz que 20 cientistas -americanos investigaram e analisaram o caso, mas apenas uns dois ou três são apresentados o fi me; tampouco se descreve fe das, a não ser uma realizada por computador de uma das fotos; UFOLOGIA NACIONAL & INT tudo? - Os É LER: 2 vale lembrar que foram mais de 800 fotos mas, ao que nos consta, somente umas pou- cas foram analisadas. 2. Se é verdade que pci recebeu tais fragmentos, por q o lhe derara pedaços inteiros, res e de fácil manuscio? P. 18, dis cuias amo mes e sem muitas chances de es- 3. Voltamo: por que, se são mai tos, O program versas vezes as mesmas fotog fias? 4. Ainda com relação ao item anter TO de boa qualidade visual e apre- sentam um refe ial qualquer (árvore, automóvel, t u ro, arbusto, etc.); isto nos parece demasiadamente proposi mes, por sua'vez, estã elas são DOS bastante ruinzinhos, o cados ou dentro de um padr técnico sofrivel. Pelo que sabe- mos, o Sr. Meier sabia com ante- cedência do local e da.hora em que os OVNIs iriam aparecer, e porque não sua técnica de filma, 5. Numa! das computador, o ““t que de acordo com a emissão de uma radiação luminosa detecta- da pelo equipamento, o OVNI havia balançado cerca de 2 me- tros, mas a fotografia bastante nítida mostra um objeto absolu- tamente estático. 6. Na-mesma sequência, o técnico ainda informa de um re- flexo na parte inferior do objeto, da montanha que é a abaixo do mesmq. Porém, a dita mon- tanha está a uns 15 km dó fotó- grafo, enquanto o “OVND* posiciona-se a 900 metros (SIO); ora, dado o ângulo em que foi batida a foto, o reflexo é absolu- tamente impossível, porque o mesmo se projeta NA FRENTE do objeto. Pelo que se sabe, um objeto colocado atrás de outro não pode ser refletido à frente deste. 7. Numa outra foto, ficou também ein o som o OVNI, juntar do vento e atidos dê cão nas proximidades. Pergunia-se ão ERNA uia = Vo qa e a som do na mesma foto registrado? 8. Ainda com relação às fo- todas as que conhecemos atam-se nítidas e bem fo- calizadas, exceto algumas consi- deradas “chaves”: a mulher traterrest re (por que só uma to?), o acoplamento das naves Apolo e Soyuz desde um alegado ponio incomum (dizem existir mais duas fotos, mas nunca fo- tos vous 5 tginco) rolos de filme q quando de sua viagem espacial, “mas quando foi revela-los, 4 fo- “am roubados e apenas um se Ivou; ste, somente UMA TOGRAFIA foi aprovei- tada... Francamente!!! 19. Em uma das sequências, o Sr. Mejer disse que conseguiu ptar o OVNI em seu desloca- ca mento de em seu vôo rápi- do e ascendente. Mas o docu- entá rio não nos mostra isso. 1. Não existe nenhum re- gistro de que os radares suíços te- nham captado alguma coisa, as- sim como o Serviço de Defesa Aérea daquele país também não registrou nenhuma anomalia que estivesse relacionada ao fato. E também não foi colhido o depoi- mento do piloto do Miragem, que, segundo informam, teria aído ao encalço do objeto. Por quê? g 2 12. Num doSetrechos mai importantes, O sirposto OVNI parece realizar ajgumas evolu- ções circulares ao redor de uma árvore, simultâneamente a um movimento pendular; o que nos chama a atenção neste particular é que estes mpvimentos pendula- res são feitos a partir de um hipo- tético eixo central do OVNI, su- gerindo fortemente que se trata de um modelo em pequena esca- Ja suspenso por um fio impercep- “vel. 13. Para fortalecer a suposi- ção anterior, a perspectiva de vôo simplesmente não existe, ou seja, o OVNI mantém o mesmo tamanho tanto quai ndo próximo como qu shdo distan- te dela. Se fosse de fato um OV- da câmar. COE E | um nas dimensões aparentemente estimadas, essa perspectiva seria notável. Mas tal não acontece. 14. Ainda com relação a es- ta segiiência, o “OVNI” passa várias vezes “próximo” à ponta superior da árvote, mas somente numa das passagens é que faz ba- ar gstá camagem. Disso se aproveifameos defensores do ca- so pára apontar a veracidade do Te. Eniretanto, uma observa- ção mais atenta mostra que em outros mômentos, o UFO passa ARAIXO desse.ponto. E a pers- pectiva, como fica? Para nós, o balançar foi causado pelo vento. “15. Em outro flagrante, O OVNI balança-se de um lado pa- ra o outro, esquerda-direita, rít- mico, regular, exatamente como um pêndulo de relógio de parede tipo “cuco” á 16. Ao projeta: com 5 OVNIs, Siotidr alega ser te de uma fraus d na: à quém eo pésE, : e 17. Em outra Peer o OVNI parece desaparecer em um canto do quadró para reaparecer em seguida noutro canto. Mais uma vez O “imparcial” locutor chama nossa atençaô para esse movimento rápido, informando que não pode se tratar de corte. Mas HÁ CORTE SIM, não só por porque há uma forge mudan- çá na luminosidade da película, mas também porquê pode-se perceber, prestando muita aten- ção, um leve desvio no ângulo de filmagem. 18. Não foi mostrado ne- nhum filme com 2 ow mais dis- cos, se é que existe fal filme. Seo Sr. Meier sabia das próximas aparições, porque sito fatos de mar todas“elas? 19. As testemunhas apre- sentadas são poucas, gm relação ao tempo decorrido dese que os OVNIs comegaram à “áparecer. A exclusividade das, fotos e dos filmes parece-n nos bastante estra- nho. * 20. Onde estão as, 3.000 pá- ginas de anotações que o Sr. Meier teria recebido? Por que os originais não foram mostrados no filme ou publicados nos !i- vros? E se o 17

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CONVIDADO . MUTILAÇÕES DE ANIMA Estudos aprofundados no Mistériã das Mutilações Inexplicad Entre as ramificações ou especializações UFClógicas, as que exercem maior fascínio são as que se relacionam com os aspectos mais objetivos do fenômeno, isto é, as que investi- gam os efeitos físicos e fisiológicos derivados da ação dos UFOs/OVNIs. Nesse campo, certa modalidade de ocor- rências tem captado em demasia as atenções dos colegas especializados. Trata-se das enig- máticas mutilações de animais, aparentemen- te associadas às visitações dos UFOs. Faz anos que, em vários países, animais de espécies diversas vêm sendo. encontrados estranhamente mutilados. Galinhas, patos, cabritos, coelhos, gansos, vacas, ovelhas, por- cos, cavalos, cães e gatos, segundo estatísti- cas, são os mais atacados. Em novembro de 1965, um cavalo cha- mado 'Snippy” foi achado inexplicavelmente mutilado em Alamosa, no Estado de Colora- do, EUA. Seu terrível destino ficou perene- mente registrado na memória da UFOlogia mundial, pois, foi relacionado, por vários in- vestigadores, às aparições de UFOs naquela região. Infelizmente, ao contrário do que muitos imaginam, o famoso Caso Snippy não pode ser considerado um acontecimento isolado. Nos EUA mesmo, de 1970 à 1980, pelo menos 8.000 mutilações de gado e cavalos foram re- gistradas somente numa região que abarca 18 Estados, do Tennessee ao Oregon, num total de 1.28 milhões de milhas quadradas, ou mais de um terço do território continental da- quele país. Essa assombrosa incidência aos animais gerou, há poucos anos, nião de autoridades de sete Estados. O encon- tro, organizado pelo Senador Harrison Schmitt, ex-astronauta (Apollo 17) e cientista (Phd em geologia), deixou bem claro que ** eja, de ataques uma reu- está acontecendo uma situação causada pelos UFOs, ou há uma maciça conspiração, rica- mente financiada, em andamento”. Ajsegun- da hipótese deve-se ao fato de que muitos dos incidentes se passam em terras dos índios. Mas, veremos mais adiante que esta não é uma alternativa muito aceita. * Para que se tenha uma idéia da gravidade do problema, o Departamento de Justiça au- torizou o envolvimento da agência do FBI (Bi- rô Federal de Investigações) em Albuquerque, Novo México, na investigação dos crimes, Mas, afinal, o que há de tão sensacional nessas mutilações de animais? Bem... São in- sólitas o suficiente a ponto de, até o presente momento, após tantos anos, nenhuma investi- gação particular ou oficial ter conseguido compreender, e muito menos solucionar, O problema, apesar de“todos os esforços nor- malmente empreendidos nesse sentido. Entre as características comuns à maioria . das ocorrências podemos destacar as seguin- tes: e Nas regiões onde são encontradas as carcaças, houve observações de UFOs; e As mutilações apresentam-se como ex- trações de um ou mais órgãos (à lingua, uma orelha, o focinho, a gauda, ou, mais freguca-.” temente, os órgãos reprodutores) feitas com magnífica precisão cirúrgica. * Os cdrtes parecem ser feitos com alguma espécie de instrumento que secciona tudo que estiver em seu caminho, seja carne ou osso. Os cortes permanecem abert mo tempo em que foram feitos, o mater contrado na direção fosse retirado. O tama- nho das in com o tamanho do animai vitimado. Em pás- saros, por exemplo, tem centimeiro, enquanto que nas cabras pode chegar a três ou mais centimetros. A posição Os, como se ao mes- al en- isões varia, ao que tudo indica, ç Philippe Van Puiten é sa presidente e criador da ã Academia Brasileira de : araciências, estabelegida em “SP. Foi também criador do CONINFA, Comissão Nacional de Investigação de Fenômenos Aéreos. Promotor de eventos "de grande porte, Philippe passa a colaborar com = UFOLOGIA, expondo inéditamente um de seus trabalhos. Seu endereço é: “Caixa Postal 57041, Moéma, “04.093 São Paúlo, SP. Eh, ARX. dh3 p.49)35 Foto; Lomnie Johnson. Cortesia Stigmata/Arquivos CPDV algo em torno de um... as, de Animais Rs E Philigpe Um suíno mutilado Roms vetar em Natrona Co., Wyoming, Estados «Unidos, em abril de 1978. Detalbes tocantes da mas nobra, ejefuada por agentes desconheci: dos. cores também varia mas numa boa por: agem dos casos, foram feitos na altara do no ou sobre a caixa torácica do animal; e Os corpos comumente aparecem total, mente exangues, como se todo o líquido vital tivesse sido drenado com uma aguiha; | «e Além dos cortes e mutilações, outros trâumatismos são encontrados. Hematomas sugerem que houve forte pressão ou pancada, Pelos ou rrancados nas árcas cork tadas, À as tem O pescoço quebrar do. + do; os penas são mas vitima * Nunca é encontra na gota de gue-ao redor da área c mente afetada (19: o *-Os animaizinhos geralmente são mortos rante a noite, mormente no decorrer da ma- drugada. Em quase rodosços casos estudados, até mesmo quando os proprietários adorme- cem be em próximos aos seus animais, nã ão pes ceBem o menor barulho ou alarme enire. os mes centos; Esta peculiaridadesaplica-se também . aos'gansosy aves muito esgertas'e muidosas que ” são inc e utilizadas: pe dhuitos fazendeiras como ““bichos de guarda” as “m raras ocasiõdes,.os proprietários fo- ram acordados por um alo guincho, ou por sons semelhantes ao bater de asas de um pás- - saro gigantesco É oportuno lembrar que al- guns casos havidos em Porto Rico, em mea- dos de 1975, fazem referências à observação + de “um estranho animal" fugindo logo em se- guida ao ataque: “'era como uma massa de lã correndo”; . . ” : e ; 4185 UFOLOGIA N AL & INTERNACIONAL e s a "

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Às mutilações correspondem a um componente incomum do Fenômeno UFO. Aqui um animal é mutilado nos Estados Uni- dos, em abril de 1980. º Numerosas ocorrências sugerem que parece haver uma espécie de seletividade na es- colha das vitimas. Muitas vezes apenas uma espécie, entre outras tantas igualmente dispo- níveis, é atingida, * A grande maioria dos casos está relacio- nada a animais domésticos mantidos em cati- veiro, seja na zona rural ou na suburbana; e Abutres, coiotes e outros predadores, recusam-se a comer os restos dos animais mu- tilados e deles se afastam. Os locais onde são encontrados os corpos são instintivamente evitados por outros animais durante um certo período de tempo. e Jamais foram encontradas pegadas, marcas de pneus, ou qualquer outro vestígio indicador da proveniência e natureza dos au- tores dos crimes nos arredores das carcaças. Voltando aos Estados Unidos, devemos nos recordar das investigações levadas a cabo pelo. Dr.Henry.Monteith, engenheiro e físico dos Laboratórios Sandia, a respeito das men- cionadas perdas sofridas pelos índios. Ele conta que os índios, muito apavorados com a situa- ção, dizem que naves espaciais descem e soltam - “gente das estrelas” que perseguem seus ani- mais e os levam para o interior de seus veículos. Os índios não gostam de comentar a respeito. Normaimente enterram as carcaças de seus ani- mais e se mantém afastados de quais- quer discussões sobre o assunto. Eu gente das estrelas sabe o que está fazendo e merece a nossa confiança,” dizem el O próprio Dr. Monteith confessa-se con- UFOLOGIA NACIONAL & INTE 3 as vencido de que os alienígenas são os responsá- veis pelos ataques. Acredita que estão usando os nossos animais como parte de seus estudos sobre a vida na Terra. . E - Na realidade, muitos cientistas, paracien- tistas e investigadores aúiônomos concordam com a hipótese de que os UFOs retratâm'a ica explicação plausível para os casos. Todas as investigações oficiais produzi- das mantiveram suas cor ncfusões, reservadas. sob ilo. Fato é é que ninguém, até agora, teve Foto Clear Intent/Arquivos CPDv usas das de sabemos, mente uma s mortes e os Os, apesar de que existem esparsos aconte-. mentos em que animais foram vistos sendo” rdas procedentes de” “De qualquer modo, é preei- so que sejas enfatizado que os dois fenômenos ocorrem com reiativa simuitaneidade e e prat i- camente na mesma ordem cronológica em de- terminadas zonas geográ Supondo que os UFOs sejam mesmo os responsáveis por tantos milhares de mutila- ções, neste tempo, devemos nes perguntar: Qual será a finalidade? O que será que deseja essa “gente das estgelas*? Será que devemos confiar cegamente nessa “gente” , comeifa- zem os índios norte-americanos? Haverá, eventualmente, alguma relação entre a captu- ra de animais com os raptos e desaparecimen- tos dos nossos semelhantes? Vamos refletir com calma e imparci mente. Nossas conclusões podem ser fhuito im- portantes, para não dizer, vitais, Atenção: Se vôcê posaui alguma propriedade rural e se tem Observêdo lá à algo semelhante ao narrado neBte artigo, escreva-nos relatan- do. Se possivel agjunte fotos e desenhos à descrição. Rêmêta as.iBformações para: CPDV, Caixa Postal 2782, 79.100 Campo Grande (MS). as. Cortesia sighaiá nº 16/82, página 12. + MUT TILAÇÕES DE ANIMAIS NA AMÉRICA a ATE, EM 1981 O mapa acima mostra a extensão do problema das mutilações enigmêticas de animais de vários portes e raças. Cada circulo representa uma região de grande incidência de mutilações, detectadas pelo PROJETO STIGMA, dedicado a investi- gação exclusiva deste tipo de ocorrência. O Projeto é criação de Tom Adams, co- nhecido UFÓlogo norte-americano. Exemplares de sua publicação STIGMAT) ou informações sobre o Projeto, podem ser solicitadas pelo endereço: P. O. Box 1094, Paris, TX 75460 USA. RNACIONAL 4/85 19

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Foto Arquivos CEPU Em 1974,0 Ministro da Aeronáutica Francesa veio-a público, atravês de uma emissora de televisão, e tornou oficial o assunto UFO junto ao povo da França. Nesta época, este Ministro liberou uma série de fotos de OVNIs sobre território francês, que. foram pesquisadas por membros do governo daquele pais. “o elas está esta “o Em março de 1967, um É a E membro de uma equipe de estu- E dos metereológicos conseguiu es- ta foto da janela do edifício onde trabalhava, no Colorado, Esta- dos Unidos. O fotógrafo, que, «preferiu manter seu nome no anonimato, afirmou que o UFÔ voava no sentido horizontal e relativamen- te perto dele, que rapidamente apanhou sua máquina fotográfi- ca e bateu a foto. Nada temos era nossos arqui- vos registrado sobre à autentici- dade ou não desta foto, mas é curiosa a semelhança entre esta e | a foto de OVNI obtida anos an- tes por Daniel Fry. + Possívei eva fotografado por um estudante de metereclogia, nircutirado, Estados Unidos, em 1957. Semethanças,com o “o de, ,Banio! Pay.

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Foto Arquivos CEPU Claudeir Covo Em 12 de março de 1967, pela tarde, um aluno da. Univer- sidade do Novo México; Estados Unidos, cujo nome ainda se en- contra anônimo, se dirigiu ao de- serto, com sua bicicleta, a fim de sacar algumas fotos da região. O jovem foi pelo caminho que leva a Deming e, após con- tornar O aeroporto, prosseguiu mais uns três quilômetros, sem- pre procurando uma paisagem * interessante;-com colinas, ro- Aga mia. eai emma! ruim chas, picos, etc.. Ao chegar no lado oeste do local, conhecido A Estranha forma esfésica sobre Picacho Peak, New fícxico, . Estados Unidos, flagrada por um estudante universitário, em 1967. como Picacho Peak, observou uma forma rochosa sedimeniá- ria e, ao enfocar o local no visor “de sua câmara, apareceu um UFO prateado e redondo, que permaneceu imóvel sobre o mor- ro. Rápidamente, o jovem ti- rou a foto e ao avançar o filme para uma segunda chapa, o UFO" desaparecera. O jovem declarou que o UFO ficou visivel por so- mente uns três segundos, sem sa- ber como surgiu ou desapareceu, sem emitir ruídos, sons ou luzes quaisquer. Claudeir Covo é engenheiro eletrônico, especialista em ótica e em análises de fotos de OVNis. Conferencista conhecido nacio- nalmente, com inúmeros artigos publicados em revistas brasi- leiras, Claudeir é diretor do CEPU, Centro de Estudos e Pesqui- sas UFOlógicas, acumulando também a função de presidente da Associação Nacional dos UFÓlogos do Brasil (ANUB). Já realizou centenas de análises em fotos de OVNIs e é detentor Cdo'maior arquivo brasileiro desse tipo de fotos. Seu endereço é: Caixa Postal 42.708, Ipiranga, 01.000 São Paulo, SP CHEGOU (E NÓS TEMOS) O QUE VOCÊ ESPERAVA: mesa e coiad

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Arquivos CPDV Tiago Maçhado é um rapaz de pele more- na;rnagro;-aproximadamente 1.70-m de altu- ra, cabelo escuro, olhos castanhos e uma pe- quena cicatriz no lado esquerdo da face. De gestos finos e muito amável, tivemos vários encontros em São Paulo por volta de 1981, onde tive a oportunidade de conhecê-lo mais intimafnente. A meu pedido, voltou a re- latar a estranha experiência do qual foi prota- gonista em 1969, em Pirassununga-SP. O RELATO — “Eu acordei às (6/2/69), escutando minha mãe Maria «contar excitadamente a aterrissagem de um estranho objeto voador a uns 800 metros de nossa casa. Sai imediatamente e vi uma grande quantidade de pessoas observando um ““para- quedas”. Porém, eu não pude ver o paraque- dista, porque não havia nenhum. O que pude observar, foi um objeto prateado que estava pousado perto dos prédios de Zootecnia. Fi- quei olhando por alguns instantes e logo en- ei em casa para buscar o binóculo na tentati- vá de captar melhores detalhes. Aquilo era um Disco Voador e todas as pessoas estavam co- mentando o fato. Sem perder tempo, decidi ir ao local para olhar o tal disco de perto. Ao chegar ao lugar, me encontrei a uma distância de uns 100 me- tros de um objeto de metai prateado, parecen- do alumínio polido. Tinha uns 4 metros“de diâmetro, uma pequena cúpula e estava pou- sado sob um tripé. Novamente peguei o binóculo para ob- servar melhor, então vi uma porta sob a cúpu- la. Por essa porta, que se encontrava aberia, saíram dois homens flutuando até o chão. Ca- minharam na minha direção e se detiveram a poúços passos de mim. Nesse momento pude ver outros dois homens no disco, que observa- vam o que se passava. Os homens deviam ter 1.50m de altura, aproximadamente. Dirigiram-se a mim falando num estra- nho idioma, que não pude compreender (Aqui, Tiago faz uma imitação da linguagem das criaturas). Foi então que lies, perguhtei 22 30 hs da manhã, ARX.AU3 po dj 35" UFO CLÁSSICO quem eram e de onde vinham. Eles. começa- ram a fazer gestos com os braços e apontaram para o céu. Sobressaitado e nervoso, comecei a retroceder os passos. Tirei meu maço de ci- garros do bolso e me pus a fumar nervosamen- te. Eles me olharam como que pensando que era muito divertido e começaram a rir. Peguei o maço e o atirei a eles. Um dos homens, sem desviar os olhos de mim, apanhou-o, inclinando-se com alguma dificuldade. Quan- do sua mão chegou a uns 10 cm do maço, este elevou-se sozinho e aderiu a ela. Em seguida o “homenzinho” encostou a mão cont o maço ao próprio corpo e, como num passe de mági-, ca, o mesmo desapareceu. Foi muito estra-”,. e nho, pois não pude ver como o maço desapa- receu. INTERROGANDO TIAGO LAUDA: Como estavam vestidos os tripulan- tes? 2 TIAGO: Com uma espécie de macacã ço, de cor prateada: LAUDA: Esses maca ham alguma es- pécie de botões, bolsos, a as? TIAGO: Não. Apenas uma fila de botões pra- teados desde a ponta dos pés até os joelhos. LAUDA: Seus rostos, como eram? o inteiri- abertur AGO MACHADO Humanóides Descem e se Comunicam em en . “TIAGO + CASO “REVISADO Pirassunuriga * - Jaime Laugá Veiga TIAGO: 4 pele era amarelada. Possuíam. olhos oblíguos, porém não pude ver de que cor eram; o nariz era achatado,e os lábios qua- se inexistentes. . LAUDA: Cabelos. Pôde vê-tos? TIAGO: A cabeça estavá coberta por um ca- pacete que possuía duas antenas na parte su- | perior. Pude ver os rostos atravês de uma es- pé de visor que possuiam na parte frontal. L AUD) : Quando sorriram, pôde ver os den- | TIAGO: Sim! Me chamaram muito a aten- ção, pois eram como os nossos; porém escuros e sem brilho. “ LAUDA: Sobre o rosto. Trace mais alguns | detalhes. s tinham uma espécie de cicatriz sobre as bochechas e um dos olhos era mais erguido que o outro. Eram feios, muito feios! Tinham um tubo, ou algo parecido, que saia do queixo. A voz provinha dali, quando fala- | vam aquela língua esquisita! LAUDA: As mãos e os pês, eram iguais aos | nossos? . | TIAGO: As mãos eram diferentes das nossas, | porque as palmas eram muitô mais compridas | eo polegar estava localizado um pouco mais enômenos:Agro-: is (CEFAE). Seu xa Postal 6324, 80:000.Curitiba, PE. | | | acima do nqrmal. Os pés eram normais. | | | | | | | | | |

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Dezoito e quarenta e quatro, domingo, 18 de agosto, 1985. A luz elétrica diminui, aumenta, diminui novamente, aumenta. Quando aumentava, a voltagem era bem su- perior à normal. Mas, ao diminuir, diminuía bastante, até o momento de apagar-se total- mente. Para mim, e para qualquer UFÓlogo atento, isto significava quê. mais uma vez, em algum lugar, próximo qu'distante, estava pairando um OVNI acima de uma usina de força, estação, sub-estação elétrica ou trans- formador, abastecendo-se 'ou mesmo des- prendendo energia de seu campo eletromag- nético e causando ““blecaute””, como sempre aconteceu no passado. Sem contar o grande “blecaute”” de New York em 9 de novembro de 1965, que deixou 30 milhões de pessoas em vários estados ame- ricanos e no Canadá completamente às-gscu- ras durante muitas horas, sem falar em ou- tros importantes “blecautes”” no exterior, podemos acrescentar outros tantos ocorridos no Brasil nos anos 70. A presença dos OVNIs esteve registrada em todos. No de New York, houve uma foto, publicada pela revista Ti- ME. Nahora do “blecaute"” um piloto anun- ciou estar vendo um objeto aéreo desconhe- cido, esférico, metálico, brilhante, voando nas imediações da grande usina elétrica do nordeste americano próximo às Cascatas do Niágara. Como moro no Rio de Janeiro, fui ime- diatamente à varanda de meu apartamento, de onde descortino uma vasta extensão de céu. Em baixo, em frente, vejo a Pedra 24. . Gávea. De lado, o Corcovado com a cordi- lheira do Sumaré. Do lado eposto, um pe- queno morro e um edifício quase em frente. Neste momento no céu, a sudeste, apareceu uma luz densa, cor laranja, circular, contor- no nítido com o centro de uma tonalidade mais escura, pulsante, que aumentava e dimi- nuia de tamanho e que, a um certo momento, durante a sua larga trajetória semi-circular em direção nordeste, desapareceu no céu azul, reaparecendo a pequena distância logo em seguida. Duração: mais eu menos 30 se- gundos. Ao meu lado estava a empregada Regina P. Nunes, 27 anos, boa visão, atenta. Ela apontou uma luz que apareceu pouco acima do perfil da cordilheira do Sumaré. Observei uma luz branca, bem maior do que qualquer estrela, mas Regina via-a emitir lu- zes verdes e vermelhas. Esta luz se deslocou, sempre perfilando a cordilheira, voando em direção ao Corcovado. A meio caminho pa- rou, voltando para O ponto inicial, aonde pa- rou novamente. Seu brilho diminuiu de in- tensidade. No céu, a uns 15” acima e à direi- ta, acerideu-se um imenso “flash” como de fo- go de algifício ou de câmara fotográfica, in- tenso. Após insfantes, repetiu-se o flash, e depais, mais uma vez, em questão de segun- dos. Fim do espetáculo. Recolhi testemunhos de várias pessoas daqui do Rio, de outras tes do País, descrevendo fenômenos iguais ou parecidos, e também diferentes, todos ocorridos durante o “'bleca qui no Rio, muitos viram os flashes, uns iluminando o céu, em outros bairros, e o objero cor la- nara para gIONAL & ARx Ip d3j3s Irene Granchi ranja foi tomado por um balão, esquecendo- se que um balão não possui este tipo de vôo irregular, não pulsa, e não tem o mesmo as- pecto. Naquela noite, em Ipauçu (SP) foi ob- | servada uma nuvem- emitindo raios de luz. Em Campos do Jordão, uma estranha luz | iluminou a cidade; em Teresópolis, holofotes com o “diâmetro de um fusca” iluminaram | um bairro de marteira ofuscante, vindos do | céu. Soube que Discos Voadores foram avis- tados nas mediações da Usina de Marimbon- do, e da Subestação de Araraquara. As informações estão chegando aos poucos e acredito que durante muitos meses receberemos ainda notícias de OVNIs avista-| a | dos em 18 de agosto. No exterior, neste mes-| mo período, houve avistamentos importan- tes: no Chile, sábado, na Kália domingo de manhã, na Argentina à mesma hora do nosso “blecaute” Nesie ponto vale a pena determo-nos para melhor avaliar a amplitude da onda de OVNIs que, poder-se-ia! dizer, iniciou-se “oficialmente” em Antofagasta, no Chile, em 8 de junho quando, de manhã, foi obser- vado um objeio emitindo forte luz amarela- da, oscilando em sentido vertical. Foram afe- tadas transmissões de rádios, relógios e par, te da região ficou sem energia durante vários minutos. 4 Companhia Telefônica do Chile confirmou a queda de voltagem no mesma período. Até os telefones foram afetados No biecaute geral em vários estados, que ti- vemos em 1984, também no dia 18, mas di Irene Granchi é conferencista e pioneir na pesquisa UFOlógica nacional e interna cional, sendo colaboradora de dezenas d grupos e publicações em todo o mundo. É presidente do Centro de Investigação So- bre a Natureza dos Extraterrestres (CISNE), do Rio, e atua como coordenado- ra internacional de UFOLOGIA e represen- tante do CPDYV no Rio dé Janeiro (RJ)

