Desclassificado

Ufologia.

1986 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.259
Período
1986
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Relato
Páginas
114

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Documento preservado no Arquivo Nacional, este boletim corresponde à edição anual (números 168 a 173, janeiro a dezembro de 1986) da Sociedade Brasileira de Estudos sobre Discos Voadores (SBEDV), entidade civil sediada no Rio de Janeiro dedicada ao registro e análise de relatos ufológicos. O material reúne fotografias, desenhos e depoimentos relacionados a episódios ocorridos naquele ano, entre eles avistamentos registrados por Raimundo Dias sobre a Baía de Guajará em Belém do Pará, uma investigação de campo em Mirassol que teria atraído uma equipe de televisão norte-americana, e o relato de um homem identificado como Moacir, que afirmou ter tido contato direto com um ser não humano e produziu desenhos detalhados da experiência. O boletim também faz referência ao envio de aviões de caça em perseguição a OVNIs e a supostos vestígios físicos deixados por uma nave em instalações industriais, todos tratados como objetos de investigação pela entidade.

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Página 1 de 114 — Ufologia.
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AR: 359 p. 3757 BOL. N9 168/173 — SBEDV BL ISSN 0037 — 8666 a SOCIEDADE BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE DISCOS VOADORES Janeiro — Dezembro 1986 End.: Caixa Postal nr. 16.017 — Correio do Largo do Machado CEP 22.222 — Rio de Janeiro (RJ) — Brasil Fig. 1 — Facsimile de manchete do jornal de Fig. 2 — Foto da equipe de pesquisa; ocupada Mirassol, com alusão à visita da equipe de na reconstituição dos episódios ufológicos. uma TV norteamericana. à 4 ã Fig. 3 — Foto de trecho da laje de um corredor. A seta preta assinala traços deixados pelo lança-chama extraterrestre e que lavagens suces- síveis não conseguiram remover. Figs. 4 e 5 — Fotos da mão do professor Ney Matiel Pires apontando no cimento os traços deixados pela nave extraterrestre aterrisada no pátio da fábrica.

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o no O ARRISI pra f6 Figs. 6 e 7 — Alusivas a doença e morte por efeito de radiações. Em 6 — Pela revista Manchete (nr. 1.791, 16/8/86), em relação à usina nuclear de Chernobyl, Rússia. Em 7 — Pela revista “National Geographic" (Vol. 169, nr. 6, Junho 1986), em relação ao atol de Rongelap. Em 7A — Paciente contaminado e sorridente. Em 7B — 18 anos após ablação cirúrgica preventiva da glândula tireoide contaminada sobreveio morte por leucemia. Fig. 8 — Alusão da revista Time M. (Junho, 23, 1986) à contaminação radioativada de campos russos. 8 Fig. 9 — Alusão da revista brasileira "Planeta TT (nr. 168, Set. 1986), ao avanço da desertificação terrestre, na base de 5 km cada ano. e 7 ne Fig. 10 — Quatro das fotos (O Liberal-Belém-PA — 8/6/86) feitas por Raimundo Dias, mostrando o céu sobre a baía de Guajará, em Belém do Pará. Aqui as 4 fotos estão reunidas numa só figura, respeitando suas posições em relação a uma estrela (veja seta branca). Fig. 11 — Um dos tipos dos aviões de caça mandados em perseguição aos OVNIs, conforme 11 revista “Fotos” (de 2 de Junho 1986).

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ARX- 153,9 - 3/5 + Cu Fig. 17 — Reconstituição fotográfica do acom- panhamento de Moacir, pelo ufonauta (aqui per- sonificado por um filho de Moacir). quere A Bl É prt o Figs. 12 a 16, 18 e 19 — Desenhos feitos por Moacir e alusivos ao seu contato com ufonauta, Em 12 — A figura atlética de tripulante. Em 13 — Detalhes do rosto, olhos e cabelos. Em 14 — Rosto em perfil. Em 15 — Detalhes da boca. Em 16 — Detalhes dos tufos de pelos dos dedos. Fig. 19 — Tipo de cadeira espreguiçadeira armada no centro do salão circular. 19 todo vo tuna do Gerute tá /, 23-38 s Plena Eluss dy Fratura - 18 Fig. 18 — Em A — Desenho da nave aterrisada. Em B — Aspecto da parte inferior da nave. PDELV — DUL. NT IDOrtIO

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160 ms A ARX-dS9,p yjsy é SBEDV-BOL, Nº 168/173 TEC E na j | a a Rs uatesao mada e EE 7 Figs. 6 e 7 — Alusivas a doença e morte por efeito de radiações. Em 6 — Pela revista Manchete (nr. 1.791, 16/8/86), em relação à usina | : nuclear de Chernobyl, Rússia. Em 7 — Pela revista “National Geographic” 0 (Vol. 169, nr. 6, Junho 1986), em relação ao atol de Rongelap, Em 7A — Paciente contaminado e sorridente. Em 7B — 18 anos após ablação cirúrgica preventiva da glândula tireoide contaminada sobreveio morte por leucemia. Fig. 8 — Alusão da revista Time M. (Junho, 23, 1986) à 7 contaminação radioativada de campos russos. 8 Fig. 9 — Alusão da revista brasileira “Planeta” (nr. 168, Set. 1986), ao avanço da desertificação terrestre, na base de 5 km cada ano. Fig. 10 — Quatro das fotos (O Liberal-Belém-PA — 8/6/86) feitas por Raimundo Dias, mostrando o céu sobre a bafa de Guajará, em Belém do Pará. Aqui as 4 fotos estão reunidas numa só figura, respeitando suas posições em relação a uma estrela (veja seta branca). Fig. 11 — Um dos tipos dos aviões de caça mandados em perseguição aos OVNis, conforme revista “Fotos” (de 2 de Junho 1986).

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Fig. 28 — Posicionamento do ufonauta na mesa de Moacir. Fig. 29 — Foto das cadeiras da mesa da casa de Moacir. Fig. 31 — Desenho de Moacir, mostrando o tipo de Disco Voador avistado perto 30 de Sacra Família - RJ. A Fig. 30 — Figura alusiva ao episódio de “Cabo Frio”.

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co o AR ISBp. 6/5 FNDICE 1 - COMPOSIÇÃO DA DIRETORIA--="="==""=""===== === === 00000000. .== o1 2 - EM DESTAQUE A UFOLOGIA BRASILEIRA ======="==== === ecoa nona nnn 02-10 1. 2.1- o passado longínguo (2); 2.2- o presente (2); 2.3- peri- gos à espreita (4); 2.5 - diferentes afinidades terrestres pelos . ufonautas (4); 2.5 - a dura realidade (5); 2.6- a tendência a : " terrestre € de rapina e de guerra (5); 2.7-a teia arma- da pela política terrestre (6); 2,8-uma campanha de intimidação ? (7)-uma oportunidade perdida ? (8); 2,10-"ser ou não ser''-uma nação altiva ? (8) UFONAUTAS: UM BENEFÍCIO OU UM PERIGO ? ====—"====="= =. 000... 11-20 3.1-recapitulação da matéria anterior (11); 3.2-o que “causa a obstrução do problema extraterrestre ? (12); 3,3-o que têm de haver ações humanas com acontecimen- tos telúricos e cósmicos ? (13); w 1 a - A RECENTE ONDA DE SOBREVÔO DO PAÍS POR DISCOS VOADORES -=--—--- 21-38 4,1-introdução (21); 4.2-o0 início da onda (23); 0 4.3-ações terrestres cronometradas (25); 4.4-0s OVNIs baixando ao solo (27); 4,5- e espalham-se pelo país (27); 4,6-aproximam-se das pessoas e dos veículos (29); 4.1-e chegam à capital do país (30); 48-e no Norte até o rio Amazonas (32); 4.10- comentário de ufôlogos (33); 4,10- comentários da SBEDV (34). S - O CASO DE MOACIR BAIANO, EM PATI DO ALFERES (R,J,)---="==—————— 39-50 5,1- resumo e dados (39); 5.2- introdução (40); 5.3- o relato (40); 5.4 - pesquisas colaterais (45); o 5.5- o episódio de Cabo Frio (45); 5.6- outros to episódios (48); 5.7- episódios da infancia (49): , ER 5.8- da vida adulta (49); 5.9- comentários finais(50), 6 - ENGLISH SUMMARY -===="="""=. 0.000 00 nn nono non nono nnn 51-52 1 — COMPOSIÇÃO DA DIRETORIA De acordo com a Assembléia da Para 2º vice-Presidente: Sociedade convocada para o dia 13 . Guilherme Pereira, acumulando de fevereiro de 1982, foi eleita as funções de 1º secretário e a nova Diretoria para o quinquê- 2º Secretário, : : : Ps nio 1982/86, assim constituida: Para membros do Conselho Fiscal: Para Presidente: Wylson Teixeira, Amanda Alves Walter K. Buhler, acumulan- Pinto e Otto Erwin Gluck, do as funções de 1º vice- Para suplentes do Conselho Fiscal: . o : : : Presidente, 1º tesoureiro Almiro Baraúna e Francisco Sá o : e 2 Tesoureiro, Borges % * * * * * * * *

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I— Aa. 358, id ASF oi — BuI, 100/14 > 2 — EM DESTAQUE A UFOLOGIA BRASILEIRA 2.1. — O passado longínquo Nos últimos trinta anos de vinda intensificada dos extra- terrestres à Terra, a pesquisa brasileira sempre ficou em eviden cia no vanorama mundial Inicial- mente distinguiu-se principalmen te, pelos ataques vituperiosos, que foi alvo o relato feito pelo advogado e professor de Lei Roma- na da Universidade de Santos (SP) João de Freitas Guimaraes, (1, 9 A) por este ter estado em conta to com extraterrenos, os quais fi, 22 — O presente Entretanto, o recente caso da cidade de Mirassol, no norte pau- lista, distingue-se de todos os zeram grave advertência à manipu, lação do átomo pelos governos ter restresa Todavia, posteriormente, houve elogios às pesquisas ufoló- gicas em torno dos casos de Antô- nio Villas Boas (*) (2, 3) e os de Baleia (+) (4), Bebedouro (:*) (5) e Sagrada Família (Ge **) (5, 5 A, 5 B), estes aconteci, dos no Estado de Minas Gerais, e os episódios de Alegrete(*4*) (7) Pelotas (r::)(7 A) e Sarandi(*), (8) no Estado do RioGrande do Sul La e. . . episodios ufologicos anteriores, porquanto neste caso se esten=- dem ao longo de quase sete ams os (e) Pesquisa feita por Walter Buhler, ou em con iunto com Mário Prudente Aquino, Rio de Janeiro (RJ). : (e) Pesquisa feita por Hulvio Brant Aleixo, ou em conjunto con Alherto do Carmo, Relo Horizonte (MG). (Get) (eu) Pesquisa feita por Victor Soares, Gravatal (RS). Pesquisa feita por Luiz do Rosário Real, Pelotas “RS).

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POELV — DOI. 103/1735 contatos extraterrestres com o se qúestrado terrestre, atualmente ja pela t|º ou |2º veze Assim, não é de- admirar que o caso em questão tenha sido reconstitui do - em livro, primeiro em portugues, editado em 1985 pela Vozes, de Pe trópolis (RJ) (9) e, recentemen- te, em inglês, em junho de 1986, (10) pelo ufólogo-autor-editor-nor te-americano Wendelle C. Stevens, da cidade de Tucson. Aliás no passado, achamos demasiadamente longa a espera por esta edição, de modo a termos le- vantado, na ocasiao, toda sorte de suspeitas, conforme assinalado em Boletim anterior da SBEDY (11). Felizmente, o autor norte-a mericano pode explicar a demora, uma vez que, concomitantemente, encontrava-se elaborando também a edição de mais dois livros (IO A, IO B): assim, em menos de 5 anos, de 1981 a 1986, este fecundo ,au= tor produziu oito livros ufologi- cos. (10 C, IO D, IO E, IO F, IO .6) Contudo, para garantir melhor . - , . difusao e venda de seu livro so- bre o caso de Mirassol, e pelos conhecimentos pessoais do autor 2 com o celebre comentador norte-a mericano Dennis Weaver (“De Costa a Costa”), veio recentemente ao Brasil uma equipe de rádio e VW, encabeçada por Paul Shepherd., Nos Estados Unidos, Weaver possui um programa de |5 minutos, as 22 ho- ras, com 7 minutos de projeção de ax. d59,p-B)5 + , entr.vistas ufológicas gravadas em videoteipes A equipe chegou ao Rio de Ja= neiro em 18/7/86, assistindo logo nos dois dias seguintes, I9 e 20, sabado e domingo, a congresso ufo lógico nesta cidade (Rio de Janei ro). Na segunda-feira e parte da terça-feira, a equipe ocupou-se com viagem a Mirassol, onde logo começaram as gravações em video- teipe (12), documentando o teste- munho primário e secundário dos indícios de contatos acontecidos la semanas antes em 26 de maio e 7 de junho de 1986), com os extra terrestres seqlestrando por duas vezes à testemunha local, Antônio Carlos Ferreira. (Veja figs. | e 2)» Conseguiu a equipe, em um dos locais, documentar traços da ater rissagem de disco voador no pátio de uma das fábricas onde, em 7 de junho de 1986, de noite, a teste- munha naquele momento estava de- sempenhando a função de guarda-no turno (*). Com a chegada dos ufo- nautas, Antônio Carlos retirou-se para a cabine telefônica da fábri ca, fechando atrás de si a porta à chave. De lã, avisou seu supe- rior na guarda, Este, do qutro la do do fio, presenciou a súbita in terrupção da chamada de seu infe- rior, Fora provocada pelos, ufonauy tas, os quais, por uma espécie de lança-chamas, haviam conseguido a brir a porta para em seguida le- var com eles o guarda, (figs« 3 e 5). (*) Fato curioso a assinalar em contexto com a gravação em videotei pe dos indícios deixados no chao pela equipe intervencionista extra- terrestre é que, aproximadamente 3 semanas antes: da chegada da e- quipe norte-americana de “TV” havia vindo outra equipe. engenheiros e industriais da cidade de Ribeirão Preto, e em Mirassol poucos dias após o episódio extraterrestre, Sem se fa- zerem anunciar previamente ao professor Ney, faziam este interrom- Diziam-se chegaram . . . Ed per seus afazeres de momento para ciceronear os ribeirao pretenses . . , . - aos locais do episodio onde fariam suas gravações. . . e Do mesmo modo como vieram, desapareceram, Nunca mais teve noti cia deles.

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Fazemos votos de que, futura- mente, seja em boletim e/ou em lã vro, em portugues ou outra Vin= gua, o leitor possa se informar 2.3 — Perigos à espreita 2 É que o caso envolve como tes temunha uma pessoa das mais tími- das e introvertidas, a qual, ao longo de sete anos, gozou da per- manente assistência do pesquisa- dor local professor Ney Matiel Pi res, asgessorado nessa tarefa por sua família. Sem tal assistência, mund ax. AS9 p-8/5% SBEDV — Bol. 168/173 com detalhes sobre o episódio. Ho Je, porém, achamos necessário a- qui chamar a atenção para dois as- pectos delicados d pesquisa de Mirassol. praticamente sem defesa própria, há muito tempo a testemunha teria sido anulada pelos ataques e armadilhas colocadas pela po lítica terrestre, permanen- temente hostil aos contatos de pessoas terrestres com entidades extraterrestres. - 2.4 — Diferentes afinidades terrestres pelos ufonautas Outro reparo nosse refere-se a alguns dos pesquisadores euro- peus, ocupados com o caso do fina do norte-americano George Adamski eo do suíço Eduard Meier. Estes dois últimos mantiveram contatos com extraterrestres de alto nível moral, que não seglestraram nin- guem, pelo respeito ao livre ar- bitrio das testemunhas. Assim, al guns dos pesquisadores europeus não querem ocupar-se de casos com sequestros ufológicos, os quais eles interpretam como meras far- sas cometidas por agentes da poli tica terrestre (13), ou pesquisas mal feitas. Naturalmente, tal procedimen- to e tão tolo como o dos ufólogos peclíticos contaminados pelo orgu- lho geo-egocêntrico, que não pode admitir como verídicas as adver- tências feitas por intermédio de tdamski, Meier, Tasca e Berlet or extraterrestres de alto pa- srão moral, com advertências ao materialista e imoral comportamen to da humanidade terrestres Fato é que o pesquisador im- parcial tem de assinalar tudo o que encontra e, assim diversas mo dalidades de ufonautas encontra- das. Se quiséssemos fazer comparação en tre ufôlogo e naturalista, seria absur- do o último querer estudar somente ani- mais caseiros e Uteis ao homem como car neiros, cabras, galinhas e gado vacum, não querendo se envolver com as cobras e os lagartos, também seres do reino da natureza e/ou de Deus. Talvez, por terem as forças terrestres afinidade com a aplica ção de meios violentos, os ufólo- gos políticos sintam-se especial- mente atraídos pela facção extra- terrestre que usa também da. vio- lência para a sua aproximação, ou seja, o seqliestro. Quem sabe, se- cretamente, alguns políticos, ca- muflados em ufologos esperam po- der entender-se eventualmente no futuro com estas raças extrater- restres de tendencias mais rudi- mentares.

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SBEDV — Bol, 168/173 2.5. — A dura realidade Que as advertências extrater- restres não são bem-vindas em nos sos meios de comunicação, onde não são aceitos, já nos disse Ga- ry Richman, cicerone da equipe a- mericana no Rio, ufologo e repres sentante no Brasil do semanário norte-americano”National Inquirer4 (9 E) Tivemos pessoalmente a confirma - çao da aversão da politica terres tre pelas advertências extrater- restres pois o contatado Antonio Neiso Tasca, em 1984 fora chamado por estação de televisao do Rio de Janeiro para a gravação de tal mensagem-advertencia extraterrena, comunicada a ele com a incumben- cia de difundi-la entre os terres tres. Entretanto, em 1986 tal ad- vertência, por veto do diretor desta TY, a gravação não foi ao ar aindas Ra d59,9-30/53 Ê compreensível que um país mate- rialmente potente, como é o caso das nossas hegemonias, possa fi- car tentado a influenciar politi camente nações vizinhas em “desen volvimento”, de maneira a não so fazer calar tais advertências - o fensivas ao seu orgulho - como também até atrair para sua esfera de influências e para seus servi- cos, diplomatas de outro país, quando aposentados (15 16). Desta maneira, não e de admirar que o censor político " “coadjuvan=- te”, invisível, como o Sru "di- retor-presidente de um órgão de comunicação de massas, tenha sido admitido como o único empresário da comitiva, consistindo-se o res to apenas de ministros, con- forme aconteceu na recente viagem do Presidente Sarney aos Estados Unidos (17). 2.6 — A tendência terrestre é de rapina e de guerra Hoje, parecem-nos bisonhos as nossas es- peranças do passado, antevendo otimisti- camente contatos com extraterrestres em níveis de escalões terrestres oficiais. Porque agora sentimos que os ulti- mos, na melhor das hipóteses, apenas usa riam o ingênuo e bisonho ofólogo como ariete e descuidista, para atracarem-se com os extraterrestres em armadilhas pre paradas com esta finalidade. É para apr sionar o ufonauta - cobiçado ! 'pratico de bordo"! para suas futuras viagens cósmi- cas - que os agentes políticos terres- tres simplesmente usariam o ufologista como ''cavalo de Tróia!!. .º ma - E ja estao os terraqueos pron tos a ensaiarem uma “guerra nas estrelas”, pois já dispõem de na- ves extraterrestres danificadas, mas reconstruldas e talvez já al- gumas dezenas de cópias feitas destas e em estágio operacional, conforme informações constantes de nosso Boletim (I4) e de noti- cias jornalísticas recentes (18). Entretanto, faltam aos terráqueos a ,prática de navegação interplane tárias e interestelar, so possi- vel aos terrestres se conseguirem o "prático de bordo” pelo aprisio namento de extraterrenos com prá- tica destas viagens. Dal acharmos ser bem possível que alguns servi ços secretos terrestres passagei- ramente procurem adular ufólogos simplistas locais e as respecti- vas testemunhas “contatadas”, pa- ra deixarem cair a mascara logo

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que consigam o aprisionamento do ser extraterrestre, E se for chegada a oportunida de de se localizar na terra nave extraterrestre com tripulantes, entao, ao nosso ver, seria imedia tamente mobilizada tropa terres- tre de choque, aereo-transporta- dora pela respectiva hegemonia, que, para si própria, avocaria a apreensão do disco voador, basea- da na pretensão de sua esfera de influência e, talvez ainda roncas se em nome da segurança de todo o globo terrestre. OBS.: Posteriormente, pela leitu- ra do jornal da Mufon (22), viram-se confirmadas as nos sas suspeitas. Material do governo sobre os UFOs recen temente liberado para o pú- blico cita as expressões "Moon Dust” (Poeira Lunar) e "Blue Fly” (Mosca Azul), aludindo a “projetos a se- rem executados pelo AFCIN, segundo o regulamento AFR- 200-2 (sobre UFOs), pelo FTD - Foreign Technology Division (departamento para estudar a tecnologia estran 2.7 — A teia armada pela política terrestre Felizmente, nós, no Brasil,ti vemos em 1974 provas concretas de alguma combinação a respeito dos OVNIs com a respectiva hegemonia estrangeira. Tal rado na época pelo general Moacir Uchoa, para isto nomeado plenipo- tenciário das Forças Armadas, do - Ministério do Exterior e Conselho de Segurança, preparando a vinda an nosso país do plenipotenciário norte->mericano Dr, Joseph Allen Hynek (astrônomo na vida priva- da), em 1975 (9 B). acerto foi prepa SBEDV — Bol. 168/173 geira) e pelo AFSC -— Airfor ce System Command (Comando do Sistema da Força Áerea), "com capacidade de se apode rar e/ou estudar instan- taneamente qualquer veículo espacial estrangeiro ater- rissado em qualquer | parte (do globo terrestre, provavelmen- te todo feito em entendimento com o Kremlin). Os ufólogos alertados pela leitura das entrelinhas dos jor- nais dos últimos anos já devem ter se apercebido de que contra os extraterrestres existam tais acertos entre as (9 F). £. Naturalmente, tambem estes acertos entre nossos a . superpotencias existem IT de- res sejam estes materiais ou es- pirituais. De maneira que, se for invadida a soberania de determina do país por uma das hegemonias terrestres numa tentativa de apre ensão de nave extraterrestre ater rissada em solo terrestre, a nação violada apenas a- presentará fraca nota de protesto e isto so pro- formas Acompanhado pelo subsecretário da Força Aérea de seu pa's, Hynek fez então diversos contatos com os nossos poderes Legislativo e Executivos Entretanto, voltando nossas vistas à atuação da equipe norte- americana de televisão interessa- da no caso de Mirasso!, antes de voltar para os Estados Unidos ela esteve em Brasília, à procura, co mo disse, conseguir a permissão do general Moacir Uchôa para pu- BRX-AS9 pessfor

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Vunc o ter. cemaprers blicar as célebres fotos do caso de Alexânia, que, em 31 de janei- ro de 1969, testemunharam (9 C) pictorialmente o contato ocorri- 2.8. — Campanha de intimidação? Mas, em 6/8/86, depois de sua volta de Brasília, encontramos Paul Shepherd,, da equipe da TY a- mericana, informando-nos que nada conseguira a respeito da foto. En tretanto, maior tornou-se o nosso desapontamento ao lermos, poste- riormente, Jornal de “Brasília (20), deixando entrever ter havi- do la acerto ufológico de fundo politico com a equipe norte-ameri, cana, ficando marcada uma bienal ufológica internacional para o a- no vindouro, 1987, e isto, em no- me da "Organização Internacional de Pesquisas Ufológicas” “ Nesta oportunidade, devemos lembrar que, anteriormente, em [983, realizou- se em Brasilia o Congresso Ufoló- gico Internacional, durante o qual, por dois .padrinhos - o gene ral Moacir Uchôa, autoridade na- cional e o Dr, Hynek, autoridade internacional - foi fundada esta "Organização Internacional de Pes quisas Ufológicas” (9 B). E tal organização foi rebatizada nos Estados linidos, em simpósio .da sociedade ufológica norte-america na Mufon (21), com a sigla WUA - "World UFO Association”, O ramo nacional desta sociedade interna- cional tem a sigla, ANUB - Associa ção Nacional de Ufólogos Brasilei ros. “rem sofrido) lavagens A34.399,p-42)6% do entre ser extraterrestre e o - . A. entao fazendeiro em Alexania, . £ . End Wilson Placido Gusmão. (19) 6) Pelo passado político dos pa- drinhos da WUA e da ANUB, não te- mos dúvida sobre o pano de fundo político que as controla. Mas, o conteúdo do recorte do Jornal que nos chegou de Brasília acabou por praticamente confirmá-lo, pelas palavras colocadas na boca da e- quipe norte-americana, dizendo que: as autoridades dos Estados Unidos “procuram abafar tudo quan to diga respeito ao aparecimento de objetos não-identificados, fa- zendo (ainda) ameaças, prisões e atê mesmo matando pessoas (..=)". Agora, estas palavras de terror e de intimidação foram impunemente externadas em centro político, pon to nevrálgico do País, onde se si tua também a respectiva embaixada dos próprios Estados Unidos. No encontro, foram ainda citadas or- ganizações como CODEPLAN, GDF, DETUR, CENEU e a propria ANUB, tendo a equipe «norte-americana oferecido "assistência a todos, inclusive (a) portadores de dis- túrbios mentais em virtude de (te cere- brais”..« Externadas estas ambi- guas palavras, elas nos dao mais apenas a impressao de terem sido usadas como ameaças veladas aos u fólogos civis brasi- leiros. (*) Primeiramente havíamos ficado todos esperançosos. Todavia, em Con- gresso ufologico, o próprio general, anunciou que os negativos des sas fotos tinham sido comercializados ("contra a sua vontade”) pa- ra fora do país. E, pelo fazendeiro, soubemos que as ampliações das fotos que possuía lhe haviam sido tomadas...

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2.9. — Uma oportunidade perdida? Tomara que nossas suspeitas e receios continuem infundadas e que a equipe de televisão norte-a mericana chegue realmente a mos- trar suas gravações sobre a Miras sol brasileira ao grande público norte-americano, "de costa a cos- ta”, para que o atualizado livro de Mr. Wendelle C. Stevens alcan- ce a vendagem e difusão que mere- ce, Pois a questão & grave e, con 2.10. — "Ser ou não ser” — uma nação altiva No mundo inteiro, encobertos pelas leis de segurança, grupos terrestres, restritos mas de imen so poder econômico e cobiça, com fins às vezes inconfessávei d têm escondido do povo os seus alvos, como aconteceu na indústria nu- clear, seja ela para a paz ou a guerra, como aconteceu com o go- verno Nixon no celebre caso de Watergate, como aconteceu nos pa- ptis do Pentágono relativos ã guerra suja de dez anos no Vietnam e como esta acontecendo, no pre- sente, com referencia à guerra de desinformações e sigilo sobre a vinda de forças extraterrestres a Terra, já demorando até agora uns 30 anos. ARA. asp df s+ SBEDV — Bol. 168/173 forme dizia o falecido e corajoso norte-americano, professor de FT- sica Atmosférica, James McDonald, "o problema UFO-extraterrestre e o maior de todos os tempos desta nossa civilização atual (9 D). não sabendo ou não querendo re- a . solve-lo dignamente, acre- ditamos esta nossa civili- me e º Ed , zação, como ai esta, não sobrevi- . veral” Constituinte manipulação e Sera que a nova a . . não vai considerar a insana das noticias pela política, tambem em referência às pesquisas sobre os extraterrestres, levando nisso a tiracolo os órgãos e meios de comunicação com as mas- sas? Os regimes democratas, Jac- tando-se de darem liberdade, não deveriam imitar tão infame recur- so dos regimes chamados totalitá- rios. Sera que nenhum dos candida tos à Assembléia Constituinte se apercebeu dessa manipulação de opiniao, denunciada alias recente mente pela imprensa norte-ameriça na. (Leia-se a respeito “Comenta- rios da SBEDV” no final lo 4). do capitu Ce) Pelo uso de drogas e/ou alcool pessoas de bom discernimento mas de más ações procuram mitigar sua auto-crítica ao nível de sua subconsciência, Outros, todavia, nao dando-se conta desta sua auto-agressão podem sofrer em consequência especie de bloqueio da glandula cerebral da hipófise, controladora como se pensa do sistêma imunológico de defêsa do organismo que, normalmente captura e destroe celulas malignas degeneradas, assim que surgirem na circulação, Com a hipófise comprometida, estas células malignas poderiam circular livre- mente, dando assim início ao cancer e, auto-destruição do corpo, veículo da alma. * *

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CC INI AU Uia Qon— 1 . SBEDV — Bol. 168/173 > Amoomwm> Ea) o BIBLIOGRAFIA Bol. da SBEDV - nº 4 - págs. 2-4 Bol. da SBEDV - nº 26/27 - págs. 2-9. Bol, da SBEDV — nº 90/93 - págs. 5-27. Bol. da SBEDV - nº 62/65 - pags. 36-40. Bol. da SBEDVY - nº 62/65 - pags. 40-45. Bol, da SBEDV - nº 51/53 - pags. 3-II« Bol. da SBEDVY - nº 48/50 - pags. 3-7. Bol. da SBEDV - nº 94/58 - págs. 7-23. Bol. da SBEDV - nº 81/84 - pags. 234-237. Bol. da SBEDV - nº 132/135 - pags. 46-68. Berlet,Artur - "Os Discos Voadores - da lltopia à realidade” - pag. [23 - Edit. Grafica, Av. 7 de Setembro, nº 1737 - Sa- randi - (RS). idem, idem, pag. 90 - Ed, SBEDV - Rio - 1967 (presente nas bibliotecas). Pereira,Guilherme e Buhler,Walter K. - “O Livro Branco dos Discos Voadores” - page. 248 - Ed. “Vozes” - por reembolso - Caixa Postal nº 90 023, Petrópolis (25.600) - RJ - Brasil. idem, idem, page 153-155. idem, idem, pag. 151-153. idem, idem, page 152 (rodapé). idem, idem, pãg. 138. idem, idem, pag. 149, idem, idem, pag. 149, 150. Pereira Guilherme, Buhler, Walter e Ney Matiel Pires - UFO - Photo - Archives, 1986 = (Arcturus Book Service P,0. Box 2213, Scotia, NY |2 302 U.S.A. - pag. 415 - US$ 16.95, Stevens e Dong - "LFOs over Modern China” - 1986 - pag. 336. Stevens e Carl van Vlierden - “UFO Contact from Kol das” - pág. 318, - UFO Photo Archives - P.O, Box 17206, Tucson, Ari zona - 85710, Stevens e Denaerd - “LIFO Contact from planet larga” - 1982 - pag. 365 - USÊ 15.95. Stevens e Hermann - UFO Contact from Reticulum” - [981 - paga 416 - US$ 16.954 Stevens e Sanchez - “UFO Contact from Undersea” - 1982 - págs 192 - US$ 14,95. Hickson e Mendez - "UFO Contact at Pascagoulo - 1983 - pág. 274 - US$ 14.95. "yFO Contact from the Pleiades” - Stevens - 1982 - pag. 254, US$ 17.95. Bol, da SBEDV nº 162/167 - page 22-27, Diário da Região - Mirassol (SP) - págs. 24 a 30 - Julho / 1986. UFO Contact - IGAP Journal - June, 1955 - pag. 20 - “",««here we face once more a phenomenas as of psychic origin (sic)aua” Bol. da SBEDV nº 162/167 - pag. 49-50. JB - Rio de Janeiro, 26/8/86 - Col. do Zózimo, "Nunca Mais”. JB - Rio de Janeiro, 25/9/86 - Col. do Zózimo, “Uma Vida”. JB - Rio de Janeiro, 27/8/86 - Coluna do Castello, "0 encon-

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10 “ARX.a59,p.15/5% SBEDV — Bol. 168/173 tro de Sarney e Reagan”. J8 - Rio de Janeiro, 23/8/86 - "EUA mantem caças ("invisi- veis”) escondidas” - (em Nevada). Notícia a respeito de super secreto modelo que em II de julho de 1986 caiu perto de Bakersfield - Califórnia (seg. Wash. Post). Bol. da SBEDV nº 69/70 - pags. 102-1 10. Correio Brasiliense - DF - 3/8/86, cidade - Ufologia quer fu- rar o silêncio oficial. MUFON SYMPOSIUM PROCEEDINGS - Massachusetts Institute of Technology, pág. 14-19. MUFON - UFO - Journal nº 221, set. 1986, págs. 6-7.

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qe eee SBEDV - Bol. 168/173 Mad53, pdofsr E 3 — UFONAUTAS: UM BENEFÍCIO OU UM PERIGO? PARTE III (*) (*) As Partes | e II foram publicadas nos Bois. da SBEDV nº 158/16, em dez, 1984 pãgs. 78-83, e nº 162/167, dez. 1985, pags. 43-574 3.1. — Recapitulação da matéria anterior Vamos relembrar com poucas pa lavras a materia das Partes: | e |l, já publicadas Nela, foi realçada, de um lado, a evolução vertiginosa da tecnologia terrestre, a qual, de outro lado, desprovida de freio moral, ameaça não só a existência da própria natureza - que garanti- ria a nossa subsistência huma- na (**) - mas ameaçaria extinguir, de vez e subitamente, a totalidade da civilização terrestre, se não a propria vida deste planetas 0BS: Segundo jornal bissemanal suiço (|), em caso de haver suspeita de ter-se realizado o lançamento de uma ogiva nu clear contra determinada he- gemonia, esta disporia de a- penas 6 a 8 minutos para fa- zer as averiguações necessa- rias e tomar, então, decisão a respeito, se deve ou não revidar, iniciando-se assim a destruição — imedida da nos- sa civilização terrestres Naturalmente, a responsabili- dade deste desatino cabe princi- palmente aos nossos | íderes, a maioria de raça branca, pertencen tes a nações que se . intitulam de cristãs, mas isto so pteorica- mente pois na prática, não exer- “(**) Nos Apendices | e Il, no final do artigo, acham-se reunidas algu- mas manchetes de jornais dando notícia distos

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12 cem a alta moral oferecida por a- . qm quela religiaos Também, durante estes últimos anos, quando estã se tornando ca- da vez maior o hiato entre a mo- ral e a evolução tecnológica, por intermédio das testemunhas “de seus contatos terrestres no mundo inteiro, as forças extra- terrenas têm feito advertências sobre a calamidade e o perigo de tal estado de coisas em nosso planetas Aqui no Brasil, dessas admoestações extraterrestres de- ram-nos conta Hélio Agular, Frei- tas Guimaraes, Berlet e Tasca, fora Adamski, nos Estados tnidos, e Eduard Meier, na Suíças Mas, que houve em Fatima, Portugal? , e De outro lado, boletim ufolo- gico anglo-norte-americano recen- temente editado (2) pretende e alega serem difíceis as interpre- tações de tais advertênciass 0 mesmo >Doletim intenta ainda cul- , , fe: par a comunidade cientifica por o governo nao ter tido a oportunida de de estudar com objetividade a realidade do problema extrater= restre, o que teria sabotado as ARX. a59,p. 4/53 SSEUV — Bol, 168/173 pesquisas governamentais neste sentidos Mas a ação do finado professor Hynek demonstra exatamen te o inverso, ou seja, a inter- ferência governamental torpe- deando tal estudo público do as- sunto extraterrestre, despistan- do-o ainda como se “não-existen- te”, OBS.: Je( Joseph) Allen Hynek mor- reu aos 75 anos de idade em Scottsdale, Arizona, USA(Ti, me Me, | de maio, 1986)u E- ra filho de pais tchecoss (3) Formou-se em 193] pela Universidade de Chicago(Chi cago Boys) e, com o astrôno, mo Fred Whipple, preparou a tecnologia para futuro acom panhamento da órbita de sa- telites, quando teve o des- prazer de saber,em 41/1957, do lançamento do Sputnik russo, Voltou à Universida- de Northwestern em 1960, Chicagos Suas atividades no campo político foram assinaladas no "Livro Branco dos Discos Voadores” (4, 4-A)u sbstrução do Problema extraterrestre? Aliás, foi o professor de FÍ- sica Atmosférica James McDonald o primeiro a denunciar vigorosgmen- te a interferência da política na questão extraterrestre, seja no projeto universitário Condon, seja no Projeto Blue Book, da For ça Acreà (4-B), E o professor, sendo hostllizado em seguida pelo governo, acabou com sua vida, pe- lo suicídio, em 1971 (4-C). Entre tanto, tal qual sombra vingadora desta morte, uma human dade soler te, que falhou em não ouvir e cor responder ao sacrifício de McDonald, hoje, I5 anos depois, assiste a deterioração seria não só do solo mas da própria física atmosférica do globo terrestre, o . ' a . tao necessaria a sobrevivencia da vida humana, especialmente - a camada de ozonas Ainda estao + +, ma sendo esperadas modificações cli- º . . maticas radicais, a acontecerem dentro de uma dezena de anos (5 6)» E tudo em virtude das agres- sões do próprio | homem à natureza e da não obseryância das adver- tências extraterrestres feitas aos líderes do nosso planetas (7) 0BS,t Em junho de 1984, sob a di- “reção de Augusto César Va- nnucci, no programa "Per- A cepção” , no Teatro Fenixr, a TY Globo fez bela gravação da advertência extraterres-

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SBEDV — Bol. 168/173 o . ” tre feita ha poucos anos em Chapecó (SC) à testenum nha Antônio Nelso Tascês Para esta gravação, a TV Globo chamou Tasca, naquela ocasião na Sahia, especial- mente para participar do programas Entretanto, a di- vulgação para o telespecia- dor, conforme o declarado na ocasico, dependeria da alla direçao, do proprietá- ARk. 269, Ye na “ma rio da TV Slobo, Roberto Ma- rinhoE, ate hoje, o progra ma não foi ao are Alias, o representante brasileiro do jornal bissemanal nor- te-americano National Inquirer, Gary Richman, asseverou-nos que ne- nhum jornal dos Estados Unidos que se pre- zasse publicaris advertência extraterrestres 3.3. — O que têm de haver ações humanas com acontecimentos telúricos e cósmicos? E a natureza, violentada pe- las insensatas e egoísticas ações deflagradas contra ela, conforme expresso pelos cabeçalhos jorna- listicos nos apêndices | e II no final deste artigo, demonstra ela também a sua propria dor, traduzi da pelos movimentos em forma de terremotos cada vez mais frequen tes na crosta planetária e pela retomada de atividades dos vul- cões, segundo o assinalado no A- pêndice Itu E os extraterrestres, desde- nhados pelos governos, dirigem-se agora abertamente aos cidadãos nas suas abordagens, o que o professor Hulvio Brant AlJeixo nos faz saber “pela maneira súbi- ta e sorrateira de aproximarem- se” eles “de transeuntes isolados em noites escuras” (8), Além disso, o aumento do nume ro de pessoas seguestradas pelos ufonautas parece-nos recurso de natureza tal a facilitar finalmen te penetrar o ouvido das autorida des terrestres Agora, com respeito a previ- são profetica do sensitivo Edgar Cayce para o "fim dos tempos” citada pelo nosso ufólogo minei- ro, Brant Aleixo, com relação ao "aparecimento cada vez maior de bo las de fogo e sinais estranhos nos céus terrestres no final do milênio” e de que talvez " "já este Jjamos em plena era apocalípticas sem disso termos dado conta” (9 arrisceríamos ainda o comentário de que alguns de nossos mal fadados lideres, arrependidos, possam interpretar tais “sinais nos ceus” como o seu "Menetekel” ("Ma ne, Tekel, Fares”), isto e, o pro ximo término do seu reinado na Terras Os ufologistas que tudo fize- ram em prol do conhecimento do problema extraterrestre junto aos seus concidadãos e autori dades, daqui em diante com apocalípticos acontecimentos a se desenrolarem no cenã- rio terraqueo, os ufologos a . em paz com a sua consciencia, mas como plateia do * “circus maxi- mus” terrestre, tá estarao, expos tos aos respingos, en- quanto os extraterrenos continuarão supervislonando tum do, alojados em mais segu rança em suas naves cósmi case e) Barbosa Lima Sobrinho diz (Bol, da ABT-Rio, março/abril 1986, "ABI Na História”) “,,a missão do (verdadeiro) jornalista é hoje particularmente perigosa, porque... (a) crítica, ..ê mal vista...diante do autoritarismo tradicional em nosso pais, que vê a crítica como sacrilégio ou como subversão...”

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14 . 44. — Bibliografia (ilota: A Bibliografia é seguida por três apendices) 4 A 48 4C "Das wesentliche im Zeitgeschehen” (nº 6, junho, 1986, bissema- nário - Schaffhausen - Suiça). P me qem gs o ARX- à59,p 3/5 ao SBEDV — Bol. 168/173 "The Alexandria Foundation” - High Burton - Masham - Ripon - Ns Yorkshire, HG4 48S - Inglaterra; e 136 Bennett Creek Road 8 UD Clark Heute - Powell - Wyoming - 83435 USA. "The New York Times”, I2 de maio, 1936, "Livro - por idem, idem, idem, Branco dos Discos Voadores”, Ed. Vozes, Petrópal is,1985. reembolso - Caixa Postal n£ 90023 - CEP 25 600. idem - page 138-143 e 151-157. idem - page 136-137. idem - page 138-1404 "Das Wesentliche im Zeitgeschehen”, nº 8, agosto, 1986. "Der Spiegel” - revista alema - 1] de agosto de 1986 - nº 33 - 1986 -. ps 122-134 - "Das Weltklima ger4t aus den Fugen”, Bol. da SBEDV nº 158/16] e nº 63,644 Bol. da SSEDV nº 162/168 - pag. 45. Estado de Minas - Belo Horizonte, 23/5/86 - "Aparição de OVNIs ” . nao surpreende ufologista”. 26. — 3.7. — Três Apêndices | 3.6. — APÊNDICE | Sobre perigos pela contaminação por substâncias da indústria nuclear, * Radioatividade encontrada no leite não preocupa USP"-JB - 30/10/86 "Pesquisedora desaconselha consumo de leite irlandês” e JB - 5/11/86

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ARX- asa, p: do/5% SBE0V — Boi. 1608/173 "Rio é candidato para receber lixo atômico"- JB - 18/10/86, "Como aproveitar a usina (em Angra)” - Flávio Rangel - JB - 17/10/86. "Pode ser mas, mais precipitado e alarmista foi a forma como Angra | foi construídas sem consultas (antes, durante e depols) à comunidade - JB - Informa” - 15/10/86 "Ação popular pede fim de obra em Angra 2 e 3” - JB = 14/10/86, "Nem Angraxima, nem Hiroximbo” - JB - 05/10/86, caderno Bu "ielte contaminado” de 1.600 a 90 bequereis por kg ds leite em pó adm, tido para uso” - JB - 10/10/86, "Radioativi dade” - cruzador e 2 navios mercantes russos continuam na area onde antes (domingo) afundou submarino nuclear russo da classe Yankee, com 15 mísseis 88-N-6 de alcance médio. (JB - 10/10/86). "População entra em pânico com notfola de vazamento em Angra” = JB 10/10/86, "Mais perto de Chernobyl” - JB - [2/10/86, "Nuclear não” = A usina nuclear Zwantendorf a 40 km de Viena, Áustria, será desmantelada e vendidas (JB - 3/10/86), "Chernobyl1 radiação superou a das bombas” deixando radiação residual em torno de 29 km da usina durante mais, de I00 anos, ultrapassando em dobro a durabilidade de 50 anos do sarcófago de cimento armado em tor no do reator explodido” (JB 24/09/86). "Omissão inglesa após Chernobyl condena crianças a ter cancer” - milha res de mães inglesas alimentarem seua filhos com leite contaminado | de Cherroby| aumentando em 40% a incidência de cancer no norte inglês. Cálculos de casos adicionals de cancer na região européia da Russia variam entre 5.000 a 500.000, (JN - 23/9/86) "Nuclear" - a usina inglêsa de Hinkley Point, em Sommerset esteve per- to de acidente nuclear feito em Chernobyl.«e mantido em segredo” acess (JB 5/9/86) o)

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ARA: 59 sp «d4/6 NS ,, dao MR 18r "Leite contaminado” - o governo filipino ordenou a destruição de todo o leite importado da Holanda - (JB 6/9/86). "China só agore revela acidente nuclear de 1969” (JB 8/8/86). “ “Radiação pode ter causado morte no IEN (Instituto de Engenharia Nu- clear (3831/5486) SL e Sasimeie casados adia tetrego eb ibn 3 as “Eeaa BIRe ela, acidente” ina quclear d Gattenon, em Meta URSS ar REU Sea ro! E dade eita tios 92. do Elma idio do k Kieve ! - (8 24/8/86). . . . a E ungnA emos umsoT vu SoT nte nei Bros obis db begroaeço cs tram quim te abro + « mode feno vol t o daito go n TE repasdgesai ode Lodo Claragias “Rhssia, "e 54 m e Chernobyl sm . altos Índices de radioatividade durante meses ou "anos (38 [5/6/86): u e GENQIN Ji Lo SE Liga nho mo ade is al atra ae biugor orsÃO Acidente em usina custa caro nos ÉU - a exploseo na usina e pro- cessamento de urânio Kerr-McSee em 4 de janeiro de 85 em Stingler, Oklahoma - | «o prio p tOQ dFóbEm Kb sp Fla Hi Zadus (O Bl oba, DSAG/S6 a mit "URES Pery ato quo Icont ami nação ide: Bherhobyt si! ataid oige: ifntérso Him)” (JB - 5/6/86) ITENS Mo Caem uia cbh) "Rin 1 Sri idetoex tm ereto da astrosemiohu des inadi da ti vii dada (O E Poba.bliAG/96 il” vegnlo +b osewn ano lou unir amadas pobeuto Copntmal do re ie algsma 6 ne 4 . é Me . ns lo sb sicff-co sedan e Dom agua "Radiação que vel male ou og em bis mots y 1 foi” so % da “carga “do reator” do total de | bi lhão de curies) 20. 000 pessoas tiveram de sair de, 55 lo- dd] idades AB 6Y GB 6)laro mn xe. vob otortoa mos estica ano cadete teto aro Taeq ve A "0 Povo já pensa em Angra como em Chernoby nr. Z "(0 Globo 15/6/86). GENRE Bio MPesosrisnD sb e ras sr isMS "Ministro alemão defende o fim das usinas nucleares até 1990”. (JB 10/67 Ba)A vbnoaiV ob mA Gb w TaobnsincwS ces loun menica À — oia ea Psi (OBNOINE — SL) cobiboos cs ese do besenierado etue "Depósito ilegal de lixo nuclear provoca contaminação, na Chinar (JB 2 Bor ob pn ibus obnvriob “evdnod enbou vonoue aroeira sodomia” mo obnneeogund fu quan 900 9b 2 tem o toprubo unteu eb má Do bote do my quim: baomio qk ESTA Ê Gs t brobiti ué vo etçdob “Oo rAa RE inSEo Post? Vu Sept Ny e ie a gept tal, :N lug: fese é de, Payis- Besse, Ohio, em junho do ano ante tor a à beira de RS (JB 25/5/85)« o a eilim — “yoanso dos m angnnico pnobnod PedortodS sou rea danto seia tag tar ima, inga siolLmop zodfibosnar ue asi Po crrtgio Pogid Caran vob quam mata ê 0 SkPu r cidade para alojar Vos bob: removidos de Kiev coa tIB SE VRR , “son on tivarin ab nio) NisáT DOSE too Gbett Dafonmero 4 abaraRo 2 o b nigeu b nisgorus onipor sa donsno ob atadeloiba corr Sb rula to) CosNONED O HED ADO DÕE 6 DODLO adam mm js "Nuvem radioativa chega à costa oete dos ELA” (Est, de SP - 15/5/86). , Ao, . . -noq svotes tognamuol mo gtadoto ca bdaioab gontonto pero Meco forudhO esese“Qbonçoe my obitanm cssbydontaiO mo odiaT tro Pontos Saobisr obra torene ao

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ak: d59,9, 29/5% SBEDV — Bol. 168/173 17 "Nuvem de radioatividade alcança o Japão” (0 Globo 5/5/86). "Chernoby| deixa 100.000 russos sob controle medico permanente” (JB 17/5/86)« "Chernobyl pode-se repetir em usinas nucleares americanas” (JB 20/5/86) ” Em I4 países ocidentais - 15] acidentes nucleares significativos - não foram divulgados” (Est. de SP - SP - 4/5/86). "London divulga acidente em Central um mes depois” (uma explosão em Dungeness, Kent, em 31 de maio) (0 Globo - 5/5/86)« "França quase teve acidente nuclear em 84” (JB 21/5/35). "Acidente na usina Angra | contamina dois técnicos (JB 11/4/86). "Radicatividade britânica” contaminação direta de operário em Ca- pehurst, reator de combustíveis n cleares (3.B. - 5/3/86) "Marinha dos EIA teve 200 acidentes atômicos” (JB 17/1/86). "Acidente nuclear nos EUA mata um e fere dezenas” (JB 6/11/86). "Sobrecarga causa explosão em fábric: nuclear de Oklahoma” (JB 7/1/86)

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ARX.AS9,P-33/54 18 DDELV — DOI, 100/44 3.6. — APÊNDICE Il a . Interferencia desastrosa do homem na natureza “Cancerígeno” - 38-25/10/86 "..o hormônio s intático DES considerado um rente forte agente canterígeno.e” * ZUA querem proteger a camada de ozônio” - 35 - 6/11/86 * Clima pode mudar até o ano 2030” - J3 - 11/11/86 "Processo químico pode ser causa do buraco de ozônio” - JB, Rio, evsen 20/01/1985. "Operário de Ermírio pode ter morrido de ingestão de cádmio” (JB - Rio - 21/10/86). "Hormônio para engordar gado cria impasse” - JB 18/10/86. e rMédico denuncia pressao pior que na ditadura e deixa DRT (Divisão de Medicina do Trabalho) - J3 - 15/10/85. "Destruição das florestas tropicais” - JB - 5/10/86, "Indústria ainda polui Sepetiba lançando na bala cádmio e zinco” (JB mr 15/10/86). "liso de veneno alcança níveis lastimáveis” - O Globo 12/10/86. " EUA proíbem agrotóxico que 3rasil usa e que causa defeito em feto” (J3 - 9/10/35). Agressão pelo homem aos campos e natureza “yeneno. no rio"- JB - 9/11/86 - "...(uma) onda carrega cerca de 1 mil toneladas ds substâncias parcialmente tóxicas - como mercúrio de disulfoton seseNo rio Ahenoçe” o “queimada deixa rastro de morte no Mato Grosso"-JB- 20/10/86 "Desfolhante do Vietnam causa drama familiar” (JB 24/9/86). "Resíduos tóxicos ameaçam população de São Vicente” (0 Globo 15/9/36). "Agrotóxico no Sul afeta crianças” (J3 9/9/86). "Devastação” - mais de I0% do território de Rondônia já perderam sua cobertura vegetal (J3 4/38/86). "Mercúrio contamina rios .do Pantanal” (JB 5/4/36). "agrotóxico pode ser causa de anencefalia de Minas” (J3 10/3/86). "Satélites detectam na Amazônia maiores fogueiras da história” - de a- té 65 km quadrados (JB 6/2/86)« "Proximidade de produtos químicos ameaçam comunidade” (JB 2/2/36). "Amazônia: gas carbônico & da poluição industrial” (0 Globo 7/2/85). "Yorgiftungen ne. Todesfalle durch Pestizide in der dritten Velt” ( Frankf. Allgem. Ztge = 27/11/85).

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SBEUV — DUL IvOrtro ARX. 259,9. d/5% 19 3.7, — APÊNDICE II (A começar pelas manchetes mais recentes) "abalos no Rio Grande do Norte passaram de 3 mil" - 38 - 5/11/86 "..no período de 21 de agosto a 9 de outubro.” º . "Terra Treme em El Salvador e ha risco de novos terremotos” - JB 16/10/86. “Terremoto” - E] Salvador já enterrou | mil vítimas - JB - 15/10/86, "Terremoto já matou 890 em EI Salvador” - JB - 14/10/86, "Mundo socorre vítimas de São Salvador destruída” - O Globo - 12/10/85. “Terremoto pode ter matado milhares” - JB - 12/10/86. “Terremoto em El Salvador pode ter matado centenas” - JB - 11/10/86. "Terpemoto” (JB - 20/9/86, 21/9/86)« Alusivo ao documento, |2 meses atras com 600 mil desabrigados e IO mil mortoss= "Novo Terremoto” (JB - 16/9/86) de 5,6 graus Richter em Kalamate - Gre cias "A Terra treme” (JB - 7/9/86) em São Câmara (RN, Brasil) mais de 100 tremores em um mess "Impressões de Viagem” (Zózimo - JB - 13/9/86) alusivo ao terremoto na Rumania "Grupo de resgate tira de escombros 31 vítimas de terremoto de 6,2 Richter na Grecia (Kalamate)” com I7 mortos, 100 desaparecidos e 300 feridos, imóveis destruídos em 80% (JB - 15/9/86)« "Terra volta a tremer no nordeste (J.B, 4/9/86)« "Minas detectou tremor no Rio Grande do Norte” (JB - 23/8/86). "Terra treme outra vez em São Câmara (JB - 22/8/86)« "çgãs vulcânico mata | mil e 200 africanos” (JB - 26/8/86). "Terremoto abala Sul da Califórnia e danifica rodovia” (0 Globo 9/7/86) « "Terremoto na Califórnia mata e fere |4” (JB - 15/7/86). : o Ps e. “Terremotos” - dois abalos atingiram a California e a provincia Fars, ao Sul do Iran. (JB - 14/7/86)s

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20 SBEDV — Bol. 168/173 ARK. doa, Ê 5/5 "Vulcão da Colômbia entra em erupção” (0 Globo - 30/7/36)« "Terremoto atinge Leste da Venezuela” (0 Globo - 12/56/86). "Terremotos abalam Tóquio e Mova Guiné” (O Globo - 25/6/86). "Terremoto na Turquia mata 8 e fere 40” (JB - 6/5/86). "México sofre 3º terremoto em uma semana” (JB - 7/5/86). "Terremoto em Cuzco (Perú) mata 8 e abala ruínas” (JB - 7/4/86)« "Vulcão faz parar cidade no Alaska” (0 Globo - 30/3/86). eyulcão colombiano" - 39 - 14/6/86 - “"..foram retiradas das áreas próximas ao vulão Nevado del Ruiz 7 mil pesso,See porque há perigo de nova erupção.e(e) a 13 de no- vembro do ano passado, uma erupção soterrou a cidade de Armero, matando cerca de 23 mil pessnas.. Nos Últimos dias, o vulcão lançou 5 mil 200 toneladas de cinzas e gases e estão sendo registrados pequenos abalos sísmicos, o que pode indicar uma erupção iminente.,ee”

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S5EUV — Bol. 168/1735 ARN-ASS 5.54 o 4 — MACRO — EFEITOS DA MICRO-ONDA DE 1986 41. — Introdução À primeira vista parece inve- rossímil que uma onda relativa- mente pequena de sobrevõos do país por discos voadores, também chamados OVNIs ou UFOs, tenha cau sado tanta celeuma em nossos mei- os de comunicação, como o rádio, a TV e os jornais, quando, nem de longe, ela chegou a meia dúzia de outras endas havidas no Brasil no passado, como, por exemplo, a de novembro de 1957 a dezembro de 1958, com 149 casos, com duração de I4 meses, (32 A) onda que ain- da distinguiu-se pela aterrissa - gem de aiguns dos Discos, se avistado ou feito contato em alguns raros casos com seus tripu lantes. Mas a maior parte do Povo não pesquisa, não possui memória e as sim não forma opinião, Sua opi- nião oportunista é formada pelos meios de comunicação, de seu lado dependendo do ponto de vista polí tico de seus financiadores. O que distinguiu a onda de so brevõos de máquinas extraterres- tres ne noite de I9 de maio de 1986, iniciando-se com as vinte tendo-. luzes em forma de bolas de pingue -pongue, avistadas às 2lh 30 min pela tripulação e os passageiros de avião da Emaer, (4 A) foi que ela “saturou” os “ecrans” dos ra- dares de vigilância do país. Is- to, por sua vez, fez acionar es- quadrilhas de aviões de caça, em perseguição a essas esquivas ma- quinas voadoras. Todavia, em sur- dina, tudo isto já havia aconteci do antes no Brasil no passado, por diversas vezes, Mas nunca em seguida foi parafraseado por en- trevista ministerial da Aeronau- tica, dada na capital do país à imprensa reunida, como, no caso presente, ocorreu em Brasília, em 21 de maio de 1986. E foi isto que, à bisonha imprensa, causou o maior impacto, pois, ate então, das autoridades ela só havia ouvi do escárnio, ridículo e dúvi da com respeito à existencia de tais máquinas. Aliás, também no caso presente, para resguardar comprom misso com as hegemonias, so se ad mitiu tratarem-se elas de " "enigma ticas luzes”, que pareciam ilu- dir, veloz e inteligentemente, os caças perseguidores. (Veja fig

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22 nº 1). Naturalmente, pronunciamento tão inovador sobre matéria tida como “controvertida” tinha de con tar com o aval do Presidente da República, (5 B) E de fato, na terça-feira, dia 21/5/86, em des- pacho no Palácio do Planalto, es- te deu o sinal verde para isto, porquanto, ja na noite anterior, durante o jantar oferecido no Ita marati a Napoleon Duarte, (4 A) Presidente de São Salvador, ele já havia sido notificado sobre os acontecimentos ocorridos na véspe ra, dia 19/5/86, Sem sombra de dúvida, o anun- ciamento repentino, incentivo de nossa altivez, foi contrário às combinações secretas anteriores que deviam existir: guardar sigi- lo sobre a matéria OVNI, segura- mente a pedido feito por uma ou ambas, as hegemonias , terrestres (leia também a pag. 5 6 6). Serra do Cipó - MG (maio 27) Maringá - PR (maio 21, 22) Blumenau - SC (maio 22, 24) Florianópolis - SC (maio 24) Macaparana - PE (maio 27) Londrina - PR (maio 27) Ainda devera ser ressaltada a independência das forças cós- micas das leis terrestres, assim não atendo-se às nossas fronteiras políticas, na presente 22, 23, ARA. 459 e: us SBEDV — Bol. 168/173 Aliás, estritamente, os acon- tecimentos da noite de 19/5/86 iniciaram-se hora e meia antes, às |9 horas, de modo prosaico, no Rio de Janeiro (4 A), no apar= tamento de uma estilista de mo- das, Sônia Grumbach, na Barra da Tijuca, no condomínio Nova Ipane- ma. De lã, durante uns 15 minu- tos, ,a estilista pode acompanhar no ceu evoluções e movimentos de incrível velocidade "duma luz branca, por vezes de tonalidade azulada, que“dava saltos” e de- pois desapareceu no horizonte”. Se computarmos o avistamento pela Sônia Grumbach com um ecoa vistamento de esquadrilhas de OVNIs sobre a Serra do Mar, Goiás e São Paulo como outro episódio, para perfazer o total de vinte,os 18 restantes estariam distribui- dos topografica e cronologicamen= te da maneira seguinte: São Paulo - SP (maio 27) Brasília - DF - (maio, 29, junho 2) Passa Tempo - MG (junho 5) Curitiba - PR (junho 3, 4) Montes Claros - MG (junho 4) Belem - PA (Junho 4) onda de 1986 também tícias de aparecimento dos OVNIs afora do Brasil, como na Argentina (1 A, IO A) e Euro- pa (1, 2). houve no-

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SBEDV — Bol. 168/173 4.2. — A celeuma da noite de 19 de maio de 1986 Ate ao resto do globo terres- tre chegaram notícias de sobrevõo do Brasil por discos voadores, con forme a legenda “LFOs Foram Persé guidos no Brasil” (3), com o sub- título "Enigmáticos objetos aé- reos mantém a FAB em SUSpense. sas Um dos jornais nacionais (4) (Diário da Tarde - Belo Horizon- te, 22/5/86 - "Ozires, da Em- braer, avistou 3 OVNIs”) expres- sou com às seguintes palavras o . . A início desta onda de sobrevoos: " São Jose dos Campos - Algumas ho ras depois (segunda-feira, dia 19/5/86) de receber do Presidente da República a missão de cuidar dos interesses da Petrobrás na terra e no mar (na volta, às 21 horas), o coronel Ozires Silva ainda foi encarregado de outra missão quase immossível, que cum- priu com razoável desenvoltura e aguda curiosidade: a dois mil me- tros de altura, pilotando um Xin- gu (prefixo PT-MBZ), perseguiu, durante 30 minutos, tres Objetos Voadores Não-Identificados(OVNI); tentou chegar perto deles mas não conseguiu, porque eles mudavam de posição rapidamente («s«) (*) o co-piloto da aeronave, Alcir Pe- reira da Silva, que trabalha na Embraer hã seis anos, estava em contato com a torre de controle do aeroporto local e, quando ini- ciava a operação de pouso e já ha via descido do nível de seis mil para dois mil metros de altura |, foi avisado de que bem na sua ro- ta estavam, em formação, tres ob- jetos não-identificados (es) (e) os três objetos apareciam nítidos e claros nas telas dos radares do Cindacta (Centro Integrado de De- fesa Aérea e Controle do Trafego ARX. à59,p fa 23 Aéreo) no Rio e em Brasília, e não transmitiam qualquer sina! de rádio para a sua identificação ( =««) imediatamente Alcir cancelou o pouso e comunicou ao controle do tráfego aereo em São Paulo que tentaria perseguir o objeto («ua) havia pelo menos dois deles no ar - disse Alcir Pereira (..=) eram luzes avermelhadas, muito fortes e muito diferentes de estrelas ou de aviões, sem deixar qual quer ras tro; simplesmente desapareciam de um ponto e apareciam em outro lu- gar («== ) foram quase 30 minutos de voo entre São Jose dos Campos e a grande São Paulo, sobre a Ser ra do Mar, mas não foi possível chegar mais perto dos OVNIs. No fim da missão, Ozires Silva e o co-piloto Alcir Pereira comenta- vam que ainda não foi desta vez a sua chance de ver (SBEDV; mais de perto!!) um disco voador”, Entretanto, o Jornal do Bra- sil, com seu ”furo” de edição de 22/5/86 (4 A) a respeito da noite de 19/5/86 noticiou que fora o co mandante Herci do avião do Sr. O- zires que às 2lh e 30min quando voava no "quadrante 180” e assim próximo à serra da Mantiqueira a- vistou do lado direito do avião 20 objetos” feito grandes bolas de pingue-pongue - verde, vermelha e branco - com velocidades superio- res a 4, 300 kmsaa”, O que foi in- formar ã torre da base aérea de São José dos Campos. Aparentemente, uma vez aciona do e em alerta o Cindacta, "(para a» a os) tres controladores de vôo que ma detectaram (pelos aviões) e perse gui ram os OVNIs, localizados (nos ceus) (+... ), na noite de segunda (*) (1...) Sianifica trecho omitido do noticiario

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24 para terça-feira, sobre São José dos Campos (vistos depois em) Aná polis”, estes objetos não corres- pondem a um padrao conhecido na a viação internacional” (.uu). Esta frase, com pequenas variações, foi repetida ontem (23/5/86) pe- los sete pilotos e três controla- dores de voo (...) na entrevi sta dada pela heronáutica (5) "(Luz) A Base Aérea de Santa Cruz, no Rio, deslocou para a área dois pi lotos ,experientes: Capitão- Avia- dor Márcio Brisolla Jordão e Te- nente Kleber Caldas Marinho, O úL timo, segundo dados do Controle de vôo, chegou a ser sequido por I3 contatos, objetos vistos na te la do radar (de controle dos (Aero portos)(5) sete localizados à es- querda e seis à direita da aerona ve que pilotava” (uz) "Nada vi”, disse o Tenente Kleber, “ou perce bi (até então) na tela do radar (de bordo)” (4...) mas quando “es- tava sobre a Serra do Mar (.s.) à distância de 35 milhas”, o (um) objeto "foi confirmado pelo (meu) radar de bordo q luux) Tentei me a- proximar, mas é como se fosse ten tar chegar a um ponto do infinito (,x«) à distância permanecia de 35 milhas (%) (tt) sua “retornei então para Santa Cruz” 159,p+d 5 SBEDV — Bol. 168/173 "O Capitão Márcio foi aciona- do 22 min depois do Tenente Kle- ber cujo combustível estava aca- bando...” “O Capitão Márcio teve mais sorte (« «) (pois) conseguiu chegar à distância de |2 milhas de um alvo (*x) (w::) que mudava de cor constantemente, de branco para verde” (4«=) o objeto deu u- ma volta para a esquerda e rumou na direção da Ilha Bela, mantendo sempre a distância inicial com o F-5E (.««). À distância de 200 mi lhas de Santa Cruz, em linha re- ta, o Capitão resolveu romper o contato e retornar à Base”, "(«.«) Em Anápolis (Goiás) às 23h e I7min, decolava um primeiro Mi rage HI-C, pilotado pelo Capi- tao Armindo Souza Viriato de Frei tas (já com | 500 missões de com- bate). Ele conseguiu captar o al- vo em seu radar de bordo”, Afir- mou o (6) Capitão Freitas que (na tela de seu radar de bordo) o alt= vo) "«««dava zigue-zagues em angu los a 80 graus (.141) em nenhum momento, no entanto, conseguiu ver alguma coisa à minha frente e o radar a bordo (acusou) chegou a distância de 20 quilômetros do ob jeto. Não conheço aparelho capaz de dar curvas daquela maneira a () Em outra fonte (5 A) a distância medida pelo radar de bordo foi dada como sendo de 17 milhas (ou 28 km). (e) Outra fonte de informação (5 A) deu a distância da "luz verme- Jha” como sendo de 25 milhas (ou 40 km). (eee) Frequentemente na ufologia encontramos dados discordantes, e isto por o assunto continuar estar cercado pelo sigilo, não ten do os investigadores acesso livre aos dados para poder checá- los, à vontade, quando o assunto envolve autoridades.

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SBEDV — Bol. 168/173 t mil quilômetros por hora” "Qu- tros pilotos, dos Mirages de Aná- polis (mais dois decolaram naque- la noite) nada conseguiram visua- lizar ou captar (...) O controla- dor de trafego militar na noite de segunda-feira, Tenente Valde- ARX. dSSp, 30% e 25 nunca vi algo igual”, De modo s'cinto, a Aeronáuti- ca assim descreveu a seqlência do avistamento por avião civil e, em seguida, da mobilização de 3 a- viões militares F-5E do Campo dos cir Fernando Coelho, foi incisivo: Afonsos e F-103 Mirage de Em I4 anos de trabalho no radar, lis”. (7) 4.3. — Cronometragem das principais ações terrestres ” "Todas as operações nas torres e radares 20h50 21hIo 2lhIi4 21h15 Visualização pela Torre de Con- trole de São José dos Campos (SP) Visualização de sinais luminosos por uma aeronave nrivada, no tra fego de São José dos Campos Confirmação do Controle de Area de São Paulo (APP-SP) de conta- tos de radar na área terminal de São José dos Campos APP-SP informa o Centro de Con- trole de Área de Brasília ACC- BR) Contatos de radar pelo ACC-BR ACC nforma Centro de Operações Acionamento de uma das aeronaves Acionamento de outra aeronave Contatos de radar pelo Controle Contatos de radar pelo F-|03 ( Visualização de luzes - piloto e “ . Perseguiçao a fonte luminosa 21h20 21h21 t Militares (Brasília) 22h23 de alerta (F-5E) 22h45 de alerta (F-SE) 22h50 Segundo acionamento 22h55 a de Área de Anápolis (GO) 22h55 116) Mirage 23h15 do F-5E com contato-radar 23h15 23h17 Novo acionamento (F-103) Anapo-

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ARX-dsa, z 34/64 SBEUV — Bol. 1680/43 23h20 r Contatos de radar pelo Interceptador (F-5E) 23h36 - Novo acionamento (F-103) , Fonte:"Ministerio da Aeronautica” Alem disso, também aviões ci- vis fizeram avistamentos dos OVNIs. Como, por exemplo, o Votec, vôo 241, Belo Horizonte - lberlân dia - São Paulo, cuja tripulação e todos os 27 passageiros, cerca das 20 horas e pouco antes de Ara xã (MG), viram redonda e intensa luminosidade, de cores branca, ver de e vermelha, conforme relato « L e a] do passageiro Jose Vitor Aragao (7). Na terça-feira, 20/5/86, dia seguinte aquele em que foram avis tados pelos aviadores, os discos voadores foram observados tambem por moradores de Santo Andre(SP), Bairro Santa luzia e Ribeirao Pi- res. Pelas 20 horas, Marcos Anto- nio da Silva, residente na Rua Co lorado, viu no ceu “grande bof'a colorida que mudava do verme lho para o amarelo, movimentando-se para os lados”. No dia seguinte, quarta-feira, cerca das toh 30 min, Maria Lúcia dos Santos, mo- radora na Rua Nepal, bairro Capua va, avistou, com o marido, ,º que parecia grande estrela, porem pis cava e girava sem sair do lugar; era verde no início para depois tornar-se amarelo, Perto das 22 horas, em Marin- ga (PR), após ter recebido telefo nema de Joao Batista Siqueira, a TY Cultura, com sua equipe cine- grafista, conseguiu filmar bola de luz emitinde luzes alternadas nas cores azul, vermelha e prateadas. Ainda na mesma noite, já ma- drugada, à | hora de terça-feira, 20/5/86 (9), o piloto de aviões a jato Otto Noqueira afirmou que, durante trecho superior de 700 quilômetros e numa altitude de I4 mil metros, numa viagem entre Bra sília e Salvador, seu avião foi acompanhado visualmente por ponto luminoso "mais bon to e bem maior que Aa estrela dalva”, tendo tam- bem o radar de bordo acusado a presença de tal objeto, Na quarta-feira, 2//5/89, se- gundo os jornais (10, It)e comuni cação à SBEDV pelo Senhor Aaobar Peixoto de Fortaleza (CE) houve um avistamento em Fortaleza (CE) no bairro Álvaro Weyne. Na tarde daquele dia, à menino Júnior Mo- reira, de |2 anos de idade, cha- mou seus pais e toda a família para verem, durante meio minuto, grande objeto, entre 150 e 200 me tros de comprimento, arredondado lateralmente e [largo no centro, fa zendo passos laterais para a fren te e para trás. O OVNI tinha cor de chumbo, apresentando espécie de grande abertura que refletia fortemente a luz do sol e possuin do ainda um sistema de s luzes muito parecido com as sinaleiras coloridas das viaturas de poli- cias O dito objeto, que no início “bailava no ceu”, apresentou for- ma de pára-quedas, para, "como num passe de mágica” transfor- mar-se num grande charuto. Ao a- fastar-se, o UFO o fez horizontal mente, em grande velocidade, na direção leste-oeste. Na quinta-feira, 22/5/86,mais outra autoridade avistou um OVNI. Era o Superintendente da Policia Federal, Delegado Romeu Tuma via- jando de avião da Transbrasil de Brasília (DF) para São Paulo (SP) (II A) que da “cabine da tripula- ção” pôde, durante 15 min, a- companhar as evoluções do OVNI que se deslocava com velocidade superior a 2.000 km por horas.s

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SBEDV — Bol. 168/173 4.4. — E os OVNIs aproximam-se do solo Na mesma quinta-feira,22/5/86 (12), foi feito outro avistamento de UFO, isto é, a 200 quilômetros de Belo Horizonte e a |5 quilôme- tros do município de Conceição do Mato Dentro, na serra do Cipo, en tre os vilarejos de Tabuleiro e Rio Preto. De madrugada, cerca das 3h 45min, o morador local Joa quim Ferreira de Aguiar (conheci- do por Joaquim Elo), de 69 anos de idade e com 8 filhos, foi a- cordado por forte clarão que en- trava pelas frestas das paredes toscas de sua casa. Saindo da ca- sa, a uns 30 metros de seu terrei ro (patio), Elô avistou um objeto aterrissado no chão que, com o se» foco de luz, iluminava toda a região. "Quvia-se também conversa entre duas pessoas, cujas vozes pareciam vir de um rádio de pi- lhas”, O fenomeno da luz durou uns 30 minutos. O UFO partiu en- tão com um movimento brusco, que se iniciou com um ruído como se um motor tivesse sido ligado, aquando a luz tornou-se mais inten sa, mudando a cor para o verde, Em seguida, a luz apagou-se e, em baixo, viu-se uma especie de cru- zeta rodar, 4.5. — E os OVNIs espalham-se pelo Pais Na mesna quinta-feira,22/5/86 (13) mais para o Sul do país, de noite um OVNI apareceu sobre a ci dade de Maringá, estado do Para- nã. Este objeto o cinegrafista J. B. Siqueira (”"Foguinho”) conse- guiu filmar de dois pontos topo- gráficos: uma vez foi (Fi Imado) das proximidades do Parque de Ex- posição Municipal e, outra vez, de perto da torre emissora da TV Globo, O objeto filmado e depois 4 ds) pea3/a3 21 Aproximadamente naquele mesmo horário mas a 1 quilômetro de dis tôência, um fenômeno foi observado pelo casal Santos, Paulo da Silva (de 25 anos) e Geralda Ferreira (de 30 anos). Naquela madrugada, os dois caminhavam pela estrada, dirigindo-se a local indicado pa- ra o recadastramento eleitoral. Foi quando viram a aproximação em disparada de imenso farol, vindo da direção da residência de Eló« O farol chegou a bater nos fios de alta tensao”, na encruzilhada de acesso aos dois povoados”, Ta- buleiro e Rio Preto, onde o casal se achava. “Todas as luzes da re- gião apagaram-se”, menos a tal lu minosidade do objeto e a da lan= terna elétrica de Paulo e Geral- da. Os dois correram para a casa nais próxima, pertencente a um senhor chamado Pedro, Mas, cega- dos pela luz, em pânico, ficaram enroscados e machucados pelos fios da cerca de arame da casa do Sra Pedro. O farol permaneceu ainda por al- guns minutos sobre o casal, que se man- teve agachado. Depois de a luz ter se apagado, foi possível enxergar no obje- to uma roda menor, bem no meio da qual se via uma especie de inscrição ou nume ros. mostrado na TV Globo, (no “Fan- tastico”) e emitia tonal idade ver melha, piscando sem parar. Entretanto, na mesma cidade, já no dia anterior e assim quarta -feira, 21/5/86, havia sido viste por José Antônio Lima, res'dente na Zona 2, às I9 horas, um objeto no céu, de luz intensa e sem se ouvir barulho de avião, O apare- lho fazia zigue-zague em velocida