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telefones de uma cidade p: áfetados, assim como o sistema elétrico e os faróis de um carro que viajava no interior paulista. Três dias depois do evento do Chile, em 1 de junho, a agência oficial da China infor- mava que um avião de passageiros, na rota Pequim-Paris, esteve acompanhado e prece- dido por um enorme OVNI. Era azul e bran- co, dividido em três níveis, e tinha um ponto ante ao centro, segundo os tripulantes do avião. Em 29 de julho foi a vez da África. Ao sul do Zimbabwe, no Matabeleland e em Bu- lawayo, um OVNI foi avistado por dúzias de pessoas, segundo o Comandante da Força Aérea do Zimbabwe, que garante não ter's do observado nenhum objeto ável, mesmo que registrado pelo radar do a olio nu. Foram envi OVNI, dois caças, às 17:45 e, de acordo com outro militar, o Comodoro Dave Thorne, do Quartel Geral da Força Atrea do Zimbabwe, eles não conseguiram alcançar o OVNI, que de uma altitude de 2.300 subiu vertiginosa- 23.000 metros, calculando-se que sua velocidade em menos de um minuto, ul- trapassou os 2.300 km horários, no momento central de sua ascensão, ou seja, duas vezes a velocidade do som naquela altura. Depois da volta dos caças, o OVNI ain- da se mostrou sobre a Base de Thornhill, avistado pelo pessoal do aeroporto. Observa- dores tecnicamente treinados do aeroporto de Bulawayo descreveram um objeto arre- dondado encimado por um pequeno cone. Sem ruído, seu diâmetro era menor de que um Boeing 707; brilhava fortemente ao sol do cair da tarde. No mesmo dia, de manhã cedo, aqui no Rio de Janeiro, do aterro do Flamengo, o Prof. Saivatore de Salvo v elatar-me ter cbservado um objeto metálico no céu, muito brilhante. Ja no dia 6 de agosto, u voando a baixa altura nas proximidades de Tel-Aviv, acerca de 200 metros de altitude, e chegou a ser descrito por um piloto como tendo aspecto quase fluídico e uma luminosi- dade não natural. Na noite seguinte, dia 7, os canhões anti-aéreos atiravam contra um OV- NI que sobrevoava Teerã (Iran). Foi visto voando a baixa altura, brilhando, vermelho, se deslocando vagarosamente. Acontece que, mais uma vez, tentaram então os humanos enfrentar o desconhecido de maneira agressi- va! E se tivessem atingido o alvo, teria havi- do um revide? No sábado, 17 de agosto, três astrôno- mos chilenos do Observatório de Cerro Ca- lanna observaram e fotografaram um UFO vindo do noroeste, indo para leste, e o des- creveram como tendo formato de prato in- vertido, ou uma panela, com a característica de uma linha vertical cruzando-o. Enquanto isto, em Santiago, milhares de pessoas obser- varam 2 objetos a 7000 metros de altura. Ao entardecer, os UFOs desapareceram em dire- ção à Argentina. Os jornais brasileiros noti- ident eobserv Ds ão en mente a UFOLOGIA NACIONA m OVNI estava + " ia Irene G: iprensa, 21/08/85/Corte: ram amplamente o in uiu, ou seja, a respeito dos 4 uma Gorila 4 de carros a 59 estavam voltando de em Santiago del Estero, pelas Aerolincas gentinas. Era o dia 18 de agosto. Junto à ir pulação, os repórteres avistaram doi ados. Seria interessante que foram fotog descobrirmos a hora exata em que reu, para vermos se coin do nosso blecaute. Sabemos que foi às 17 o- ras e novamente às 19 horas, mas não é o su- ficiente. considero impcrtante ex- para Q leitor esta enumera- d idos mun- A esta a plicar porque ção cronológica dc > tos OCOT te leitor, seja ele de gum dialmente: onde for espero q tenha tido a ia de rontaio mais treem no Bra avistamer OU Exp próximo com OVNIs neste periodo, en contato cor lhes no fimdoa ARX.AN3 P-dhjas ic de energia é bem tão paradas. e o consu: menor. . +» Osavi stamentos de UFOs não pararam no domingo, 18 dia “2, em Botucati (SP) O rateado, as 21 horas. Dois dias depois a cidade inteira de Itapeti- ninga, (Sb: apreciou um disco voador. No bairro de'Itaini, na capital” Houve uma longa estadia de um OVNI. Na véspera, dia 22, ou- tro OVNI foi filmado no Paraná, próximo à Foz do iguaçu, e outro foi visto em Cascavel. No dia segui te um objeto luminoso foi ob- servado na sta e em Sorocaba. Uma das descrições (e a obseryação foi de lu- neta), comparava-o a um guarda-chuva com ; oso... Outra descrição, do re de Controle do aeroporto e Santas, dizia que era uma bola muito bri- lhant to de triângulo isósceies, 4 no d ie de cauda em forma- . sobreiuma base de e, com uma espé aspecto leitosa. . - Foi também de Santos que nos veio a resposta mais brilhante, mais baighante que a Fotografia do OVNI observado no Chite: por astrónômos profissionais. Segunda testei nhas, o objeto teria aparecido em rastreando e verificando sua sincronicidade. isto é o estudo da UFO» logia. Como e, a horq exata do avista- mento argentino, estabeleceria mais um dado para entendermos melhor os motivos do ble- caute geral que tivemos, e que foi atribuído oficialmente a uma sobrecarga de energia, causando uma queda en: cascata da mesma. Onze anos atrás, em setembro de 1974,'a Light apresentou uma justificativa parecida, porém não suficiente, para explicar um blecaute, durante o qual foram observá- dos fenômenos inusitados. Os Jornais da época citam outra pane ocorrida em Recife quando houve, simultaneamente, muitos avistamentos de discos voadores. Mas, qual exatamente a causa desta “sobrecarga”? da qual temos notícia agora? Por acaso, todas as donas de casa do Brasil ligaram todos os seus eletrodomésticos num mesmo horário? No domingo, e era domingo, as indústrias es- giobal desta onda, L & INTERNACIONAL 4/85 sos lugares, simultaneamente. luz do própriosdiscs, dada pelo Comandante Waldir da Costa Freitas, do navio oceano- gráfico PROF. BESNARD quando disse, em réplica adeclaração ofi at da Força Aé- rea lá sediadã, que.8 cátalogo tomo Y balão meteorológico “sá lançamos váBios balões do Besnard e posso afirmar que tis objeto era totalmente, Giferente.. Os balõés tem em baixo um Pagos transmissor, dite seria visível do nosso ponto de Ghservação. Além disso, a tendência do balão é de subir, .Siquanto este objeto se dêslocava horizontalmente”. Ele acrescentou que este objeto tinha uma cau- a, era basicantente prateado; adquirindo tons de vermelho, e viaj javã, de oeste a leste em sentido contrário ags ve: atos prevalecen- ies. : Não podemos avaliar Quantos outros avistamentos, talvêz'aterrisságens ou conta- tos físicos, tivemos ou estamos terfdo neste período pelo.grande Brasil afora, mas pode- o 25

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mos acrescentar que no domingo, dia 25 de A atual parece-me a m agosto, foram novamente apreciadas luzes co o no Vale Paraiso em Teresópolis (RJ): uma luz maior de que a Lua, que se tornando-se vermelha à vista de várias teste- munhas. E no dia seguinte, 26, do calçadão da Avenida Atlântica, próximo do Hotel Co- pacabana Palace, no Rio de Janeiro, olhan- º mar, um objeto metálico triangu- o ndo o céu pelos numerosos tas da segunda-feira e por um grupo de PMs ali estacionados, assim como pelo Sr. | um, mas não no consenso comum. 1.0 arquéti- Afonso Soares. Todos apontavam paraoob- po, o mandala escondido, será a lembrança jeto no céu, mas uns o achavam triangular. de vivências passadas, estaremos revivendo Outros o julgaram com rmato diferente. um sonho, ou um pesadelo dos nossos lon- E amanhã, o que será? No fim destaon- ginquos antepassados? Vamos aguardar os da, esperaremos anos para aparecer outra, acontecimentos. As respostas, estas talvez como no passado, ou teremos outra, maior? não apareçam tão cedo. AVISTAMENTOS UFOLÓGICOS QUE COMPÕE A GRANDE ONDA DE 1.985 A NACIONAL & It NACIONAL disa realizada por Irene Granchi. para UF . . JUNHO DESCRIÇÃO 22! Carlos Páz, com membros de seu grupo, observam OVNI em Ba Janeiro. 23! Chica Granchi, e as Gerais, observa OVNI bri horizonte (18:00) no “ Dr? M. Accioli, com alunos, observa OVNI de sua neiro (15:00). 24) Ipauçu, São Paulo, é palco da manifestação de duas s esferas amarelas que cruzam rapidamente o céu JULHO 04 |-Cas: 04 te se destoca em d , Rio de Janeiro (17:55 hs). tálico, visto por inúm testemunhas em Copacabar np ea cond ee ie Pere een de ci reamento ca Granos On ne, UFClógics Ge:1.9 ONNIGAT Caixa Postel. dep: j Campo Grandt (ViS) (087) 382 7246. O. Boo E LL Et O FUN bros nel quaigu dade UFOlégic: o pouco exerce a realida- ce, o Fundo para Pesquisas UFOlógicas do CPDV é reramente uma conta bancária, onde estão sendo acumulados todos e| quaisquer recursos fina sendo ofi ração e incefitivo.a quisa e investiga Originalm para Pesqt ão UFOló tê, a idéia da criação do Fundo UFOlógicas provém de inicia- neeiros que estejam | dos ao CPDV, a titulo de colabo- | atividades de pes-| ica. | tivas norte-americanas para permitir que pesquisadores de pouca: dedicar-se exclusiva s posses possam nte ao Fenômeno UFO. No Brasil, certamente, as dificuldades ca exclusiva da pes maiores E mais con uriDEitEs, o que: a sera! eia meno UFO, e do” EIA de enfoque UFO! égico tiva à grande maioria dog UFÓ- > ento das dificuldades UFÓlogos em ente ao Fenô- cimento das áreas) mais deficitárias de, uma investigação profunda e pormenoriza- da, o Centro para Pesquisas de Discos Voaj dores (CPDV) adotou a 'déia ame pretende & teoTerritó to nível. Se endo o CPDV ana € intensamen; nai com pesquisas de al; o maior grupo UFO: lógico co país, com a mais dem montada es; ã o em o A s6% ratoriais e clínicas, an processamento comput E O quê a car sas de investigações di c de investigac , análise lado álises fotográficas, adorizado de dados, de relatórios, financiamento de a à pesg nando re onhe- rpra- ac Za. Ês ra issó, convocamos toda a sociedade brasileirá. Coniribuições podém FUNDO PARA PESQUI ser remetidas ab SAS UFOLÓGICAS CENTRO PARA PESQUISAS DE DISCOS VOADORES (CPDV), 79.100'Campo Grande Daixa Postal 2182, (MS). Use cheque nominal cruzado ou vale postal no valor que desejar. Qualquer cont ribuição será regis- trada, agradecida e será de gçande valia LOGIA NACIONAL & INTE RNACIO!

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“ESPÉCIAL RECADO Re Nova República Verá o Como a Com base em documentos de diversas procedências, o CNPq - CONSELHO NA- CIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO do Minis- tério da Ciência e Tecnologia (MCT), apresen- tou, em 1.984, o que seria sua terceira versão da “CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS DO CO- NHECIMENTO”. E primeira delas foi publicada em 1976, e a segunda em 1978, no ero “01” do CADERNO DE INFOR- ÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. A versão ora adotada teria sido resultado do esforço conjunto da Coordenação do Aper- feiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES, do próprio CNPq - CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO, da FU DAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (FA- PERGS), da FINEP - FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS, da Secretaria de Tecnologia Industrial do Ministério da Indús- tria e Comércio (STI/MIC), da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação e da Secretaria de Indústria e Comércio, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo. Etapas preliminares foram submetidas sucessivamen- te à análise técnica de todos os citados órgãos, dos membros dos Comitês Assessores do CNPq, sociedades científicas e especialistas nacionais e estrangeiros, envolvendo a colabo- ração de mais de 500 pessoas no total, segun- do a apresentação do documento, editado sob os auspícios da Secretaria de Planejamento da Presidência da República (24 páginas). O documento é lúcido no sentido em que reconhece tacitamente que qualquer tenta- tiva de “segmentar a natureza e a vida” em a série de áreas e sub-áreas de conhecimen- to fatalmente incorreria em imperfeições, e alerta que a finalidade é de ordem prática, pa- ra que se disponha de uma sistemática comum de classificação convencionada, tendo em ta facilitar as atividades de fomento e coorde, nação para o desenvolvimento cultural, cienti- fico e tecnológico. E agradece comentários, críticas e sugestões que contribuam para O aperfeiçoamento da proposta. Embora os, grupos “paracientíficos””, ou “neocientífiços” brasileiros não integrem ofi- cialmente o chamado SNDCT -SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO, acredita- mos que muito valeria a idéia de se propor al- gumas “aberturas” na classificação em ques- Luiz Gonzaga Scorte tão. De modo particular, a ausên RAPSICOLOGIA, da UFOLOGIA, da PSICOTRÔNICA é e ca aa SICA, entre as o Áreas”, as “Áreas” “Subáreas” e “Especiaii lo aenga , é entri nos surpreendente, d desenvolvim ural e a depend nômica do Brasil err tro também impõem pensados para estreitar nossa capaci perceber o que pode ou não ser sig ativo entre o que está gente no processo de evo-, lução do conhecimento humano. No número três de UFOLOGIA NACIONAL & INTER- NACIONAL, na página 10 (“DOCUMEN- TO”), publicamos fotos de OVNIs de autoria da FORÇA AÉREA BRASILEIRA (FAB), com carimbo lançado ao verso das fotos: “CONFIDENCIAL”. Sem dúvita essas pe- quenas revelações são cogho &ue pontas de im monumental “iceberg'.“de fatos conhecidos de certos setores da intel nológica e a totalidade das agências que inte- gram o SNDCT, como as próprias universi des, por exemplo, por vários motivos, absolu- tamente não tomam conhecimento. O mesmo ocorre a nível dos fenômenos paranormais, comia sabemos, também presentes a nível da fenomenologia OVNI. Há fatos notáveis em grande quantigade, fatos de quali dade aates- tarem a imporlânii cia que tal universo de inda- gações deveria ter junto âspes nal, vem ocorrendo nas mai desenvolvidas cult is e no mundo socialista. Tais nações, onde a ciência está lon- ge de ser a reprodução monótona de experi- mentos realizados por s nações, há mui- to partiram decisivas para denvestigação siste- mática dos fenômenos parapsicológicos e uío- lógicos, sem preconceitos, êmbora ainda cir- cunscritos aos paradigm as epistemológicos disponíveis, quandd a-sítuação, sabemos to- dos, está a impor reformulações profundas a nível inclusive do próprio'método científico e das verdades estruturais que alicerçam as ditas verdades científicas, por sinal bastante vaci- lantes hoje em dia. Assim se mostra especial- mente estranho o fato de não enconirarmos absolutamente qualquer referência à UFOlo- gia, por exemplo, que talvez devesse chamar- se “XENOMECANOLOGIA”, ou o egiudo científico de máquinas - num sentido amplo, cibernético - de origem alienigena, isto é, de como ras ocide “(5) Ciênci ncia nacional, dos” quais os organismos de política científica e tec- ' ou natureza desconhecida do quizado, em quatro nívei is de abran; específico: 1º nível = mais geral ao mais Grande Área; 2º nível = Área; 3º nível = Sub- área; e 4º nível = Especialidade. O docu- mento sugere 8 grandes áreas, 76 Areas e 340 subáreas. O 4º nivel ainda está em estudo (Es- código para trato computa- ebido também, para atender cional foi conc evidentemente aps avanços da moderna infor- : mática a nível cief tfico e e tecnológico: são sete dígitos e unfdigito de controle, resultando na seguinte, configuração: 0.00.00.00 - 0, caben- do ao primeiro dígito o anúncio da Grande Área, os dois seguintes anunciam 8 área, e as- sim por, diante. As Grandes áreas são: (1) Ciências Exatds e da Terra; (2) Ciências Bioló- gicas; (3) Engenharias; (4) Ciências d da Saúde; as Agrárias; (6) Ciências Sociais Aplicadas; (7) Ciências Hu nanas; € (8) L guistica, Letras e Artes. Consultando a Ciassi- ficação a nível de suas áseas e Subáreas, en- tretanto, verificamos quênão há espaço con- ceitual onde o estudo científico dos fenôme- nos de natureza UFOlógica, por exemplo, pu- desse se localizar, inchisive pelo fato de se ca- racterizar como eventh de alta complexidade, exigindo abordagens que transcendem mesmo a perspectiva comum da interdisciplinaridade acadêmica. º o Dessa ria conveni Área para a ciências emerg ent sol? Teriamos n ineira, caberia indagar, não se- nte destinar uma “nona” Grande igar, em sete, + todas essas reas é * es, em vias do seu lugar ao : 9.01 = Parapsicologia; 9.02 = Psicotrô 03 = Radiôn 9.04 = Psicobiofísica; 9.05 = Astrobiologia; 9.06 = UFOlogia; e 9.07 = Vimaanosofia, sem prejuizo de estudos acurados visando alterna- tivas de classificação mais elaboradas e desen- volvidas. Ão Pg fica a sugestão, na esperança de quea NOVA REPÚBLICA, zelosa de suas posições em relação à liberdade de pensamen- toe deinformação demonstre em relação a es- ses assuntos a mesma determinação que tem emprestado a outros setores e preocupações da vida nacionai, para que, no futuro, não te- nhamos que depender de outras nações mais ainda do que já dependemos, principalmente num setor onde o Pais é pródigo como ne- nhum outro do planeta Terra: ocorrências de OVNIs e Paranormais de primeira linha. Assine a Revista Escreva para a Caixa Postal 34, um vale postal UFOLOGIA NACIONAL CONHEÇA EM DETALHES O MATO GROSSO DO SUL, SUA xecutivo Plus, a revista de 79.100 - Campo Grande (MS), e solici no valor de Cr$ 72.000 e e Mato Grosso do Sul & INTERNACIONAL 4/85 voltada para Os interesses de seu povo. te sua assinatura ainda hoje. Se Preferir, envie passe a receber imediatamente a Revis GENTE E SUAS BELEZAS. ta Executivo Plus. 27

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HISTÓRIA o VOADORES Continuamos com a “Galeria dos Anos 40”, a qual já é rica em detalhes insólitos, e que contém interessantes ocorrências dignas de serem recordadas pelos interessados mais idosos e conhecidas pelos mais jovens. Caso 11 DATA: 1947 -quinta-feir: HORA: 18:00-19:00 LOCAL: BONSUCESSO, Rio de Janeiro, a maior A Sr? Francisca Vasconcelos Rêgo, resi- dente na Rua Cajuipe, s/n, em Bonsucesso (naquela época) viu na quinta-feira maior do ano de 1947, durante o período de 18 às 19 ho- ras, O seguinte: “Estava sentada, dez minutos depois do jantar, com uma criança 20 colo e mais três (de 7, 9e 11 anos) a meu lado, quando perce- bemos uma nuvem escura baixando em dire- ção da casa, como se fosse “despejar” sobre nós. As crianças se assustaram. A nuvem trê- mula parou a uma distância de quinze metros de nossas vistas. Serenou, parando de tremer. Dela subiu o aparelho, mevendo o triângulo que envolvia a esfera, a qual era fixa no mes- mo por dois pontos. A claridade da esfera per- mitiu observar duas pessoas em pé, de costas uma para a outra. Eram de feições claras, ca- belos compridos até a altura dos ombros. O triângulo moveu-se de um lado para outro. Passados cinco minutos o aparelho subiu, gi- rango somente o triângulo. Durante a perma- nência do aparelho havia sobre ele a nuvem, e depois que ele desapareceu ficou uma peque- na nuvem cinzenta-clara. A cor do aparelho era alaranjada, sendo que O triângulo, azul- pálido, tinha os três ângulos vazios”. (Fonte: revista da Boa Vontade nº 18; o Victor Soares DATA: 4 de Dezembro de 1949 HORA: 17:00 to. LOCAL: Volta Redonda, Rio de Janeiros Um artigo de Carlos Neto, no Diário de Noticias (6-2-68) relata a viagem a um outro planeta, de um funcionário-da Cia. Siderúrgi- ca Nacional de Volta Redonda, no Rio de Janeiro. O Sr. Mário Restier, persona- em citado pelo jornal, recebeu-nos em princi- pios de Fevereiro, com toda a amabilidade, na sua casa em Volta Redonda onde reside com esposa e três filhos. Atualmente, tem o Sr. Mário 40 anos de idade. E empregado na Side- rúrgica, há 15 anos, onde exerce o cargo de mestre de acearia. Na época da sua experiên- cia espacial tinha apenas 23 anos (há 17 anos atrás) e era solteiro, possuindo um quarto no bairro Vila Nova, na cidade vizinha de Barra Yansa, onde estudava mas iam! ceitava cates, como por exemplo o trabalho na re- dação do “Jornal do Povo” (de B.M.), sob as ordens do Leo D O Sr. Mario teve um dia a oportunidade e coragem de entrar num UFO, conduzido por um corredor a uma sala com muitos ecrans e quadros. Por meio do aperto de uns botões, apareciam nos quadros luminosos e fosfores- centes os emas que explicavam a locomo- ção da Nave no Es Cósmico. Estado do -No para ele se deitar dentro de uma espécie de ur- na, cuba ou ba que, como ihe foi explicado, servia para climi- nar as inconveniências das grandes acelera- ções e também alintentar o corpo. Deito! então no liquido com a sua própria roupa, fi- cando do lado de fora somente os olhos e o nariz, quando logo sentiu-se acalmar. Ao es- cutar os tripulantes avisarem: “nós já ara uma viagem e pediram , cheia de um líquido, se vamos”, itye à sensação de que adorn é », ouvia deles a expli a ção: *nós já estamos chegando”, quando foi convidado a sair da urna pa para um pequeno compartimento anexo, onde a sua roupa encharcada e o seu corpo secaram rapi- damente e como por encanto. Foi-lhe dada então, para vestir, uma roupa igu laguela dos tripulantes, o que lhe causou uma sensação xtremamente agradável no corpo. Ele estra- nhouotipodes O, tipo esporte nosso que passuia tins cordeis'au fios conectados à um cinto largo que fazia parte da roupa. Olhando então por uma das vigias da nave, verificou va ra- O avor: pidame passa que se aproximavam de uma espécie de “Es- paçoporto”, porquanto viu subirem e desce- rem outros veiculos iguais ao seu, ou pareci- dos. Quando se voltou para os seus compa- nheiros de viagem teve a SArpresa de ver am- bos sentados nt ho o de sofá, com cabe- ça e tronco incli s para, frente, sem qual- . mo sé quer movimento, tivessem sido apa- gados” Neste momento abriu-se a portinhola da nave e por ela viu pessoas à sua espera, com a roupa que agora já lhe era familiar, porém de estatura muito maior do que a sua e a dos tri- pulantes que com ele viaja dA Aquelas pes- soas alcafiçavam entre 1,80 e 2 metros de altu- ra. Ti de que os homens eram de e c osso, porquanto irradiavam bom hu- mor e satisfação c o cumprimentavam em ple- no português, com palavras, gue na maioria faziam sentido: “Estamos contentes com a sua chegada” ...“É o terceiro!” ... dispor! Cada um em s cui a tava a sua mão, dizendo cor tonalidade musi- cal uma silaba que parecia ser de lingua à lialia- a e que era diferente para cada pessoa. Foi- lhe explicado que a aprendizagem das nossas línguas se fazia pela captação das nossas emi sões de rádio e televisão. Foi convidado a vi: tar com eles umas fábricas e realmente viu 4 ou 5 delas. Andou a pé, no chão, mas durante o passeio viu também gen:p andar no ar a uns 10 meiros de altura, não sabendo como su- biam ou desciam, ou se tinham saído de jane- las. Viu também veiculos deslizarem por estra- das suspensas. Tinha a i de que sem aque- tes sapatos especiais, talvez gravidade, a rfarcha não teria sido possível. Viu a fabricação do material bruto que se usava lá em grande quarttidade, que era feito por processos químicos'e não via qualquer si- derúrgica. Tirou uma amostra daquele mate- rial, uma chapa edindo 10 cm por 20 em e com 2 mm de espessura, gesto este que não foi impedido pelos seus companheiros. Vtu um aglomerado de edifícios, uma espécie de cida- a certeza Bm E v ao seu & INTERNACIONAL , por motivos de.

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: “ de universitária, porquanto lá se estava estu- dando, aparentemente, o material provenien- te de outras regiões. Foi-lhe mostrada, em um grande edifício, uma sala (15 m por 30 m) re- servada ao nosso planeta: era uma espécie de museu. Em outras salas ficava o material rela- tivo a outros corpos celestes. Reconheceu a Terra lá exposta, não só pela aparência geo- gráfica, mas também porque viu escrito estra- nhamente o nome “TERRA” ao lado de ou- tro que não compreendia e era da lingua da- quele planeta. Acionando diversos botões, projetaram para ele imagens que correspon- diam aos terrestres e expressavam a sua indo- le, ações de ambição e violência, comprovan- do assim, como eles diziam, que a Terra alcan- cava por enquanto somente um grau inferior na evolução. Informaram ainda que há bi- lhões de anos a Terra havia estado numa posi- ção perto do pianeta deles, e que é, entretanto, muito maior. Pela passagem de um corpo ce- leste perto da Terra, naquela época, foi a mes- ma removida para outro sistema, com outra trajetória. O planeta deles estaria, hoje, perto da constelação de Orion e ainda mencionaram que tinha sido reconhecido por astrônomos russos. Às perguntas do Sr. Mário, eles respon- diam que de fato à teoria de Einstein estava certa, porém com algumas pequenas restri- ções: que o Universo era finito e o Espaço, curvo; com os seus veiculos não podiam fazer trajetórias retas e não escapavam do Espaço, o que entretanto era conseguido pela “energia vital do corpo” (pensando o Sr. Mário, talvez, tratar-se da alma). Falaram ainda sobre a possibilidade de “vários ciclos vitais” (o que o Sr. Mário inter- pretou como sendo, talvez, uma referência à teoria da reencarnação). À nossa pergunta sobre o aspecto do céu, respondeu o Sr. Mário que embora este lhe parecesse azul, viu uma claridade difusa. Ele não pôde ver um Sol, mas viu cúpulas transpa- rentes, gigantescas, de quilômetros de exten- são, que cobriam toda cidade e, de tal modo que, onde acabava uma, já começa ouira. Fez uma refeição numa saleta de uma fá- brica, em companhia dos seus cicerones. O gosto da comida lembrou “doce de abóbora”, mas lhe foi explicado que era ali- mento purificado, que não deixava resíduos, Após um tempo que lhe pareceu uma ma- nhã e tarde terrestres, talvez 6 à 8 horas, ele começou a sentir saudade e querer voltar para a Terra. Como se lhe ti pensamentos, a ele s panheiros, (após a vi mos que o senhor voltar”. Levara àquela em que veio. ISmea altura de apr ram | * fábrica): “Sabe- à com vontade de a uma nave idê o diâmetro de uns adamente |2 m. tica quai o chefe d nal de qualquer deles r esta pretensão. A roupa deles era esverdeada?t possula uma bolsa lar à esquerda” + deou oas que ha uma tonalida- deentreo ie o verde. Seus olhos eram pre- tos ou verdes. A boca cera pequena. Não apre- sentavam pélos cutáancos c usavam uma espé- cie de gorro na cabeça. No nariz e nos olhos nada de anormal notou. Não reparou nos dentes. Viu mulheres que lhe pareciam bonitas e também viu crianças, sempre levadas pelas mãos de adultos, nã tendo visto brincando sozinhas. . Na viagem de volta tudo se processou ao inverso da ida, tendo os tripulantes lhe pedido para deitar-se na cuba cheia de lic Depois enxugarag -lhe o corpo e a roupa no pequeno compartimento, tendo-lhe, em se- guida, despido a roupa daquele planeta para vestir a sua própria, já pronta para isto. Acha que os tripulantes falantes eram meros robôs teleguiados em túdo que falavâm ou faziam, no entanto, não viu no planeta as instalações usadas para esta finalidade. later roupa Na volta não aterrissaram no mesmo lo- «cal, porém pfóximo. 10 minutos alcançou o sítio do'seu pai. O Sr. Mário surpreendeu-se com a atitu- de de seu pai, que então,o verberou com pala- vras vcememebs pelo farb de se ter “afastado por um longo periodo de 4 meses ..., sem ao menos tereavisado a alguém da familia...” porquanto aquele era o dia 14 de Abril de 1950. O pai havia escrito para os irmãos no Rio (eram 6 ao todo) à progura de alguma in- formação. Ao Sr. Mário, por gutro lado, a ausência parecia ter sido de 3 dias, no máxi- mo!... Quando relatou a sua experiência ao UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85 aRx.duspijas pai, este à interpretou primeiramente como um expediente do filho para encobrir a sua au- sência, ou então, alguma visão. Ebtretanto, o r opaco é fino, ma: parecia bastante resistente, pois não quebrava quando se colocava um grande peso em cima dele, e permitia a fervura da água de uma cha- leira, quando era usado como apoio em cima do fogão. Em vista do incomum fen de explicar, ele aconselhou ào filho que não o contasse para qualquer pessoa. A sia expe- riência, até para ele mesmo, apresentava O grande enigma de que sua longa ausência de 4 meses e 10 dias lhe tivesse dado a sensação de somente uns 3 dias!... (Fonte: Bol. Informativo SBEDV - 60-61) “ ômeno, difícil . “1S:CONCURSO Novos . UFÓLOGOS BRASILEIROS: ETAPA FINAL A Comissão Organizadora do 1º Concurso “Novos UFÓlogos Brasileiros” informa que, no presenté momento, os quase 30 trabalhos remetidos para aprecia- ção já estão sendo julgados por 5 destaca- dos UFÓlogos brasileiros, cujos nomes se- rão divulgados juntamente à entrega dos prêmios aos classificados. Até o momento, nenhum resultado oficial pôde ainda ser apurado, devido à qualidade dos'trabalhos em julgamento e, como estabelecido, os classificados recebe- rão seus prêmios e terão seus trabalhos pu- blicados após o mês de dezembro, quando se encerrará o 1º Concurso, na edição es- pecial de final de ano de.UsOlogia. Promoção: CENTRO PARA PESQUISA DE DISÇOS VOADORES (CPDV) E REVISTA UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL .. coura dar-lhe crédito em vista dos |