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de impressionante. Então, no jar- dim Liberdade, local mais alto de Maringa, um grupo de crianças parou de brincar para ver “luzi- nhas subindo e descendo sem pa- rar. Pareciam discos voadores” Além disso, mais para o Su! ainda, no estado de Santa Catari- na, na mesma quinta-feira, à meia -noite os OVNIs foram vistos na cidade de Blumenau (SC). Eram”pon tos luminosos” que sobrevoaran a Prefeitura e deram exibição de 5 minutos antes de sumirema (14) Ainda, várias pessoas na Rua Sete e que estavam reunidas na lançho- nete ”"Blu-lLanches” observaram os objetos, como, por exemplo, os es tudantes Marcelo Clemente e Marce to Babitongas Todavia, para o dia seguinte, sexta-feira, 23/5/86 (12) repor- tando-nos outra vez para a região mineira da Serra do Cipó, lã o la vrador Jose Pedreiro, de 30 anos de idade, morador de Tabuleiro, cerca das 19h 30 min, estava diri, gindo-se para a reza, Foi quando, na encruzilhada já citada ante- riormente, viu-se confrontado por um "negócio grande”, especie de bacia, com luzes verdes piscando em baixo. Parecia flutuar a pouca altura, pois "tomava toda a largu ra da estrada”. José voltou então correndo para o seu povoado, Pouco cepois, perto das 22 horas, este mesmo objeto, ou ou- tro idêntico, foi visto por vã- rios moradores de Tabuleiro, che- gando de volta da reza acima men- cionada, Um deles, o lavrador Jo- se Ferreira, de 55 anos de idade (pai de 7 filhos), relatou que, "bem por cima do grupo, apareceu uma luz, piscando, quando tocio mundo fugiu correndo” Segundo informações de outras pessoas, o tal objeto possuía o tamanho de um carro Fusca; era redondo e existia na sua parte baixa uma espécie de “joelho”, de onde AMX: -d59,0. 33 So Boi. 168/173 irradiava uma luz parecida com de freio de veículos Mas, quando se acendia, esta luz tluminava tu do no chão e impossibilitava ds vistar a forma do objeto no ar. Ainda em Blumenau (Santa | Cata rina) dois dias .apôs o espetáculo dos OVNIs, de lá, na quinta-feira (14) sendo assim no sábado, sans 24/5/86, à meia-noite, voltou lá o fenômeno OVNI. Foi nos bairros da Velha e Água Verde. Os fiéis que saíam da Igreja Cristo Rei a- vistaram uma [uz intensa - um ob- jeto de brilho forte movimentando -se no ar. Havia interrupções na reta e rápidas retomadas de ve locidade, mudando ainda o UFO ongs tantemente sua cora. Nesse mesmo sábado, o fenômeno LFO-OVNI foi obser- vado também na capital do estado de Santa Catarina, em Florianópolis (SC) (15). Maria Elena Silva, de 27 anos de idade, residindo no bairro Kobrazol, estava em visita ao apartamento da irma no bairro Capoeiras Assim de lá, ambas as irmas, da Janela avistaram objeto no ceu, durante 25 minutos. E- ram cerca de [5 min da madrugada quando viram boni to espetáculo, pois o OVNI fazia movimentos em di- reção a Lua, ocasião em que sempre aumentava sua [uminosidades E o avistamento de Maria Elena foi confirmado depois pe- lo advogado da Câmara Muni- cipal Jose Chaia, de E anos de idade (16): este, durante meia hora, nas i- mediações da Rua Abel Ca- pela, bairro Coqueiros, au vistou objeto circular de forte luminosidade, e "que se deslocava em direção a Lua”,

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SBEDV — Bol. 168/173 4.6. — Aproximam-se das pessoas e dos veículos Entretanto, outro avistamento aconteceu concomitantemente no Norte do País, estado de Pernambu co no sítio Paquivira que fica a 36 quilômetros da cidade de Maca- parana (PE). À tardinha daquele sábado (17) dois objetos em “for- ma de lua” foram observados pelo menino Severino Ramos, de IO anos de idade, residente com sua tia Maria Moura de Andrade, na Rua 2 de Fevereiro, nº 81, Estava Severino junto com seu irmão, de I4 anos de idade e ia levar o gado para o curral, De re pente, surgiram dois objetos com- paráveis a duas luas, que projeta vam raios luminosos de três co res, violeta, amarela. e vermelha, Os UFOs baixaram até à distância de uns 6 metros dos meninos que, com medo, agacharam-se no chão, enquanto que tambem o gado assus- tou-se, As crianças ficaram assim um longo período deitadas no chao, sem conseguir falar nada, Quando as duas luas foram se afastando, as duas pequenas testemunhas con- seguiram correr para perto de uma árvore, de onde gritaram pela mae, Esta, D. Joseja de Moura Barbosa, tambem avistara a luminosidade. Todavia, socorreu imediatamente os filhos que, traumatizados, le- varam algum tempo para voltarem ao seu estado normal. Por causa do episódio à tardinha, nos dias seguintes os meninos mudaram o horário de buscar o gado, Quatro dias depois dos episó- dios na Serra do Cipó, já relata- dos acima, e assim na terça- feira, 27/5/86 (12), a luz reapa- receu naquela mesma região minei- ra, aproximadamente às 20 horas, (assim pela 3º ou 48 vez). Naque- le momento, dois funcionários da prefeitura de Conceição do Mato Dentro, o motorista Sebastião Lo- ARX AS pu 2» pes de Freitas e o, ajudante José Geraldo de Almeida, viajavam de volta para Tabuleiro, em caminhao basculante daquela prefeitura.Foi quando a luz apareceu sobre o ca- minhao, para acompanhá-lo ate a entrada da cidade de Conceição do Mato Dentro, soltando fachos (fa- gulhas de luz?). Sebastião estra- nhou que, durante o percurso, al- gumas partes dos indicadores do painel do caminhão, antes enguiça das, subitamente voltaram a fun- cionar, Por outro lado, a marcha e . , do veículo parecia freiada pelo OVNI: o caminhão não desenvolvia a velocidade, pois ” "ate nas desci das e retas foi necessário enga- tar a primeira marcha para garan=- tir o seu avanço” O ajudante Jose Geraldo infor mou ainda que uma espécie de nu- vem fraquinha cercava a luz do ob jeto, quando esta diminutra de in tensidade, assim que recolhia seus fachos. Tambem na base do fa cho (coluna ?) de luz dirigido pa ra o caminhão, Geral do percebeu uma espécie de cruzeta, ja descri ta aliás em avistamento feito di- as antes por Joaquim Eló. Na mesma terça-feira, 27/5/86, de novo vieram notícias de OVNIs, mais. do Sul, do Parana, de Londri- na (PR) (18). Cerca da metade das 300 pessoas da população do bair- ro rural de Boa Pastora, a 5 qui- lômetros de Bandeirantes, viu lu- zes estranhas durante meia: hora, à noite. O radialista Osval do Luís Gonçalves, da Rádio Cabiúna, de Bandeirantes, entrevistou a testemunha Cleide Silvas. Esta, juntamente com o vizinho José La- to, viu as bolas luminosas, que iam e voltavam, fazendo círculos de aproximadamente |00 metros de raio sobre a pastagem, entre duas mangueiras. José Lato ligou

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2. . os farois de seu trator, para i- dentificar as fontes das estra- nhas luzes, quando estas se apaga ram, De novo, desligados os fa- róis do trator, as bolas voltaram a fazer evoluções por mais alguns minutos, quando em seguida sumi- rame Dois dias depois, em 29/5/86, na noite de quinta- feira, entre 22 e 23 horas, em São Paulo, capi tal, outro episódio ufológico o- correu (19) documentado por vídeo -teipe. Cerca das 23 horas, Da- niel Gomez, 31 anos, diretor | de “videotape mixon” da agência pu- blicitária Deck, com equipe de mais quatro pessoas, do alto do 4.7. — E chegam à capital do País Para a mesma noite, 29/5/86, reportemo-nos então bem para o centro do país, Brasília (DF), lá pouco antes, às I9h 20 min, foi feito outro avistamento, pelo ana tista de sistemas, Marcos Antônio Souza, de 29 anos de idade, piaui ense de nascimento mas agora resi dente em Rrasília há 27 anos (20). Perto de sua residencia, 406 Norte, durante uns 20 minutos, Marcos Antônio viu no ceu objeto circu- lar de coloração amarela, emitin- do alternadamente fachos de luz vermelha e de luz verde, a inter- valos regulares, feito carro de polícia, O rapaz tinha a impres- são de que o objeto se afastava quando diminuía para o tamanho de uma estrela e que se aproximava quando alcançava o triplo desse tamanho, Depois, o OVNI permane- ceu estático, no mesmo lugares In- dagando ao Cindacta local, por telefone, Marcos teve repposta que lhe pareceu vir do tenente Joao Carlos, ” qual lhe disse que os pilotos não haviam avista- do tal objeto, ARK. 28, 0 :3G/5 Reun — vor 188nirs Edifício Banespa ia completar gra vação de comercial para a Eletro- paulo, a ser veiculado pela tele- visão na semana seguinte. O ceu apresentava boa visibilidade, quan do estava sendo gravada imagem de meia lua, linda, Foi quando se ob servou no campo visual um ponto de luminosidade intensa, com cor e movimentos, variando a gradua- ção da luz pelo fato de diminuir e voltar a surgir com força. Fi- cou assim bom tempo no ceu, para desaparecer em seguida, Daniel Gomez co mentou ainda que, na infância, na Argen tina, em Mar del Plata, aos 12 anos de idade havia observado OVNI um pouco pa- cecido com o objeto de agora... Dois dias depois, na noite de segunda-feira, 2/6/86, a mesma testemunha, Marcos Antônio, viu um UFO de coloração amarela, com características idênticas ao ante rior, emitindo luzes vermelhas e verdes. O objeto estava na verti- cal acima de Marcos, que chamou, para testemunharem o fato, os co- legas Godói e Rodrigo e o profes- sor Nereu, da Academia Sino-Brasi leira Kungfu, da 5Il Sul, ks [9h 40min, um avião (presumivelmen te da Vasp) passou entre o grupo e o OVNI. Nesta ocasião, enquanto, a luminosidade do objeto foi au- mentando, do avião, pelo contrá- rio, as luzes se apagaram, Este episódio durou cerca de um minu- to. Por telefone, localizada na W 3, o Cindacta foi indagado e o sargento Rocha ficou de verificar o fato. Aproximadamente uma semana de pois dos acontecimentos na zona mineira da Serra do Cipó, numa terça-feira, 3/6/86, outro episo- dio ufológico ocorreu, desta fei- ta no sudeste mineiro, a 150 qui-

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DBEUV — DOS Iporivo lômetros de Belo Horizonte (21). À noite, depois do termino do joao de futebol Dinamarca x Esco- cia pela televisão, o lavrador Paulo Pereira Campos (apelidado por Nego), de 30 anos de idade e pai de dois filhos, com seu filho no colo e acompanhado por um vizi nho com mais duas crianças, diri- giam-se para suas residencias, sa indo da Fazenda da Bateia, distan te 5 quilómetros de Passa Tempo. distância de uns 300 metros da estrada, em um pasto, observar am uma luz vermelha, imovel no chaos. Pararam para ver o objeto por um certo tempo, quando o companheiro de Nego acendeu o isqueiro para fumar um cigarros Imediatamente ” . entao a luz elevou-se, vindo na direção do grupo. Era uma bola vermelha, com cauda escura, que ostentava luzes menores, também vermelhas. A bola passou a perseguir o lavrador e seu amigo, obrigando-os a ficarem escondidos durante algum tempo em um bambuzal. Nego informou que tentaram correr, “mas não rendiam o suficiente”, parecendo-lhe que a bola os atrala para a sua dire- ção. O objeto, que havia ficado so bre o bambuzal, subitamente deslo cou-se velozmente para o topo de serra próxima, a 800 metros dedis tância, onde pousou de novo. As duas crianças correram então na frente para casa e 9 lavrador, tendo chegado lá, já mais trangúi lo, com seu filho nos braços, con tinuou a observar 9 fenômeno (uma vez que a esposa ja estava dormin do). Nego observou dois vultos passando “pra jã e pra ca” diante do tal objeto pousado. Decorrido mais algum tempo, a luz, que até então era fraca e clareava apenas o contorno do OVNI, ficou inten- sa. Foi quando o lavrador ouviu um chiado e chegou a. enxergar o cafezal no pe da serra, tamanha a ARX.d59,0.36/6+ RX.d » sy a luminosidade desprendida. Houve rápido movimento vertical do obje to, que sumiu no céu. O ufólogo Antônio Faleiro, da cidade de Passa Tempo, pesquisou o caso quatro dias depois, em 7/6/86. No Incal da aterrissagem do UFO, "ma laje, ele descobriu duas marcas de pes, as quais foto grafou. Pareciam ser de crianças, inteiriças, sem apresentar mar- cas de dedos nem saliência de cal, canhar. Na mesma noite desses aconte- cimentos, 3/6/86, um pouco mais para o Sul, no estado do Paraná, em Curitiba (PR) houve outro epi- sódio (22). Cerca das 2lh 45 min, moradores do conjunto residencial "Parigot de Souza” - como José Grogoski, de 48 anos, e sua fami- lia - viram objeto luminoso, aver melhado e arredondado, que ficou mais de meia hora no mésmo lugar, parecendo girar sobre si mesmo, Houve muitos telefonemas para a redação do jornal. No dia seguinte, 4/6/86, tam- bem em Curitiba, mais um objeto voador foi visto por Paulina Frei, re Cunha e seus três filhos, apro ximadamente às tZh 45min, no bair ro Capão da Imbúia (23). Naquele momento, Paulina estava retornan- do de carro para sua residência , junto com a filha, de |5 anos. e mais dois menores, Foi a filha quem descobriu o objeto entre as poucas nuvens que havia no céu, co meçando a escurecer, Paulina pa- rou o veículo, para observar, Des creveu depois o OVNI coma fumino- so, com brilho avermelhado, que se movimentou com rapidez em dire ção a Pinhais. Outra notícia de jornal (24) dá ciência de que, na mesma quar- ta-feira,, 4/6/86, com o sol a pi- no, um piloto da Cruzeiro do Sul avistou um OVNI de seu avião, ao cruzar a cidade de Montes Claros

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32 (MS). O piloto comunicou o fato ARX. d59 lá Wo SBEDV - Bol. 168/173 ao Cindacta de Brasílias 4.8. — Finalmente alcançam os OVNIs o rio Amazonas no extremo Norte Ainda. a reportagem do Cor- reio Braziliense (24) e as de ou- tros jornais dão conta de que ob- jeto nao-identifirado foi visto em 4/6/86 nos ceus do Norte do país, em Belém (PA). Foi o UFO ob servado na desembocadura do rio A ma-onas na baía de Guajará, entre I9h 20min e 20 h, por grande núme ro de pessoas aglomeradas na amu- rada do cais da feira de “Ver-o- Peso, de Belem. O jornalista | Por- Fírio da Rocha, de “A Província do Para”, fotografou o OVNI, pri- meiro do Boulevard Castilho Fran-= ça e depois do alto do prédio de "0 Liberal”, No início, o objeto parecia um holofote de grande potência vis to à distância, fazendo leves mo- vimentos circulares e retornando serpre ao local de partida, tendo como referência uma estrela loca- lizada perto, Primeiro o objeto estava topograficamente em plano superior e depois em plano infe- rior ao da tal estrela, Posterior mente. esses movimentos puderam ser analisados melhor, pelas di- versas exposições de tempo das fo tografias, sendo quatro destas (tomadas do prédio de “O Liberal reunidas na fig. nº IO, com a se- ta assinalando a estrelas. A luz ora ficava mais amare- la, ora mais avermelhada, ora re- duzia sua luminosidade e diâame- tro, ora parecia distanciar-se dos observadores, ora totnava-se tão luminosa como no início da ob servação, fenômeno que se repetiu aloumas vezes até qre o objeto de sapareceu sobre a local idade de Barcarena. Contato telefônico com a Cen- tral do Controle de Tráfego Aereo do Aeroporto Internacional de Val de Caus confirmou a aparição do UFO. O fenomeno teria sido comene tado no Aeroclube de Belem, em entrevista do Comandante Pinon a grupo de estudiososa 4.9. — Comentários de algumas autoridades governamentais O Jornal da Tarde (25), cuja comunicação ao público parecia se a mais rapida, informou que a For ça Aérea Brasileira decidiu inves tigar a fundo, atraves de uma co- missão, o aparecimento dos movi- mentos nao-identificados em rada- res. Admitiu o major-aviador Ney Antunes Cerqueira a necessidade desta investigação, por interesse da segurança do espaço aéreo bra- sileiro; "Desta vez, os movimen- tos nos radares terem continuado por quatro horas é um motivo sufi, ciente para justificar a apura- ção, a fundo, do problema (aee) pois foi levado: ao Comandante do Comando Aéreo de Defesa Aérea (CODA), brigadeiro Jose Pessoa Cavalcanti de Albuquerque” 0 reporter do Jornal da Tarde indagou ainda: “0 que eram aque- las luzes, afinal?”, pois a repor

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dBEUV — DOI, I00/1/4 tagem da Gazeta do Povo dizia que” em nenhum momento os pilotos quiseram 4.10. — Válidos comentários de três ufólogos No jornal Última Hora (27), D. Irene Granchi, do Rio de Janei, ro, comentou que o “espaço, de um modo geral, não nos pertence. A prioridade é das inteligências que nos visitam, que sabem muito mais a respeito do lniverso do que nós”. E ainda elogiou a FAB por não ter tentado atacar os OVNIs. Nosso confrade ufólogo minei- ro, o professor Hútlvio Brant Alei, xo (28) relevou “a grande impor- tância do depoimento do Ministro da, Aeronáutica”, que "sera estimu lo a milhares de outras pessoas, em todo o País, até então temera- sas de caí rem no ridículo ao reve lar que também viram tais obje- tos”. E citando comentários do fi nado sensitivo norte-americano Edgar Cayce, Húlvio Brant aventu- rou que estão certas as previsões de que o aparecimento cada vez maior de "bolas de fogo” ou “si- nais estranhos” nos ceus esteja relacionado com o final do mile- nio: "É possível que nós esteja- mos em plena era apocalítica - e não saibamos disso” Interessa focalizar o desen- canto de um ufólogo, no caso o gaúcho de Pelotas Luiz do Rosário Real, face ao descaso (29) ante a descoberta feita por ele de uma i magem em forma de chapeu com aba, sugerindo um OVNI, que saiu ao la do do cometa Halley na foto deste astro tirada por Rodrigo Campos e Rene Laporte, em 20/3/86, com te- lescópio de 600mm no Observatório de Brasópolis, publicada em 15/4/86 pela revista “Afinal”.(30) Vivamente interessado pela imagem vista ao lado da figura do come- ARK: a39,9 Bar 33 falar sobre a natureza dos Objetos . Voadores Não-|dentificados”. (26) ta, em carta indagadora de deta- lhes datada de 2/5/86, Rosário dirigiu-se ao astrônomo fotografo Rodrigo Campos, sem merecer toda- via “esposta deste último. Pois é fato que tal imagem estranha jus- tificava a opinião do ufologo, se não, principalmente, do perito em aparelhos óticos, filmes e emul- são, conforme foi demonstrado em caso desta natureza por grupo ufo lógico de Baurú (SP) em boletim nosso (32). 0BS.: No dia 16/10/86, de manha, o representante do semaná- rio norte-americano "Na- tional Inquirer” telefonou comunicando-nos que seu jor nal mandou que ele entrasse em contato com o Observato- rio de Brasópolis. para in- vestigação sobre a foto. O frustrado ufólogo fez então comentários no Diário Popular, de Pelotas (33, 34). Pois em um dos seus artigos Rosário relembrou o caso do avião da VASP, vôo 169, no dia 8/2/82: da Bahia ao Rio de Janeiro, o avião foi acompanhado por um OVNI, pelo lado esquerdo, durante longo trecho da viagem, (Ih 30 min) quase ate à aterrissa gem no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (35). Na ocasião, certo astrônomo do Rio insistiu qe o piloto do avião e os passas geiros teriam confundido o plane- ta Vênus com um OVNI, A este res- peito, jocosamente Rosário inda- gou se o planeta percebera a tem- po que não caberia no campo de pou so doGCaleso,diter voltado às alturas.

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4.11. — Comentários da SBEDV As atividades tres, as únicas extraterres= visíveis por en- quanto, para com o nosso planeta resumem-se até agora a dois ti- pos. De um lado, os contatos iso- tados com a nossa população, va- zando em alguns casos “mensagens” para os povos terrestres, logo em seguida omitidas ou desmentidas pelgs meios de comunicação. De ou tro lado, constituem-se de sobre- vôos de continentes, povoações ou nações, geralmente executados em forma de ondas, uma das quais, a de 1986, em relação ao nosso país, estã aqui relatada pelo resumo do noticiario de jornais, À novidade a este respeito foi a mudança de orientação da política terrestre, que já não ousa mais negar tão pe remptoriamente a existência dos extraterrestres conforme era fei- to no passado, uns 30 anos atrás, com a ajuda do finado astrônomo norte-americano Dr, Joseph Allen Hynek (40 A). Assim, em nosso recente caso das vinte bolas luminosas vistas do avião da Embraer, astrônomo ca rioca já acima mencionado as in- terpreta como terem sido elas “um meteoróide”. (48) De outra forma, o coronel Adalberto Resende Rocha (35-4) afirmou que “para a Força Aérea o caso está encerrado”, a- crescentando que “os estudos. a se rem elaborados pela comissão do Comando de Defesa Aérea (CODA) (aca) não serão divulgados à im- prensa”, Ainda, atraves de jornal (35 B) o Ministro do Superior Tri, bunal Militar, Brigadeiro George Relham da Motta, declarou que, quando era major e havia observa- do fenômeno semelhante ao do dia I9 de maio, nas proximidades de Recife, (e) "recebeu ordens para não comentar o assunto” Ainda recentemente, chegaram ARX- ISS 235% notícias de Belo Horizonte (36), informando que no dia Il de setem bro um avião da TAM (Transportes Aéreos de Marília), na altura de Para de Minas, em dia claro, en- tre I3 e [4 horas, avistou objeto aereo nãao-identificado que invadi ra o espaço aéreo brasileiro, pe- fa terceira vez. O UFO, acompa- nhando o avião, como que num ges- to de despedida, saiu de sua rota e circulou-o« E, já em oportunidade ante- rior (37) (38), dois aviões -— um da Transbrasil, voo 471, rota Rio de Janeiro - Brasília, e o outro da TAM, prefixo PT.IIQ, com Muri- lo Prado, de 35 anos de aviação, no comando - haviam feito avista- mento de OYNI na altura de Pará de Minas, a 60 milhas, num sába- do, 13/9/86, às 2lh 30min. Entretanto, na ocasião, a FAB singelamente comentou que, até o momento, não dispunha de “nenhuma conclusão sobre o fenomeno”, e que faria apenas "relatórios de rotina” (sobre tais fenômenos). Todavia, por ocasião da “visão co letiva de UFOs no dia (noite) de I9 de maio último, (desta partici pando) vários pilotos da FAB quan do (os OVNIs) chegaram a ser de- tectados (tambem) pelos radares do CINDACTA, (neste caso o fenôme no) “mereceu avaliação” (pelo or- gão governamental). . Desta feita louvamos entre nos a maneira altiva e serena de a FAB desta vez comentar os sobre vôos do território nacional por OVNIs, deixando entrever que acom panharam os nossos aviões “em mo- vimentos intel igentemente dirigi- dos” De certa forma faltam ainda alguns pontos nos iis, como por e xemplo, que os veículos estranhos

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SBEDV — Bol. 188/173 e dirigidos intel igentemente “não enquadrando-se nos padrões terres tres” - forçosamente deviam estar constituídos por forças extrater- restres. E, se foi abordagem magnânima a das nossas autoridades em suas admissões, tal não foi o caso das autoridades européias na recente onda de sobrevõos por OVNIs em 24 de setembro de 1986, de Paris, A- lemanha, Luxemburdo, Holanda e Bélgica entre 7h 30min às 8h da manha, seja por esquadrilhas ou tipos diversificados de OVNIs, i- solados. (47) Os governos destes países con tinuam em “não identificar” tais objetos voadores, não ousando ta- xá-los de "nao-terrestres”, isto é, “extraterrestres” , pois infor= mou a NWZ (39) que “os UFOs apre- sentaram meros restos de foguetes (terrestres)”, Naturalmente, no rol de even- tual admissão de presença extra- terrestre, logo surgiria necessi- dade de se reavaliar as filoso- fias terrestres, quer dizer, a "nossa atual maneira de viver”, 9 que, no mínimo, seria muito inco- modo e sentido | como humilhante por muitas Nações, pelo orgulho de quo estão possulídas. Aliás, fenômeno parecido com o atual, um hiato entre a verdade e a opinião distorcida dos líderes encontramos na Idade Media, nos processos movidos pela Santa In- quisição ao astrônomo Galileo, com respeito à falácia da antiqua da teoria ,9eocêntrica. Aflora-nos então a dúvida se. no século 20, de fato nao conseguimos ainda nos livrar dos metodos exdruxulos e da inércia da Idade Media, isto é, de se querer cobrir o sol da verdade com peneira de mentiras e despistamentos, (40) tivemos fr: politica, Ainda pelos jornais exemplos de como, na ARK- 159,6. 405 por malabarismo de palavras é da- do sentido ambíguo legalizando-se ate a mentira (41, 42, 43, 44) co mo pela. tergiversão churchul iana de que “em caso de guerra, a ver- dade deve ser protegida por sal- vaguarda de mentiras” Também, nosso Millôr (45) em charge quanto à avaliação da opi- nião pública diz que o resultado da pesquisa, pode ser forjado a bom preço. E entre nós, a respeito das notícias de sobrevõo do país por UFOs, em maio de 1986, certa e- missora de televisão de rede de comunicação, no final das noti= cias pProjetou enlatado de preten- so físico (sic) norte-americano , asseverando serem os pontos [umi- nosos” intel igentemente dirigidos”, e vistos em [9 de maio de 1986, apenas “bolhas de gás ionizado” Ainda o jornal desta mesma de comunicação pretendia OVNIs nada mais fossem que ções de raios laser” (46). rede que os "proje aFinalizando a nossa contenda devemos enaltecer a abundância de material ufológico-extraterrestre acessível à besquisa em nosso país. Normalmente devia isto cons tituir ponto de grande atração pa ra espírito inteligente, indepen- dente e curioso, qualidades que marcam o cientista “autêntico” Entretanto, nossas escolas e uni- versidades não fazem seleção do nível moral dos alunos matricula- dos, apenas tem estes que preen- cher requisitos de ordem materi- al, de pagar suas mensalidades. Desta forma, nao é de se admirar que os produtos finais de nossas escolas e universidades estejam entre- meadas de "cientistas-mirins!, Esses, na maior parte, consistem de "carreiris tas" cuja curiosidade e espírito de pes quisador foram substituídos pela cobiça material e imediatista, se não por obje to servilismo à polTtica UFO-foba,

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api ines ro 36 I Io Io H 12 13 sa” per usas A A A RX. 359, pr 3/54 SBEDV — Bot. 168/173 Bibliografia "Ufo Nachrichten” - !iesbaden - Alemanha, nº 299/300 - julho fote 1986. avistamentos de Ufos sobre Munique em 7/6/86, sobre o porto de Bremen, em 28/6/86, sobre o Mondsee - Áustria - 16/6/86. Folha da Tarde - São Paulo - [/4/86 - "OVNI sobrevoa região chilena”, Salzburaer Nachrichten - Ávstria, 16/6/86 - "llfos Gber dem Mondsee - Polizei best4tigt - Armee Radar auf (llfo) Zagd”. Sonntags - Zeitung - Stuttgart - Alemanha, 25/5/86. Diário da Tarde - Belo Horizonte, 22/5/86, "Ozires, da Em- braer, avistou 3 OVNIs”. Jornal do Brasil - Rio - 22/5/86 - “FAB persegue “bolas” voa- doras sem sucesso”, O Glnbo - Rio de Janeiro, 24/5/86 - "Pilotos afirmam que OWls tinham luzes brilhantes”) Jornal de Brasília (Brasília (DF), 24/5/86 - "Pilotos não con seguem identificar os “OVNIs”, Jornal de Brasília - DF - 22/5/86, "Ozires intercepta 20 dis- cos voadores”, O Dia - Rio de Janeiro, 24/5/86 - "Aviões da FAB perseguiram e . “e os OVNIs com misseis e canhões”, Folha da Tarde - São Paulo, 74/5/86 - "Piloto da FAB seguido por 13 objetos nao-identificados”; “os oficiais da FAB contam o que viram, mas o que eles viram?” Diárin do Grande ABC - Santo Andre (SP) - 6/6/86 - "OVNIs são . e . . e n vistos por varios dias na regiao”. Última Hora - Brasília (DF), 23/5/86 - "Nunca vimos semelhan- tes Objetos antes nos (nossos) ceus” Jornal do Brasil - Rio de Janeiro, 23/5/86 - "Charuto voador apareceu no Ceara na quarta-feira”, Jornal do Brasil - Rio - 25/6/86 - "Disco Voador faz espetácu lo para argentinos”. Tribuna do Ceará. - Fortaleza (CE), 31/5/86 - "Ufo sobrevoa o Álvaro Weyne”. DCI (Diário Comércio e Indústria) São Paulo, 24/5/86, (”Poli- tica”). Estado de Minas - Belo Horizonte (MG), 01/6/8386 - "Na Serra do Cipo algo mais que aviões no ceu”, Estado do Paraná - Curitiba (PR), 24/5/86, - "OVNIs são vistos tambem em Maringá” e “OVNIs aparecem no ceu no Norte do Para- na”.

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'9 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 32 A 33 34 35 35 A 35 B SBEDV — Bol. 168/173 MAx-aSS pets a Jornal de Santa Catarina - Blumenau, 29/5/86 - "OVNIs nos ceus de Blumenau?!” O Estado - Florianópolis (SC), 29/5/86 - "De seu funcionária pública garante ter visto OVNI”, O Estado - Florianópolis (SC), 30/5/86, visto um objeto voador sobre a cidade”. Diário de Pernambuco - Recife (PE), 22/5/86 - "Menino diz que OVNIs o perseguiram: eram luas” apartamento "Advogado afirma ter Notícias Populares - São Paulo, 2/6/86 - "Luzes nos céus do Parana”. Folha de São Paulo - São Paulo, 31/5/86 - "Equipe de Vídeo filma OVNI sobre São Paulo”. Correio Braziliense - Brasília, 4/6/86, "Rapaz vê dois OVNIs em apenas uma semana”, Estado de Minas - Belo Horizonte, 3/6/86 - "Lavrador persegui do por OVNI no interior de Minas”. Estado do Paraná - Curitiba (PR), 4/6/86 = "OVNI também & vis to em Curitiba”. Estado do Paraná - Curitiba (PR), 5/6/86 - "Mais um OVNI é visto em Curitiba”. Correio Braziliense - Brasília (DF), 6/8/86 - "Jornalista fou tografa OVNI no ceu de Belem”, Jornal da Tarde - São Paulo, 22/5/86. Gazeta do Povo - Curitiba, 24/5/86. ltima Hora - Brasília (DF), 23/5/86. Estado de Minas - Belo Horizonte (MG), 23/5/86 - "Aparição de OVNIs não surpreende ufologista” - "Alguém vem de longe”. Carta de 8/10/86 do Sr. Luiz do Rosário Real dirigida à SBEDV. “AFINAL” — Revista de 15/4/86. Carta de 2/5/86 do Sr. Luiz Rosário Real dirigida ao Sr. Ro- drigo Campos. Boletim inf. da SBEDV nº 162/167, pag. 18-21 -— "Considerações em torno de uma foto”, Bol. da SBEDY nº 8, Diário Popular - Pelotas (RS), Diário Popular - Pelotas (RS), Bol. inf. da SBEDV nº 146/154, Folha de São Paulo - .S. Paulo, tem ter visto luzes”, 18/5/86. 25/5/86. page 7-l6. 24/5/86, "Os pilotos so admi- O Slobo - Rio, 23/5/86 - "Aeronautica faz relatorio sobre «.« OVNIs vistos no Sul”.

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36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 NR. A59, 43/63 Estado de Minas - Belo Horizonte (MG), 01/10/86. Jornal do Comércio - Porto Alegre (RS), 16/9/86. Jornal do Brasil - Rio, (RJ), 01/9/86. NWZ - Stuttgart - Alemanha, 24/9/86, "Die LFOs waren Raketen Schrott”. "Livro Branco dos Discos Voadores” - pág. 12t, 134. Ed. Vozes - 25,600 Petropolis (RJ) Caixa Postal - 90 023 (reembolso), idem, idem, pág. 136-138, Jornal do Brasil - Rio de Janeiro, 4/10/86 - "Jornalistas con denam plano contra Kadhafi”. idem, idem - 12/10/86 - "Speakes admite que procura “moldar fatos”. idem, idem - |4/10/86 - "ELA atacaram à Nicarágua com notf- cias falsas (durante 3 anos)”. idem, idem - 16/10/86 - "Os motivos da mentira”, idem, idem - 15/10/86 - "MiIIOr”, O Globo - Rio de Janeiro, 16/6/86. Jornal do Brasil, Diário do Grande ABC, Folha da Tarde, Folha de São Paulo, Diário Popular de São Paulo, Jornal de Brasi- lia, (todos de 24 de setembro de 1986). Jornal dos Sports - Rio, 23/5/86 - "Meteoroides acabam com ex traterrestres”, NWZ - GSppingen, Alemanha, 24/9/86 - "Die UFOs waren .esmssre Raketenschrott”. * * xe Ea

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SBEDV — Bol. 168/173 ABR: asa, e Wax 39 5 — O CASO DE MOACIR BAIANO, EM PATI DO ALFERES (RJ). 5.1. — Resumo do Episódio e Dados 5.1.1. — Resumo Ao dirigirese ao velório de pessoa amiga, à saida de sua casa, as I8 h, a testemunha e abordada por gigante de aproximadamente 3 m de altura, que a convida para uma conversas Sem estranhar tao insóli to encontro, a testemunha é acompa nhada daí em diante pelo estranho. Ainda perto da residência, jun tos chegam a atravessar espessa ca mada de neblina, até se acharem em lugar desconhecido e descampados. Neste local, encontra-se aterrissa do um disco voador. Primeiramente por, fora e depois por dentro, a na ve & então inspecionada pela teste munha, sempre em companhia do es- tranho, que lhe dá algumas explica ções. Feito isto, a testemunha e deixada pelo ufonauta perto da ca- sa da viúva do amigo falecidos. No dia seguinte, durante o al subitamente a testemunha da moço, de frente novamente com o ufonau- ta, Desta feita, este encontra-se sentado em cadeira à direita da testemunha, diante da mesa que es- tava sendo posta pela dona da ca- sa. Entretanto, a esposa da teste= munha não consegue enxergar o es- tranho, de modo que se desenvolve acre bate-boca entre o casal, Tudo serenado, a testemunha dá-se conta de que, de modo silencioso e des- percebido, o ufonauta tambem sumi- ra novamente. Comentários adicionais sobre este e outros episodios da vida da testemunha sao feitos, na tentati- va de se relacionarem com hipóte- ses algumas de suas enigmáticas facetas. 5.1.2. — Dados Nome da testemunha: Moacir Elias de França, vulgo Moa - cir Baiano, nascido em 28-1-32, em João Pessoa, ca- pital do Estado da Paraíba. Data do episódio: 3I de outu bro de 1977 (vespera de Fina dos). Local do episódio: Rua Belve dere, nº 245 Cantigo Hotel Belvedere, que na epoca exis tia ainda no local), no cume de um morro de uns 30 m de altura, situado no estreito vale do bairro Goiabal, a cerca de | 500 m do centro da pequena cidade serrana de Pa ti do Alferes, sudoeste do Estado do Rio de Janeiro, A- tualmente, a testemunha mus dou-se para residência na Rua B, nº 345, da Estrada Ro seiral, que fica no bairro de Arcozelo, na mesma cida = de, Época das pesquisas: lInicia- das em 1977 (ignoramos o dia e o mes) e prosseguidas em 1986, nos meses de março (dias Il, I4 e 20), maio (dias 13 e 25), (15 de Junho, 26 de julho e I6 de agosto de 1986.

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15% — BUL IDOl tio — ARRA A59,p.h/5% 5.2. — Introdução Em 1977, soubemos do episódio- de Moacir pelo compositor Carlos Arcthur Ribeiro da Rocha (Carli- nhos Sideral), que nos apresentou a Waldir Vieira (hoje falecido), o qual havia difundido o caso em seu conhecido programa radiofôni- co da Rádio Globo. Imediatamente, ainda em 1977, procuramos Moacir Baiano no pendereço certo, amavel- mente a nos indicado por valdir Vieiras Porém, na ocasião, como se encontrasse ausente de casa por motivo profissional (pintura de paredes), não tivemos oportuni dade de encontrar Moacir, embora deixássemos recado para posterior comunicação por telefone. SO re- centemente é que nos foi lembrado o nome e o caso desta testemunha, por pessoa conhecida nossa e de Moacir. Na ocasião, essa pessoa amavelmente procurou junto conos= co a nova residência de Moacir, . pf. º pois teria sido muito dificil nos a acharmos sozinhos. Moacir é do tipo troncudo de caboclo inteligente, mescla de nossas quatro raças do “hinter- land” do norte, índio, preto e europeu, holandes e portuguese. Disse-nos logo, para caracterizar a dureza de sua vida, que "traba- lhava de dia para poder jantar de noite”, juntamente com as dezes- seis bocas para sustentar, a espo sa e seus quinze, filhos. Alias, na época do episodio, estes eram em número de doze. Realmente, antes de relatar o caso, devemos confessar que Moa cir, por alguns de seus predica- dos, sobressai ainda do resto das pessoas, embora tivesse escolari- dade profissional na Paraíba e, em 1955, o curso ginasial no Rio de Janeiro. Comprovou mais tarde porém veia artística de paisagis- ta, tendo recebido diversas dis tinções e prêmios, em sua cidade e no Rio de Janeiro, Mas vamos a seguir chamar a - : atençao para outras qualidades suas, guase que de natureza para- psicologica, como a de localizar defeitos e corrigi-los em apare- lhos cujo funcionamento básico lhe escapa. Assim, por exemplo, quando, certo dia, um aparelho de rádio lhe foi entregue para consertar, ele pensou em encamis nhaelo a técnico competente conhe cido seu, a fim de devolveslo ao dono junto com a respectiva conta do profissional, Mas, |, curioso, Moacir ligou antes o radio a cor- rente eletrica, convencendo-se do defeito, Entretanto, a um chamado urgente, esqueceu-se do aparelho e,tropeçou n no fio, arrastando o radio ao chao em, ruidosa quedas Qual não foi porem a sua surpresa de volta do chamado, quando, em vez de encontrar o aparelho espa- tifado, achoueo ainda íntegro ea fém disso funcionando a pleno pos dera mais Moacir Outros relatos ainda de espantosas qualidades de serao feitos mais adiante, 5.3. — O Episódio . Em 31 de outubro de 1977, na vespera do Dia de Finados, Moau cir, então com 53 anos de idade, naquela tarde de lazer encontrava -se de pijama assistindo a progra ma de televisão no casarão Belve- dere; construído para ser hotel, para em seguida ser demolido por questões de herdeiros e comprado- res, O Belvedere assentava-se no

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SBEDV — Bol. 168/173 cume de um morro, dominando ampla e bonita vista de vales em torno de Pati do Alferes. Cerca das 18 h, chegou a fi- tha de Moacir, Monique, então com aproximadamente 18 anos, com a no tícia do falecimento do Professor Cornelio Fernandes, também dire- tor de escola profissional Cene- cista, ligada ao Senai. Havia ele falecido subitamente, de infarto cardíaco fulminante. Amigo de Cor nélio, Moacir pediu imediatamente à esposa que preparasse roupa pas ra sair. Vestiu-a e saiu. Ainda na saída de casa, pela direita Moacir ouviu seu nome ser mencionado por pessoa que lhe di- zia “precisar falar-lhe”, cuja voz lhe parecia familiar. Ão vi- rarese na direção da voz, sua vis ta foi ofuscada por forte luz. Assim, baixou os olhos e, no chao diante de si, viu dois pes das dimensões dos nossos, calçados porém com botas brancas de aspec- to metalico e brilho de aço inoxi dável. Estas calçavam pernas pelu das, de pelos claros, vestidas de bermuda branca presa por um cinto marrom, O estranho do caso foi a altura da fivela do cinto, que se emparelhava ao rosto de Moacir e que consistia de um disco metáli- co de aproximadamente 20 cm de diâmetro. Com 1,64 m de altura, Moacir tinha de olhar para cima para ver o rosto da pessoa, jo vial e arredondado, pertencente a alguém com cerca de 3 m de altu- ra, ou seja, quase o dobro da testemunha (fig. nº 12). Moacir refletiu assim que o disco metálico à frente de seu rosto, embora no pmomento ostentan do so brilho metálico, instantes antes deveria ter sido a causa do ofuscamento de sua vista. Evi- dentemente o gigante à sua frente era homem de corpo musculoso, ti po de halterofilista. Seu busto estava coberto parcialmente por camisa marrom, de corte semelhan- MAX: 359, pe W6/6 3 nu te ao de nossos coletes. Qutros- sim, a cor da pele daquela pessoa era a de cera (veja a figa I2, 13 e 14), bem como o rosto, aparen- tando uns 40 anos de idade, Jo- vial no semblante. Era alias pare cidíssimo com um colega de Moa- cir, o pintor Francis, que mais tarde mudou-se de Pati do Alferes para o Rio de Janeiro (Copacaba- na)e Em retrospecto, Moacir achou que, correspondendo nas dimen- sões aos comuns, os pes do gigan- te eram desproporcionalmente pe- quenos para uma pessoa com 3 m de alturas O estranho e que Moacir não se assustou quando o ufonauta,pon do-lhe a mao direita no seu ombro direito, com ele assim entrelaça- do iniciou a descida do morro Bel vedere. (Veja fig. 17) Assim tute lado pelo gigante, Moacir descei cerca de 50 metros íngremes, por trilha funda de uns 20 cm escava- da pela chuva e por andanças. Em- bora essa trilha desse lugar para descida só em fila indiana, en- quanto Moacir caminhava aos trane cos e barrancos, seu acompanhante colocado ainda em terreno pior ao seu lado nem por isso deixou de continuar abraçado com eles E em vez dos sacolejos e dificuldades para uma pessoa normal, sua mare cha era mais de alguem flutuando numa esteira rolantes A coisa seguinte estranha a- conteceu no pe do morro, pois os dois penetraram numa neblina es- pessa e escura, andando por ela durante poucos minutose Quando saíram daquela nevoa, Moacir cons tatou que não haviam chegado à es trada e às casas que serpenteavam o pe do morro Belvedere, vislum- brando apenas um descampado com pouca vegetação. À curta distan- cia de uns IO a 15 m, aterrissado em tripé de 3 m de altura, avis- tou disco voador metálico de 15 m de diametro, cor de alumínio fos-

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42 co, constituído de duas espécies de pratos fundos justapostos. En- tretanto, as partes largas estavam separadas entre si por pequena dis tência, parecendo com a configura- ção de um jogo de ioiô; atraves desta separação, Moacir viu peças em movimento no interior. À nave apresentava uma altura de aproximadamente 7 m (fig. 18 4). Na cúpula superior, situava-se ainda uma fenda transversal, pela qual escapava o que Moacir intere pretou ser ar ou gas qquente, por deformar-se o campo ótico da paisa gem vista através. Moacir foi convidado pelo gi- gante a inspecionarem juntos a par te baixa e externa do disco voa- dor, apoiado no tripé, quando subi tamente, junto ao estranho viu-se em pe, embaixo da nave, faltando ainda aproximadamente uns 4 dedos para que a cabeça de seu cicerone, de 3 m de altura, roçasse a base do disco voador. Nessa base, Moacir avistou, paradas, umas rodelas metálicas, reluzentes. (Veja Ffige 18-B). Quando o ufonauta levantou a mão esquerda, subitamente destacou-se na parte inferior da nave uma cha- pa de metal. Esta, executando movi mento em torno do seu eixo e outro de dobradiça para baixo, foi trans formarese, na beirada do disco voa dor, numa escada de quatro de- graus. A distância entre esses de- graus era de aproximadamente 60 em e Assim demasiada para as propor +» ções humanas, Enquanto Moacir pteve dificuldade em galgá-los, atrás de te o gigante, com um “Yamos ES den tro!”, com facilidade os venceu. Por dentro, pelo frio que sen tia Moacir, a nave estava aparente mente climatizada. Lã, o ufonauta retirou a mão do ombro de Moacir e este naquele momento sentiu verda- deiro alívio, como se houvessem ti rado dele peso de 20 Kge 2 RX: 159 /P* (Yo Bol, 188/173 À cor que prevalecia no am- biente era a de verde alface, tan to no material que cobria o chão, elástico com uma espuma de 10 cm, quanto na “chaise longue”. Esta achava-se plantada no meio da sa- la, era do tipo anatômico e tam- bêm atapetada por material elasti co, conforme Moacir constatou ag apalpa-la (Veja desenhos das figo 19). . Moacir não soube situar para nos o local exato da porta apos esta ter se fechado, porém em re- dor da sala circular havia uns do ze feito janelas, com dimensões de 3 m de largura por 1,5 m de al tura cada um. Atraves destes, fil trava alguma luz para a sala na penumbra. Moacir chegava a alcan- çar com o meio de seu peito ape- nas a borda inferior de cada qua- dro, pois as dimensões do ambien- te estavam aferidas para o gigan- te. O lugar de uma das janelas ha via sido substituido por um tipo de tela de controle, uma vez que continha uns 40 trepidantes indi- cadores com escalas redondas e se milunares de sinais e cores dife- rentes. (Veja fig. 25). No meio deles destacava-se calota fumino- sa de uns 30 cm de diâmetro, de cujo centro raias iridescentes dirigiam=se para a periferia. Ao aproximar-se das janelas, ou visores, lentamente de uma a uma Moacir começou a movimentar- se para a esquerda, olhando atra- vês de cada uma delas. Na primei- ra, encontrou um firmamento decor cinza-azulada, avistando astros brilhantes. (Veja fig. 22). En- quanto olhava pela segunda janela Moacir recebeu em seu corpo impaçg to como se estivesse em acelerada ascensão. À visão atraves desta ja nela proporcionou a aproximação de corpos luminosos em vôo veloz e, instintivamente, Moacir levan- tou seu braço como escudo de pro- teção, antepondo-o ao rostos Un

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SBEDV — Bol, 168/173 (veja fig. 23). Os aspectos obser- vados pelas outras janelas varia- vam, sejam por estarem focalizando direcionalmente diferentes regiões ou os visores graduados para desi- guais profundidades do espaço cos- mico (veja fige nº 24). Infelizmen te, os desenhos a esse respeito feitos após o episodio por Moacir perderam-se, pois se extraviaram ou foram destruídos por ocasião de duas mudanças de residência da família da testemunha. Entretanto, Moacir lembra-se ainda de alguns aspectos avistados, como o de esfe ras, feito Saturno, circundadas porem por aneis bem mais largos e nas cores do arco-íris. Em outra fase, apercebeu-se no campo visual de corpos maiores e redondos, ape= nas de cor amarela fosca, e de ou- tros menores, de fulgor intenso, incomum. Após ele ter olhado todos os visores e o painel, seu cicerone o convidou: “Vamos a uma sala se- creta!”, Desceram então os dois três degraus, passaram por um vao e tiveram acesso a um quarto de temperatura bastante frias Neste aposento, havia prateleiras, estan tes e nichos ao longo das paredes, onde se achavam expostos inúmeros recipientes de formas diversasçmas todos contendo um líquido de espec to verde-claro. (Veja fig. 26). meio do quarto, com dimensões que aproximadamente em altura e compri mento correspondiam as dimensões do gigante, achava-se armada, uma mesa parecendo de laboratório de biologia ou de exames e operações ginecológicas, pelo aspecto dos a- petrechos ligados a ela. (Veja fig 27). A essa altura dos acontecimen tos, as perguntas feitas por Moa- cir e as respostas dadas pelo gi- gante processavam-se agora na esfe ra da mente apenas, sem palavra falada, de maneira telepaticas. Ã indagação de Moacir sobre o meio; de propulsão da nave, a resposta AMX. à59,g+ Yfex 43 foi a de que o disco voador era teleguiado por alguma base daque- les seres, nao se sabendo se do próprio corpo celeste de origem daquela ração. À pergunta de Moa- cir sobre a razao de ter sido ele distinguido para este contato e demonstração de apreço, a respos- ta foi que a testemunha ereg dota- da de inteligência diferente da de seus compatriotas, . Quando o ufonauta disse “Es ta na hora de voce descer!”, Moa= cir teve sensação parecida com a de estar num elevador em descidas. Não sabe como aconteceu, mas, su= bitamente, juntamente com o gigan te, achou-se no chao, ignorando onde ficara a nave. Achavam-se os dois então na praça de Pati do AL feres em que esta localizada a es tação ferroviária, onde, numa das extremidades, cercado de jardim, situava-se a casa do ,Smigo de Moa cir falecido, Para lã os dois se dirigiram e, em frente à residen- cia de Cornélio Fernandes, o es- tranho se despediu com um aperto de mão, Foi quando Moacir reparou então na peculiaridade anatômica da mão do gigante, pois as dias ultimas falanges de seus dedos (em quatro dos cinco) apresenta- vam no dorso tufos bem acentuados de cabelos louros (veja fige 19). Moacir enumerouanos ainda outras particularidades morfológi cas do ufonauta que o distinguiam da nossa raça, terrestre. Alem da cor de cera da pele, já citada, os dentes também se diferenciavam dos nossos: apenas duas chapas, superior c inferior, eram visi- veis no lugar das arcadas dentã- rias, não apresentando subdivi- soes. (Veja fig. nº 15). Também os olhos do gigante se distin- guiam, dos | dos humanos, pois não possuiam Íris. Entretanto, as pu- pilas enormes tinham tonal i dade azul clara, apresentando-se quase que luminosa. Parecia possuírem estruturação por fibrilas, irra-

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diando=se do centro das pupilas pa ra a periferia (veja fige nº 13), O rosto redondo, ja mencionado, fa zia parte de um crânio de idêntica configuração, Porém, a fronte era bem pronunciada, com o seu realce para a frente. O couro cabeludo a- presentava grandes reentrâncias gla bras, sendo de cabelo louro, quase branco (Veja figse nºs. 13 e 4). Depois de despedir-se do es- tranho, Moacir não olhou mais para tras. Foi em frente, entrando no jardim e na casa, onde apresentou as condolências à viuva chorosas Esta informou que o corpo do mari- do fora transferido para o velório à camara dos vereadores da prefei- tura da cidade vizinha de Miguel Pereira, Isto porque em vida o Professor Cornelio Fernandes fora prefeito da conceituada cidade ir- ma de Vassourase À saída da casa da viúva, Moa cir sentiu como se seu estado de consciência sofresse espécie de me tamorfose: subitamente percebeu que sua mente havia deixado a espessa neblina que atê então a cobria e a todas as outras coisas. Foi difi- cil para Moacir expressar-se para nós a respeito dessa modificação .« No nosso entender ela correspon- deria ao despertar de um estado semi-hipnoticos Embora, naquela época, fosse costume de Moacir dedicar-se à be- bida, nada de alcoólico ele havia ingerido naquele dia, a essa hora noturnas Lembra-se Moacir de que havia passado por ele uma charrete e de- pois viu aproximar-se o automóvel de outro amigo do morto, para dar os pêsames à viúvas Tal amigo era colega do defunto, na escola, co mo professor de desenho, o Coronel Vilar, Esse coronel! era conheci do também de Moacir e este lhe infor- mou logo, da transferência de local do velorio. Dessa maneira, Vilar nem entrou na casa da viúva, convi dando Moacir a seguir com ele de mito Afx-a5a, p- Ayer SBEDV — Bol. 168/173 carro para Miguel Pereiras No trajeto, Moacir relatou ao mili= tar o estranhíssimo episódio que acabara de passar e reparou que o coronel, distraído pela narrati- va, quase teve um acidente de car ro (+). Nada de especial se tem a re latar mais dessa noite, a não ser que, na câmara dos vereadores de Miguel Pereira, Moacir reencon- trou-se com sua filha Monique, a quem ele chegou a relatar também o estranho fato, impregnando até hoje a fundo a mente da moças. Na volta, pelas 2 h da madru gada, o coronel teve a gentileza de deixar Moacir no pé do morro Belvedere, em Pati do Alferes, gra ças à sua passagem pelo bairro Goiabal, vizinho ao bairro Manga Larga, onde mora este professor, na Avenida General Frias Vilara Chegando à casa, Moacir acor dou a esposa para narrar=lhe sua estranha aventuras, Esta porém não lhe deu crédito, achando tudo mas luquice e culpando fibações alcos licas. Virando-se para o lado ela continuou a dormir, Moacir entre- tanto apanhou caderno e lópis pas ra, naquela noite, registrar tudo por escrito, complementando ainda o relato por croquis e desenhos, infelizmente perdidos depoisa Apenas de madrugada e que Moacir chegou a coçhilar um pou- co, tão intensamente o episodio continuava a ocupar sua mente. Is to ainda mais porque o ufonauta lhe havia acenado com futuro reen contro. Para este, Moacir começa- va a formular hipoteticas pergun- tas como, por exemplo, sobre a crença em Deus nos seres da raça do gigante, (++) Em nossa mente logo amadure- ceu a ideia de, na primeira opor- tunidade, auscultar o coronel so- bre a veracidade deste detalhe: do caso de relatório feito imedia tamente seguido ao episodios.

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SBEDV — Bol. 168/173 A testemunha chegou a acordar mais tarde, como de costumes Mas logo foi debruçar-se na mesa sobre seu caderno de apontamentos e com=- pletá-tos com mais dados sobre o episódio. Foi assim ocupado que, aproximadamente as |! h, a esposa indagou-lhe se podia servir o almo ço que ela estava preparando no fo gão a gas, à esquerda da mesa de Moacir. Respondeu ele que estava de acordo, ainda debruçado sobre seu caderno, Foi quando escutou a cadeira de pés de ferro, ao seu la do, ser arrastada, Espantado, Moa- cir levantou a vista, dando com o gigante da noite anterior sentado à sua direita, junto à mesa. (Veja fig. nº 28), No mesmo instante, sem aparentemente se dar conta da pre- sença do estranho, a esposa de Moa cir, com movimento de passar a tra vessa de salada para a mesa, diri=- 5.4, - Pesquisas Colaterais Encetadas em Torno do Como fato curioso, mas sem ex plicação, Moacir mencionou-nos al- go que ocorreu com ele no bairro Manga Larga, na estrada que teva para a cidade de Petrópolis. Neste local, nas dez vezes em que passou por tá com seu carro durante os dois anos seguintes ao episódio, sistematicamente e sem motivo apa- rente, o motor do veículo deixava de funtionar, para retomar seu mo- vimento normal logo algumas deze- nas de metros mais adiante, alcan- çados graças ao embalo. Mas nada mais aconteceu nos anos posterio- res até hoje. Este lugar correspon deria a trecho da estrada onde es- ta se aproxima de um riacho, for- mando ali algumas cachoeirasa llma vez “que, à beira desta passagem, Moacir nos havia aponta- do a residência do Professor Vi- lar, fiéis ao nosso projeto ante- rior aproveitamos logo a oportuni- dade para conferir se realmente AX. d59,p.5/53 giu-se exatamente em direção ao gigante. Simultaneamente surpre- endido pelo reaparecimento do ufo nauta e confuso pelo movimento da esposa em inobservância da presen ça deste, em gesto | impaciente, ou talvez de frustração e ainda de polidez junto ao estranho, Moacir levantou-se querendo impedir a a= ção da mulher, Entretanto, inad- vertidamente, chegou a derrubar ao - chao a travessa de saladas Isto - : causou acre repreensão a Moacir por parte da esposa, que con- tinuava a ignorar a presença do extraterrestres Após serenado o bate-boca entre o casal, espan- tado Moacir deu por falta do gi- gante. Talvez desacostumado com a quele tipo de cena, tão subita e silenciosamente como surgira, ese te havia decidido desaparecer de novos Episódio este senhor 7 anos antes recebera como primeira pessoa o relato do episodio pela testemunhas, Sem ne- nhum sinal de titubear, Moacir logo aquiesceu de boa vontade ao nosso pedidos O Coronel recebeu Moacir e a nos com carinho e pra- zera E na verdade logo confirmou que, naquela noite, Moacir lhe ha via confidenciado sua estranha vi vencia, Mas deixou claro tambem que isso nao implicava que ele, Vi lar, desse crédito ao relato. Em seguida, foi espetáculo psicologicamente gratificante pa- ra nós seguirmos o diálogo entre os dois, colorido de tons de au- tenticidade, pois desenvolvia =se de improviso: desde a data do men cionado velório os dois não ha= viam mais se encontrado, E, argu= mentava 9 coronel, Moacir talvez na ocasião tivesse sido vífima de alucinação, jã que era conheci d o por abusar de bebidas alcoólicas.

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46 Humi ldemente, a isto Moacir respon deu (Us realmente, na época do e- pisodio, era ainda dado ao vício do álcool e embriaguezs Mas que, naquele dia específico, nada de be bida alcoolica havia ingerido, por pequena dose que fosse. E a- crescentou que, alias, desde o dia do episódio em diante, graças às recomendações do ufonauta, seu ci- cerone nesse memorável! encontro, havia deixado de usar álcool, Fumo e carne, embora alguns de seus parentes ainda comessem carnes De maneira modesta e esponta- nea, aqui podemos atestar as pala- vras de Moacir: em um domingo (18 de maio de 1986), quando em vao ARx. 359,9 S s+ BEDV — Bol. 168/173 procuramos por ele em sua resi- dência (pretendíamos submeter as cadeiras de ferro de sua casa a uma aferição pelo nosso magnetômetro), houve um desen- contro, por o mesmo achar-se em reunião na AAA (Associação dos Alcoólicos Anoni mos) JE, realmente, em nossa volta para o Rio de Janeiro ao lado da igreja de Governador Por- tela, encontramos Moacir nessa reunião, afeste- anos de absti- a . Ed . nencia do alcool e de aju da aos outros a superarem tam- É e. bem este vicio, jar seus Medição do Magnetismo Retornamos a Arcozelo, em Pa- ti do Alferes, a fim de pesquisar eventual imantação das tres cadei- ras com pes de aço, (Veja figo nº 29) numa das quais Moacir havia visto o tripulante sentado à mesa pelo menos por instantes. Enquan- to as outras acusaram ne- nhuma imantação ou valor desprezível, uma das cadei- ras apresentou nitidamente 2 gauss nas tubulações de aços 5.5. — O Episódio de Cabo Frio Em dia e mês que não se recor da, em 1971 - e assim |5 anos | a- tras e 6 anos antes do episodio ufológico de Pati do Alferes - se- gundo seu relato viveu Moacir ou- tro fato estranho, Este porém, pe- la falta de conhecimentos nossos a respeito, não vamos nos aventurar a classificar. O caso em questão aconteceu du rante um passeio com piquenique a Cabo Frio, famosa estancia balnea- ria marinha distante de Pati do AL feros 250 kmaproxe Tal passeio foi or- ganizado por um senhor chamado Ja- ir e o nosso protagonista, Moacire A excursão, de Onibus, se inicia- ria à meia-noite, nela tomando par te cerca de 30 pessoas de Pati do Alferes. Moacir lembra-se de alguns dos participantes, atualmente ain da vivos. Dentre estes, o Sr. gil berto Abdue (conhecido pelo apeli do de "Jiló”), representante de marca de bebidas e refrigerantes, a quem entrevistamos em seu si- tio, na Estrada RJ-125, n£64 055. Outra participante foi D. Nilza Silva Melo, residente na Rua Vi- cente Freitas, nº 90, em Pati do Alferes. Estes dois atestaram que houve um atraso de 4 horas na volta de tal passeio, pois Moa- eiro um de seus organizadores, ha via sumido cerca Jas IZ2 h, recendo somente as I8 he reapa- Moacir informou-nos que não chegou a almoçar ao meio-dia, jun tamente com os outros, na praias.

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SBEDV — Bol. 168/173 É que, repentinamente, ele havia deixado a paisagem peculiar de Ca- bo Frio, à beira-mar, com dia de sol sem nuvens, cheia de arvore- dos e plantas nas margens. Na paisagem para a qual, des- calço e de “short”, Moacir viu-se subitamente transportado, não ha- via vegetação. O chão era arenoso, compacto, parecido com asfalto de cor cinza escuro (Letrafi Im 238M), Estava quente, de maneira que, sem calçados, Moacir tinha de pular ou andar rapidamente para não quei mar a sola dos pés. Essa quentu ra do solo era tanto mais estranha u- ma vez que não havia sol visível, porém, todo o ceu estava nublado (Getrafilm, 239 M), contrário ao ceu azul | Ímpido e de sol de Cabo Frio. E mesmo a atmosfera nao es- tando quente, Moacir, ofegante, sen tiu uma especie de falta de ar, co mo se este fosse o rarefeito das alturass Após andar muito, Moacir avis tou uma colina baixa, com um grupo de umas I00 casas toscas, construl das coladas umas nas outras, Tais construções eram muito parecidas com ninhos do pássaro jodo-de-bar- ro, pelo aspecto das janelas, pe- quenas e redondas, e portas de ti- po, idêntico (veja figa nº 30). Pos sufam cor fosca, mas tonalidades claras de verde, amarelo e marrom (Letrafilm 169 M6, 225M, I71 M,242 Me 178 M). Embora não enxergasse vida nas casas, Moacir procurou a=- proximar-se delas para tentar ori- entar-se com eventual habitante. En tretanto, apesar de andar e pular no chão quente durante uns IO minu tos, estranhou por não conseguir aproximar-se das casas além de uns 50 metrosa Já desesperado com a situa- ção, Moacir buscou então reorien- tar-se pela maior claridade da par te do ceu onde julgava situar=se o sol, para posicionar sua caminhada na direção em que acreditava loca- lizar-se a praia de Cabo Frio, 4ÀÃo ABRAM Sdfoe todo, pensou ter andado uma dis- tância equivalente à que vai de Pati do Alferes a Governador Pore tela (17 km), quando, de longe, avistou uma casa isolada. Era um posto de gasolina, onde pencontrou seu conhecido "Jito”, já menciona do. Este confirmou-nos tal encon tro com Moacir, que lhe parecia bastante preocupado e lhe dizia sentir-se perdido, "Jiló” indicou a Moacir a direção da praia, onde este chegou, espavorido, às |8 ha Iincontinenti, sem ter almoçado ou fanchado, embarcou no ônibus pa- ra, juntamente com o grupo, retor nar a Pati do Alferes. Lá, atrasa dos, só chegariam às 2 h da ma- nha. Moacir não soube explicar onde estivera, mas relatou aquilo que viu e presenciou. lima vez que sua falta foi sentida as I4 h, mo mento planejado para o retorno, formou-se grande celeuma, Os par- ticipantes do grupo foram tentar localizar Moacir primeiro em res- taurantes e hotéis, depois nos hospitais de Cabo Frio, necroté- rio e na delegacia de pol icia«Foi quando, finalmente, ao crepúsculo, todo espantado, ele apareceu.(+) (+) O chofeur de ônibus, Orestes, em agosto/1986, por Moacir con sultado na Agência "Três Ami - gos,” confirmou a data da vias gem para Cabo Frio para janei- ro/1974, um domingo antes da realização de uma “Copa” (de Futebol). Ainda comentou o a- trazo da volta do ônibus cansa do pelo inexpticável .desapare- cimento de Moacir, só reapare- cendo às 18 he

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ida e sind tai 5.6. — Outros Episódios Após a experiência que viveu em Pati do Alferes, Moacir tomou interesse pela ufologias Assim, e- te participou tambem de rumorosa caravana popular que se dirigia pa ra a cidade de Casimiro de Abreu, no Estado do Rio de Janeiro, em início de 1980, Essa comitiva a- lias contou com a presença da cor- retora D. Linda Suillion, de Pati do Alferes. À noite, entre 3 e 4 h da ma- drugada, aquartelado em um dos re- cantos da localidade, o grupo foi brindado por um balé celeste: apa- rentemente a distancias enormes, alguns pontos luminosos executavam caminhadas rápidas, tambem em zi- gue-zague. Entretanto, menos avisa das, outras pessoas que se encon- travam no local interpretaram es- ses movimentos como os de "estre- las cadentes”. Alias, consultando o Bol. da SBEDV nº 132/135 (page 30), damos conta de o jornal "o Fluminense” (30/3/80) | ter inserido em suas páginas a notícia de que Rogério de Lima e seu grupo também fizeram avistamentos ufológicos em Casimiro de Abreu. Além disso, na ocasião a SBEDY recebeu uma fo- to que teria sido tirada a respei- to, em Casemiro de Abreu, por gru= po ufológico com sede em Santos (SP). Ainda em outra oportunidade, outubro de 1982, Moacir vinha em seu carro, à noite, de volta de Vassouras para Pati do Alferes, com mais cinco pessoas: sua filha Moni que, dois homens e duas moças, Noêmia Rosa e Leila. O carro ja havia ultrapassado a local i dade de Sacra Família e ainda não tinha atingido Morro Azul. À uns 590 m an tes da saída à direita para o edu- candário profissional Rodolfo Fuchs (Organização Cristo Reden- tor), em cima do morro uns 100 m e uns tantos metros do automovel, ARX- à53, p. 7/2 Moacir e seu grupo avistaram um disco voador (+). Este era achata do, com o lado voltado para bai- xo apresentando numerosos focos de cores diversas, prevalecendo entretanto o azul (+), (Veja fig nº 31) A nave ficou lá, parada e si tenciosa, enquanto era observada pelas pessoas, em número de cine co, afora Moacir. Finalmente o OVNI lançou um feixe de luz em di reção, ao morro, claregando tudo por lã como se fosse de dia, num diâmetro de uns 50 m. Em seguida, afastou-se, tendo o espetáculo durado cerca de 5 minutos. Moni- que, hoje com 27 anos de idade, confirmou-nos este avistamentos (+) Que a região apontada por Moa cir Baiano tem realmente atraído os discos voadores, isto nos foi posteriormente atestado pelo ca- sal “Neguinho” (falecido recente- mente) e D. Diva (Deutschlander O liveira Novais e Diva de Souza No vais). Morando a cerça de 1,5 km daquela ponte hã uns IO anos, JD. Diva declarou ter avistado UFOs por lã umas quatro vezes. Certa feita, foi em forma de luz amare- la clara, retangular (tipo por- ta), de tamanho maior que o de u- ma lua cheias (+) Avistamento de objeto simi- lar, senão idêntico ao de Moacir, foi feito no Rio de Janeiro (bair ro Novo Mundo), por membro da SBEDV, em 20/4/69 às 2] h descri- to no Bol, da SBEDY nº ApálZ7, 128

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. SBEDV — Bol. 168/173 AA 383, g- Soy a 5.7. — Episódio da Infância de Moacir Moacir relatou-nos estranho avistamento que teve com a idade de 6 anos. Nessa ocasião, ele mo- rava com seus pais à beira da praia, no bairro Torre, na cidade de João Pessoa, capital do Estado da Paraíba. Por encontrar-se afas tado da .Sidade, pNaquela época o lugar não possuía ainda luz ele- tricas Desse modo, certa noite, seu pai e mais três parceiros jogavam cartas à luz bruxuleante de uma lamparina de querosene, Este era aliás o tipo de iluminação de to- das as casas dasredondezas, in- cluindo um bar da vizinhança. Em determinado instante, o pai de Moacir, conhecido como Zuza, deu por falta de cigarro, Pediu então à esposa que desse uma olhadela pela porta na direção do bar vizi nho, pois este talvez ainda se a- chasse aberto, embora o avançado da hora. Isto seria facilmente verificado, pelo reflexo da luz da lamparina na areia atraves da porta aberta do bar. Naquele mos mento, Moacir estava com a cabe- ça pousada no colo da mãe, de ma- neira que ele mesmo levantou-se e foi ate a porta da casa para es- piars Entretanto, sua vista foi atraída por outro espetáculo, i- nesperado e incomum: uma mulher de proporção descomunal, cerca de 2,50 m de altura, vestida com roupa branca tal a de uma noiva e que ainda fulgurava como fosfo- rescente, estava a bailar na praia escuras  Chamada de Moacir na porta, sua mãe veio e confirmou a visão, dirigindo-se por sua vez ao mari- do: “Oh, Zuza, vem verl” Has quando Zuza e os tres parceiros chegarem a porta, não enxergaram nada daquilo. E Hoacir ainda rece beu uns cascudos do pai, que o admoestou para “deixar de ser men tiroso” - 5.8. — Episódios da Vida Adulta Outra qualidade de Moacir que merece ser mencionada é a sua ca- pacidade de enxergar o que se pas sa longe dele e de transmitir sus pensamentos, pelo menos a pessoa de sua mãe. Em 1952, Moacir fazia seu ser viço militar, de dois anos, no Rio de Janeiro, no Primeiro Regi- mento de Cavalaria e Guarda (Dra- goes da Independência, atualmente aquartelado em Brasília). Sendo o seu soldo de apenas 94 mil "reis" por mês, insuficientes para seus gastos de fumante e de rapaz ro- busto para passear, certo dia ele estava triste sentado à beira de sua cama no alojamento, acabru= nhado com essas questoes. Foi quando, subitamente, ele viu sur- gir diante de si a figura de sua mãe, que ainda lhe dizias "0h, Moacir, você parece aperrsado por falta de dinheiro. Mas eu ga- nhei no jogo, no milhar 1346, de modo que vou remeter-lhe algo”. E realmente, dois ou tres dias, de pois chegou uma carta de sua mãe, com valor declarado de 200 mil "reis” que ela lhe enviavas " Outro caso de percepção a distância relatado por Moacir re- fere=se à morte de seu amigo Zezi nho Toste, por infarto cardiaco fulminante, em 1983. Na ocasião, Moacir encontrava-se em casa, as- sistindo televisão a altas horas da noite, Pois, repentinamente .

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diante dele e vestido com seu ter no amarelo, surgiu o amigo Zezie nho Toste, dizendoslhe: "Moacir, não vou mais seguir a Igreja Mes- siânicas” (+) No dia seguinte, Moa Edy Bol, 168/173 ABX. 159 580. 55/5 cir recebeu a notícia do faleci- mento subito de Toste, ocorrido na noite anterior. Esta seria ara zão do seu afastamento como mem=- bro daquela religião. 5.9. — Comentários Relacionados ao Episódio de Pati do Alferes lima vez que não possuímos a privilegiada preclari dade dos ufo logos avançados, a nós surgem mais perguntas do que explicações com relação aos fenômenos observa dos por Moacir. Entretanto, com respeito ao ufonauta gigante, o que mais nos deixa intrigados é a capacidade deste de adivinhar o que se passava na mente do terres tre contatado, de maneira a deixa lo exatamente perto do local que ele pretendia visitar: a casa da viúvas Alias, caso bastante semelhan te estã descrito no relato do en- contro que o estudante paulista Paulo Coutinho teve com extrater- restres. Paulo estava amargurado pelo seu isolamento dentro do dis co voador, à mercê de seus respec tivos tripulantes. Ão aflorar em sua mente a saudade dos pais que- ridos, viu surgir inesperadamente diante dele, numa tela, cena toma da do interior da casa paterna, Nesta cena, o estudante avistou sua mãe chorosa e o pai preocupa- do pelo repentino desaparecimento (+) À guize de explicação, Moacir contou-nos do filho (Bol. da SBEDV nº 116/ 120, págse 8 e 9). Em considerando ainda que a esposa de Moacir não enxergou o ufonauta, isto poderia servir co- mo base para controvérsias "En passant”, lembramos o relato do CICOANI sobre o caso de Joaquim Murtinho: à aproximação inespera- da de uma vizinha da testemunha, todo o time dos extraterrestres tornou-se imediatamente invisível (Bol. da SBEDV nº 156/1061, págs. 72 a 77). Nossa concepção porém é a de que a presença dos ufonau- tas não havia cessado, Apenas e- les se tornaram invisíveis, gra- ças a aparelhos e truques de tec- nologia óticas Com isto em mente, extrapolamos para a possibilidade de, por sua acuidade parapsicold= gica já comprovada em criança e depois como adulto, Moacir ter conseguido perceber tambem com es sa mesma acuidade parapsicológica a presença do ufonauta, embora es te permanecesse “encoberto” para os outros por recursos de ordem tecnológicas ue os dois, Toste e ele, faziam parte desta Igreja. Para esta, alias, Toste havia em muito contribuído: além de doar o terreno, ainda ajudou na construção do templos

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SBEV SBEDV — Bol. 165/1/5 ARx asa, P: %/5% - 6 — ENGLISH SUMMARY (of SBEDV's n9 168/173 Bulletin) In persuit of the account of earlier abductions of the contactee, Antônio Carlos Ferreira, those began in 1979, at the town of Mirassol, and the reader may look them up in Bull. nº 158/16], pag. 14-54 and nº 162/167, pag. 9-32, or still better, in the beautiful book about said case, recently edited by the famous author-ufologist-editor, Wendelle C, Stevens of Tucson, Arizona, USA. By the timetable of the earlier extraterrestrial contacts, Miras- sol!s local ufologist, high school teacher Ney Matiel Pires could pre- dict by the month and year the return of to Mirassol the ufonauts and Wendelle S. Stevens looked to it that a team of television experts flw down to Mirassol, immediately, so to record on tape the traces left by the ufos on the ground during their (II2 and 12º abductions and) lan- dings, Certainly this may benefit fortunately the sales of Mr. Stevens book when those pictures will be shown on television and reach”coast to coast”, as told to us by Mr. Stevens. Certainly, we may here also apologyze to Mr. Stevens for having voiced our suspicions about him in an earlier Bulletin, since his long "pen-silence” had left us so much perplexed. Now, after the edition of the book about the case of Mirassol we also may acknowledge that said prolific author had been working simultaneously on three adicional UFO books, two having been edited allready besides that one on the case of Mirassol. Fortunately, the situation has now been cleared up nicely, once more« The only pitty in our chapter nº 2, about the case of Mirassol is, that our local ufologist also an amateur - astronomist in his spare time, his partly self-built telecospe still [acks the optical property to reach the planets of other suns, near Earth, since then he would be able to discover Mirassol!s ufonauts home planet by the time-table of their comings to Mirassol which may be in dependency of the proximity of the two planets, that is their planet circuling their sun and Eath? circling our's. Even so we take it for garanted that those ufonauts do have bases and facilites on Earth” Moon. In chapter nº 4 the recent brazilian ufo wave has been summarized. It began with the persuit of about 20 ufos by 6 planes of the brazilian airforce trying to intercept - in vain - those ufos, that is: the big fuss and publicity set in only after the -Airminstry had given a press- interview about the case, Certainlv, in Brazil's Ufo-past, so the I4 month of nov. 1957 to dec. 1958 there have been bigger waves, as said Jatter with 149 cases. In chapter nº 3, in persuit of two earlier articles about the mat ter (EBEDV Bull. nº 158/161, page 78-83, respectively, nº 162/167, page 43-57) the relationship of earthlings and ufonauts is tackled with, once more, In three appendages we assembled some of the titles of the dailies, so that the reader and ufologists may become more acquainted with the apocalyptic times we are living in at the present. In chapter nº 5 we tackled with Moacir, a plain chief of a large

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E 52 . ros EI SBELV — BOL I09/1/9 ARX. à59,pr 53/85 x family but also quite a character of personality. Living in a small town of the state of Rio de Janeiro, years ago during the late hours of the evening Moacir had become acquainted with a spaceman, and to SBEDY he gave the details about said contacts, But, Moacir seeningly does possess also parapsychological capabili ties, seemingly also his mother, wich may represent a relation-ship, if not a key to Moacir's case of “contact”, Besides, it may be of interes to know that Moacir in the past had suffered during 4 hours what we call tentatively a transportation to another “space-time”, It happened at lunch time during a picknique at the beach of the town of Cabo Frio (R3), partly organized by himself for Moacir!s 3 to 4 dozen town"s people. Suddenly at Junch time everyone would look for Moacir, who couldn't be found anywhere. After having looked for him In hotels, motels, morgue, hospitals and pol icestations, suddenly, nervous, tired, hungry and confused he would re-appear 4 hours later, The tale told by Moacir stated that from the sonny beach, a lush vegetation of the hinterland un- der a cloudless sky, suddenly he found himself standing on a dull grey and hot ground of a plain with the sky all clouded, but even so the air not too hot, Seeing some odd houses in the distance on a hill,with holes as windows and doors, Moacir in vain tried to approach said houses, to get informed by the people about the way to go back to the beach, he couldn!t come nearer than 50 meteres to the houses and also, he didn't see any soul alive at, or near the houses, Making a last attempt to get orientation by the direction of the presumable origine of the light on said sky, finally Moacir succeeded to reach once more Cabo Frio's beach after having walked a distance what seemed to Moacir about I7 kms

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AR: 359 p. 3757 BOL. N9 168/173 — SBEDV BL ISSN 0037 — 8666 a SOCIEDADE BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE DISCOS VOADORES Janeiro — Dezembro 1986 End.: Caixa Postal nr. 16.017 — Correio do Largo do Machado CEP 22.222 — Rio de Janeiro (RJ) — Brasil Fig. 1 — Facsimile de manchete do jornal de Fig. 2 — Foto da equipe de pesquisa; ocupada Mirassol, com alusão à visita da equipe de na reconstituição dos episódios ufológicos. uma TV norteamericana. à 4 ã Fig. 3 — Foto de trecho da laje de um corredor. A seta preta assinala traços deixados pelo lança-chama extraterrestre e que lavagens suces- síveis não conseguiram remover. Figs. 4 e 5 — Fotos da mão do professor Ney Matiel Pires apontando no cimento os traços deixados pela nave extraterrestre aterrisada no pátio da fábrica.