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ACONTECIMENTO ENCONTRO REUNE BRASILEIRA EM CURIT Curitiba foi sede de um dos maiores eventos UFClógicos já realiza Contando com a participação de 22 UFÓlogos, realizou-se em Curitiba, nos dias 24 e 28 de ju- lho último, um dos maiores eventos já ocorridos na UFOlo- gia Brasileira: o 1º Congresso Brasileiro de UFOlogia Cientifi- ca, promovido e organizado pelo recém-criado Núcleo de Pesqui- sas UFOTógicas (NPU); em acontecimento que marcou o 10º aniversário do 1º Simpósio Io” ternacional de UFOlogia, ocorri- do na capital paranaense em ju- iho de 1.975. O 1º Congresso Brasileiro de UFOlogia Científica foi, no en- tanto, muito diferenciado da grande maioria dos eventos UFOlógicos que ocorrem no pais a cada ano. Além de ser um dos eventos que apresentou um nú- mero incomum de UFÓlogos re- presentando uma expressiva par- Foto GevaerdiArquivos CPDV " de Pesquisas UFOlôgicas, organizador or everito. “ cela de nossa UFOLogia, o Con- gresso foi a primeira iniciativa concreta de expor-seje discutir- se, entre os próprios cânferencis- tas e junto ao público, superior a 300 pessoas, que lá compareceu, uma face da UFOlogia que, se não é à mais controversa no Bra- sil, pelo menos é a que menos se tem exposto, em comparação ao desenvolvimento de dezenas de sequelas místicas e religiosas, além de outras confidenciais, que tiveram lugar em nosso pais, em tempo igual, A elaboração de um evento dege* nivet, onde se one por apresen E tar o lada mais concreto, sólido E dos no Brasil, organizado pelo Núcleo de Pesquisas'UFClógicas (NPU). Equipe CPDVIUFOLOGIA Detalhe da mesa de conferencistas do 1º Congresso Brasileiro de UFOlogia é ntífica, onde se desta- cam (da esquerda para direita) Rhilippe Van Putten; Wanda Canipos, Daniel Rebisso, Victor Soares, Lú- cio Maníredi, Rafael Cury, Gevaerd e Jaime Lauda (em pé). Abaixo, Ratael Cury, presidente do Núcieo palpável de'toda a complexa pro- blemática dos OVNIs, tido no Brasil como UFOlogia Científica (embora em muitos países euro- peus e na América do Norte seja apenas UFOlogia, com o “cien- tífica” subentendido). É algo ex- iremamente dificil e exige com- petência indiscutível. Selecionar temas e tonferências que tenham identificação com a proposta do Congesso, foi um trabalho difi- cite Bêrém soberbamenie alcan- caga pelo Núclgo-tle Pesquisas UFOlógicaMNEt) de Cufitiba, tendo a frente Srpesquisador Ra- fael Cury; que não mediu esfor- “ços para atisigir um) nível quase AGRADECI MENTOS 5 é evento magnífico só pôde ser possível graças ao apoio de e corno o Banestado, Esotera Livros, Concitec (Conse- lho Estadual de Ciência g Tecnologia), Paranatuf, Hotel Para- || ná Suite, Rest. Madalosso Velho, Varig-Cruzeiro, além ca | Prefeitura de Curitiba, Faculdade de Ciências Biopsíquicas do Paraná e Campus de Educação integrada Bezerra de Menezes, som a cobertura exclusiva de UFOLOGIA NACIONAL & IN- TERNACIONAL. S 2 £ g z B E s SE 8: 3 e! Cc o 4185 GFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL E EE

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Foto GevaerdiArqui Parcial da platéia, no Anfiteatro da Reitoria da Universidade Fe- derai do Paraná, locai onde já se realizaram grandes eventos UFGiógicos, entre eles o 1º Simpósio Internacional! de UFOiogia (75) e o 1º Congresso Brasileiro de UFOlogia Cientifi- ca (85). Abaixo, J. Victor Soa- res, que teve a oportunidade de abrir os trabalhos do Congres- so. inédito de profissionalismo e se- riedade na UFOlogia Brasileira. Tendo como objetivo defiagrar uma campanha macissa em prol do reconhecimento oficial da pesquisa UFOlógica no Brasil, comandada pelo Núcleo de Pes- quisas UFOlógicas, o Congresso teve como seus pontos altos a qualidade dos temas apresenta- dos e a dosagem dos mesmos pa- UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85 ra oferecer uma compreensão global do fenômeno UFOlógico. Entre os temas que compuseram os trabalhos do 1º Congresso Brasileiro de UFClogi entifi- ca, destacaram-se a “Atualidade Navexológica Mundial”, apre- sentada por Victor Soares, como abertura dos trabalhos do Con-, gresso; “O Fenômeno Chupa- chupa no Litoral Paraense”, de autoria de Daniel Rebisso; “A Realidade Subjetiva de um Mito”, de Carlos Reis (publica- do em UFOLOGIA 03); “O ria -úma das só como base O centralizador da ao assunto. Aos m começado a stimável a a aifudão mai do assunto, | deveria ser irnitado por : muitas outras: livrarias em todo o país, 3) espe, jlizadasou n não neasuno, Ednsenso Razão, USOlógica"!, defeito por Jai-? e Lauda; “UFOlgia em Anã. lisa, com um breve retrospecto, apresentado por Carlos.V. Gon- çalvez; “A, Origem do Homem Terrestre a Partir do Espaço”, Cósmico” Wanda Campos; da, Terra por ETs”, de Lúcio Manfredi: “O Caso Eduard Meier" M apresentado por Marco à. Pquit, “Os Contatados UFO- lógicos”, disiracema Pires, den- ire outros. | . E fatânde a “gos da questão UFO *, áudio-visual de., “Colonização .- Franken da Esotera Livros. a tiço Abordando aspectos mais tgcni- ram apresentados os,seguintes trabalhos! “O Compusddor é o que Melhor Identifica os Não Identificados'”, de Claudeir Co- oa **Conjecturas sóbre as Possi- bilidadess sobre a Vida Extraterrestre”, de Philippe van o ten; “O que, Podemos Aprender dos Documentos, of- ciais sobre o Fenômeno UFO”, apresentado por, Gevaerd; “Contatos de 5º Tipo:.Verdade e Mentira dos * Casos “APOIO À PESQUISA UFOLOGICA EM CURITIBA de vários eventos UE DlóBicOs.

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Há apenas alguns meses, a difusão de dois assuntos extremamente importantes à nossa formação cultural paracientífica praticamente inexistia no Brasil, ocasionando enormes lacunas no processo de, desenvolvimento de uma nova consciência planetária: “em nosso pais: UFOlogia e Parapsicologia. Suprimindo uma desias lacunas, o CENTRO ARA PESQUISAS DE DISCOS VOADORES 4CPDV). lançou, em março último, a revista especializada UFOLOGIA NACIONAL & ; VAL, atualmente'á única publicação êne stente no Brasil e América Latina, dedicada a todos-os aspectos da problemática dos Ê OVNIs e seus tripulantes. Ágora, considerando a nítida ligação existente ntre a UFOlogia e à Parapsicologia, capazes de; juntas, esclarecerem a Humanidade atual seus a as pan dk ARAPSICOLOGIA HOJE será bimestral, circulará na- nie e conterá 32 páginas por edição, divididas en- trecariigos e sessões voltadas ao tema. Para receber PA- RAPSICOLOGIA HOJE em sua casa, preencha o cupom abaixo e remeta-o ao endereço indicado, anexo ao valor da sua opção de assinatura, em cheque nominal ou vale pos- tel, Os preços indicados no super correspondem a valores ; RRspeCh tratamento cos fenômenos paranormais. Ê = rincipais mistérios inieriores é exteriores, influindo decididamente no processo de tomada de uma nova «consciência moral intelectual e comportamental, o CPDVI lança, a nível nacional, PARAPSICOLOGIA HOJE, uma revista dinâmica, séria e profissional, “dedicada a difusão da pesquisa do paranormal com os o critérios de seriedade que levaram OLOGIA a ser reconhecida nacionalmente. PA APSICOLOGIA HOJE, a primeira revista brasileira sobre o paranormal, terá como 'colâboraidores e consultores os mais destacados - parapsicólogos brasileiros € estrangeiros e se preocupará iguaimente em difundir-as principais áreas “paracientíficas e científicas ligadas à Parapsicologia, como e Metafísica, Radiestesia, Psicotrônica, “Medicina Natural, Psicologia e Meditação» Transcendental, Terapias Alternativas, Kirliangrafia, “ete. » Sem dogmatismos, preconceitos ou imediatismo. válidos somente durante o lançamento de PARAPSICOLO- GIA HOJE, permanecendo inalterados até 10/11/85; sofren-- do correção após essa data. A data prevista para p lança- mento de PARAPSICOLOGIA HOJE em bancas é 25/11/85. Assinantes de PARAPSICOLOGIA HOJE a receberão 15 di- asantes do lançamento em bancas e não correm oriscode não encontrar a publicação nas bancas de sua preferência. “ 10/11/85.) +Pre ços válidos para O lançamsnto nacional; até

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- ENRIQUEÇA SEU ACERVO REPORTAGENS U! ÉDAN A IARCARAM EPOCA NO O Centro para Pesquisas de Disêos Voadores (CPDV), “através de seu Dept? de Publicações e Traduções Espec ciaii- zadas, coloca a disposição dos L UFÓlogos e UFÓfilos brasi- leiros, 21t"páginas dãs principais reportagens e sérias que . marcaram época na UFOlogia Brasileira e a tornaram um as- sunto popuiar. Ocorrências históricas e impo s comb q Bd máscaras de chumãgo de Niterói, OVNIs sobrê “-Saldanha-e- o-Comóvado, OVNIs perseguindo”ayi “1954 :0-caso-da Bawa da Tijuca, a confer Anclal -do Coro Adil de Oliveira ng Escola Supérior de Guerra; epin e z. .. dos Discos Voadores (Uma Bgja. Lurninosa rtant «Na: Esteira “Acompanhou um Avião quade 2 horas, de Flotianó ópolis a « Santos): Reportagem de João Mártins e ruzeiro” em 1984. 9 páginas Ed. Kefiei, publi- cadaem “OC Cr$7.200 Dihéia na Escolas “Superior-de eder Ps ce João Martins &Aublicada nagedição Extra ds O Qquzeiro”, e punidos 16 páginas See cado -Br$ 12.800 apr Disto Voador Sobrevoa o Almirante Saldamhas Repo ta- geminédita de João Martins, publicada em “O Cruzeiro” em'1958. 11 páginas . Grs 8.800 41 O Cruzeiro Fotograta Novo Disco Voador: Hepottagem de “Jorge'Audi, publicada no “O Cruzeiro”, em 1958. 8 pági- 8 (Seri y Na Ronda dos Discos Voado tês a partes), de Joá “de 1958. 12 páginas Cr$ 9.600 05: “Martins. Publicada no “O Crúzeito disponi veis & tos personalifadesS como AustregéBilo- «de Athayde e Raquel de Sueiróz. éries mais imp ôrtantes de JodasMartins E Ed Keffet, entrg outras, tudo completamênto ilúbiggdo, potem agorá ser. conhecidas pela : slavas gerações, de UFÓlogos Br astieiro s'e revividas pelas mais a antigas. 4 te 1 Como” solicitar os documentos do GPD$: eso itens que lhe interessam e escreva ao:CPDY ingicando. seus números déordem. Envie anexo um VALE POSTAL ou CHE-. . QUE NOMINAL CRUZADO ao o Gente para Pesquisas de Dis- cos Voadores. Aguarde de.10 a 15 dias para receber p mate ria! .solicitado. . E nO 08. O Roteiro dos Discos Voadores no Ceará, de João Mar- tins, Com participação de Raquel de Queiróz. Publicado em “O Cruzeiro” de 1961, 5 páginas Crg 4.000 . Discos Voadores: Perfil de um Fenômeno..Reportagem de Fernando Richard, com participação de Múlvio xo. Publicada em “O Cruzeiro” de 1967. 6 páginas Bis AR dci Cr$ 4.800 lci- . (Série) A invagão dos Discos Voadores (3 partes), de no Diniz e cofaboradores. Publicada em “O Cruzeiro” de: 1969. 30 páginas Cr$ ores: ores: Mistério que Atravessa 05 Sécu FHBIÇADO. em “O Cru- . (Série) Discos Voad Mi los (5 partes), de diversos autores, zeiro” de 1968. 35 páginas 3 . À Explosão do Disco Voador.(em Ubatuba): Asboragém inédita de João Martins, publicada em.“O Cruzeiro” de 1960. 5 páginas..... é . O Disco Voador (Falso) de Serra:Dourada, Goiás. Repor- tagem-de Fernando:Pinto; publi 1969:3 páginaso interessados Gama cópias Grogra! cas de alt qualidade formato! i Sa fpreços serão corrigido NACIONAL INT PERNACI ONAL Poa G ada em 'O'Cruzeiro" de | Gr8 2.400 | B. Alei- | Cr$ 28.000 | - Or$ 4.000 | £ ue

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E Eu Sílvio da Silva Carva- lho;23 anos; cursando Admi- -nisiração de Empresas, apre- ciador- das pesquisas sobre * OVNIs; venho pormeio dêsta relatar um; acontecimento ocorridoem minhacidade. Gifato ocorreu às'2'ho- as da madrugada do dia 3 de “junho de 1985; uma segunda- “feira, como Sr-Telmo Luiz da Silva; competente zeiador, iomassagista protissionial do. “Balneário Municipal de Mon- «rtenegro, RS. Neste-dia; à Sr. Telmo, 44'anos, acordou so- ressaltado comum forte”. =Fuído-que vinha-do'campo de afutecol sito à-frente-de sua spáisa; A.. madrugada de segunda-feira estava fria carregada de-nuvens baixas e-com um pouco-de:nebli ina. OSr. Telrno estava dormindo, quando, repentinamente, jacor- ou com uma, vencania que Me-pareceu-sejtwyri tem- poral:Levantou-se dá câma e foi observar se as jarelasrse - encontravam bem. fectiadas, o viu uma forte cjarida- de vinda do campo de fute- bol. Pensou. serio farol, de eventuais carros sobré o campo de futebol £ pegou seu revólver como garafitia ide segurança (o Balneário - costuma ser alvo: de marc: 3). -Aproximou-= . um pou- “co dos faróis'e verificou que" Aratavarm de automó-. “de-um objeto” Sã neviav visto: es residente “no Bal pentendas Ega FOLOGIA NAC "dou uma parte! [em ia a-região IONALS: foi interrompida nas depen- dências do Baineário. OSr. Telmo tentou atira com o revólver que portava, mas hão conseguiu e não se be. explicar o motivo, se po causa de medo ou algum efeito proveniente da própria luz. Neste instante, abriu-se uma portinhola com estágios em seu movimento, germitin do que o Sr. Telmo olhasse para dentro do.objetô caus dor da luz: Assim, o Sr. Telmo pôde ver que não havia trir laittes ou ocupantes'na nave e de seu intérior sai yma lu dourada. Essa expér “durou pouaquissintos tos, quando então a fechou-se, o objeto levant se e, numa incrivel ve de, desapareceu, atrás do Morro Monte ! mi orta Podemos constatar que o OVNI deixou aiguns vesti- gios no local do pouso, como vis círculo medindo aproxi- Mot a madamente 4 metros de diã- metro em cujas jordas sur- .giu uma substância química preta que, quando, recolhida na segunda-feira à tarde, apresentava forte cheiro de derivado de petróleo (UFO- LOGIA: recebemos uma pe- quena amostra e confirma- os este-gado, acrescentan- do: ser esterodor santo ao de pionê de asfal t tos de elevado peso ragéG lar): Va Pie O Óbjeto po- um eucalip- to de apr roximadamente 19 Iguatmen “metros de-altura. Outra árvo- ate próxima & alido pouso apresentou folhas amareleci- “vas. e, já passados alguns “dias, parecem Estar morrer. dO. Deixo paiapifcês opina- sobre está “ex kperiência pels qual pessou'o & é'Seus familiaia; Silyio À Luiz “da silva Carvalho, Rua Capi- cão Cruz 1ã54, gb? Monte- o º iencia . ARX. “Mãe, Alado á Q sr. Tetma aponta o lócal do pouso do SUNI, gds ainda existe “ma os iaibi “pequena cameda de uma estranha substância, quimica. t Em 1974 (não recordo a data exata), encontrava-me com um amigo próximo à rua Ary Parreiras, em Niterói, no ini- cio de uma tarde de céu lim: aberto e tompletalanto azul, quando repentl tina; mente uma luz estranha apareceu no céu. A princí- pio, não olhei para cima, mas logo após algum tem- Pa, observei que a luz pare- bola luminosa que estava descendo verticai- mente em direção ao centro da rua-onde nos enconiráva- mos.-Indiquei ao meu amigo a posição da luz'e ele tain- bém pôde observá-la. Vimos então que tal obieto ia des- cer a uns 100 metros do 46- “cal onde estátamos. Grada- luz descia, até tivamente, a sempre: verticalmente, pairar no meio da rua Ary Parreiras, & cerca de 50 cer- tímetros do asfalto. Perma- neceu nesta posição duran- te agur sim, pudemos observar que Bra esitérica, malor que um automó assat, extrema- mente-briihante (quase 15 vezes mais que o sol), ao ponto de nos impedir de ver o que existia do-putro lado m tempo/8 nós, as-. " tamos que à Juz parecia * rarda esquerda pata di É vice-versa. En.” da rua, ou rissmo nas próxi: midades da iuz: Não emitia somou Darulho naquero mo- mento. Nós ficamos muito espanta- dos com aquilo quando, de “repente, a luz começou a al: ternar cores para azul, ama-. relo, verde, vermelho, laran- ja, violeta, rosa, marron, cin- za e todas as cores que co- nhe os. Neste momen- to; o objeto passou-a emitir “um som muito estranho, tão esquisito que nunca tínha- - mos ouvigo entes, nem mes- Tno' fazendo Comparações. .O sôm era inimitávei, alto mas não muito. Também no- e e, depois, quanto isso, o telmpô passa- va eSninguém “aparecia nã rua onde estávamos. Com excessão de um: Som | « «que provinha | da” rua ) menhum outro baru=: Ino foisouvido por nós. As + sim,/0S minutos passavam - João Pessoa, e, de repente, cormeçamos a: segtir uma estranha e ção, uma-força invisível n obrigava airde encontão á misteriosa esfera luminosa. Nossas pe Sil s não nosobe- % na af cod ag Renpo

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e força Sobrehumano jermitiu-nos escapar da «v atração que ela emitia. Cor- “remos. do local» para bem distante dalironde. paramos chegamos, pudemos ver a -Júz subir rapidamente, ultra- jassando um prédio de 10 indares,. Sempre con: o us naviamos presencia- “comoutras pessoas e, Nos dias seguintes, passa- “mos a ter terríveis pesade- los“relacionados com a ex- periência que vivemos. Mes, a a que: Toi “passando icim (psoudônimo, Ro (RJ). PART ICIPE DA PES QUISA UFOLÓGICA BRAS... EIRA LENDO UFOLOGIA-NAGIONAL EeINTERNACIONAL exaustos. Do lugar aonde. inamos ão comentar s empo, fomos:voltando ao - Ilustração Élido Ribeiro ecao do Corcovado “Rio neiro),) 'quando percebi uma massa luminosa gue estava parada naquela re- gião. O quevia estava parado so- bre um pequeno morro, a “cerca de 1000 metros a mi- nha frente..A luz tinha for- mato de charuto&cilindrico) - Com uma cor amarelado fos- “sando, cómo. se Houvessa ca, cujo interior ficava pul-. muitas luzes vistas bem de longe, piscando - alternada- mente. De um extremo ad outro do cilindro, havia uma tinha fina, com tonalidade avermelhada. O objeto estava a mais out menos 500 metros de altura, completamente imóvel. Não posso precisar quanio tem- . po estaria a luz ali, mas fi... quei obssrvando-a uns 3 mi- + unha Yermelhaspara cima. De “guida. como um flash fot sfistos- 6 Cuando fui para casa ara apanhar uma finda Co objeto começou a-sB apagar, ficando acesa da li- repent ê, diminuiu seu tama- nho desiocapido-se agrande velocidade, : parando uns 2. segundos, sumindo em sat: gráfico. Mayk Motta Ales: Nascimgnto, R.Ananias Ar tero da.Costa, 545/0-3 Éden, - 25.500 S. João do Jieriti (Ay), : a 227 Targanho norma! “Pontos que pulsavam Tamanho reduzido Relatos para setem publicas dos nesta' cóluna devem"ser endereçados à nossa rega ção: Caixa Postál 2182, 79100 “Campo Grande (MS). Por ra: zões de espaço, objetividade e estilo, UFOLOGIA reserva a si o direito de registrar nestal sessão somente relatos preci, sos, ainda que com datas el horários inexatos, contendo informações relevagtãs à rreencão -ga Fenômêno) O. OS interessados devem.| | . "86 possivel, ênviar fotos e/ou “desenhos do(s) objeto(s) ob - sarvadó(s) além de idertith a SE INTERNACIONAL Ee | |

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“ UFO PERSCNALIDAD pm Fam a” fama Fábio Zerpa (Argentina) 5 Nosso homenageado desta edi- ção é um dos mais destacados e sérios UFÓlogos do mundo, um investigador em sua essência, ex- perientíssimo e compromissado em difundir mundialmente a UFOlogia, em especial a UFOlo- gia argentina (por sua vez, uma das mais avançadas da América Latina): Prof. Fábio Zerpa, presi- dente da “Organización Nacional Investigativa de Fenômenos Es- paciales”” (ONIFE) e editor da re- vista Cuarta Dimensión, ambas de Brrenos Aires. “ Zerpa é antigo conhecido da Comunidade UFÓloga Brasilei- ra. Já esteve no Brasil para pales- trar no Ie II CIUFO, em vários outros eventos e, mais recente- mente, no 1º Congresso Brasilei- ro de UFOlogia Científica, reali- zada em Curitiba, julho passado. Foi nesta ocasião que pudemos conhecer melhor este argentino austríaco, um dos raros UFÓÔlo- gos vivos que conseguiu pesquisar 14 países de vários coniisentes. Professor da Universidade de Buenos Aires, artista renomado na Argentina, incentivador da pesquisa científica do paranormal e dos fenômenos UFOlógicos, Zerpa já se apresentou nos princi- pais eventos UFOlógicos ocorri- dos no mundo, como o Congres- so de UFOs de Acapuico (Méxi- co) e conheceu pessoalmente aqueles que, junto a ele, construí- ram a UFOlogia mundial. Há 10 anos editando “Cuarta Dimen- sión”, participando intensamente do movimento UFOlógico máxi- mo da Argentina, a Federación Argentina de Estudios de la Ciên- cia Extraterrestre (FAECE), Fá- bio Zerpa é também um dos cria- dores da Associación Mundial de UFÓlogos, que pretende congret gar toda a classe dedicada ao as- sunto, nos mai: ersos paises do Globo. Seu endereço é: C.C. 35,. Su- cursal 29 (B), 1429 Buenps Aires; Fábiô Zerpa, da ONIFE e Curta Dimensión: estrelã da primeira casos difgrentes de contatos em — República Argentina. grandeza da UFOlogia Argontina. . + . . o “ . Ed DA ID A € - — « AGENDA | == te z - “a . ns: am . Poucos eventos no Brasil, até 1985. exchto único. , À frente do gvento, Jefferson O. « São pouquíssimos os evento: UrFOlógicos programados no ocorrerem até 1986. No entanto, os primeiros meses do próximo ano, em especial março, serão repletos de eventos, justamente programados para coincidirem com a passagem do Halley. Paulo Fernando Kronember- ger, presidente da União da For- UFOLOGIA isACIONAL & li + ça Objetiva (UFO), de Pet lis (RJ), comunica a reali para março de 86, do Ii Con- gresso Internacional de UFOlo- gia, quando preiende trazer ao Brasil personalidades como Erik Von Daniken, Carl Sagan e ou- tras. O evento realizar-se-á em São Paulo (não em Brasília, co- mô. os anteriores), afim de cen- tralizar o assunto Assim como Krbnemberger, realizador dos CÍUFOs anterio- res, Antonio Jorge Thor tam- bém tenciona realizar um ever deste porte, porém sem data p estabelecida e com algum riações: introduzirá o paranór- al nos debates, realizando um nas va- Kronemberger, voltando à ação, já articula a realização do hii CIU- FO em São Paulo. Antes deste realizou mais de 100 eventos « is egrapdes cidades 6 leiras, todos com grande &xi em asi to. TERNACIQNAL 4/85 : º Na área internacional, r seem Oslo, Noruega, eme 3 de novembro próximo, o Iº Project Hessdalen Workshop, fisogra- mado para apresentarem-s UFÓlogos de todo o mund lo, en- tre eles: J. Allen Hynek, Stanton Friedman, Per Andersen, Ib Laulund, Jenny Randles, Char-* les Bowen, Roberto Pinotti, V- J. Ballester Olmos,-Felix Zigei, Jacques Vallée, Bruce Macca- bee, etc. Do Brasil, foram convi- dados o Dr. Walter BuhleríRio) e A. J. Gevaerd; UFOLOGIA (MS). Informações poderão ser obtidas escrevendo-se à Odá- Gunnar, Box 14, N-3138, Du- ken, Norway. Em Volta Redonda (RJ), o CEUPA - Centro de Estudos” FOlógicos e Pesquisas Adja- 5 comunica a rga zação do age “de U UF EOlogia e E o UFC iro, 10 audicório da F à dino 25 à 27 de outúbro. Silva preteride apresentar o Ge- neral Uchôa, Irene Granchi, Vic- tor Soares, Antonio Faleiro, etc., durante o evento. UFOLO- GIA estará presente neste e ni congressa, dg Oslo, prestando co- * Der tura aos acontesirfentos. “Além destes,» eventos. estão o progra amados para Manaus, Belo Horizônte, Foz do “Iguaçu, São Payjo, “Curitifa; «Campinas e| Campo Grágde. Tão breve se- jam fornecidos detalhes, UFO- LÓGIA os diviigará com ante- cedência . .. constarem nesta Seção, ormações: sobre eventos “Para info nacionais e nternacionais | devem ser remetidos à nossa Redação, com um inínimo de 2 meses de antecedência à ma fam mesmos. Diri- suas infôrmações à à: Caixa Postal 2182, 79.100 Campo Grande (MS).