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o no O ARRISI pra f6 Figs. 6 e 7 — Alusivas a doença e morte por efeito de radiações. Em 6 — Pela revista Manchete (nr. 1.791, 16/8/86), em relação à usina nuclear de Chernobyl, Rússia. Em 7 — Pela revista “National Geographic" (Vol. 169, nr. 6, Junho 1986), em relação ao atol de Rongelap. Em 7A — Paciente contaminado e sorridente. Em 7B — 18 anos após ablação cirúrgica preventiva da glândula tireoide contaminada sobreveio morte por leucemia. Fig. 8 — Alusão da revista Time M. (Junho, 23, 1986) à contaminação radioativada de campos russos. 8 Fig. 9 — Alusão da revista brasileira "Planeta TT (nr. 168, Set. 1986), ao avanço da desertificação terrestre, na base de 5 km cada ano. e 7 ne Fig. 10 — Quatro das fotos (O Liberal-Belém-PA — 8/6/86) feitas por Raimundo Dias, mostrando o céu sobre a baía de Guajará, em Belém do Pará. Aqui as 4 fotos estão reunidas numa só figura, respeitando suas posições em relação a uma estrela (veja seta branca). Fig. 11 — Um dos tipos dos aviões de caça mandados em perseguição aos OVNIs, conforme 11 revista “Fotos” (de 2 de Junho 1986).

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ARX- 153,9 - 3/5 + Cu Fig. 17 — Reconstituição fotográfica do acom- panhamento de Moacir, pelo ufonauta (aqui per- sonificado por um filho de Moacir). quere A Bl É prt o Figs. 12 a 16, 18 e 19 — Desenhos feitos por Moacir e alusivos ao seu contato com ufonauta, Em 12 — A figura atlética de tripulante. Em 13 — Detalhes do rosto, olhos e cabelos. Em 14 — Rosto em perfil. Em 15 — Detalhes da boca. Em 16 — Detalhes dos tufos de pelos dos dedos. Fig. 19 — Tipo de cadeira espreguiçadeira armada no centro do salão circular. 19 todo vo tuna do Gerute tá /, 23-38 s Plena Eluss dy Fratura - 18 Fig. 18 — Em A — Desenho da nave aterrisada. Em B — Aspecto da parte inferior da nave. PDELV — DUL. NT IDOrtIO

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160 ms A ARX-dS9,p yjsy é SBEDV-BOL, Nº 168/173 TEC E na j | a a Rs uatesao mada e EE 7 Figs. 6 e 7 — Alusivas a doença e morte por efeito de radiações. Em 6 — Pela revista Manchete (nr. 1.791, 16/8/86), em relação à usina | : nuclear de Chernobyl, Rússia. Em 7 — Pela revista “National Geographic” 0 (Vol. 169, nr. 6, Junho 1986), em relação ao atol de Rongelap, Em 7A — Paciente contaminado e sorridente. Em 7B — 18 anos após ablação cirúrgica preventiva da glândula tireoide contaminada sobreveio morte por leucemia. Fig. 8 — Alusão da revista Time M. (Junho, 23, 1986) à 7 contaminação radioativada de campos russos. 8 Fig. 9 — Alusão da revista brasileira “Planeta” (nr. 168, Set. 1986), ao avanço da desertificação terrestre, na base de 5 km cada ano. Fig. 10 — Quatro das fotos (O Liberal-Belém-PA — 8/6/86) feitas por Raimundo Dias, mostrando o céu sobre a bafa de Guajará, em Belém do Pará. Aqui as 4 fotos estão reunidas numa só figura, respeitando suas posições em relação a uma estrela (veja seta branca). Fig. 11 — Um dos tipos dos aviões de caça mandados em perseguição aos OVNis, conforme revista “Fotos” (de 2 de Junho 1986).

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Fig. 28 — Posicionamento do ufonauta na mesa de Moacir. Fig. 29 — Foto das cadeiras da mesa da casa de Moacir. Fig. 31 — Desenho de Moacir, mostrando o tipo de Disco Voador avistado perto 30 de Sacra Família - RJ. A Fig. 30 — Figura alusiva ao episódio de “Cabo Frio”.

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co o AR ISBp. 6/5 FNDICE 1 - COMPOSIÇÃO DA DIRETORIA--="="==""=""===== === === 00000000. .== o1 2 - EM DESTAQUE A UFOLOGIA BRASILEIRA ======="==== === ecoa nona nnn 02-10 1. 2.1- o passado longínguo (2); 2.2- o presente (2); 2.3- peri- gos à espreita (4); 2.5 - diferentes afinidades terrestres pelos . ufonautas (4); 2.5 - a dura realidade (5); 2.6- a tendência a : " terrestre € de rapina e de guerra (5); 2.7-a teia arma- da pela política terrestre (6); 2,8-uma campanha de intimidação ? (7)-uma oportunidade perdida ? (8); 2,10-"ser ou não ser''-uma nação altiva ? (8) UFONAUTAS: UM BENEFÍCIO OU UM PERIGO ? ====—"====="= =. 000... 11-20 3.1-recapitulação da matéria anterior (11); 3.2-o que “causa a obstrução do problema extraterrestre ? (12); 3,3-o que têm de haver ações humanas com acontecimen- tos telúricos e cósmicos ? (13); w 1 a - A RECENTE ONDA DE SOBREVÔO DO PAÍS POR DISCOS VOADORES -=--—--- 21-38 4,1-introdução (21); 4.2-o0 início da onda (23); 0 4.3-ações terrestres cronometradas (25); 4.4-0s OVNIs baixando ao solo (27); 4,5- e espalham-se pelo país (27); 4,6-aproximam-se das pessoas e dos veículos (29); 4.1-e chegam à capital do país (30); 48-e no Norte até o rio Amazonas (32); 4.10- comentário de ufôlogos (33); 4,10- comentários da SBEDV (34). S - O CASO DE MOACIR BAIANO, EM PATI DO ALFERES (R,J,)---="==—————— 39-50 5,1- resumo e dados (39); 5.2- introdução (40); 5.3- o relato (40); 5.4 - pesquisas colaterais (45); o 5.5- o episódio de Cabo Frio (45); 5.6- outros to episódios (48); 5.7- episódios da infancia (49): , ER 5.8- da vida adulta (49); 5.9- comentários finais(50), 6 - ENGLISH SUMMARY -===="="""=. 0.000 00 nn nono non nono nnn 51-52 1 — COMPOSIÇÃO DA DIRETORIA De acordo com a Assembléia da Para 2º vice-Presidente: Sociedade convocada para o dia 13 . Guilherme Pereira, acumulando de fevereiro de 1982, foi eleita as funções de 1º secretário e a nova Diretoria para o quinquê- 2º Secretário, : : : Ps nio 1982/86, assim constituida: Para membros do Conselho Fiscal: Para Presidente: Wylson Teixeira, Amanda Alves Walter K. Buhler, acumulan- Pinto e Otto Erwin Gluck, do as funções de 1º vice- Para suplentes do Conselho Fiscal: . o : : : Presidente, 1º tesoureiro Almiro Baraúna e Francisco Sá o : e 2 Tesoureiro, Borges % * * * * * * * *

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I— Aa. 358, id ASF oi — BuI, 100/14 > 2 — EM DESTAQUE A UFOLOGIA BRASILEIRA 2.1. — O passado longínquo Nos últimos trinta anos de vinda intensificada dos extra- terrestres à Terra, a pesquisa brasileira sempre ficou em eviden cia no vanorama mundial Inicial- mente distinguiu-se principalmen te, pelos ataques vituperiosos, que foi alvo o relato feito pelo advogado e professor de Lei Roma- na da Universidade de Santos (SP) João de Freitas Guimaraes, (1, 9 A) por este ter estado em conta to com extraterrenos, os quais fi, 22 — O presente Entretanto, o recente caso da cidade de Mirassol, no norte pau- lista, distingue-se de todos os zeram grave advertência à manipu, lação do átomo pelos governos ter restresa Todavia, posteriormente, houve elogios às pesquisas ufoló- gicas em torno dos casos de Antô- nio Villas Boas (*) (2, 3) e os de Baleia (+) (4), Bebedouro (:*) (5) e Sagrada Família (Ge **) (5, 5 A, 5 B), estes aconteci, dos no Estado de Minas Gerais, e os episódios de Alegrete(*4*) (7) Pelotas (r::)(7 A) e Sarandi(*), (8) no Estado do RioGrande do Sul La e. . . episodios ufologicos anteriores, porquanto neste caso se esten=- dem ao longo de quase sete ams os (e) Pesquisa feita por Walter Buhler, ou em con iunto com Mário Prudente Aquino, Rio de Janeiro (RJ). : (e) Pesquisa feita por Hulvio Brant Aleixo, ou em conjunto con Alherto do Carmo, Relo Horizonte (MG). (Get) (eu) Pesquisa feita por Victor Soares, Gravatal (RS). Pesquisa feita por Luiz do Rosário Real, Pelotas “RS).

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POELV — DOI. 103/1735 contatos extraterrestres com o se qúestrado terrestre, atualmente ja pela t|º ou |2º veze Assim, não é de- admirar que o caso em questão tenha sido reconstitui do - em livro, primeiro em portugues, editado em 1985 pela Vozes, de Pe trópolis (RJ) (9) e, recentemen- te, em inglês, em junho de 1986, (10) pelo ufólogo-autor-editor-nor te-americano Wendelle C. Stevens, da cidade de Tucson. Aliás no passado, achamos demasiadamente longa a espera por esta edição, de modo a termos le- vantado, na ocasiao, toda sorte de suspeitas, conforme assinalado em Boletim anterior da SBEDY (11). Felizmente, o autor norte-a mericano pode explicar a demora, uma vez que, concomitantemente, encontrava-se elaborando também a edição de mais dois livros (IO A, IO B): assim, em menos de 5 anos, de 1981 a 1986, este fecundo ,au= tor produziu oito livros ufologi- cos. (10 C, IO D, IO E, IO F, IO .6) Contudo, para garantir melhor . - , . difusao e venda de seu livro so- bre o caso de Mirassol, e pelos conhecimentos pessoais do autor 2 com o celebre comentador norte-a mericano Dennis Weaver (“De Costa a Costa”), veio recentemente ao Brasil uma equipe de rádio e VW, encabeçada por Paul Shepherd., Nos Estados Unidos, Weaver possui um programa de |5 minutos, as 22 ho- ras, com 7 minutos de projeção de ax. d59,p-B)5 + , entr.vistas ufológicas gravadas em videoteipes A equipe chegou ao Rio de Ja= neiro em 18/7/86, assistindo logo nos dois dias seguintes, I9 e 20, sabado e domingo, a congresso ufo lógico nesta cidade (Rio de Janei ro). Na segunda-feira e parte da terça-feira, a equipe ocupou-se com viagem a Mirassol, onde logo começaram as gravações em video- teipe (12), documentando o teste- munho primário e secundário dos indícios de contatos acontecidos la semanas antes em 26 de maio e 7 de junho de 1986), com os extra terrestres seqlestrando por duas vezes à testemunha local, Antônio Carlos Ferreira. (Veja figs. | e 2)» Conseguiu a equipe, em um dos locais, documentar traços da ater rissagem de disco voador no pátio de uma das fábricas onde, em 7 de junho de 1986, de noite, a teste- munha naquele momento estava de- sempenhando a função de guarda-no turno (*). Com a chegada dos ufo- nautas, Antônio Carlos retirou-se para a cabine telefônica da fábri ca, fechando atrás de si a porta à chave. De lã, avisou seu supe- rior na guarda, Este, do qutro la do do fio, presenciou a súbita in terrupção da chamada de seu infe- rior, Fora provocada pelos, ufonauy tas, os quais, por uma espécie de lança-chamas, haviam conseguido a brir a porta para em seguida le- var com eles o guarda, (figs« 3 e 5). (*) Fato curioso a assinalar em contexto com a gravação em videotei pe dos indícios deixados no chao pela equipe intervencionista extra- terrestre é que, aproximadamente 3 semanas antes: da chegada da e- quipe norte-americana de “TV” havia vindo outra equipe. engenheiros e industriais da cidade de Ribeirão Preto, e em Mirassol poucos dias após o episódio extraterrestre, Sem se fa- zerem anunciar previamente ao professor Ney, faziam este interrom- Diziam-se chegaram . . . Ed per seus afazeres de momento para ciceronear os ribeirao pretenses . . , . - aos locais do episodio onde fariam suas gravações. . . e Do mesmo modo como vieram, desapareceram, Nunca mais teve noti cia deles.

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Fazemos votos de que, futura- mente, seja em boletim e/ou em lã vro, em portugues ou outra Vin= gua, o leitor possa se informar 2.3 — Perigos à espreita 2 É que o caso envolve como tes temunha uma pessoa das mais tími- das e introvertidas, a qual, ao longo de sete anos, gozou da per- manente assistência do pesquisa- dor local professor Ney Matiel Pi res, asgessorado nessa tarefa por sua família. Sem tal assistência, mund ax. AS9 p-8/5% SBEDV — Bol. 168/173 com detalhes sobre o episódio. Ho Je, porém, achamos necessário a- qui chamar a atenção para dois as- pectos delicados d pesquisa de Mirassol. praticamente sem defesa própria, há muito tempo a testemunha teria sido anulada pelos ataques e armadilhas colocadas pela po lítica terrestre, permanen- temente hostil aos contatos de pessoas terrestres com entidades extraterrestres. - 2.4 — Diferentes afinidades terrestres pelos ufonautas Outro reparo nosse refere-se a alguns dos pesquisadores euro- peus, ocupados com o caso do fina do norte-americano George Adamski eo do suíço Eduard Meier. Estes dois últimos mantiveram contatos com extraterrestres de alto nível moral, que não seglestraram nin- guem, pelo respeito ao livre ar- bitrio das testemunhas. Assim, al guns dos pesquisadores europeus não querem ocupar-se de casos com sequestros ufológicos, os quais eles interpretam como meras far- sas cometidas por agentes da poli tica terrestre (13), ou pesquisas mal feitas. Naturalmente, tal procedimen- to e tão tolo como o dos ufólogos peclíticos contaminados pelo orgu- lho geo-egocêntrico, que não pode admitir como verídicas as adver- tências feitas por intermédio de tdamski, Meier, Tasca e Berlet or extraterrestres de alto pa- srão moral, com advertências ao materialista e imoral comportamen to da humanidade terrestres Fato é que o pesquisador im- parcial tem de assinalar tudo o que encontra e, assim diversas mo dalidades de ufonautas encontra- das. Se quiséssemos fazer comparação en tre ufôlogo e naturalista, seria absur- do o último querer estudar somente ani- mais caseiros e Uteis ao homem como car neiros, cabras, galinhas e gado vacum, não querendo se envolver com as cobras e os lagartos, também seres do reino da natureza e/ou de Deus. Talvez, por terem as forças terrestres afinidade com a aplica ção de meios violentos, os ufólo- gos políticos sintam-se especial- mente atraídos pela facção extra- terrestre que usa também da. vio- lência para a sua aproximação, ou seja, o seqliestro. Quem sabe, se- cretamente, alguns políticos, ca- muflados em ufologos esperam po- der entender-se eventualmente no futuro com estas raças extrater- restres de tendencias mais rudi- mentares.

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SBEDV — Bol, 168/173 2.5. — A dura realidade Que as advertências extrater- restres não são bem-vindas em nos sos meios de comunicação, onde não são aceitos, já nos disse Ga- ry Richman, cicerone da equipe a- mericana no Rio, ufologo e repres sentante no Brasil do semanário norte-americano”National Inquirer4 (9 E) Tivemos pessoalmente a confirma - çao da aversão da politica terres tre pelas advertências extrater- restres pois o contatado Antonio Neiso Tasca, em 1984 fora chamado por estação de televisao do Rio de Janeiro para a gravação de tal mensagem-advertencia extraterrena, comunicada a ele com a incumben- cia de difundi-la entre os terres tres. Entretanto, em 1986 tal ad- vertência, por veto do diretor desta TY, a gravação não foi ao ar aindas Ra d59,9-30/53 Ê compreensível que um país mate- rialmente potente, como é o caso das nossas hegemonias, possa fi- car tentado a influenciar politi camente nações vizinhas em “desen volvimento”, de maneira a não so fazer calar tais advertências - o fensivas ao seu orgulho - como também até atrair para sua esfera de influências e para seus servi- cos, diplomatas de outro país, quando aposentados (15 16). Desta maneira, não e de admirar que o censor político " “coadjuvan=- te”, invisível, como o Sru "di- retor-presidente de um órgão de comunicação de massas, tenha sido admitido como o único empresário da comitiva, consistindo-se o res to apenas de ministros, con- forme aconteceu na recente viagem do Presidente Sarney aos Estados Unidos (17). 2.6 — A tendência terrestre é de rapina e de guerra Hoje, parecem-nos bisonhos as nossas es- peranças do passado, antevendo otimisti- camente contatos com extraterrestres em níveis de escalões terrestres oficiais. Porque agora sentimos que os ulti- mos, na melhor das hipóteses, apenas usa riam o ingênuo e bisonho ofólogo como ariete e descuidista, para atracarem-se com os extraterrestres em armadilhas pre paradas com esta finalidade. É para apr sionar o ufonauta - cobiçado ! 'pratico de bordo"! para suas futuras viagens cósmi- cas - que os agentes políticos terres- tres simplesmente usariam o ufologista como ''cavalo de Tróia!!. .º ma - E ja estao os terraqueos pron tos a ensaiarem uma “guerra nas estrelas”, pois já dispõem de na- ves extraterrestres danificadas, mas reconstruldas e talvez já al- gumas dezenas de cópias feitas destas e em estágio operacional, conforme informações constantes de nosso Boletim (I4) e de noti- cias jornalísticas recentes (18). Entretanto, faltam aos terráqueos a ,prática de navegação interplane tárias e interestelar, so possi- vel aos terrestres se conseguirem o "prático de bordo” pelo aprisio namento de extraterrenos com prá- tica destas viagens. Dal acharmos ser bem possível que alguns servi ços secretos terrestres passagei- ramente procurem adular ufólogos simplistas locais e as respecti- vas testemunhas “contatadas”, pa- ra deixarem cair a mascara logo

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que consigam o aprisionamento do ser extraterrestre, E se for chegada a oportunida de de se localizar na terra nave extraterrestre com tripulantes, entao, ao nosso ver, seria imedia tamente mobilizada tropa terres- tre de choque, aereo-transporta- dora pela respectiva hegemonia, que, para si própria, avocaria a apreensão do disco voador, basea- da na pretensão de sua esfera de influência e, talvez ainda roncas se em nome da segurança de todo o globo terrestre. OBS.: Posteriormente, pela leitu- ra do jornal da Mufon (22), viram-se confirmadas as nos sas suspeitas. Material do governo sobre os UFOs recen temente liberado para o pú- blico cita as expressões "Moon Dust” (Poeira Lunar) e "Blue Fly” (Mosca Azul), aludindo a “projetos a se- rem executados pelo AFCIN, segundo o regulamento AFR- 200-2 (sobre UFOs), pelo FTD - Foreign Technology Division (departamento para estudar a tecnologia estran 2.7 — A teia armada pela política terrestre Felizmente, nós, no Brasil,ti vemos em 1974 provas concretas de alguma combinação a respeito dos OVNIs com a respectiva hegemonia estrangeira. Tal rado na época pelo general Moacir Uchoa, para isto nomeado plenipo- tenciário das Forças Armadas, do - Ministério do Exterior e Conselho de Segurança, preparando a vinda an nosso país do plenipotenciário norte->mericano Dr, Joseph Allen Hynek (astrônomo na vida priva- da), em 1975 (9 B). acerto foi prepa SBEDV — Bol. 168/173 geira) e pelo AFSC -— Airfor ce System Command (Comando do Sistema da Força Áerea), "com capacidade de se apode rar e/ou estudar instan- taneamente qualquer veículo espacial estrangeiro ater- rissado em qualquer | parte (do globo terrestre, provavelmen- te todo feito em entendimento com o Kremlin). Os ufólogos alertados pela leitura das entrelinhas dos jor- nais dos últimos anos já devem ter se apercebido de que contra os extraterrestres existam tais acertos entre as (9 F). £. Naturalmente, tambem estes acertos entre nossos a . superpotencias existem IT de- res sejam estes materiais ou es- pirituais. De maneira que, se for invadida a soberania de determina do país por uma das hegemonias terrestres numa tentativa de apre ensão de nave extraterrestre ater rissada em solo terrestre, a nação violada apenas a- presentará fraca nota de protesto e isto so pro- formas Acompanhado pelo subsecretário da Força Aérea de seu pa's, Hynek fez então diversos contatos com os nossos poderes Legislativo e Executivos Entretanto, voltando nossas vistas à atuação da equipe norte- americana de televisão interessa- da no caso de Mirasso!, antes de voltar para os Estados Unidos ela esteve em Brasília, à procura, co mo disse, conseguir a permissão do general Moacir Uchôa para pu- BRX-AS9 pessfor

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Vunc o ter. cemaprers blicar as célebres fotos do caso de Alexânia, que, em 31 de janei- ro de 1969, testemunharam (9 C) pictorialmente o contato ocorri- 2.8. — Campanha de intimidação? Mas, em 6/8/86, depois de sua volta de Brasília, encontramos Paul Shepherd,, da equipe da TY a- mericana, informando-nos que nada conseguira a respeito da foto. En tretanto, maior tornou-se o nosso desapontamento ao lermos, poste- riormente, Jornal de “Brasília (20), deixando entrever ter havi- do la acerto ufológico de fundo politico com a equipe norte-ameri, cana, ficando marcada uma bienal ufológica internacional para o a- no vindouro, 1987, e isto, em no- me da "Organização Internacional de Pesquisas Ufológicas” “ Nesta oportunidade, devemos lembrar que, anteriormente, em [983, realizou- se em Brasilia o Congresso Ufoló- gico Internacional, durante o qual, por dois .padrinhos - o gene ral Moacir Uchôa, autoridade na- cional e o Dr, Hynek, autoridade internacional - foi fundada esta "Organização Internacional de Pes quisas Ufológicas” (9 B). E tal organização foi rebatizada nos Estados linidos, em simpósio .da sociedade ufológica norte-america na Mufon (21), com a sigla WUA - "World UFO Association”, O ramo nacional desta sociedade interna- cional tem a sigla, ANUB - Associa ção Nacional de Ufólogos Brasilei ros. “rem sofrido) lavagens A34.399,p-42)6% do entre ser extraterrestre e o - . A. entao fazendeiro em Alexania, . £ . End Wilson Placido Gusmão. (19) 6) Pelo passado político dos pa- drinhos da WUA e da ANUB, não te- mos dúvida sobre o pano de fundo político que as controla. Mas, o conteúdo do recorte do Jornal que nos chegou de Brasília acabou por praticamente confirmá-lo, pelas palavras colocadas na boca da e- quipe norte-americana, dizendo que: as autoridades dos Estados Unidos “procuram abafar tudo quan to diga respeito ao aparecimento de objetos não-identificados, fa- zendo (ainda) ameaças, prisões e atê mesmo matando pessoas (..=)". Agora, estas palavras de terror e de intimidação foram impunemente externadas em centro político, pon to nevrálgico do País, onde se si tua também a respectiva embaixada dos próprios Estados Unidos. No encontro, foram ainda citadas or- ganizações como CODEPLAN, GDF, DETUR, CENEU e a propria ANUB, tendo a equipe «norte-americana oferecido "assistência a todos, inclusive (a) portadores de dis- túrbios mentais em virtude de (te cere- brais”..« Externadas estas ambi- guas palavras, elas nos dao mais apenas a impressao de terem sido usadas como ameaças veladas aos u fólogos civis brasi- leiros. (*) Primeiramente havíamos ficado todos esperançosos. Todavia, em Con- gresso ufologico, o próprio general, anunciou que os negativos des sas fotos tinham sido comercializados ("contra a sua vontade”) pa- ra fora do país. E, pelo fazendeiro, soubemos que as ampliações das fotos que possuía lhe haviam sido tomadas...

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2.9. — Uma oportunidade perdida? Tomara que nossas suspeitas e receios continuem infundadas e que a equipe de televisão norte-a mericana chegue realmente a mos- trar suas gravações sobre a Miras sol brasileira ao grande público norte-americano, "de costa a cos- ta”, para que o atualizado livro de Mr. Wendelle C. Stevens alcan- ce a vendagem e difusão que mere- ce, Pois a questão & grave e, con 2.10. — "Ser ou não ser” — uma nação altiva No mundo inteiro, encobertos pelas leis de segurança, grupos terrestres, restritos mas de imen so poder econômico e cobiça, com fins às vezes inconfessávei d têm escondido do povo os seus alvos, como aconteceu na indústria nu- clear, seja ela para a paz ou a guerra, como aconteceu com o go- verno Nixon no celebre caso de Watergate, como aconteceu nos pa- ptis do Pentágono relativos ã guerra suja de dez anos no Vietnam e como esta acontecendo, no pre- sente, com referencia à guerra de desinformações e sigilo sobre a vinda de forças extraterrestres a Terra, já demorando até agora uns 30 anos. ARA. asp df s+ SBEDV — Bol. 168/173 forme dizia o falecido e corajoso norte-americano, professor de FT- sica Atmosférica, James McDonald, "o problema UFO-extraterrestre e o maior de todos os tempos desta nossa civilização atual (9 D). não sabendo ou não querendo re- a . solve-lo dignamente, acre- ditamos esta nossa civili- me e º Ed , zação, como ai esta, não sobrevi- . veral” Constituinte manipulação e Sera que a nova a . . não vai considerar a insana das noticias pela política, tambem em referência às pesquisas sobre os extraterrestres, levando nisso a tiracolo os órgãos e meios de comunicação com as mas- sas? Os regimes democratas, Jac- tando-se de darem liberdade, não deveriam imitar tão infame recur- so dos regimes chamados totalitá- rios. Sera que nenhum dos candida tos à Assembléia Constituinte se apercebeu dessa manipulação de opiniao, denunciada alias recente mente pela imprensa norte-ameriça na. (Leia-se a respeito “Comenta- rios da SBEDV” no final lo 4). do capitu Ce) Pelo uso de drogas e/ou alcool pessoas de bom discernimento mas de más ações procuram mitigar sua auto-crítica ao nível de sua subconsciência, Outros, todavia, nao dando-se conta desta sua auto-agressão podem sofrer em consequência especie de bloqueio da glandula cerebral da hipófise, controladora como se pensa do sistêma imunológico de defêsa do organismo que, normalmente captura e destroe celulas malignas degeneradas, assim que surgirem na circulação, Com a hipófise comprometida, estas células malignas poderiam circular livre- mente, dando assim início ao cancer e, auto-destruição do corpo, veículo da alma. * *

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CC INI AU Uia Qon— 1 . SBEDV — Bol. 168/173 > Amoomwm> Ea) o BIBLIOGRAFIA Bol. da SBEDV - nº 4 - págs. 2-4 Bol. da SBEDV - nº 26/27 - págs. 2-9. Bol, da SBEDV — nº 90/93 - págs. 5-27. Bol. da SBEDV - nº 62/65 - pags. 36-40. Bol. da SBEDVY - nº 62/65 - pags. 40-45. Bol, da SBEDV - nº 51/53 - pags. 3-II« Bol. da SBEDVY - nº 48/50 - pags. 3-7. Bol. da SBEDV - nº 94/58 - págs. 7-23. Bol. da SBEDV - nº 81/84 - pags. 234-237. Bol. da SBEDV - nº 132/135 - pags. 46-68. Berlet,Artur - "Os Discos Voadores - da lltopia à realidade” - pag. [23 - Edit. Grafica, Av. 7 de Setembro, nº 1737 - Sa- randi - (RS). idem, idem, pag. 90 - Ed, SBEDV - Rio - 1967 (presente nas bibliotecas). Pereira,Guilherme e Buhler,Walter K. - “O Livro Branco dos Discos Voadores” - page. 248 - Ed. “Vozes” - por reembolso - Caixa Postal nº 90 023, Petrópolis (25.600) - RJ - Brasil. idem, idem, page 153-155. idem, idem, pag. 151-153. idem, idem, page 152 (rodapé). idem, idem, pãg. 138. idem, idem, pag. 149, idem, idem, pag. 149, 150. Pereira Guilherme, Buhler, Walter e Ney Matiel Pires - UFO - Photo - Archives, 1986 = (Arcturus Book Service P,0. Box 2213, Scotia, NY |2 302 U.S.A. - pag. 415 - US$ 16.95, Stevens e Dong - "LFOs over Modern China” - 1986 - pag. 336. Stevens e Carl van Vlierden - “UFO Contact from Kol das” - pág. 318, - UFO Photo Archives - P.O, Box 17206, Tucson, Ari zona - 85710, Stevens e Denaerd - “LIFO Contact from planet larga” - 1982 - pag. 365 - USÊ 15.95. Stevens e Hermann - UFO Contact from Reticulum” - [981 - paga 416 - US$ 16.954 Stevens e Sanchez - “UFO Contact from Undersea” - 1982 - págs 192 - US$ 14,95. Hickson e Mendez - "UFO Contact at Pascagoulo - 1983 - pág. 274 - US$ 14.95. "yFO Contact from the Pleiades” - Stevens - 1982 - pag. 254, US$ 17.95. Bol, da SBEDV nº 162/167 - page 22-27, Diário da Região - Mirassol (SP) - págs. 24 a 30 - Julho / 1986. UFO Contact - IGAP Journal - June, 1955 - pag. 20 - “",««here we face once more a phenomenas as of psychic origin (sic)aua” Bol. da SBEDV nº 162/167 - pag. 49-50. JB - Rio de Janeiro, 26/8/86 - Col. do Zózimo, "Nunca Mais”. JB - Rio de Janeiro, 25/9/86 - Col. do Zózimo, “Uma Vida”. JB - Rio de Janeiro, 27/8/86 - Coluna do Castello, "0 encon-

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10 “ARX.a59,p.15/5% SBEDV — Bol. 168/173 tro de Sarney e Reagan”. J8 - Rio de Janeiro, 23/8/86 - "EUA mantem caças ("invisi- veis”) escondidas” - (em Nevada). Notícia a respeito de super secreto modelo que em II de julho de 1986 caiu perto de Bakersfield - Califórnia (seg. Wash. Post). Bol. da SBEDV nº 69/70 - pags. 102-1 10. Correio Brasiliense - DF - 3/8/86, cidade - Ufologia quer fu- rar o silêncio oficial. MUFON SYMPOSIUM PROCEEDINGS - Massachusetts Institute of Technology, pág. 14-19. MUFON - UFO - Journal nº 221, set. 1986, págs. 6-7.

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qe eee SBEDV - Bol. 168/173 Mad53, pdofsr E 3 — UFONAUTAS: UM BENEFÍCIO OU UM PERIGO? PARTE III (*) (*) As Partes | e II foram publicadas nos Bois. da SBEDV nº 158/16, em dez, 1984 pãgs. 78-83, e nº 162/167, dez. 1985, pags. 43-574 3.1. — Recapitulação da matéria anterior Vamos relembrar com poucas pa lavras a materia das Partes: | e |l, já publicadas Nela, foi realçada, de um lado, a evolução vertiginosa da tecnologia terrestre, a qual, de outro lado, desprovida de freio moral, ameaça não só a existência da própria natureza - que garanti- ria a nossa subsistência huma- na (**) - mas ameaçaria extinguir, de vez e subitamente, a totalidade da civilização terrestre, se não a propria vida deste planetas 0BS: Segundo jornal bissemanal suiço (|), em caso de haver suspeita de ter-se realizado o lançamento de uma ogiva nu clear contra determinada he- gemonia, esta disporia de a- penas 6 a 8 minutos para fa- zer as averiguações necessa- rias e tomar, então, decisão a respeito, se deve ou não revidar, iniciando-se assim a destruição — imedida da nos- sa civilização terrestres Naturalmente, a responsabili- dade deste desatino cabe princi- palmente aos nossos | íderes, a maioria de raça branca, pertencen tes a nações que se . intitulam de cristãs, mas isto so pteorica- mente pois na prática, não exer- “(**) Nos Apendices | e Il, no final do artigo, acham-se reunidas algu- mas manchetes de jornais dando notícia distos

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12 cem a alta moral oferecida por a- . qm quela religiaos Também, durante estes últimos anos, quando estã se tornando ca- da vez maior o hiato entre a mo- ral e a evolução tecnológica, por intermédio das testemunhas “de seus contatos terrestres no mundo inteiro, as forças extra- terrenas têm feito advertências sobre a calamidade e o perigo de tal estado de coisas em nosso planetas Aqui no Brasil, dessas admoestações extraterrestres de- ram-nos conta Hélio Agular, Frei- tas Guimaraes, Berlet e Tasca, fora Adamski, nos Estados tnidos, e Eduard Meier, na Suíças Mas, que houve em Fatima, Portugal? , e De outro lado, boletim ufolo- gico anglo-norte-americano recen- temente editado (2) pretende e alega serem difíceis as interpre- tações de tais advertênciass 0 mesmo >Doletim intenta ainda cul- , , fe: par a comunidade cientifica por o governo nao ter tido a oportunida de de estudar com objetividade a realidade do problema extrater= restre, o que teria sabotado as ARX. a59,p. 4/53 SSEUV — Bol, 168/173 pesquisas governamentais neste sentidos Mas a ação do finado professor Hynek demonstra exatamen te o inverso, ou seja, a inter- ferência governamental torpe- deando tal estudo público do as- sunto extraterrestre, despistan- do-o ainda como se “não-existen- te”, OBS.: Je( Joseph) Allen Hynek mor- reu aos 75 anos de idade em Scottsdale, Arizona, USA(Ti, me Me, | de maio, 1986)u E- ra filho de pais tchecoss (3) Formou-se em 193] pela Universidade de Chicago(Chi cago Boys) e, com o astrôno, mo Fred Whipple, preparou a tecnologia para futuro acom panhamento da órbita de sa- telites, quando teve o des- prazer de saber,em 41/1957, do lançamento do Sputnik russo, Voltou à Universida- de Northwestern em 1960, Chicagos Suas atividades no campo político foram assinaladas no "Livro Branco dos Discos Voadores” (4, 4-A)u sbstrução do Problema extraterrestre? Aliás, foi o professor de FÍ- sica Atmosférica James McDonald o primeiro a denunciar vigorosgmen- te a interferência da política na questão extraterrestre, seja no projeto universitário Condon, seja no Projeto Blue Book, da For ça Acreà (4-B), E o professor, sendo hostllizado em seguida pelo governo, acabou com sua vida, pe- lo suicídio, em 1971 (4-C). Entre tanto, tal qual sombra vingadora desta morte, uma human dade soler te, que falhou em não ouvir e cor responder ao sacrifício de McDonald, hoje, I5 anos depois, assiste a deterioração seria não só do solo mas da própria física atmosférica do globo terrestre, o . ' a . tao necessaria a sobrevivencia da vida humana, especialmente - a camada de ozonas Ainda estao + +, ma sendo esperadas modificações cli- º . . maticas radicais, a acontecerem dentro de uma dezena de anos (5 6)» E tudo em virtude das agres- sões do próprio | homem à natureza e da não obseryância das adver- tências extraterrestres feitas aos líderes do nosso planetas (7) 0BS,t Em junho de 1984, sob a di- “reção de Augusto César Va- nnucci, no programa "Per- A cepção” , no Teatro Fenixr, a TY Globo fez bela gravação da advertência extraterres-

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SBEDV — Bol. 168/173 o . ” tre feita ha poucos anos em Chapecó (SC) à testenum nha Antônio Nelso Tascês Para esta gravação, a TV Globo chamou Tasca, naquela ocasião na Sahia, especial- mente para participar do programas Entretanto, a di- vulgação para o telespecia- dor, conforme o declarado na ocasico, dependeria da alla direçao, do proprietá- ARk. 269, Ye na “ma rio da TV Slobo, Roberto Ma- rinhoE, ate hoje, o progra ma não foi ao are Alias, o representante brasileiro do jornal bissemanal nor- te-americano National Inquirer, Gary Richman, asseverou-nos que ne- nhum jornal dos Estados Unidos que se pre- zasse publicaris advertência extraterrestres 3.3. — O que têm de haver ações humanas com acontecimentos telúricos e cósmicos? E a natureza, violentada pe- las insensatas e egoísticas ações deflagradas contra ela, conforme expresso pelos cabeçalhos jorna- listicos nos apêndices | e II no final deste artigo, demonstra ela também a sua propria dor, traduzi da pelos movimentos em forma de terremotos cada vez mais frequen tes na crosta planetária e pela retomada de atividades dos vul- cões, segundo o assinalado no A- pêndice Itu E os extraterrestres, desde- nhados pelos governos, dirigem-se agora abertamente aos cidadãos nas suas abordagens, o que o professor Hulvio Brant AlJeixo nos faz saber “pela maneira súbi- ta e sorrateira de aproximarem- se” eles “de transeuntes isolados em noites escuras” (8), Além disso, o aumento do nume ro de pessoas seguestradas pelos ufonautas parece-nos recurso de natureza tal a facilitar finalmen te penetrar o ouvido das autorida des terrestres Agora, com respeito a previ- são profetica do sensitivo Edgar Cayce para o "fim dos tempos” citada pelo nosso ufólogo minei- ro, Brant Aleixo, com relação ao "aparecimento cada vez maior de bo las de fogo e sinais estranhos nos céus terrestres no final do milênio” e de que talvez " "já este Jjamos em plena era apocalípticas sem disso termos dado conta” (9 arrisceríamos ainda o comentário de que alguns de nossos mal fadados lideres, arrependidos, possam interpretar tais “sinais nos ceus” como o seu "Menetekel” ("Ma ne, Tekel, Fares”), isto e, o pro ximo término do seu reinado na Terras Os ufologistas que tudo fize- ram em prol do conhecimento do problema extraterrestre junto aos seus concidadãos e autori dades, daqui em diante com apocalípticos acontecimentos a se desenrolarem no cenã- rio terraqueo, os ufologos a . em paz com a sua consciencia, mas como plateia do * “circus maxi- mus” terrestre, tá estarao, expos tos aos respingos, en- quanto os extraterrenos continuarão supervislonando tum do, alojados em mais segu rança em suas naves cósmi case e) Barbosa Lima Sobrinho diz (Bol, da ABT-Rio, março/abril 1986, "ABI Na História”) “,,a missão do (verdadeiro) jornalista é hoje particularmente perigosa, porque... (a) crítica, ..ê mal vista...diante do autoritarismo tradicional em nosso pais, que vê a crítica como sacrilégio ou como subversão...”