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VFOLÓGIA ONAL:S INTERNACIONAL as Garças 67 Cauixe-Postal 2182 de - MS Coriespondênci 79.100 Campo G Fone: ( Exped iento = Govacrd Editor espe asenpe a laccmarires » Alison Machado Jumatistas osporsávels + Dayse Elisu' 8. E. Gevaerd Ê UA ç Administradora! “Joao: Faustino-da Fonseca Marco A: Petit, Antônio Faléiro, Antoni doe mor, lbirajara R. Rodrigues, Luis do Resário Real, Clau- “Covo, Phillipe Van Putten, Ademar Eugênio de Melo; Lúcio Maníredi, Generat Alfredo M. Uchoa, - jezn Alencar, - Patas! Cury; Dante T. Ji Pantig Antó Gondim, Marcos Freitas é “o tEnieror) Maior Colinán “Vonkes - HansC. Peiersenito Lautund. Jonm PS james MacCampbeil, Marc. . [David'ti Hess Wermer Wai. ioland"Geharat, Amónio:: Roberto Enrique” endeue C, Stevens. Erik Fredriksson, Antonio Húnceus. ! Gráfica Brasília Lida. Distribuição exclusiva er Fernando Chinagli E denis prou os financsiro: apta religiosa, Cs! pedrdi 5,0 Cantedgo do UFOLOGIA: NACIONAL E | “= TERNACIONAL é ceteiminado polo CPDV. o n, RX AMI, p- 1) 25 APRESENTAÇÃO ce » UFOLOGIA NACIONAL & IN tei tdo cada vez ma gráficr te exemplar | leitor rpodeo ob ã ca dia em um “o nivel de prof fissione as efetuadas na linha editorial c POL a A, enco ainda mais UFOLOGIA. Com vagar e firr memente, amplaremat no ir páginas, variando ainda mais o tipo de enfoque dado à HFOlogia rtigos ue aquise s fibicarão : GIA, cada e urgência da d periodicidade'mer ostentando “0 páginas ricas em cor eúdo e em quali formativa. Mas, para tanto, estamos nos esforçando em aprimorar nossos ! aperfeiçoar. nossa apresentação e reinar ainda mais nossa Equipe. Em todo é ss Suscam o apoio e, principalmente, participação ativa de nossos ociados. Você está convidado à participar, d Seu em etc. Vamos transformar UFOLOGIA no grande faita sua participação. 7 Ainda falando em mudariças, fomos forçados a corrigir vista, por questões tão óbvias quarito a inflação no Brasil, o at preços do papel, impressão, etc. Agradecemos antoo padamente a nossos leitores. À medida em que UFOLOGIA for cedendo r es Er a anún publicitários, paulatinamente manteremos seu preço em lármrê mó veis a todos os interessados, permitindo, com isso, sua penetração e da vez mais dm de nussansociadade . a ea , PAIO re INDIGO Editorial , 4 Cariasa Redação +. E Especial: Estudo Psico-sociológico do Fe en Documento: Fotos de OVNIs Se Força Aérea Brasileira Pesquisa: Observações de OVNIs no Litoral Paraense UFO tássico: Caso Villas-Boas Revisado Not. Internacional: À Outra Face do Caso Eduard Meier A =a e NIDINSINDISD| Conto Hist. DVs no Brasil: Observeções do Meio do Século 2 Registro Fotográfico: Fotos de OVNIs come Provas 2 - Convidado: Pesquisas UFOlógicas rj interior de Minas 2 Divulgação: Os Eventos de Maio e ”” 10 : 2 concurso Novos UFOlógos Brasijei .s 2 Agenda, UFO Personalidade: J. Vict; 30 NOSSA CAPA: Foto por Eduard Meisr na Suiça, parte de uma série zenas, atualmente discutidas em todo o mundo. Fot vista Stern, Arquivos CPDV. NOTA DA REDAÇÃ A partir do presente colega Ll o cônisren

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“dt. “

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Tão! publicadas se a “acompanhadas de = identificação e endereço ompleto do remetente: - Gostaria des “por que à F OLOGIA custa tão Prezado editor: A única forma de mostrar meu contentamento, por ter sido atendido (por UFOLOGIA), é o de me tornar assinante dessa revista que, por ter assumido a responsabilidade de divulgar um assunto tão polêmico, merece o crédito dos leitores. Também aproveito para soliçitar números acazados de UFOLOGIA, para que possa tê-los em minha coleção. Dr. Luiz A. Félix Subtil, Ortigueira (PR). informamos aos nossos leitores que exemplares atrasados (1,2 e 3) de «UFOLOGIA poderão ser aoquiridos escrevendo-se ao CPDV: Caixa Postal 2182, 79.100 Campo Grande (MS). Preço de cada exemplar: Cr$ 7.500; Foi com imensa satisfação que recebemos a valiosa revista UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL, em seu 3º número. Aproveitamos para cumprimentar a equipe responsável, pelo trabalho sério e de gabarito que apresenta. Acreditamos ser esta, não mais uma revista sobre UFOlogia, mas uma publicação para marcar época. Centro de Estudos . Avançados de poolánia,. Apraz-nos acusar O recebimento da carta datada em 22/07/85, através da qual V.Sa., muito gentilmente encaminha a este Legislativo a revista nº' 3 de UFOLOGIA, para nosso conhecimento e apreciação. Agradecendo a fineza da remessa, aproveitamos da eportunidade para apresentar a V.Sa., nossos "- votos dé protestos de elevada Estimê e distinta consideração. Vereador Franciscó Maia, Presidente da Câmara Municipal de Campo Grande (MS). Agradeço a V.sa. a gentileza de remeter a esta Secretaria de industria e Comércio, .um exemplar da revista UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL. Com meús votos de sucesso nês realizações desse novo espaço que se“cria no universo- das publicações, subscrevo-me. Dr. Eraido Saldanha Moreira, Secretário de Estado de Indústria e Comércio, Campo Grande (s.5). Ficamos imensamente satisfeitos e orgulhosos em vgr tão distintas autoridades reconhecerem em UFOLOGIA um trabalho sério e profissional, assim como deve sera pesquisa ) A RX gp gas " Przados Senhores: ” nosso plano desDivoigação UFDlêgica em si. Ao mesmo tempo, esta revista se coloca etvisposição das autoridades municipais, estaduais e federais cônsiituidas, caso se interessem em penetrar mais profundamente nã pesquisa do Fenômeno UFO. “o: . . Objetivando *desenwo! Culjural e tento! em vista | um grande rúméro de x . interessados em UEÓlogia: o Dept? de Culturada Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu vem; ul respeitosamente, solicitar a V.Saxa'realização de um cicio de palestras nesta cidade. Tal possibilidade . muito ÀoShonrará. Sheila R. S. dá Silveira, Diretorã de Dept? Cultura, PM» de * Foz'do içuaçu (PR), Agradecemos este e outros convites, todos muita gentis, que temos recaltlido para apresentar nósso trabafho. Aproveitamos para colocar nos a esta disposição, e para comunicar que eventos UFOlógicos podem contar com nossa presença e apresentação, sempre que se fizerem entendimentos prévios para transporte é alojamento de nossosreoresantantes, Contatos pocemi ser mantidos través do ióne' (087) 38 246: E ao 85-Nº sons ibfidial de Informação Científica da: OAGA: DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU), através: da UNES- o ana é unia-rede.intornaci jonal de centros. jope: iclonaiis E JNTERNACIO- cos'de:dados gerais “por computador, Eogfatda per aridentificação db; publicações gerias:, | das:em geral. O ISDS, 6 representado no; Brasil pelo IBICT -;, INSTITUTO: BRASILEIRO DE INFORM AÇÃ! mação essencial para TECNOLOGIA-do recém criado MCT - MINISTÉRIO DE CIÊN- | CIA E TECNOLOGIA, de modo que é competência do “iBICT fornecer º SGA os contatos foramifettos pelo, posso co | “ aproveitando: GONSEEOO NACIONAL forma nossa + UFOLOGIA NACIONAL éh sará a-ser reconhecida. em todos os centro. 08: Comutação si y eletrônica: de bibliografia de interêsse cultural, cientifico e” tecnológico, abrindo um precedente importante-no setor já que esse nosso pedido, induziu importantes, desdobramentos ., na área de indexação de temáticas do referido sistema. 2. CIONAL INTERNACIONAL 4/85 .

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Tpeinolod: aoresentação será O pretender assinar a nova publicação do CPDY, .. "ARQUIVOS UFOLÓGICOS, a publicidade que anunciava Seu lançamento fez-me entender que esta publicação não terá seus textostraduzidos para o nosso idioma: Luiz Roberto * Carvalho, Anápolis (GO). - Certo: ARQUIVOS -.. UFOLÓGICOS será te-. impressão de'textos recentes e-desimportância; publicados no-momento por: revistas internacionais Sua tradução o arepursos que não estão ao nosso dispor porenquanto. Mesmo assim;imanterseá a * originalidade dos textos usados em ARQUIVOS, procedentes de Mibiitações que jamais chegarão ao Brasil. Gostaria de solicitar-ihes, pelo reemboiso postal, o nº 01 de UFOLOGIA e informações de como posso obter documentos - sobre UFOS: Sou um aticcionado do assunto e pretendo associarme ao CRDV. Dr. João Batista do Valis, Balneário Camboriú (SOh os UFOLOGIA não se encontra a disposição através de reembolso, “mas pode ser faciiment e adquirida do-se. veis, pasta ou f rma poderão ser! obtidos. hossos documentos passada, onde o Sr. Zenta | tece criticasipessoais com à respeito ao meu trabalho. - Gostaria dê dizer ao Sr; Zenha que os ataques pessoais, além de mau gosto, revelam falta de educação e bom senso. Lastimo que a carta deste leitor tenha sido consideradê “crítica construtiva”. Se o Sr. Zenha sentiu-se ofendido pela rude linguagem do piloto do caça norte- americano (UFOLOGIA 01, " página 10), que se revolte então contra quem forneceu a notícia, o Major Colman VonkKeviczky, ou contra a Força Aérea Americana, que não ensina - etiqueta. aos seus comandados, ou mesmo contra o pessoal do satélite que não destruiu a prova da conversa. Minha tradução foi fiel ao texto de VonkKeviczky (ICUFON), a quem honro e admiro. Irene Granchi, presidente do CISNE, Rio (Ru). rezada professora lrene: aqui está registrada sua defesa, embora a consideremos desnecessária, por-acreditarmos . decisivamente em trabalho que, se assim não fosse, não a teríamos com tão grande reconhecimento e carinho, que pela senhora sentimos e sente uma significativa parte da UFOlogia brasileira. Gevaerd. Sou estudante do 1º-grau em uma escola municipal -wde-São. Carlos (SP) 'e meu igrande-ideal é tornar-me UFQiogo: Como poderia fazer para tal o a quem tecorrentiAndré Fernando Silva, pao Carios Je) Sou dajvóndrio, jonado: pela USPyexiremâmente interossado-pelo Fenômeno UFO;mas ainda-não encontrei, uma. organização ue B desse me filiar é filciar Investigações. Paço E informações sobre'o CPDV, par ver se me mentifico cam seus métodos. “Bodofio Schasifer, Belo = oorizonte (MG). Ark. an3,p; Was Para tornar-se UrDiogo, acreditamos que basta um “ aguçado interesse em ver dasvendados, ou'sntão é penetrar mais profundamente nos principais enigmas que compreendem o Fenômeno UFO. Não existem cursos profissionais, somente amadores, espalhados pelo Brasil, realizados por grupos particulares de pesquisas. Como um desses grupos, que filiados em todo o ritório Nacional, o CPDV cóloca-se à disposição, bastando que seja solicitada e preenchida"uma ficha de inscrição, que poderá sér obtida escrevendo-se a nossa Redação. À Chefia da Biblioteca Central Nelson de Azevedo Branco, da Universidade Gama FilÃão, vem por meio desta manifestar o desejo de receber, gratuitamente, a revista UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL. Maria de Fátima Costa, Biblioteca da Univ. Gama Filho, Rio (RJ). Temos interesse em continuar recebendo os exemplares de UFOLOGIA, pelo que ficamos muito gratos. Moacyr Santos, Biblioteca do Instituto de Física Teórica, São Paulo (SP) o Também recebemos pedidos das bibliotecas municipais de Foz do Iguaçu, Teresina, Uberiândia (BM Juscetno. Kubitscheck),. Niterói, » Agito, “de Poa: Vo) HE com "Eages; Corumbá, Lins (Fundação Casa ga Cuttura), Presidente Rrudente, Porto * velho (Se é Educação e Cultura), Campo Grande, João Pessoa (Funesc), S: dose dos Campos, Belo Horizonte, ete. E das bibliotecas universitárias daUFMA, Univ. Mogi'das Cruzes, Fesp -Univ. Pernambgco, Escola de Minas, PUG-MGUFPA; UCGÔ, Univ. Metodista-do Piracicabã, CESUP, UFRPE, UFSC, Unisinos, UF de Viçosa, UF Juiz-de Fora; UC Pelotas, UEL, UC Petrópolis, dentre outras. E Qualquer, instituição brasileira . dedicada a pesquisa e “informação cientifica; pode | solicitar JFOLOGIA, [ gratuitamente, a nosse - Redação. Serás um, grande prazer atender TOS: [os interesses das, comunidades leitoras, universitárias e ; intelectuais ds nosso país. Connie meneame pena mm me espa OCPDVea revista UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL desejam deixar registrados profusos agradecimentos pelo envio de inúragras publicações racionais e estrangeiras de pesquisas UFOlógicas. De forma recíproca, faremos com. que UFOLOGIA seja remetida tomo cortesia, a todos os-grupos que nos | têm dedicado tal Rasta! 6 : pEniasçà Redação... aonricnae carecem mmaaçad | Acabamos derecêber boas notícias deisrasfiia, de onde: nosso co-sditor Luiz Gonzaga: Scgrracci de Paúla relata: seu sucesso em Entendimentos:com,o Conselho Nacio- nai de. Desenvolvimento. Científico. «e. Tecnológico ACNPq).. Segundo Gonzaga, OG: r sado em ilberar verbas que Í « sa UFOlógica e Parapsiçaldg ambém nos: ou ? «da-disposição da Comissão de, nicigê Tecriologia dai: Câmara dos-Deputados em ouvira propósta dos UrÓlo-: + e no setor-da investigação cientifica. (Gonzaga: Cal É a Postal-04-0224, 70.912 Bre.: Ea, DE Ras 2 É) pat re ” 4/85.UF =OLOGIA as ONAL: o EN NACIONAL de, eira , : at

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RO PARA PESQUISAS DE DISCOS VOADORES (CPDV)

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Adap 6] 35 : SE QUIM nes — “Um avião A nes Boeing 747 encontrou no mês passado um. objeto: voador não íden- tilicado (OVNI), em forma de disco, é e'de Erande tamanho; so- “província 6cidental de Gansu, informou a edição de ontem X a puriespássava: sobre ren no dia ti de 5 ciinês, rumo a ficial do Partido Rs ; aris, Iser voador “Seu brilho se estendia de 40 a 5 quilômetros é sua largura era de uns 10 quilômetros”, acentua o relato. Uma luz extremamente brilhante saía do-centro. O relato acrescenta ainda que o objeto viajava com e trema rapidez, seguindo o aparel em direção Sul por uns 2 minutos. Não houve explicação pela de- mora em divulgar à noticia, que nac explicou também se os passageiros viram o disco. Visões de disco foram denungiadas ocasionaimente na Chi- na, que conta com uma sociedade de OVNI e uma revista dedicada aos X- É ri mistérios espaciais. hámuito tempo. )) somentede al-. úcos anos para cá é Ê yrmações recuo! ) rato: doze (12) MúGicoS atança- “qualquer outro pais. isso in- cluí, também, o hábito de crer, questionar e até investi- garo Fenômeno dos UFOs, . tidos na China, desde há mui- to tempo, como algo de inte- resse exclusivo da União Sc- viética ou dos Estados Uni- dos: Para que. se tenha uma idéia mais precisa da'sxten- são realda “UFOlogização” da China, basta dizer quees- te'pais possui hoje, cerca de “15 grupos UFOlógicos de grande porte. dos quais parti- cipam desde civis, cientistas e estudantes, até militares e, membros do PC Chinês. Os . grupos se interligam e rece- bem, entre outros, o nome de Chinese UFO Research As- sociation (CUFORA), quein-. clusive edita um jornal sobre o assunto, adrhinistrado por Paul Dong. Colaborações para esta coluna devem ser rêmetidas identifica- das e'endereçadas à nossa Re- dação: Caixa Postal-2182; 79100 Campo Grande (MS). Por razões deespaço, clareza e es- tilo: UFOLOGIA- reserva assi O direitó-de publicanaqui, spmen- “teas colaborações mais Signifi- cat 'yas que receber. a RM Operando em ritmo de normalidade, a Associação - Nacional dos,UFÓlogos do Brasil (ANUB); ganha eada vez maior terreno entre Os de- dicados ao tema no país. Tendo à frente o experiente UFÓlogo-Claudeir Covo, a entidade, à mais significati- va da UFOlogia brasileira, vai aos poúcos assumindo lide- rança e maior peso nas ativi- Jades do setor. AS mesmo tempo, túdo faz erêr que seu - Quadro Filiativo dobreaté o fim de 85-- ALVORADA EM NOVÁ PASS Desde seus dois últimos encontros nacionais, realiza- dos“-em:84:em | Belo Horionte!MG «e: Montes Claros/MG;:o PROJETO ALVORADA-REDE BRASI- LEIRA DE ESTAÇÕES IN- INETÁRIAS, movi- IMANOSÓFICO com sofrendo ção de seus dos, aúiosubsistentes eisem equipados, para o trato extra- ! SEouas co que a UFOLO-:'S CIONAL 4/85 ão.no meio; ões no senti- s Aidebaran, em busca de seu lugar no Planalto Centtal, nuraa colina idade * isolada, acima de 1000 metros do nivel do:mar. com seus laborato- rios. oficinas e “câmaras-de contato” decisivos para a Humanidade Terrestre retomar comtaior coma Hurma- » deverá desenvolver projetos g

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ce Siriretanto, se- iu vi Gonzaga, gerou ita confusão”, pois... “nã - fories preconceitos de am- -bas as partes, iundamental- mente por faita de mútuo res- de-muita ignorância”. AUFO- “logia é uma “LOGIA”, um “estudo sistemático com ba- " se nos postulados e metódos de: investigação científica” À VIMANOSOFIA é uma “SC- FIA”, é conhecimento de ba- se esotérico-ocultista e de gem oriental, e que estê antigas seitas e muitas delas vi- iv Bio “na Índia, por exemplo, que. têm os povos -do-sspaço- come aís velhos da primitiva hu- anidade terrestre”, explica o autor do PROJETO ALVO | RADA. 1 ARy - Na nova fase o PROJE., TO ALVORADA aglutina es- forços, aprimora os critério de admissão de sócios e pe. sa a manter um certo afasta mento em relação à UFOlo- gia. Em vez de doze “Esta- ções Inierplanetárias” vai implantar uma só, em Goiás, atizada de ALDEBARAN, enquanto estarão concen- trando esforços na VIMANO- SOFIA, também, es por "UFCiogia Esotérica” “Avançada”, ou à Tranáces dentai”, e ainda “Mística”, aue, segundo Luiz Gonzaga”, .m de religiosa, no “ comum do termo reli- iormações poderão .itagas-a partir de cu- aximo, “escrevendo- AÇÃO INTER: EST 70845 peito e conhecimento, além dois Ovnis são. “fotografados * “Vão Icenti-. ficados (Ovnis) Teo bservados noite de domingo pelos ussageiro: - tripulantes de um avião comer. ue sobrevoava a "iccalidade «. , Cerca du 76) knt & normeste de Buenos Aires. Os diários “Clarin" “e “Tiempo Argentino” pubicaraia on- tem fotografias dos Ovnis, No avião viajeva um numeroso grupo de jornalistas “e fotógrafos que regres- -sava de Santiago de Esieroy onde 'faram cobrir. uma à prova automobilis-. «tica, A visão dos objetos se produziu às xh e depois às 19h Gocais). O primeiro deles pôde ser visto pel. janelas laterais direitas do Boe. 73? das Aeroincas Argentinas. +º.- gundo os passageiros, era uma luz brilhante, às vezes perdia a Intessi- dade lumincse, mas em seguida volta rilhar e mudava de cores, tinha à fcrmna de um cone com o vértice na parte de cima e realizava movimendo de ziguezague a uma veloci enorme. De repente ficava pasado . como se estivesse no chão. O outro foi avistado à esquerda do BUS, página 18iArquivos crov - De acordo com 6 fotógrafo o Ruiz do “Clarin” esse eira é parecia estar 2 uma distância 4Px. diyg “a tes . e * calidades brasileiras, co vo * * iê do Paraida à Zonada hi ii “Entretanto, com'rara. axcegões, as desc. ias observações u rever um significante deta- tre: «am de relativa . - suas caracte- . as. OU Seja, correspon- -«:v aobservações qualiiica- das -e fenômenos LFOlógi- : OU pouco co- Para que se terha iosia, em nenhum caso cedlesor Uma-coisa, peio menos, tem “mudado expressivamente Qurante as reuniões e even- “tos UFCiégicos que se reali- zam regularmente no Brasil: . pergunta-se insistentemen- te, por UFÓlogos e UFÓfilos, .a que nos levaram mais de 40 anos de intensas pesqui ao setor de informação extr: terrestre e, mais contunden- ente, no que tal atividade "su a vida dos que a prati- dom Entretanto, ainda com res- * $ postas esparsas e não com, 2 Pior. - nã É condusia ouvido 5 uma de uu 4 .& mil metros. Para ele, c Ovni estava a O uns 26 mil, 8 tripulantes af e avião nc em os Ê pes. d dixgulos em que see. -ima do avião. pa esa Pouco a pouco, vão re- tornando às páginas dos principais jornais do mundo, notícias de observações ce OVNis. Durante os meses de “junho e julho, por exempio, : noticiou-se, através de jor- nais de grande tiragem no na China, we, Esta- Des E En CiVersas ervações de obie-.. a “2 Com “asge io simples de 2 uma totá de fogo incantz 2 8 - Suisivas, a pergunta repre- . x à Qura realidade de st , menos teorica- . “ue a UFOlogia, do- mo prática, não interfere sig- nificantemente em nossas vi das e hábitos, ae ponto de operar m ca significati- vas Em v Jopráticada to Olbgica, ou = voluntário e pur parto de leigo: to-- ai. apresentada pe... center UFO Studies (CUFOS), d gido pelo Dr..Hynek e repte sentado .no a p CPDY, mostretique 7 cas observações de O “âão-se à noite; » Cestas, 237% correspondem.; e obigigi Ro cente; cortando o céusitas. oie caso, detectou-se. que. . perior à't * prazo imediato, a UFCog de: +) 35 ver :metereolós! cas, ou ainda Or, “pessoa! qualificado, tagamenie nos-gaises es- trangeiros envoixidos, inciu- "sive Zaire e Zimbabwe, quase desconhecidos” ria lieratura “especializada. Estariam 03 OVNIs vcltendo a ativa em ni- veis mais sutis? Coma s: ximação do Corneta de Isyrisso pods siontiioa n no no à Exist de 40 UFÓiogos atua emu em atividade conhecida no país, eum público taivez su: “não de interes: sadôs. Com Bfgito, a pes: sa UFO ca é uma p' có tera verdad... « para aqueles UFÓio: = =: = UMa peguaníssima pa” teu estes -UFÓRiOS. * Perém; Sé pouca coisa ter, servido para imertenir ar: nossos háditos, a UrOlogiá apresenta- se com um poter- cial iniguatável para realizar tais transformações em um futuro muito, muito próximo, e é para O que convergem as discussões em torno do as- sunto. Se, embora não num Aa representa grandes aitera- sões de hábitos e costumes,

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SENSACIONAL LrO x SALYUT 6: CONTATO COM EXTRATERRESTRES NO ESPAÇO Surpreendentemente, a URSS começa a dar divulgação a um dos principais episódios envolvendo UFOS no espaço, cujos tripulantes mantiveram vivo contafo% com os - cosmonautas soviéticos. Do ponto de vista estritamente UFOlógi- co já não é novidade: em maio do ano de 1981, ou mais precisamente entre os dias 12 de mar- ço e 14 de maio, os astronautas soviéticos Vla-, dimir Kovalyonok e Viktor Savinikh, manti-” veram em órbita terrestre, quando operavam a sexta unidade da Estação Orbital da série “SALYUT”, extraordinárias relações com três Humanos interplanetários alienígenas, *e que, por sua vez, operavam avançadissimo equipamento de conformação esférica e reple- to de vigilias (janelas). A opinião pública, entretanto, pelo me- nos no Brasil, só teve notícias desse evento através da revista MANCHETE nº 1.693, de 29 de setembro de 1984, edição que trazia na capa foto da manequim Xuxa Meneguel, na sua fase internacional. No canto inferior es- querdo, lia-se; “Sensacional: russos encon- tram UFO's”. Durante aproximadamente quatro dias terrestres, com interrupções cíclicas, de perio- dicidade complexa, as duas naves orbitaram a 400 Km de altura, experimentando aproxima- ções de até 30 metros uma da outra. O diâme- o lo 2 o e 8 5 Fotos NASAICo tro da nave alienígena era de aproximadamen- te 9a 10 metros e apresentava 8 janelas sime- tricamerite, na: seção de maior diâmetro (“equador”), e !6 outras áreas transparentes, iluminadas, semelhantes a “vigias”, sendo oi- to acima e oito abaixo da linha central, suge- rindo alguma ligação com o sistema motor do aparelho. Asaparência, o brilho, etc., lembrou metal aos côsmonautas soviéticos que afirma- ram não iêrem percebido qualquer reenirân- ciaou saliêngia, incrições, marcas ou desconti- nuidade na. superfície: da esfera, “perfeita- mente polida”. Nem antenas, nem terminais de sistemas óticos de informação, painéis sola- res, enfim, nada pertubava a superfície exter- na, enquanto a parte interna, feericamente iluminada, mostrava uma cabine de comando de aparência convencional, com painéis de controles, comandos, revestimentos mono- cromáticos e entos. A experiência teve início a 14 de maio, quando as pesquisas a bordo já estavam no seu 75º dia. Kovalynok, então, percebeu, pela portinhola de sua nave, um objeto orbitando estacionariamente à frente da SALYUT 6, a UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85. RX. dua, p-8/a5 .s: no uns milmg do percebida íorma esfórica. 'Nessg fase fo- ram sodauba ds prifatirbs” segurifi s de um “tape” qup acêbou gravando q ma hora de exposição. 'As portigholas fotam percebi- das com binógolos de longe nêe. Nó dia cósmico seguinte, depois de horastie sono, os Cosmionau soviéticos foram surpi com proximtigade da nave alienigena, pôdeger observada, então,» de qem meros de distância. Com basa nos rec sos o pela itenologi ia tertestre, qãto dêixgu perpi xos qs E nontutas, tá que estes pão en traram exp cação para o deslocamento do ar- tefato alienig cha semue este tivesse se utiliza do de “foguetes” pára produzi? as alterações de 6rbi » já que seus pontos qé escape tsta- vam agentes da configuração da nave. Pelas portinhõias, três seres, de aspecto humano, gestos objetivos, “programados semblan- tes serenos, de aspecto solene, “lembrando hindus, de narizes retos e soprâncelhas gros- sas, com enormes e oblíquos olhos azuis, pro- fundos e panetrantes no olhar”, deixaram os treinados profissionais do espaço extasiados, embora aqueles rostos, no dizer dos soviéti- cos, não tivessem deixado trânsparecer qual- quer emoção perceptível em termos dos nos- sos padrões de emotividade. Segundo o relato noticioso da agência soviética, nessa altura da experiência, foi solicitada à Base, por parte dos cosmonautas terrestres permissão para “contato direto”. A resposta teria vindo rápi- da e incisiva, definitiva: NÃO! (“Nyet"). A experiência não poderia ir além de contatos via instrumentos. Ãos poucos a nave alieníge- na ia se aproximando e, por vezes, a uma ve- locidade inimaginável, como que “automa- ticamente”, disparava em. ângulos variados, sumindo em frações de segundo por trás da Terras é e retornando em nova posição relativa, “parando” 3ruscamente, sem que nada acon-” tecesse com seus 3 tripulantes, numa afronta à chamadf Lei de Inércia, sem dúvida um dos a «moderna. Numa das reapro- o O de distâbicia; quando já teria si-

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ARX.AU3 p.9/35 Salyut 6 x UFO: Kovalyonok solicitou à base terrestre autorização. para contato imediato de 3º grau com & nave alienígena, A solicitação foi energicamente NEGADA. ximações, a nave alienígena teria ficado à cer- ca de 30 metros da Estação Orbital SALYUT 6. Kovalyonok, como que por impulso, abriu um mapa celeste de bordo e aproximou- se da vigia. Para sua surpresa, e tomado de fortíssima emoção, notou que um dos alieni- genas fez exatamente a mesma coisa, abrindo um mapa onde se via, “claramente”, segundo os soviéticos, o nosso sistema solar num canto direito superior, e muitos outros corpos celes- tes não identificados durante a rápida exposi- ção. Sem saber exatamente como proceder, Kovalyonok ergueu o polegar, num gesto de confraternização, no que foi seguido pelo alie- nígena, fato que teria marcado fortemente a tripulação soviética. Quanto às tentativas de comunicação por instrumentos, houve algu- mas, embora não tivesse evoluído ao nível do . . desejável. Usando uma lanterna de alta potên- cia, Kovalyonok transmitiu em código MOR- SE: “Cosmonautas Soviéticos saúdam visi- tantes à Terra”, em russo. Nalla aconteceu. Os 3 alienígenas não esboçaram qualquer rea- ção. Tentaram em inglês: “Are you receiving us?” (Vocês estão nos recebendo?). Mais uma vez, nenhuma reação. Na terceira tentativa, sempre através de Morse, Kovalyonok trans- mitiu o número binário 101101, cósio expres- são de uma certa figura geomátrica. Partiu da nave, então, uma sequência dessinais que não eram uma repetição da sequênga!transmitida. Mais tarde verificou-sé que os atienigenas ha- viam transmitido o valor de “ses” apase dos la- garítmos neperianos muito usados a bordo da SALYUT 6, a nível dos computadores de bor- do, para a linearização gráfica-de curvas rela- tivas a funções matemáticas complexas. E llustração Rodval Matias/Arquivos Aldebare: Com à mesma roupa ou traje espacial que usavam a bordo, e que lembravam roupa plástica de merguiho submarino, Som capuzes leves e visores amplos, os alienígenas saíram de sua nave e flutuaram no espaço, apresen- tando movimentos curiosos, como. se dispu- sessem de assentos e passarelas invisíveis. Ne, nhuma “mochila” teria sido notada pelos so- viéticos, nem qualquer outra coisa que servisse de apoio à manutenção da vida dos alieníge. nas nos termos da tecnologia em uso aqui nã terta. No fim do quarto dia, ““Bles” foram embora, não mais reaparesendo, e rc uma “estranha saudade", no dizer dos cos: mohautas da SALYUT 6. Autoridades «administrativas e de gover- no? Militares, Cientistãs, Cosmonautas e os próprios protagonistãs dessa notável experiên- cia se reuniram em'18 de junho de 1981 para verem os filmes e as fotos levantadas pela mis- são. Kovalyonok, bombardeado de pergun- tas, respondeu a todas clas, e o caso foi, en- tão, “Spterrado” pelo carimbo de “ALTA- E que; por razões ainda não totalmente Identificadas, veio a pú- bio, oficiosa e oficialmente, pr determina- ção'do Kremlin. De qualgner forma, no nosso ponto de vista, tal liberação denota uma pos- tura incrivelmente mais: âmadurecida, numa. perspectiva científica € planetária, do que p posição que tem sido ridiculamente mantida pelas autoridades norté-americanas, por Pur trás das vigias do UFO, 3 rostos . - humanos protegidos por capuzes justos e leves visores: olhos enormes o azuis; peis morena, sobrancelhas grandes e narizes retos. A superfície do UFO'era lisa e polida. . a.