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14 . 44. — Bibliografia (ilota: A Bibliografia é seguida por três apendices) 4 A 48 4C "Das wesentliche im Zeitgeschehen” (nº 6, junho, 1986, bissema- nário - Schaffhausen - Suiça). P me qem gs o ARX- à59,p 3/5 ao SBEDV — Bol. 168/173 "The Alexandria Foundation” - High Burton - Masham - Ripon - Ns Yorkshire, HG4 48S - Inglaterra; e 136 Bennett Creek Road 8 UD Clark Heute - Powell - Wyoming - 83435 USA. "The New York Times”, I2 de maio, 1936, "Livro - por idem, idem, idem, Branco dos Discos Voadores”, Ed. Vozes, Petrópal is,1985. reembolso - Caixa Postal n£ 90023 - CEP 25 600. idem - page 138-143 e 151-157. idem - page 136-137. idem - page 138-1404 "Das Wesentliche im Zeitgeschehen”, nº 8, agosto, 1986. "Der Spiegel” - revista alema - 1] de agosto de 1986 - nº 33 - 1986 -. ps 122-134 - "Das Weltklima ger4t aus den Fugen”, Bol. da SBEDV nº 158/16] e nº 63,644 Bol. da SSEDV nº 162/168 - pag. 45. Estado de Minas - Belo Horizonte, 23/5/86 - "Aparição de OVNIs ” . nao surpreende ufologista”. 26. — 3.7. — Três Apêndices | 3.6. — APÊNDICE | Sobre perigos pela contaminação por substâncias da indústria nuclear, * Radioatividade encontrada no leite não preocupa USP"-JB - 30/10/86 "Pesquisedora desaconselha consumo de leite irlandês” e JB - 5/11/86

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ARX- asa, p: do/5% SBE0V — Boi. 1608/173 "Rio é candidato para receber lixo atômico"- JB - 18/10/86, "Como aproveitar a usina (em Angra)” - Flávio Rangel - JB - 17/10/86. "Pode ser mas, mais precipitado e alarmista foi a forma como Angra | foi construídas sem consultas (antes, durante e depols) à comunidade - JB - Informa” - 15/10/86 "Ação popular pede fim de obra em Angra 2 e 3” - JB = 14/10/86, "Nem Angraxima, nem Hiroximbo” - JB - 05/10/86, caderno Bu "ielte contaminado” de 1.600 a 90 bequereis por kg ds leite em pó adm, tido para uso” - JB - 10/10/86, "Radioativi dade” - cruzador e 2 navios mercantes russos continuam na area onde antes (domingo) afundou submarino nuclear russo da classe Yankee, com 15 mísseis 88-N-6 de alcance médio. (JB - 10/10/86). "População entra em pânico com notfola de vazamento em Angra” = JB 10/10/86, "Mais perto de Chernobyl” - JB - [2/10/86, "Nuclear não” = A usina nuclear Zwantendorf a 40 km de Viena, Áustria, será desmantelada e vendidas (JB - 3/10/86), "Chernobyl1 radiação superou a das bombas” deixando radiação residual em torno de 29 km da usina durante mais, de I00 anos, ultrapassando em dobro a durabilidade de 50 anos do sarcófago de cimento armado em tor no do reator explodido” (JB 24/09/86). "Omissão inglesa após Chernobyl condena crianças a ter cancer” - milha res de mães inglesas alimentarem seua filhos com leite contaminado | de Cherroby| aumentando em 40% a incidência de cancer no norte inglês. Cálculos de casos adicionals de cancer na região européia da Russia variam entre 5.000 a 500.000, (JN - 23/9/86) "Nuclear" - a usina inglêsa de Hinkley Point, em Sommerset esteve per- to de acidente nuclear feito em Chernobyl.«e mantido em segredo” acess (JB 5/9/86) o)

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ARA: 59 sp «d4/6 NS ,, dao MR 18r "Leite contaminado” - o governo filipino ordenou a destruição de todo o leite importado da Holanda - (JB 6/9/86). "China só agore revela acidente nuclear de 1969” (JB 8/8/86). “ “Radiação pode ter causado morte no IEN (Instituto de Engenharia Nu- clear (3831/5486) SL e Sasimeie casados adia tetrego eb ibn 3 as “Eeaa BIRe ela, acidente” ina quclear d Gattenon, em Meta URSS ar REU Sea ro! E dade eita tios 92. do Elma idio do k Kieve ! - (8 24/8/86). . . . a E ungnA emos umsoT vu SoT nte nei Bros obis db begroaeço cs tram quim te abro + « mode feno vol t o daito go n TE repasdgesai ode Lodo Claragias “Rhssia, "e 54 m e Chernobyl sm . altos Índices de radioatividade durante meses ou "anos (38 [5/6/86): u e GENQIN Ji Lo SE Liga nho mo ade is al atra ae biugor orsÃO Acidente em usina custa caro nos ÉU - a exploseo na usina e pro- cessamento de urânio Kerr-McSee em 4 de janeiro de 85 em Stingler, Oklahoma - | «o prio p tOQ dFóbEm Kb sp Fla Hi Zadus (O Bl oba, DSAG/S6 a mit "URES Pery ato quo Icont ami nação ide: Bherhobyt si! ataid oige: ifntérso Him)” (JB - 5/6/86) ITENS Mo Caem uia cbh) "Rin 1 Sri idetoex tm ereto da astrosemiohu des inadi da ti vii dada (O E Poba.bliAG/96 il” vegnlo +b osewn ano lou unir amadas pobeuto Copntmal do re ie algsma 6 ne 4 . é Me . ns lo sb sicff-co sedan e Dom agua "Radiação que vel male ou og em bis mots y 1 foi” so % da “carga “do reator” do total de | bi lhão de curies) 20. 000 pessoas tiveram de sair de, 55 lo- dd] idades AB 6Y GB 6)laro mn xe. vob otortoa mos estica ano cadete teto aro Taeq ve A "0 Povo já pensa em Angra como em Chernoby nr. Z "(0 Globo 15/6/86). GENRE Bio MPesosrisnD sb e ras sr isMS "Ministro alemão defende o fim das usinas nucleares até 1990”. (JB 10/67 Ba)A vbnoaiV ob mA Gb w TaobnsincwS ces loun menica À — oia ea Psi (OBNOINE — SL) cobiboos cs ese do besenierado etue "Depósito ilegal de lixo nuclear provoca contaminação, na Chinar (JB 2 Bor ob pn ibus obnvriob “evdnod enbou vonoue aroeira sodomia” mo obnneeogund fu quan 900 9b 2 tem o toprubo unteu eb má Do bote do my quim: baomio qk ESTA Ê Gs t brobiti ué vo etçdob “Oo rAa RE inSEo Post? Vu Sept Ny e ie a gept tal, :N lug: fese é de, Payis- Besse, Ohio, em junho do ano ante tor a à beira de RS (JB 25/5/85)« o a eilim — “yoanso dos m angnnico pnobnod PedortodS sou rea danto seia tag tar ima, inga siolLmop zodfibosnar ue asi Po crrtgio Pogid Caran vob quam mata ê 0 SkPu r cidade para alojar Vos bob: removidos de Kiev coa tIB SE VRR , “son on tivarin ab nio) NisáT DOSE too Gbett Dafonmero 4 abaraRo 2 o b nigeu b nisgorus onipor sa donsno ob atadeloiba corr Sb rula to) CosNONED O HED ADO DÕE 6 DODLO adam mm js "Nuvem radioativa chega à costa oete dos ELA” (Est, de SP - 15/5/86). , Ao, . . -noq svotes tognamuol mo gtadoto ca bdaioab gontonto pero Meco forudhO esese“Qbonçoe my obitanm cssbydontaiO mo odiaT tro Pontos Saobisr obra torene ao

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ak: d59,9, 29/5% SBEDV — Bol. 168/173 17 "Nuvem de radioatividade alcança o Japão” (0 Globo 5/5/86). "Chernoby| deixa 100.000 russos sob controle medico permanente” (JB 17/5/86)« "Chernobyl pode-se repetir em usinas nucleares americanas” (JB 20/5/86) ” Em I4 países ocidentais - 15] acidentes nucleares significativos - não foram divulgados” (Est. de SP - SP - 4/5/86). "London divulga acidente em Central um mes depois” (uma explosão em Dungeness, Kent, em 31 de maio) (0 Globo - 5/5/86)« "França quase teve acidente nuclear em 84” (JB 21/5/35). "Acidente na usina Angra | contamina dois técnicos (JB 11/4/86). "Radicatividade britânica” contaminação direta de operário em Ca- pehurst, reator de combustíveis n cleares (3.B. - 5/3/86) "Marinha dos EIA teve 200 acidentes atômicos” (JB 17/1/86). "Acidente nuclear nos EUA mata um e fere dezenas” (JB 6/11/86). "Sobrecarga causa explosão em fábric: nuclear de Oklahoma” (JB 7/1/86)

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ARX.AS9,P-33/54 18 DDELV — DOI, 100/44 3.6. — APÊNDICE Il a . Interferencia desastrosa do homem na natureza “Cancerígeno” - 38-25/10/86 "..o hormônio s intático DES considerado um rente forte agente canterígeno.e” * ZUA querem proteger a camada de ozônio” - 35 - 6/11/86 * Clima pode mudar até o ano 2030” - J3 - 11/11/86 "Processo químico pode ser causa do buraco de ozônio” - JB, Rio, evsen 20/01/1985. "Operário de Ermírio pode ter morrido de ingestão de cádmio” (JB - Rio - 21/10/86). "Hormônio para engordar gado cria impasse” - JB 18/10/86. e rMédico denuncia pressao pior que na ditadura e deixa DRT (Divisão de Medicina do Trabalho) - J3 - 15/10/85. "Destruição das florestas tropicais” - JB - 5/10/86, "Indústria ainda polui Sepetiba lançando na bala cádmio e zinco” (JB mr 15/10/86). "liso de veneno alcança níveis lastimáveis” - O Globo 12/10/86. " EUA proíbem agrotóxico que 3rasil usa e que causa defeito em feto” (J3 - 9/10/35). Agressão pelo homem aos campos e natureza “yeneno. no rio"- JB - 9/11/86 - "...(uma) onda carrega cerca de 1 mil toneladas ds substâncias parcialmente tóxicas - como mercúrio de disulfoton seseNo rio Ahenoçe” o “queimada deixa rastro de morte no Mato Grosso"-JB- 20/10/86 "Desfolhante do Vietnam causa drama familiar” (JB 24/9/86). "Resíduos tóxicos ameaçam população de São Vicente” (0 Globo 15/9/36). "Agrotóxico no Sul afeta crianças” (J3 9/9/86). "Devastação” - mais de I0% do território de Rondônia já perderam sua cobertura vegetal (J3 4/38/86). "Mercúrio contamina rios .do Pantanal” (JB 5/4/36). "agrotóxico pode ser causa de anencefalia de Minas” (J3 10/3/86). "Satélites detectam na Amazônia maiores fogueiras da história” - de a- té 65 km quadrados (JB 6/2/86)« "Proximidade de produtos químicos ameaçam comunidade” (JB 2/2/36). "Amazônia: gas carbônico & da poluição industrial” (0 Globo 7/2/85). "Yorgiftungen ne. Todesfalle durch Pestizide in der dritten Velt” ( Frankf. Allgem. Ztge = 27/11/85).

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SBEUV — DUL IvOrtro ARX. 259,9. d/5% 19 3.7, — APÊNDICE II (A começar pelas manchetes mais recentes) "abalos no Rio Grande do Norte passaram de 3 mil" - 38 - 5/11/86 "..no período de 21 de agosto a 9 de outubro.” º . "Terra Treme em El Salvador e ha risco de novos terremotos” - JB 16/10/86. “Terremoto” - E] Salvador já enterrou | mil vítimas - JB - 15/10/86, "Terremoto já matou 890 em EI Salvador” - JB - 14/10/86, "Mundo socorre vítimas de São Salvador destruída” - O Globo - 12/10/85. “Terremoto pode ter matado milhares” - JB - 12/10/86. “Terremoto em El Salvador pode ter matado centenas” - JB - 11/10/86. "Terpemoto” (JB - 20/9/86, 21/9/86)« Alusivo ao documento, |2 meses atras com 600 mil desabrigados e IO mil mortoss= "Novo Terremoto” (JB - 16/9/86) de 5,6 graus Richter em Kalamate - Gre cias "A Terra treme” (JB - 7/9/86) em São Câmara (RN, Brasil) mais de 100 tremores em um mess "Impressões de Viagem” (Zózimo - JB - 13/9/86) alusivo ao terremoto na Rumania "Grupo de resgate tira de escombros 31 vítimas de terremoto de 6,2 Richter na Grecia (Kalamate)” com I7 mortos, 100 desaparecidos e 300 feridos, imóveis destruídos em 80% (JB - 15/9/86)« "Terra volta a tremer no nordeste (J.B, 4/9/86)« "Minas detectou tremor no Rio Grande do Norte” (JB - 23/8/86). "Terra treme outra vez em São Câmara (JB - 22/8/86)« "çgãs vulcânico mata | mil e 200 africanos” (JB - 26/8/86). "Terremoto abala Sul da Califórnia e danifica rodovia” (0 Globo 9/7/86) « "Terremoto na Califórnia mata e fere |4” (JB - 15/7/86). : o Ps e. “Terremotos” - dois abalos atingiram a California e a provincia Fars, ao Sul do Iran. (JB - 14/7/86)s

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20 SBEDV — Bol. 168/173 ARK. doa, Ê 5/5 "Vulcão da Colômbia entra em erupção” (0 Globo - 30/7/36)« "Terremoto atinge Leste da Venezuela” (0 Globo - 12/56/86). "Terremotos abalam Tóquio e Mova Guiné” (O Globo - 25/6/86). "Terremoto na Turquia mata 8 e fere 40” (JB - 6/5/86). "México sofre 3º terremoto em uma semana” (JB - 7/5/86). "Terremoto em Cuzco (Perú) mata 8 e abala ruínas” (JB - 7/4/86)« "Vulcão faz parar cidade no Alaska” (0 Globo - 30/3/86). eyulcão colombiano" - 39 - 14/6/86 - “"..foram retiradas das áreas próximas ao vulão Nevado del Ruiz 7 mil pesso,See porque há perigo de nova erupção.e(e) a 13 de no- vembro do ano passado, uma erupção soterrou a cidade de Armero, matando cerca de 23 mil pessnas.. Nos Últimos dias, o vulcão lançou 5 mil 200 toneladas de cinzas e gases e estão sendo registrados pequenos abalos sísmicos, o que pode indicar uma erupção iminente.,ee”

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S5EUV — Bol. 168/1735 ARN-ASS 5.54 o 4 — MACRO — EFEITOS DA MICRO-ONDA DE 1986 41. — Introdução À primeira vista parece inve- rossímil que uma onda relativa- mente pequena de sobrevõos do país por discos voadores, também chamados OVNIs ou UFOs, tenha cau sado tanta celeuma em nossos mei- os de comunicação, como o rádio, a TV e os jornais, quando, nem de longe, ela chegou a meia dúzia de outras endas havidas no Brasil no passado, como, por exemplo, a de novembro de 1957 a dezembro de 1958, com 149 casos, com duração de I4 meses, (32 A) onda que ain- da distinguiu-se pela aterrissa - gem de aiguns dos Discos, se avistado ou feito contato em alguns raros casos com seus tripu lantes. Mas a maior parte do Povo não pesquisa, não possui memória e as sim não forma opinião, Sua opi- nião oportunista é formada pelos meios de comunicação, de seu lado dependendo do ponto de vista polí tico de seus financiadores. O que distinguiu a onda de so brevõos de máquinas extraterres- tres ne noite de I9 de maio de 1986, iniciando-se com as vinte tendo-. luzes em forma de bolas de pingue -pongue, avistadas às 2lh 30 min pela tripulação e os passageiros de avião da Emaer, (4 A) foi que ela “saturou” os “ecrans” dos ra- dares de vigilância do país. Is- to, por sua vez, fez acionar es- quadrilhas de aviões de caça, em perseguição a essas esquivas ma- quinas voadoras. Todavia, em sur- dina, tudo isto já havia aconteci do antes no Brasil no passado, por diversas vezes, Mas nunca em seguida foi parafraseado por en- trevista ministerial da Aeronau- tica, dada na capital do país à imprensa reunida, como, no caso presente, ocorreu em Brasília, em 21 de maio de 1986. E foi isto que, à bisonha imprensa, causou o maior impacto, pois, ate então, das autoridades ela só havia ouvi do escárnio, ridículo e dúvi da com respeito à existencia de tais máquinas. Aliás, também no caso presente, para resguardar comprom misso com as hegemonias, so se ad mitiu tratarem-se elas de " "enigma ticas luzes”, que pareciam ilu- dir, veloz e inteligentemente, os caças perseguidores. (Veja fig

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22 nº 1). Naturalmente, pronunciamento tão inovador sobre matéria tida como “controvertida” tinha de con tar com o aval do Presidente da República, (5 B) E de fato, na terça-feira, dia 21/5/86, em des- pacho no Palácio do Planalto, es- te deu o sinal verde para isto, porquanto, ja na noite anterior, durante o jantar oferecido no Ita marati a Napoleon Duarte, (4 A) Presidente de São Salvador, ele já havia sido notificado sobre os acontecimentos ocorridos na véspe ra, dia 19/5/86, Sem sombra de dúvida, o anun- ciamento repentino, incentivo de nossa altivez, foi contrário às combinações secretas anteriores que deviam existir: guardar sigi- lo sobre a matéria OVNI, segura- mente a pedido feito por uma ou ambas, as hegemonias , terrestres (leia também a pag. 5 6 6). Serra do Cipó - MG (maio 27) Maringá - PR (maio 21, 22) Blumenau - SC (maio 22, 24) Florianópolis - SC (maio 24) Macaparana - PE (maio 27) Londrina - PR (maio 27) Ainda devera ser ressaltada a independência das forças cós- micas das leis terrestres, assim não atendo-se às nossas fronteiras políticas, na presente 22, 23, ARA. 459 e: us SBEDV — Bol. 168/173 Aliás, estritamente, os acon- tecimentos da noite de 19/5/86 iniciaram-se hora e meia antes, às |9 horas, de modo prosaico, no Rio de Janeiro (4 A), no apar= tamento de uma estilista de mo- das, Sônia Grumbach, na Barra da Tijuca, no condomínio Nova Ipane- ma. De lã, durante uns 15 minu- tos, ,a estilista pode acompanhar no ceu evoluções e movimentos de incrível velocidade "duma luz branca, por vezes de tonalidade azulada, que“dava saltos” e de- pois desapareceu no horizonte”. Se computarmos o avistamento pela Sônia Grumbach com um ecoa vistamento de esquadrilhas de OVNIs sobre a Serra do Mar, Goiás e São Paulo como outro episódio, para perfazer o total de vinte,os 18 restantes estariam distribui- dos topografica e cronologicamen= te da maneira seguinte: São Paulo - SP (maio 27) Brasília - DF - (maio, 29, junho 2) Passa Tempo - MG (junho 5) Curitiba - PR (junho 3, 4) Montes Claros - MG (junho 4) Belem - PA (Junho 4) onda de 1986 também tícias de aparecimento dos OVNIs afora do Brasil, como na Argentina (1 A, IO A) e Euro- pa (1, 2). houve no-

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SBEDV — Bol. 168/173 4.2. — A celeuma da noite de 19 de maio de 1986 Ate ao resto do globo terres- tre chegaram notícias de sobrevõo do Brasil por discos voadores, con forme a legenda “LFOs Foram Persé guidos no Brasil” (3), com o sub- título "Enigmáticos objetos aé- reos mantém a FAB em SUSpense. sas Um dos jornais nacionais (4) (Diário da Tarde - Belo Horizon- te, 22/5/86 - "Ozires, da Em- braer, avistou 3 OVNIs”) expres- sou com às seguintes palavras o . . A início desta onda de sobrevoos: " São Jose dos Campos - Algumas ho ras depois (segunda-feira, dia 19/5/86) de receber do Presidente da República a missão de cuidar dos interesses da Petrobrás na terra e no mar (na volta, às 21 horas), o coronel Ozires Silva ainda foi encarregado de outra missão quase immossível, que cum- priu com razoável desenvoltura e aguda curiosidade: a dois mil me- tros de altura, pilotando um Xin- gu (prefixo PT-MBZ), perseguiu, durante 30 minutos, tres Objetos Voadores Não-Identificados(OVNI); tentou chegar perto deles mas não conseguiu, porque eles mudavam de posição rapidamente («s«) (*) o co-piloto da aeronave, Alcir Pe- reira da Silva, que trabalha na Embraer hã seis anos, estava em contato com a torre de controle do aeroporto local e, quando ini- ciava a operação de pouso e já ha via descido do nível de seis mil para dois mil metros de altura |, foi avisado de que bem na sua ro- ta estavam, em formação, tres ob- jetos não-identificados (es) (e) os três objetos apareciam nítidos e claros nas telas dos radares do Cindacta (Centro Integrado de De- fesa Aérea e Controle do Trafego ARX. à59,p fa 23 Aéreo) no Rio e em Brasília, e não transmitiam qualquer sina! de rádio para a sua identificação ( =««) imediatamente Alcir cancelou o pouso e comunicou ao controle do tráfego aereo em São Paulo que tentaria perseguir o objeto («ua) havia pelo menos dois deles no ar - disse Alcir Pereira (..=) eram luzes avermelhadas, muito fortes e muito diferentes de estrelas ou de aviões, sem deixar qual quer ras tro; simplesmente desapareciam de um ponto e apareciam em outro lu- gar («== ) foram quase 30 minutos de voo entre São Jose dos Campos e a grande São Paulo, sobre a Ser ra do Mar, mas não foi possível chegar mais perto dos OVNIs. No fim da missão, Ozires Silva e o co-piloto Alcir Pereira comenta- vam que ainda não foi desta vez a sua chance de ver (SBEDV; mais de perto!!) um disco voador”, Entretanto, o Jornal do Bra- sil, com seu ”furo” de edição de 22/5/86 (4 A) a respeito da noite de 19/5/86 noticiou que fora o co mandante Herci do avião do Sr. O- zires que às 2lh e 30min quando voava no "quadrante 180” e assim próximo à serra da Mantiqueira a- vistou do lado direito do avião 20 objetos” feito grandes bolas de pingue-pongue - verde, vermelha e branco - com velocidades superio- res a 4, 300 kmsaa”, O que foi in- formar ã torre da base aérea de São José dos Campos. Aparentemente, uma vez aciona do e em alerta o Cindacta, "(para a» a os) tres controladores de vôo que ma detectaram (pelos aviões) e perse gui ram os OVNIs, localizados (nos ceus) (+... ), na noite de segunda (*) (1...) Sianifica trecho omitido do noticiario

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24 para terça-feira, sobre São José dos Campos (vistos depois em) Aná polis”, estes objetos não corres- pondem a um padrao conhecido na a viação internacional” (.uu). Esta frase, com pequenas variações, foi repetida ontem (23/5/86) pe- los sete pilotos e três controla- dores de voo (...) na entrevi sta dada pela heronáutica (5) "(Luz) A Base Aérea de Santa Cruz, no Rio, deslocou para a área dois pi lotos ,experientes: Capitão- Avia- dor Márcio Brisolla Jordão e Te- nente Kleber Caldas Marinho, O úL timo, segundo dados do Controle de vôo, chegou a ser sequido por I3 contatos, objetos vistos na te la do radar (de controle dos (Aero portos)(5) sete localizados à es- querda e seis à direita da aerona ve que pilotava” (uz) "Nada vi”, disse o Tenente Kleber, “ou perce bi (até então) na tela do radar (de bordo)” (4...) mas quando “es- tava sobre a Serra do Mar (.s.) à distância de 35 milhas”, o (um) objeto "foi confirmado pelo (meu) radar de bordo q luux) Tentei me a- proximar, mas é como se fosse ten tar chegar a um ponto do infinito (,x«) à distância permanecia de 35 milhas (%) (tt) sua “retornei então para Santa Cruz” 159,p+d 5 SBEDV — Bol. 168/173 "O Capitão Márcio foi aciona- do 22 min depois do Tenente Kle- ber cujo combustível estava aca- bando...” “O Capitão Márcio teve mais sorte (« «) (pois) conseguiu chegar à distância de |2 milhas de um alvo (*x) (w::) que mudava de cor constantemente, de branco para verde” (4«=) o objeto deu u- ma volta para a esquerda e rumou na direção da Ilha Bela, mantendo sempre a distância inicial com o F-5E (.««). À distância de 200 mi lhas de Santa Cruz, em linha re- ta, o Capitão resolveu romper o contato e retornar à Base”, "(«.«) Em Anápolis (Goiás) às 23h e I7min, decolava um primeiro Mi rage HI-C, pilotado pelo Capi- tao Armindo Souza Viriato de Frei tas (já com | 500 missões de com- bate). Ele conseguiu captar o al- vo em seu radar de bordo”, Afir- mou o (6) Capitão Freitas que (na tela de seu radar de bordo) o alt= vo) "«««dava zigue-zagues em angu los a 80 graus (.141) em nenhum momento, no entanto, conseguiu ver alguma coisa à minha frente e o radar a bordo (acusou) chegou a distância de 20 quilômetros do ob jeto. Não conheço aparelho capaz de dar curvas daquela maneira a () Em outra fonte (5 A) a distância medida pelo radar de bordo foi dada como sendo de 17 milhas (ou 28 km). (e) Outra fonte de informação (5 A) deu a distância da "luz verme- Jha” como sendo de 25 milhas (ou 40 km). (eee) Frequentemente na ufologia encontramos dados discordantes, e isto por o assunto continuar estar cercado pelo sigilo, não ten do os investigadores acesso livre aos dados para poder checá- los, à vontade, quando o assunto envolve autoridades.

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SBEDV — Bol. 168/173 t mil quilômetros por hora” "Qu- tros pilotos, dos Mirages de Aná- polis (mais dois decolaram naque- la noite) nada conseguiram visua- lizar ou captar (...) O controla- dor de trafego militar na noite de segunda-feira, Tenente Valde- ARX. dSSp, 30% e 25 nunca vi algo igual”, De modo s'cinto, a Aeronáuti- ca assim descreveu a seqlência do avistamento por avião civil e, em seguida, da mobilização de 3 a- viões militares F-5E do Campo dos cir Fernando Coelho, foi incisivo: Afonsos e F-103 Mirage de Em I4 anos de trabalho no radar, lis”. (7) 4.3. — Cronometragem das principais ações terrestres ” "Todas as operações nas torres e radares 20h50 21hIo 2lhIi4 21h15 Visualização pela Torre de Con- trole de São José dos Campos (SP) Visualização de sinais luminosos por uma aeronave nrivada, no tra fego de São José dos Campos Confirmação do Controle de Area de São Paulo (APP-SP) de conta- tos de radar na área terminal de São José dos Campos APP-SP informa o Centro de Con- trole de Área de Brasília ACC- BR) Contatos de radar pelo ACC-BR ACC nforma Centro de Operações Acionamento de uma das aeronaves Acionamento de outra aeronave Contatos de radar pelo Controle Contatos de radar pelo F-|03 ( Visualização de luzes - piloto e “ . Perseguiçao a fonte luminosa 21h20 21h21 t Militares (Brasília) 22h23 de alerta (F-5E) 22h45 de alerta (F-SE) 22h50 Segundo acionamento 22h55 a de Área de Anápolis (GO) 22h55 116) Mirage 23h15 do F-5E com contato-radar 23h15 23h17 Novo acionamento (F-103) Anapo-

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ARX-dsa, z 34/64 SBEUV — Bol. 1680/43 23h20 r Contatos de radar pelo Interceptador (F-5E) 23h36 - Novo acionamento (F-103) , Fonte:"Ministerio da Aeronautica” Alem disso, também aviões ci- vis fizeram avistamentos dos OVNIs. Como, por exemplo, o Votec, vôo 241, Belo Horizonte - lberlân dia - São Paulo, cuja tripulação e todos os 27 passageiros, cerca das 20 horas e pouco antes de Ara xã (MG), viram redonda e intensa luminosidade, de cores branca, ver de e vermelha, conforme relato « L e a] do passageiro Jose Vitor Aragao (7). Na terça-feira, 20/5/86, dia seguinte aquele em que foram avis tados pelos aviadores, os discos voadores foram observados tambem por moradores de Santo Andre(SP), Bairro Santa luzia e Ribeirao Pi- res. Pelas 20 horas, Marcos Anto- nio da Silva, residente na Rua Co lorado, viu no ceu “grande bof'a colorida que mudava do verme lho para o amarelo, movimentando-se para os lados”. No dia seguinte, quarta-feira, cerca das toh 30 min, Maria Lúcia dos Santos, mo- radora na Rua Nepal, bairro Capua va, avistou, com o marido, ,º que parecia grande estrela, porem pis cava e girava sem sair do lugar; era verde no início para depois tornar-se amarelo, Perto das 22 horas, em Marin- ga (PR), após ter recebido telefo nema de Joao Batista Siqueira, a TY Cultura, com sua equipe cine- grafista, conseguiu filmar bola de luz emitinde luzes alternadas nas cores azul, vermelha e prateadas. Ainda na mesma noite, já ma- drugada, à | hora de terça-feira, 20/5/86 (9), o piloto de aviões a jato Otto Noqueira afirmou que, durante trecho superior de 700 quilômetros e numa altitude de I4 mil metros, numa viagem entre Bra sília e Salvador, seu avião foi acompanhado visualmente por ponto luminoso "mais bon to e bem maior que Aa estrela dalva”, tendo tam- bem o radar de bordo acusado a presença de tal objeto, Na quarta-feira, 2//5/89, se- gundo os jornais (10, It)e comuni cação à SBEDV pelo Senhor Aaobar Peixoto de Fortaleza (CE) houve um avistamento em Fortaleza (CE) no bairro Álvaro Weyne. Na tarde daquele dia, à menino Júnior Mo- reira, de |2 anos de idade, cha- mou seus pais e toda a família para verem, durante meio minuto, grande objeto, entre 150 e 200 me tros de comprimento, arredondado lateralmente e [largo no centro, fa zendo passos laterais para a fren te e para trás. O OVNI tinha cor de chumbo, apresentando espécie de grande abertura que refletia fortemente a luz do sol e possuin do ainda um sistema de s luzes muito parecido com as sinaleiras coloridas das viaturas de poli- cias O dito objeto, que no início “bailava no ceu”, apresentou for- ma de pára-quedas, para, "como num passe de mágica” transfor- mar-se num grande charuto. Ao a- fastar-se, o UFO o fez horizontal mente, em grande velocidade, na direção leste-oeste. Na quinta-feira, 22/5/86,mais outra autoridade avistou um OVNI. Era o Superintendente da Policia Federal, Delegado Romeu Tuma via- jando de avião da Transbrasil de Brasília (DF) para São Paulo (SP) (II A) que da “cabine da tripula- ção” pôde, durante 15 min, a- companhar as evoluções do OVNI que se deslocava com velocidade superior a 2.000 km por horas.s

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SBEDV — Bol. 168/173 4.4. — E os OVNIs aproximam-se do solo Na mesma quinta-feira,22/5/86 (12), foi feito outro avistamento de UFO, isto é, a 200 quilômetros de Belo Horizonte e a |5 quilôme- tros do município de Conceição do Mato Dentro, na serra do Cipo, en tre os vilarejos de Tabuleiro e Rio Preto. De madrugada, cerca das 3h 45min, o morador local Joa quim Ferreira de Aguiar (conheci- do por Joaquim Elo), de 69 anos de idade e com 8 filhos, foi a- cordado por forte clarão que en- trava pelas frestas das paredes toscas de sua casa. Saindo da ca- sa, a uns 30 metros de seu terrei ro (patio), Elô avistou um objeto aterrissado no chão que, com o se» foco de luz, iluminava toda a região. "Quvia-se também conversa entre duas pessoas, cujas vozes pareciam vir de um rádio de pi- lhas”, O fenomeno da luz durou uns 30 minutos. O UFO partiu en- tão com um movimento brusco, que se iniciou com um ruído como se um motor tivesse sido ligado, aquando a luz tornou-se mais inten sa, mudando a cor para o verde, Em seguida, a luz apagou-se e, em baixo, viu-se uma especie de cru- zeta rodar, 4.5. — E os OVNIs espalham-se pelo Pais Na mesna quinta-feira,22/5/86 (13) mais para o Sul do país, de noite um OVNI apareceu sobre a ci dade de Maringá, estado do Para- nã. Este objeto o cinegrafista J. B. Siqueira (”"Foguinho”) conse- guiu filmar de dois pontos topo- gráficos: uma vez foi (Fi Imado) das proximidades do Parque de Ex- posição Municipal e, outra vez, de perto da torre emissora da TV Globo, O objeto filmado e depois 4 ds) pea3/a3 21 Aproximadamente naquele mesmo horário mas a 1 quilômetro de dis tôência, um fenômeno foi observado pelo casal Santos, Paulo da Silva (de 25 anos) e Geralda Ferreira (de 30 anos). Naquela madrugada, os dois caminhavam pela estrada, dirigindo-se a local indicado pa- ra o recadastramento eleitoral. Foi quando viram a aproximação em disparada de imenso farol, vindo da direção da residência de Eló« O farol chegou a bater nos fios de alta tensao”, na encruzilhada de acesso aos dois povoados”, Ta- buleiro e Rio Preto, onde o casal se achava. “Todas as luzes da re- gião apagaram-se”, menos a tal lu minosidade do objeto e a da lan= terna elétrica de Paulo e Geral- da. Os dois correram para a casa nais próxima, pertencente a um senhor chamado Pedro, Mas, cega- dos pela luz, em pânico, ficaram enroscados e machucados pelos fios da cerca de arame da casa do Sra Pedro. O farol permaneceu ainda por al- guns minutos sobre o casal, que se man- teve agachado. Depois de a luz ter se apagado, foi possível enxergar no obje- to uma roda menor, bem no meio da qual se via uma especie de inscrição ou nume ros. mostrado na TV Globo, (no “Fan- tastico”) e emitia tonal idade ver melha, piscando sem parar. Entretanto, na mesma cidade, já no dia anterior e assim quarta -feira, 21/5/86, havia sido viste por José Antônio Lima, res'dente na Zona 2, às I9 horas, um objeto no céu, de luz intensa e sem se ouvir barulho de avião, O apare- lho fazia zigue-zague em velocida