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exemplo, que em relação ao mundo como um todo, pelo menos no que diz respeito à ques- tão UFO (OVNI), tem sido marcada por deci- sões anti-científicas, anti-culturais e militaris- tas, O que é deplorável para uma Nação que ostenta o título de maior democracia do oci- dente e de mais avançada nação da Terra, co- mo centro da ciência e da tecnologia mundial- mente disponível. Por quê? Até quando? Há muitas possi- veis respostas para isso, sendo que duas ou três delas são bastante contundentes, como por exemplo o fato de que a existência “real” dos OVNIs, e sua presença entre nós, inclusive há milênios, seria um dos argumentos mais poderosos no sentido da PAZ mundial, situa- ção economicamente desinteressante para os exportadores de armas, os fabricantes de ars ma, Os projetistas de armas e para todo o com- Semblantes profundamente serenos, de rara beleza e emoções contidas; gestos - programados e exatos. á 7 ustração Rodval Matias/Arquivos Aldebaran Kovalyonok ergusu o polegar: o alienigena respondeu com um, idêntico sinai. No entanto, não responderam aos sinais em código morse, mas transmitiram a pase dos logaritmos neperianos. A liustração Rodval Matias/Arquivos Aldebaran eram dotados de extrema mobilidade, assim como o UFO, apresentayem É mi vous movimentos. Ambos so aproximam do Salyut. De quafquer forma, a bass haviainoga-o maior contato. . , UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85 a ; ção tecnológica para fins militares. Como po- deriamos nos apresentar a organizações so- ciais humanas alienígenas, talvêz de base ir- terplanetária, sem corar de vergógha diânte das inumeráveis fronteiras internas que defen- demos, da fome e da miséria que sofre mais da metade da nossa gente, diante fla imundicie é. do caos que representam nossos assêntamen-s tos urbanos metropolitanos, nossas “cidades”...? Como estabelecer Gontato ten- do o reboque questões ideológicas e político- partidárias, e na lembrança! oefato de que a moeda internacional no tráfego de"armas são .. Narcóticos produzidos em larga escala, em to- - dosos côntinentes? Como não corar de vergo- nha, se é que esta seria mesmo a questão, dian- * te da situação ambiental-ecológica do plapeta, irreversível no seu processo de-violenta dete- . *, rioração, em que pese o grito e o alerta de mi- . lhões de conciências? Como olhar nos olhos de seres que representam sociedades de indivi- duos certamente bem'hais avançados, emam-, plo sentido, quando-tentenas de governos e entidades nacionais, internacionais, continen- tais c até mundizig não conseguem gerir as dis- ponibilidades enêrgétices, os recysos natu- rais, a tecnologia disponível, 6 Espaço territo- rial, os bens em geral, os recursos humanos, para suprir as necessidades de 5 bilhões de in- divíduos, igualitariamente? É, inclusive, notá- vel que não consigam isso, ou seja, somente uma postura intencional, de iesar os destinos do planeta e da civilização terrestre contempo- rânea, talvez dentre as muitas que já tênham existido por aqui, poderia “explicar” uma produtividade tão ridícula quando compará- vel às potencialidades perfeitamente passíveis de uso, de dinamização. . Outro argumento, bastante relaciônado, é o medo da perda de autoridade diante de um ““poder-maior”. Afinal, como justificar tanto barbarismo, tanta injustiça, tanta primitivida- de se o que não falta nesse mundo são as ““au- toridades”, os governos mais ou menos des- a 1

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Revista Tecnologia e Defesa/Arquivos Aldebaran Pa ? centes, e assim por diante. Como impor ou justificar o poder mais ou menos ilicitamente conquistado diante das espetaculares implica- ções filosóficas, religiosas, científicas, tecno- lógicas, históricas, sociais e econômicas desen- cadeáveis por uma ampla divulgação e aceita- ção generalizada da presença extraterrestre no nosso meio??? Pânico? Ou não seria medo de uma situação de generalizada indisciplina civil e militar diante de um fato culturalmente avassalador, incrivelmente contundente dian- te das nossas pequeninas verdades e interes- ses? O fenômeno UFO, assim como os fenô- menos PARANORMAIS, no momento, são os mais extraordinários vetores de reordena- mento planetário, numa escala absolutamente sem precedentes. Sua aceitação, a transparên- cia das verdades que encerram, poriam por terra o que ainda resta de uma civilização que muito pouco ainda tem para oferecer ao Ho- Viktor Savinikh, em sua primeira missão no Cosmos, teve a oportunidade de encontrar e contactar Extraterrestres. Quais segredos ain- da não guarda a URSS, a cerca deste e de tan- tos outros contatos semelhantes? | Interessados em conhecer detaines acerca de outros encontros com OVNIs no espaço e na Lua, poderão solicitar ao CPDV o documento Relatorio de Vôos Espaciais Seguicos por OVNIs (12 páginas), ao preço de Cr$ 6.500. Remeta vale posial ou cheque nominal! cruzado ao CPDV: Caixa Postal 2182, 79.100 Carnpo Grande (MS). e Revista ManchetelArquivos Aldebaran mem, enquanto SER, e como parte de uma sociedade que almeja muito mais que a fome, a miséria, a vida em aglomerações urbanas ab- surdas, num planeta poluído, loteado, repleto de bandeiras e em guerra suicida, por causas pueris. Dentro dessa perspectiva é que a UFO- LOGIA ganha dimensão'de Ciência. Fora dis- so ela seria, como infelizmente tem sido, ape- nas uma pseudo ciência, compartimentada, social e culturalmente qescomprometida, co- nivente com um mundo que, às vésperas ou de um holocausto nuclear ou de uma profunda renovação e abertura de.consciência, de qual- quer forma agoniza na pobreza de suas pers- pectivas atuais, sem veritade e ignorante em 12 lustração Luiz Gonzaga/Arquivos Aldebarên À bordo da nave soviética Salyut.5, inex- | plicayelmente há um rosto humano deserihado | e colado no teto: recopdação do contato pré- vio? A projeção do desenho, permite réfazê-lo horizontaimente (acima). Um rostq períeita- mente humano, porém bem mais sutil aparece. relação às suas potencialidades e até'em xela- ção aos seus ideais maiores, abafados por for- ça de manipulações sujeitas a interesses incon- fessáveis. . ' . No piano intêrno, temos pela frente uma CONSTITUINTE, uma reforma Universitá- ria, liberdade de informação e-de reunião, e até um Ministério de Ciência e Tecnologia, além de um.Ministério da Cultura. É hora de sabermos até onde vai essa vontadede mudar, até onde vai a “Nova República”. Que se abram os arâuivos oficiosos brasileiros sobre os OVNIs e.que estes, entrem para o rol das preocupações acadêmicas universitárias e das instituições para o progresso científico e cultu- ral, bem como a nível do próprio Congresso Nacional, ou será que nossa luta ainda vai continuar no mesmo nível, buscando as mes- mas aberturas que ainda não chegaram, ape- sar de tutlo? 4/85 UFOLOGIA NACIONAL E, INTERNACIONAL |

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ARX. 43 p- 10/35 FOTOS INÉDITAS DE OVNIs NO ESPAÇO, OBTIDAS DA APOLLO '|1. | Ao longo de anos a fio, grupos UFOlógicos em todo mundo, tem recebido informações acerca de OVNIs no es- paço e sobre a superficie lunar, assim como contatos entre seus tripulantes e astronautas terrestres. Aproveitando 0 ar- tigo de Luiz Gonzaga, abrimos alsbs arquivos de depoi- mentos de contatos e fotos de OuRtis é feitos por astronautas em todos os tempos. Ao iniciar esta Sequência, que mostra um OVNI! sobre a lua, ineditamente apresentada no Brasil por UFOlogia, damos também início a uma série especial de reportagens exclusivas, onde mostraremos fatos e fotos até então considerados “top secret: por v ágos governosrAs fo- tos aqui em questão, obtidas pela Apollo 11, é um “a ca- “DOCUMENTO . FOTOS E suDES DE 'ovisiis E NO ESPAÇO As 6 fôtos aqui apresentadas, Jneditamente no Brasil, consti- tuem uma segiência fotográfica caRgendo 1720 ii imagens de um “ OVNksobrg a Lua, acompanhaneo, as manobras da 'Ápollo 11. “Destas, somente são conhecidas, até hoje, -terca de 45, des quais 24e encontram-se reproduzidas nos Arquivos do CPDV. * Desejando obtê- las, basta que escreva qo Dept? de Recursos -Abdio Visuais é Instrumentais do Centro «Dara Pesquisas de Giornale dei Misteri E Discos oadures; Caixa Postal 2482, 79: “100 Campo Grande S (NES Shesplicitando-ass preço ue ss Cestos Cr$ 117: 600» (tamanho SE 9x12cta); 24 slides: CF 201.600 (35 mm). Envie cheque nominal * + = cruzálio qu vale postal em nôme do CPDV e aguarde 2 semanas É. para réfeber ô material solicitado. e o : á E ER - UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85 = ns E 13 e . o . “e.

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D MEIER: OU MEN TIRA? O Debate em torno do.controverso caso Edu E parece, sem UFOLOGIA tem S&-preocupad! signNicativos do fenômeno U ativas ao Caso Eduard o ERUE Io cado e ir . Mritutteros dos quais não possa nitendemos que este lei o que se passa de verdade n detalhes No primeiro número-desta revista publi- camos, pelo que temos conhecimento, d que seria O primeiro artigo sobre o chamado caso Meier em nosso país. Fizemos isto após estu- darmos por um ano o material que nos havia chegado através de pessoas de nosso relacio- . namento. Em pouco tempo começou a acon- tecer no meio UFOlógico brasilgiro a mesma coisa que já havia ocorrido ho exterior: uma total discórdia em torno do mesmo. Possivelmente o primeiro pesquisador , brasileiro a travar contato com o material rela- tivo à este caso tenha sido o Dr, Walter Buh- * ler, Presidente da Sociedade Brasileira de Es- tudos Sobre Discos Voadores, pioneiro na pesquisa UFOlógica em nosso país, pesquisa- dor de vários dos mais importantes casos de contatos diretos com extraplanetários, que nos confirmou tratar-se de um caso realmente verdadeiro. , Após qárigo publicado pela prof? ranchigfgnerceiro número desta mesma re- vista, na; ay presenta O caso como um grande tramas, somos motivados a voltar a m cer comentários sobre o mesmo, e fazer alguns reparos 20 que: foi declarado por esta nossa colega, pois infelizmente uma série de fatos foram esquecigos. Logo no ptiméiro parágrafo do referida artigo temos utj exemplo destes. De forma al- guma os livros (amplamente ilustrados e xuosos) “UFO... Contact From The Pleiades (volume DP” e UFO... Contact From The Pleiades (volume II)”, são de autoria do Co- ronel Wendelle C. Stevens, como declara a au- tora do artigo. O volume I é de autoria de Lee J. Elders e Thomas K. Welch, sendo o volume II de autoria de Lee J. Elders e Brit Nilsson El- ders. Stevens é autor, na verdade, da obra “UFO... Contact From The Pleiades4A Preli- minary Investigation Report”, que por sinal não é nem um pouco luxuosa. Nunca também tentãinos convencer nin- guém da rêakidade das experiências de Meier a partif “da beleza dos versos da dita Semjase"” portâne e Ju-" q pre rs rco À. Petit Mai rene:. o, sodrem or nd t tudo tor tir 2 ir de deva, Começamos à defender, no Brasil, este caso, na realidade, a partir de evidências claramente objetivas, que mais uma vez reportaremos li- dgadas a homens como Neil M. Davis, da De- * “sign Technology, Marcel Vogel (IBM - EUA), Walter W RR (Universidade do “. Arizona), € No fi Em ano passado estivemos parti- “ cipando de uma pela autora do art Fomos convidad reunião pública promovida tigo que estamos a comentar. «Jebater.o.caso, aqui em foco, com W ith, apresentado aos presentes comc e astrônomo da direto- ria do CUFOS, que é como sabemos dirigido pelo famoso J. A. Hynek. Willy Smith realmente declarou que tudo não passava de uma farsa, inclusive sugerindo que Stevens teria falsificado as assinaturas dos cientistas que aparentemente teriam confir- ma: ado ce ertos aspectos do caso Naquela oportunidade, apesar de já co- nhecesmos os problemas criminais com que Stevens havia se envolvido (processado por envolvimento sexual com menores), achei a tal declâração sobre as falsif ações dificil de ser verdadeira. Começamos a desconfiar da obje- tividade das declarações de Willy Smith a par- tir de seus comen trespeito da fotografia queteria sido batida por Meier do interior de umdgs UFOs no dia 17 de julho de 1975. Nes- ta foto, publicada pela revista Stern, podemos ver à nave norte-americana Apollo 18 entran- . do em acoplamento com a soviética Soyuz 19. Como tal fotografia foi batida de aum ponto acima das naves terrestres, podermos ver a Ter- ra em baixo das mesmas. Smith simplesmente tevea córagem de declarar que tal foto foi ba- tida por um observatório da NASA, sediado e absur- co em terra, declaração que é totalment da, já que como'lembramos, a Terra aparece abaixo das naves (Apollo e Soy de Não tínha- mos esta foto inicialmente, pois nas três obras eiras que serviram de base para nossat prim entações do caso, esta não constava. nasUFOlogia brasileira e GIA NACIONAL ARx. d43,p: 13/36 VERDADE ard Meier (Suíça) continua e, ao que acrescido de novos tons. em torno 7 matérias UFOLOGIA. Pelo contrário, o que é exposto, conhecesem e estrangeira. cê te com o representante do CUFOS, pergunta- mos ao eminente astrônomo quantos satélites já haviam sido descobertos em torno de Júpi- ter. Colocamos tal interrogação porque tinha- mos conhecimento que Meier, mediante seus contatos, havia previsto cdm antecedência a “descoberta do décimo quinto e décimo sexto satélite, coisa que realmente aconteceu a partir do Projeto Voyager. Como Smith nos foi apresentado como astrônomo, acreditamos que ele poderia, justamente, informar ao pú- bilico presente sobre o número exato tes de Júpiter, mediante o que fariamos refe- rências às referidas previsões de Meier. Mas para nossa surpresa e de outros presentes, Smith não foi capaz de responder quantos sa- télites possuia realmente o maior planeta de nosso sistema solar. dos saté Confêrme os meses passavam, confirma- mos, a partir de outras fontes e outras publica- ções, que Stevens não havia mentido quando de suas reférências a personalidade do mundo científico, que haviam estudado e confirmado | a validade de vários aspectos do caso. Por exemplo, quando mencionamos para Smith e o público presente, a existência de um laudo técnico fornecido pela Design Technology, lo- Na mesma reunião dá qual tomamos par- calizada em Poway, Califórnia, referente a| seis fotografias de Meier, este, como a própria professora Irene Granchi lembra em seu arti- go, declarou que Stevens havia obtido as “di- frações das fotos ao visitas o estabelecimento Marco A. Petit de Castró é presidente da As- sociação Fluminense de Estudos UFOlógi- cos (AFEU) e membro de diversos grupos brasileiros de UFOlogia, entre eles o ELO, também co Rio, que tem promovido vários eventos ande c Caso Meier é exposto. Mar- co tem dezenas de irabal hos publicados em revistas. brasileiras e é colaborador assíduo de UFOLOGIA. Seu gndereço é: Marques de Abrantes'37/1008, 22230 Rio, RJ. “& INTERNACIONAL .

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“que vendia aparelhos para esta finalidade. Lá fingindo-se de comprador, conseguiu umas amostras, justamente as das fotos de Meier””. Temos a disposição este laudo, segundo o qual claramente temos declarado que Stevens realmente submeteu as fotografias de Meier à análise. O próprio analista da Design Techno- logy, Neil M. Davis, confirma neste laudo, as- sinado no dia 13. de março de 1978, que não foram encontradas evidências de dupla expo- sição, foto colagem, modelos suspensos por li- nhas, barbantes, etc. Em sua conclusão decla- ra que estariamos, realmente, diante de um objeto grande, fotografado à distância da câ- mera. No mesmo laudo, Neil Davis apresentã recomendações que deveriam ser seguidas pa- ra termos maiores detalhes sobre as fotos. Posteriormente entrevistado pela TV japone- sa, para um programa especial sobre O caso Meier, apresentado para cerca de 30 milhões de japoneses, Neil Davis confirmou a autenti- cidade de outras fotos do caso, mostrando os estudos que foram feitos, entre outros instru- mentos, mediante um microdensitômairo (mede a granulação do negativo), até a utiliza- ção de um computador processador de ima- gem (que define, mede, analisa os elementos da foto). Entre as fotos auterrticadas, está in- clusive a que mostra a perseguição empreendi- da por um caça Miraje suiço a uma das naves extraplanetárias. Devemos lembrar também, que o fato de uma pessoa em certo momento de sua vida ço- meter atos passíveis de condenação criminal (como os de Stevens) não pode servir para condenar todos os seus atos anteriores. Se es- tamos errados, como explicar Que Stevens te- nha chegado a possuir uma alta patente mili- tar dentro da USAF? Mas continuemos com nossa análise. Segundo nos conta a prof? Irene Gran- chi, o major Colman VonkKeviczky teria visi- tado os locais exatos onde Meier teria batido suas fotografias em Hofbald, próximo a Wet- Zikon. As pessoas que conhecem un pouco do caso sabem que as mais de 800 fotografias que teriam sido tomadas por Meier, foram batidas. nas mais diferentes regiões e não apenas em Hofbald. Portanto fica claramente caracteri- zado que VonKeviczky não fez qualquer estu- do detalhado em cima da totalidade das fotos. do que a foto de Semj ase, seria na realidade da própria espos& de Meier + usando uma peruca loura. Aqueles*que conhecem o caso sabem, entretanto, que a fotografia que VonKeticzky pensa ser de Semjase é na realidade de Asket, e teria sido batida durante um contato na Índia em 1964. É totalmente estranho também que o fundador da ICUFON declare que um apare- lho com diâmetro de 7 metros não possa levar “no seu interior uma tripulação de quatro pes- soas. Nós aconselhamos equelesique defen- dem este tipo de argumentação-a procurar junto a NASA informações a respêito co diã- metro do módulo de comando da espagonave Apollo que era tripulada por três astronautas. Será que alguém duvida que fomos até a- Lua? . Amostra do metal das naves pleidianas, “ recebida por Meier no verão de 77 e As próprias fotografias (2) que aparecem no, analisada pelo Dr. Vogei (IBM). artigo (UFOLOGIA NACIONAL E INTER- NACIONAL 3) pretensamente analisadas pelo ICUFON, apresentadas como fraudu- lentas;-foram-batidas, respectivamente, em Ober-Sadelegg e Sekar Durchstolen. A pró- pria TV japonesa confirmou, filmando a re- gião (Ober-Sadelegg), que tudo que pode ser visto na foto de Meier realmente existe, inclu- sive os pinheiros. Quanto a segunda fotogra- fia, foi batida no dia 26 de março de 1981, portanto posterior à visita de VonKeviczky à Suíça (1980). Logo, de forma alguma, ele pô- de ter verificado as existências dos pinheiros que nela aparecem. Outra prova da superficialidade da ““pes- quisa” de VonKeviczky é o fato de ter declara- UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85 Uma das mais conhecidas fotos de Meier, obtida pog ele no diãg de márço de 1975, em Ober- Sadeiegg, próximo à Schmitirutigna uai ARX. dY3 p. 34/35 Quanto a” . evelação ares- peito de fotograijas baridas na propriedade de Meier, nas quais seriam visíveis papelão, tin- tas, fios, etc., mostra nais: maver e que as pes- soas que atacam.o caso'de mpaneira “Sistemática ignoram fatos já vão pAigulgados e nem um pouco misteriosos. 0% úngio Stevens, hoje tão atacado, publicou m $mO ein seu livro al- gumas destas fotoganias “misteriosas”, nas quais ajtarecem inelusive pequenos modelos. Estes modelos, como as práprias Totogralias dos mesmos nunca foram 'soisas scondidas. Foram montados justamente na presença de várias pessoas e utilizados para se demonstrar que seria impossível conseguir imagens seme lhantes as fovos de Meigr coma tal tipo de artifi- cio. a º Entretanto, alguns negativos destas fotos foram retirados do lixo de Meier e passaram a ser distribuídos por Mr. Sorge e seus contatos numa tentativa de desacreditar a totalidade das fotos de Meier. Quanto ao filme feito por Meier no qual * aparece um objeto orbitando vm pinheiro, que realmente, segundo Meier; téfia desapare- cido tempos depois de maneira misteriosa, es- tamos estudando o mesmo para não sermos tão precipitados quanto outros já foram. Es- tamos já, hoje, de posse de mais quatro des- tes. Um deles estudado dentro da Nippon Te- levision Network of Tokyo (Japão), mediante intervenção do investigador e repórter Mr. Jun-lchi Yaoi, mostra inclusive, quadro a quadro, o processo de materialização progres- siva de uma das naves. Os detratbres do caso Meier costumam 15

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também usar como prova dg frâude algumas poucas fotografias processadas e analisadas através da Ground Saucer*Watch, nas quais apareceria um fio no qual estaria pendurado o ini modelo. Tempos atrás, quando esta mes- ma instituição atacou à validade do caso da a E Tijonã (maio de 1952), a professora anchi cuidou, em artigo na revi A, de demonstrar a desqualific. a instituição. De qualquer maneira é ante que ressaltemos, que em pelo me- nos uma das ima; gens S pr ocessadas dentro do SW aparece uma “linha” o em uas partes, e que não vai a parte algum além de passar pela frente do objeto de manei- ra incompreensível. Este tipo de efeito pode ser conseguido mediante manipulação da fo- tografia ou negativo antes destes serem pro- cessados nas análises computadorizadas. A autora do artigo que estamos a analisar faz menção também a James J. Hurtak, real- mente um-dos-grarides sucessos em termos de público dentro dos congressos internacionais realizados em Brasilia, mas que hoje começa a r seu antigo prestígio abalado por algumas je suas atuais declarações. Recentemente o próprio General Moacyr de Mendonça t izada na Aca- Uchôa, durante conferência real demia Brasileira de Letras (VIII Ciclo de UFOlogia A da do Grupo ELO), ques- ador, que A tionou a obje ds deste pesqui nass: Fa passou a defender ndo s Ê aid d e extrapiane- tários atuar Continuar material que temos apr: lestras, pois não podemos esquecer nhuma das fotos processadas (analisadas) nos equipamentos da Deanza Computer Com- pany, apareceram sinais de dupla exposição, da utilização de modelos pendurados, ou não, por linhas, barbantes, eic., como qualquer evidência de fraude. o esentado em nossas pa- Não podemos também esquecer das aná- lises feitas pelo Dr. Neil M, Davis, da Design Technology, empresa que mantém contrato junto a NASA, Laboratório de Propulsão a coMo A VEJA 7g ) Solicito.o(s) número! () Solicito uma assinatura anual (12 exemplares) de UFOL ( J Solicito uma assinatura semestral (6 exemplares) de UFOLOGIA NACIONAL & E ER “(' ) Solicito minha filiação ao CENTRO | ( (s) atrasados de 1 Estou'remetendo ( ) CHEQUE NOMINAL CRU DISCOS VOADORES, no valor exato de Cr$... Jato de P mente co: mo aut Muitos também se Jado por vários es- enharia de som, co- Robim L. Sheilman, Steve ognerud, Steve Singer, Steve oward Iloson, os dois últimos es- pecialistas do Centro Submarino Naval de Som da Marinha norte-americana, sediado em Groton. Não podemos também esquecer das aná- lises feitas nas amostras de metal recebidas por Meier durante seus contatos. As primeiras fo- ram feitas dentro do Laboratório Metalúrgico de Eidg (o maior da Suíça). Participou ativa- mente tambéra dos estudos, o Dr. Walter W. Walker da Universidade do Arizona, um dos maiores especialistas em metalurgia da atuali- dade, que já havia estudado antes os famosos fragmentos go UFO que expiediu nas proxi- midades de Ubatuba (Brasil). Este cientista declarou simplesmente que nunca tinha tido contato com algo parecido antes. Ainda nos E.U.A., o Dr. Marcel Vogel, pesquisador químico dos Laboratórios de sa da IBM, em São José, Califórnia, pioneiro em tecnolos nlvedor dos chamados 1 filmes magnéticos, autor de inúmeros livros em suas especialidades, “descobriu, entre ou- tras coisas, um modelo múltiplo bastante es- tranho de granulação, com camadas de granu- lação horizontais e verticais, i neira intercalada, cujos ser tre si ângulos de 90 gra m m ainda q que ai alguma É o olo- ida por nossa tecr os SSINA RU! O LOG 1 | LE Preencha a máquina ou em letra de forma e envie este cupom ao Centro para Pesquisas de D) 79.100 Campo Grande (MS). Regidentes em Campo Grande podem entregá-lo na Rua das Garças, 67 (fone 067 382-7246). UFOLOGIA DO ( ) VAL OGIA NACIONAL & | PARA PESQUISAS DE DISCOS VOADORES (C : 01, 02, 03 (marque com um aceitar. Entre adas, que real mente parecgré r prolfemas, como águmas informações totalment : i gicas que são atr ribuídas às tripulações das na- ves. Mas sê por um lado, com o passar do tem- po, tivemos confãfo com materidi inaceitável, por outro tiy vermos acesso à noyas evidências que reforçam a.credibilidade de vários aspec- tos do caso. Estamos também para receber di- retamente da Suíça, para posterior análise, material inédito referente ao mesmo. O verdadeiro pesquisador não deve sim- plesmente “pesar” os prós e contras de um ca- so, e depois dar um parecer abrangente. Deve sim, saber separar a realidade da ficção. No Brasil, por exemplo, tivemos o caso Karran, onde, a partir de uma base real, seus protago- nistas-começaram a fraudar pseudo provas na tentativa de continuarem em evidência. Não podemos, de forma diguma, negar a totalida- de de suas alegadas Experiê ncias, como tam- bém seria totalmente ilógico dar credibilidade a tudo que se relaciona com tal caso, Mi AIS SOBRE o MEIER No propósito de estimular a partici- ão dos leitores de UFOLOGIA nos de- s sobre o Caso Meier, colocamos a spó ição de qu saiquer interessado, 25 a mentação rara relativa o, que poderá ser obtida rfdo-se ao CPDY, ao preço de Cr$ ( à reprodução aliou cheque 7 pm ILIAR-SE AO CPDV istos Voadores (CPDV Caixa Postal 2182, | RNACIONAL, pelo valor NACIONAL, pelo valor Cr$45.0 ei pelo valor.de :es 25. odb; td pelo valor de ce 7.500 dada: a E j E POSTAL NOMINAL AO CENTRO-PARA PESQUISAS DE , para pagamento de minhas. opções indicadas acima. Cr$ 90. ooe; CUPOM DE ASSINATURA tm | | Nome: ' Rs ! ç3 . | Endereço: É | CidadejEstado: 2 ú Fone: Profissão: . UTViL GS UFOLOGIA NACI INTERNA ACIONAL t

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CASO ME O Caso Meier chegou ao nosso conhecimento de forma mais intensa em meados de 1983, através de algumas fotografias de boa qualidade, mas altamente duvidosas em sua autenticidade; pelos princípios que norteiam nossos trabalhos, dentro de uma conduta extremamente rigorosa e disciplinada, não tínhamos àquela época elementos suficien- tes para poder fazer qualquer juízo, e as colocamos em quaren- tena no aguardo de mais infor- mações; enquanto isso, já come- çávamos a fazer alguns levanta- mentos com outros colegas e pes quisar uma literatura que nos desse maiores subsídios. Somente em princípios de 1985 é que começamos a conhe- cer melhor o caso, através dos li- vros “UFOS... CONTACT FROM THE PLEVYADES” vols. 1 e II, e algumas matérias das revistas especializadas. Tudo estava começando a fazer senti- do e pouco a pouco nossa opi- nião começava a tomar corpo. Mas o momento mais importan- te nessa pesquisa ocorreu nos dias 2 e 3 de Julho deste ano, quando tivemos a oportunidade de assistir a um documentário em video-cassete produzido por uma equipe japonesa e apresen- tada no programa “*60 Minutos” da TV Mexicana. No decorrer do 1 CONGRESSO BRASILEIRO DE UFOLOGIA CIENTÍFICA voltamos a assistir o documentá- rio, onde diversos outros pontos de divergência foram levanta- dos. O que agora vamos expor está baseado exclusivamente no que pudemos observar nestes fil- mes, e embora não determinem ainda nossa posição definitiva em reiação-ao-caso,-nos cordu- zern à um parecer muito próximo do que poderíamos chamar de “a fraude do século” 1. Na fala introdutória, o locutor diz que 20 cientistas -americanos investigaram e analisaram o caso, mas apenas uns dois ou três são apresentados o fi me; tampouco se descreve fe das, a não ser uma realizada por computador de uma das fotos; UFOLOGIA NACIONAL & INT tudo? - Os É LER: 2 vale lembrar que foram mais de 800 fotos mas, ao que nos consta, somente umas pou- cas foram analisadas. 2. Se é verdade que pci recebeu tais fragmentos, por q o lhe derara pedaços inteiros, res e de fácil manuscio? P. 18, dis cuias amo mes e sem muitas chances de es- 3. Voltamo: por que, se são mai tos, O program versas vezes as mesmas fotog fias? 4. Ainda com relação ao item anter TO de boa qualidade visual e apre- sentam um refe ial qualquer (árvore, automóvel, t u ro, arbusto, etc.); isto nos parece demasiadamente proposi mes, por sua'vez, estã elas são DOS bastante ruinzinhos, o cados ou dentro de um padr técnico sofrivel. Pelo que sabe- mos, o Sr. Meier sabia com ante- cedência do local e da.hora em que os OVNIs iriam aparecer, e porque não sua técnica de filma, 5. Numa! das computador, o ““t que de acordo com a emissão de uma radiação luminosa detecta- da pelo equipamento, o OVNI havia balançado cerca de 2 me- tros, mas a fotografia bastante nítida mostra um objeto absolu- tamente estático. 6. Na-mesma sequência, o técnico ainda informa de um re- flexo na parte inferior do objeto, da montanha que é a abaixo do mesmq. Porém, a dita mon- tanha está a uns 15 km dó fotó- grafo, enquanto o “OVND* posiciona-se a 900 metros (SIO); ora, dado o ângulo em que foi batida a foto, o reflexo é absolu- tamente impossível, porque o mesmo se projeta NA FRENTE do objeto. Pelo que se sabe, um objeto colocado atrás de outro não pode ser refletido à frente deste. 7. Numa outra foto, ficou também ein o som o OVNI, juntar do vento e atidos dê cão nas proximidades. Pergunia-se ão ERNA uia = Vo qa e a som do na mesma foto registrado? 8. Ainda com relação às fo- todas as que conhecemos atam-se nítidas e bem fo- calizadas, exceto algumas consi- deradas “chaves”: a mulher traterrest re (por que só uma to?), o acoplamento das naves Apolo e Soyuz desde um alegado ponio incomum (dizem existir mais duas fotos, mas nunca fo- tos vous 5 tginco) rolos de filme q quando de sua viagem espacial, “mas quando foi revela-los, 4 fo- “am roubados e apenas um se Ivou; ste, somente UMA TOGRAFIA foi aprovei- tada... Francamente!!! 19. Em uma das sequências, o Sr. Mejer disse que conseguiu ptar o OVNI em seu desloca- ca mento de em seu vôo rápi- do e ascendente. Mas o docu- entá rio não nos mostra isso. 1. Não existe nenhum re- gistro de que os radares suíços te- nham captado alguma coisa, as- sim como o Serviço de Defesa Aérea daquele país também não registrou nenhuma anomalia que estivesse relacionada ao fato. E também não foi colhido o depoi- mento do piloto do Miragem, que, segundo informam, teria aído ao encalço do objeto. Por quê? g 2 12. Num doSetrechos mai importantes, O sirposto OVNI parece realizar ajgumas evolu- ções circulares ao redor de uma árvore, simultâneamente a um movimento pendular; o que nos chama a atenção neste particular é que estes mpvimentos pendula- res são feitos a partir de um hipo- tético eixo central do OVNI, su- gerindo fortemente que se trata de um modelo em pequena esca- Ja suspenso por um fio impercep- “vel. 13. Para fortalecer a suposi- ção anterior, a perspectiva de vôo simplesmente não existe, ou seja, o OVNI mantém o mesmo tamanho tanto quai ndo próximo como qu shdo distan- te dela. Se fosse de fato um OV- da câmar. COE E | um nas dimensões aparentemente estimadas, essa perspectiva seria notável. Mas tal não acontece. 14. Ainda com relação a es- ta segiiência, o “OVNI” passa várias vezes “próximo” à ponta superior da árvote, mas somente numa das passagens é que faz ba- ar gstá camagem. Disso se aproveifameos defensores do ca- so pára apontar a veracidade do Te. Eniretanto, uma observa- ção mais atenta mostra que em outros mômentos, o UFO passa ARAIXO desse.ponto. E a pers- pectiva, como fica? Para nós, o balançar foi causado pelo vento. “15. Em outro flagrante, O OVNI balança-se de um lado pa- ra o outro, esquerda-direita, rít- mico, regular, exatamente como um pêndulo de relógio de parede tipo “cuco” á 16. Ao projeta: com 5 OVNIs, Siotidr alega ser te de uma fraus d na: à quém eo pésE, : e 17. Em outra Peer o OVNI parece desaparecer em um canto do quadró para reaparecer em seguida noutro canto. Mais uma vez O “imparcial” locutor chama nossa atençaô para esse movimento rápido, informando que não pode se tratar de corte. Mas HÁ CORTE SIM, não só por porque há uma forge mudan- çá na luminosidade da película, mas também porquê pode-se perceber, prestando muita aten- ção, um leve desvio no ângulo de filmagem. 18. Não foi mostrado ne- nhum filme com 2 ow mais dis- cos, se é que existe fal filme. Seo Sr. Meier sabia das próximas aparições, porque sito fatos de mar todas“elas? 19. As testemunhas apre- sentadas são poucas, gm relação ao tempo decorrido dese que os OVNIs comegaram à “áparecer. A exclusividade das, fotos e dos filmes parece-n nos bastante estra- nho. * 20. Onde estão as, 3.000 pá- ginas de anotações que o Sr. Meier teria recebido? Por que os originais não foram mostrados no filme ou publicados nos !i- vros? E se o 17

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CONVIDADO . MUTILAÇÕES DE ANIMA Estudos aprofundados no Mistériã das Mutilações Inexplicad Entre as ramificações ou especializações UFClógicas, as que exercem maior fascínio são as que se relacionam com os aspectos mais objetivos do fenômeno, isto é, as que investi- gam os efeitos físicos e fisiológicos derivados da ação dos UFOs/OVNIs. Nesse campo, certa modalidade de ocor- rências tem captado em demasia as atenções dos colegas especializados. Trata-se das enig- máticas mutilações de animais, aparentemen- te associadas às visitações dos UFOs. Faz anos que, em vários países, animais de espécies diversas vêm sendo. encontrados estranhamente mutilados. Galinhas, patos, cabritos, coelhos, gansos, vacas, ovelhas, por- cos, cavalos, cães e gatos, segundo estatísti- cas, são os mais atacados. Em novembro de 1965, um cavalo cha- mado 'Snippy” foi achado inexplicavelmente mutilado em Alamosa, no Estado de Colora- do, EUA. Seu terrível destino ficou perene- mente registrado na memória da UFOlogia mundial, pois, foi relacionado, por vários in- vestigadores, às aparições de UFOs naquela região. Infelizmente, ao contrário do que muitos imaginam, o famoso Caso Snippy não pode ser considerado um acontecimento isolado. Nos EUA mesmo, de 1970 à 1980, pelo menos 8.000 mutilações de gado e cavalos foram re- gistradas somente numa região que abarca 18 Estados, do Tennessee ao Oregon, num total de 1.28 milhões de milhas quadradas, ou mais de um terço do território continental da- quele país. Essa assombrosa incidência aos animais gerou, há poucos anos, nião de autoridades de sete Estados. O encon- tro, organizado pelo Senador Harrison Schmitt, ex-astronauta (Apollo 17) e cientista (Phd em geologia), deixou bem claro que ** eja, de ataques uma reu- está acontecendo uma situação causada pelos UFOs, ou há uma maciça conspiração, rica- mente financiada, em andamento”. Ajsegun- da hipótese deve-se ao fato de que muitos dos incidentes se passam em terras dos índios. Mas, veremos mais adiante que esta não é uma alternativa muito aceita. * Para que se tenha uma idéia da gravidade do problema, o Departamento de Justiça au- torizou o envolvimento da agência do FBI (Bi- rô Federal de Investigações) em Albuquerque, Novo México, na investigação dos crimes, Mas, afinal, o que há de tão sensacional nessas mutilações de animais? Bem... São in- sólitas o suficiente a ponto de, até o presente momento, após tantos anos, nenhuma investi- gação particular ou oficial ter conseguido compreender, e muito menos solucionar, O problema, apesar de“todos os esforços nor- malmente empreendidos nesse sentido. Entre as características comuns à maioria . das ocorrências podemos destacar as seguin- tes: e Nas regiões onde são encontradas as carcaças, houve observações de UFOs; e As mutilações apresentam-se como ex- trações de um ou mais órgãos (à lingua, uma orelha, o focinho, a gauda, ou, mais freguca-.” temente, os órgãos reprodutores) feitas com magnífica precisão cirúrgica. * Os cdrtes parecem ser feitos com alguma espécie de instrumento que secciona tudo que estiver em seu caminho, seja carne ou osso. Os cortes permanecem abert mo tempo em que foram feitos, o mater contrado na direção fosse retirado. O tama- nho das in com o tamanho do animai vitimado. Em pás- saros, por exemplo, tem centimeiro, enquanto que nas cabras pode chegar a três ou mais centimetros. A posição Os, como se ao mes- al en- isões varia, ao que tudo indica, ç Philippe Van Puiten é sa presidente e criador da ã Academia Brasileira de : araciências, estabelegida em “SP. Foi também criador do CONINFA, Comissão Nacional de Investigação de Fenômenos Aéreos. Promotor de eventos "de grande porte, Philippe passa a colaborar com = UFOLOGIA, expondo inéditamente um de seus trabalhos. Seu endereço é: “Caixa Postal 57041, Moéma, “04.093 São Paúlo, SP. Eh, ARX. dh3 p.49)35 Foto; Lomnie Johnson. Cortesia Stigmata/Arquivos CPDV algo em torno de um... as, de Animais Rs E Philigpe Um suíno mutilado Roms vetar em Natrona Co., Wyoming, Estados «Unidos, em abril de 1978. Detalbes tocantes da mas nobra, ejefuada por agentes desconheci: dos. cores também varia mas numa boa por: agem dos casos, foram feitos na altara do no ou sobre a caixa torácica do animal; e Os corpos comumente aparecem total, mente exangues, como se todo o líquido vital tivesse sido drenado com uma aguiha; | «e Além dos cortes e mutilações, outros trâumatismos são encontrados. Hematomas sugerem que houve forte pressão ou pancada, Pelos ou rrancados nas árcas cork tadas, À as tem O pescoço quebrar do. + do; os penas são mas vitima * Nunca é encontra na gota de gue-ao redor da área c mente afetada (19: o *-Os animaizinhos geralmente são mortos rante a noite, mormente no decorrer da ma- drugada. Em quase rodosços casos estudados, até mesmo quando os proprietários adorme- cem be em próximos aos seus animais, nã ão pes ceBem o menor barulho ou alarme enire. os mes centos; Esta peculiaridadesaplica-se também . aos'gansosy aves muito esgertas'e muidosas que ” são inc e utilizadas: pe dhuitos fazendeiras como ““bichos de guarda” as “m raras ocasiõdes,.os proprietários fo- ram acordados por um alo guincho, ou por sons semelhantes ao bater de asas de um pás- - saro gigantesco É oportuno lembrar que al- guns casos havidos em Porto Rico, em mea- dos de 1975, fazem referências à observação + de “um estranho animal" fugindo logo em se- guida ao ataque: “'era como uma massa de lã correndo”; . . ” : e ; 4185 UFOLOGIA N AL & INTERNACIONAL e s a "

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Às mutilações correspondem a um componente incomum do Fenômeno UFO. Aqui um animal é mutilado nos Estados Uni- dos, em abril de 1980. º Numerosas ocorrências sugerem que parece haver uma espécie de seletividade na es- colha das vitimas. Muitas vezes apenas uma espécie, entre outras tantas igualmente dispo- níveis, é atingida, * A grande maioria dos casos está relacio- nada a animais domésticos mantidos em cati- veiro, seja na zona rural ou na suburbana; e Abutres, coiotes e outros predadores, recusam-se a comer os restos dos animais mu- tilados e deles se afastam. Os locais onde são encontrados os corpos são instintivamente evitados por outros animais durante um certo período de tempo. e Jamais foram encontradas pegadas, marcas de pneus, ou qualquer outro vestígio indicador da proveniência e natureza dos au- tores dos crimes nos arredores das carcaças. Voltando aos Estados Unidos, devemos nos recordar das investigações levadas a cabo pelo. Dr.Henry.Monteith, engenheiro e físico dos Laboratórios Sandia, a respeito das men- cionadas perdas sofridas pelos índios. Ele conta que os índios, muito apavorados com a situa- ção, dizem que naves espaciais descem e soltam - “gente das estrelas” que perseguem seus ani- mais e os levam para o interior de seus veículos. Os índios não gostam de comentar a respeito. Normaimente enterram as carcaças de seus ani- mais e se mantém afastados de quais- quer discussões sobre o assunto. Eu gente das estrelas sabe o que está fazendo e merece a nossa confiança,” dizem el O próprio Dr. Monteith confessa-se con- UFOLOGIA NACIONAL & INTE 3 as vencido de que os alienígenas são os responsá- veis pelos ataques. Acredita que estão usando os nossos animais como parte de seus estudos sobre a vida na Terra. . E - Na realidade, muitos cientistas, paracien- tistas e investigadores aúiônomos concordam com a hipótese de que os UFOs retratâm'a ica explicação plausível para os casos. Todas as investigações oficiais produzi- das mantiveram suas cor ncfusões, reservadas. sob ilo. Fato é é que ninguém, até agora, teve Foto Clear Intent/Arquivos CPDv usas das de sabemos, mente uma s mortes e os Os, apesar de que existem esparsos aconte-. mentos em que animais foram vistos sendo” rdas procedentes de” “De qualquer modo, é preei- so que sejas enfatizado que os dois fenômenos ocorrem com reiativa simuitaneidade e e prat i- camente na mesma ordem cronológica em de- terminadas zonas geográ Supondo que os UFOs sejam mesmo os responsáveis por tantos milhares de mutila- ções, neste tempo, devemos nes perguntar: Qual será a finalidade? O que será que deseja essa “gente das estgelas*? Será que devemos confiar cegamente nessa “gente” , comeifa- zem os índios norte-americanos? Haverá, eventualmente, alguma relação entre a captu- ra de animais com os raptos e desaparecimen- tos dos nossos semelhantes? Vamos refletir com calma e imparci mente. Nossas conclusões podem ser fhuito im- portantes, para não dizer, vitais, Atenção: Se vôcê posaui alguma propriedade rural e se tem Observêdo lá à algo semelhante ao narrado neBte artigo, escreva-nos relatan- do. Se possivel agjunte fotos e desenhos à descrição. Rêmêta as.iBformações para: CPDV, Caixa Postal 2782, 79.100 Campo Grande (MS). as. Cortesia sighaiá nº 16/82, página 12. + MUT TILAÇÕES DE ANIMAIS NA AMÉRICA a ATE, EM 1981 O mapa acima mostra a extensão do problema das mutilações enigmêticas de animais de vários portes e raças. Cada circulo representa uma região de grande incidência de mutilações, detectadas pelo PROJETO STIGMA, dedicado a investi- gação exclusiva deste tipo de ocorrência. O Projeto é criação de Tom Adams, co- nhecido UFÓlogo norte-americano. Exemplares de sua publicação STIGMAT) ou informações sobre o Projeto, podem ser solicitadas pelo endereço: P. O. Box 1094, Paris, TX 75460 USA. RNACIONAL 4/85 19

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Foto Arquivos CEPU Em 1974,0 Ministro da Aeronáutica Francesa veio-a público, atravês de uma emissora de televisão, e tornou oficial o assunto UFO junto ao povo da França. Nesta época, este Ministro liberou uma série de fotos de OVNIs sobre território francês, que. foram pesquisadas por membros do governo daquele pais. “o elas está esta “o Em março de 1967, um É a E membro de uma equipe de estu- E dos metereológicos conseguiu es- ta foto da janela do edifício onde trabalhava, no Colorado, Esta- dos Unidos. O fotógrafo, que, «preferiu manter seu nome no anonimato, afirmou que o UFÔ voava no sentido horizontal e relativamen- te perto dele, que rapidamente apanhou sua máquina fotográfi- ca e bateu a foto. Nada temos era nossos arqui- vos registrado sobre à autentici- dade ou não desta foto, mas é curiosa a semelhança entre esta e | a foto de OVNI obtida anos an- tes por Daniel Fry. + Possívei eva fotografado por um estudante de metereclogia, nircutirado, Estados Unidos, em 1957. Semethanças,com o “o de, ,Banio! Pay.

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Foto Arquivos CEPU Claudeir Covo Em 12 de março de 1967, pela tarde, um aluno da. Univer- sidade do Novo México; Estados Unidos, cujo nome ainda se en- contra anônimo, se dirigiu ao de- serto, com sua bicicleta, a fim de sacar algumas fotos da região. O jovem foi pelo caminho que leva a Deming e, após con- tornar O aeroporto, prosseguiu mais uns três quilômetros, sem- pre procurando uma paisagem * interessante;-com colinas, ro- Aga mia. eai emma! ruim chas, picos, etc.. Ao chegar no lado oeste do local, conhecido A Estranha forma esfésica sobre Picacho Peak, New fícxico, . Estados Unidos, flagrada por um estudante universitário, em 1967. como Picacho Peak, observou uma forma rochosa sedimeniá- ria e, ao enfocar o local no visor “de sua câmara, apareceu um UFO prateado e redondo, que permaneceu imóvel sobre o mor- ro. Rápidamente, o jovem ti- rou a foto e ao avançar o filme para uma segunda chapa, o UFO" desaparecera. O jovem declarou que o UFO ficou visivel por so- mente uns três segundos, sem sa- ber como surgiu ou desapareceu, sem emitir ruídos, sons ou luzes quaisquer. Claudeir Covo é engenheiro eletrônico, especialista em ótica e em análises de fotos de OVNis. Conferencista conhecido nacio- nalmente, com inúmeros artigos publicados em revistas brasi- leiras, Claudeir é diretor do CEPU, Centro de Estudos e Pesqui- sas UFOlógicas, acumulando também a função de presidente da Associação Nacional dos UFÓlogos do Brasil (ANUB). Já realizou centenas de análises em fotos de OVNIs e é detentor Cdo'maior arquivo brasileiro desse tipo de fotos. Seu endereço é: Caixa Postal 42.708, Ipiranga, 01.000 São Paulo, SP CHEGOU (E NÓS TEMOS) O QUE VOCÊ ESPERAVA: mesa e coiad

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Arquivos CPDV Tiago Maçhado é um rapaz de pele more- na;rnagro;-aproximadamente 1.70-m de altu- ra, cabelo escuro, olhos castanhos e uma pe- quena cicatriz no lado esquerdo da face. De gestos finos e muito amável, tivemos vários encontros em São Paulo por volta de 1981, onde tive a oportunidade de conhecê-lo mais intimafnente. A meu pedido, voltou a re- latar a estranha experiência do qual foi prota- gonista em 1969, em Pirassununga-SP. O RELATO — “Eu acordei às (6/2/69), escutando minha mãe Maria «contar excitadamente a aterrissagem de um estranho objeto voador a uns 800 metros de nossa casa. Sai imediatamente e vi uma grande quantidade de pessoas observando um ““para- quedas”. Porém, eu não pude ver o paraque- dista, porque não havia nenhum. O que pude observar, foi um objeto prateado que estava pousado perto dos prédios de Zootecnia. Fi- quei olhando por alguns instantes e logo en- ei em casa para buscar o binóculo na tentati- vá de captar melhores detalhes. Aquilo era um Disco Voador e todas as pessoas estavam co- mentando o fato. Sem perder tempo, decidi ir ao local para olhar o tal disco de perto. Ao chegar ao lugar, me encontrei a uma distância de uns 100 me- tros de um objeto de metai prateado, parecen- do alumínio polido. Tinha uns 4 metros“de diâmetro, uma pequena cúpula e estava pou- sado sob um tripé. Novamente peguei o binóculo para ob- servar melhor, então vi uma porta sob a cúpu- la. Por essa porta, que se encontrava aberia, saíram dois homens flutuando até o chão. Ca- minharam na minha direção e se detiveram a poúços passos de mim. Nesse momento pude ver outros dois homens no disco, que observa- vam o que se passava. Os homens deviam ter 1.50m de altura, aproximadamente. Dirigiram-se a mim falando num estra- nho idioma, que não pude compreender (Aqui, Tiago faz uma imitação da linguagem das criaturas). Foi então que lies, perguhtei 22 30 hs da manhã, ARX.AU3 po dj 35" UFO CLÁSSICO quem eram e de onde vinham. Eles. começa- ram a fazer gestos com os braços e apontaram para o céu. Sobressaitado e nervoso, comecei a retroceder os passos. Tirei meu maço de ci- garros do bolso e me pus a fumar nervosamen- te. Eles me olharam como que pensando que era muito divertido e começaram a rir. Peguei o maço e o atirei a eles. Um dos homens, sem desviar os olhos de mim, apanhou-o, inclinando-se com alguma dificuldade. Quan- do sua mão chegou a uns 10 cm do maço, este elevou-se sozinho e aderiu a ela. Em seguida o “homenzinho” encostou a mão cont o maço ao próprio corpo e, como num passe de mági-, ca, o mesmo desapareceu. Foi muito estra-”,. e nho, pois não pude ver como o maço desapa- receu. INTERROGANDO TIAGO LAUDA: Como estavam vestidos os tripulan- tes? 2 TIAGO: Com uma espécie de macacã ço, de cor prateada: LAUDA: Esses maca ham alguma es- pécie de botões, bolsos, a as? TIAGO: Não. Apenas uma fila de botões pra- teados desde a ponta dos pés até os joelhos. LAUDA: Seus rostos, como eram? o inteiri- abertur AGO MACHADO Humanóides Descem e se Comunicam em en . “TIAGO + CASO “REVISADO Pirassunuriga * - Jaime Laugá Veiga TIAGO: 4 pele era amarelada. Possuíam. olhos oblíguos, porém não pude ver de que cor eram; o nariz era achatado,e os lábios qua- se inexistentes. . LAUDA: Cabelos. Pôde vê-tos? TIAGO: A cabeça estavá coberta por um ca- pacete que possuía duas antenas na parte su- | perior. Pude ver os rostos atravês de uma es- pé de visor que possuiam na parte frontal. L AUD) : Quando sorriram, pôde ver os den- | TIAGO: Sim! Me chamaram muito a aten- ção, pois eram como os nossos; porém escuros e sem brilho. “ LAUDA: Sobre o rosto. Trace mais alguns | detalhes. s tinham uma espécie de cicatriz sobre as bochechas e um dos olhos era mais erguido que o outro. Eram feios, muito feios! Tinham um tubo, ou algo parecido, que saia do queixo. A voz provinha dali, quando fala- | vam aquela língua esquisita! LAUDA: As mãos e os pês, eram iguais aos | nossos? . | TIAGO: As mãos eram diferentes das nossas, | porque as palmas eram muitô mais compridas | eo polegar estava localizado um pouco mais enômenos:Agro-: is (CEFAE). Seu xa Postal 6324, 80:000.Curitiba, PE. | | | acima do nqrmal. Os pés eram normais. | | | | | | | | | |

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Dezoito e quarenta e quatro, domingo, 18 de agosto, 1985. A luz elétrica diminui, aumenta, diminui novamente, aumenta. Quando aumentava, a voltagem era bem su- perior à normal. Mas, ao diminuir, diminuía bastante, até o momento de apagar-se total- mente. Para mim, e para qualquer UFÓlogo atento, isto significava quê. mais uma vez, em algum lugar, próximo qu'distante, estava pairando um OVNI acima de uma usina de força, estação, sub-estação elétrica ou trans- formador, abastecendo-se 'ou mesmo des- prendendo energia de seu campo eletromag- nético e causando ““blecaute””, como sempre aconteceu no passado. Sem contar o grande “blecaute”” de New York em 9 de novembro de 1965, que deixou 30 milhões de pessoas em vários estados ame- ricanos e no Canadá completamente às-gscu- ras durante muitas horas, sem falar em ou- tros importantes “blecautes”” no exterior, podemos acrescentar outros tantos ocorridos no Brasil nos anos 70. A presença dos OVNIs esteve registrada em todos. No de New York, houve uma foto, publicada pela revista Ti- ME. Nahora do “blecaute"” um piloto anun- ciou estar vendo um objeto aéreo desconhe- cido, esférico, metálico, brilhante, voando nas imediações da grande usina elétrica do nordeste americano próximo às Cascatas do Niágara. Como moro no Rio de Janeiro, fui ime- diatamente à varanda de meu apartamento, de onde descortino uma vasta extensão de céu. Em baixo, em frente, vejo a Pedra 24. . Gávea. De lado, o Corcovado com a cordi- lheira do Sumaré. Do lado eposto, um pe- queno morro e um edifício quase em frente. Neste momento no céu, a sudeste, apareceu uma luz densa, cor laranja, circular, contor- no nítido com o centro de uma tonalidade mais escura, pulsante, que aumentava e dimi- nuia de tamanho e que, a um certo momento, durante a sua larga trajetória semi-circular em direção nordeste, desapareceu no céu azul, reaparecendo a pequena distância logo em seguida. Duração: mais eu menos 30 se- gundos. Ao meu lado estava a empregada Regina P. Nunes, 27 anos, boa visão, atenta. Ela apontou uma luz que apareceu pouco acima do perfil da cordilheira do Sumaré. Observei uma luz branca, bem maior do que qualquer estrela, mas Regina via-a emitir lu- zes verdes e vermelhas. Esta luz se deslocou, sempre perfilando a cordilheira, voando em direção ao Corcovado. A meio caminho pa- rou, voltando para O ponto inicial, aonde pa- rou novamente. Seu brilho diminuiu de in- tensidade. No céu, a uns 15” acima e à direi- ta, acerideu-se um imenso “flash” como de fo- go de algifício ou de câmara fotográfica, in- tenso. Após insfantes, repetiu-se o flash, e depais, mais uma vez, em questão de segun- dos. Fim do espetáculo. Recolhi testemunhos de várias pessoas daqui do Rio, de outras tes do País, descrevendo fenômenos iguais ou parecidos, e também diferentes, todos ocorridos durante o “'bleca qui no Rio, muitos viram os flashes, uns iluminando o céu, em outros bairros, e o objero cor la- nara para gIONAL & ARx Ip d3j3s Irene Granchi ranja foi tomado por um balão, esquecendo- se que um balão não possui este tipo de vôo irregular, não pulsa, e não tem o mesmo as- pecto. Naquela noite, em Ipauçu (SP) foi ob- | servada uma nuvem- emitindo raios de luz. Em Campos do Jordão, uma estranha luz | iluminou a cidade; em Teresópolis, holofotes com o “diâmetro de um fusca” iluminaram | um bairro de marteira ofuscante, vindos do | céu. Soube que Discos Voadores foram avis- tados nas mediações da Usina de Marimbon- do, e da Subestação de Araraquara. As informações estão chegando aos poucos e acredito que durante muitos meses receberemos ainda notícias de OVNIs avista-| a | dos em 18 de agosto. No exterior, neste mes-| mo período, houve avistamentos importan- tes: no Chile, sábado, na Kália domingo de manhã, na Argentina à mesma hora do nosso “blecaute” Nesie ponto vale a pena determo-nos para melhor avaliar a amplitude da onda de OVNIs que, poder-se-ia! dizer, iniciou-se “oficialmente” em Antofagasta, no Chile, em 8 de junho quando, de manhã, foi obser- vado um objeio emitindo forte luz amarela- da, oscilando em sentido vertical. Foram afe- tadas transmissões de rádios, relógios e par, te da região ficou sem energia durante vários minutos. 4 Companhia Telefônica do Chile confirmou a queda de voltagem no mesma período. Até os telefones foram afetados No biecaute geral em vários estados, que ti- vemos em 1984, também no dia 18, mas di Irene Granchi é conferencista e pioneir na pesquisa UFOlógica nacional e interna cional, sendo colaboradora de dezenas d grupos e publicações em todo o mundo. É presidente do Centro de Investigação So- bre a Natureza dos Extraterrestres (CISNE), do Rio, e atua como coordenado- ra internacional de UFOLOGIA e represen- tante do CPDYV no Rio dé Janeiro (RJ)