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de impressionante. Então, no jar- dim Liberdade, local mais alto de Maringa, um grupo de crianças parou de brincar para ver “luzi- nhas subindo e descendo sem pa- rar. Pareciam discos voadores” Além disso, mais para o Su! ainda, no estado de Santa Catari- na, na mesma quinta-feira, à meia -noite os OVNIs foram vistos na cidade de Blumenau (SC). Eram”pon tos luminosos” que sobrevoaran a Prefeitura e deram exibição de 5 minutos antes de sumirema (14) Ainda, várias pessoas na Rua Sete e que estavam reunidas na lançho- nete ”"Blu-lLanches” observaram os objetos, como, por exemplo, os es tudantes Marcelo Clemente e Marce to Babitongas Todavia, para o dia seguinte, sexta-feira, 23/5/86 (12) repor- tando-nos outra vez para a região mineira da Serra do Cipó, lã o la vrador Jose Pedreiro, de 30 anos de idade, morador de Tabuleiro, cerca das 19h 30 min, estava diri, gindo-se para a reza, Foi quando, na encruzilhada já citada ante- riormente, viu-se confrontado por um "negócio grande”, especie de bacia, com luzes verdes piscando em baixo. Parecia flutuar a pouca altura, pois "tomava toda a largu ra da estrada”. José voltou então correndo para o seu povoado, Pouco cepois, perto das 22 horas, este mesmo objeto, ou ou- tro idêntico, foi visto por vã- rios moradores de Tabuleiro, che- gando de volta da reza acima men- cionada, Um deles, o lavrador Jo- se Ferreira, de 55 anos de idade (pai de 7 filhos), relatou que, "bem por cima do grupo, apareceu uma luz, piscando, quando tocio mundo fugiu correndo” Segundo informações de outras pessoas, o tal objeto possuía o tamanho de um carro Fusca; era redondo e existia na sua parte baixa uma espécie de “joelho”, de onde AMX: -d59,0. 33 So Boi. 168/173 irradiava uma luz parecida com de freio de veículos Mas, quando se acendia, esta luz tluminava tu do no chão e impossibilitava ds vistar a forma do objeto no ar. Ainda em Blumenau (Santa | Cata rina) dois dias .apôs o espetáculo dos OVNIs, de lá, na quinta-feira (14) sendo assim no sábado, sans 24/5/86, à meia-noite, voltou lá o fenômeno OVNI. Foi nos bairros da Velha e Água Verde. Os fiéis que saíam da Igreja Cristo Rei a- vistaram uma [uz intensa - um ob- jeto de brilho forte movimentando -se no ar. Havia interrupções na reta e rápidas retomadas de ve locidade, mudando ainda o UFO ongs tantemente sua cora. Nesse mesmo sábado, o fenômeno LFO-OVNI foi obser- vado também na capital do estado de Santa Catarina, em Florianópolis (SC) (15). Maria Elena Silva, de 27 anos de idade, residindo no bairro Kobrazol, estava em visita ao apartamento da irma no bairro Capoeiras Assim de lá, ambas as irmas, da Janela avistaram objeto no ceu, durante 25 minutos. E- ram cerca de [5 min da madrugada quando viram boni to espetáculo, pois o OVNI fazia movimentos em di- reção a Lua, ocasião em que sempre aumentava sua [uminosidades E o avistamento de Maria Elena foi confirmado depois pe- lo advogado da Câmara Muni- cipal Jose Chaia, de E anos de idade (16): este, durante meia hora, nas i- mediações da Rua Abel Ca- pela, bairro Coqueiros, au vistou objeto circular de forte luminosidade, e "que se deslocava em direção a Lua”,

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SBEDV — Bol. 168/173 4.6. — Aproximam-se das pessoas e dos veículos Entretanto, outro avistamento aconteceu concomitantemente no Norte do País, estado de Pernambu co no sítio Paquivira que fica a 36 quilômetros da cidade de Maca- parana (PE). À tardinha daquele sábado (17) dois objetos em “for- ma de lua” foram observados pelo menino Severino Ramos, de IO anos de idade, residente com sua tia Maria Moura de Andrade, na Rua 2 de Fevereiro, nº 81, Estava Severino junto com seu irmão, de I4 anos de idade e ia levar o gado para o curral, De re pente, surgiram dois objetos com- paráveis a duas luas, que projeta vam raios luminosos de três co res, violeta, amarela. e vermelha, Os UFOs baixaram até à distância de uns 6 metros dos meninos que, com medo, agacharam-se no chão, enquanto que tambem o gado assus- tou-se, As crianças ficaram assim um longo período deitadas no chao, sem conseguir falar nada, Quando as duas luas foram se afastando, as duas pequenas testemunhas con- seguiram correr para perto de uma árvore, de onde gritaram pela mae, Esta, D. Joseja de Moura Barbosa, tambem avistara a luminosidade. Todavia, socorreu imediatamente os filhos que, traumatizados, le- varam algum tempo para voltarem ao seu estado normal. Por causa do episódio à tardinha, nos dias seguintes os meninos mudaram o horário de buscar o gado, Quatro dias depois dos episó- dios na Serra do Cipó, já relata- dos acima, e assim na terça- feira, 27/5/86 (12), a luz reapa- receu naquela mesma região minei- ra, aproximadamente às 20 horas, (assim pela 3º ou 48 vez). Naque- le momento, dois funcionários da prefeitura de Conceição do Mato Dentro, o motorista Sebastião Lo- ARX AS pu 2» pes de Freitas e o, ajudante José Geraldo de Almeida, viajavam de volta para Tabuleiro, em caminhao basculante daquela prefeitura.Foi quando a luz apareceu sobre o ca- minhao, para acompanhá-lo ate a entrada da cidade de Conceição do Mato Dentro, soltando fachos (fa- gulhas de luz?). Sebastião estra- nhou que, durante o percurso, al- gumas partes dos indicadores do painel do caminhão, antes enguiça das, subitamente voltaram a fun- cionar, Por outro lado, a marcha e . , do veículo parecia freiada pelo OVNI: o caminhão não desenvolvia a velocidade, pois ” "ate nas desci das e retas foi necessário enga- tar a primeira marcha para garan=- tir o seu avanço” O ajudante Jose Geraldo infor mou ainda que uma espécie de nu- vem fraquinha cercava a luz do ob jeto, quando esta diminutra de in tensidade, assim que recolhia seus fachos. Tambem na base do fa cho (coluna ?) de luz dirigido pa ra o caminhão, Geral do percebeu uma espécie de cruzeta, ja descri ta aliás em avistamento feito di- as antes por Joaquim Eló. Na mesma terça-feira, 27/5/86, de novo vieram notícias de OVNIs, mais. do Sul, do Parana, de Londri- na (PR) (18). Cerca da metade das 300 pessoas da população do bair- ro rural de Boa Pastora, a 5 qui- lômetros de Bandeirantes, viu lu- zes estranhas durante meia: hora, à noite. O radialista Osval do Luís Gonçalves, da Rádio Cabiúna, de Bandeirantes, entrevistou a testemunha Cleide Silvas. Esta, juntamente com o vizinho José La- to, viu as bolas luminosas, que iam e voltavam, fazendo círculos de aproximadamente |00 metros de raio sobre a pastagem, entre duas mangueiras. José Lato ligou

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2. . os farois de seu trator, para i- dentificar as fontes das estra- nhas luzes, quando estas se apaga ram, De novo, desligados os fa- róis do trator, as bolas voltaram a fazer evoluções por mais alguns minutos, quando em seguida sumi- rame Dois dias depois, em 29/5/86, na noite de quinta- feira, entre 22 e 23 horas, em São Paulo, capi tal, outro episódio ufológico o- correu (19) documentado por vídeo -teipe. Cerca das 23 horas, Da- niel Gomez, 31 anos, diretor | de “videotape mixon” da agência pu- blicitária Deck, com equipe de mais quatro pessoas, do alto do 4.7. — E chegam à capital do País Para a mesma noite, 29/5/86, reportemo-nos então bem para o centro do país, Brasília (DF), lá pouco antes, às I9h 20 min, foi feito outro avistamento, pelo ana tista de sistemas, Marcos Antônio Souza, de 29 anos de idade, piaui ense de nascimento mas agora resi dente em Rrasília há 27 anos (20). Perto de sua residencia, 406 Norte, durante uns 20 minutos, Marcos Antônio viu no ceu objeto circu- lar de coloração amarela, emitin- do alternadamente fachos de luz vermelha e de luz verde, a inter- valos regulares, feito carro de polícia, O rapaz tinha a impres- são de que o objeto se afastava quando diminuía para o tamanho de uma estrela e que se aproximava quando alcançava o triplo desse tamanho, Depois, o OVNI permane- ceu estático, no mesmo lugares In- dagando ao Cindacta local, por telefone, Marcos teve repposta que lhe pareceu vir do tenente Joao Carlos, ” qual lhe disse que os pilotos não haviam avista- do tal objeto, ARK. 28, 0 :3G/5 Reun — vor 188nirs Edifício Banespa ia completar gra vação de comercial para a Eletro- paulo, a ser veiculado pela tele- visão na semana seguinte. O ceu apresentava boa visibilidade, quan do estava sendo gravada imagem de meia lua, linda, Foi quando se ob servou no campo visual um ponto de luminosidade intensa, com cor e movimentos, variando a gradua- ção da luz pelo fato de diminuir e voltar a surgir com força. Fi- cou assim bom tempo no ceu, para desaparecer em seguida, Daniel Gomez co mentou ainda que, na infância, na Argen tina, em Mar del Plata, aos 12 anos de idade havia observado OVNI um pouco pa- cecido com o objeto de agora... Dois dias depois, na noite de segunda-feira, 2/6/86, a mesma testemunha, Marcos Antônio, viu um UFO de coloração amarela, com características idênticas ao ante rior, emitindo luzes vermelhas e verdes. O objeto estava na verti- cal acima de Marcos, que chamou, para testemunharem o fato, os co- legas Godói e Rodrigo e o profes- sor Nereu, da Academia Sino-Brasi leira Kungfu, da 5Il Sul, ks [9h 40min, um avião (presumivelmen te da Vasp) passou entre o grupo e o OVNI. Nesta ocasião, enquanto, a luminosidade do objeto foi au- mentando, do avião, pelo contrá- rio, as luzes se apagaram, Este episódio durou cerca de um minu- to. Por telefone, localizada na W 3, o Cindacta foi indagado e o sargento Rocha ficou de verificar o fato. Aproximadamente uma semana de pois dos acontecimentos na zona mineira da Serra do Cipó, numa terça-feira, 3/6/86, outro episo- dio ufológico ocorreu, desta fei- ta no sudeste mineiro, a 150 qui-

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DBEUV — DOS Iporivo lômetros de Belo Horizonte (21). À noite, depois do termino do joao de futebol Dinamarca x Esco- cia pela televisão, o lavrador Paulo Pereira Campos (apelidado por Nego), de 30 anos de idade e pai de dois filhos, com seu filho no colo e acompanhado por um vizi nho com mais duas crianças, diri- giam-se para suas residencias, sa indo da Fazenda da Bateia, distan te 5 quilómetros de Passa Tempo. distância de uns 300 metros da estrada, em um pasto, observar am uma luz vermelha, imovel no chaos. Pararam para ver o objeto por um certo tempo, quando o companheiro de Nego acendeu o isqueiro para fumar um cigarros Imediatamente ” . entao a luz elevou-se, vindo na direção do grupo. Era uma bola vermelha, com cauda escura, que ostentava luzes menores, também vermelhas. A bola passou a perseguir o lavrador e seu amigo, obrigando-os a ficarem escondidos durante algum tempo em um bambuzal. Nego informou que tentaram correr, “mas não rendiam o suficiente”, parecendo-lhe que a bola os atrala para a sua dire- ção. O objeto, que havia ficado so bre o bambuzal, subitamente deslo cou-se velozmente para o topo de serra próxima, a 800 metros dedis tância, onde pousou de novo. As duas crianças correram então na frente para casa e 9 lavrador, tendo chegado lá, já mais trangúi lo, com seu filho nos braços, con tinuou a observar 9 fenômeno (uma vez que a esposa ja estava dormin do). Nego observou dois vultos passando “pra jã e pra ca” diante do tal objeto pousado. Decorrido mais algum tempo, a luz, que até então era fraca e clareava apenas o contorno do OVNI, ficou inten- sa. Foi quando o lavrador ouviu um chiado e chegou a. enxergar o cafezal no pe da serra, tamanha a ARX.d59,0.36/6+ RX.d » sy a luminosidade desprendida. Houve rápido movimento vertical do obje to, que sumiu no céu. O ufólogo Antônio Faleiro, da cidade de Passa Tempo, pesquisou o caso quatro dias depois, em 7/6/86. No Incal da aterrissagem do UFO, "ma laje, ele descobriu duas marcas de pes, as quais foto grafou. Pareciam ser de crianças, inteiriças, sem apresentar mar- cas de dedos nem saliência de cal, canhar. Na mesma noite desses aconte- cimentos, 3/6/86, um pouco mais para o Sul, no estado do Paraná, em Curitiba (PR) houve outro epi- sódio (22). Cerca das 2lh 45 min, moradores do conjunto residencial "Parigot de Souza” - como José Grogoski, de 48 anos, e sua fami- lia - viram objeto luminoso, aver melhado e arredondado, que ficou mais de meia hora no mésmo lugar, parecendo girar sobre si mesmo, Houve muitos telefonemas para a redação do jornal. No dia seguinte, 4/6/86, tam- bem em Curitiba, mais um objeto voador foi visto por Paulina Frei, re Cunha e seus três filhos, apro ximadamente às tZh 45min, no bair ro Capão da Imbúia (23). Naquele momento, Paulina estava retornan- do de carro para sua residência , junto com a filha, de |5 anos. e mais dois menores, Foi a filha quem descobriu o objeto entre as poucas nuvens que havia no céu, co meçando a escurecer, Paulina pa- rou o veículo, para observar, Des creveu depois o OVNI coma fumino- so, com brilho avermelhado, que se movimentou com rapidez em dire ção a Pinhais. Outra notícia de jornal (24) dá ciência de que, na mesma quar- ta-feira,, 4/6/86, com o sol a pi- no, um piloto da Cruzeiro do Sul avistou um OVNI de seu avião, ao cruzar a cidade de Montes Claros

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32 (MS). O piloto comunicou o fato ARX. d59 lá Wo SBEDV - Bol. 168/173 ao Cindacta de Brasílias 4.8. — Finalmente alcançam os OVNIs o rio Amazonas no extremo Norte Ainda. a reportagem do Cor- reio Braziliense (24) e as de ou- tros jornais dão conta de que ob- jeto nao-identifirado foi visto em 4/6/86 nos ceus do Norte do país, em Belém (PA). Foi o UFO ob servado na desembocadura do rio A ma-onas na baía de Guajará, entre I9h 20min e 20 h, por grande núme ro de pessoas aglomeradas na amu- rada do cais da feira de “Ver-o- Peso, de Belem. O jornalista | Por- Fírio da Rocha, de “A Província do Para”, fotografou o OVNI, pri- meiro do Boulevard Castilho Fran-= ça e depois do alto do prédio de "0 Liberal”, No início, o objeto parecia um holofote de grande potência vis to à distância, fazendo leves mo- vimentos circulares e retornando serpre ao local de partida, tendo como referência uma estrela loca- lizada perto, Primeiro o objeto estava topograficamente em plano superior e depois em plano infe- rior ao da tal estrela, Posterior mente. esses movimentos puderam ser analisados melhor, pelas di- versas exposições de tempo das fo tografias, sendo quatro destas (tomadas do prédio de “O Liberal reunidas na fig. nº IO, com a se- ta assinalando a estrelas. A luz ora ficava mais amare- la, ora mais avermelhada, ora re- duzia sua luminosidade e diâame- tro, ora parecia distanciar-se dos observadores, ora totnava-se tão luminosa como no início da ob servação, fenômeno que se repetiu aloumas vezes até qre o objeto de sapareceu sobre a local idade de Barcarena. Contato telefônico com a Cen- tral do Controle de Tráfego Aereo do Aeroporto Internacional de Val de Caus confirmou a aparição do UFO. O fenomeno teria sido comene tado no Aeroclube de Belem, em entrevista do Comandante Pinon a grupo de estudiososa 4.9. — Comentários de algumas autoridades governamentais O Jornal da Tarde (25), cuja comunicação ao público parecia se a mais rapida, informou que a For ça Aérea Brasileira decidiu inves tigar a fundo, atraves de uma co- missão, o aparecimento dos movi- mentos nao-identificados em rada- res. Admitiu o major-aviador Ney Antunes Cerqueira a necessidade desta investigação, por interesse da segurança do espaço aéreo bra- sileiro; "Desta vez, os movimen- tos nos radares terem continuado por quatro horas é um motivo sufi, ciente para justificar a apura- ção, a fundo, do problema (aee) pois foi levado: ao Comandante do Comando Aéreo de Defesa Aérea (CODA), brigadeiro Jose Pessoa Cavalcanti de Albuquerque” 0 reporter do Jornal da Tarde indagou ainda: “0 que eram aque- las luzes, afinal?”, pois a repor

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dBEUV — DOI, I00/1/4 tagem da Gazeta do Povo dizia que” em nenhum momento os pilotos quiseram 4.10. — Válidos comentários de três ufólogos No jornal Última Hora (27), D. Irene Granchi, do Rio de Janei, ro, comentou que o “espaço, de um modo geral, não nos pertence. A prioridade é das inteligências que nos visitam, que sabem muito mais a respeito do lniverso do que nós”. E ainda elogiou a FAB por não ter tentado atacar os OVNIs. Nosso confrade ufólogo minei- ro, o professor Hútlvio Brant Alei, xo (28) relevou “a grande impor- tância do depoimento do Ministro da, Aeronáutica”, que "sera estimu lo a milhares de outras pessoas, em todo o País, até então temera- sas de caí rem no ridículo ao reve lar que também viram tais obje- tos”. E citando comentários do fi nado sensitivo norte-americano Edgar Cayce, Húlvio Brant aventu- rou que estão certas as previsões de que o aparecimento cada vez maior de "bolas de fogo” ou “si- nais estranhos” nos ceus esteja relacionado com o final do mile- nio: "É possível que nós esteja- mos em plena era apocalítica - e não saibamos disso” Interessa focalizar o desen- canto de um ufólogo, no caso o gaúcho de Pelotas Luiz do Rosário Real, face ao descaso (29) ante a descoberta feita por ele de uma i magem em forma de chapeu com aba, sugerindo um OVNI, que saiu ao la do do cometa Halley na foto deste astro tirada por Rodrigo Campos e Rene Laporte, em 20/3/86, com te- lescópio de 600mm no Observatório de Brasópolis, publicada em 15/4/86 pela revista “Afinal”.(30) Vivamente interessado pela imagem vista ao lado da figura do come- ARK: a39,9 Bar 33 falar sobre a natureza dos Objetos . Voadores Não-|dentificados”. (26) ta, em carta indagadora de deta- lhes datada de 2/5/86, Rosário dirigiu-se ao astrônomo fotografo Rodrigo Campos, sem merecer toda- via “esposta deste último. Pois é fato que tal imagem estranha jus- tificava a opinião do ufologo, se não, principalmente, do perito em aparelhos óticos, filmes e emul- são, conforme foi demonstrado em caso desta natureza por grupo ufo lógico de Baurú (SP) em boletim nosso (32). 0BS.: No dia 16/10/86, de manha, o representante do semaná- rio norte-americano "Na- tional Inquirer” telefonou comunicando-nos que seu jor nal mandou que ele entrasse em contato com o Observato- rio de Brasópolis. para in- vestigação sobre a foto. O frustrado ufólogo fez então comentários no Diário Popular, de Pelotas (33, 34). Pois em um dos seus artigos Rosário relembrou o caso do avião da VASP, vôo 169, no dia 8/2/82: da Bahia ao Rio de Janeiro, o avião foi acompanhado por um OVNI, pelo lado esquerdo, durante longo trecho da viagem, (Ih 30 min) quase ate à aterrissa gem no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (35). Na ocasião, certo astrônomo do Rio insistiu qe o piloto do avião e os passas geiros teriam confundido o plane- ta Vênus com um OVNI, A este res- peito, jocosamente Rosário inda- gou se o planeta percebera a tem- po que não caberia no campo de pou so doGCaleso,diter voltado às alturas.

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4.11. — Comentários da SBEDV As atividades tres, as únicas extraterres= visíveis por en- quanto, para com o nosso planeta resumem-se até agora a dois ti- pos. De um lado, os contatos iso- tados com a nossa população, va- zando em alguns casos “mensagens” para os povos terrestres, logo em seguida omitidas ou desmentidas pelgs meios de comunicação. De ou tro lado, constituem-se de sobre- vôos de continentes, povoações ou nações, geralmente executados em forma de ondas, uma das quais, a de 1986, em relação ao nosso país, estã aqui relatada pelo resumo do noticiario de jornais, À novidade a este respeito foi a mudança de orientação da política terrestre, que já não ousa mais negar tão pe remptoriamente a existência dos extraterrestres conforme era fei- to no passado, uns 30 anos atrás, com a ajuda do finado astrônomo norte-americano Dr, Joseph Allen Hynek (40 A). Assim, em nosso recente caso das vinte bolas luminosas vistas do avião da Embraer, astrônomo ca rioca já acima mencionado as in- terpreta como terem sido elas “um meteoróide”. (48) De outra forma, o coronel Adalberto Resende Rocha (35-4) afirmou que “para a Força Aérea o caso está encerrado”, a- crescentando que “os estudos. a se rem elaborados pela comissão do Comando de Defesa Aérea (CODA) (aca) não serão divulgados à im- prensa”, Ainda, atraves de jornal (35 B) o Ministro do Superior Tri, bunal Militar, Brigadeiro George Relham da Motta, declarou que, quando era major e havia observa- do fenômeno semelhante ao do dia I9 de maio, nas proximidades de Recife, (e) "recebeu ordens para não comentar o assunto” Ainda recentemente, chegaram ARX- ISS 235% notícias de Belo Horizonte (36), informando que no dia Il de setem bro um avião da TAM (Transportes Aéreos de Marília), na altura de Para de Minas, em dia claro, en- tre I3 e [4 horas, avistou objeto aereo nãao-identificado que invadi ra o espaço aéreo brasileiro, pe- fa terceira vez. O UFO, acompa- nhando o avião, como que num ges- to de despedida, saiu de sua rota e circulou-o« E, já em oportunidade ante- rior (37) (38), dois aviões -— um da Transbrasil, voo 471, rota Rio de Janeiro - Brasília, e o outro da TAM, prefixo PT.IIQ, com Muri- lo Prado, de 35 anos de aviação, no comando - haviam feito avista- mento de OYNI na altura de Pará de Minas, a 60 milhas, num sába- do, 13/9/86, às 2lh 30min. Entretanto, na ocasião, a FAB singelamente comentou que, até o momento, não dispunha de “nenhuma conclusão sobre o fenomeno”, e que faria apenas "relatórios de rotina” (sobre tais fenômenos). Todavia, por ocasião da “visão co letiva de UFOs no dia (noite) de I9 de maio último, (desta partici pando) vários pilotos da FAB quan do (os OVNIs) chegaram a ser de- tectados (tambem) pelos radares do CINDACTA, (neste caso o fenôme no) “mereceu avaliação” (pelo or- gão governamental). . Desta feita louvamos entre nos a maneira altiva e serena de a FAB desta vez comentar os sobre vôos do território nacional por OVNIs, deixando entrever que acom panharam os nossos aviões “em mo- vimentos intel igentemente dirigi- dos” De certa forma faltam ainda alguns pontos nos iis, como por e xemplo, que os veículos estranhos

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SBEDV — Bol. 188/173 e dirigidos intel igentemente “não enquadrando-se nos padrões terres tres” - forçosamente deviam estar constituídos por forças extrater- restres. E, se foi abordagem magnânima a das nossas autoridades em suas admissões, tal não foi o caso das autoridades européias na recente onda de sobrevõos por OVNIs em 24 de setembro de 1986, de Paris, A- lemanha, Luxemburdo, Holanda e Bélgica entre 7h 30min às 8h da manha, seja por esquadrilhas ou tipos diversificados de OVNIs, i- solados. (47) Os governos destes países con tinuam em “não identificar” tais objetos voadores, não ousando ta- xá-los de "nao-terrestres”, isto é, “extraterrestres” , pois infor= mou a NWZ (39) que “os UFOs apre- sentaram meros restos de foguetes (terrestres)”, Naturalmente, no rol de even- tual admissão de presença extra- terrestre, logo surgiria necessi- dade de se reavaliar as filoso- fias terrestres, quer dizer, a "nossa atual maneira de viver”, 9 que, no mínimo, seria muito inco- modo e sentido | como humilhante por muitas Nações, pelo orgulho de quo estão possulídas. Aliás, fenômeno parecido com o atual, um hiato entre a verdade e a opinião distorcida dos líderes encontramos na Idade Media, nos processos movidos pela Santa In- quisição ao astrônomo Galileo, com respeito à falácia da antiqua da teoria ,9eocêntrica. Aflora-nos então a dúvida se. no século 20, de fato nao conseguimos ainda nos livrar dos metodos exdruxulos e da inércia da Idade Media, isto é, de se querer cobrir o sol da verdade com peneira de mentiras e despistamentos, (40) tivemos fr: politica, Ainda pelos jornais exemplos de como, na ARK- 159,6. 405 por malabarismo de palavras é da- do sentido ambíguo legalizando-se ate a mentira (41, 42, 43, 44) co mo pela. tergiversão churchul iana de que “em caso de guerra, a ver- dade deve ser protegida por sal- vaguarda de mentiras” Também, nosso Millôr (45) em charge quanto à avaliação da opi- nião pública diz que o resultado da pesquisa, pode ser forjado a bom preço. E entre nós, a respeito das notícias de sobrevõo do país por UFOs, em maio de 1986, certa e- missora de televisão de rede de comunicação, no final das noti= cias pProjetou enlatado de preten- so físico (sic) norte-americano , asseverando serem os pontos [umi- nosos” intel igentemente dirigidos”, e vistos em [9 de maio de 1986, apenas “bolhas de gás ionizado” Ainda o jornal desta mesma de comunicação pretendia OVNIs nada mais fossem que ções de raios laser” (46). rede que os "proje aFinalizando a nossa contenda devemos enaltecer a abundância de material ufológico-extraterrestre acessível à besquisa em nosso país. Normalmente devia isto cons tituir ponto de grande atração pa ra espírito inteligente, indepen- dente e curioso, qualidades que marcam o cientista “autêntico” Entretanto, nossas escolas e uni- versidades não fazem seleção do nível moral dos alunos matricula- dos, apenas tem estes que preen- cher requisitos de ordem materi- al, de pagar suas mensalidades. Desta forma, nao é de se admirar que os produtos finais de nossas escolas e universidades estejam entre- meadas de "cientistas-mirins!, Esses, na maior parte, consistem de "carreiris tas" cuja curiosidade e espírito de pes quisador foram substituídos pela cobiça material e imediatista, se não por obje to servilismo à polTtica UFO-foba,

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api ines ro 36 I Io Io H 12 13 sa” per usas A A A RX. 359, pr 3/54 SBEDV — Bot. 168/173 Bibliografia "Ufo Nachrichten” - !iesbaden - Alemanha, nº 299/300 - julho fote 1986. avistamentos de Ufos sobre Munique em 7/6/86, sobre o porto de Bremen, em 28/6/86, sobre o Mondsee - Áustria - 16/6/86. Folha da Tarde - São Paulo - [/4/86 - "OVNI sobrevoa região chilena”, Salzburaer Nachrichten - Ávstria, 16/6/86 - "llfos Gber dem Mondsee - Polizei best4tigt - Armee Radar auf (llfo) Zagd”. Sonntags - Zeitung - Stuttgart - Alemanha, 25/5/86. Diário da Tarde - Belo Horizonte, 22/5/86, "Ozires, da Em- braer, avistou 3 OVNIs”. Jornal do Brasil - Rio - 22/5/86 - “FAB persegue “bolas” voa- doras sem sucesso”, O Glnbo - Rio de Janeiro, 24/5/86 - "Pilotos afirmam que OWls tinham luzes brilhantes”) Jornal de Brasília (Brasília (DF), 24/5/86 - "Pilotos não con seguem identificar os “OVNIs”, Jornal de Brasília - DF - 22/5/86, "Ozires intercepta 20 dis- cos voadores”, O Dia - Rio de Janeiro, 24/5/86 - "Aviões da FAB perseguiram e . “e os OVNIs com misseis e canhões”, Folha da Tarde - São Paulo, 74/5/86 - "Piloto da FAB seguido por 13 objetos nao-identificados”; “os oficiais da FAB contam o que viram, mas o que eles viram?” Diárin do Grande ABC - Santo Andre (SP) - 6/6/86 - "OVNIs são . e . . e n vistos por varios dias na regiao”. Última Hora - Brasília (DF), 23/5/86 - "Nunca vimos semelhan- tes Objetos antes nos (nossos) ceus” Jornal do Brasil - Rio de Janeiro, 23/5/86 - "Charuto voador apareceu no Ceara na quarta-feira”, Jornal do Brasil - Rio - 25/6/86 - "Disco Voador faz espetácu lo para argentinos”. Tribuna do Ceará. - Fortaleza (CE), 31/5/86 - "Ufo sobrevoa o Álvaro Weyne”. DCI (Diário Comércio e Indústria) São Paulo, 24/5/86, (”Poli- tica”). Estado de Minas - Belo Horizonte (MG), 01/6/8386 - "Na Serra do Cipo algo mais que aviões no ceu”, Estado do Paraná - Curitiba (PR), 24/5/86, - "OVNIs são vistos tambem em Maringá” e “OVNIs aparecem no ceu no Norte do Para- na”.

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'9 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 32 A 33 34 35 35 A 35 B SBEDV — Bol. 168/173 MAx-aSS pets a Jornal de Santa Catarina - Blumenau, 29/5/86 - "OVNIs nos ceus de Blumenau?!” O Estado - Florianópolis (SC), 29/5/86 - "De seu funcionária pública garante ter visto OVNI”, O Estado - Florianópolis (SC), 30/5/86, visto um objeto voador sobre a cidade”. Diário de Pernambuco - Recife (PE), 22/5/86 - "Menino diz que OVNIs o perseguiram: eram luas” apartamento "Advogado afirma ter Notícias Populares - São Paulo, 2/6/86 - "Luzes nos céus do Parana”. Folha de São Paulo - São Paulo, 31/5/86 - "Equipe de Vídeo filma OVNI sobre São Paulo”. Correio Braziliense - Brasília, 4/6/86, "Rapaz vê dois OVNIs em apenas uma semana”, Estado de Minas - Belo Horizonte, 3/6/86 - "Lavrador persegui do por OVNI no interior de Minas”. Estado do Paraná - Curitiba (PR), 4/6/86 = "OVNI também & vis to em Curitiba”. Estado do Paraná - Curitiba (PR), 5/6/86 - "Mais um OVNI é visto em Curitiba”. Correio Braziliense - Brasília (DF), 6/8/86 - "Jornalista fou tografa OVNI no ceu de Belem”, Jornal da Tarde - São Paulo, 22/5/86. Gazeta do Povo - Curitiba, 24/5/86. ltima Hora - Brasília (DF), 23/5/86. Estado de Minas - Belo Horizonte (MG), 23/5/86 - "Aparição de OVNIs não surpreende ufologista” - "Alguém vem de longe”. Carta de 8/10/86 do Sr. Luiz do Rosário Real dirigida à SBEDV. “AFINAL” — Revista de 15/4/86. Carta de 2/5/86 do Sr. Luiz Rosário Real dirigida ao Sr. Ro- drigo Campos. Boletim inf. da SBEDV nº 162/167, pag. 18-21 -— "Considerações em torno de uma foto”, Bol. da SBEDY nº 8, Diário Popular - Pelotas (RS), Diário Popular - Pelotas (RS), Bol. inf. da SBEDV nº 146/154, Folha de São Paulo - .S. Paulo, tem ter visto luzes”, 18/5/86. 25/5/86. page 7-l6. 24/5/86, "Os pilotos so admi- O Slobo - Rio, 23/5/86 - "Aeronautica faz relatorio sobre «.« OVNIs vistos no Sul”.

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36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 NR. A59, 43/63 Estado de Minas - Belo Horizonte (MG), 01/10/86. Jornal do Comércio - Porto Alegre (RS), 16/9/86. Jornal do Brasil - Rio, (RJ), 01/9/86. NWZ - Stuttgart - Alemanha, 24/9/86, "Die LFOs waren Raketen Schrott”. "Livro Branco dos Discos Voadores” - pág. 12t, 134. Ed. Vozes - 25,600 Petropolis (RJ) Caixa Postal - 90 023 (reembolso), idem, idem, pág. 136-138, Jornal do Brasil - Rio de Janeiro, 4/10/86 - "Jornalistas con denam plano contra Kadhafi”. idem, idem - 12/10/86 - "Speakes admite que procura “moldar fatos”. idem, idem - |4/10/86 - "ELA atacaram à Nicarágua com notf- cias falsas (durante 3 anos)”. idem, idem - 16/10/86 - "Os motivos da mentira”, idem, idem - 15/10/86 - "MiIIOr”, O Globo - Rio de Janeiro, 16/6/86. Jornal do Brasil, Diário do Grande ABC, Folha da Tarde, Folha de São Paulo, Diário Popular de São Paulo, Jornal de Brasi- lia, (todos de 24 de setembro de 1986). Jornal dos Sports - Rio, 23/5/86 - "Meteoroides acabam com ex traterrestres”, NWZ - GSppingen, Alemanha, 24/9/86 - "Die UFOs waren .esmssre Raketenschrott”. * * xe Ea

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SBEDV — Bol. 168/173 ABR: asa, e Wax 39 5 — O CASO DE MOACIR BAIANO, EM PATI DO ALFERES (RJ). 5.1. — Resumo do Episódio e Dados 5.1.1. — Resumo Ao dirigirese ao velório de pessoa amiga, à saida de sua casa, as I8 h, a testemunha e abordada por gigante de aproximadamente 3 m de altura, que a convida para uma conversas Sem estranhar tao insóli to encontro, a testemunha é acompa nhada daí em diante pelo estranho. Ainda perto da residência, jun tos chegam a atravessar espessa ca mada de neblina, até se acharem em lugar desconhecido e descampados. Neste local, encontra-se aterrissa do um disco voador. Primeiramente por, fora e depois por dentro, a na ve & então inspecionada pela teste munha, sempre em companhia do es- tranho, que lhe dá algumas explica ções. Feito isto, a testemunha e deixada pelo ufonauta perto da ca- sa da viúva do amigo falecidos. No dia seguinte, durante o al subitamente a testemunha da moço, de frente novamente com o ufonau- ta, Desta feita, este encontra-se sentado em cadeira à direita da testemunha, diante da mesa que es- tava sendo posta pela dona da ca- sa. Entretanto, a esposa da teste= munha não consegue enxergar o es- tranho, de modo que se desenvolve acre bate-boca entre o casal, Tudo serenado, a testemunha dá-se conta de que, de modo silencioso e des- percebido, o ufonauta tambem sumi- ra novamente. Comentários adicionais sobre este e outros episodios da vida da testemunha sao feitos, na tentati- va de se relacionarem com hipóte- ses algumas de suas enigmáticas facetas. 5.1.2. — Dados Nome da testemunha: Moacir Elias de França, vulgo Moa - cir Baiano, nascido em 28-1-32, em João Pessoa, ca- pital do Estado da Paraíba. Data do episódio: 3I de outu bro de 1977 (vespera de Fina dos). Local do episódio: Rua Belve dere, nº 245 Cantigo Hotel Belvedere, que na epoca exis tia ainda no local), no cume de um morro de uns 30 m de altura, situado no estreito vale do bairro Goiabal, a cerca de | 500 m do centro da pequena cidade serrana de Pa ti do Alferes, sudoeste do Estado do Rio de Janeiro, A- tualmente, a testemunha mus dou-se para residência na Rua B, nº 345, da Estrada Ro seiral, que fica no bairro de Arcozelo, na mesma cida = de, Época das pesquisas: lInicia- das em 1977 (ignoramos o dia e o mes) e prosseguidas em 1986, nos meses de março (dias Il, I4 e 20), maio (dias 13 e 25), (15 de Junho, 26 de julho e I6 de agosto de 1986.

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15% — BUL IDOl tio — ARRA A59,p.h/5% 5.2. — Introdução Em 1977, soubemos do episódio- de Moacir pelo compositor Carlos Arcthur Ribeiro da Rocha (Carli- nhos Sideral), que nos apresentou a Waldir Vieira (hoje falecido), o qual havia difundido o caso em seu conhecido programa radiofôni- co da Rádio Globo. Imediatamente, ainda em 1977, procuramos Moacir Baiano no pendereço certo, amavel- mente a nos indicado por valdir Vieiras Porém, na ocasião, como se encontrasse ausente de casa por motivo profissional (pintura de paredes), não tivemos oportuni dade de encontrar Moacir, embora deixássemos recado para posterior comunicação por telefone. SO re- centemente é que nos foi lembrado o nome e o caso desta testemunha, por pessoa conhecida nossa e de Moacir. Na ocasião, essa pessoa amavelmente procurou junto conos= co a nova residência de Moacir, . pf. º pois teria sido muito dificil nos a acharmos sozinhos. Moacir é do tipo troncudo de caboclo inteligente, mescla de nossas quatro raças do “hinter- land” do norte, índio, preto e europeu, holandes e portuguese. Disse-nos logo, para caracterizar a dureza de sua vida, que "traba- lhava de dia para poder jantar de noite”, juntamente com as dezes- seis bocas para sustentar, a espo sa e seus quinze, filhos. Alias, na época do episodio, estes eram em número de doze. Realmente, antes de relatar o caso, devemos confessar que Moa cir, por alguns de seus predica- dos, sobressai ainda do resto das pessoas, embora tivesse escolari- dade profissional na Paraíba e, em 1955, o curso ginasial no Rio de Janeiro. Comprovou mais tarde porém veia artística de paisagis- ta, tendo recebido diversas dis tinções e prêmios, em sua cidade e no Rio de Janeiro, Mas vamos a seguir chamar a - : atençao para outras qualidades suas, guase que de natureza para- psicologica, como a de localizar defeitos e corrigi-los em apare- lhos cujo funcionamento básico lhe escapa. Assim, por exemplo, quando, certo dia, um aparelho de rádio lhe foi entregue para consertar, ele pensou em encamis nhaelo a técnico competente conhe cido seu, a fim de devolveslo ao dono junto com a respectiva conta do profissional, Mas, |, curioso, Moacir ligou antes o radio a cor- rente eletrica, convencendo-se do defeito, Entretanto, a um chamado urgente, esqueceu-se do aparelho e,tropeçou n no fio, arrastando o radio ao chao em, ruidosa quedas Qual não foi porem a sua surpresa de volta do chamado, quando, em vez de encontrar o aparelho espa- tifado, achoueo ainda íntegro ea fém disso funcionando a pleno pos dera mais Moacir Outros relatos ainda de espantosas qualidades de serao feitos mais adiante, 5.3. — O Episódio . Em 31 de outubro de 1977, na vespera do Dia de Finados, Moau cir, então com 53 anos de idade, naquela tarde de lazer encontrava -se de pijama assistindo a progra ma de televisão no casarão Belve- dere; construído para ser hotel, para em seguida ser demolido por questões de herdeiros e comprado- res, O Belvedere assentava-se no

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SBEDV — Bol. 168/173 cume de um morro, dominando ampla e bonita vista de vales em torno de Pati do Alferes. Cerca das 18 h, chegou a fi- tha de Moacir, Monique, então com aproximadamente 18 anos, com a no tícia do falecimento do Professor Cornelio Fernandes, também dire- tor de escola profissional Cene- cista, ligada ao Senai. Havia ele falecido subitamente, de infarto cardíaco fulminante. Amigo de Cor nélio, Moacir pediu imediatamente à esposa que preparasse roupa pas ra sair. Vestiu-a e saiu. Ainda na saída de casa, pela direita Moacir ouviu seu nome ser mencionado por pessoa que lhe di- zia “precisar falar-lhe”, cuja voz lhe parecia familiar. Ão vi- rarese na direção da voz, sua vis ta foi ofuscada por forte luz. Assim, baixou os olhos e, no chao diante de si, viu dois pes das dimensões dos nossos, calçados porém com botas brancas de aspec- to metalico e brilho de aço inoxi dável. Estas calçavam pernas pelu das, de pelos claros, vestidas de bermuda branca presa por um cinto marrom, O estranho do caso foi a altura da fivela do cinto, que se emparelhava ao rosto de Moacir e que consistia de um disco metáli- co de aproximadamente 20 cm de diâmetro. Com 1,64 m de altura, Moacir tinha de olhar para cima para ver o rosto da pessoa, jo vial e arredondado, pertencente a alguém com cerca de 3 m de altu- ra, ou seja, quase o dobro da testemunha (fig. nº 12). Moacir refletiu assim que o disco metálico à frente de seu rosto, embora no pmomento ostentan do so brilho metálico, instantes antes deveria ter sido a causa do ofuscamento de sua vista. Evi- dentemente o gigante à sua frente era homem de corpo musculoso, ti po de halterofilista. Seu busto estava coberto parcialmente por camisa marrom, de corte semelhan- MAX: 359, pe W6/6 3 nu te ao de nossos coletes. Qutros- sim, a cor da pele daquela pessoa era a de cera (veja a figa I2, 13 e 14), bem como o rosto, aparen- tando uns 40 anos de idade, Jo- vial no semblante. Era alias pare cidíssimo com um colega de Moa- cir, o pintor Francis, que mais tarde mudou-se de Pati do Alferes para o Rio de Janeiro (Copacaba- na)e Em retrospecto, Moacir achou que, correspondendo nas dimen- sões aos comuns, os pes do gigan- te eram desproporcionalmente pe- quenos para uma pessoa com 3 m de alturas O estranho e que Moacir não se assustou quando o ufonauta,pon do-lhe a mao direita no seu ombro direito, com ele assim entrelaça- do iniciou a descida do morro Bel vedere. (Veja fig. 17) Assim tute lado pelo gigante, Moacir descei cerca de 50 metros íngremes, por trilha funda de uns 20 cm escava- da pela chuva e por andanças. Em- bora essa trilha desse lugar para descida só em fila indiana, en- quanto Moacir caminhava aos trane cos e barrancos, seu acompanhante colocado ainda em terreno pior ao seu lado nem por isso deixou de continuar abraçado com eles E em vez dos sacolejos e dificuldades para uma pessoa normal, sua mare cha era mais de alguem flutuando numa esteira rolantes A coisa seguinte estranha a- conteceu no pe do morro, pois os dois penetraram numa neblina es- pessa e escura, andando por ela durante poucos minutose Quando saíram daquela nevoa, Moacir cons tatou que não haviam chegado à es trada e às casas que serpenteavam o pe do morro Belvedere, vislum- brando apenas um descampado com pouca vegetação. À curta distan- cia de uns IO a 15 m, aterrissado em tripé de 3 m de altura, avis- tou disco voador metálico de 15 m de diametro, cor de alumínio fos-

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42 co, constituído de duas espécies de pratos fundos justapostos. En- tretanto, as partes largas estavam separadas entre si por pequena dis tência, parecendo com a configura- ção de um jogo de ioiô; atraves desta separação, Moacir viu peças em movimento no interior. À nave apresentava uma altura de aproximadamente 7 m (fig. 18 4). Na cúpula superior, situava-se ainda uma fenda transversal, pela qual escapava o que Moacir intere pretou ser ar ou gas qquente, por deformar-se o campo ótico da paisa gem vista através. Moacir foi convidado pelo gi- gante a inspecionarem juntos a par te baixa e externa do disco voa- dor, apoiado no tripé, quando subi tamente, junto ao estranho viu-se em pe, embaixo da nave, faltando ainda aproximadamente uns 4 dedos para que a cabeça de seu cicerone, de 3 m de altura, roçasse a base do disco voador. Nessa base, Moacir avistou, paradas, umas rodelas metálicas, reluzentes. (Veja Ffige 18-B). Quando o ufonauta levantou a mão esquerda, subitamente destacou-se na parte inferior da nave uma cha- pa de metal. Esta, executando movi mento em torno do seu eixo e outro de dobradiça para baixo, foi trans formarese, na beirada do disco voa dor, numa escada de quatro de- graus. A distância entre esses de- graus era de aproximadamente 60 em e Assim demasiada para as propor +» ções humanas, Enquanto Moacir pteve dificuldade em galgá-los, atrás de te o gigante, com um “Yamos ES den tro!”, com facilidade os venceu. Por dentro, pelo frio que sen tia Moacir, a nave estava aparente mente climatizada. Lã, o ufonauta retirou a mão do ombro de Moacir e este naquele momento sentiu verda- deiro alívio, como se houvessem ti rado dele peso de 20 Kge 2 RX: 159 /P* (Yo Bol, 188/173 À cor que prevalecia no am- biente era a de verde alface, tan to no material que cobria o chão, elástico com uma espuma de 10 cm, quanto na “chaise longue”. Esta achava-se plantada no meio da sa- la, era do tipo anatômico e tam- bêm atapetada por material elasti co, conforme Moacir constatou ag apalpa-la (Veja desenhos das figo 19). . Moacir não soube situar para nos o local exato da porta apos esta ter se fechado, porém em re- dor da sala circular havia uns do ze feito janelas, com dimensões de 3 m de largura por 1,5 m de al tura cada um. Atraves destes, fil trava alguma luz para a sala na penumbra. Moacir chegava a alcan- çar com o meio de seu peito ape- nas a borda inferior de cada qua- dro, pois as dimensões do ambien- te estavam aferidas para o gigan- te. O lugar de uma das janelas ha via sido substituido por um tipo de tela de controle, uma vez que continha uns 40 trepidantes indi- cadores com escalas redondas e se milunares de sinais e cores dife- rentes. (Veja fig. 25). No meio deles destacava-se calota fumino- sa de uns 30 cm de diâmetro, de cujo centro raias iridescentes dirigiam=se para a periferia. Ao aproximar-se das janelas, ou visores, lentamente de uma a uma Moacir começou a movimentar- se para a esquerda, olhando atra- vês de cada uma delas. Na primei- ra, encontrou um firmamento decor cinza-azulada, avistando astros brilhantes. (Veja fig. 22). En- quanto olhava pela segunda janela Moacir recebeu em seu corpo impaçg to como se estivesse em acelerada ascensão. À visão atraves desta ja nela proporcionou a aproximação de corpos luminosos em vôo veloz e, instintivamente, Moacir levan- tou seu braço como escudo de pro- teção, antepondo-o ao rostos Un

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SBEDV — Bol, 168/173 (veja fig. 23). Os aspectos obser- vados pelas outras janelas varia- vam, sejam por estarem focalizando direcionalmente diferentes regiões ou os visores graduados para desi- guais profundidades do espaço cos- mico (veja fige nº 24). Infelizmen te, os desenhos a esse respeito feitos após o episodio por Moacir perderam-se, pois se extraviaram ou foram destruídos por ocasião de duas mudanças de residência da família da testemunha. Entretanto, Moacir lembra-se ainda de alguns aspectos avistados, como o de esfe ras, feito Saturno, circundadas porem por aneis bem mais largos e nas cores do arco-íris. Em outra fase, apercebeu-se no campo visual de corpos maiores e redondos, ape= nas de cor amarela fosca, e de ou- tros menores, de fulgor intenso, incomum. Após ele ter olhado todos os visores e o painel, seu cicerone o convidou: “Vamos a uma sala se- creta!”, Desceram então os dois três degraus, passaram por um vao e tiveram acesso a um quarto de temperatura bastante frias Neste aposento, havia prateleiras, estan tes e nichos ao longo das paredes, onde se achavam expostos inúmeros recipientes de formas diversasçmas todos contendo um líquido de espec to verde-claro. (Veja fig. 26). meio do quarto, com dimensões que aproximadamente em altura e compri mento correspondiam as dimensões do gigante, achava-se armada, uma mesa parecendo de laboratório de biologia ou de exames e operações ginecológicas, pelo aspecto dos a- petrechos ligados a ela. (Veja fig 27). A essa altura dos acontecimen tos, as perguntas feitas por Moa- cir e as respostas dadas pelo gi- gante processavam-se agora na esfe ra da mente apenas, sem palavra falada, de maneira telepaticas. Ã indagação de Moacir sobre o meio; de propulsão da nave, a resposta AMX. à59,g+ Yfex 43 foi a de que o disco voador era teleguiado por alguma base daque- les seres, nao se sabendo se do próprio corpo celeste de origem daquela ração. À pergunta de Moa- cir sobre a razao de ter sido ele distinguido para este contato e demonstração de apreço, a respos- ta foi que a testemunha ereg dota- da de inteligência diferente da de seus compatriotas, . Quando o ufonauta disse “Es ta na hora de voce descer!”, Moa= cir teve sensação parecida com a de estar num elevador em descidas. Não sabe como aconteceu, mas, su= bitamente, juntamente com o gigan te, achou-se no chao, ignorando onde ficara a nave. Achavam-se os dois então na praça de Pati do AL feres em que esta localizada a es tação ferroviária, onde, numa das extremidades, cercado de jardim, situava-se a casa do ,Smigo de Moa cir falecido, Para lã os dois se dirigiram e, em frente à residen- cia de Cornélio Fernandes, o es- tranho se despediu com um aperto de mão, Foi quando Moacir reparou então na peculiaridade anatômica da mão do gigante, pois as dias ultimas falanges de seus dedos (em quatro dos cinco) apresenta- vam no dorso tufos bem acentuados de cabelos louros (veja fige 19). Moacir enumerouanos ainda outras particularidades morfológi cas do ufonauta que o distinguiam da nossa raça, terrestre. Alem da cor de cera da pele, já citada, os dentes também se diferenciavam dos nossos: apenas duas chapas, superior c inferior, eram visi- veis no lugar das arcadas dentã- rias, não apresentando subdivi- soes. (Veja fig. nº 15). Também os olhos do gigante se distin- guiam, dos | dos humanos, pois não possuiam Íris. Entretanto, as pu- pilas enormes tinham tonal i dade azul clara, apresentando-se quase que luminosa. Parecia possuírem estruturação por fibrilas, irra-

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diando=se do centro das pupilas pa ra a periferia (veja fige nº 13), O rosto redondo, ja mencionado, fa zia parte de um crânio de idêntica configuração, Porém, a fronte era bem pronunciada, com o seu realce para a frente. O couro cabeludo a- presentava grandes reentrâncias gla bras, sendo de cabelo louro, quase branco (Veja figse nºs. 13 e 4). Depois de despedir-se do es- tranho, Moacir não olhou mais para tras. Foi em frente, entrando no jardim e na casa, onde apresentou as condolências à viuva chorosas Esta informou que o corpo do mari- do fora transferido para o velório à camara dos vereadores da prefei- tura da cidade vizinha de Miguel Pereira, Isto porque em vida o Professor Cornelio Fernandes fora prefeito da conceituada cidade ir- ma de Vassourase À saída da casa da viúva, Moa cir sentiu como se seu estado de consciência sofresse espécie de me tamorfose: subitamente percebeu que sua mente havia deixado a espessa neblina que atê então a cobria e a todas as outras coisas. Foi difi- cil para Moacir expressar-se para nós a respeito dessa modificação .« No nosso entender ela correspon- deria ao despertar de um estado semi-hipnoticos Embora, naquela época, fosse costume de Moacir dedicar-se à be- bida, nada de alcoólico ele havia ingerido naquele dia, a essa hora noturnas Lembra-se Moacir de que havia passado por ele uma charrete e de- pois viu aproximar-se o automóvel de outro amigo do morto, para dar os pêsames à viúvas Tal amigo era colega do defunto, na escola, co mo professor de desenho, o Coronel Vilar, Esse coronel! era conheci do também de Moacir e este lhe infor- mou logo, da transferência de local do velorio. Dessa maneira, Vilar nem entrou na casa da viúva, convi dando Moacir a seguir com ele de mito Afx-a5a, p- Ayer SBEDV — Bol. 168/173 carro para Miguel Pereiras No trajeto, Moacir relatou ao mili= tar o estranhíssimo episódio que acabara de passar e reparou que o coronel, distraído pela narrati- va, quase teve um acidente de car ro (+). Nada de especial se tem a re latar mais dessa noite, a não ser que, na câmara dos vereadores de Miguel Pereira, Moacir reencon- trou-se com sua filha Monique, a quem ele chegou a relatar também o estranho fato, impregnando até hoje a fundo a mente da moças. Na volta, pelas 2 h da madru gada, o coronel teve a gentileza de deixar Moacir no pé do morro Belvedere, em Pati do Alferes, gra ças à sua passagem pelo bairro Goiabal, vizinho ao bairro Manga Larga, onde mora este professor, na Avenida General Frias Vilara Chegando à casa, Moacir acor dou a esposa para narrar=lhe sua estranha aventuras, Esta porém não lhe deu crédito, achando tudo mas luquice e culpando fibações alcos licas. Virando-se para o lado ela continuou a dormir, Moacir entre- tanto apanhou caderno e lópis pas ra, naquela noite, registrar tudo por escrito, complementando ainda o relato por croquis e desenhos, infelizmente perdidos depoisa Apenas de madrugada e que Moacir chegou a coçhilar um pou- co, tão intensamente o episodio continuava a ocupar sua mente. Is to ainda mais porque o ufonauta lhe havia acenado com futuro reen contro. Para este, Moacir começa- va a formular hipoteticas pergun- tas como, por exemplo, sobre a crença em Deus nos seres da raça do gigante, (++) Em nossa mente logo amadure- ceu a ideia de, na primeira opor- tunidade, auscultar o coronel so- bre a veracidade deste detalhe: do caso de relatório feito imedia tamente seguido ao episodios.

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SBEDV — Bol. 168/173 A testemunha chegou a acordar mais tarde, como de costumes Mas logo foi debruçar-se na mesa sobre seu caderno de apontamentos e com=- pletá-tos com mais dados sobre o episódio. Foi assim ocupado que, aproximadamente as |! h, a esposa indagou-lhe se podia servir o almo ço que ela estava preparando no fo gão a gas, à esquerda da mesa de Moacir. Respondeu ele que estava de acordo, ainda debruçado sobre seu caderno, Foi quando escutou a cadeira de pés de ferro, ao seu la do, ser arrastada, Espantado, Moa- cir levantou a vista, dando com o gigante da noite anterior sentado à sua direita, junto à mesa. (Veja fig. nº 28), No mesmo instante, sem aparentemente se dar conta da pre- sença do estranho, a esposa de Moa cir, com movimento de passar a tra vessa de salada para a mesa, diri=- 5.4, - Pesquisas Colaterais Encetadas em Torno do Como fato curioso, mas sem ex plicação, Moacir mencionou-nos al- go que ocorreu com ele no bairro Manga Larga, na estrada que teva para a cidade de Petrópolis. Neste local, nas dez vezes em que passou por tá com seu carro durante os dois anos seguintes ao episódio, sistematicamente e sem motivo apa- rente, o motor do veículo deixava de funtionar, para retomar seu mo- vimento normal logo algumas deze- nas de metros mais adiante, alcan- çados graças ao embalo. Mas nada mais aconteceu nos anos posterio- res até hoje. Este lugar correspon deria a trecho da estrada onde es- ta se aproxima de um riacho, for- mando ali algumas cachoeirasa llma vez “que, à beira desta passagem, Moacir nos havia aponta- do a residência do Professor Vi- lar, fiéis ao nosso projeto ante- rior aproveitamos logo a oportuni- dade para conferir se realmente AX. d59,p.5/53 giu-se exatamente em direção ao gigante. Simultaneamente surpre- endido pelo reaparecimento do ufo nauta e confuso pelo movimento da esposa em inobservância da presen ça deste, em gesto | impaciente, ou talvez de frustração e ainda de polidez junto ao estranho, Moacir levantou-se querendo impedir a a= ção da mulher, Entretanto, inad- vertidamente, chegou a derrubar ao - chao a travessa de saladas Isto - : causou acre repreensão a Moacir por parte da esposa, que con- tinuava a ignorar a presença do extraterrestres Após serenado o bate-boca entre o casal, espan- tado Moacir deu por falta do gi- gante. Talvez desacostumado com a quele tipo de cena, tão subita e silenciosamente como surgira, ese te havia decidido desaparecer de novos Episódio este senhor 7 anos antes recebera como primeira pessoa o relato do episodio pela testemunhas, Sem ne- nhum sinal de titubear, Moacir logo aquiesceu de boa vontade ao nosso pedidos O Coronel recebeu Moacir e a nos com carinho e pra- zera E na verdade logo confirmou que, naquela noite, Moacir lhe ha via confidenciado sua estranha vi vencia, Mas deixou claro tambem que isso nao implicava que ele, Vi lar, desse crédito ao relato. Em seguida, foi espetáculo psicologicamente gratificante pa- ra nós seguirmos o diálogo entre os dois, colorido de tons de au- tenticidade, pois desenvolvia =se de improviso: desde a data do men cionado velório os dois não ha= viam mais se encontrado, E, argu= mentava 9 coronel, Moacir talvez na ocasião tivesse sido vífima de alucinação, jã que era conheci d o por abusar de bebidas alcoólicas.

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46 Humi ldemente, a isto Moacir respon deu (Us realmente, na época do e- pisodio, era ainda dado ao vício do álcool e embriaguezs Mas que, naquele dia específico, nada de be bida alcoolica havia ingerido, por pequena dose que fosse. E a- crescentou que, alias, desde o dia do episódio em diante, graças às recomendações do ufonauta, seu ci- cerone nesse memorável! encontro, havia deixado de usar álcool, Fumo e carne, embora alguns de seus parentes ainda comessem carnes De maneira modesta e esponta- nea, aqui podemos atestar as pala- vras de Moacir: em um domingo (18 de maio de 1986), quando em vao ARx. 359,9 S s+ BEDV — Bol. 168/173 procuramos por ele em sua resi- dência (pretendíamos submeter as cadeiras de ferro de sua casa a uma aferição pelo nosso magnetômetro), houve um desen- contro, por o mesmo achar-se em reunião na AAA (Associação dos Alcoólicos Anoni mos) JE, realmente, em nossa volta para o Rio de Janeiro ao lado da igreja de Governador Por- tela, encontramos Moacir nessa reunião, afeste- anos de absti- a . Ed . nencia do alcool e de aju da aos outros a superarem tam- É e. bem este vicio, jar seus Medição do Magnetismo Retornamos a Arcozelo, em Pa- ti do Alferes, a fim de pesquisar eventual imantação das tres cadei- ras com pes de aço, (Veja figo nº 29) numa das quais Moacir havia visto o tripulante sentado à mesa pelo menos por instantes. Enquan- to as outras acusaram ne- nhuma imantação ou valor desprezível, uma das cadei- ras apresentou nitidamente 2 gauss nas tubulações de aços 5.5. — O Episódio de Cabo Frio Em dia e mês que não se recor da, em 1971 - e assim |5 anos | a- tras e 6 anos antes do episodio ufológico de Pati do Alferes - se- gundo seu relato viveu Moacir ou- tro fato estranho, Este porém, pe- la falta de conhecimentos nossos a respeito, não vamos nos aventurar a classificar. O caso em questão aconteceu du rante um passeio com piquenique a Cabo Frio, famosa estancia balnea- ria marinha distante de Pati do AL feros 250 kmaproxe Tal passeio foi or- ganizado por um senhor chamado Ja- ir e o nosso protagonista, Moacire A excursão, de Onibus, se inicia- ria à meia-noite, nela tomando par te cerca de 30 pessoas de Pati do Alferes. Moacir lembra-se de alguns dos participantes, atualmente ain da vivos. Dentre estes, o Sr. gil berto Abdue (conhecido pelo apeli do de "Jiló”), representante de marca de bebidas e refrigerantes, a quem entrevistamos em seu si- tio, na Estrada RJ-125, n£64 055. Outra participante foi D. Nilza Silva Melo, residente na Rua Vi- cente Freitas, nº 90, em Pati do Alferes. Estes dois atestaram que houve um atraso de 4 horas na volta de tal passeio, pois Moa- eiro um de seus organizadores, ha via sumido cerca Jas IZ2 h, recendo somente as I8 he reapa- Moacir informou-nos que não chegou a almoçar ao meio-dia, jun tamente com os outros, na praias.

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SBEDV — Bol. 168/173 É que, repentinamente, ele havia deixado a paisagem peculiar de Ca- bo Frio, à beira-mar, com dia de sol sem nuvens, cheia de arvore- dos e plantas nas margens. Na paisagem para a qual, des- calço e de “short”, Moacir viu-se subitamente transportado, não ha- via vegetação. O chão era arenoso, compacto, parecido com asfalto de cor cinza escuro (Letrafi Im 238M), Estava quente, de maneira que, sem calçados, Moacir tinha de pular ou andar rapidamente para não quei mar a sola dos pés. Essa quentu ra do solo era tanto mais estranha u- ma vez que não havia sol visível, porém, todo o ceu estava nublado (Getrafilm, 239 M), contrário ao ceu azul | Ímpido e de sol de Cabo Frio. E mesmo a atmosfera nao es- tando quente, Moacir, ofegante, sen tiu uma especie de falta de ar, co mo se este fosse o rarefeito das alturass Após andar muito, Moacir avis tou uma colina baixa, com um grupo de umas I00 casas toscas, construl das coladas umas nas outras, Tais construções eram muito parecidas com ninhos do pássaro jodo-de-bar- ro, pelo aspecto das janelas, pe- quenas e redondas, e portas de ti- po, idêntico (veja figa nº 30). Pos sufam cor fosca, mas tonalidades claras de verde, amarelo e marrom (Letrafilm 169 M6, 225M, I71 M,242 Me 178 M). Embora não enxergasse vida nas casas, Moacir procurou a=- proximar-se delas para tentar ori- entar-se com eventual habitante. En tretanto, apesar de andar e pular no chão quente durante uns IO minu tos, estranhou por não conseguir aproximar-se das casas além de uns 50 metrosa Já desesperado com a situa- ção, Moacir buscou então reorien- tar-se pela maior claridade da par te do ceu onde julgava situar=se o sol, para posicionar sua caminhada na direção em que acreditava loca- lizar-se a praia de Cabo Frio, 4ÀÃo ABRAM Sdfoe todo, pensou ter andado uma dis- tância equivalente à que vai de Pati do Alferes a Governador Pore tela (17 km), quando, de longe, avistou uma casa isolada. Era um posto de gasolina, onde pencontrou seu conhecido "Jito”, já menciona do. Este confirmou-nos tal encon tro com Moacir, que lhe parecia bastante preocupado e lhe dizia sentir-se perdido, "Jiló” indicou a Moacir a direção da praia, onde este chegou, espavorido, às |8 ha Iincontinenti, sem ter almoçado ou fanchado, embarcou no ônibus pa- ra, juntamente com o grupo, retor nar a Pati do Alferes. Lá, atrasa dos, só chegariam às 2 h da ma- nha. Moacir não soube explicar onde estivera, mas relatou aquilo que viu e presenciou. lima vez que sua falta foi sentida as I4 h, mo mento planejado para o retorno, formou-se grande celeuma, Os par- ticipantes do grupo foram tentar localizar Moacir primeiro em res- taurantes e hotéis, depois nos hospitais de Cabo Frio, necroté- rio e na delegacia de pol icia«Foi quando, finalmente, ao crepúsculo, todo espantado, ele apareceu.(+) (+) O chofeur de ônibus, Orestes, em agosto/1986, por Moacir con sultado na Agência "Três Ami - gos,” confirmou a data da vias gem para Cabo Frio para janei- ro/1974, um domingo antes da realização de uma “Copa” (de Futebol). Ainda comentou o a- trazo da volta do ônibus cansa do pelo inexpticável .desapare- cimento de Moacir, só reapare- cendo às 18 he

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ida e sind tai 5.6. — Outros Episódios Após a experiência que viveu em Pati do Alferes, Moacir tomou interesse pela ufologias Assim, e- te participou tambem de rumorosa caravana popular que se dirigia pa ra a cidade de Casimiro de Abreu, no Estado do Rio de Janeiro, em início de 1980, Essa comitiva a- lias contou com a presença da cor- retora D. Linda Suillion, de Pati do Alferes. À noite, entre 3 e 4 h da ma- drugada, aquartelado em um dos re- cantos da localidade, o grupo foi brindado por um balé celeste: apa- rentemente a distancias enormes, alguns pontos luminosos executavam caminhadas rápidas, tambem em zi- gue-zague. Entretanto, menos avisa das, outras pessoas que se encon- travam no local interpretaram es- ses movimentos como os de "estre- las cadentes”. Alias, consultando o Bol. da SBEDV nº 132/135 (page 30), damos conta de o jornal "o Fluminense” (30/3/80) | ter inserido em suas páginas a notícia de que Rogério de Lima e seu grupo também fizeram avistamentos ufológicos em Casimiro de Abreu. Além disso, na ocasião a SBEDY recebeu uma fo- to que teria sido tirada a respei- to, em Casemiro de Abreu, por gru= po ufológico com sede em Santos (SP). Ainda em outra oportunidade, outubro de 1982, Moacir vinha em seu carro, à noite, de volta de Vassouras para Pati do Alferes, com mais cinco pessoas: sua filha Moni que, dois homens e duas moças, Noêmia Rosa e Leila. O carro ja havia ultrapassado a local i dade de Sacra Família e ainda não tinha atingido Morro Azul. À uns 590 m an tes da saída à direita para o edu- candário profissional Rodolfo Fuchs (Organização Cristo Reden- tor), em cima do morro uns 100 m e uns tantos metros do automovel, ARX- à53, p. 7/2 Moacir e seu grupo avistaram um disco voador (+). Este era achata do, com o lado voltado para bai- xo apresentando numerosos focos de cores diversas, prevalecendo entretanto o azul (+), (Veja fig nº 31) A nave ficou lá, parada e si tenciosa, enquanto era observada pelas pessoas, em número de cine co, afora Moacir. Finalmente o OVNI lançou um feixe de luz em di reção, ao morro, claregando tudo por lã como se fosse de dia, num diâmetro de uns 50 m. Em seguida, afastou-se, tendo o espetáculo durado cerca de 5 minutos. Moni- que, hoje com 27 anos de idade, confirmou-nos este avistamentos (+) Que a região apontada por Moa cir Baiano tem realmente atraído os discos voadores, isto nos foi posteriormente atestado pelo ca- sal “Neguinho” (falecido recente- mente) e D. Diva (Deutschlander O liveira Novais e Diva de Souza No vais). Morando a cerça de 1,5 km daquela ponte hã uns IO anos, JD. Diva declarou ter avistado UFOs por lã umas quatro vezes. Certa feita, foi em forma de luz amare- la clara, retangular (tipo por- ta), de tamanho maior que o de u- ma lua cheias (+) Avistamento de objeto simi- lar, senão idêntico ao de Moacir, foi feito no Rio de Janeiro (bair ro Novo Mundo), por membro da SBEDV, em 20/4/69 às 2] h descri- to no Bol, da SBEDY nº ApálZ7, 128

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. SBEDV — Bol. 168/173 AA 383, g- Soy a 5.7. — Episódio da Infância de Moacir Moacir relatou-nos estranho avistamento que teve com a idade de 6 anos. Nessa ocasião, ele mo- rava com seus pais à beira da praia, no bairro Torre, na cidade de João Pessoa, capital do Estado da Paraíba. Por encontrar-se afas tado da .Sidade, pNaquela época o lugar não possuía ainda luz ele- tricas Desse modo, certa noite, seu pai e mais três parceiros jogavam cartas à luz bruxuleante de uma lamparina de querosene, Este era aliás o tipo de iluminação de to- das as casas dasredondezas, in- cluindo um bar da vizinhança. Em determinado instante, o pai de Moacir, conhecido como Zuza, deu por falta de cigarro, Pediu então à esposa que desse uma olhadela pela porta na direção do bar vizi nho, pois este talvez ainda se a- chasse aberto, embora o avançado da hora. Isto seria facilmente verificado, pelo reflexo da luz da lamparina na areia atraves da porta aberta do bar. Naquele mos mento, Moacir estava com a cabe- ça pousada no colo da mãe, de ma- neira que ele mesmo levantou-se e foi ate a porta da casa para es- piars Entretanto, sua vista foi atraída por outro espetáculo, i- nesperado e incomum: uma mulher de proporção descomunal, cerca de 2,50 m de altura, vestida com roupa branca tal a de uma noiva e que ainda fulgurava como fosfo- rescente, estava a bailar na praia escuras  Chamada de Moacir na porta, sua mãe veio e confirmou a visão, dirigindo-se por sua vez ao mari- do: “Oh, Zuza, vem verl” Has quando Zuza e os tres parceiros chegarem a porta, não enxergaram nada daquilo. E Hoacir ainda rece beu uns cascudos do pai, que o admoestou para “deixar de ser men tiroso” - 5.8. — Episódios da Vida Adulta Outra qualidade de Moacir que merece ser mencionada é a sua ca- pacidade de enxergar o que se pas sa longe dele e de transmitir sus pensamentos, pelo menos a pessoa de sua mãe. Em 1952, Moacir fazia seu ser viço militar, de dois anos, no Rio de Janeiro, no Primeiro Regi- mento de Cavalaria e Guarda (Dra- goes da Independência, atualmente aquartelado em Brasília). Sendo o seu soldo de apenas 94 mil "reis" por mês, insuficientes para seus gastos de fumante e de rapaz ro- busto para passear, certo dia ele estava triste sentado à beira de sua cama no alojamento, acabru= nhado com essas questoes. Foi quando, subitamente, ele viu sur- gir diante de si a figura de sua mãe, que ainda lhe dizias "0h, Moacir, você parece aperrsado por falta de dinheiro. Mas eu ga- nhei no jogo, no milhar 1346, de modo que vou remeter-lhe algo”. E realmente, dois ou tres dias, de pois chegou uma carta de sua mãe, com valor declarado de 200 mil "reis” que ela lhe enviavas " Outro caso de percepção a distância relatado por Moacir re- fere=se à morte de seu amigo Zezi nho Toste, por infarto cardiaco fulminante, em 1983. Na ocasião, Moacir encontrava-se em casa, as- sistindo televisão a altas horas da noite, Pois, repentinamente .

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diante dele e vestido com seu ter no amarelo, surgiu o amigo Zezie nho Toste, dizendoslhe: "Moacir, não vou mais seguir a Igreja Mes- siânicas” (+) No dia seguinte, Moa Edy Bol, 168/173 ABX. 159 580. 55/5 cir recebeu a notícia do faleci- mento subito de Toste, ocorrido na noite anterior. Esta seria ara zão do seu afastamento como mem=- bro daquela religião. 5.9. — Comentários Relacionados ao Episódio de Pati do Alferes lima vez que não possuímos a privilegiada preclari dade dos ufo logos avançados, a nós surgem mais perguntas do que explicações com relação aos fenômenos observa dos por Moacir. Entretanto, com respeito ao ufonauta gigante, o que mais nos deixa intrigados é a capacidade deste de adivinhar o que se passava na mente do terres tre contatado, de maneira a deixa lo exatamente perto do local que ele pretendia visitar: a casa da viúvas Alias, caso bastante semelhan te estã descrito no relato do en- contro que o estudante paulista Paulo Coutinho teve com extrater- restres. Paulo estava amargurado pelo seu isolamento dentro do dis co voador, à mercê de seus respec tivos tripulantes. Ão aflorar em sua mente a saudade dos pais que- ridos, viu surgir inesperadamente diante dele, numa tela, cena toma da do interior da casa paterna, Nesta cena, o estudante avistou sua mãe chorosa e o pai preocupa- do pelo repentino desaparecimento (+) À guize de explicação, Moacir contou-nos do filho (Bol. da SBEDV nº 116/ 120, págse 8 e 9). Em considerando ainda que a esposa de Moacir não enxergou o ufonauta, isto poderia servir co- mo base para controvérsias "En passant”, lembramos o relato do CICOANI sobre o caso de Joaquim Murtinho: à aproximação inespera- da de uma vizinha da testemunha, todo o time dos extraterrestres tornou-se imediatamente invisível (Bol. da SBEDV nº 156/1061, págs. 72 a 77). Nossa concepção porém é a de que a presença dos ufonau- tas não havia cessado, Apenas e- les se tornaram invisíveis, gra- ças a aparelhos e truques de tec- nologia óticas Com isto em mente, extrapolamos para a possibilidade de, por sua acuidade parapsicold= gica já comprovada em criança e depois como adulto, Moacir ter conseguido perceber tambem com es sa mesma acuidade parapsicológica a presença do ufonauta, embora es te permanecesse “encoberto” para os outros por recursos de ordem tecnológicas ue os dois, Toste e ele, faziam parte desta Igreja. Para esta, alias, Toste havia em muito contribuído: além de doar o terreno, ainda ajudou na construção do templos

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SBEV SBEDV — Bol. 165/1/5 ARx asa, P: %/5% - 6 — ENGLISH SUMMARY (of SBEDV's n9 168/173 Bulletin) In persuit of the account of earlier abductions of the contactee, Antônio Carlos Ferreira, those began in 1979, at the town of Mirassol, and the reader may look them up in Bull. nº 158/16], pag. 14-54 and nº 162/167, pag. 9-32, or still better, in the beautiful book about said case, recently edited by the famous author-ufologist-editor, Wendelle C, Stevens of Tucson, Arizona, USA. By the timetable of the earlier extraterrestrial contacts, Miras- sol!s local ufologist, high school teacher Ney Matiel Pires could pre- dict by the month and year the return of to Mirassol the ufonauts and Wendelle S. Stevens looked to it that a team of television experts flw down to Mirassol, immediately, so to record on tape the traces left by the ufos on the ground during their (II2 and 12º abductions and) lan- dings, Certainly this may benefit fortunately the sales of Mr. Stevens book when those pictures will be shown on television and reach”coast to coast”, as told to us by Mr. Stevens. Certainly, we may here also apologyze to Mr. Stevens for having voiced our suspicions about him in an earlier Bulletin, since his long "pen-silence” had left us so much perplexed. Now, after the edition of the book about the case of Mirassol we also may acknowledge that said prolific author had been working simultaneously on three adicional UFO books, two having been edited allready besides that one on the case of Mirassol. Fortunately, the situation has now been cleared up nicely, once more« The only pitty in our chapter nº 2, about the case of Mirassol is, that our local ufologist also an amateur - astronomist in his spare time, his partly self-built telecospe still [acks the optical property to reach the planets of other suns, near Earth, since then he would be able to discover Mirassol!s ufonauts home planet by the time-table of their comings to Mirassol which may be in dependency of the proximity of the two planets, that is their planet circuling their sun and Eath? circling our's. Even so we take it for garanted that those ufonauts do have bases and facilites on Earth” Moon. In chapter nº 4 the recent brazilian ufo wave has been summarized. It began with the persuit of about 20 ufos by 6 planes of the brazilian airforce trying to intercept - in vain - those ufos, that is: the big fuss and publicity set in only after the -Airminstry had given a press- interview about the case, Certainlv, in Brazil's Ufo-past, so the I4 month of nov. 1957 to dec. 1958 there have been bigger waves, as said Jatter with 149 cases. In chapter nº 3, in persuit of two earlier articles about the mat ter (EBEDV Bull. nº 158/161, page 78-83, respectively, nº 162/167, page 43-57) the relationship of earthlings and ufonauts is tackled with, once more, In three appendages we assembled some of the titles of the dailies, so that the reader and ufologists may become more acquainted with the apocalyptic times we are living in at the present. In chapter nº 5 we tackled with Moacir, a plain chief of a large

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E 52 . ros EI SBELV — BOL I09/1/9 ARX. à59,pr 53/85 x family but also quite a character of personality. Living in a small town of the state of Rio de Janeiro, years ago during the late hours of the evening Moacir had become acquainted with a spaceman, and to SBEDY he gave the details about said contacts, But, Moacir seeningly does possess also parapsychological capabili ties, seemingly also his mother, wich may represent a relation-ship, if not a key to Moacir's case of “contact”, Besides, it may be of interes to know that Moacir in the past had suffered during 4 hours what we call tentatively a transportation to another “space-time”, It happened at lunch time during a picknique at the beach of the town of Cabo Frio (R3), partly organized by himself for Moacir!s 3 to 4 dozen town"s people. Suddenly at Junch time everyone would look for Moacir, who couldn't be found anywhere. After having looked for him In hotels, motels, morgue, hospitals and pol icestations, suddenly, nervous, tired, hungry and confused he would re-appear 4 hours later, The tale told by Moacir stated that from the sonny beach, a lush vegetation of the hinterland un- der a cloudless sky, suddenly he found himself standing on a dull grey and hot ground of a plain with the sky all clouded, but even so the air not too hot, Seeing some odd houses in the distance on a hill,with holes as windows and doors, Moacir in vain tried to approach said houses, to get informed by the people about the way to go back to the beach, he couldn!t come nearer than 50 meteres to the houses and also, he didn't see any soul alive at, or near the houses, Making a last attempt to get orientation by the direction of the presumable origine of the light on said sky, finally Moacir succeeded to reach once more Cabo Frio's beach after having walked a distance what seemed to Moacir about I7 kms

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.259.