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telefones de uma cidade p: áfetados, assim como o sistema elétrico e os faróis de um carro que viajava no interior paulista. Três dias depois do evento do Chile, em 1 de junho, a agência oficial da China infor- mava que um avião de passageiros, na rota Pequim-Paris, esteve acompanhado e prece- dido por um enorme OVNI. Era azul e bran- co, dividido em três níveis, e tinha um ponto ante ao centro, segundo os tripulantes do avião. Em 29 de julho foi a vez da África. Ao sul do Zimbabwe, no Matabeleland e em Bu- lawayo, um OVNI foi avistado por dúzias de pessoas, segundo o Comandante da Força Aérea do Zimbabwe, que garante não ter's do observado nenhum objeto ável, mesmo que registrado pelo radar do a olio nu. Foram envi OVNI, dois caças, às 17:45 e, de acordo com outro militar, o Comodoro Dave Thorne, do Quartel Geral da Força Atrea do Zimbabwe, eles não conseguiram alcançar o OVNI, que de uma altitude de 2.300 subiu vertiginosa- 23.000 metros, calculando-se que sua velocidade em menos de um minuto, ul- trapassou os 2.300 km horários, no momento central de sua ascensão, ou seja, duas vezes a velocidade do som naquela altura. Depois da volta dos caças, o OVNI ain- da se mostrou sobre a Base de Thornhill, avistado pelo pessoal do aeroporto. Observa- dores tecnicamente treinados do aeroporto de Bulawayo descreveram um objeto arre- dondado encimado por um pequeno cone. Sem ruído, seu diâmetro era menor de que um Boeing 707; brilhava fortemente ao sol do cair da tarde. No mesmo dia, de manhã cedo, aqui no Rio de Janeiro, do aterro do Flamengo, o Prof. Saivatore de Salvo v elatar-me ter cbservado um objeto metálico no céu, muito brilhante. Ja no dia 6 de agosto, u voando a baixa altura nas proximidades de Tel-Aviv, acerca de 200 metros de altitude, e chegou a ser descrito por um piloto como tendo aspecto quase fluídico e uma luminosi- dade não natural. Na noite seguinte, dia 7, os canhões anti-aéreos atiravam contra um OV- NI que sobrevoava Teerã (Iran). Foi visto voando a baixa altura, brilhando, vermelho, se deslocando vagarosamente. Acontece que, mais uma vez, tentaram então os humanos enfrentar o desconhecido de maneira agressi- va! E se tivessem atingido o alvo, teria havi- do um revide? No sábado, 17 de agosto, três astrôno- mos chilenos do Observatório de Cerro Ca- lanna observaram e fotografaram um UFO vindo do noroeste, indo para leste, e o des- creveram como tendo formato de prato in- vertido, ou uma panela, com a característica de uma linha vertical cruzando-o. Enquanto isto, em Santiago, milhares de pessoas obser- varam 2 objetos a 7000 metros de altura. Ao entardecer, os UFOs desapareceram em dire- ção à Argentina. Os jornais brasileiros noti- ident eobserv Ds ão en mente a UFOLOGIA NACIONA m OVNI estava + " ia Irene G: iprensa, 21/08/85/Corte: ram amplamente o in uiu, ou seja, a respeito dos 4 uma Gorila 4 de carros a 59 estavam voltando de em Santiago del Estero, pelas Aerolincas gentinas. Era o dia 18 de agosto. Junto à ir pulação, os repórteres avistaram doi ados. Seria interessante que foram fotog descobrirmos a hora exata em que reu, para vermos se coin do nosso blecaute. Sabemos que foi às 17 o- ras e novamente às 19 horas, mas não é o su- ficiente. considero impcrtante ex- para Q leitor esta enumera- d idos mun- A esta a plicar porque ção cronológica dc > tos OCOT te leitor, seja ele de gum dialmente: onde for espero q tenha tido a ia de rontaio mais treem no Bra avistamer OU Exp próximo com OVNIs neste periodo, en contato cor lhes no fimdoa ARX.AN3 P-dhjas ic de energia é bem tão paradas. e o consu: menor. . +» Osavi stamentos de UFOs não pararam no domingo, 18 dia “2, em Botucati (SP) O rateado, as 21 horas. Dois dias depois a cidade inteira de Itapeti- ninga, (Sb: apreciou um disco voador. No bairro de'Itaini, na capital” Houve uma longa estadia de um OVNI. Na véspera, dia 22, ou- tro OVNI foi filmado no Paraná, próximo à Foz do iguaçu, e outro foi visto em Cascavel. No dia segui te um objeto luminoso foi ob- servado na sta e em Sorocaba. Uma das descrições (e a obseryação foi de lu- neta), comparava-o a um guarda-chuva com ; oso... Outra descrição, do re de Controle do aeroporto e Santas, dizia que era uma bola muito bri- lhant to de triângulo isósceies, 4 no d ie de cauda em forma- . sobreiuma base de e, com uma espé aspecto leitosa. . - Foi também de Santos que nos veio a resposta mais brilhante, mais baighante que a Fotografia do OVNI observado no Chite: por astrónômos profissionais. Segunda testei nhas, o objeto teria aparecido em rastreando e verificando sua sincronicidade. isto é o estudo da UFO» logia. Como e, a horq exata do avista- mento argentino, estabeleceria mais um dado para entendermos melhor os motivos do ble- caute geral que tivemos, e que foi atribuído oficialmente a uma sobrecarga de energia, causando uma queda en: cascata da mesma. Onze anos atrás, em setembro de 1974,'a Light apresentou uma justificativa parecida, porém não suficiente, para explicar um blecaute, durante o qual foram observá- dos fenômenos inusitados. Os Jornais da época citam outra pane ocorrida em Recife quando houve, simultaneamente, muitos avistamentos de discos voadores. Mas, qual exatamente a causa desta “sobrecarga”? da qual temos notícia agora? Por acaso, todas as donas de casa do Brasil ligaram todos os seus eletrodomésticos num mesmo horário? No domingo, e era domingo, as indústrias es- giobal desta onda, L & INTERNACIONAL 4/85 sos lugares, simultaneamente. luz do própriosdiscs, dada pelo Comandante Waldir da Costa Freitas, do navio oceano- gráfico PROF. BESNARD quando disse, em réplica adeclaração ofi at da Força Aé- rea lá sediadã, que.8 cátalogo tomo Y balão meteorológico “sá lançamos váBios balões do Besnard e posso afirmar que tis objeto era totalmente, Giferente.. Os balõés tem em baixo um Pagos transmissor, dite seria visível do nosso ponto de Ghservação. Além disso, a tendência do balão é de subir, .Siquanto este objeto se dêslocava horizontalmente”. Ele acrescentou que este objeto tinha uma cau- a, era basicantente prateado; adquirindo tons de vermelho, e viaj javã, de oeste a leste em sentido contrário ags ve: atos prevalecen- ies. : Não podemos avaliar Quantos outros avistamentos, talvêz'aterrisságens ou conta- tos físicos, tivemos ou estamos terfdo neste período pelo.grande Brasil afora, mas pode- o 25

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mos acrescentar que no domingo, dia 25 de A atual parece-me a m agosto, foram novamente apreciadas luzes co o no Vale Paraiso em Teresópolis (RJ): uma luz maior de que a Lua, que se tornando-se vermelha à vista de várias teste- munhas. E no dia seguinte, 26, do calçadão da Avenida Atlântica, próximo do Hotel Co- pacabana Palace, no Rio de Janeiro, olhan- º mar, um objeto metálico triangu- o ndo o céu pelos numerosos tas da segunda-feira e por um grupo de PMs ali estacionados, assim como pelo Sr. | um, mas não no consenso comum. 1.0 arquéti- Afonso Soares. Todos apontavam paraoob- po, o mandala escondido, será a lembrança jeto no céu, mas uns o achavam triangular. de vivências passadas, estaremos revivendo Outros o julgaram com rmato diferente. um sonho, ou um pesadelo dos nossos lon- E amanhã, o que será? No fim destaon- ginquos antepassados? Vamos aguardar os da, esperaremos anos para aparecer outra, acontecimentos. As respostas, estas talvez como no passado, ou teremos outra, maior? não apareçam tão cedo. AVISTAMENTOS UFOLÓGICOS QUE COMPÕE A GRANDE ONDA DE 1.985 A NACIONAL & It NACIONAL disa realizada por Irene Granchi. para UF . . JUNHO DESCRIÇÃO 22! Carlos Páz, com membros de seu grupo, observam OVNI em Ba Janeiro. 23! Chica Granchi, e as Gerais, observa OVNI bri horizonte (18:00) no “ Dr? M. Accioli, com alunos, observa OVNI de sua neiro (15:00). 24) Ipauçu, São Paulo, é palco da manifestação de duas s esferas amarelas que cruzam rapidamente o céu JULHO 04 |-Cas: 04 te se destoca em d , Rio de Janeiro (17:55 hs). tálico, visto por inúm testemunhas em Copacabar np ea cond ee ie Pere een de ci reamento ca Granos On ne, UFClógics Ge:1.9 ONNIGAT Caixa Postel. dep: j Campo Grandt (ViS) (087) 382 7246. O. Boo E LL Et O FUN bros nel quaigu dade UFOlégic: o pouco exerce a realida- ce, o Fundo para Pesquisas UFOlógicas do CPDV é reramente uma conta bancária, onde estão sendo acumulados todos e| quaisquer recursos fina sendo ofi ração e incefitivo.a quisa e investiga Originalm para Pesqt ão UFOló tê, a idéia da criação do Fundo UFOlógicas provém de inicia- neeiros que estejam | dos ao CPDV, a titulo de colabo- | atividades de pes-| ica. | tivas norte-americanas para permitir que pesquisadores de pouca: dedicar-se exclusiva s posses possam nte ao Fenômeno UFO. No Brasil, certamente, as dificuldades ca exclusiva da pes maiores E mais con uriDEitEs, o que: a sera! eia meno UFO, e do” EIA de enfoque UFO! égico tiva à grande maioria dog UFÓ- > ento das dificuldades UFÓlogos em ente ao Fenô- cimento das áreas) mais deficitárias de, uma investigação profunda e pormenoriza- da, o Centro para Pesquisas de Discos Voaj dores (CPDV) adotou a 'déia ame pretende & teoTerritó to nível. Se endo o CPDV ana € intensamen; nai com pesquisas de al; o maior grupo UFO: lógico co país, com a mais dem montada es; ã o em o A s6% ratoriais e clínicas, an processamento comput E O quê a car sas de investigações di c de investigac , análise lado álises fotográficas, adorizado de dados, de relatórios, financiamento de a à pesg nando re onhe- rpra- ac Za. Ês ra issó, convocamos toda a sociedade brasileirá. Coniribuições podém FUNDO PARA PESQUI ser remetidas ab SAS UFOLÓGICAS CENTRO PARA PESQUISAS DE DISCOS VOADORES (CPDV), 79.100'Campo Grande Daixa Postal 2182, (MS). Use cheque nominal cruzado ou vale postal no valor que desejar. Qualquer cont ribuição será regis- trada, agradecida e será de gçande valia LOGIA NACIONAL & INTE RNACIO!

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“ESPÉCIAL RECADO Re Nova República Verá o Como a Com base em documentos de diversas procedências, o CNPq - CONSELHO NA- CIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO do Minis- tério da Ciência e Tecnologia (MCT), apresen- tou, em 1.984, o que seria sua terceira versão da “CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS DO CO- NHECIMENTO”. E primeira delas foi publicada em 1976, e a segunda em 1978, no ero “01” do CADERNO DE INFOR- ÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. A versão ora adotada teria sido resultado do esforço conjunto da Coordenação do Aper- feiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES, do próprio CNPq - CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO, da FU DAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (FA- PERGS), da FINEP - FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS, da Secretaria de Tecnologia Industrial do Ministério da Indús- tria e Comércio (STI/MIC), da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação e da Secretaria de Indústria e Comércio, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo. Etapas preliminares foram submetidas sucessivamen- te à análise técnica de todos os citados órgãos, dos membros dos Comitês Assessores do CNPq, sociedades científicas e especialistas nacionais e estrangeiros, envolvendo a colabo- ração de mais de 500 pessoas no total, segun- do a apresentação do documento, editado sob os auspícios da Secretaria de Planejamento da Presidência da República (24 páginas). O documento é lúcido no sentido em que reconhece tacitamente que qualquer tenta- tiva de “segmentar a natureza e a vida” em a série de áreas e sub-áreas de conhecimen- to fatalmente incorreria em imperfeições, e alerta que a finalidade é de ordem prática, pa- ra que se disponha de uma sistemática comum de classificação convencionada, tendo em ta facilitar as atividades de fomento e coorde, nação para o desenvolvimento cultural, cienti- fico e tecnológico. E agradece comentários, críticas e sugestões que contribuam para O aperfeiçoamento da proposta. Embora os, grupos “paracientíficos””, ou “neocientífiços” brasileiros não integrem ofi- cialmente o chamado SNDCT -SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO, acredita- mos que muito valeria a idéia de se propor al- gumas “aberturas” na classificação em ques- Luiz Gonzaga Scorte tão. De modo particular, a ausên RAPSICOLOGIA, da UFOLOGIA, da PSICOTRÔNICA é e ca aa SICA, entre as o Áreas”, as “Áreas” “Subáreas” e “Especiaii lo aenga , é entri nos surpreendente, d desenvolvim ural e a depend nômica do Brasil err tro também impõem pensados para estreitar nossa capaci perceber o que pode ou não ser sig ativo entre o que está gente no processo de evo-, lução do conhecimento humano. No número três de UFOLOGIA NACIONAL & INTER- NACIONAL, na página 10 (“DOCUMEN- TO”), publicamos fotos de OVNIs de autoria da FORÇA AÉREA BRASILEIRA (FAB), com carimbo lançado ao verso das fotos: “CONFIDENCIAL”. Sem dúvita essas pe- quenas revelações são cogho &ue pontas de im monumental “iceberg'.“de fatos conhecidos de certos setores da intel nológica e a totalidade das agências que inte- gram o SNDCT, como as próprias universi des, por exemplo, por vários motivos, absolu- tamente não tomam conhecimento. O mesmo ocorre a nível dos fenômenos paranormais, comia sabemos, também presentes a nível da fenomenologia OVNI. Há fatos notáveis em grande quantigade, fatos de quali dade aates- tarem a imporlânii cia que tal universo de inda- gações deveria ter junto âspes nal, vem ocorrendo nas mai desenvolvidas cult is e no mundo socialista. Tais nações, onde a ciência está lon- ge de ser a reprodução monótona de experi- mentos realizados por s nações, há mui- to partiram decisivas para denvestigação siste- mática dos fenômenos parapsicológicos e uío- lógicos, sem preconceitos, êmbora ainda cir- cunscritos aos paradigm as epistemológicos disponíveis, quandd a-sítuação, sabemos to- dos, está a impor reformulações profundas a nível inclusive do próprio'método científico e das verdades estruturais que alicerçam as ditas verdades científicas, por sinal bastante vaci- lantes hoje em dia. Assim se mostra especial- mente estranho o fato de não enconirarmos absolutamente qualquer referência à UFOlo- gia, por exemplo, que talvez devesse chamar- se “XENOMECANOLOGIA”, ou o egiudo científico de máquinas - num sentido amplo, cibernético - de origem alienigena, isto é, de como ras ocide “(5) Ciênci ncia nacional, dos” quais os organismos de política científica e tec- ' ou natureza desconhecida do quizado, em quatro nívei is de abran; específico: 1º nível = mais geral ao mais Grande Área; 2º nível = Área; 3º nível = Sub- área; e 4º nível = Especialidade. O docu- mento sugere 8 grandes áreas, 76 Areas e 340 subáreas. O 4º nivel ainda está em estudo (Es- código para trato computa- ebido também, para atender cional foi conc evidentemente aps avanços da moderna infor- : mática a nível cief tfico e e tecnológico: são sete dígitos e unfdigito de controle, resultando na seguinte, configuração: 0.00.00.00 - 0, caben- do ao primeiro dígito o anúncio da Grande Área, os dois seguintes anunciam 8 área, e as- sim por, diante. As Grandes áreas são: (1) Ciências Exatds e da Terra; (2) Ciências Bioló- gicas; (3) Engenharias; (4) Ciências d da Saúde; as Agrárias; (6) Ciências Sociais Aplicadas; (7) Ciências Hu nanas; € (8) L guistica, Letras e Artes. Consultando a Ciassi- ficação a nível de suas áseas e Subáreas, en- tretanto, verificamos quênão há espaço con- ceitual onde o estudo científico dos fenôme- nos de natureza UFOlógica, por exemplo, pu- desse se localizar, inchisive pelo fato de se ca- racterizar como eventh de alta complexidade, exigindo abordagens que transcendem mesmo a perspectiva comum da interdisciplinaridade acadêmica. º o Dessa ria conveni Área para a ciências emerg ent sol? Teriamos n ineira, caberia indagar, não se- nte destinar uma “nona” Grande igar, em sete, + todas essas reas é * es, em vias do seu lugar ao : 9.01 = Parapsicologia; 9.02 = Psicotrô 03 = Radiôn 9.04 = Psicobiofísica; 9.05 = Astrobiologia; 9.06 = UFOlogia; e 9.07 = Vimaanosofia, sem prejuizo de estudos acurados visando alterna- tivas de classificação mais elaboradas e desen- volvidas. Ão Pg fica a sugestão, na esperança de quea NOVA REPÚBLICA, zelosa de suas posições em relação à liberdade de pensamen- toe deinformação demonstre em relação a es- ses assuntos a mesma determinação que tem emprestado a outros setores e preocupações da vida nacionai, para que, no futuro, não te- nhamos que depender de outras nações mais ainda do que já dependemos, principalmente num setor onde o Pais é pródigo como ne- nhum outro do planeta Terra: ocorrências de OVNIs e Paranormais de primeira linha. Assine a Revista Escreva para a Caixa Postal 34, um vale postal UFOLOGIA NACIONAL CONHEÇA EM DETALHES O MATO GROSSO DO SUL, SUA xecutivo Plus, a revista de 79.100 - Campo Grande (MS), e solici no valor de Cr$ 72.000 e e Mato Grosso do Sul & INTERNACIONAL 4/85 voltada para Os interesses de seu povo. te sua assinatura ainda hoje. Se Preferir, envie passe a receber imediatamente a Revis GENTE E SUAS BELEZAS. ta Executivo Plus. 27

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HISTÓRIA o VOADORES Continuamos com a “Galeria dos Anos 40”, a qual já é rica em detalhes insólitos, e que contém interessantes ocorrências dignas de serem recordadas pelos interessados mais idosos e conhecidas pelos mais jovens. Caso 11 DATA: 1947 -quinta-feir: HORA: 18:00-19:00 LOCAL: BONSUCESSO, Rio de Janeiro, a maior A Sr? Francisca Vasconcelos Rêgo, resi- dente na Rua Cajuipe, s/n, em Bonsucesso (naquela época) viu na quinta-feira maior do ano de 1947, durante o período de 18 às 19 ho- ras, O seguinte: “Estava sentada, dez minutos depois do jantar, com uma criança 20 colo e mais três (de 7, 9e 11 anos) a meu lado, quando perce- bemos uma nuvem escura baixando em dire- ção da casa, como se fosse “despejar” sobre nós. As crianças se assustaram. A nuvem trê- mula parou a uma distância de quinze metros de nossas vistas. Serenou, parando de tremer. Dela subiu o aparelho, mevendo o triângulo que envolvia a esfera, a qual era fixa no mes- mo por dois pontos. A claridade da esfera per- mitiu observar duas pessoas em pé, de costas uma para a outra. Eram de feições claras, ca- belos compridos até a altura dos ombros. O triângulo moveu-se de um lado para outro. Passados cinco minutos o aparelho subiu, gi- rango somente o triângulo. Durante a perma- nência do aparelho havia sobre ele a nuvem, e depois que ele desapareceu ficou uma peque- na nuvem cinzenta-clara. A cor do aparelho era alaranjada, sendo que O triângulo, azul- pálido, tinha os três ângulos vazios”. (Fonte: revista da Boa Vontade nº 18; o Victor Soares DATA: 4 de Dezembro de 1949 HORA: 17:00 to. LOCAL: Volta Redonda, Rio de Janeiros Um artigo de Carlos Neto, no Diário de Noticias (6-2-68) relata a viagem a um outro planeta, de um funcionário-da Cia. Siderúrgi- ca Nacional de Volta Redonda, no Rio de Janeiro. O Sr. Mário Restier, persona- em citado pelo jornal, recebeu-nos em princi- pios de Fevereiro, com toda a amabilidade, na sua casa em Volta Redonda onde reside com esposa e três filhos. Atualmente, tem o Sr. Mário 40 anos de idade. E empregado na Side- rúrgica, há 15 anos, onde exerce o cargo de mestre de acearia. Na época da sua experiên- cia espacial tinha apenas 23 anos (há 17 anos atrás) e era solteiro, possuindo um quarto no bairro Vila Nova, na cidade vizinha de Barra Yansa, onde estudava mas iam! ceitava cates, como por exemplo o trabalho na re- dação do “Jornal do Povo” (de B.M.), sob as ordens do Leo D O Sr. Mario teve um dia a oportunidade e coragem de entrar num UFO, conduzido por um corredor a uma sala com muitos ecrans e quadros. Por meio do aperto de uns botões, apareciam nos quadros luminosos e fosfores- centes os emas que explicavam a locomo- ção da Nave no Es Cósmico. Estado do -No para ele se deitar dentro de uma espécie de ur- na, cuba ou ba que, como ihe foi explicado, servia para climi- nar as inconveniências das grandes acelera- ções e também alintentar o corpo. Deito! então no liquido com a sua própria roupa, fi- cando do lado de fora somente os olhos e o nariz, quando logo sentiu-se acalmar. Ao es- cutar os tripulantes avisarem: “nós já ara uma viagem e pediram , cheia de um líquido, se vamos”, itye à sensação de que adorn é », ouvia deles a expli a ção: *nós já estamos chegando”, quando foi convidado a sair da urna pa para um pequeno compartimento anexo, onde a sua roupa encharcada e o seu corpo secaram rapi- damente e como por encanto. Foi-lhe dada então, para vestir, uma roupa igu laguela dos tripulantes, o que lhe causou uma sensação xtremamente agradável no corpo. Ele estra- nhouotipodes O, tipo esporte nosso que passuia tins cordeis'au fios conectados à um cinto largo que fazia parte da roupa. Olhando então por uma das vigias da nave, verificou va ra- O avor: pidame passa que se aproximavam de uma espécie de “Es- paçoporto”, porquanto viu subirem e desce- rem outros veiculos iguais ao seu, ou pareci- dos. Quando se voltou para os seus compa- nheiros de viagem teve a SArpresa de ver am- bos sentados nt ho o de sofá, com cabe- ça e tronco incli s para, frente, sem qual- . mo sé quer movimento, tivessem sido apa- gados” Neste momento abriu-se a portinhola da nave e por ela viu pessoas à sua espera, com a roupa que agora já lhe era familiar, porém de estatura muito maior do que a sua e a dos tri- pulantes que com ele viaja dA Aquelas pes- soas alcafiçavam entre 1,80 e 2 metros de altu- ra. Ti de que os homens eram de e c osso, porquanto irradiavam bom hu- mor e satisfação c o cumprimentavam em ple- no português, com palavras, gue na maioria faziam sentido: “Estamos contentes com a sua chegada” ...“É o terceiro!” ... dispor! Cada um em s cui a tava a sua mão, dizendo cor tonalidade musi- cal uma silaba que parecia ser de lingua à lialia- a e que era diferente para cada pessoa. Foi- lhe explicado que a aprendizagem das nossas línguas se fazia pela captação das nossas emi sões de rádio e televisão. Foi convidado a vi: tar com eles umas fábricas e realmente viu 4 ou 5 delas. Andou a pé, no chão, mas durante o passeio viu também gen:p andar no ar a uns 10 meiros de altura, não sabendo como su- biam ou desciam, ou se tinham saído de jane- las. Viu também veiculos deslizarem por estra- das suspensas. Tinha a i de que sem aque- tes sapatos especiais, talvez gravidade, a rfarcha não teria sido possível. Viu a fabricação do material bruto que se usava lá em grande quarttidade, que era feito por processos químicos'e não via qualquer si- derúrgica. Tirou uma amostra daquele mate- rial, uma chapa edindo 10 cm por 20 em e com 2 mm de espessura, gesto este que não foi impedido pelos seus companheiros. Vtu um aglomerado de edifícios, uma espécie de cida- a certeza Bm E v ao seu & INTERNACIONAL , por motivos de.

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: “ de universitária, porquanto lá se estava estu- dando, aparentemente, o material provenien- te de outras regiões. Foi-lhe mostrada, em um grande edifício, uma sala (15 m por 30 m) re- servada ao nosso planeta: era uma espécie de museu. Em outras salas ficava o material rela- tivo a outros corpos celestes. Reconheceu a Terra lá exposta, não só pela aparência geo- gráfica, mas também porque viu escrito estra- nhamente o nome “TERRA” ao lado de ou- tro que não compreendia e era da lingua da- quele planeta. Acionando diversos botões, projetaram para ele imagens que correspon- diam aos terrestres e expressavam a sua indo- le, ações de ambição e violência, comprovan- do assim, como eles diziam, que a Terra alcan- cava por enquanto somente um grau inferior na evolução. Informaram ainda que há bi- lhões de anos a Terra havia estado numa posi- ção perto do pianeta deles, e que é, entretanto, muito maior. Pela passagem de um corpo ce- leste perto da Terra, naquela época, foi a mes- ma removida para outro sistema, com outra trajetória. O planeta deles estaria, hoje, perto da constelação de Orion e ainda mencionaram que tinha sido reconhecido por astrônomos russos. Às perguntas do Sr. Mário, eles respon- diam que de fato à teoria de Einstein estava certa, porém com algumas pequenas restri- ções: que o Universo era finito e o Espaço, curvo; com os seus veiculos não podiam fazer trajetórias retas e não escapavam do Espaço, o que entretanto era conseguido pela “energia vital do corpo” (pensando o Sr. Mário, talvez, tratar-se da alma). Falaram ainda sobre a possibilidade de “vários ciclos vitais” (o que o Sr. Mário inter- pretou como sendo, talvez, uma referência à teoria da reencarnação). À nossa pergunta sobre o aspecto do céu, respondeu o Sr. Mário que embora este lhe parecesse azul, viu uma claridade difusa. Ele não pôde ver um Sol, mas viu cúpulas transpa- rentes, gigantescas, de quilômetros de exten- são, que cobriam toda cidade e, de tal modo que, onde acabava uma, já começa ouira. Fez uma refeição numa saleta de uma fá- brica, em companhia dos seus cicerones. O gosto da comida lembrou “doce de abóbora”, mas lhe foi explicado que era ali- mento purificado, que não deixava resíduos, Após um tempo que lhe pareceu uma ma- nhã e tarde terrestres, talvez 6 à 8 horas, ele começou a sentir saudade e querer voltar para a Terra. Como se lhe ti pensamentos, a ele s panheiros, (após a vi mos que o senhor voltar”. Levara àquela em que veio. ISmea altura de apr ram | * fábrica): “Sabe- à com vontade de a uma nave idê o diâmetro de uns adamente |2 m. tica quai o chefe d nal de qualquer deles r esta pretensão. A roupa deles era esverdeada?t possula uma bolsa lar à esquerda” + deou oas que ha uma tonalida- deentreo ie o verde. Seus olhos eram pre- tos ou verdes. A boca cera pequena. Não apre- sentavam pélos cutáancos c usavam uma espé- cie de gorro na cabeça. No nariz e nos olhos nada de anormal notou. Não reparou nos dentes. Viu mulheres que lhe pareciam bonitas e também viu crianças, sempre levadas pelas mãos de adultos, nã tendo visto brincando sozinhas. . Na viagem de volta tudo se processou ao inverso da ida, tendo os tripulantes lhe pedido para deitar-se na cuba cheia de lic Depois enxugarag -lhe o corpo e a roupa no pequeno compartimento, tendo-lhe, em se- guida, despido a roupa daquele planeta para vestir a sua própria, já pronta para isto. Acha que os tripulantes falantes eram meros robôs teleguiados em túdo que falavâm ou faziam, no entanto, não viu no planeta as instalações usadas para esta finalidade. later roupa Na volta não aterrissaram no mesmo lo- «cal, porém pfóximo. 10 minutos alcançou o sítio do'seu pai. O Sr. Mário surpreendeu-se com a atitu- de de seu pai, que então,o verberou com pala- vras vcememebs pelo farb de se ter “afastado por um longo periodo de 4 meses ..., sem ao menos tereavisado a alguém da familia...” porquanto aquele era o dia 14 de Abril de 1950. O pai havia escrito para os irmãos no Rio (eram 6 ao todo) à progura de alguma in- formação. Ao Sr. Mário, por gutro lado, a ausência parecia ter sido de 3 dias, no máxi- mo!... Quando relatou a sua experiência ao UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85 aRx.duspijas pai, este à interpretou primeiramente como um expediente do filho para encobrir a sua au- sência, ou então, alguma visão. Ebtretanto, o r opaco é fino, ma: parecia bastante resistente, pois não quebrava quando se colocava um grande peso em cima dele, e permitia a fervura da água de uma cha- leira, quando era usado como apoio em cima do fogão. Em vista do incomum fen de explicar, ele aconselhou ào filho que não o contasse para qualquer pessoa. A sia expe- riência, até para ele mesmo, apresentava O grande enigma de que sua longa ausência de 4 meses e 10 dias lhe tivesse dado a sensação de somente uns 3 dias!... (Fonte: Bol. Informativo SBEDV - 60-61) “ ômeno, difícil . “1S:CONCURSO Novos . UFÓLOGOS BRASILEIROS: ETAPA FINAL A Comissão Organizadora do 1º Concurso “Novos UFÓlogos Brasileiros” informa que, no presenté momento, os quase 30 trabalhos remetidos para aprecia- ção já estão sendo julgados por 5 destaca- dos UFÓlogos brasileiros, cujos nomes se- rão divulgados juntamente à entrega dos prêmios aos classificados. Até o momento, nenhum resultado oficial pôde ainda ser apurado, devido à qualidade dos'trabalhos em julgamento e, como estabelecido, os classificados recebe- rão seus prêmios e terão seus trabalhos pu- blicados após o mês de dezembro, quando se encerrará o 1º Concurso, na edição es- pecial de final de ano de.UsOlogia. Promoção: CENTRO PARA PESQUISA DE DISÇOS VOADORES (CPDV) E REVISTA UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL .. coura dar-lhe crédito em vista dos |

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ACONTECIMENTO ENCONTRO REUNE BRASILEIRA EM CURIT Curitiba foi sede de um dos maiores eventos UFClógicos já realiza Contando com a participação de 22 UFÓlogos, realizou-se em Curitiba, nos dias 24 e 28 de ju- lho último, um dos maiores eventos já ocorridos na UFOlo- gia Brasileira: o 1º Congresso Brasileiro de UFOlogia Cientifi- ca, promovido e organizado pelo recém-criado Núcleo de Pesqui- sas UFOTógicas (NPU); em acontecimento que marcou o 10º aniversário do 1º Simpósio Io” ternacional de UFOlogia, ocorri- do na capital paranaense em ju- iho de 1.975. O 1º Congresso Brasileiro de UFOlogia Científica foi, no en- tanto, muito diferenciado da grande maioria dos eventos UFOlógicos que ocorrem no pais a cada ano. Além de ser um dos eventos que apresentou um nú- mero incomum de UFÓlogos re- presentando uma expressiva par- Foto GevaerdiArquivos CPDV " de Pesquisas UFOlôgicas, organizador or everito. “ cela de nossa UFOLogia, o Con- gresso foi a primeira iniciativa concreta de expor-seje discutir- se, entre os próprios cânferencis- tas e junto ao público, superior a 300 pessoas, que lá compareceu, uma face da UFOlogia que, se não é à mais controversa no Bra- sil, pelo menos é a que menos se tem exposto, em comparação ao desenvolvimento de dezenas de sequelas místicas e religiosas, além de outras confidenciais, que tiveram lugar em nosso pais, em tempo igual, A elaboração de um evento dege* nivet, onde se one por apresen E tar o lada mais concreto, sólido E dos no Brasil, organizado pelo Núcleo de Pesquisas'UFClógicas (NPU). Equipe CPDVIUFOLOGIA Detalhe da mesa de conferencistas do 1º Congresso Brasileiro de UFOlogia é ntífica, onde se desta- cam (da esquerda para direita) Rhilippe Van Putten; Wanda Canipos, Daniel Rebisso, Victor Soares, Lú- cio Maníredi, Rafael Cury, Gevaerd e Jaime Lauda (em pé). Abaixo, Ratael Cury, presidente do Núcieo palpável de'toda a complexa pro- blemática dos OVNIs, tido no Brasil como UFOlogia Científica (embora em muitos países euro- peus e na América do Norte seja apenas UFOlogia, com o “cien- tífica” subentendido). É algo ex- iremamente dificil e exige com- petência indiscutível. Selecionar temas e tonferências que tenham identificação com a proposta do Congesso, foi um trabalho difi- cite Bêrém soberbamenie alcan- caga pelo Núclgo-tle Pesquisas UFOlógicaMNEt) de Cufitiba, tendo a frente Srpesquisador Ra- fael Cury; que não mediu esfor- “ços para atisigir um) nível quase AGRADECI MENTOS 5 é evento magnífico só pôde ser possível graças ao apoio de e corno o Banestado, Esotera Livros, Concitec (Conse- lho Estadual de Ciência g Tecnologia), Paranatuf, Hotel Para- || ná Suite, Rest. Madalosso Velho, Varig-Cruzeiro, além ca | Prefeitura de Curitiba, Faculdade de Ciências Biopsíquicas do Paraná e Campus de Educação integrada Bezerra de Menezes, som a cobertura exclusiva de UFOLOGIA NACIONAL & IN- TERNACIONAL. S 2 £ g z B E s SE 8: 3 e! Cc o 4185 GFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL E EE

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Foto GevaerdiArqui Parcial da platéia, no Anfiteatro da Reitoria da Universidade Fe- derai do Paraná, locai onde já se realizaram grandes eventos UFGiógicos, entre eles o 1º Simpósio Internacional! de UFOiogia (75) e o 1º Congresso Brasileiro de UFOlogia Cientifi- ca (85). Abaixo, J. Victor Soa- res, que teve a oportunidade de abrir os trabalhos do Congres- so. inédito de profissionalismo e se- riedade na UFOlogia Brasileira. Tendo como objetivo defiagrar uma campanha macissa em prol do reconhecimento oficial da pesquisa UFOlógica no Brasil, comandada pelo Núcleo de Pes- quisas UFOlógicas, o Congresso teve como seus pontos altos a qualidade dos temas apresenta- dos e a dosagem dos mesmos pa- UFOLOGIA NACIONAL & INTERNACIONAL 4/85 ra oferecer uma compreensão global do fenômeno UFOlógico. Entre os temas que compuseram os trabalhos do 1º Congresso Brasileiro de UFClogi entifi- ca, destacaram-se a “Atualidade Navexológica Mundial”, apre- sentada por Victor Soares, como abertura dos trabalhos do Con-, gresso; “O Fenômeno Chupa- chupa no Litoral Paraense”, de autoria de Daniel Rebisso; “A Realidade Subjetiva de um Mito”, de Carlos Reis (publica- do em UFOLOGIA 03); “O ria -úma das só como base O centralizador da ao assunto. Aos m começado a stimável a a aifudão mai do assunto, | deveria ser irnitado por : muitas outras: livrarias em todo o país, 3) espe, jlizadasou n não neasuno, Ednsenso Razão, USOlógica"!, defeito por Jai-? e Lauda; “UFOlgia em Anã. lisa, com um breve retrospecto, apresentado por Carlos.V. Gon- çalvez; “A, Origem do Homem Terrestre a Partir do Espaço”, Cósmico” Wanda Campos; da, Terra por ETs”, de Lúcio Manfredi: “O Caso Eduard Meier" M apresentado por Marco à. Pquit, “Os Contatados UFO- lógicos”, disiracema Pires, den- ire outros. | . E fatânde a “gos da questão UFO *, áudio-visual de., “Colonização .- Franken da Esotera Livros. a tiço Abordando aspectos mais tgcni- ram apresentados os,seguintes trabalhos! “O Compusddor é o que Melhor Identifica os Não Identificados'”, de Claudeir Co- oa **Conjecturas sóbre as Possi- bilidadess sobre a Vida Extraterrestre”, de Philippe van o ten; “O que, Podemos Aprender dos Documentos, of- ciais sobre o Fenômeno UFO”, apresentado por, Gevaerd; “Contatos de 5º Tipo:.Verdade e Mentira dos * Casos “APOIO À PESQUISA UFOLOGICA EM CURITIBA de vários eventos UE DlóBicOs.

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Há apenas alguns meses, a difusão de dois assuntos extremamente importantes à nossa formação cultural paracientífica praticamente inexistia no Brasil, ocasionando enormes lacunas no processo de, desenvolvimento de uma nova consciência planetária: “em nosso pais: UFOlogia e Parapsicologia. Suprimindo uma desias lacunas, o CENTRO ARA PESQUISAS DE DISCOS VOADORES 4CPDV). lançou, em março último, a revista especializada UFOLOGIA NACIONAL & ; VAL, atualmente'á única publicação êne stente no Brasil e América Latina, dedicada a todos-os aspectos da problemática dos Ê OVNIs e seus tripulantes. Ágora, considerando a nítida ligação existente ntre a UFOlogia e à Parapsicologia, capazes de; juntas, esclarecerem a Humanidade atual seus a as pan dk ARAPSICOLOGIA HOJE será bimestral, circulará na- nie e conterá 32 páginas por edição, divididas en- trecariigos e sessões voltadas ao tema. Para receber PA- RAPSICOLOGIA HOJE em sua casa, preencha o cupom abaixo e remeta-o ao endereço indicado, anexo ao valor da sua opção de assinatura, em cheque nominal ou vale pos- tel, Os preços indicados no super correspondem a valores ; RRspeCh tratamento cos fenômenos paranormais. Ê = rincipais mistérios inieriores é exteriores, influindo decididamente no processo de tomada de uma nova «consciência moral intelectual e comportamental, o CPDVI lança, a nível nacional, PARAPSICOLOGIA HOJE, uma revista dinâmica, séria e profissional, “dedicada a difusão da pesquisa do paranormal com os o critérios de seriedade que levaram OLOGIA a ser reconhecida nacionalmente. PA APSICOLOGIA HOJE, a primeira revista brasileira sobre o paranormal, terá como 'colâboraidores e consultores os mais destacados - parapsicólogos brasileiros € estrangeiros e se preocupará iguaimente em difundir-as principais áreas “paracientíficas e científicas ligadas à Parapsicologia, como e Metafísica, Radiestesia, Psicotrônica, “Medicina Natural, Psicologia e Meditação» Transcendental, Terapias Alternativas, Kirliangrafia, “ete. » Sem dogmatismos, preconceitos ou imediatismo. válidos somente durante o lançamento de PARAPSICOLO- GIA HOJE, permanecendo inalterados até 10/11/85; sofren-- do correção após essa data. A data prevista para p lança- mento de PARAPSICOLOGIA HOJE em bancas é 25/11/85. Assinantes de PARAPSICOLOGIA HOJE a receberão 15 di- asantes do lançamento em bancas e não correm oriscode não encontrar a publicação nas bancas de sua preferência. “ 10/11/85.) +Pre ços válidos para O lançamsnto nacional; até

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- ENRIQUEÇA SEU ACERVO REPORTAGENS U! ÉDAN A IARCARAM EPOCA NO O Centro para Pesquisas de Disêos Voadores (CPDV), “através de seu Dept? de Publicações e Traduções Espec ciaii- zadas, coloca a disposição dos L UFÓlogos e UFÓfilos brasi- leiros, 21t"páginas dãs principais reportagens e sérias que . marcaram época na UFOlogia Brasileira e a tornaram um as- sunto popuiar. Ocorrências históricas e impo s comb q Bd máscaras de chumãgo de Niterói, OVNIs sobrê “-Saldanha-e- o-Comóvado, OVNIs perseguindo”ayi “1954 :0-caso-da Bawa da Tijuca, a confer Anclal -do Coro Adil de Oliveira ng Escola Supérior de Guerra; epin e z. .. dos Discos Voadores (Uma Bgja. Lurninosa rtant «Na: Esteira “Acompanhou um Avião quade 2 horas, de Flotianó ópolis a « Santos): Reportagem de João Mártins e ruzeiro” em 1984. 9 páginas Ed. Kefiei, publi- cadaem “OC Cr$7.200 Dihéia na Escolas “Superior-de eder Ps ce João Martins &Aublicada nagedição Extra ds O Qquzeiro”, e punidos 16 páginas See cado -Br$ 12.800 apr Disto Voador Sobrevoa o Almirante Saldamhas Repo ta- geminédita de João Martins, publicada em “O Cruzeiro” em'1958. 11 páginas . Grs 8.800 41 O Cruzeiro Fotograta Novo Disco Voador: Hepottagem de “Jorge'Audi, publicada no “O Cruzeiro”, em 1958. 8 pági- 8 (Seri y Na Ronda dos Discos Voado tês a partes), de Joá “de 1958. 12 páginas Cr$ 9.600 05: “Martins. Publicada no “O Crúzeito disponi veis & tos personalifadesS como AustregéBilo- «de Athayde e Raquel de Sueiróz. éries mais imp ôrtantes de JodasMartins E Ed Keffet, entrg outras, tudo completamênto ilúbiggdo, potem agorá ser. conhecidas pela : slavas gerações, de UFÓlogos Br astieiro s'e revividas pelas mais a antigas. 4 te 1 Como” solicitar os documentos do GPD$: eso itens que lhe interessam e escreva ao:CPDY ingicando. seus números déordem. Envie anexo um VALE POSTAL ou CHE-. . QUE NOMINAL CRUZADO ao o Gente para Pesquisas de Dis- cos Voadores. Aguarde de.10 a 15 dias para receber p mate ria! .solicitado. . E nO 08. O Roteiro dos Discos Voadores no Ceará, de João Mar- tins, Com participação de Raquel de Queiróz. Publicado em “O Cruzeiro” de 1961, 5 páginas Crg 4.000 . Discos Voadores: Perfil de um Fenômeno..Reportagem de Fernando Richard, com participação de Múlvio xo. Publicada em “O Cruzeiro” de 1967. 6 páginas Bis AR dci Cr$ 4.800 lci- . (Série) A invagão dos Discos Voadores (3 partes), de no Diniz e cofaboradores. Publicada em “O Cruzeiro” de: 1969. 30 páginas Cr$ ores: ores: Mistério que Atravessa 05 Sécu FHBIÇADO. em “O Cru- . (Série) Discos Voad Mi los (5 partes), de diversos autores, zeiro” de 1968. 35 páginas 3 . À Explosão do Disco Voador.(em Ubatuba): Asboragém inédita de João Martins, publicada em.“O Cruzeiro” de 1960. 5 páginas..... é . O Disco Voador (Falso) de Serra:Dourada, Goiás. Repor- tagem-de Fernando:Pinto; publi 1969:3 páginaso interessados Gama cópias Grogra! cas de alt qualidade formato! i Sa fpreços serão corrigido NACIONAL INT PERNACI ONAL Poa G ada em 'O'Cruzeiro" de | Gr8 2.400 | B. Alei- | Cr$ 28.000 | - Or$ 4.000 | £ ue

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E Eu Sílvio da Silva Carva- lho;23 anos; cursando Admi- -nisiração de Empresas, apre- ciador- das pesquisas sobre * OVNIs; venho pormeio dêsta relatar um; acontecimento ocorridoem minhacidade. Gifato ocorreu às'2'ho- as da madrugada do dia 3 de “junho de 1985; uma segunda- “feira, como Sr-Telmo Luiz da Silva; competente zeiador, iomassagista protissionial do. “Balneário Municipal de Mon- «rtenegro, RS. Neste-dia; à Sr. Telmo, 44'anos, acordou so- ressaltado comum forte”. =Fuído-que vinha-do'campo de afutecol sito à-frente-de sua spáisa; A.. madrugada de segunda-feira estava fria carregada de-nuvens baixas e-com um pouco-de:nebli ina. OSr. Telrno estava dormindo, quando, repentinamente, jacor- ou com uma, vencania que Me-pareceu-sejtwyri tem- poral:Levantou-se dá câma e foi observar se as jarelasrse - encontravam bem. fectiadas, o viu uma forte cjarida- de vinda do campo de fute- bol. Pensou. serio farol, de eventuais carros sobré o campo de futebol £ pegou seu revólver como garafitia ide segurança (o Balneário - costuma ser alvo: de marc: 3). -Aproximou-= . um pou- “co dos faróis'e verificou que" Aratavarm de automó-. “de-um objeto” Sã neviav visto: es residente “no Bal pentendas Ega FOLOGIA NAC "dou uma parte! [em ia a-região IONALS: foi interrompida nas depen- dências do Baineário. OSr. Telmo tentou atira com o revólver que portava, mas hão conseguiu e não se be. explicar o motivo, se po causa de medo ou algum efeito proveniente da própria luz. Neste instante, abriu-se uma portinhola com estágios em seu movimento, germitin do que o Sr. Telmo olhasse para dentro do.objetô caus dor da luz: Assim, o Sr. Telmo pôde ver que não havia trir laittes ou ocupantes'na nave e de seu intérior sai yma lu dourada. Essa expér “durou pouaquissintos tos, quando então a fechou-se, o objeto levant se e, numa incrivel ve de, desapareceu, atrás do Morro Monte ! mi orta Podemos constatar que o OVNI deixou aiguns vesti- gios no local do pouso, como vis círculo medindo aproxi- Mot a madamente 4 metros de diã- metro em cujas jordas sur- .giu uma substância química preta que, quando, recolhida na segunda-feira à tarde, apresentava forte cheiro de derivado de petróleo (UFO- LOGIA: recebemos uma pe- quena amostra e confirma- os este-gado, acrescentan- do: ser esterodor santo ao de pionê de asfal t tos de elevado peso ragéG lar): Va Pie O Óbjeto po- um eucalip- to de apr roximadamente 19 Iguatmen “metros de-altura. Outra árvo- ate próxima & alido pouso apresentou folhas amareleci- “vas. e, já passados alguns “dias, parecem Estar morrer. dO. Deixo paiapifcês opina- sobre está “ex kperiência pels qual pessou'o & é'Seus familiaia; Silyio À Luiz “da silva Carvalho, Rua Capi- cão Cruz 1ã54, gb? Monte- o º iencia . ARX. “Mãe, Alado á Q sr. Tetma aponta o lócal do pouso do SUNI, gds ainda existe “ma os iaibi “pequena cameda de uma estranha substância, quimica. t Em 1974 (não recordo a data exata), encontrava-me com um amigo próximo à rua Ary Parreiras, em Niterói, no ini- cio de uma tarde de céu lim: aberto e tompletalanto azul, quando repentl tina; mente uma luz estranha apareceu no céu. A princí- pio, não olhei para cima, mas logo após algum tem- Pa, observei que a luz pare- bola luminosa que estava descendo verticai- mente em direção ao centro da rua-onde nos enconiráva- mos.-Indiquei ao meu amigo a posição da luz'e ele tain- bém pôde observá-la. Vimos então que tal obieto ia des- cer a uns 100 metros do 46- “cal onde estátamos. Grada- luz descia, até tivamente, a sempre: verticalmente, pairar no meio da rua Ary Parreiras, & cerca de 50 cer- tímetros do asfalto. Perma- neceu nesta posição duran- te agur sim, pudemos observar que Bra esitérica, malor que um automó assat, extrema- mente-briihante (quase 15 vezes mais que o sol), ao ponto de nos impedir de ver o que existia do-putro lado m tempo/8 nós, as-. " tamos que à Juz parecia * rarda esquerda pata di É vice-versa. En.” da rua, ou rissmo nas próxi: midades da iuz: Não emitia somou Darulho naquero mo- mento. Nós ficamos muito espanta- dos com aquilo quando, de “repente, a luz começou a al: ternar cores para azul, ama-. relo, verde, vermelho, laran- ja, violeta, rosa, marron, cin- za e todas as cores que co- nhe os. Neste momen- to; o objeto passou-a emitir “um som muito estranho, tão esquisito que nunca tínha- - mos ouvigo entes, nem mes- Tno' fazendo Comparações. .O sôm era inimitávei, alto mas não muito. Também no- e e, depois, quanto isso, o telmpô passa- va eSninguém “aparecia nã rua onde estávamos. Com excessão de um: Som | « «que provinha | da” rua ) menhum outro baru=: Ino foisouvido por nós. As + sim,/0S minutos passavam - João Pessoa, e, de repente, cormeçamos a: segtir uma estranha e ção, uma-força invisível n obrigava airde encontão á misteriosa esfera luminosa. Nossas pe Sil s não nosobe- % na af cod ag Renpo

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e força Sobrehumano jermitiu-nos escapar da «v atração que ela emitia. Cor- “remos. do local» para bem distante dalironde. paramos chegamos, pudemos ver a -Júz subir rapidamente, ultra- jassando um prédio de 10 indares,. Sempre con: o us naviamos presencia- “comoutras pessoas e, Nos dias seguintes, passa- “mos a ter terríveis pesade- los“relacionados com a ex- periência que vivemos. Mes, a a que: Toi “passando icim (psoudônimo, Ro (RJ). PART ICIPE DA PES QUISA UFOLÓGICA BRAS... EIRA LENDO UFOLOGIA-NAGIONAL EeINTERNACIONAL exaustos. Do lugar aonde. inamos ão comentar s empo, fomos:voltando ao - Ilustração Élido Ribeiro ecao do Corcovado “Rio neiro),) 'quando percebi uma massa luminosa gue estava parada naquela re- gião. O quevia estava parado so- bre um pequeno morro, a “cerca de 1000 metros a mi- nha frente..A luz tinha for- mato de charuto&cilindrico) - Com uma cor amarelado fos- “sando, cómo. se Houvessa ca, cujo interior ficava pul-. muitas luzes vistas bem de longe, piscando - alternada- mente. De um extremo ad outro do cilindro, havia uma tinha fina, com tonalidade avermelhada. O objeto estava a mais out menos 500 metros de altura, completamente imóvel. Não posso precisar quanio tem- . po estaria a luz ali, mas fi... quei obssrvando-a uns 3 mi- + unha Yermelhaspara cima. De “guida. como um flash fot sfistos- 6 Cuando fui para casa ara apanhar uma finda Co objeto começou a-sB apagar, ficando acesa da li- repent ê, diminuiu seu tama- nho desiocapido-se agrande velocidade, : parando uns 2. segundos, sumindo em sat: gráfico. Mayk Motta Ales: Nascimgnto, R.Ananias Ar tero da.Costa, 545/0-3 Éden, - 25.500 S. João do Jieriti (Ay), : a 227 Targanho norma! “Pontos que pulsavam Tamanho reduzido Relatos para setem publicas dos nesta' cóluna devem"ser endereçados à nossa rega ção: Caixa Postál 2182, 79100 “Campo Grande (MS). Por ra: zões de espaço, objetividade e estilo, UFOLOGIA reserva a si o direito de registrar nestal sessão somente relatos preci, sos, ainda que com datas el horários inexatos, contendo informações relevagtãs à rreencão -ga Fenômêno) O. OS interessados devem.| | . "86 possivel, ênviar fotos e/ou “desenhos do(s) objeto(s) ob - sarvadó(s) além de idertith a SE INTERNACIONAL Ee | |

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“ UFO PERSCNALIDAD pm Fam a” fama Fábio Zerpa (Argentina) 5 Nosso homenageado desta edi- ção é um dos mais destacados e sérios UFÓlogos do mundo, um investigador em sua essência, ex- perientíssimo e compromissado em difundir mundialmente a UFOlogia, em especial a UFOlo- gia argentina (por sua vez, uma das mais avançadas da América Latina): Prof. Fábio Zerpa, presi- dente da “Organización Nacional Investigativa de Fenômenos Es- paciales”” (ONIFE) e editor da re- vista Cuarta Dimensión, ambas de Brrenos Aires. “ Zerpa é antigo conhecido da Comunidade UFÓloga Brasilei- ra. Já esteve no Brasil para pales- trar no Ie II CIUFO, em vários outros eventos e, mais recente- mente, no 1º Congresso Brasilei- ro de UFOlogia Científica, reali- zada em Curitiba, julho passado. Foi nesta ocasião que pudemos conhecer melhor este argentino austríaco, um dos raros UFÓÔlo- gos vivos que conseguiu pesquisar 14 países de vários coniisentes. Professor da Universidade de Buenos Aires, artista renomado na Argentina, incentivador da pesquisa científica do paranormal e dos fenômenos UFOlógicos, Zerpa já se apresentou nos princi- pais eventos UFOlógicos ocorri- dos no mundo, como o Congres- so de UFOs de Acapuico (Méxi- co) e conheceu pessoalmente aqueles que, junto a ele, construí- ram a UFOlogia mundial. Há 10 anos editando “Cuarta Dimen- sión”, participando intensamente do movimento UFOlógico máxi- mo da Argentina, a Federación Argentina de Estudios de la Ciên- cia Extraterrestre (FAECE), Fá- bio Zerpa é também um dos cria- dores da Associación Mundial de UFÓlogos, que pretende congret gar toda a classe dedicada ao as- sunto, nos mai: ersos paises do Globo. Seu endereço é: C.C. 35,. Su- cursal 29 (B), 1429 Buenps Aires; Fábiô Zerpa, da ONIFE e Curta Dimensión: estrelã da primeira casos difgrentes de contatos em — República Argentina. grandeza da UFOlogia Argontina. . + . . o “ . Ed DA ID A € - — « AGENDA | == te z - “a . ns: am . Poucos eventos no Brasil, até 1985. exchto único. , À frente do gvento, Jefferson O. « São pouquíssimos os evento: UrFOlógicos programados no ocorrerem até 1986. No entanto, os primeiros meses do próximo ano, em especial março, serão repletos de eventos, justamente programados para coincidirem com a passagem do Halley. Paulo Fernando Kronember- ger, presidente da União da For- UFOLOGIA isACIONAL & li + ça Objetiva (UFO), de Pet lis (RJ), comunica a reali para março de 86, do Ii Con- gresso Internacional de UFOlo- gia, quando preiende trazer ao Brasil personalidades como Erik Von Daniken, Carl Sagan e ou- tras. O evento realizar-se-á em São Paulo (não em Brasília, co- mô. os anteriores), afim de cen- tralizar o assunto Assim como Krbnemberger, realizador dos CÍUFOs anterio- res, Antonio Jorge Thor tam- bém tenciona realizar um ever deste porte, porém sem data p estabelecida e com algum riações: introduzirá o paranór- al nos debates, realizando um nas va- Kronemberger, voltando à ação, já articula a realização do hii CIU- FO em São Paulo. Antes deste realizou mais de 100 eventos « is egrapdes cidades 6 leiras, todos com grande &xi em asi to. TERNACIQNAL 4/85 : º Na área internacional, r seem Oslo, Noruega, eme 3 de novembro próximo, o Iº Project Hessdalen Workshop, fisogra- mado para apresentarem-s UFÓlogos de todo o mund lo, en- tre eles: J. Allen Hynek, Stanton Friedman, Per Andersen, Ib Laulund, Jenny Randles, Char-* les Bowen, Roberto Pinotti, V- J. Ballester Olmos,-Felix Zigei, Jacques Vallée, Bruce Macca- bee, etc. Do Brasil, foram convi- dados o Dr. Walter BuhleríRio) e A. J. Gevaerd; UFOLOGIA (MS). Informações poderão ser obtidas escrevendo-se à Odá- Gunnar, Box 14, N-3138, Du- ken, Norway. Em Volta Redonda (RJ), o CEUPA - Centro de Estudos” FOlógicos e Pesquisas Adja- 5 comunica a rga zação do age “de U UF EOlogia e E o UFC iro, 10 audicório da F à dino 25 à 27 de outúbro. Silva preteride apresentar o Ge- neral Uchôa, Irene Granchi, Vic- tor Soares, Antonio Faleiro, etc., durante o evento. UFOLO- GIA estará presente neste e ni congressa, dg Oslo, prestando co- * Der tura aos acontesirfentos. “Além destes,» eventos. estão o progra amados para Manaus, Belo Horizônte, Foz do “Iguaçu, São Payjo, “Curitifa; «Campinas e| Campo Grágde. Tão breve se- jam fornecidos detalhes, UFO- LÓGIA os diviigará com ante- cedência . .. constarem nesta Seção, ormações: sobre eventos “Para info nacionais e nternacionais | devem ser remetidos à nossa Redação, com um inínimo de 2 meses de antecedência à ma fam mesmos. Diri- suas infôrmações à à: Caixa Postal 2182, 79.100 Campo Grande (MS).

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.243.